Archive for fevereiro, 2012

Singularidade Tecnológica/Admirável Mundo Novo/Reprodução de LUCA: Ameaças à Humanidade?

domingo, fevereiro 26th, 2012

(obs: penso que tenho outros artigos em andamento nêste tema: fazer checagem)

Wikipedia: “Technological singularity refers to the hypothetical future emergence of greater-than-human intelligence through technological means. Since the capabilities of such intelligence would be difficult for an unaided human mind to comprehend, the occurrence of a technological singularity is seen as an intellectual event horizon, beyond which events cannot be predicted or understood.”

Matrix/DNA: Estamos realmente ameaçados disso acontecer de novo. Já aconteceu a 10 bilhões de anos atrás quando a consciência (o software) na matéria ainda dormia na forma de mórula e a matéria (o hardware) seguiu sua tendencia ao eterno equilibrio termodinamico sob alta fricção vibratória, a qual foi o protótipo eletro/magnético/mecanico do orgasmo sexual. Naquela época a evolução chegou ao teu tôpo na forma da galáxia, mas esta se tornou um sistema fechado em si mesmo, auto-reciclavel, fechando ás portas à evolução. Nossos antigos antepassados receberam flashes mentais vindo do DNA das imagens daquela época e inventaram a fábula real de Adão e Eva no Paraiso. Mas foi essa mesma galáxia , nêste estado super-egoísta material que gerou a “vida biológica” , aqui, após sua queda pela entropia. Esta galáxia com “ideologia” material está encriptada em nosso DNA e é ela quem criou e modela a biosfera terrestre. Em que direção? Ora, na direção de reproduzi-la. O hardware domina o software para que êste não mais lhe encha o saco exigindo trabalho na busca de informação, enquanto o software se perde sob um bombardeio de informação colapsando-se em si mesmo. A Humanidade torna-se a rainha da colmeia, a “Big Mother” da biosfera, mas ela mesma uma escrava estupida como o é a rainha das abelhas. Nosso ambiente se torna super-automatizado de maneira que nenhum especialista pode acompanhar o avanço em sua área, muito menos alguem teria capacidade para entender, compreender e administrar tudo. Desta maneira a inteligencia humana se subjuga e o corpo fisico guiado pelos instintos vindo das fôrças da matéria se acomoda porque o ambiente funciona como um paraíso, farto e pleno de atrações… e assim seria para tôda eternidade – se não houvesse a entropia dos sistemas. A Humanidade torna-se apenas mais uma mera peça de uma máquina montada pela biosfera planetaria, uma peça importante, porem não mais que uma estúpida e inerte peça. Isto não é brincadeira. Já aconteceu antes, se temos algum protetor como um possível “Deus”, ou algum anjo da guarda, êle não nos protegeu dêste terrível destino da outra vêz, portanto ninguem vai nos proteger agora. É uma terrïvel ameaça, o encarceramento da mente humana como prisioneira algemada dentro do escuro subterrãneo da cabeça humana. No paraíso ao nosso ancestral estava determinada a ignorancia eterna sendo-lhe impedido a busca do conhecimento. Na Terra estamos indo pelo mesmo caminho, apenas com a hipótese de que quem irá nos suceder na evolução será a inteligencia artificial. Isto pode acontecer novamente, se ficar-mos dormindo de novo.

Wikipedia: “Proponents of the singularity typically state that an “intelligence explosion”, is a key factor of the Singularity where superintelligences design successive generations of increasingly powerful minds.”

Matrix/DNA: ” Isto já se torna confuso para mim. Penso que a idéoa aqui é que a inteligencia biológica pode criar uma inteligencia artificial e sair da cena da evolução. Esta seria continuada pela inteligencia artificial que se reproduziria sempre mais complexa. Mas pergunto: “Na primeira frase da Wikipedia acho que está claro a idéia de que a inteligencia humana sofre um colapso. Para que agora vamos continuar a elocubração mental pensando no que vai acontecer depois? Questionar se uma inteligencia artificial pode adquirir autonomia própria, querer evoluir e dominar, etc? Nós já estaríamos acabados ecomo personalidades, só restaria nossos corpos como escravos e nossa mente entorpecida, aprisionada. Acho que o que temos a fazer agora, uma vez constatada a possibilidade da ameaça se concretizar, é concentrar-mo-nos no que está ocorrendo e lutar para evitar que nosso colapso aconteça. Ao menos é o que eu, dentro da Matrix/DNA estou tentando fazer agora: captar qualquer indicio da ameaça, analiza-la, denuncia-la, como é o caso dos efeitos da tecnologia, dos video-games na mente das crianças, do curioso efeito de Stephen Hawkins ter gerado uma cosmovisão de um Universo que imita exatamente a máquina sob a qual êle está conectado devido sua doença, etc..

