Archive for janeiro 12th, 2012

Pergunta Ofensiva ao Pudor Derruba a Platéia na Entrevista de Stephen Hawking!

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

Eu não tive culpa, foi um ato intuitivo, simplesmente levantei a mão, me passaram o microfone, e soltei as palavras tal como me vieram à lingua. Não sei porque exageraram tanto que a segurança têve que me retirar correndo para não ser linchado.

No Colliseum College de Londres estava acontecendo a entrevista e entrega do prêmio cientifico do ano ao cientista Stephen Hawking em comemoração ao seu aniversário de setenta anos. Bem humorado e acessível ás perguntas da platéia Hawking respondia a uma questão sôbre buracos negros quando levantei a mão para fazer a seguinte pergunta:

” O Senhor entende de buracos negros e da assimetria das partículas. Pensando nisso, I have a question: Sei que passar o papel higiênico com fezes no bico do pênis pode causar doenças como a gonorréia. Porem, como o senhor diz, existe em tudo uma contraface assimétrica, a situação oposta. Nêste caso, se passar papel higiênico com urina na porta do buraco negro do anus, tambem causa doença?” …

… … …

Bem… minha sorte foi que quando estavam prestes a me lincharem, o despertador na beira da minha cama despertou, acordei daquêle sonho esquisito e ví que tinha de levantar para ir trabalhar. Que sorte! Ufa! Escapei por pouco!

Enquanto acordava ainda ouví no meio da algazarra da platéia o impassível Hawking respondendo:

“A Ciência funciona porque a avalancha de informações é repartida entre disciplinas e assim assimilada por cada “expert” elas podem ser estocadas e trabalhadas. Eu sou um físico teórico e matemático, a sua questão é para médicos, eu tambem não sei a resp…”

Mas até agora não entendo. Qual o mal nesta pergunta?! Afinal não deveria ser matéria ensinada pelos pais e na escola primária como parte da educação sôbre higiene e saúde corporal? Porque os adultos tem que chegar na idade da adultice sem saberem isto?

Mas não precisam agora me impedir a entrada em outras conferências porque eu prometo não mais fazer perguntas fora da disciplina porque fui disciplinado a aprender que as disciplinas regulamentam as divisões dentre as disciplinas de maneira que quando estamos tratando de uma disciplina não se deve desviar para outra disciplina porque se o fizer estarás sendo indisciplinado e nunca serás um “expert” numa dada disciplina que te disciplina no método cientifico, o qual funciona porque é dividido entre disciplinas.

– “Raios… êste mundo ensinador, que se divide entre duas disciplinas – a da realidade e a dos sonhos – tanto no campo da disciplina dos sonhos como no campo da disciplina da realidade é tôdo louco!”

A Luz no Espaço se Curva Devido a Matéria Escura Ou Devido Seu Envelhecimento? Veja Controvérsia Entre Astronomos e a Matrix/DNA

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

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Dark Matter: Mapa Calculado Pela Distorção da Luz

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Mais um artigo de hoje, indicado a seguir, foi um teste e nos obrigou a consultar os modêlos teóricos cosmológicos da Matrix/DNA:

Astronomers make biggest map of dark matter in universe

http://uk.news.yahoo.com/astronomers-biggest-map-dark-matter-universe-182513577.html

AFP – Mon, Jan 9, 2012

Mais uma estonteante sugestão dos modêlos cosmológicos da Matrix/DNA é a de que todo raio de luz natural é a fórmula da Vida, pois as variações no espectro de ondas são a base das variações das formas de um corpo sob um ciclo vital. Se isto for confirmado, todo raio de luz emitido por uma fonte natural começa forte e vibrante como um bebê e termina fraco e arqueado como um velho. E mais: a partir daí o raio se fragmenta em partículas, se decompõe como os cadaveres. E as particulas, que contêm em si a síntese total do raio, é o que se tornam as particulas de matéria. Assim Deus, ou seja lá qual for a fonte primordial de luz natural, estaria emitindo luz, e nela, a fórmula que cria Universos e a Vida.

Agora astronomos divulgaram que “mapearam a matéria escura do Universo” baseados no arqueamento ou curvatura da luz emitida por estrêlas. O que faz curvar a luz? O pêso da gravitação da matéria escura ou a velhice da luz?

Nossos modêlos respondem que são ambos. Nos perguntamos o que faz arquear o corpo de uma pessoa idosa. O envelhecimento das células dos ossos ou o pêso da gravidade? São ambos. Os ossos enfraquecem por si mesmos, de dentro para fora, mas se não houvesse a gravidade como uma fôrça que vem de fora como pressão sôbre o corpo, se estivéssemos no vácuo total, não haveria sentido em corpos se arquearem ou manterem-se retos, pois corpos não teriam pêso algum. Portanto, esta noticia não altera ou não desaprova a sugestão dos modêlos da Matrix/DNA.

O que é importante notar aqui é que, desconhecendo esta teoria, os calculos para o mapa da matéria escura podem estarem errados, pois seriam muito mais complexos. Para calcular o arqueamentio da luz seria necessário considerar não apenas a quantidade de matéria escura num local do espaço, como penso que os astronomos estão fazendo, mas sim tambem a distancia dos pontos de arqueamento do ponto da fonte emissora, para calcular a idade do raio de luz e inferir sua intensidade de resistência ao pêso da matéria.
Pode ser que um feixe de luz se apresente reto no inicio, se curve logo a seguir e volte a se endireitar mais adiante. Não tenho êstes dados, os astronomos o sabem. Isto alteraria nossos modêlos? Ainda não: qualquer corpo jovem humano se exposto a um campo com demasiada intensidade gravitacional, como nos horizontes de eventos de buracos negros, onde até o espaço-tempo se curva, provavelmente será curvado tambem, podendo voltar ao normal após a passagem desta região.

Modêlo Teórico do Espectro de Luz pela Matrix/DNA

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A seguir transcrevo meu comentário postado no artigo do Yahoo:

Louis • White Plains, United States

The Light is distorted by dark matter alone or the distortion means the light’s ray became old, like old human bodies are distorted?

Astronomers here could explain if the distortion of a given ray happens at several stretches (patches), alternatively, or only once time? Maybe the calculus must be a lot more complex, if the cosmological models of The Universal Matrix/DNA will be proved the right ones. The models suggest that any ray of natural light carries on the formula for life because the seven variations of spectrum’s vibrations are the seven principal shapes of a body under a life’s cycles. Then, starting from a source, has the gamma ray with strong vibrations like a baby and at the end, there are the microwave and radio, which means old age like a old man, which is weak and easily distorted by gravitation.

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E aqui alguns dos comentários postados no artigo que nos interessam:

jason • Manchester, England • 15 hours ago

The recent advances in the study of light are truly amazing, as is the amount of information we can glean from just a speck of light in the sky. However, whether there is an unseen mysterious force with a huge gravitational pull or just a misunderstanding of how the universe works ( much more likely imo ) remains to be seen.

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Peter • 1 day 21 hours ago

All of the theories put forward over the last few decades related to the concept of what is now commonly referred to as ‘Dark Matter’ are, in my view, wildly incorrect.

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Desenvolvimento Mental: Tem Pessoas Se Adiantando Porque Sabem Algo que Não Sabemos? Veja Vídeo

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

Temos a sensação de culpa por estar-mos demasiado materialistas e desprezando a possibilidade de termos algo espiritual, mesmo que seja uma identificação entre nossa consciência e uma possível conscência cósmica, se ela existir. Vira e mexe ficamos sabendo da presença na cidade de um guru, um mestre tibetano, ou mesmo um ateu “feliz” como Richard Dawkins, os quais nos são apresentados como pessoas que alcançaram patamares superiores, etc.

A evolução biológica é um fato, e isto nos leva a supor que a evolução mental tambem deve existir. Mas como ela acontece? Através do mero dia a dia na nossa labuta mundana onde ela vai captando lições, informações, ou, quando estamos nessa labuta ela está estacionada porque as informações do mundo material de nada serve à consciência? Deveríamos apertar o cinto, diminuir despesas, divertimentos, para trabalhar menos e empregar o tempo assim economizado investindo-o na busca da evolução mental? Iniciando por assistir aulas com êstes gurus, aprender yoga, etc.?

