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Povo Americano e Mundial Preocupado com “O Demonio Oculto Dominando a Economia”: A Matrix/DNA Tem a Solução?

terça-feira, janeiro 10th, 2012

Está bombando na Internet, principalmente americana, artigos e sites anunciando todo tipo de “teorias conspiratórias”, sugerindo que existem grupos tipo máfias internacionais que estariam a séculos executando estratégias para o dominio total da Humanidade. Agora vejo êste artigo:

Federal Reserve is “Paper-Tiger”; Real Power held by Exchange Stabilization Fund

( copiar e colar no search do Googleque deve sair direto no artigo)

Título: Federal Reserve is “Paper-Tiger”; Real Power held by Exchange Stabilization Fund

O Federal Reserve é uma espécie de Banco Central do Brazil, pois êle fabrica o dollar, mas dizem que não é uma instituição publica e sim privada! Não posso entender como e porque uma nação entregaria nas mãos de um grupo particular o poder de fabricar sua própria moeda, mas ainda não tive tempo para pesquisar como isso funciona e qual a História que levou a êsse fato. Sou brasileiro e americano de coração, amo os dois povos e os dois países, por isso fico indignado quando algo ou alguem pode estar prejudicando-os, apesar de que fico indignado em qualquer situação onde qualquer ser humano de qualquer raça, religião, idealismo, etc, seja prejudicado no seu bem-estar e sua evolução.

O artigo sugere ( ou outro artigo com link na mesma pagina) que os USA ainda seria uma colonia inglesa, mas estas afirmações preocupantes não são mais surpreendentes em face do que temos visto: denuncias de que uma espécie de alienigenas – os reptilianos – estariam vivendo no interior da terra e dominando a mente dos mais ricos para dominar a Humanidade, até comendo as crianças que estão desaparecendo, etc; a denuncia de que judeus com o tal do “Protocolo dos Sábios de Sião” teriam a mais de um século elaborado os planos para dominar a Humanidade financeiramente e escravisar a todos os “pagãos” que não professam sua religião; a denuncia dos “Iluminatti” e/ou de que os jesuítas por trás do Banco do Vaticano estariam dominando ocultamente o mundo; etc.

Como ficamos nós, simples mortais, isolados de todos com nossas familias, porque temos que passar nosso tempo trabalhando duro todos os dias, e não nos sobra tempo para participar de alguma sociedade confiável que investigaria realmente o que está acontecendo, quem são os “dominadores” do mundo atual?

A Teoria da Matrix/DNA é uma nova interpretação do mundo e da existência dos seres humanos, e ela está sugerindo que a sociedade ideal humana seja aquela onde todos os cérebros humanos estejam podendo evoluir, porque a evolução agora se dá no plano mental. Ela sugere que para esta Terra veio um unico DNA, decaído de um ancestral não-vivo, astronomico, que cometeu o equivoco de se tornar um sistema fechado em si mesmo, que êsse DNA está dividido em 7 bilhões de cópias porque cada uma tem uma fração daquêle pecado original, para que cada um veja o seu próprio defeito nos outros e assim todos aprendem a rejeitar o êrro total e no fim todos voltam a ser um, o um que caiu e volta a subir. Esta visão do mundo sugere a nós um comrportamento individual novo, altruísta, cooperativo, pacifico, e desejoso de instalar um sistema social, politico, economico, que permita essa liberdade e evolução de todos os cérebros. Mas a Matrix/DNA é uma teoria e ainda desconhecida, portanto, voltemos à realidade do mundo e seus elementos reais.

