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Divisão Celular Explicada Pela Matrix/DNA !

terça-feira, novembro 15th, 2011

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A cada momento que vejo algo novo na Natureza, a fórmula da Matrix/DNA proporciona mais algumas descobertas que me deixam cada vez mais admirado! Eu ví muitas vêzes aquêles desenhos nos livros escolares de biologia, dos centrômeros se deslocando para lados opostos do nucleo celular, criando linhas e com elas puxando e dividindo o nucleo em duas partes iguais, cujo resultado final é uma célula original ter ao lado a sua cópia, processo denominado “meiose”. Quando descobrí a Matrix/DNA e voltei a observar aquêles desenhos dos centrômeros e da duplicação celular para tentar entender como a evolução do sistema meio-mecânico/meio biológico astronômico para o sistema biológico deu seu jeitinho na nova matéria terrestre, não entendí nada. O sistema astronomico não se duplica, mas faz uma exata cópia de si mesmo pelo processo da auto-reciclagem. É preciso um sistema astronomico morrer (tendo antes deixado os cometas no espaço, ou recebendo cometas do sistema vizinho) para que sua matéria degenerada refaça-se como sistema novo. Se o numero de galáxias está aumentando, é porque o Universo está produzindo nova matéria. Mas ninguem pode ter certeza de que o numero de galáxias esteja aumentando. Se apenas está se expandindo, é pelo distanciamento entre galáxias, reciclagem das velhas em novas, e não pelo surgimento de novas duplicadas. Na célula, com um novo estado da matéria – o liquido – e com a nova emerg6encia da quimica orgânica, a Matrix/DNA conseguiu o espetacular avanço de duplicar o sistema mantendo ainda vivo o original.

Mas como?! A Matrix/DNA não é mágica, a Natureza nada cria do nada, então de onde a Matrix/DNA consegiu os mecanismos que no seu conjunto formam o processo geral da auto-duplicação, sem reciclagem? Procurei na fórmula da Matrix/DNA em seu estado astronômico e nada. Descí mais no passado dando uma olhada no novo modêlo de átomo que a Matrix/DNA sugeriu, e nada.

“Bem… – pensei – não vejo agora nada nos ancestrais da célula relacionado a centrômeros e sua atividade. Mas tem que existir algo, mesmo encoberto em outras funções da fórmula, senão… a fórmula vai para o lixo! Fica essa incógnita para ser resolvida…”

Duplicação Celular Pela MatrixDNA Metaphase of Meiosis

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Mas hoje me deparei com a imagem acima na Internet. À primeira vista parece mais uma das novas fotos do Hubble obtidas no espaço sideral do que uma foto de microscópio obtida dentro de uma célula. E aí está! Eureka! O mesmo padrão na Terra e no céu!

Os desenhos feitos a mão não revelavam a realidade, o mapa não correspondia ao território.

Dê uma olhada na foto em vermelho. Agora dê uma olhada no desenho que fiz à mão suja e suada com lápis e papel de embrulhar pão, sôbre os joelhos e acocorado ao lado do pantano na selva amazônica fustigado pela luz ardente do sol tropical que me fêz parar de remexer na lama onde procurava entender a origem de LUCA, e levantar a cabeça para olhar o Sol… e descobrir LUCA no céu.

MatrixDNA na Formação de Galáxia, Nucleotídeo e Célula

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( Êstes anuncios do Google estão me atrapalhando demais. Perdí uma hora agora para inserir estas imagens por que parece que as imagens do Google entram antes. E não inserí o ADSense, não estou ganhando nda com isso, apenas me inscreví no Google+. Alguem sabe explicar como resolver isto, sem que eu perca tempo vendo o Help e sem anular minha conta?). Voltemos ao fantástico da descoberta!

Olhe para a imagem azul. Veja o cone espiral, que é a Função Sistêmica N.1. Agora rápidamente olhe para a imagem vermelha, mostrando o momento crucial da meiose, veja a figura central onde parece ter dois cones, ligados pelas bases maiores.

É exatamente a mesma coisa! Se refisermos o desenho azul pondo dois cones ligados pelas bases maiores… vamos obter a mesma imagem da figura vermelha!

O que significa isso?

Nossa questão era: como a Matrix/DNA resolveu o problema no novo ambiente da Terra, com nova matéria, de transformar um processo que antes era reciclagem de um sistema velho num novo, para o processo de duplicação simultânea do sistema velho, e assim dar o grande salto evolutivo onde emergiu a novidade dos sistemas multi-sistêmicos, ou seja, corpos multi-celulares?!