A Matrix/DNA sugere que sim, deves de alguma maneira arrumar um tempo para uma meditação diária, você é corpo e mente, não cuide apenas do corpo esquecendo a mente. Seu corpo evolui com alimentos certos e exercicios planejados, sua mente tambem precisa de alimentos, como ela é abstrata seu alimento é abstrato, ou seja, informações certas. E sua consciência precisa se desligar acordada do corpo para se exercitar com os pensamentos voltados para os horizontes alem do seu mundo visivel imediato, pensar no microscomo de átomos e células dentro de seu corpo, no macrocosmo de estrêlas e galáxias. No passado mais distante possivel, no futuro segundo as previsões baseadas nas condições do presente. É isso que faz crescer a mente.

Mas é dificil, não estamos conseguindo fazer a metade do que precisamos fazer no mundo material, e se o fizer, certamente vou ficar mais pobre. Nem sempre, quem sabe: podes assim evitar uma futura doença que te levaria tudo o que juntastes.

Não sabemos o que é consciência, a neurologia ainda não descobriu como os neuronios se conectam à mente, temos vagas definições. Talvez nem exista, existem pensamentos e êstes são meras sinapses quimico-elétricas. Então porque vou investir, apostar, em algo que nem mesmo sei se existe?

A cosmovisão da Matrix/DNA sugere que a História dêste Universo tem sido a evolução de um unico sistema natural composto de hardware e software e que está sob um ciclo vital que produziu as formas ancestrais de atomos, galaxias, bactérias, macacos. Software e hardware tem se retroalimentado, ou seja, a evolução dos corpos materiais fornecem novas informações estocadas no software que para processa-las exige melhorias no hardware, e assim a evolução tem caminhado. Chegou a um ponto de sofisticação que agora o harware ápice da evolução aqui nesta região do Universo – o cérebro humano – estaria ligado a um software que começa a ter consciência de existir, de pensar os pensamentos, e que provavelmente se tornaria no futuro a consciência total do próprio Universo, descobrindo que existe. Mas eu não vou investir numa teoria, preciso de provas.

Então o que fazer de nossas vidas? Se temos uma alma, uma consciência cósmica, ou seja lá o que for, e ela estiver estacionada, sabemos que a Terra está mudando, se transformando, como tudo o mais, e daqui um tempo não mais suportará a Vida aqui. Penso nas futuras gerações, sangue do meu sangue, não posso ser irresponsável com isso. Esta pressão é que me desconforta. Ou evolues ou serás atropelado pela Natureza que não pára. Quero esquecer êste tema, mas a pressão não permite.

Talvez seja útil para ver-mos uma solução mais sábia o vídeo narrando uma aula de um mestre oriental e o comentário que postei abaixo do vídeo. Clique no caption, pondo-o em “on” que aparece a legenda, mas em inglês. Se te interessar siga o vídeo ao Youtube que ali há mais vídeos do mesmo mestre e alguns falados em português.

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Meus comentários:

Sou leigo nisso e uma questão é inevitável: Se uma consciência cósmica existe projetada por trás de cada mente de cada ser humano, para que uma pessoa nasceria aqui, viveria sem iniciativa para melhorar o ambiente com ciência e tecnologia e morreria, tem ter deixado rastros, como essa filosofia conduz 3 bilhões de orientais a viverem? E assim caminham para a super-população e seu desaparecimento quando o planeta, que se transforma, não mais o sustentar?

É um prazer ouvi-lo falar, tem insights e bonitos conceitos. Mas o resultado final é a Asia com super-população e na miséria. Então a consciência cósmica não atua melhor onde se cultua essa filosofia do que ela atua no mundo individualista e insensivel ocidental. Ao contrário, os resultados demonstram que os ocidentais foram aprovados. Porem, creio que o certo não são os extremos, e sim um meio-têrmo. Nem ocidental, nem oriental: … Os resultados ocidentais são leves, podem ruir a qualquer momento.

Algo me diz que o mundo mental de Mooji não é o mundo verdadeiro de uma consciência cósmica. Essa consciência não vem á nossa mente, e não podemos alcança-la, está num pedestal muito elevado. O que Mooji faz com maior insistência que o ocidental é tentar subir essa escada o mais rápido possível. Mas êle tropeça em muitos obstaculos, alguns ingênuos, como um exposto nêste video. Êle diz sôbre o estado de sonho, e conclui crendo que vivemos no mesmo estado de sonho onde pensamos ser a realidade.

Acho que não vale a comparação, porque os sonhos noturnos são fragmentos, não existe continuidade, quando se volta a sonhar na noite seguinte, o mundo do sonho anterior na está mais lá. E aqui, todo dia quando acordamos, onde paramos ontem é o que nos aguarda hoje. Esta a diferença a que damos o nome de realidade. Eu não o vejo abordando isso, não sei sequer se pensou e resolveu isso. Estas falhas em nossos raciocinios é que causam os tropêços em nossa subida pela escada, e que sugerem que Mooji ainda está tentando, mas não chegou lá, não se fundiu sua mente humana com a consciência cósmica, se de fato esta existir. Por isso aconselho dividir o tempo entre Ciência e meditação. A Ciência nos trouxe tecnologia que melhorou a vida, e é melhor estar na busca de subir a escada espiritual quando se tem uma vida material melhor. Alguem refuta?

Astrologia e Astronomia pela Matrix/DNA: Alguns Pontos Coincidentes

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

Se tivesse tempo pesquisaria a História desde o inicio, o primeiro humano que começou a ter a idéia de que os astros interferem em nossas existências, pois queria saber como isso aconteceu, como funciona a mente humana para chegar a tal idéia. No modêlo astronomico da Matrix/DNA não se vê como isso poderia acontecer, apenas os modêlos deixam bem claro a correlação dos astros na sua influência nas origens da Vida, pois eles foram ancestrais de cada base dos nucleotideos e de cada organela celular, como por serem uma configuração emanada da fórmula da Matrix devem estarem alinhados à imagem e semelhança de como estão se formando os “órgãos” da embrionaria auto-consci6encia humana. Mas, segundo a fórmula, essa influência terminou com as origens da vida e hoje nada teriam a fazer conosco.

Desconfio que os primeiros humanos tinham uma psique mais natural, menos artificial que a psique moderna, por estarem menos contaminados pelas criações culturais. Desta forma a psique primitiva tinha ainda fortes laços com seus criadores, os neuronios, e mais, com a central dos neuronios: o DNA. Talvez tivessem a capacidade de captar diretamente do DNA alguma de suas imagens e funções, mas como os nucleotideos são compostos de corpusculos que se assemelham a seus ancestrais astronomicos… pensavam estarem vendo astros e o céu. Talvez até mesmo captassem algumas lembranças de seu passado astronomico, uma lembrança difusa formada com flashes de imagens de astros e do Cosmos que lhes vinham à consciência. A ligação entre astros e elementos do nosso corpo – nucleotideos, organelas – era então uma dedução automatica. Mas esta hipótese é tão fantástica, apesar de racional, que permanecerei apenas na suspeita.

É impossivel mesmo aos incrédulos evitar de ler de vez em quando algum trecho de um horóscopo, pois estão no meio de tôdas as leituras cotidianas. E hoje por acaso ao verificar qem é uma nova amiga no Facebook, que é astróloga, lí o seguinte:

“Mercúrio entra em quadratura com Urano, e a Mente Cósmica se indispõe contra a pequena mente. Atitudes inconscientes, aparentemente sem importância, podem gerar graves consequências e rupturas definitivas. Espere atitudes inesperadas e impulsivas, tanto no plano coletivo, como individual. Instabilidades mentais podem surgir, principalmente entre os nativos de Aquário e Áries, mas todos são vulne…”

E comecei a pensar, por fim não pude evitar de postar êste comentário, no qual formatizei idéias novas que mais tarde posso precisar:

Louis Morelli:
” Engraçado! Nada entendo, nunca tive tempo de pesquisar astrologia, mas muitas coisas fazem sentido quando me baseio na cosmologia da Matrix/DNA. O que significa “a mente Cósmica se indispõe contra a pequena mente”? Bem… existem dois niveis onde isso pode ocorrer: a) a nivel do sistema astronomico solar; b) a nivel da fonte extra-universal.

Ao nivel de sistemas astronomicos, a mente maior é a identidade do sistema formada pela soma das identidades das partes mais as emergencias informacionais que surgem das conexões internas. Portanto a mente maior seria o sistema, enquanto as mentes menores seriam suas partes. Indispor-se contra as partes ocorre quando o sistema se sente incomodado em alguma parte do seu circuito, o que significa que as partes estão se comportando errado. Seria como o Pai chamando a atenção dos filhos que brincam fazendo muita algazarra.

