Archive for novembro 17th, 2011

Forte Magnetismo nas Rochas da Lua: Outra Previsão Acertada Pela Matrix/DNA?

quinta-feira, novembro 17th, 2011

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Rochas colhidas pelos astronautas da Apollo na LUA surpreenderam os cientistas: estiveram fortemente magnetizadas! Mas na teoria reinante não existe explicação como a Lua, a 4 bilhões de anos atrás, na sua formação, possuía um forte campo magnético, e muito menos explicação para o fato de que êle desapareceu. Porem, correndo a olhar o modêlo cosmológico da Matrix/DNA, sôbre a formação dos astros, para o caso dos tipos como as luas, êle sugere claramente que elas nascem fortemente magnetizadas e logo perdem o magnetismo. A tôda hora, a todo dia, estamos sendo bombardeados com evidências comprovando êste modêlo e estas mesmas descobertas obrigando a comunidade astronomica a refazerem o modêlo oficial. Até quando?!

A seguir, dados sôbre o artigo, um breve comentário explicativo da Matrix/DNA, e por fim, um comentário nosso enviado ao divulgador do artigo.

LUA

What Stirred Up the Moon’s Ancient Magnetic Field?

By: Jenny Marder

SCIENCE — November 15, 2011 at 12:10 PM EDT

http://www.pbs.org/newshour/rundown/2011/11/what-stirred-up-the-moons-ancient-magnetic-field.html

PBS NEWSHOUR

http://www.pbs.org/newshour/

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Explicação do Modêlo Cosmológico da Matrix/DNA

Todos os astros são concebidos e desenvolvidos até sua forma embrionária pelo e dentro do Vórtice que é formado pela rotação da poeira estelar de uma estrêla ou sistema estelar morto, desfeito. Visualize esta expliçação nas figuras abaixo: o Vórtice é a Função 1, a estrêla ou sistema morto é a Função 7, e a poeira estelar resulta da fragmentação de F7 e circunda F1.

O Vórtice é altamente magnetizado pois o que causa a rotação são as linhas de fôrça magnéticas da espiral galáxia, êsse magnetismo passa a matéria incandescente dos astros em formação. Ao serem ejetados do Vórtice, ou mesmo ao se verem livres no espaço porque o Vórtice se desfaz, estas esferas incandecentes se encontram em meio à poeira restante circundante, a qual os vai cobrir e formar as camadas de rochas geológicas. Entramos na Função 2. Mas em cada ninhada de astros, alguns abortam prematuramente, outros tardiamente, outros ainda defeituosos, como ocorre em qualquer ninhada de aves ou animais na Terra. Êstes restos, quando são poeiras e pequenos blocos de rochas, vão formar cinturões nas fronteiras do novo sistema, como é o Cinturão do Sistema Solar. Se são maiores, recebem as primeiras coberturas de poeira congeladas mas não possuem massa suficiente, ou por outro motivo qualquer, para orbitarem a estrêla e estacionam sendo capturados numa órbita de algum planeta. Formam o que denominamos de Luas. Se tivessem desenvolvido normalmente, como o planeta Terra, que rapidamente se alinhou em órbita ao redor da estrêla, a energia desta alcança seu nucleo, ativa suas reações nucleares, e o magnetismo nuclear é mantido influenciando mais as camadas próximas do nucleo. No caso das Luas, a falta do estimulo da energia estelar faz o nucleo tambem congelar ou se solifdificar e morrer, sendo que o seu magnetismo inicial praticamente se evapora, com uma parte dêle ficando incorporado nas rochas de superficiie, Foi isso que os astronautas da Apollo encontraram.

Como digo no comentário abaixo, enquanto os homens e mulheres que exercem autoridade acadêmica sôbre as Ciências Naturais Humanas desta época não entenderem que quem fêz a Vida aqui na Terra foi a própria Terra e sua estrêla e portanto só podem terem feito o primeiro sistema celular à imagem e semelhança do sistema que êstes astros pertencem, enquanto não descobrirem que pais de peixinho, peixes parecerão, … estaremos f…. com bilhões de crianças nos bancos escolares tendo suas indefesas e ingênuas mentes sendo desviadas da verdadeira natureza dêste mundo, até acabar-mos com o planeta porque não soubemos o que fazer com êle porque não o conhecíamos de fato! A não ser que você desperte e não me deixe nessa luta sózinho…