Um centrômero parece ser uma memória de dados relativos ao cône. A fórmula pode fazer isso, porque ela já fazia isso: tôdas as informações de tôdas as partes do sistema correm no fluxo do circuíto sistêmico que se propaga como ondas do tempo, invisivel, e intercaladamente as ondas se tornam partículas, ou seja, partes, peças materializadas do sistema, muitas vêzes na forma de esferas, como são planetas, pulsares, estrêlas. E tôda essa base de dados, ou parte dela, pode ser compilada num corpo como cometas e RNA, que saem do circuíto esférico sistêmico e se movem no interior do sistema. Não existe mistério na formação do centrômero, esférico, e movente dentro do sistema, como base da dados de uma parte das informações, a arquitetura material correspondente à Função N.1 no software. A Natureza apenas ajuntou mecanismos de várias funcões elaborando um novo processo. Como trechos de DNAs de vírus entraram no DNA de animais superiores, causando mutações para melhor.

Porem, tem mais. A sabedoria da Natureza dá de dez a zero no meu pobre cocuruto pensante. Observe que o centrômero se localiza nos bicos dos cones. Imagine se no cone original, antes de ser duplicado, o centrômero, que roubou a carga genética do cone, do buraco negro, simplesmente se movesse e se fixasse no lado oposto onde está o segundo centrômero. O que ia acontecer? Apenas o cone original iria mudar de posição dando uma volta sôbre si mesmo ficando de ponta cabeça! Então, a Mestra Natureza, que não é nada burra, deixa o centrômero original no seu lugar, faz uma cópia dêle, leva a cópia para a posição do segundo centrômero, libera sua carga genética, a qual constrói um segundo cone…!

Sensacional! Concordas?

Mas isso tudo, êste trabalho todo, deve ter acontecido apenas na primeira duplicação. Como a formação da primeira célula primordial deu um grande trabalho, mas depois dela bastou replicar e compactar o trabalho inicial para a formação das células modernas. Assim tambem, em bilhões de anos com a paciência que a Natureza tem, os centrômeros se especializaram e compactaram seu trabalho no método moderno.

Bem… ainda não é dessa vez que a fórmula da Matrix/DNA vai para o lixo, não será tão facil destruir os 30 anos de trabalho na sua busca. A presença e a intrigante atividade dos centrômeros na célula foram explicadas. O meu susto que tive anos atrás foi apenas devido à ineficácia dos desenhos feito à mão nos livros escolares. Graças à inteligência e ao trabalho humano, desenvolvendo essa maravilhosa tecnologia, o defeito foi reparado por uma foto sensacional de nossos poderosos microscópios!

E modéstia à parte, permita-me expressar o orgulho que estou sentindo de mim mesmo, pois, apesar de ter sido um zé-ninguem que estudou Ciências sózinho e ainda criança, sem ver o que poderia lucrar com êsse esforço, parece ter sido o primeiro a ter visto mais longe dentro do nucleo da célula e, se for confirmado, dentro do nucleo das galáxias. Com meu velho microscópio de 30 anos atrás que levei para a selva não podia ver direito uma célula, quanto mais o seu interior. As imagens do interior da célula naquela época em livros e revistas eram tudo feito a mão por artistas do ramo, não havia a tecnologia para fotos e simulação computacional de hoje. Pois bem: sem nunca ter visto o interior da célula eu desenhei a mão a realidade dentro do nucleo celular apenas pelo poder dos calculos, na elaboração de uma teoria. É certo que fiz o desenho misturando as pistas detectadas na astronomia (naquela época não me lembro se já existia na Ciência alusão a teorias de buracos negros, mas com certeza, não avançadas como agora) mais as pistas que imaginei existirem nas células, e mais algumas inspirações decorridas das visões de Dom Pedro, mas se a teoria preveu a realidade, significa que a lógica do raciocinio em que a evolução cosmológica continuou com seus mesmos mecanismos e processos na evolução biológica é preciso ser considerada com carinho… Sou o unico, ou o primeiro na Terra a estar defendendo isso, podes revirar a Internet e as bibliotecas e nada acharás parecido com isso, ( apenas o Haeckel têve a intuição e chegou perto com sua “Teoria da Recapitulação” mas cometeu tantos êrros que a Ciência o expulsou com sua teoria como se fôsse um louco varrido). Eu mesmo acho que estou “far away off the beam”, ou seja, fora do foco da Razão, mas tantas coincidências, tantas evidências aqui já reunidas, tantas previsões acertadas… mereceriam que alguém mais começasse a prestar atenção nessa teoria, concordas?