Archive for novembro 10th, 2011

Brasileiros: A Falta de um Intelecto Evoluído será sua Ruína!

quinta-feira, novembro 10th, 2011

Deu no The New York Times hoje:

In Brazil: For the Love of Shopping

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Brasileiros Anestesiados pelo Consumismo


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(Abaixo o artigo transcrito para ser traduzido)

Comentário da Matrix/DNA:

A Natureza não é imóvel como sugerem os textos biblicos antigos, ela é um processo em constante movimento provocando mudanças na matéria que constitue nossos corpos e o mundo que nos suporta e nos rodeia. O cérebro do homem comum não capta, não vê estas mudanças porque elas ocorrem em demasiada velocidade na pequena dimensão microscópica dos átomos e nossos genes, e em demasiada lentidão na dimensão macroscópica dos planetas como o nosso.

Existindo na dimensão do meio, o cérebro humano não capta os motivos das mudanças lentas ambientais, que às vêzes se aceleram e se precipitam em constantes terremotos, furacões (os intelectuais entendem isso devido a Stephen Gould e sua descoberta do processo “puntuacted equillibrium” produzindo os saltos evolutivos), e não capta os motivos das mudanças em seu corpo que pode rápidamente aniquilar o que parecia um corpo saudável. Por isso o homem comum e principalmente a mulher em geral pela sua natureza física, são imediatistas, vivem apenas o presente aqui e agora e assim são pêgos de surprêsa por estas ações invisiveis da Natureza.

Quanto ao cérebro da minoria acadêmica, formada nas universidades, êle capta mais da realidade do mundo, porem apenas 50%, ou menos que isso. Porque? Porque o sistema educacional está fundamentado no método cientifico reducionista – a investigação minuciosa de objetos isolados do contexto ambiental, descendo o mais possível na sua dimensão microscópica e subindo o mais possível na dimensão macroscópica mas limitado ao apenas visivel através de instrumentos mecânicos. Praticamente nada foi feito e nada se faz no ambiente acadêmico em relação aos outros 50% do método cientifico, que é o método sistêmico, o qual investiga os fluxos nos canais de interações entre os objetos materiais, partindo do geral em direção ao particular.

Falta acima de tudo no ambiente acadêmico a postura sábia na busca do real conhecimento que só pode ser proporcionada pela FILOSOFIA NATURALISTA, a qual coleta todos os dados, tôdas as informações obtidas pelo método reducionista, investiga os fluxos de interações e busca o conhecimento dos sistemas daí resultantes.

Pois bem: o Brasil infelizmente ainda é composto pela grande massa dos iletrados e uma pequena minoria dêstes meio-letrados acadêmicos. Daí que se calcula o clima reinante, o do imediatismo ignorando a Natureza em que vive. Não basta sequer as lições do momento sendo emitidas dos outros países que ontem passaram pela situação de euforia economica e consumista que o Brasil experimenta agora e hoje se recolhem inoperantes sob o pêso da ruína economica. Para não mencionar que as lições da História, muito bem resumidas no dito biblico “aos sete anos de fartura se seguem os sete anos de vacas magras”, nunca é lembrada pelos deslumbrados consumidores perante as vitrines apelativas.

O argumento falso que todo viciado procura para justificar sua fraqueza em superar seu vicio, nêste momento é que a macro-economia é uma roda que se alimenta do ciclo produção-consumo-mais produção-mais consumo. Um momento! Espera aí! Isto depende do que se produz e o que se consome. Se a roda se fundamentar nos bens supérfluos, que faz evaporar a energia do trabalho humano e os recursos naturais… ela emperra e se desfaz em pedaços. A produção e o consumo devem ser acelerados para o crescimento economico suportar o crescimento populacional e intelectual, mas tanto a produção quanto os consumidores devem ser dirigidos por uma pesada campanha publicitária do govêrno na direção dos bens uteis na infra-estrutura e na acomodação/bem-estar saudável para o corpo humano.

Mas uma sociedade humana só poderá obter um novo resultado na História se os individuos, tanto os cérebros comuns como os meio-letrados ouvirem e atenderem os conselhos que vem do velho filósofo naturalista que está durante o dia agachado no solo revirando a lama para observar os movimentos microscópicos, ora levantando a cabeça para a luz do sol observando os movimentos macroscópicos, e à noite se recolhe no simples barraco e debruça-se na mesa de pau rustico repleta de papéis impressos que trazem as noticias de todas as disciplinas e de todas as nações sôbre o que vai sendo descoberto pelo método cientifico reducionista assim como pelas pessoas comuns no seu método empirico. Ainda hoje, melhorado pela conexão da Internet, o velho filósofo pode estar resumido a um ermitão dentro de um barraco, mas ainda assim ele é a antena da Razão, da auto consciência da espécie humana das pessoas que lá fora estão capturadas na louca correria da roda veloz de uma economia aquecida.