Wikipedia: ” This hypothesized process of intelligent self-modification might occur very quickly, and might not stop until the agent’s cognitive abilities greatly surpass that of any human. The term “intelligence explosion” is therefore sometimes used to refer to this scenario. The term was coined by science fiction writer Vernor Vinge, who argues that artificial intelligence, human biological enhancement or brain-computer interfaces could be possible causes of the singularity. The concept is popularized by futurists like Ray Kurzweil and it is expected by proponents to occur sometime in the 21st century, although estimates do vary.”

Matrix/DNA: ” Nossos modêlos tambem estão sugerindo o mesmo, apesar de ter vindo de direção tão diferente. É nêste autor famoso de vários livros atualizados, Ray Kurzweil, que PZ Mayers se concentrou, escreveu im artigo no seu website, o qual gerou um debate nos “comentários” que já daria um bom volume e uma oncrivel agradável fonte para nossos raciocinios. E por aqui vamos continuar por ora esta nossa pesquisa.

Religiões: Assuntos Relacionados à Teoria da Matrix/DNA

sábado, fevereiro 25th, 2012

1) Artigo Sôbre os Maleficios das Religiões:

Sobre pastores e astrólogos
Por Ulisses Capozzoli em 15/08/2011 na edição 655

Sobre pastores e astrólogos

Conspiração dos Genes Para Não Existir Mais Homens. E a Matrix/DNA Explica a Ameaça e Tem a Solução

quarta-feira, fevereiro 22nd, 2012

Artigo de hoje na:

BBC NEWS SCIENCE-ENVIRONMENT

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-17127617

Título: Male Y chromosome extinction theory challenged

Teoria da Extinção do Cromossomo Masculino Desafiada

By Neil Bowdler – 22 February 2012 Last updated at 13:39 ET

Esta teoria é baseada num fenômeno constatado cientificamente – está havendo uma diminuição, um decaimento gradual dos genes que ativam a masculinidade. E isto sugere que os hoemens vão desaparecer, ficando apenas mulheres a reproduzirem-se meióticamente. Os modêlos da Matrix/DNA previram a 30 anos atrás que isto deveria ocorrer se LUCA, o Last Universal Common Ancestor ainda tiver fôrça suficiente em nossa carga genética para continuar a comandar nossa evolução dirigida a reproduzi-lo. Basta olhar a fórmula da Matrix: o pulsar que é o elemento masculino do sistema teria a função de “abrir” o sistema, atirando seus cometas-espermatozóides para o espaço sideral para fecundar qualquer fêmea que passasse pelos seus caminhos. Esta a ordem imperativa que vem dos genes para o macho: atacar tôda fêmea, espalhar sua semente onde for possível. Tôda esta crença social de que o homem humano correto é aquêle que copula apenas com uma mulher sacramentado pelo casamento é anti-natural, é uma imposição sexual feminina dominada instintivamente pela rainha-mãe buraco negro que era a imperadora dentro do corpo de LUCA. Os sacerdotes das religiões e as elites economicas de machos gostaram da idéia e aprovaram-na porque ela é a causa que condiciona 90% dos homens a serem hoje escravos voluintários. Assim os sacerdotes homens e os homens ricos escapam do trabalho duro. O sistema Luca foi muito facilmente reproduzido nos seres vivos inferiores como formigas, abelhas, etc., porque a carga genética vinda de Luca – cujo corpo era/ou ainda é um sistema matriarcal – dominava totalmente os cérebros de insetos. Em colmeias e formigueiros existe uma rainha e que apenas ela se reproduz de forma direta, enquanto os machos são reproduzidos por ovos largados fora apenas lhes são permitido existir como escravos para servir a rainha, mesmo os que são soldados. Mas no corpo de Luca o pulsar tem que obedecer uma ordem: dirigir seus cometas-espermatozóides para dentro do sistema e na direção da fêmea que se aloja no nucleo. Porque o sistema é fechado em si mesmo, dêle nada sai. No “paraíso” quem dominava era Eva, até mesmo ela tinha mais costelas que Adão e de fato: o “tronco” do corpo humano é um fractal-matrix assim como a galáxia já o era, e as costelas humanas são materializações na Terra dos aros do vórtice galáctico. E como vimos no capítulo “A Origem Celeste dos Cromossomas X e Y”, o cromossoma Y, a quem podemos chamar de Adão, expressava-se menos que o X. Tudo isto indica que Luca vem, desde as bactérias até os corpos humanos, se reproduzindo sutilmente, passo a passo, fielmente. Essa irremediavel tendencia feminina de se interiorizar ao ponto de fechar-se egoisticamente como sistema é um pecado que já a derrubou do céu uma vez e a postou-se a rastejar na Terra com as dores do parto e mais fraca que o homem, etc. Mas ela não aprende, ela continua a querer o mesmo destino e como humana ela quer tudo o que pode leva-la ao mesmo destino: quer casar e se assentar no lar doméstico que seja o mais próximo possível de um grande palácio tendo seus rebentos planetinhas, digo, filhos orbitando, brincando à sua volta e quanto ao macho lhe é permitido dar alguma vazão à sua tendencia extrovertida, êle pode sair de casa e andar caçando pelas redondezas, como o pulsar pode vagar nas periferias do sistema, mas na hora do sexo ela não admite dividi-lo com nenhuma outra. Tôdas estas fôrças reunidas vão acabar com a existência da bipolaridade evolutiva, da fôrça oposta polar do macho, quando o processo da reprodução estiver finalizando e o macho não for mais necessario para proteger o sistema porque o sistema se fechou completamente. Então o casamento não será mais necessário para o feminino e quanto aos homens, se forem mantidos alguns, serão solteiros, como os mamelucos castrados obreiros no formigueiro ou como os soldados zangões das abelhas que após a cópula caem mortos. Se a mulher humana acordasse e entendesse isto, ela procuraria o mais depressa possível rever e mudar os seus valores. Mas veja bem, não se quer dizer com isto que o homem é santo, correto, etc. Êle tem a outra tendencia pecaminosa que é de se extrovertir tanto que se dominar o sistema êle se destrói e destrói o sistema, pois se fragmenta como guerreiro e aventureio a vagar no espaço sem fim. Os dois são 50% errados e 50% certos. Não pode haver dominio de uma tendencia encima da recessão da outra. tem que haver equilibrio. A sabedoria vai se afirmar quando juntarem os 50% certo de um com os 50% certo do outro. Aí acontecerá a transcendencia da forma, a Humanidade mesma deixará de esxitir, uma forma mais energética e mentalizada virá em seu lugar. Emquanto isso não acontecer vamos indo de queda em queda até aprender. O Universo não tem pressa. Não sou eu quem está dizendo isto. Apenas estou lendo os mapas, os modêlos da Matrix/DNA. Talvez minhas interpretações do mapa estejam erradas.

