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SENSACIONAIS EVIDÊNCIAS PARA A MATRIX/DNA THEORY: ESTRÊLAS PRODUZEM MOLÉCULAS DA VIDA NO INFRA-VERMELHO!

domingo, janeiro 15th, 2012

Discovery: Cosmic Dust Contains Organic Matter from Stars

Estrêlas Produzem Moléculas Orgânicas Complexas

Paper publicado na NATURE e artigo no SPACE.COM são excelentes evidências para três modêlos da Matrix/DNA Theory:

1) O modêlo cosmológico da formação das galáxias:
2) O modêlo da Luz como fórmula do Ciclo Vital;
3) O modêlo da origem dos sistemas biológicos.

O artigo vai copiado abaixo pois que estamos analizando-o ítem por ítem (pena que os grifos coloridos não saem nesta planilha do worldpress), e postando comentários seguindo cada item, mas antes apresentamos um breve resumo da versão da Matrix/DNA Theory:

Modêlo do Espectro da Luz pela Matrix/DNA:

O espectro da Luz é dividido em sete principais secções de oscilações ( a partir da fonte inicial temos as seçções gamma ray, X-ray, ultraviolet, visible, infrared, microwave e radio. A partir da fonte de emissão de uma onda de luz, o espectro representa um Ciclo Vital. Ciclo Vital é um processo natural que anima um corpo natural a se desenvolver por fases estalbelecidas. Quando a Natureza vai criar um novo tipo evolucionario de sistema natural ela aplica o ciclo vital a uma porção de massa constituida da ultima forma de sistema evoluido, por exemplo, uma massa de sistemas atômicos a nivel astronomico. assim esta massa torna-se um corpo, e sujeito ás transformações do ciclo vital ele muda suas formas, das quais extraímos sete formas principais. Com o ambiente contendo muitos dêstes corpos em todas suas formas, ocorre um processo de simbiose que atrai as formas sucessivas na sua ordem do ciclo vital, e estas formas se organizam como o novo sistema. Assim se formaram os sistemas galácticos e os sistemas vivos celulares. Na figura a seguir vemos como os ciclos vitais constituiram o sistema galáctico e o sistema familiar humano ideal composto por sete formas humanas diferentes entre si.

Ciclo Vital Humano e Astronomico

Ciclo Vital Humano e Astronomico

E na figura a seguir vemos como um processo de Ciclo Vital se torna na fórmula universal dos sistemas naturais:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

Como podemos ver no gráfico fda luz acima, a primeira secção de uma onda ou raio de luz ( gamma ray) representa a Função Sistêmica N.1, que é a função da gestação de um novo corpo vivo. A segunda secção, (X-ray), representa a Função N.2, que é a fase infantil de desenvolvimento do corpo, na forma de bebê. Quando chegamos à secção “infrared” encontramos a Função N. 5, que é a fase inicial da forma adulta, quando tem inicio a atividade reprodutora sexual. Enquanto o circuito sistêmico nasce em F1 e vai até F4 sem se dividir, é formado o lado esquerda da face da Matrix 9 (no sistema astronomico original é o circuito indo do buraco negro ao pulsar). Justamente entre F4 e F5 tem inicio a atividade sexual e a produção de F5 que representa a emissão do cromossoma masculino Y. Entre a F5 e F6 começa a formar o lado direito da face da Matrix, começa a fase ce adulrto no corpo humano, e começa a fase de estr6ela ( na forma de supernova) no corpo do astro sideral. Apesar de o fluxo sistêmico de informações, quando se encontra na forma de supernova, conter tôdas as informações do sistema, por estar no lado direito da face vai expressar mais dominantemente os 50% de informações desta meia-face entrópica, ou seja, das formas de adulto á forma de cadáver. Portanto, os fótons ejetados pelas estrêlas contem expressadas a metade ultima das informações suficientes para produzirem compostos moleculares organicos. Os quais devem ser emitidos dentro da faixa de onda que vai do infra-vermelho ao radio. Mas se estas informações sào emitidas dentro de cometas, os quais são produzidos na passagem do pulsar para a forma de supernova, que corresponde às funções F4 e F6, elas devem emitir o espectro correspondente a esta faixa, que é o infravermelho. Justamente como o encontrado pelos cientistas.