Ao nivel da fonte extra-universal o que isso significa? A fonte é um vórtice que emite pelo “bico” ondas vibratórias de luz onde cada onda tem na variação da intensidade de suas vibrações a dinamica criadora dos ciclos vitais e organização da matéria em sistemas. Estas ondas que se espalham por todo Cosmos levando consigo a consciência universal vão se enfraquecendo e se fragmentando em particulas à sua imagem, as quais constituem a matéria. A matéria forma universos, seres vivos, para ir re-agregando suas porções de consciencia. Quando retorna ao vórtice a consciencia cósmica se re-completa e a matéria como fragmentos de cadaveres entra pela base maior como combustivel a ser reciclado em luz que sai pelo “bico”. Tudo é um infinito auto-reciclar de luz e matéria a partir de um “coração” pulsante. Se essa mente cósmica se indispõe com suas partes menores é porque algo neste circuito não vai bem portanto ela tem que agir como medida de correção. Curioso, mas realmente sua cosmovisão e sua produção faz sentido… de acordo com a cosmovisão da Matrix/DNA.

Aí alguem pergunta: “Mas se essa luz banha todo o Cosmos, como o vemos escuro?”

Minha resposta: “Certa vez, na estrada tortuosa da selva, escureceu muito, e um amigo ligou os faróis do carro nos meus olhos. A forte luz me cegou e ví tudo escuro. Deu para entender?”

Intelectuais: Como Evitar Ser Enganado Por Ilusões de Óptica.

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

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Ilusões de Óptica Que Iludem de Fato

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Nunca me esqueço das reações dos indios nativos da tribo do meu guia na selva, quando saíram da mata e vieram à tortuosa Transamazônica, e levantei o capô da caminhoneta viram um motor pela primeira vêz. Aviões eram “grandes passaros”, carros eram iporã-ruê, “monstros dos pés redondos”, etc. Se a cultura dos brancos condiciona as menininhas a verem corações como cupidos do amor, aquelas geringonças moventes feitas pelo homem branco eram, pela cultura dos nativos, caças a serem caçadas, abertas para procurar o que comer no seu interior. Dei um parafuzo para meu mestre guru experimentar e pela cara que fêz parece que não gostou da dureza e do sabor. Mmas tive que pular rápido e ficar dançando o hula-gula sem querer quando outro indio tentava comer os fios enquanto outro dava uma dentada na borracha do pneu…

O desenho acima vem a calhar para explicar o que vai acontecer a tôdo aquêle que frequentou bancos escolares, e alertá-lo. O professor lê a apostila com o curriculum escolar inciando por dizer que para explicar a origem do Universo existe a teoria do Big Bang, mas depois do terceito paragrafo a teoria se perdeu, foi esquecida, firmou-se como realidade cientifica, pois está escrito que “… então com o resfriamento se formaram as galaxias ( e hoje… aduzirá o professor… na Internet e no site da NASA existem centenas de fotos mostrando essa origem das galaxias… quando na verdade nada mostram disso). O estudante é doutrinado a ver um Cosmos que nos está invisivel a ôlho nu como está nosso coração, e a não inquirir o que existe dentro dêle, como funciona, pois parece tão simples como o coração parece à menina sonhadora. É fato que o estudante pode ver imagens transmitidas pelos sensores tentáculos conectados a cérebros eletro-mecanicos que fazem tôdo o trabalho e entregam a informação pronta numa bandeija para nós, porem, os sensores humanos e o cérebro humano capta os detalhes da vida que a máquina não capta. Vamos ver reações inusitadas quando, ao cérebro humano natural, o Cosmos for aberto e apresentado seu interior funcional. Vai acontecer algo como a Matrix/DNA sugere nas duas figuras abaixo?

COSMOS Visto Pelas Primeiras Culturas Humanas:

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Cosmos Visto Pelas Primeiras Culturas Humanas

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COSMOS Visto Pela Moderna e Infante Consciência Humana:

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Cosmos Visto Pela Moderna e Infante Consciência Humana

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O COSMOS VIVO, Pela Cosmovisãoda Matrix/DNA

Cosmos Visto Pela Cosmovisão da Matrix/DNA

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Mas ao se aproximar do coração aberto e começar a estudar seus detalhes vamos descobrindo que existiam ali milhares de funções, segrêdos, coisas que nunca imaginamos. O significado cultural do coração mudou, o amor não estava lá, foi transferido para o cérebro. Assim tambem acontecerá com o COSMOS quando for aberto e nos aproximar-mos dos seus detalhes. Encontraremos milhões de surpreendentes detalhes, como por exemplo o ancestral da alma humana, no tamanho de uma galáxia, e na forma de uma fórmula como um diagrama holográfico de software, que é a mesma forma do nosso DNA.

Bem… isso acontecerá de verdade apenas se minha mente estiver correta e não viajando na maionese. Mas vale o conselho: suspeite da doutrina inserida no curriculum escolar e exija que o que começa como teoria deve ser mantida como teoria, até prova cientifica em contrário.

Todo poder é ocupado por psicopatas mas quem gera o poder é você, e eu. Então o que somos? Veja o Vídeo

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

Identifying Psychopaths

and:

More on Psychopaths

Êstes dois interessantes artigos “tocam” a cosmovisão da Matrix/DNA e são importantes temas para abrir nossos olhos, corrigir nossos enganos ocultos.

Nosso corpo material surgiu dentro de um sistema astronomico e até prova em contrário, a lógica indica que êle foi feito pela matéria dêste sistema astronomico. Tentando conhecê-lo eu me deparei com surpreendentes idéias compiladas nesta “teoria”. A minha interpretação da História Natural sugere que o nosso corpo material é o produto de um decaimento d6este nosso ancestral astronomico, cujo pecado cometido antes de nossas origens foi se tornar um egóísta sistemas fechado em si mesmo. Mas tambem sugerem os modêlos teóricos que a Natureza tem um propósito ao caminhar evolutivamente e para isso dispõe de um acêrvo de fôrças naturaisque permeiam a matéria. Estas fôrças teriam sido ativadas para corrigir o pecado original de nosso ancestral, dissolvendo-o em genes-fragmentos para serem semeados na superficie de planetas. Mas tal evento parece uma estratégia bastante inteligente. Como educar o certo a um ser que se comporta errado, ao mesmo tempo respeitando seu livre-arbitrio? Planejando um ambiente onde o ser será inconscientemente obrigado a criar de si mesmo as lições corretivas. Então pega-se um grande pecado, dissolve-o em fragmentos com pequenas frações do grande pecado, frações de pecado diferenciadas entre si, as quais vão se conflitarem, se auto-destruirem, e depois volta-se a juntar os fragmentos que estarão depurados de pecado, e tem de novo o mesmo ser sem a tendencia ao mesmo êrro, mantendo a ilusão de que possui o livre-arbitrio.

Vamos dar um nome às pequenas frações diferenciadas dentre si do grande pecado: psicopatológicas. Hoje então, o unico DNA ancestral que desceu á superficie da Terra, está dividio em 7 bilhões de cópias diferenciadas em algum minimo quesito, o que nos leva a concluir que todos somos pequenos psicopatas. Será dificil a nós aceitar isso, muito mais será dificil a nós identificar-mos em nós mesmos qual é o nosso tipo de psicopatologia. Serão os nossos tropeços na experiencia de vida nêste mundo e as reações opostas dos outros seres humanos que nos revelarão onde e como estamos mentalmente doentes. Mas ao invés disto me inferiorizar, me deprimir, isto me anima mais do que se tivesse constatado que sou o mero macaco melhorado como uma verruga incongruente que nada teria a fazer nêste Universo. Pois isto nos revela que o Universo, a Vida, e seja o que ou quem está por trás dêles, está investindo em nós, tem um plano para alem do macaco, para nós.