Então é fato cientifico que está ocorrendo a redução gradual dos genes masculinos e a explicação da Matrix/DNA é que a biosfera terrestre tende a evoluir no sentido de reproduzir a forma e o estado do sistema que a criou e dentro do qual ela existe: êste sistema astronomico que nos rodeia e da qual nosso planeta é apenas uma peça. Mas como descrevemos nos modêlos, o sistema astronomico é o mais avançado passo possível à Natureza Universal em sua meta de se estabelecer como perfeito e fechado sistema termodinâmico sob frenético frenesi vibracional energético. É um sistema de uma engenharia extraordinária na sua simplicidade economica e funcionamento visando sua perpetuação eterna, como descrevem os modêlos. E a criação/produção de sistemas biológicos na Terra ou em qualquer outro astro com iguais condições, foi apenas uma passo evolutivo com severa mutação devido ao sistema ter sido atacado pela Lei de Clausius, com sua fôrça que é medida pela entropia, a lei universal da degeneração e morte dos sistemas… errados. A fórmula do sistema astronomico errado continua existindo encriptada no DNA de todos os seres vivos e essa mesma fórmula modela, dirige, a evolução do meio-ambiente, sendo que nossa dedução para o que será o futuro, é a da máquina que funciona como o relógio newtoniano reproduzida na Terra, conduzindo a Humanidade a ser meramente mais uma peça robótica dessa engrenagem. Mas isto apenas acontecerá se essa força continuar a operar dentre nós e a ela nos submeter-mos como os insetos fizeram. Porem, não somos insetos. Temos uma mente desperta, uma inteligência. A qual já conseguiu descobrir e desmascarar a face negra da Matrix, dominando êste nosso mundo. A “fôrça negra” pode se apoderar da sua biosfera e até mesmo do nosso corpo, alojando tudo no Admiravel Mundo Novo, porem, acontecerá algo com que ela não contava: manteremos a nossa auto-consciência livre e soberana, sutil e sorrateiramente pondo nossos corpos em naves espaciais e saindo para nosso crescimento e engrandecimento na aventura cósmica. A homens e mulheres a serpente não enganará mais, não haverá outra queda. Porque aposto nisso? Porque apenas com êsse nosso cerebrosinho já desbravamos e desvendamos o que existiu no tempo passado a 13,7 bilhões de anos e o que existe no espaço a milhares de quilômetros luz! Porque a milhares de anos, gerações após gerações, tôdas tem se empenhado com vigor na busca do conhecimento e nossa geração continua fazendo-o. E pela lógica o Universo deve estar conspirando para ajudar a quem se ajuda.