Vejamos o artigo na…

SPACE.COM
http://www.space.com/13401-cosmic-star-dust-complex-organic-compounds.html

Discovery: Cosmic Dust Contains Organic Matter from Stars

A new look at the interstellar dust permeating the universe has revealed hints of organic matter that could be created naturally by stars, scientists say.
Researchers at the University of Hong Kong observed stars at different evolutionary phases and found that they are able to produce complex organic compounds and eject them into space, filling the regions between stars. The compounds are so complex that their chemical structures resemble the makeup of coal and petroleum, the study’s lead author Sun Kwok, of the University of Hong Kong, said.
Such chemical complexity was thought to arise only from living organisms, but the results of the new study show that these organic compounds can be created in space even when no life forms are present.

Aqui está o problema. Na palavra “ life forms”. O modêlo cosmológico oficial e a Biologia não considera sistemas naturais como átomos e galáxias como sendo “vivos”, da maneira que o consideram o sistema natural celular. Enquanto isso o modêlo cosmológico da Matrix/DNA sugere que as propriedades vitais estão presentes em todos os sistemas naturais, sejam em suas formas mais primitivas quase irreconheciveis, sejam expressadas ou não. Se a Matrix/DNA estiver mais próxima da verdade, não faz sentido dizer que compostos orgânicos complexos sintetizados no espaço dentro de galáxias o são sem a presença de formas de vida.

In fact, such complex organics could be produced naturally by stars, and at an extremely rapid pace.
“What impressed me most is that complex organics are easily formed by stars, they are everywhere in our own galaxy and in other galaxies,” Kwok told SPACE.com in an email interview. “Nature is much more clever than we had imagined.”

VER ISTO:

The findings of the new study were published online today (Oct. 26) by the journal Nature.

Scanning the cosmos in infrared

Kwok and his colleague Yong Zhang, also of the University of Hong Kong, studied a set of well-known but mysterious infrared emissions found in stars, interstellar space and galaxies. These phenomena, which are collectively called Unidentified Infrared Emission (UIE) features, have been known for 30 years, but the exact source of the emissions has not been pinned down, and remains a broad assumption.
“In the astronomy community, it has been commonly assumed that the UIE features are emitted by [polycyclic aromatic hydrocarbon, or PAH] molecules, which are simple, purely aromatic, molecules made of carbon and hydrogen,” Kwok said. “Our paper suggests that the PAH hypothesis is not correct.” [Spectacular Photos of Nebulas in Deep Space]
Kwok and Zhang analyzed data from the European Space Agency’s Infrared Space Observatory and NASA’s Spitzer Space Telescope to show that the Unidentified Infrared Emission features are not emitted by PAH molecules because the emissions have chemical structures that are far more complex.
“I have been suspecting this for many years,” Kwok said. “Now we think we have the evidence.”
The researchers observed stars at different phases of stellar evolution — first low- to medium-mass stars, then stars in the protoplanetary nebula phase, which is a short-lived episode during a star’s rapid evolution, and finally stars in the planetary nebula phase, which is characterized by an expanding shell of ionized gas that is ejected by certain types of stars late in their life.
Kwok and his colleague found that characteristics of the Unidentified Infrared Emission features could not be detected in low- to medium-mass stars. But, the astronomers found that the emissions began to appear in stars in the protoplanetary nebula stage and grew stronger as the stars matured into the planetary nebula phase.

Isto significa que a produção dos fótons-genes vai aumentando com a idade adulta da estrêla.

“We therefore know that these organics are being made in the circumstellar stellar environment,” Kwok said.
More surprises
Another surprising thing they found was just how quickly stars were generating complex organic compounds and ejecting the dusty material into their surrounding environment.
“Since we know their dynamical and evolutionary ages of these objects (dynamical age is how fast the nebula will disperse, and evolutionary age is how fast the star is evolving), we can put constraints on the chemical time scales,” Kwok said. “Since the dynamical/evolution ages are of the order of thousands of years, the appearance of the spectral features suggests that the organic compounds are made on time scales shorter than thousands of years.”

Talvez a explicação seja a seguinte: os fotons-genes se aproveitam do estado maleável da matéria ainda sob altas temperaturas, antes de se tornarem rochas frias e duras. Afinal, o calor é um ótimo catalizador. Isto é o que sugere o modêlo da Matrix/DNA sôbre a emissão de cometas.