É melhor que de uma maneira qualquer arrumem uma pequena brecha no seu tempo para ouvir o que vem da filosofia naturalista, para que a transição inevitável para os sete anos de vacas magras seja um processo sem dôres porque foi controlado pela inteligência humana. O Brasil tem agora a grande oportunidade de se tornar uma super-potência e dar a mão para resgatar do abismo a inteira Humanidade porque a sua selva-amazônica, a unica testemunha silenciosa e ainda virgem, intacta, que presenciou as origens da Vida e por isso é uma mestra sábia e indispensável, comunicou uma nova visão do mundo, que está se descrevendo sob o nome de “Teoria Universal da Matrix/DNA”. “Teoria”, porque a verdade total supera a capacidade da selva em entender a verdade ultima do mundo, mas sempre será um passo mais evoluído do que as visões de mundo que tem orientado os povos até o momento. Se não o fizer, a Natureza que não avisa de modo visivel e audivel pelos cérebros humanos semi-desligados dela, mas sempre se vinga de modo estrondoso, vai certamente impor mais uma de suas costumeiras e dolorosas cirurgias reparadoras.

Vejamos como o artigo é um alerta urgente:

In Brazil: For the Love of Shopping

SÃO PAULO — Vanity, conspicuous consumption, a growing and solid economy, the legacy of slavery, steep markups and an infectious desire to live for the moment — these are just some of the things that set Brazilians apart in the luxury goods market.

With the Brazilian economy chugging along, just as Europe and the United States have stalled, the South American giant is an increasingly important destination for high end brands.

But experts agree that those brands need to pay careful attention to what sets this continent-sized nation apart. Not only do to high taxes, stifling red tape and brutal logistical hurdles make Brazil a tough place to do business, Brazilian consumers also demand special attention. They are not prone to saving, are more likely to splash out on impulse and are perfectly happy to pay more for quality goods, as long as they are fussed over.

“The cost of doing business in Brazil is onerous, complex and bureaucratic,” said Carlos Ferreirinha, the president of MCF Consultoria and one of Brazil’s best known experts on the luxury goods segment. “Laws, codes and taxes, distribution and logistics are all confusing and difficult and that is very hard for brands to handle.

For foreign companies, however, “the most complicated factor is that Brazilians demand lots of service, care and attention,” Mr. Ferreirinha added. In the Western Hemisphere, “Brazil was the last country to abolish slavery. Most middle-class families have a maid. So people here like to be waited on. They want that service.”

And now there are more of them with cash to spend. Brazil today has 155,400 millionaires, according to the 2011 World Wealth Report, published by Capgemini and Merrill Lynch Global Wealth Management. That is 8,700 more than last year and puts Brazil 11th on the world’s wealth list, ahead of Russia and India.

Moreover, the average Brazilian millionaire is younger than in other countries, with one-third of its high net worth individuals aged 35 or younger, according to Massimo Mazza, a partner at McKinsey in São Paulo and an researcher into the consumer goods and luxury market.

Mr. Mazza said Brazilians of all ages love spending money and if they have it, they are not ashamed to flaunt it. Older people don’t save because they still remember the 1980s, when hyperinflation made planning impossible. And the young are all about living for the moment.

“Brazilians don’t like to save money; the savings rates in India and China are much higher than in Brazil,” said Mr. Mazza. “And allied to this is the desire to be exclusive, to show off, to enjoy life.”

Another factor is vanity. Brazilians who have money want the world to know they have money, said his colleague Carlos Eduardo Xavier.

“The show-off part is very important,” Mr. Xavier said. “It is important to convey that the polo shirt they are wearing is a Ralph Lauren. They want people to know this and that is valid for everything. I think it is more important for Brazilians than most others.”

That vanity leads rich Brazilians to pay exorbitant amounts for everything from cocktails to gadgets. In São Paulo, upmarket bars and clubs charge more than 100 Brazilian reais, or $56.35, just to get in the door; a basic pair of Levis 501 is three times what they are in Miami; and an iPhone or iPad are a whopping 10 times what they cost in London.