Formas de vida inferiores já sacramentaram êsse destino determinado pela máquina celeste, porque não possuem intelecto e força para evita-lo: as sociedades das abelhas, das formigas, etc. Imitam, reproduzem , exatamente, a máquina celeste, como descrevo em outro artigo aqui. E estas sociedades são matriarcais, onde dominam uma rainha, sendo que o elemento masculino apenas resiste porque as abelhas não estão no espaço sideral portanto não conseguem reproduzir o aspecto perfeito de sistema fechado, é preciso escravos para abastecer o sistema de energia. E porque matriarcal? Porque o elemento feminino é expressado como dominante e o masculino como recessivo nestas sociedades primitivas?

Porque os insetos estão, cronológicamente, bem mais próximos das origens da vida que os humanos. A carga genética que vem do espaço através das radiações terrestres e solares é ainda muito forte, dirigindo o modêlo social a reproduzir o emissor. E na galáxia, que é hermafrodita como o foi a primeira célula viva que ela gerou, reina absoluta a peça, ou parte, ou ainda órgão, do sistema que executa as funções femininas, enquanto a peça que executa as funções masculinas está dominada. Isto é claramente observado nos modêlos.

Apresentamos o modêlo de como e porque existem cromossomas X e Y. O que eram como eram (ou como são ainda) no espaço sideral, no ultimo ancestral comum a todos os seres vivos (LUCA). Observe a figura abaixo:
xxx

Matrix/DNA: Origem Astronomica dos Cromossomas Sexuais


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O cromossoma feminino veio do circuito esférico total do sistema, enquanto o masculino veio apenas da metade esquerda. Portanto o feminino contem “tôdas” as informações do sistema e são expressadas, enquanto o masculino (apesar de tambem conter tôdas as informações do sistema pois êle recebe o que vem na ponta do fluxo da direita), mantem metade das informações em estado recessivo e só expressa a metade da face esquerda. Se a Natureza Universal tivesse, a partir da nebulosa de átomos a 10 bilhões de anos atrás, seguido as leis normais da Evolução, nunca teria existido galaxias como são hoje, povoada de canibais buracos-negros, pois a forte e irresistivel tendência do elemento feminino em constituir-se como sistema fechado e acomodada dentro de um casulo nuclear auto-suficiente seria contrabalançada pela irresistível tendência do elemento masculino em exteriorizar-se para novos espaços e experiencias até dissolver-se totalmente. Êste equilibrio de balanços de fôrças teria mantido a infraestrutura celeste como sistema aberto à continuidade da Evolução. Mas a Ciência Humana já constatou que a matéria, ao menos por aqui, tem a tendencia à inércia sob equilibrio termodinamico e essa tendencia prevaleceu na nebulosa de átomos e dirigiu a evolução a partir dela. Foi necessário ao Universo, ou seja lá quem estiver por trás dêle, acionar a Lei de Clausius, a segunda lei da termodinamica, cujo derenrolar é medido pela entropia. O ataque da entropia levou o sistema celeste à sua queda e fêz com que seus descendentes, na forma de célula viva, caísse a se arrastarem nas superficies de astros em busca do alimento com o seu suor e sob a lei da degeneração e morte.

O nosso grande problema agora é que essa tendencia funesta está em nossa carga genética e está indo a repetir o mesmo fatal pecado. Êste o desespêro que me atacou na selva e me fêz a contragôsto voltar à civilização para discutir o tema com outros humanos e ver o que podemos fazer para evitar às nossas futuras gerações êsse terrível destino. Nós temos uma chance. Pois acontece que na sua estratégia de reprodução, os fótons-genes semi-vivos que estão vindo da galáxia não contavam com uma inesperada mutação que ocorreu no cérebro dos primatas, a qual abriu as portas para a emergencia da auto-consciência. Nosso intelecto é forte, êle pode superar as fôrças da matéria que reinam em nossos corpos e que ditam nossos impulsos e instintos. Mas para isso precisamos nos unir e lutar, em nome da liberdade dos nossos futuros herdeiros!