The researchers also studied emissions from exploding stars and found that these dynamic cosmic events produced dust even more rapidly.
“Their spectra changed from a pure gas spectrum to a dust spectrum on a matter of days or weeks,” Kwok said. “The sudden appearance of the features suggests that organic dust can be made extremely quickly.”
But, the findings throw a wrench into existing theories that posit that stars cannot produce such complex organic compounds in the near-vacuum environment of space.
“Theoretically, it is very difficult to understand because of the very low density of the circumstellar environment,” Kwok said. “But, observationally, there is no doubt as we see these spectral features appearing and changing on very short time scales. This means that these organic solids are condensing directly from the gas phase.”

É teóricamente impossível em relação ao modêlo teórico oficial, mas perfeitamente possível e obrigatório em relação ao modêlo cosmológico da Matrix/DNA. Eu não vejo como o quase-vácuo poderia prejudicar a formação destes compostos. as informações para fabrica-los sào os fótons-genes que estão dentro do astro. O astro emite porções de magamas vulcanicos para o espaço interestelar que esfria sua matéria, gerando algo como rochas. Os compostos sào resultantes da ação dos fotons-genes nestas rochas. O vácuo nada tem a fazer aqui.

Star dust and the early solar system
The scientists also found that the chemical structure of organic star dust is similar to complex organics found in meteorites. Since meteorites originate from space rocks that are remnants of the early solar system, the results of the study suggest that stars could have enriched the early solar system with organic compounds, Kwok said.
“It is quite possible that the organics in meteorites are remnants of star dust in the solar nebula,” he explained. “The star dust [was] ejected by nearby planetary nebula[s] and survived the journey across the galaxy.”

Plenamente de acôrdo com os modêlos da Matrix/DNA. But… life on Earth had three sources: 1) the radiation of fotons from stars; 2) the radiation from earth’s nucleus: and… 3) coming with meteorites resulting from comets disintegration that were ejected by pulsars and supernovas.

Early in the Earth’s formation history, the planet was pummeled in a shower of meteorites and comets during a period known as the Late Heavy Bombardment. Since the organic compounds in meteorites are similar to what was found in stellar dust, the results of this new study show that the barrage of meteorites that fell to Earth during the Late Heavy Bombardment could have carried organic star dust.
While it may be too soon to determine whether these organic compounds played a role in kick-starting the development of life on Earth, it certainly is a possibility, Kwok said. [Extremophiles: World’s Weirdest Life]
“If this is the case, life on Earth may have had an easier time getting started as these organics can serve as basic ingredients for life,” he said.
Further research in this area will be necessary, and Kwok intends to continue analyzing additional infrared observations to better pin down the chemical structure of organic star dust. He is also interested in studying more about how and why stars are able to produce complex organics as quickly as they seem to.
“Coal and kerogen are products of life and it took a long time for them to form,” Kwok said. “How do stars make such complicated organics under seemingly unfavorable conditions and [do] it so rapidly?”

Comentários que postei no artigo:

TheMatrixDNA14 hours ago

“While it may be too soon to determine whether these organic compounds played a role in kick-starting the development of life on Earth, it certainly is a possibility, Kwok said.”

This organic compounds produced by stars must be right-handed, a chiral molecule, not used for life. But a star emits right-handed photons-genes that, when they meet matter from comets and planets which emits left-handed photons-genes, could compose nucleotides.

Why infrared? Because these stars are on evolutionary stage that corresponds to universal systemic function between number 4 and 6. And any wave of light is a fundamental formula for Life’s Cycle, where infrared represents any body emitting sexually (mechanically or magnetically or biologically), its 50% of genetic information. Everything explained in the article Sensational Evidence for “ The Matrix/DNA Theory: Star Produces Molecules of Life in Infra-red! at http://theuniversalmatrix.com ( in Artigos-Portuguese)

This is a fantastic evidence for three models of Matrix/DNA Theory: a) the cosmological model; 2) the model of Light spectrum as Life’s Cycles, and 3) the model for origins of cell systems. Thanks Mr. Kwok and Zhang, we are very excited here, studying this good news.