Bem… eu particularmente tenho meu plano de ação para enfrentar isso tudo, e tenho execurtado-o durante minha vida, limitado e na medida do possível. Ainda quando criança tive a intuição ou o esclarecimento de que nascí numa época errada, num lugar errado, num corpo errado e numa familia errada, e por isso tudo, estava condenado mesmo antes de nascer, a ser um escravo. O melhor a fazer seria o suicidio- pois para que prolongar uma situação de tortura mesmo apenas que mental, se no final a morte seria o desfêcho inevitável? Comecei a pensar cêdo em qual método seria melhor. Tinha que ter algo pronto e disponível para o suicidio numa emergencia quando alguma situação de tortura se tornasse insuportável, por isso sempre tive minha arma escondida e mais tarde, meu medalhão ôco contendo veneno para matar rápido um cavalo, pendurado no pescoço. Mas eu queria vender caro minha vida: morreria como um escravo guerreiro lutando pela liberdade, minha e de minha irmã, depois dos desafortunados órfãos de rua como eu, etc. Os algozes da escravidão eram dois: a Natureza em seu estado de caos que produziu a biosfera terrestre e mais tarde os seres humanos, cuja determinação máxima era: serás nascido como ovos botados fora e abandonado á própria sorte sujeito a todos os tipos de predadores; se sobreviveres e enquanto sobreviveres terás que calejar suas mãos para obter seu pão e algo mais que queira de meu mundo. O segundo algoz eram os predadores humanos que tudo faziam para escapar dessa maldição e vampirizar a energia do trabalho de outros seres humanos. Como ser soldado-rebelde guerreando contra êstes dois inimigos?

Claro, a primeira alternativa seria a de se associar com outros escravos nessa causa. Mas nunca conseguí um sócio-soldado sequer, todos tem cada qual sua cabeça, não entendem o que digo e não entendo como pensam. Como lutar sózinho contra a Natureza na sua face de caos e contra os “vampiros” dentre os humanos?

Tomei uma decisão quando na adolescência comecei a perceber que meu corpo criava mais uma necessidade, o sexo. Os escravos eram existentes e mantidos principalmente devido a existência do sexo, pois era através dêste fenômeno que a classe era perpetuada. Mas sendo um fenômeno emergente nos corpos dos escravos, êstes poderiam elimina-lo, se quisessem, acabando assim com a escravidão e a terrível capacidade dos algozes decidirem a sorte dos escravos mesmo antes de nascerem. Portanto, mesmo que existisse um unico soldado-rebelde, êste já tinha, antes do nascimento, assegurado que sua vingança contra os algozes se realizaria, bastaria auto-mutilar-se sexualmente. E no regime de escravidão reinante, o soldado-escravo poderia fazê-lo às escondidas dos algozes. Mas o ato de auto-mutilação física com sua correspondente tortura podia ser evitada no regime reinante se o soldado conseguisse controlar a fôrça emergente no seu corpo, e isto o fíz, tendo chegado, graças á minha tenacidade, à velhice sem ter gerado, sem ter abastecido o sistema inimigo com carne frêsca.

Existia uma segunda estratégia, apesar de muito “abstrata”, racionalmente irrealizavel, mas por ser a unica visualizada, se executada com perseverança a todo momento da vida e com tôda energia possível, poderia ao menos deixar suas sementes semeadas com esperança de que seriam continuadas pelas gerações seguintes até um dia tomar conta do planeta. Tratava-se de investigar a outra mea-face da Natureza, onde residiria a felicidade dos não-predadores humanos e a liberdade de todos os escravos: o estado natural da ordem. Êle existe, basta levantar os olhos do chão da Terra e mirar o céu: os astros vivem em eterna harmonia. Num ambiente natural de ordem e harmonia o ser humano com sua inteligência poderia recriar uma biosfera harmonica e funcionando como um sistema automatizado, derrubando a fantasmagórica maldição pré-natalícia.

Nunca funcionou ficar apontando, denunciando, os atos malignos da natureza caótica e dos predadores humanos. isto é ficar chamando atenção para o êrro, alimentando-o ainda mais. Os escravos acreditam que essa meia-face é a unica, portanto o mal seria inevitável, e portanto a unica maneira que sonham para conquistar sua liberdade seria saltar as barreiras do ciclo da miséria para alcançar o pedestal dos predadores. Ou seja, todos querem tambem serem predadores sustentados por escravos.