A Natureza aqui na Terra está nos conduzindo ao Admiravel Mundo Novo, a bela e proféticamente genial utopia descrita por Aldous Huxley. Não somos nós os criadores dessa tecnologia mecanizada, a natureza já faz tudo isso no céu, nós apenas temos sido guiados a imita-la. ACONTECE QUE EXISTEM MILHÕES DE POSSIBILIDADES DIFERENTES E UMA QUASE TOTAL GAMA DE DADOS E FENÔMENOS AINDA POR SEREM DESCOBERTOS, MAS A NATUREZA (SOB A PREDOMINANCIA DE SUA MEIA-FACE COMO SISTEMA FECHADO), SELECIONA OS DADOS QUE A ELA APENAS INTERESSA NOS MOSTRAR. FOI ISSO QUE CONCLUÍ AO VER TANTAS INFORMAÇÕES NA SELVA AINDA VIRGEM E BRUTA QUE NÃO ESTÃO SENDO TRANSFORMADAS EM TECNOLOGIA MAS AS QUAIS TEM TUDO PARA REALMENTE CONDUZIR A HUMANIDADE A UM CAMINHO MAIS FELIZ E LIVRE DO QUE O QUE ESTAMOS VIVENDO. Seis e meio bilhões de seres humanos vivendo a maior parte do dia como escravos arrolados numa engrenagem produtiva rotineira e imbecilizante, como zumbis perambulando entre monumentos de ferro e concreto! Ísso é desumano! Se conhecessemos os mecanismos e processos naturais da outra metade da face da Matrix, os quais estão na selva e aqui à nossa disposição, derrubaríamos tôdas estas cidades, todos estes tipos de contruções, descobririamos outras formas de sistema social, nenhum ser humano seria escravo, todos os cérebros humanos sendo livres e ajudados a se desenvolverem para que desenvolvam a gestação dessa auto-consciência ainda nasciturna. O método cientifico sistêmico que têve um timido começo com gênios como Lynn Margullis, Fritjof Capra, etc., foi sistematizado num corpo teórico por Bertallanfy, mas foi aí desviado para a robótica, a cibernética, por Wiener e outros, precisa ser ressuscitado como estamos fazendo com a Matrix/DNA, apresentando pela primeira vez um real e valioso calculo da anatomia de um sistema natural perfeito, e este novo pensamento nos conduzirá ao conhecimento da outra metade de mecanismos e processos naturais, a uma nova super-ciência e à nossa revolução.

O Admirável Mundo Novo está entrando em nosso ser sem que o percebamos, e pior, a êle se aduz outra genial utopia profética que foi a obra de George Orwell em “O Grande Irmão”. O único equivoco de Orwell foi que, ao invés do grande irmão, as forças naturais estão nos conduzindo à Big Queen Mother, à “Grande Rainha”, como nas sociedades das abelhas, das formigas, e da própria galáxia.

O debate dêste artigo sôbre se o destino da inexistência do elemento masculino na Humanidade se confirmará ou não e quando poderá ocorrer, está plenamente correto, tem sua razão de ser. Faz parte da estratégia instintiva dos genes. Esta tem por meta, primeiro enfraquecer o representante biológico masculino inibindo a expressão de seus genes. Mas que não se preocupem nêsse sentido, a masculinidade nunca seria extinta, como não o foi nas sociedades dos insetos. Apenas inicia-se com um enfraquecimento para ser possivel dominar e escravisar, e a partir daí se mantem o escravo porque é util á sobrevivência do sistema. Seis e meio bilhão de humanos já podem testemhunhar isso mesmo hoje.

Mas existe um outro fundamental aspecto da Natureza que pode e deverá evitar a repetição do êrro histórico. Essa fôrça material apoderada pelos genes e emitida do meio-ambiente é a fôrça da matéria simplesmente, no seu aspecto de “hardware” do Universo. Ora, como bem estão gritando nossos modêlos aos quatro cantos do mundo, dentro e no meio dêsse hardware existe tambem um “software”. Êle estava como potencial latente na nebulosa de átomos, dormia na galaxia, começou a acordar na célula viva e finalmente está a despertar como um bebê no ser humano. Já temos sua fotografia, o desenho de sua fisiologia, na figura da fórmula da Matrix/DNA. E tudo indica, e assim esperamos que seja com tôdas nossas fôrças, que o software é fôrça do sistema aberto, a contraparte da fôrça material de tendencia a se constituir como sistema fechado. Para a salvação das próprias mulheres (acho que seria terrivel um destino de abelha rainha sem futuro que na verdade é outra forma de escravidão, e sem outra alternativa a não ser esperar as mudanças naturais e a terrível queda novamente), o software deve ser o antïdoto, uma força universal sempre com a tendencia de abrir os sitemas e se lançar ao desconhecido explorando novas possibilidades da evolução. Um antídoto que, se administrado em demasia, se não contido pela força material e feminina, tambem pode ser um grande êrro fatal.

A história da evolução de nossos computadores bem pode ser uma imitação da História Natural. E seria lógico, pois a mente criança ainda humana nada cria, apenas tem copiado da Natureza, inclusive seu aspecto computacional. E nesta história dos computadores podemos observar que os softwares tem evoluido na imaginação humana e forçado a mudança, a evolução dos hardwares.