Alem disso, a Matrix/DNA mostrou a fórmula de sistemas fechado e aberto, e mostrou como e porque todos os dois são punidos e eliminados pelas leis naturais. A sabedoria é não ter sistema algum. Enquanto isso a não-sábia Humanidade continua a criar para si sistemas. Sistemas sociais, politicos, economicos, etc. Onde não existisse sistema, seus elementos decidiriam tudo em assembléias, não haveria lideres, governantes, patrões, empregados, governados. Mas são quase inexistentes as cabeças pensantes que estão pensando em como transformar a sociedade sob sistemas em sociedade descentralizada, sem sistemas. Sistemas são criados por partes, peças, seus elementos, cujo caráter é egoísta. O egoísmo é herança da matéria pura, ancestral, cujo supremo objetivo é conseguir se estabelecer como sistema em equilibrio termo-dinâmico e de preferência sob o mais elevado estado vibratório possível, porque nêste a fricção produz o estado sexual orgásmico. Não conheço argumentos que possam condenar êsse objetivo da matéria, seria o mesmo que condenar alguém pela busca da sua felicidade total. Mas o mundo, a Natureza, o Universo enfim, parece ter um argumento, tanto é que existe uma lei que pune e destrói êste paraíso material, a qual é medida pela entropia. Um dos efeitos do sistema fechado é que êle se afasta do processo da evolução, interrompe sua evolução e de tôdas as partes, tôda a matéria que êle contem. Mas como condenar essa matéria que resolve se isolar do mundo? Se ela em nada afeta o resto do mundo? Porque lhe é proibido fazer o que lhe compraz se assim não prejudicas a nada e ninguem? Parece que o Universo quer ser o dono da matéria e esta tem que se sujeitar a ser sua escrava. Como ainda não sabemos o que é o Universo e o que existe alem dêle – se existe algo – vaamos pular isso, pois não temos como resolvê-lo. O fato é saber que algo muito poderoso no mundo não quer, e não aceita sistemas fechados em si mesmos.

Sistemas abertos – os sistemas machos ou machistas – consistem em existir como paraíso porem sustentado pelo mundo externo. O principal exemplo é o sistema social patriarcal humano, onde o homem é caçador e guerreiro, que sai para as aventuras de conquista e retorna para descansar num lar onde uma mulher lhe acaricia e cura as feridas. Nêste caso é compreensível que algo no Universo se levante contra êle, pois ao saquear outros rincões está ompedindo suas evoluções e ao enriquecer seu paraiso tambem se torna conservador de um estado contra sua evolução. Novamente percebemos que existe uma lei contra êsse sistema que o pune e o destrói: a lei da dissolução. Se a entropia tem inicio na periferia do sistema fechado e avença para o nucleo fazendo o sistema se colapsar, a lei da dissolução começa no nucleo, no lar central, e vai se expandindo para a periferia, fazendo-o explodir.

Portanto, se não podemos saber qual é a fonte desta fôrça poderosa universal, podemos inferir que seu intento é defender e manter a evolução. Ela sempre ataca o que prejudica o processo da evolução.

Os sistemas nos enganam porque apresentam ao lado do “egoísmo” a sua contraface que é o “altruísmo”. Se egoísmo parece ser uma fôrça do mal, o altruísmo parece ser uma fôrça do bem. Pura ilusão de óptica. O altruísmo de uma parte ou elemento de um sistema é uma forma disfarçada de egoísmo. Joe Matador era altruósta em relação à Máfia, faria tudo para defender seu lider, Al Capone, a Máfia era um sistema, Joe era altruísta em relação ao sistema, porem, sabidamente, egoísta em relação ao mundo externo ao sistema. Ser altruísta para um sistema que é egoísta é ser o maximo do egoísmo, é tambem uma fôrça do mal. A santa Madre de Calcutá era altruísta erm relação à sua religião, mas ela fornecia esmola como alimento a pessoas que se reproduzem e proliferam como ratos quando bem alimentados, com isso ela foi um agente da super-população que pode destruir a Humanidade, ela foi um mal para a Humanidade.

Assim deparamos com dois imperativos da existência contra os quais não é inteligente lutar: não formar sistemas, não participar de sistemas e não interromper a sua evolução e nem a evolução do mundo externo a seu corpo.

Mas as formas de sociedades em que a maioria dos humanos se encontram, são intenções justamente nestas duas direções: formar sistemas e atrapalhar, atrasar, mesmo até impedir, a evolução da maioria. Mesmo a democracia é uma intenção errada onde o poder que emana das partes é direcionado a uma central regulamentadora do todo. A sociedade ideal não pode ter nucleo, centro, pois onde existe nucleo, existem partes periféricas, existe sistema. Num sistema, tôdas as partes renunciam à suas identidades individuais e tôdas estas identidades são somadas, reunidas numa só, que se torna a identidade do sistema, a qual desce manipulando as partes. Um exemplo são os sistemas religiosos. Existem tais sistemas que a identidade sistêmica é tão forte a ponto de conduzir as partes ao auto-suicidio, como os homens-bomba dos fundamentalistas islâmicos. As partes se entregam voluntariamente porque assim se acomodam sob o guarda-chuva pseudo-protetor e pseudo-provedor do sistema e evitam a tortura sacrificante de exercitar o raciocínio, não precisam esforçar o cérebro na busca das soluções dos problemas. Mas assim se estacionam interrompendo sua evolução. E aqui cometem o segundo grande pecado contra o Universo, ou contra desconhecida fonte poderosa que emite as fôrças da entropia, da dissolução, ambas culminando na morte dos sistemas, e a qual dita a ultima sentença.

Existe uma tese de que o poder central estaria diretamente relacionada com “psicopatologismo”. Não sou versado o suficiente em psicologia moderna, não sei bem o que é isso, mas desde que estou descobrindo que a criação do poder central é uma ação que parte do povo, ou das “peças”, então o povo emite de sí uma ação psicopatológica, que me interessa identificar, saber qual sua origem, o seu porquê. A tese diz que alcança os tronos do poder quem é psicopata, ou que o poder transforma qualquer ser humano normal em um psicopata. Será mesmo? Se for, isto significa que o povo todo é psicopata, pois é êste quem cria o trono e o poder, o qual servirá como luva para abrigar o “psicopatismo”. E isto inclue eu e você… Será que somos todos psicopatas e não o sabíamos?

Êste tema merece um sacrificio, um esforço em sua elucidação, afinal todos nós queremos ser saudaveis, sem defeitos, incluindo os defeitos mentais invisiveis. Por isso, convido aos que submetam a êsse sacrificio para fazer-mos êsse trabalho.

Sugiro que iniciemos tentando traduzir para o português ao menos dois artigos relacionados à tese, pois enquanto traduzir é um ótimo método para captar tudo e aprender o que o texto transmite, estaremos evoluindo no nosso conhecimento de outro idioma.

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Website: Adask’s Laws

URL: http://adask.wordpress.com/2012/01/07/identifying-psychopaths/

Article: Identifying Psychopaths

“We hang petty thieves and appoint great ones to office.”

Nós prendemos os pequenos ladrões e elegemos os grandes para cargos do govêrno.

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The world seems to divide along the lines of predators and prey. Psychopaths and “normal” people.

O mundo parece dividido entre predadores e prêsas. Psicopatas e pessoas “normais”.

But the world is not so simple that we can easily separate the predators from the prey. It’s unfortunate, but

Mas o mundo não é tão simples que nós possamos separar os predadores das prêsas. É uma infelicidade, mas

the “normal” people seem to believe they need their own predators to protect them from other predators.

as pessoas normais parecem acreditar que elas necessitam seus próprios predadores para protegê-las de outros predadores.

We have military to protect us from foreign predators. We have police to protect us from domestic predators. But in the same sense that it takes a thief to catch a thief, it takes a predator to catch a predator, and a psychopath to catch a psychopath.

We celebrate our psychopaths with James Bond movies, political power, licenses to practice law, and great wealth. But we then claim to be shocked when when our celebrated psychopaths–or those seeking to emulate them–predate on us.

I suspect that every time we refuse to do our own fighting, we invite and encourage others to be or become psychopaths.

As a nation, we seem determined to invade other countries and engage in “endless war for endless peace”. But we abhor the draft and don’t intend to do any of the fighting ourselves. Insofar as we won’t do our own fighting, but pay others to fight in our stead, we shouldn’t be surprised if our mercenary military becomes increasingly “psychopathic”.

Americans want “law and order” but most don’t want to do the necessary fighting and killing ourselves. We hire a professional police force to do our dirty work, and we look the other way if our official psycho’s break the law to imprison the private psycho’s. The result is an increasingly psychotic police state.