Two reasons are high taxes — Brazilians’ overall tax burden is 34.5 percent — and the overvalued real, which earlier this year hit a 12-year high against the dollar. But it is also because of big markups and a captive market.

“Women are fighting to pay three times what they’d pay for the same thing in New York,” said Vera Lopes, head of the Brazilian chapter of the Luxury Marketing Council. “It’s not just that they have money, it’s that they are virgins when it comes to these products. People are desperate to have these products that they’ve never had before.”

One other difference between Brazil and elsewhere is how people pay. Because interest rates here are so high — the central bank cut rates to 11.5 percent from 12 percent last month — almost everything can be paid for in installments.

“The use of credit in installments is super-pervasive in this culture and that goes for luxury goods as well,” said Mr. Mazza. “Even if they have cash, their return is higher than the cost of credit so they use credit.”

The country’s credit market has boomed in recent years as wages have risen. Some 29 million people entered the middle class between 2003 and 2009, and the upper classes grew, too. Now, one in 10 Brazilians are considered upper or upper-middle class, according to government figures.

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A version of this article appeared in print on November 10, 2011, in The International Herald Tribune with the headline: For the Love of Shopping.

Testiculos: Veja Como São Cópias dos Pulsares

quinta-feira, novembro 10th, 2011

(Artigo a desenvolver)

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Testiculos Masculinos de Homens Humanos Dentro do Saco

( Obs: Será que foi um português que escreveu o nome desta figura?! Você já viu testiculo que não é masculino e homem que não é humano? Ah… e êle faz questão de avisar que a localização dos testiculos é dentro do saco… Acho que é daquêles caras que vivem repetindo: “Eu gosto das coisas muito bem explicadinhas nos seus miiiiiiiiiiii…nimos detalhes).

Agora, observe na figura abaixo ( desculpe-me por ainda apresentar esta figura rustica feita sob sol escaldante, com as mãos suadas e sujas, lápis de côres e numa fôlha de papel sôbre uma rocha suja na selva amazônica a 30 anos atrás – é que não tenho tempo e o conhecimento técnico suficiente para graphic designer),…
… aquela esfera á direita da figura, que representa o PULSAR na formação das GALÁXIAS e se tornou a MITOCONDRIA no SISTEMA CELULAR (ainda não localizei qual a base nitrogenada que foi a intermediária dessa função sistêmica n.4 no SISTEMA NUCLEOTIDEO do DNA – mas já sei que a Função n.5, que foi COMETA na GALÁXIA, ESPERMATOZÖIDE no SISTEMA SEXUAL BIOLÓGICO, RNA no nivel dos NUCLEOTIDEOS, corresponde à base URACILA no SISTEMA NUCLEOTIDEO). Veja como a fórmula da Matrix trabalha. Quando ela é conduzida de um ambiente ( por exemplo, o nível astronomico e macroscópico) para outro novo recem-formado ambiente ( a dimensão microscópica dos átomos na superficie de um planeta), no qual havia uma espetacular novidade – o estado liquido e oxigenado da matéria possibilitando os processos da quimica orgânica – ela tem que fazer uma nova forma mais complexa de sistema natural, uma nova geração de hardware, o qual, com certeza apresentará notáveis mutações, mas cada peça, cada parte do novo sistema, na sua forma e configuração, será à imagem e semelhança da sua peça correspondente no sistema ancestral anterior, porque quem faz a peça é o mesmo trabalhador, o mesmo artista escultor, que é uma FUNÇÃO SISTÊMICA MATRICIAL UNIVERSAL. Então esta FUNÇÃO N. 4 construiu o PULSAR com um nucleo de elevada atividade de reações nucleares provocando aberturas de brechas, canais, nas camadas geológicas de um astro que estava na forma de PLANETA, o que resultou nos gigantescos vulcões expelindo magmas com fôrças tão violentas que tais esferas de magmas emitidas para o espaço vencem a fôrça de atração do planeta e caem no espaço sideral tomando a forma de COMETAS, que são esculpidas pela FUNÇÃO N.5. Aquele nucleo reativo e emissor não poderia ser reproduzido igual com a matéria terrestre e o trabalhador universal então fêz o que pôde e saiu-se com algo similar, que pode ser bem visto na figura dos testiculos sob o nome de “rede testicular”. Os canais vulcânicos se tornaram os “septos” no testiculo, por dentro quais fluem os protótipos de espermatozóides que era o magma no PULSAR. É por causa de milhares de tais coincidencias que tenho observado entre a TERRA e o COSMOS que a gerou, durante os ultimos 30 anos, que me decido a continuar investigando esta cosmovisão da Matrix/DNA, tomando o cuidado para não me tornar um obcecado fanatico em algo que amanhã pode se revelar irreal.