Raios! A Terra, o Sol e a Lua dêles jamais poderia ter gerado a Vida aqui. Tanto que êles se perdem totalmente quando inquiridos a explicar as origens da Vida. Enquanto isso, a minha Terra, o meu Sol e a minha Lua não podiam ter outro destino evolutivo senão o de gerar a Vida na Terra. Estão aí os calculos, os desenhos de suas anatomias, até o croquís da mente que mais tarde aqui criaram, as suas histórias, os seus ciclos vitais completos, desde seus nascimentos às mortes de seus ancestrais. Como qualquer um pode ver, a minha Galáxia é a cara e o fucinho do primeiro nucleotideo do primeiro RNA, e tem a mesma forma da sua neta, a célula vital. Até a face humana, com nariz, boca, dois olhos, orelhas em espiral, está claramente visivel na forma da minha galáxia. Inclusive o olho esquerdo da galaxia, um astro luminoso porem pequeno, recem-nascido, é tão míope como o da maioria dos humanos, porque seu olho direito, muito maior, luminoso e potente que é uma estrêla exuberante está projetado como o olho direito saudavel humano. o que precisa mais? O que querem mais ainda? Não sabem nem explicar como é e como funciona a galáxia dêles como sistema…

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Comentário Postado pela Matrix/DNA no artigo:

From: Louis Morelli

The process of origins of astronomic systems was ancestral to the process of origins of biological systems. Them, the process is the same, same laws, same mechanisms. The schollar scientific cosmological model must be wrong because there is no evolutionary link between the state of the astronomical world and the biological systems they produced. The Universal Matrix/DNA Theory about 30 years ago already calculated a cosmological model in this way and yes, the model did the prevision that moom must had a strong magnetic field. But, the causes are very surprising…

Matrix/DNA em Galaxias, Nucleotídeos e Células Vitais

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Planeta Gigante ejetado fora do Sistema Solar? Mais uma correta previsão da Matrix/DNA

quinta-feira, novembro 17th, 2011

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Planeta Ejetado fora do Sistema Solar desenho artístico

Planeta Ejetado fora do Sistema Solar - desenho artístico

Assunto baseado no seguinte artigo:

Giant Planet Ejected from Solar System

Source: Southwest Research Institute

Publicado em:
Astrobiology Magazine

http://www.astrobio.net/

Link direto ao artigo:

Giant Planet Ejected from Solar System

Cosmic Evolution
Posted: 11/12/11

Summary: New research indicates that a giant planet may have been ejected from the Solar System, sparing the Earth from disaster.

Comentário da Matrix/DNA:

No seu modêlo cosmológico, e para que o seu sistema astronômico funcione, a Matrix/DNA sugere que quando um planeta já velho e volumoso vai se transformando em pulsar, devido sua massa diminuir, começa a se distanciar da estrêla, sai fora do sistema estelar e cai no espaço interestelar onde se torna uma supernova estrêla. Isto em nada condiz com o modêlo cosmológico acadêmico, motivo pelo qual temos desistido de apresentar o nosso modêlo à essa comunidade. A nossa explicação do porque os poucos fatos reais comprovados da astronomia conduz a produzir um modêlo diferente do modêlo da Matrix/DNA é que êste se refere à formação da galáxia original, e não à formação das galaxias posteriores, nas quais se baseia o modêlo acadêmico. Como argumento lembramos que a formação da célula vital original foi diferente da formação das células posteriores. Alem disso comparar galaxias com sistemas estelares seria o mesmo que comparar células com os átomos que as constitue. Por via das duvidas, nós ainda não tivemos tempo para investigar como se deu essa evolução, mesmo porque cosmologia não é nosso interêsse agora. A produção de um modêlo cosmológico apenas aconteceu porque êle foi automaticamente apontado como resultante do nosso método de anatomia comparada entre sistemas animados e inanimados.

Para entender o que a fórmula da Matrix/DNA diz sôbre êste assunto, observe as duas figuras abaixo:
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Matrix/DNA as Universal Formula for Natural Closed Systems


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Matrix/DNA Organizing Matter into Galaxy, Nucleotide/DNA, and Cell Systems