We hire lawyers to do our fighting for us in court. We accept a legal system that relies on levels of knowledge beyond what an average man can easily acquire. In doing so, we reduce “average men” to the status of “prey”. Then we complain that the legal profession is dominated by psychopaths and our courts are corrupt.

We hire Bernie Madoff to invest and “fight for”our wealth. Then we complain that he was a crook.

I suspect that anyone can become psychopathic. I suspect that every time we refuse to do our own fighting, we become “prey” who bring out the psychopath in others. So long as we are willing to be victims, others may be compelled to become psychopaths.

It’s possible that the psychopaths secretly hate being psychopaths. If so, they might therefore hate the “prey” that invited them to become psychopathic and therefore treat their prey with added cruelty. For example, consider Adolph Hitler. Circumstances in Germany allowed and even encouraged Hitler to become a psychopath. Did Hitler therefore secretly hate Germany enough to seek to destroy it? Does the psychopath necessarily hate the family, community or nation that spawned him?

It could be argued that all of life is a series of trials and tribulations that tend to push many towards psychopathology. The fundamental challenge of life may be to see if each of us can “overcome” (in the biblical sense) and reject the impulse to emulate James Bond, Hannibal Lector, Bernie Madoff, and Dick Cheney.

In a society increasingly dominated by psychopaths, there may be only two results:

1) The “prey” overcome their fear and find enough courage to fight the psychopaths–in which case the psychopaths will may (gladly) retreat back into “normal” behavior. This notion is consistent with reports that some psychopaths want to be caught, they want to be stopped from doing harm or evil. Or,

2) The “prey” succumb to fear and the psychopaths continue to rage at and destroy the “prey” until the nation itself is destroyed–much like what happened to Nazi Germany. Perhaps, once the cowardly “prey” are all destroyed, the psychopaths can be freed from their compulsion to predate and do evil.

Here’s a video on psychopathology that makes clear that psychopaths are nowhere near as rare as movies about Hannibal Lector would have you believe. Psychopaths are common, can be found in all levels of society and may tend to predominate among the most powerful positions of government and corporations. This implies that psychopathology is not simply some sort of chemical or genetic aberration so much as an innate “option” that’s “built in” to every human psyche.

To some degree, society creates psychopathy with its passivity. Our fear feeds the psychopaths and makes them strong. By refusing to fight our own battles, we invite others to become psychopaths and consume us.

Look at our prison system about 97% of all inmates are there based on a “plea bargain”. They agreed and consented to go to prison for a moderate period of time to avoid a trial where they might be sentenced to an extreme amount of time. Motivated by fear of the courts, most convicts agreed to go to prison.

Think about that.

More, roughly 3% or 4% of those charged with crimes have enough courage to take their case to court. Admittedly, most of ‘em lose in court. But if just 10% of the people charged with crimes had enough courage to go to court, they would at least double and probably triple the prosecution burden placed on prosecutors and the courts. The “criminal justice system” would almost certainly fold under that load.

Now, think about that. The police state could probably be collapsed if just 10% of those indicted had enough courage to go to court. Conversely, our police state largely exists because 97% of Americans charged with crimes are so consumed by fear, that they will not risk fighting for their own innocence in court.

The same principle applies to traffic tickets. If just 10% of those ticketed went to court and on up on appeals, the whole traffic ticket racket would probably fold. Insofar as the police state is reflected in our traffic laws, the police state is based on the fact that 99% of Americans are too lazy or fearful to take their tickets to court.

We don’t have a police state because it’s being imposed upon us by a superior force. We have a police state because, as a people, we lack sufficient courage to fight. And I’m not talking about finding enough courage to shoot or bomb. I’m talking about enough courage to stand up and speak for yourself in court.

The implications are scary. We have become a nation of cowards who fear our own government. Based on our fear, the government has become despotic and psychopathic. We the People once created the “land of the free”. We the Cowards have more recently created the police state.

The lesson is as universal as fighting against a schoolyard bully. That bully is drawn by nature and circumstance to try out for the role of local psychopath. If you’ll fight him, he may abandon that role; if you fear him, he may embrace it. The same principle applies in our courts and police state. If you won’t fight, they will predate.

Our fear brings out the psychopath in others. But fear is inversely proportional to faith. Insofar as we have real faith in God, what do we have to fear? What do I care if I am killed in this life, if I have faith in the next?

Conversely, if I had no faith in God, this life would be all I know or believe in. The thought of losing this life or even suffering in this life would be terrifying to me. My terror, my fear would inspire and bring out the psychopath in others.

If so, the antidote to psychopathology must be real faith in God and the resulting personal courage. A faithless people are necessarily cowardly and will therefore spawn a psychopathic government. That pathology will continue until the nation either finds the faith and courage to fight its official psychopaths or it succumbs to self-destruction.

I am suggesting that most psychopaths are not “things in themselves”. I am suggesting that our lack of faith and resulting personal cowardice tends to cause and create psychopaths.

video

00:07:00

http://www.youtube.com/watch?v=nMG1qjpzNPg&feature=player_embedded

A lot of people ridicule religion for promising “pie in the sky, bye and bye” (your good behavior in this life will be rewarded in the next). But I’m beginning to see that a “churchfull” of “country-club Christians”–who believe in prosperity in this life–may be far more contemptible and even dangerous.

Those “pie-in-the-sky Christians” who believe in rewards in the next life, will necessarily have courage to actually fight in this life. That individual courage will tend to keep our psychopaths in check.

But those “country-club Christians” who implicitly measure their faith with their prosperity, should be scared of losing the car, house, and jobs that are hallmarks of that prosperity. In the “prosperity” church, how can you be a real Christian, if you’re poor? Doesn’t your material poverty mark your faith as defective or non-existent? Doesn’t greater wealth prove superior faith?

Insofar as the measure of each country-club Christian’s faith is found in his material possessions this life, I don’t see how that “Christian” can’t be dominated by fear of losing his earthly possessions. Insofar as the country-club, prospeirty “Christian” is subject to fear of loss in this life, that “Christian” is inspiring the psychopathology in others.

If this line of conjecture is correct, the “prosperity church” and its “country-club Christians” may be a significant cause for the rise of our “official” psychopaths.

This analysis makes some sense insofar as the rise of the modern police state and its “official” psychopaths coincides with the rise of the “religious right”. Doesn’t the “religious right” call for “law and order” and a “git tuff” attitude towards crime? Doesn’t the increased “law and order” and “git tuff” attitude seem inspired by fear of criminals (read, Blacks)?

Isn’t the religious right predisposed to blindly support our military invasions of just about any country at any time? Doesn’t “blind support” imply a fear of questioning whether a particular war is justified? Doesn’t blind support imply an underlying fear of de facto authority?

And why did the religious right support the invasion of Iraq? Wasn’t it because we were afraid of Saddam Hussein’s weapons of mass destruction (WMDs)? Those WMDs didn’t actually exist. But our fear of non-existent weapons drove us to support the unwarranted military invasion of a foreign country and the murder of several hundred thousand innocent Iraqis.

We decided to trust in our military rather than our God and therefore invaded Iraq. How’s that fear-based war working out?

Support for the Iraq War came from across the political spectrum–not just the religious right. And for the past decade or two, if someone charged me with being a member of the “religious right” I might squirm a little, but I probably wouldn’t object. It’s not my intent to “bash” the religious right.

Nevertheless, my concern with “country-club Christians” and the “prosperity Church” and their association with the “religious right” has been growing for some time. Insofar as those “institutions” are motivated by fear, they are at best a compromised or, at worst, false faith. Insofar as those expressions of religion are motivated by fear, they might be a fundamental cause for the rise of the police state, the rise of psychopathology in our our military, and the rise of “official” psychopaths in positions of governmental and corporate power.

I am suggesting that all of us need to look more closely at our own motives to discover whether we act out of fear or faith. Just because you go to a church, doesn’t mean that you’re acting out of faith. Each of us needs to learn to discern between those of our motives that are intended to serve God courageously and those which tend to serve ourselves (and/or “mammon”) fearfully.

If we would stop the police state and reduce the prevalence of psychopaths in our government and corporations, we must each first escape our own fears. To escape the psychopaths, we must first find real faith and the real courage it inspires.

If you want to identify a psychopath, look for any man or woman who enjoys inordinate success in a society that has little or no real faith.