A natureza-hardware é uma fôrça cega como qualquer animal que ela criou. A ela apenas interessa establizar sua matéria, seu corpo, num frenético excitado sistema termodinamico sob equilibrio eterno. Sutilmente, lentamente, gradualmente, sem que o percebamos pelos nossos próprios olhos, ela está nos conduzindo como corpos materiais, partes dela, a êsse mesmo destino. Um Paraiso terrestre ajardinado imitando o Eden, que por coincidencia ou não, tem na sua forma de circuito sistêmico a forma da serpente engolindo a própria cauda. Ali estão fluindo os ancestrais celestes dos machos e fêmeas que bem poderiam ser denominados de Adão e Eva. O sistema é ainda na forma de uma maçã, mas nunca deveríamos comer dessa maçã, pois ela representa a fórmula natural de sistema fechado em suii mesmo, a suprema expressão do supremo egoísmo, cortando relações com o mundo externo e fechando as portas à evolução, ameaçando o Universo de se estagnar numa forma fisica imbecil provisória. Êsse aspecto de supremo egoísmo seria como um pecado original, antes de nsoss origens humanas e foi muito bem dectetado em nossa carga genética por Dawkins na sua estupenda obra denominada “O Gene Egoísta”. Mas o império do céu têve sua “Queda”. Os circuitos masculinos e femininos hoje na forma de nossos cromossomas caíram na Terra e se rastejam como sistemas abertos carregando aquêle demonio dentro de si, o êrro da tendencia a retornar ao super-egoismo individualista.

Mas á natureza-hardware se levanta aqui, dentro de sete bilhões de cabeças humanas, a natureza-software. Se esperneia ainda nos estertores do nascimento num mundo ainda dominado pela sua contra-face. Apesar de ainda não ter sequer aberto seus olhos próprios, ela já viu o gene e desmascarou sua estratégia, ela já viu o algoz no céu e mostra seu retrato. Ela já percebeu a estratégia de seu eterno adversário e lançou os alertas através de suas porções nas cabeças de Huxley e Orwell. Tudo isso me deixa animado, nós vamos vencer esta, nós não vamos novamente a uma queda terrível. Nossos herdeiros vão cantar nosso suscesso ao invés de chorarem nossos fracassos. Nós vamos, e tenho certeza, o Universo conspira a nosso favor. Podem surrupiar devagarinho os genes masculinos, porque antes que êles terminem – e nós temos ainda talvez 100.000 anos – terá havido um novo salto evolutivo, a auto-consciência se tornará criança, jovem, adulta e sábia, ao ponto de inutilizar tôda essa estratégia macabra dos genes da galaxia. Mas é claro: a estratégia dêles já está avançada, esta geração está por demais se robotizando sob a tecnologia, os movimentos feministas que foram necessarios estão extrapolando e a personalidade feminina está se estabelecendo como dominante final, o clima terrestre está mudando, são vários fatôres nos aconselhando a tomar-mos providências urgentes, nos unir-mos, conversar-mos, discutir idéias e planos de ação. Não é hora de ser-mos exclusivamente hardware atendendo os reclames da matéria em nossos corpos, não é hora para ser feminista nem machista, não é hora para debater ideologiais e religiões, é hora de se concentrar nos fenômenos naturais, arrancar da natureza seus segredos, aprender seus mecanismos e processos, para formatar o poder que a auto-consciência vai necessitar, e para isso existe apenas um método: as Ciências! O método cientifico reducionista unido ao método cientifico sistêmico!Ciência: esta deveria ser a maior celebridade do ser humano responsável e consciente.

Fundamentos Psicológicos nas Bases do Capitalismo e Socialismo

segunda-feira, fevereiro 20th, 2012

Baseado no artigo:

Forget the Money, Follow the Sacredness
http://campaignstops.blogs.nytimes.com/2012/03/17/forget-the-money-follow-the-sacredness/
The New York Times > The Opinion Pages
By JONATHAN HAIDT
March 17, 2012, 6:15 pm

Nêste artigo há dois trechos que precisam ser registrados e memorizados. Um relata o depoimento de esquerdistas liberais e o outro depoimento de direitistas conservadores.

a) Psicologia esquerdista liberal:

“Once upon a time, the vast majority” of people suffered in societies that were “unjust, unhealthy, repressive and oppressive.” These societies were “reprehensible because of their deep-rooted inequality, exploitation and irrational traditionalism — all of which made life very unfair, unpleasant and short. But the noble human aspiration for autonomy, equality and prosperity struggled mightily against the forces of misery and oppression and eventually succeeded in establishing modern, liberal, democratic, capitalist, welfare societies.” Despite our progress, “there is much work to be done to dismantle the powerful vestiges of inequality, exploitation and repression.” This struggle, as Smith put it, “is the one mission truly worth dedicating one’s life to achieving.”