Matriz DNA Universal

Terra: Teoria Oficial da Origem da Terra é Enfrentada por Nova Teoria

quinta-feira, novembro 10th, 2011

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Ainda não pude ler e analizar o artigo do ponto de vista da Matrix/DNA Cosmologic Theory. Fica registrado para retornar e fazer êste trabalho:

Young Earth had crusty magma ocean

Thursday, 1 April 2010

by Heather Catchpole

Cosmos Online

http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/wp-admin/post-new.php

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Terra e Lua nas Origens

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SYDNEY: For two billion years, Earth had a magma ocean caked with a thin ‘uniplate’ crust – not separate tectonic plates as thought.

The controversial new theory, proposed by UK-based Australian geoscientist Joe McCall is published in the current issue of the Australian Journal of Earth Sciences.

Plate tectonics describes the way that the Earth’s crustal plates slide, stretch and collide, building the continents and causing earthquakes.

Cooling crust formed a ‘uniplate’

Most geologists agree that plate tectonics began as the Earth’s crust cooled and cracked into separate tectonic plates several hundred million years or more after its fiery genesis about 4.6 billion years ago.

But McCall suggests that the Earth’s crust cooled into a ‘uniplate’ from an underlying magma ocean. Lighter, buoyant rocks floated to the top of a denser, metal-rich mantle to form a ‘scum’ on the surface, his theory suggests.

This global uniplate was overlain by a worldwide shallow ocean up until the end of the Archaen era, 2.5 billion years ago, said McCall, who is an honorary associate of the Western Australian Museum in Perth.

Moon formed from semi-molten dumbbell?

The theory has implications for the birth of the Moon – instead of forming when an object the size of Mars struck the early Earth, as many scientists believe, the Moon-Earth system may simply have split apart from an original semi-molten, dumbbell-shaped body, he says.

“My arguments are way-out but should stimulate fresh thinking,” McCall told Cosmos. “The collision hypothesis is entirely based on computer modelling, and there is no real evidence that these wandering planet impactors, cited in the case of Mercury and Mars as well as Earth/Moon, ever existed.”

McCall’s ideas are somewhat controversial among geoscientists.

Different plate dynamics 3.8 – 2.5 billion years ago

Geoscientist Andrew Glikson, from the Australian National University in Canberra, says the Earth’s crust was broken into plates during the Archaen era, 3.8 – 2.5 billion years ago, but because the Earth was much hotter, the physical processes driving plate motion were different.

“In my view there was not just oceanic crust in the present sense but also continental nuclei, although these were not extensive,” he says.

Glikson also debates McCall’s shallow ocean theory, based on his own analysis of fine-grained rocks called cherts in the Pilbara, where he has studied for more than a decade. The cherts don’t preserve any wave structures, indicating they formed below ~200 metres depth, he says.

Arguments between geologists about the Archaen era have “been going on for a long time” and because of the scarcity of rocks of this age, there may never be enough evidence to settle the matter, says Glikson.

“I don’t think you will find a unified view among Archaen geologists,” he says.

LUA: Teoria Oficial da Origem da Lua por Colisão é Criticada

quinta-feira, novembro 10th, 2011

Young Earth had crusty magma ocean

Thursday, 1 April 2010

by Heather Catchpole

Cosmos Online

http://www.cosmosmagazine.com/news/3379/young-earth-had-crusty-magma-ocean

Texto do Artigo:

Moon formed from semi-molten dumbbell?

The theory has implications for the birth of the Moon – instead of forming when an object the size of Mars struck the early Earth, as many scientists believe, the Moon-Earth system may simply have split apart from an original semi-molten, dumbbell-shaped body, he says.

“My arguments are way-out but should stimulate fresh thinking,” McCall told Cosmos. “The collision hypothesis is entirely based on computer modelling, and there is no real evidence that these wandering planet impactors, cited in the case of Mercury and Mars as well as Earth/Moon, ever existed.”

McCall’s ideas are somewhat controversial among geoscientists.

The controversial new theory, proposed by UK-based Australian geoscientist Joe McCall is published in the current issue of the Australian Journal of Earth Sciences

Porque a Ciência Moderna Dominada pela Física e a Matemática nunca vai formular a Grande Teoria Unificadora

quinta-feira, novembro 10th, 2011

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