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More on Psychopaths

09Jan

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Image by Adam Crowe via Flickr

In his article “How All Government Systematically Destroys Peace & Prosperity,” David A. McElroy observed that “positions of power attract psychopaths”. In other words, psychopaths are irresistibly drawn to those high positions in government and corporations. McElroy’s observation is certainly true.

But what I’ve suggested in my article “Identifying Psychopaths” is that “positions of power” don’t merely attract psychopaths, but inevitably create psychopaths. Put a decent man in a position of power, and see how long it takes him to become psychopathic. It’s been observed for centuries that if you want to test a man’s character, give him power and see if he can resist the impulse to degenerate into something bestial.

And what is a position of power? It’s evidence that a lot of people–subordinates and dependents–have consented to be led and controlled by some superior. A position of power exists when hundreds, thousands or millions of people not only surrender their power to some single “leader,” but also surrender their responsibilities to individually decide and choose what is best. A position of power exists in one man by virtue of many other people surrendering both their individual power and their individual responsibility to choose–and if necessary, fight.

• This isn’t news. Read 1 Samuel, Chapter 8. Israel (which had previously been under the law form of “judges” wherein everyone was equally subject to the law), wanted a “king”—a sovereign who would not be subject to the law. God expressly warned them (1 Sam. 8:9-18) that such a king would inevitably exploit them and lead them to national ruin. But the Israelites insisted (1 Sam. 8:19-20) that, “. . . we will have a king over us, that we also may be like other nations, and that our king may judge us, and go out before us and fight our battles.”

The Israelites refused their personal responsibility to judge others according to God’s law and they refused their personal responsibility to fight their own battles. They abandoned their lives as independents to become dependent on some king or government.

God gave the Israelites a series of kings. A few were pretty good; most were bad and possible psychopaths who led Israel to ruin and national destruction.

A nation composed of people willing to abandon their personal responsibilities to some “king” is a nation not merely headed for destruction, but is in fact headed for self-destruction.

• Barack Obama is nothing but a skinny, smooth talkin’ black guy–except that millions of people have surrendered their individual power and individual responsibility to him. In giving Obama our personal power and responsibilities, we have created conditions that predispose Obama to become a tyrant/psychopath.

Our Constitution is based on the idea of “separation of powers” to not only keep the individual branches of government (legislative, executive and judicial) separate and fighting among themselves, but also to prevent any branch–and especially, any individual–from gaining so much power that it or he becomes psychopathic. Insofar as Whee duh Peepul have allowed Congress to delegate more and more powers to the office of President, Whee have allowed and even caused our Presidents to become psychopaths.

If so, then it doesn’t make much difference who we elect to the Presidency. No matter what values any candidate may have had for all of his life, once he’s elected and receives all the powers of office, he’ll be subjected to temptations so far beyond a normal man’s ability to handle, that he’ll be driven to become psychopathic.

In essence, if the people won’t be personally responsible, why should their “king”/President?

• Think not? Shortly after his election, President Obama won the Nobel Peace Prize. In truth, he won that prize for being black rather than any efforts he’d made to secure peace.

Even so, how “peaceful” has Obama been since that award? Did he end the Iraqi war as quickly as he’d promised? When will Obama end the Afghan war? Didn’t Obama participate in (and perhaps cause) the invasion of Libya and indirectly participate in the murder of Col. Qaddafi? Isn’t Obama responsible for the alleged assassination of Osama bin Laden? Didn’t Obama and his staff watch that assassination on closed-circuit TV? Didn’t Obama sign a law that allows American citizens to “indefinitely detained” without warrant? Didn’t Obama sign a law that allow American citizens to be executed (assassinated) without benefit of judicial process?

I don’t know that Obama was ever truly drawn towards peace. But we can legitimately wonder if he’s been a psychopath all of his life, or if he became one since he entered the office–and powers–of the presidency. Have the incredible powers of the presidency driven Obama mad? Can any man be expected to embrace those powers without also degenerating into a psychopath?

I don’t think so.

• In A.D. 1887, John Emerich Edward Dalberg Acton (1834–1902)—an historian and moralist, who was otherwise known simply as Lord Acton–observed,

“Power tends to corrupt, and absolute power corrupts absolutely. Great men are almost always bad men.”

I doubt that the word “psychopath” existed in A.D. 1887, but I don’t doubt that Lord Acton would’ve agreed that the “corruption” he referred to would be synonymous with the psychopathy we observe today.

More, note that Lord Acton did not allege that “power” tends to attract those who are already “bad men”. He alleged that any man given sufficient power will almost certainly degenerate into the role of “bad man”. According to Lord Acton, the more power you give a man, the more corrupt (psychopathic) he becomes.

I agree.

Power does not simply attract psychopaths, it creates psychopaths. Insofar as “absolute power” is political, the resulting psychopathology will be expressed as tyranny, despotism, oppression and a police state. As our institutions become bigger and therefore more powerful, their CEO’s become more psychopathic. “Big” government is inevitably psychopathic government.

• Here, in The United States of America, we are supposed to have federal system of government wherein we had a relatively weak national government in Washington DC. We granted only “limited powers” to the federal government and reserved most powers to the States of the Union and to the People.

By giving the federal government only limited powers, we also limited the natural tendency for the federal government to become psychopathic. Figuratively speaking, we were supposed to have 50 “little” psychopaths (the governors over each State of the Union) rather than one “big” psychopath (the President over the whole nation). But over time we’ve stripped the little psychopaths and the States of their powers and increasingly concentrated those powers in Washington DC, and especially the President.

By refusing to take personal responsibility to understand and enforce our own Constitution, Whee duh Peepul have allowed and created an office of the Presidency that is sufficiently powerful to drive all who hold it mad. No, we don’t have a President who, like Howard Beal, is screaming “I’m mad as hell and I’m not gonna take it anymore!” Not yet. But you wait. If we keep surrendering our power and personal responsibilities to the President, the day will come when we’ll have a President as crazy as Caligula.

The concentration of national power in Washington DC is essentially driving our federal government and even our nation, mad.

• And what is the essential objective of the New World Order? To create a concentration of global power in Brussels, or some such. If it’s true that “all power corrupts, and absolute power corrupts absolutely,” then it necessarily follows that any world government will be the most corrupt, the most psychopathic off all. This conclusion is consistent with biblical “end times” prophecy that warns of the absolute tyranny, evil and psychopathy of a coming world government.

Solution?

if you would prevent tyranny and a police state, take back your personal power. Any fool can see that.

Power to the People! Yaaaayyyyyy!!!

Let’s all cheer “Power to the people!” There’s a slogan we can all agree to.

But that’s not the end of it. To avoid tyranny and a police state, we must not only take back our personal power, we must also take back our personal responsibilities. That means no welfare for the poor, no So-So Security for the middle class, and no subsidies for the rich.

Ooooo . . . that’s not so much fun, is it?

Let’s see if any politicians or political activist can cause Whee duh Peepul to chant “Responsibility to the People!” with the same enthusiasm as they chant “Power to the People!”

We all want power, but very few want or will even accept responsibility. In fact, I could make a good case the definition of “power” is the absence of personal responsibility. The more power you have, the less responsible you become. Given enough power, you can openly assassinate a man living in Pakistan, or use Monica Lewinsky as a humidor for your cigars.

It’s not love, it’s power that means “never having to say you’re sorry”.

• Every one of us who depends on government for our support, is fueling the police state.

If so, the African-Americans’ predicament is more complex than previously supposed. I.e., blacks complain bitterly about police oppression, but demand their welfare checks. They don’t understand that government welfare and government oppression are two sides of the same coin. You won’t have one without the other. Want welfare? Then welcome police oppression because the two are linked by your refusal to accept personal responsibility for your own life. Want to escape police oppression? Stop being a dependent. Become independent. Take personal responsibility for your life.

Blacks also complain about two standards of justice: one for the rich, another for the poor. I agree with that complaint. But I can also see that when one of the psychopaths we employ as police officers meets a rich man, he may subconsciously presume that rich guy to be independent and self-sufficient and therefore worthy of respect of deference. On the other hand, when that same cop encounters someone who appears impoverished, that cop will know that’s he’s probably dealing with a dependent, a man who surrendered his personal responsibility to take government “entitlements”. As such, that poor man has unwittingly supported the police state and implicitly invited police oppression.