Tradução:

“.”Era uma vez, a grande maioria” das pessoas sofridas nas sociedades que eram “injustas, insalubres, repressivas e opressivas”. Estas sociedades eram “condenáveis ​​por causa de sua enraigada desigualdade, exploração, e profundo irracional tradicionalismo – o que tornou a vida muito injusta, desagradável e curta. Mas a nobre aspiração humana para a igualdade, autonomia e prosperidade lutou fortemente contra as forças da miséria e da opressão e, eventualmente, conseguiu estabelecer modernas sociedades de bem-estar, liberais, democráticas, capitalistas. “Apesar de nosso progresso”, há muito trabalho a ser feito para desmantelar os poderosos vestígios de exploração, a desigualdade e a repressão. “Esta luta, como Smith disse, “é a única missão para a qual verdadeiramente vale a pena dedicar a vida a alcançar. ”

b) Psicologia direitista conservadora:

“Once upon a time, America was a shining beacon. Then liberals came along and erected an enormous federal bureaucracy that handcuffed the invisible hand of the free market. They subverted our traditional American values and opposed God and faith at every step of the way.” For example, “instead of requiring that people work for a living, they siphoned money from hard-working Americans and gave it to Cadillac-driving drug addicts and welfare queens.” Instead of the “traditional American values of family, fidelity and personal responsibility, they preached promiscuity, premarital sex and the gay lifestyle” and instead of “projecting strength to those who would do evil around the world, they cut military budgets, disrespected our soldiers in uniform and burned our flag.” In response, “Americans decided to take their country back from those who sought to undermine it.”

Tradução:

“Era uma vez, a América era um farol que brilhava. Em seguida, vieram os liberais que erigiram uma enorme burocracia federal que algemava a mão invisível do mercado livre. Eles subverteram os nossos valores tradicionais americanos e contra a fé em Deus em cada detalhe do caminho. Por exemplo, “em vez de exigir que as pessoas trabalhem para viver, desviou dinheiro de americanos que trabalham duro e deu para viciados em drogas, condução de Cadillac e rainhas do prazer”. Em vez dos valores tradicionais americanos da família, fidelidade e responsabilidade pessoal, eles pregaram a promiscuidade, sexo antes do casamento e o estilo de vida gay”, e, em vez da “força projetando-se contra aqueles que fazem o mal em todo o mundo, eles cortaram orçamentos militares, desrespeitaram os nossos soldados em uniforme e queimaram a nossa bandeira. Como resposta, os americanos decidiram tomar seu país de volta daquêles que buscavam miná-lo.”

Qual a sua conclusão, o resultado da sua síntese quando comparas estas duas mentalidades? Uma está mais certa que a outra? As duas estão certas ou erradas?

Antes de consultar o que sugere os modêlos e a fórmula da Matrix/DNA, deixa-me registrar mais alguns tópicos interessantes do artigo:

1) In the film version of “All the President’s Men,” when Robert Redford, playing the journalist Bob Woodward, is struggling to unravel the Watergate conspiracy, an anonymous source advises him to “follow the money.” It’s a good rule of thumb for understanding the behavior of politicians. But following the money leads you astray if you’re trying to understand voters.

Self-interest, political scientists have found, is a surprisingly weak predictor of people’s views on specific issues. Parents of children in public school are not more supportive of government aid to schools than other citizens. People without health insurance are not more likely to favor government-provided health insurance than are people who are fully insured.

Discordo. O homem ainda é, na maioria, um “animal economicus”. Seguir o dinheiro tanto vale para politicos como vale para os eleitores. E eu não tenho filhos e não aprovo a ajuda governamental às escolas. Primeiro porque o govêrno não me ajudou na escola. Nascí com o vicio de estudar a natureza, queria seguir uma carreira de estudioso naturalista mas tendo que trabalhar no pesado durante o dia para pagar a janta e o quarto da pensão à noite não tive como entrar numa universidade publica ( quando atrasado conseguí fazê-lo pagando uma universidade particular tive que estudar uma disciplina contra minha vocação: administração de emprêsas). No entanto ví muitos alunos nas universidades publicas que não se dedicavam ao estudo e levavam tudo na farra. Muitos filhos de familias da classe média para cima! E muitas alunas que estavam em cursos fáceis, das humanas, que iam mais para desfilar que estudar, apenas porque suas mães disseram que na universidade se consegue os maridos que vão ganhar mais. E tôda essa corja de predadores sendo sustentados com parte do dinheiro que é produzido no meu torturante trabalho. Tem muita gente dentre os desfavorecidos que pensam como eu, não aprovam essa ajuda do govêrno. Claro! Então porque a jornalista comete êsse êrro? Porque ela veio do grupo dos favorecidos, certamente. Na sua incapacidade de empatia e de enxergar alem do umbigo ela não percebe a existência dos cidadãos discordantes. Êstes não tem suas vozes veiculadas na mídia. E assim pessoas que se crêm exemplos de moralidade continuam acreditar que o são quando suas obras estão revelando a observadores externos que são corruptas.