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Esta figura refere-se à Matrix/DNA no seu estado de sistema fechado em si mesmo. O fenômeno de planetas gigantes ejectados será melhor observado na versão da fórmula como Sistema Aberto, cuja figura não tenho tempo agora para fazer, mas que é facilmente deduzida pelo leitor: um sistema aberto é quando qualquer uma das partes (funções) do sistema se conecta com algo do mundo exterior ou se move no mundo exterior, alem das fronteiras do circuito do sistema. Então observe na figura branca da fórmula a Função 4. No ciclo vital humano esta função corresponde á idade dos 16/18 anos quando o adolescente adquiriu funcionalidade sexual plena, ou seja, os ultimos genes retroativos cumpriram sua missão. É a entrada na vida adulta. No sistema celular esta função corresponde à mitocondria e no sistema nucleotideo ainda não localizamos qual a base nitrogenada correspondente. Mas no sistema astronomico e como “building block” das galáxias esta Função corresponde ao astro resultante da evolução/transformação dos planetas quando estão super-carregados com a energia recebida da estrêla que orbitam. Para onde está indo a energia que o planeta Terra vem recebendo continuamente do Sol a bilhões de anos? Nêste modêlo a energia do Sol exerce o mesmo mecanismo no planeta que exerce num grão de milho:a energia solar alcança o germe latente no grão que antes inchou devido ação da água, faz o germe despertar, iniciar a alimentar-se do material amarelo do grão que ali existe para servir de reserva alimentar, e o germe cresce, até desabrochar como uma flôr ou uma planta. No céu é a mesma coisa: por brechas no meio das fendas entre rochas tectônicas um material chamado lixivia desce desde a superficie de um planeta até alcançar seu nucleo, o qual é o germe de uma estrêla em estado dormente. quando a energia estelar alcança o nucleo, tem inicio reacções nucleares, nas quais vão sendo consumidas particulas de energia dos átomos que formam as camadas geológicas, de dentro para fora. É criada uma pressão interna de gazes e cinzas mais material incandescente que precisa ser expulsa para não explodir o planeta e assim surgem os gigantes vulcões. Quando as reações se aproximam da superficie do planeta a casca cada vez mais fina começa a irradiar luminosidade e o constante espocar de vulcões faz o planeta parecer um corpo pulsante. Por isso tomei o nome “Pulsar” emprestado do modêlo cosmológico oficial. O passo seguinte é essa casca fina desmoronar e o pulsar abrir-se, florescer, desabrochar como uma nova estrêla no céu, mais exatamente, uma supernova.

Para entender a diferença aqui entre a fórmula que vês como sistema fechado, e a fórmula que deves ver como sistema aberto, no especifico caso dêste assunto, imagine que a Função 4, no caso, o pulsar, esteja interagindo com um astro externo da Funcão 6, que é uma estrêla.

Mas em paralelo a estas ocorrências, não podemos nos esquecer da fôrça gravitacional, a qual decide a posição ou localização dos astros no espaço sideral. Enquanto o planeta está se consumindo a si próprio como o grão de milho se consome, sua massa pesada vai se tornando mais leve, transformando-se em gazes e poeira, cinzas, o que faz o planeta inchar, crescer, em volume, ou seja, vai se tornando um planeta gigante. Quanto mais leve se torna, menor sua fôrça magnética e mais dificil se torna à estrêla mantê-lo capturado próximo dela. O planeta gigante vai se afastando para a periferia do sistema, pode ultrapassar suas fronteiras e cair no espaço sideral, quando então desabrocha como nova estrêla.

Mas nem tudo está resolvido por mim nêste modêlo, e provavelmente nào terei tempo em vida para lidar com o aspecto cosmológico/astronomico da Matrix/DNA. Estou mais concentrado agora nos aspectos mais condizentes á nossa vida e à superficie da Terra, procurando o que a fórmula pode nos fornecer de pratico aqui e agora. Algo que não está resolvido é como foi a transformação histórica do evento da primeira organização da matéria na primeira galaxia original ( ou primeiras galaxias, se elas despontaram em vários lugares simultaneamente) para o evento da organização da matéria resultante de estrêlas/sistemas mortos nos novos sistemas estelares. Como disse, a Evolução tem que aplicar um processo para criar pela primeira vez um novo sistema – como foi a criação da primeira célula vital por simbiose entre microorganismos – mas depois dêste criado, ela aplica o simples processo de replicação. Então eu não esperava que o nosso sistema solar repetisse exatamente o mesmo processo original que aplicou o mecanismo do ciclo vital ao primeiro astro sideral, eu estava pensando no nosso sistema mais como uma esécie de átomo que forma uma célula do que sendo a própria célula em si. Na verdade eu não deveria ter esperado nada porque ainda não fiz os calculos dessa fase da história astronomica. Esta noticia agora da ejeção de um gigante planeta – apesar de ser teórica, mas de acordo com os modêlos da Matrix/DNA, a teoria dos astronomos é lógica – pode significar duas alternativas:
a) ou a galáxia Milk Way ( desculpe, Via Láctea) é uma galaxia original, que surgiu da nebulosa de átomos nas origens do Universo, e esta originalidade determina os processos que estão ocorrendo em seus building blocks como nosso sistema solar; ou

b) no Cosmos o processo original de organização dos sistemas astronomicos continua sendo o original, não tendo ocorrido a evolução para o processo da replicação biológica.