• How ’bout women? Like many blacks, they don’t mind being dependents, but they object to being oppressed. If you’re a woman who thinks she should be “entitled” to shop til she drops, you’re headed for oppression. If you’re a “gold-digger” who believes she can find a rich man to give her a “free ride” you are headed for oppression. If you believe you’re entitled to the “maternal presumption” in divorce courts, you are headed for oppression.

None of this is news. The relationship between dependency and oppression has been seen for centuries. It would seem to be an attribute of the human psyche.

• What about the elderly? They are clearly dependent and often unable to provide for themselves. Yet, they are legitimately concerned that Obama-Care will ration health care in a way that allows or even causes the elderly to die. That seems unfair, doesn’t it?

But on the other hand, most of the elderly did willingly become dependent on big government, didn’t they? They abandoned their personal responsibility to provide for their own retirement, and instead gave power and responsibility to do so to government. Now, the government that the elderly empowered has grown so large that a police state is growing and the government has become sufficiently psychopathic to become remorseless, without empathy and therefore indifferent to the elderly’s demise.

• Children confront the struggle to gain power without having personal responsibility. ”You can’t tell me what to do!” shrieks the teenager. The parent responds, “Oh, yes, I can–so long as you’re living under my roof.” In other words, so long as the child takes support from, and is dependent upon, the parent, the parent can issue orders to, and even oppress, the child.

As parents, we intuitively understand the relationship between dependence and control. But we don’t dream that the same principle also applies between adults and their government. Insofar as we allow ourselves to become dependent upon the government’s carrots, we will also be subject to the government’s sticks.

The relationship between the abandonment of personal responsibility and the rise of a police state and psychopaths in government appears to be an unpleasant attribute of life in general or at least the human psyche.

• Blacks, women, the elderly and children all offer good opportunities to illustrate the relationship between surrendering personal responsibilty and fostering a police state.

But the same thing can be said for those of anyone on So-So Security. Face up to your personal responsibilities. Don’t bitch about the police state, so long as you’re cashing that SS check every month. When you abandoned your personal responsibility to save money for your own retirement, and instead trusted in and relied on Social Security, you cast your vote in favor of a police state just as surely as the Israelites voted for national destruction when they demanded to have a ‘king” who would “fight their battles” for them.

How ’bout you rich SOBs who complain about excessive government regulation while you continue to collect subsidies for your farm and business? You may say you’re just “working the system,” but the truth is that you vote in favor of all those regulations and a police state, every time you cash a government subsidy check.

• It occurs to me that even “deficit financing” may be conducive to psychopathy. If it’s true that a man foster psychopathy in others when he abandons his personal responsibility and powers to them, it may follow that the same is true for a nation. Insofar as our Congress refuses impose enough taxes now to provide for whatever “entitlements” they’ve promised to currently provide—and instead leaves the bill to future generations–that Congress has abandoned its responsibilities and powers to its creditors, predisposed its creditors to psychopathy, and accepted a banker-imposed “police state” on the nation.

Does that sound crazy? Look at Greece. They took all the money they could grab from other nations and creditors. Life seemed good. But, because the Greeks are now exposed as unable to repay their debts, they’re being forced to accept “austerity”. The Greeks rioted. They’ve violently refused to accept personal responsibility, but Greek police have slapped them down. So, is “austerity” merely a description of financial circumstances? Or is “austerity” code for a kind of police state?

Because the Greeks refuse to take personal responsibility and instead chose to rely on credit to fund their national “party,” they are now entering into a police state. Two sides. Same coin.

• If it’s true that deficit financing (credit) is conducive to official psychopathy and a police state, then it might follow that all credit is similarly conducive.

After all, what is credit other than an opportunity to escape the personal responsibility for having already earned and saved enough of your own money to buy whatever it is you want to purchase?

I see something on the internet that I want to buy now, but I don’t have enough money to do so. No matter, rather than being personally responsible for my own purchases, I can purchase with my credit card and let someone else (the credit card company) pay my bill.

But how many people succumbed to using credit cards in the last 20 years and wound up bankrupt?

How many bought a house on credit? It seemed like a good idea at the time. Everyone was doing it. How else can you get a house in this country?

But how many homes have been foreclosed because people were unable pay their debts. How many of those foreclosures were executed by the local sheriff’s department? Is the foreclosure process a manifestation of the police state? Does it follow that the use of credit (denial of personal responsibility) fosters the police state and government psychopathy?

Can it be said that the failure to accept personal responsibility for saving enough money to buy a house and instead relying on credit (a form or personal irresponsibility) was conducive to foreclosures and growth in the police state? I think it can.

• Can it also be said that the personal irresponsibility implicit in credit has been conducive to more psychopathy?

That argument would be a stretch, but consider this: Vacant homes deteriorate (or are looted) more rapidly than homes that are occupied.

Nevertheless, we have several hundred thousand foreclosed homes in this nation that are currently vacant. At a time when lots of people need a home, we have thousands of vacant homes that are rotting on their foundations. I’m not sure that we can say that’s evidence of psychopathy, but it’s surely evidence of some kind of insanity. We have people who need homes; we have lots of vacant homes; but the creditor who own those homes would rather see them rot than make them available at a price current buyers can afford. Could we say the creditors who own those homes are psychopaths?

Maybe.

The more I think about it, the more I suspect that the Bible’s observation that the “love of money is the root of all evil” might’ve been more accurately expressed as the “love of credit” (and the underlying desire to escape personal responsibility) is the “root of all evil” (psychopathy).

• The whole concept of “entitlements” is an obscenity. Not one of us is legitimately “entitled” to one dime that we haven’t personally earned. I don’t care if you’re taking welfare, So-So Security or subsidies from government, to the extent that you refuse to take personal responsibility for your own survival—to the extent that you are not living within your own means—you are abandoning your personal responsibility and your personal power. Insofar as you abandon your responsibility and power to another, you create the “positions of power” that create the psychopaths that run our police state.

Until Americans are ready to chant “Responsibility To The People!” with the same glee as they chant “Power to the People!,” this nation will continue to slide into a police state and foster more governmental psychopaths.

Anyone who argues in favor of big government is a fool or a satanist. The bigger government becomes, the more powerful it becomes. The more powerful it becomes, the more psychopathic it will be.

If you won’t accept personal responsibility to provide for yourself and live within your means, you will be personally oppressed. If you won’t accept personal responsibility for controlling your government, you will elect men who become psychopaths in office. The more you entrust government with your power and your responsibility for your life, the more you foster the police state and government psychopaths

Mulheres Brancas e Prêtas: O que Acontecerá se a Dominancia Social Mudar

quinta-feira, janeiro 12th, 2012

Muito curioso os vôos da lógica imaginativa humana quando alcançam a excelência, como no artigo indicado abaixo. As mulheres brancas nascem num estado social que jamais lhes passa pela cabeça refletir sôbre suas condições de vida num sistema social que é mera produção humana e portanto poderia ser diferente e poderá vir a ser diferente. Por outro lado mulheres prêtas (digo prêtas ao invés de negras porque escrevo nos EUA e aqui a palavra “negroe” é uma ofensa, apesar que no Brasil fica esquisito dizer “prêto”), devem sentir a tôdo momento os obstáculos oriundos de sua condição social, portanto as duas psicologias devem serem povoadas de pensamentos antagônicos entre si. O artigo surpreende pelo ineditismo nunca pensado antes e pelos detalhes revelados que nunca foram por nós percebidos. Mas principalmente interessa à Teoria da Matrix/DNA um trecho final onde se analiza o condicionamento mental coletivo pela cultura, a qual tem sido nosso objeto de estudo ultimamente. Como diz êste parágrafo:

“Como Gloria Steinem escreveu: “Resumindo, as características dos dominantes, quaisquer que sejam elas, serão consideradas serem melhores que as características dos dominados – e a lógica nada tem a fazer aqui.”

O que permanece universalmente evidente é que muitas justificações para o poder e o privilégio são sempre inerentes , sempre cientificas, e sempre permeiam a sociedade ao ponto de permanecerem profundamente fundidas dentro de nossa consci6encia coletiva. Até que alguém desafie-as”

Minha opinião: muito bem esta tal de Gloria Steinem! Quem ou que determina que é lógico achar que o nariz fino dos brancos é mais bonito que o nariz achatado dos negros? Para se decidir qual o melhor, devia ser enfatizado o ítem “utilidade”. Narizes são uteis para cheirar e absorver oxigênio na respiração. O sentido do “cheiro” e a respiração eram mais desenvolvidos nos nossos ancestrais, (alguem duvida que um macaco seja uma maquina mais saudavel e resistente que a humana?), os quais apresentam narizes achatados. Portanto o valor dado a essa caracteristica é puramente condicionado, nada tem de lógico, é mera questão da moda, a qual é criada intencionalmente pela cultura.

