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Nucleo da Terra: Mais Informações para Matrix/DNA

sábado, janeiro 7th, 2012

Os nucleos de planetas interessam sobremaneira à teoria da Matrix/DNA porque seus modêlos sugerem que…

A) seu material contem 50% da carga genética dos building blocks astronomicos, e portanto na formação da vida ou dos primeiros nucleotídeos na Terra o nucleo terrestre entrou com 50% e o Sol com o restante.

B) O nucleo do primeiro planeta da primeira galaxia era o germe de uma nova estrêla. Sendo já super quente desde seu nascimento, o nucleo foi despertado ao receber contacto com a energia de sua estrêla e começou a “ingerir as camadas externas de rochas, até tornar-se um pulsar e depois desabrochar como uma supernova. Não sabemos se a evolução astronomica foi igual a celular, cuja formação da primeira célula foi montando as organelas/micro-organismos por simbiose mas depois da primeira passou a replicar-se. Se foi igual, os mais novos sistemas como o Solar foram replicados, mas se continua o mesmo processo original, a terra tambem se tornará uma estrêla. Queríamos ver a reação de tal material sob a luz solar. Suspeitamos que a reação resultante emitirá energia, fotons, os quais, se aplicados aos ingredientes usados por Miller/Urey, produzirá os verdadeiros aminoacidos da vida, e inclusive fará com que tais aminoacidos dê o segundo passo evolucionario, ou seja, espontaneamente formem proteínas. Seria um importante teste para a Matrix/DNA. Porem, o experimento do artigo abaixo não servirá para êste teste porque não será captado material natural do nucleo terrestre e sim será reproduzido material artificial em laboratório.

Algumas informações nêste artigo reforçam a hipótese e vamos acompanhar com carinho o trabalho dêste aparelho, o ESRF.

X-ray beamline will recreate conditions at the centre of the Earth

http://www.wired.co.uk/news/archive/2011-11/14/xray-beamline

14 November 11

Informações importantes:

The very centre of the Earth has been described as the “last white spot” on our globe: a mysterious superhot chamber that we know surprisingly little about. An X-ray beamline at the European Synchrotron Radiation Facility (ESRF) in France will, hopefully, unlock some of its secrets.

The inner core of our planet, hiding 2,500 kilometres beneath the surface, endures about three and a half million times atmospheric pressure and a temperature thought to be roughly as hot as the surface of the sun.

The X-ray beam, called ID24, attempts to reproduce some of those extreme conditions in the lab.