É preciso considerar ainda um importante tema sôbre o qual tambem não tenho tido tempo de estudar. Antes da matéria se organizar em sistemas astronomicos, quando ainda o Universo era povoado apenas por nebulosas de átomos, o sistema natural mais evoluido era, óbviamente o atômico. Existiam apenas os átomos leves, com poucas partículas. Mas foram estes átomos leves que construíram o primeiro astro sideral. Êste astro recebeu de herança do átomo o mecanismo do ciclo vital, que era executado eletromagnéticamente pelos eletrons saltando camadas eletronicas. Sob o mecanismo do ciclo vital o astro mudou de formas várias vêzes,… enfim, não vou repetir aqui o processo pelo qual se formaram as galaxias, que está descrito em outra parte dêste website. Mas o ponto a que quero chamar a atençào é que os sistemas astronomicos foram crias dos sistemas atômicos leves, portanto as caracteristicas “genéticas” dos
sistemas átomicos devem terem sido transmitidas para os sistemas astronomicos. E nos átomos observamos o fenômeno de sua conexões executadas pelo estado se ua ultima camada superficial, troca ou partilhamento de elétrons. Isto significa sistema aberto. Numa conexão entre átomos devemos ver que a cedência de um eletron para outro átomo pode ser o mecanismo atomico que foi transferido para o sistema astronomico na forma da ejeção dos planetas gigantes. Como a fórmula mutou quando chegou ao sistema astronomico, tornando-se fechada, ao invés de termos sistemas estelares conectados como átomos temos esta configuração que vemos hoje, o elemento ejetado vagueia por algum tempo como planeta gigante e depois estrêla solitária, até capturar planetas em sua órbita e formar seu próprio sistema.

Não se deve considerar os modêlos desta teoria como teoria cientifica, e sim, uma teoria da Filosofia Naturalista. Mas a cada dia estão chegando novidades do espaço sideral que, em sua maioria, e conforme confissão dos próprios autores das descobertas, obrigam-os a refazer o modêlo cosmológico acadêmico, enquanto nós nos quedamos surpresos a cada uma destas novas informações ao ver que elas foram previstas pelo modêlo cosmológico da Matrix/DNA feito a cêrca de 30 anos atrás . O modêlo cosmológico acadêmico não se dedicou tempo suficiente para pensar na história da evolução cosmológica, por isso, quando falo por exemplo, que para entender um sistema astronomico é preciso trazer um átomo leve na mesa e calcular o que ele tinha para deduzir como ele, reunido numa nebulosa cósmica, construiu astros e galaxias, tal como eu fiz para elaborar 6este modêlo cosmológico, me olham como se eu fôsse um coitado “far away off the beam”. Culpa minha ter invadido uma área para a qual não tive sua formação acadêmica. Mas não foi minha intenção, o meodêlo despontou por acaso quando eu fazia meu trabalho de filósofo naturalista que é coletar os dados fornecidos pelo método cientifico e/ou empirico comprovados, investigar como estes dados estão conectados entre si, e tentar montar os quebra-cabeças em novos modêlos teóricos que podem servir de guia para novas experimentações cientificas.

Uma destas descobertas recentes foi a dos planetas solitários, isolados no espaço interestelar, que era totalmente impensável pelo modêlo cosmológico acadêmico, mas como descrevemos acima, o nosso modêlo aponta que planetas gigantes em transição para pulsares e supernovas devem cair no espaço interestelar.

Agora, como vemos no artigo da Astrobiology Magazine, novos calculos da evolução do sistema solar sugerem que existe a possibilidade de planetas gigantes serem ejetados para fora do sistema. Claro, se antes não tivessem descobertos os planetas solitários, agora essa hipótese não teria sido sequer pensada. Continuo a repetir que para a Humanidade seria muito menos prejudicial ter que refazer tôda uma área das Ciências do que simplesmente por no lixo o trabalho e independente de apenas um homem. Eu torço para que a vitória vá para o adversário. Mas, infelizmente, parece que a Natureza não quer que seja assim.

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Comentários da Matrix/DNA postados na mídia:

EarthSky

http://earthsky.org/space/was-a-fifth-gas-giant-ejected-from-our-solar-system/comment-page-1#comment-611968

Louis Morelli says:

November 18, 2011 at 3:55 pm

Giants planets being ejected by stellar systems were predicted by a cosmological model registered 30 years ago. Since then, every day, the news published about astronomy are debunking the official academic cosmological model and confirming the models at “The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycles”.

Ok, I recognize that the Matrix/DNA models are merely a philosophic theory, the method was not scientific: comparative anatomy between inanimate and animated natural systems. But, the origins and development of any stellar system takes millions or billions years, then, nobody ever watched it, so, there are no scientific confirmations for any model.

Theory by theory earns who predicts the facts and not the preferences of temporary mindsets. I suggest that you give a brief look to the models under the name above (Google it) only for the sake of curiosity, and maybe the models are right, for to put you in the right track. . See the explanations about why giants planets are commonly ejected in the article ” Planeta Gigante ejetado fora do Sistema Solar? Mais uma correta previsão da Matrix/DNA” (Portuguese, translate with google)

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