Copiei o texto aqui para ir traduzindo-o quando o tempo permitir, pois o exercício da tradução, alem de ser ótimo para melhorar nosso “inglês” é ótimo para se memorizar e refletir os detalhes. Se alguem quiser colaborar e enviar trechos traduzidos nos comentários, agradeço.

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Mulheres Brancas e Prêtas Trocando Status Social

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Website: SHADOW AND ACT

Artigo: What If Black Women Were White Women? (Things That Make You Go Hmm…)

Como Seria Se Mulheres Prêtas Fôssem Mulheres Brancas? ( Coisas que fazem você pensar…)

URL : http://www.shadowandact.com/?p=14378

By Tambay, on December 18th, 2009

Mas antes de continuar a tradução, permita-me êste parágrafo para registrar uma “idéia técnica da Matrix” que me surge agora. Tudo no mundo é determinado pela LUZ natural original que contem a fórmula da Matrix. E as coisas são projetadas da maneira como são pelo espectro com as sete varíaveis tipos de ondas da luz. Emitida pela fonte, inicialmente o primeiro tipo de onda é o mais vibratório, mais forte, mais luminoso, e portanto mais branco que negro. O ultimo tipo de onda, o sétimo, está tão enfraquecido que se fragmenta, perde a lumonisidade e se torna escuro. As raças humanas podem estarem representando êste espectro, portanto a raça qie apresenta mais caracteríticas semelhantes á onda inicial é a branca, e a onda final é a negra. Visto assim, se isto for verdade, a dominancia branca não é uma escolha humana, mas sim um determinismo natural. Porem, não me agrada que seja assim, pois não me agrada que a balança de privilégios penda para um lado sem que êste tenha culpa, pois é determinado antes do seu nascimento. E isto poderia reforçar as xenofobias racistas. As quais não seriam justificaveis: se não houver o sétimo tipo de onda as emissões da fonte paralizam e assim desaparece o primeiro tipo de onda. Usar êste mecanismo natural como justificativa para dominancia seria o mesmo que uma sociedadedesprezasse e escravizasse seus velhos. Mas esta idéia será continuada pois abriu-me uma nova porta de pesquisa muito interessante.)

Voltemos à tradução do artigo:

This is a few months old, but we didn’t catch it when it was initially making its way across the blogosphere; I thought it apropos to post now, partly influenced by several recent related posts and discussions we’ve had on this blog – notably my Bitch Is The New Black post.

The author, who calls herself simply AlienatiOn can be found HERE.

I don’t think the article needs much of a lead-in, given the above title. So read on, and feel free to share your thoughts in the comments section below… if you have any.

“If” Black Women Were White Women
August 23, 2009

In “If Men Could Menstruate,” Gloria Steinem makes the persuasive argument that “Whatever a ‘superior’ group has will be used to justify its superiority, and whatever an ‘inferior’ group has will be used to justify its plight.”

For too long the definition of racism has been a fight between white and black manhood or “who’s the bigger man”, so to speak. We’ve trivialized the existence of gender between both groups of men in favor for discussion of the “bigger issue”.

This has historically enabled white female supremacy—the most unchallenged form of white supremacy—to escape any critical thought.

What if suddenly, instantly, the power of white femininity were transferred to black women?

The answer is clear: Black women would represent value, purity; and based on their natural traits would be worthy of protection and instantly become the objects of universal desire. White women would represent the opposite.

“Beauty tar potion” would become globally popular to get the “black look.” “Dove” would be replaced with a black soap called “Raven” to help exfoliate the skin and bring out subtle hints of melanin.

White female features would be declared violent. Their “jagged” thin lips, “knife sharp” noses, and “harsh” jaw lines would be nature’s way of expressing why men have a natural preference for the soft features of black women. Soft lips, soft cheekbones, and soft, round noses would be proof of natural femininity. Full, pink lips and large, dark eyes would become associated with virginal black girls whose purity must not be compromised. Black female features would thus be said to represent youth.

Straight, blond hair would be considered “wild and unruly” because when the wind blew, it did not stay in place. Women with naturally straight hair would hide their “unruly” and “wild” stick-straight hair in public. The desire for “lightweight hair” that defied gravity would permanently end the use of blow dryers. Keeping one’s natural blond hair wild and straight would become indicative of a political statement.

The anti-aging properties of black female skin combined with soft, curvy bodies would be proof of the overall reproductive health of black women. Scientists would argue that black women were naturally preferred as long term mates and mothers because they were “healthier.” Men’s attraction to women is based on overall health and fertility, after all.

Suddenly, biracial women would be “in” because the hard features of white women wouldn’t prevent the fragile genes of “black beauty” from peeking through. Men would suddenly have the desire to date “ethnic,” non-black women since they would look “closer to black” than blond women—at least they wouldn’t look like white women.

Statistics would equate the fact that white women make up the majority with their “overpowering” and “strong” population. This would be proof that they could handle unsafe neighborhoods. The “strong culture” they would have created amongst themselves would enable them to withstand their lack of protection from predators and criminals. Statisticians would argue that men were attracted to black women innately because they made up a small percentage of the population. “We tend to value what is rare,” they might say.

Men would proclaim that white women deserve sexual objectification because “flat buttocks” allow for deeper penetration. In ghettos across America, men would stand on street corners and yell “Damn! You got a flat ass!” to remind white women of their sexual status in society.

Upper class women would be afraid that their “asses looked flat” since it would represent animalistic and sexual deviance, like white women. Black women’s buttocks, said to protrude farther from the body, would prove that their natural vulnerability made them “less equipped” to handle hardcore sex and rape like white women could.

“I need a strong white woman!” would become a popular “empowering” slogan for exploitative men who rationalized the emotional, financial, and sexual overburdening of white women.

Overweight white nannies would become the “acceptable white women” in popular culture as they do not pose a threat to black female superiority and privilege. Conventionally attractive white women would serve as a sexual threat to black women for single-handedly breaking down the beauty hierarchy.

Hip hop videos would feature men throwing money at “white bitches” bent over in front of the camera to showcase their white asses, eager for deep penetration. Entire songs would be devoted to hatred of “white gold digging bitches” who believed that they were entitled to the financial security in marriage to which black women were entitled. “Penetrable white asses” and “pale-faced hoes” would become the cash commodity for selling entire musical genres.

White women’s “hard” bodies would be deemed more “capable” of fighting off sexual attackers, while the soft curves of black female bodies would become worthy of police protection. White women, despite being at high risk of being victimized by violence and sexual crimes, would not “need” police protection.

Movies would feature black women as the main objects of men’s desire across racial lines while stereotypes of evil, bitter, and oversexed white women would further prove why men of all races simply did not prefer blonds. “We can’t help those to whom we’re attracted,” men would say. “Preference” would become an unconcealed acceptance of discrimination against white women. White women’s anger towards and sadness about the status quo would show their unreasonable jealousy of the innate superiority of black women.

Republicans would ban abortions to protect the virtue of pure, black motherhood and liberals would advocate increasing the number of abortion clinics in “low income” neighborhoods where white women would be the majority. Liberals would claim that white women had “culturally” approved of sexual objectification and were “safe enough” without outside help since they were warned not to touch “in-group issues” with a ten foot pole.

And so on and so forth.

The most important reality is that black feminists would eventually grow tired of being seen as innocent and vulnerable in patriarchy and would fight to erase the commodity of black femininity. “The innocent, submissive, and vulnerable representation of women is what puts us in danger. The rigid category of femininity has contributed to our oppression,” they might argue.

In the back of every black feminist movement we would hear the quiet and dignified pleas of radical white feminists. “But, we do not represent femininity. We are considered strong, incapable of feeling pain, and sexually deviant—but all this has done is increase our likelihood of being in danger. And aren’t we women too?”

As Gloria Steinem wrote, “In short, the characteristics of the powerful, whatever they may be, are thought to be better than the characteristics of the powerless – and logic has nothing to do with it.”

What remains universally evident is that the many justifications for power and privilege are always inherent, always scientific, and always permeate society to the point that they remain deeply buried within our collective consciousness.

Until someone challenges them.