Mas e se descobrissem que existe a outra meia-face? Que os males que torturam suas existências não existem se o ambiente for dirigido pelas leis da outra meia-face? Que estas leis, estas fôrças, são reais, naturais, e estão aqui á nossa volta disponiveis, sendo que se encontram no poder nas regiões alem dos limites da Terra?

Os escravos são dóceis a ponto de serem escravos voluntários principalmente devido a uma fôrça que atua em seus cérebros diretamente: cultura. Sómente quem está fora desta cultura, quem não foi contaminado por ela desde o berço, por ter nascido exatamente como um ovo abandonado ao relento, pode vê-la, percebê-la e com algum esforço, entendê-la. Como determina o teorema de Godel: “quem está dentro de um sistema não pode jamais conhecer o sistema por completo. É preciso olha-lo de cima, de algum ponto fora dêle”.

Tenho observado na selva o comportamento de pr6esas perante o ataque de predadores, e tenho visto repetidamente um vídeo de ovelhas pastando e sendo observadas por um grupo de leões que se espreguiçam num plano mais alto e encobertos pela vegetação. Quando os leões decidem que estão com fome, descem uns dois ou três, se mostram para o rebanho, que se põe em polvorosa, alguns começam a correr, e então os leões escolhem uma ovelha mais nova, partem em sua direção, as outras a abandonam e correm na direção oposta. A cena que segue é terrível e aí não consigo entender como pessoas podem ser tão condicionadas por esta cultura que usa artificios como “existem deuses nos assistindo” a ponto de descobrir que não podem existirem deuses com sentimentos próximos ao dos humanos assistindo estas cenas. Nunca vou entender como está feita a conexão dos neuronios nos cérebros dos escravos que aceitam tais aberrações como as religiões, criadas por esta cultura escravagista.

Assisto a cena até o momento que os leões se mostram às ovelhas e então observo-as. O que se passa em seus cérebros? jamis se perguntaram: qual o sentido de uma vida em que desde que nascemos somos condicionadas a ficar trabalhando, transformando relva em carne, para quando atingida uma certa quantidade de nossa produção, terminamos sob o horror de nos ver-mos a nosso corpo sendo dilacerado nas mandibulas de monstros?!”

Ok. Do jeito que o nosso mundo foi feito e do jeito que é na realidade, e do jeito que nossos corpos são feitos, não existe nenhuma alternativa para nós. Mas somos algo ativo, temos energia e alguma fôrça, será que não temos nenhum meio de mudar, ou o mundo à nossa volta, ou os nossos corpos? Não existirá uma possibilidade de nossas poucas energias eliminarem estes monstros? Ou ao menos criar alguma coisa que nos proteja contra êles?

Bem, uma idéia seria viável; se, ao invés de ficarmos pastando, cavassemos uma vala profunda circular em volta dos monstros enquanto dormem. Quando se movessem, cairiam nela e nunca mais poderiam sair. Mas como cavar? Nossas patas não podem cavar o solo duro. Talvez se passassemos milhares de gerações batendo as patas no solo com o desejo mental de cavá-lo, nossas patas se transformassem adquirindo uma nova forma, mas isso é irrealizavel, não vamos assimilar tal causa aguentando essa existência absurda por milhares de gerações.

Conclusão: o mundo dos animais irracionais é determinista, pré-determinado, animais não possuem o livre-arbitrio. E tal mundo é uma aberração, uma produção demoníaca. Mas tambem assim é o mundo dos humanos contaminados pelo virus da cultura. Êstes possuem a propriedade natural de criarem instrumentos como extensões de suas forças corporais, instrumentos que poderiam dizimar os monstros, como as lanças, o arco e flecha, etc., mas esta propriedade natural está inibida por uma mente doente, contaminada pelo virus da cultura. A qual convence-os que o estado de caos é o unico estado existente na Natureza.

Mas o que é “cultura”? Vamos tentar dissecar rápidamente êste fenômeno?