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Comentário postado em:

Like a Physicist

http://likeaphysicist.wordpress.com/2011/10/27/poeira-cosmica-contem-materia-organica-criada-nas-estrelas/#comments

Poeira cósmica contém matéria orgânica criada nas estrelas

louismorelli
28/10/2011 às 21:30 | #1

Hei, Luciano,

Se te interessa outras interpretações, veja o artigo “SENSACIONAIS EVIDÊNCIAS PARA A MATRIX/DNA THEORY: ESTRÊLAS PRODUZEM MOLÉCULAS DA VIDA NO INFRA-VERMELHO!” em http://theuniversalmatrix.com , pois apreciamos a troca de informações com mentes progressistas.

Porque dizem que um sistema natural celular é vivo e um sistema natural galáctico não é vivo? Os compostos moleculares encontrados não estão sugerindo que não existe essa diferença?

Porque os compostos emitem infra-vermelho e não, por exemplo, raios gama? Talvez o modêlo da Luz pela Matrix/DNA, que previu isto a 30 anos atrás, e sugere que qualquer onda de luz é a fórmula fundamental que imprime Ciclo Vital aos corpos naturais esteja correta… principalmente quando o modêlo determina que compostos orgânicos emitam em infra-vermelho.

By the way… isto é alimento para o pensamento…

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Remote Control, Infrared, etc.:

Infrared é o raio elegendo como frequencia dominante a fase “espermatozóide” , jovem-adulto, influenciado pelo calor nos corpos num nivel acima da temperatura ideal humana. Muito importante tecnologicamente falando porque é aplicado na eletronica como contrôles remotos. Porque o infrared seria a fase do raio mais sensivel à temperatura, ao calor? Pode-se entende-lo através do diagrama da matrix. É a faixa do circuito sistemico ou ciclo vital entre F4 e F6, quando se apresenta a forma de pulsar e transformação em supernova. Deve ser a fase mais quente do sistema. Inclusive mais quente do que o interior do buraco negro. É o ponto em que um ciclo vital atinge sua maxima temperatura. Moleculas emitem ou absorvem infrared quando variam sua rotação (ver isto melhor).

FIM

Buracos Negros Pêgos Emitindo Esferas Incandescentes! Como Previsto na Matrix/DNA Theory!

domingo, janeiro 15th, 2012

Fui pêgo de surpresa com essa animadora e surpreendente noticia quando estou saindo para trabalhar, por isso copio o artigo para traduzi-lo e analiza-lo quando voltar. É pura confirmação dos modêlos da Matrix/DNA feitos a 30 anos atrás na selva amazônica, naquêle desenho azul que está em Home! E quero que me apontem alguma outra teoria que previu isto, mesmo que tenha sido um dia antes da foto ser obtida!

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TG – DAILY
http://www.tgdaily.com/space-features/50561-black-hole-emits-giant-jets

Black hole emits giant jets
Posted on July 8, 2010 – 06:31 by Staff writer

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Buraco Negro Emite Esfera Incandescente

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Please don’t snigger, but ESO and NASA astronomers have discovered a black hole blowing out an enormous bubble of hot gas.

The bubble, 1,000 light-years across, is being created by the most powerful pair of jets ever seen from a stellar black hole. The gas-blowing black hole, or microquasar, is located 12 million light-years away, in the outskirts of the spiral galaxy NGC 7793.

“We have been astonished by how much energy is injected into the gas by the black hole,” says lead author Manfred Pakull.

“This black hole is just a few solar masses, but is a real miniature version of the most powerful quasars and radio galaxies, which contain black holes with masses of a few million times that of the Sun.”

Black holes release huge amounts of energy when they swallow matter, and it had been thought that most of this emerged in the form of radiation. However, the new findings show that some black holes can release at least as much energy, and perhaps much more, in the form of collimated jets of fast moving particles.

The fast jets slam into the surrounding interstellar gas, heating it and triggering an expansion. The inflating bubble contains a mixture of hot gas and ultra-fast particles at different temperatures.

The astronomers discovered that the bubble of hot gas is inflating at a speed of almost one million kilometres per hour. From the size and expansion velocity of the bubble the astronomers have found that the jet activity must have been ongoing for at least 200 000 years.

“The length of the jets in NGC 7793 is amazing, compared to the size of the black hole from which they are launched,” says co-author Robert Soria. “If the black hole were shrunk to the size of a soccer ball, each jet would extend from the Earth to beyond the orbit of Pluto.”

Very powerful jets have been seen from supermassive black holes, but were thought to be less frequent in the smaller microquasar variety. The new discovery suggests that many may simply have gone unnoticed.

The report appears in Nature.