Cultura nunca surge de um individuo escravo, como a ovelha que vive apenas pastando e dormindo, como o humano que vive do trabalho para casa e vice-versa. A cultura pode surgir no individuo que se livra da maldição de torturar-se produzindo o que necessita consumir porque tem a capacidade de tomar o que outros produzem. Assim sobra-lhe um tempo, o qual lhe possibilita ver horizontes mais distantes ao redor, ao invés de ficar com os olhos fixos na relva que come. No horizonte ao redor existe informações que não existem no ambiente imediato, e a descoberta destas informações, quando podem serem capturadas e ativadas, tornam a distancia entre predador e prêsa maior, a favor do predador. Eu teria agora que gastar um bocado de tempo buscando o que a biologia e a teoria da evolução tem a informar sobre os ancestrais dos leões, até saber quando um ancestral longinquo começou a ter os membros modificados para as formas de garras, e as mandibulas se fortalecendo. Na certeza o ancestral longinquo era um escravo, uma prêsa tambem, mas algo aconteceu a seu favor, e não foi a cultura. Hummm… espera aí! Uma idéia está se formando agora. A capacidade de brincar! Quando noviços, os felinos brincam diferente das ovelhas? Ou seja, parece-me que sim. Os felinos brincam lutando, se agredindo, e as ovelhas pouco brincam, e quando o fazem, se lambem. Isto está certo? Milhares de gerações no treino da brincadeira agressiva conduziu a mudanças genéticas aprimorando garras e desenvolvendo mandibulas? Supomos que existiu um ancestral comum a ovelhas e gatos. O que os diferenciou teria sido que numa tribo os jovens brincavam sem agressividade e noutra brincavam com agressividade? E a agressividade teria sido selecionada pelo estado caótico da biosfera? Paro por aqui: isto é serviço para biólogos evolucionistas que tem tempo e são pagos para poderem investigar isso. Mas… se as jovens ovelhas brincam, encontram tempo para brincar, e sobrevivem, porque as adultas ovelhas não tem tempo para mais nada senão trabalharem? Para empregar o tempo observando horizontes mais distantes que o imediato?

A cultura entre humanos deve ter nascida no momento que um humano mais forte quis tomar a caça de um grupo de humanos mais fracos. O que êle fêz? Como o fêz? Talvez surgiu para o grupo com o dedo apontando para o céu e dizendo: “Não estão vendo que vai cair uma tempestade? Porque não correm para o abrig…” – Nem acabou de falar. Quando todos olharam para cima êle pulou sôbre a carne e saiu correndo… Ainda hoje os predadores usam a mesma tática: “Olhem para vida eterna após a morte! Não estão vendo o inferno?”. E quando todos procuram ver, de mansinho, surrupiam o produto de seu trabalho…

Isto é brincadeira… Mas… como foi? (Bem, interrompo agora êste estudo da cultura, para fazer uma pesquisa e aqui retornar).

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Uma alternativa seria atacar e vencer êste aspecto do virus cultural. Mostrar o outro meio-estado da Natureza e explicar que a mente humana pode escolher em qual estado quer existir. Seria uma tática para obter o que de outra forma não se obtem: curar os escravos de maneira que se tornem o que racional e lógicamente um ser humano deve ser: um buscador de sua liberdade.

Mas como levar ao céu e mostrar seu regime, seu sistema, a pessoas que só podem rastejar na superficie dêste planeta? Talvez algumas fôrças do sistema astronomico se infiltram na superficie da Terra e produzam alguns fenômenos em estado de ordem. Aí sim, poderia mostrá-lo.

Bem, para interromper êste estudo de hoje e deixa-lo aberto para retornar, anuncío que passei então a buscar o entendimento de como funciona o estado de ordem e a procurar suas manifestações dentre todos os fen6omenos naturais da Terra. Tenho progredido nesta busca, elaborei modêlos teóricos, passo dias procurando aqui tais evidências, as tenho encontrado e tudo está sendo reunido nêste website. Até mais…