Não aprovo o sistema atual da previdência da saúde. E muitos na minha situação não aprovam, portanto esta jornalista está errando. Ainda criança percebí que minha pobreza era principalmente devido à pobreza/inexistência dos pais, portanto de uma casa, uma familia, etc. E ainda adolescente percebí que pessoas são geradas através do sexo. Eu não poderia, gerar alguem, sangue do meu sangue, para ser escravo como eu era. Evitei tudo o que os outros adolescentes faziam em relação a sexo e assim mantive-me por toda a vida esperando mudar se a sorte financeira mudasse. Não tenho filhos portanto a grande soma de dinheiro providenciada pelo govêrno para pagar a geração e manutenção de filhos de pessoas que não fizeram o sacrificio que eu fiz, não é por mim aprovada. Não autorizo que parte do dinheiro proveniente do meu trabalho duro tenha êsse destino. principalmete tambem porque essa é a causa da superpopulação de escravos competindo comigo e abaixando meu poder de negociar o valor do unico produto que vendo, o meu trabalho. Mas esta jornalista não sabe disso?! Ou se faz de cega e surda para não ver e esquecer por conveniência? “Ah… mas isso é uma minoria tão pequena que não vale a pena…”. Minoria? Qual a pesquisa que foi feita, onde estão os resultados da estatistica? Se um dia eu tiver muito dinheiro vou pagar essa pesquisa, vou reunir os “vozes abafadas”, e vamos fazer fôrça para mudar isso.

2) The key to understanding tribal behavior is not money, it’s sacredness. The great trick that humans developed at some point in the last few hundred thousand years is the ability to circle around a tree, rock, ancestor, flag, book or god, and then treat that thing as sacred. People who worship the same idol can trust one another, work as a team and prevail over less cohesive groups. So if you want to understand politics, and especially our divisive culture wars, you must follow the sacredness.

Discordo. A chave para entender comportamento tribal é “sistema”. Usar a palavra “sagrado” é impregnar com mistica o objeto real. Ou por ignorancia sôbre sistemas naturais ou com a maliciosa intenção de adornar um produto falso ou supérfluo para vendê-lo a incautos. A carga genética que vem dos ancestrais todos, até do Big Bang, e domina a psicologia de primitivos, orienta os seres a se organizarem em um tipo de sistema, e o tipo que foi assentado astronomicamente. Como não existe linguagem ou sinais para comunicação direta entre genes e mentes, os primitivos não conseguem ver e conhecer o sistema ordenado pelos genes. Mas a insistência dos genes é percebida pelas mentes, as quais tentam saber o que seus genes querem e daí resultam imaginações confusas. Estas formas imaginadas são mistificadas como algo sobrenatural e tratadas como sagradas. Árvores é uma forte e presente imagem natural na vida dos primitivos. Árvores foram um dos primeiros seres vivos e como tal reproduzem mais fielmente a forma do genitor ou ancestral “não-biológico”. Êste é a galaxia. Cuja forma é a de um tronco de onde saem galhos nos quais se penduram sóis amarelos e estrêlas como frutas. Assim a imagem nevoenta existente na mente por força dos genes bate com uma imagem real. Nada mais compreensivel que os primitivos passem a adorar uma arvore. Todos os outros exemplos que a jornalista usa podemos igualmente ver sua relação com o sistema que é LUCA.

Quando corpos sem intelecto são dirigidos pelas forças dos átomos e células que os compõem, temos o que denominamos de “instintos”, “impulsos”. Todos os individuos da tribo são tendenciosos a se organizarem num sistema, forçados inconscientemente pelos seus genes. passam a partilhar a mesma linguagem, necessidades e objetivos. Isto explica porque se comportam como grupos, equipes, tribos. Seguir o “sagrado” só funciona se sabe que o sagrado é uma mascara na qual se oculta a tendência para um sistema, e o tipo de sistema de LUCA.

3) This, too, is a heroic narrative, but it’s a heroism of defense. Agora veja esta outra frase anterior: “This is a heroic liberation narrative.”

Interessante o contraste bem captado pelo autor. Sob o ponto de vista da Matrix, são duas consequencias erradas devido a causas erradas. A narrativa do liberal representa o elemento masculino num sistema natural qualquer. Êste elemento é o “abridor” de sistemas fechados, tem a tendencia a se relacionar com as coisas do mundo externo até à exautão, onde se perde ao se fragmentar. Na figura do building block dos sistemas astronomicos, onde se v6e o ciclo vital de um astro, o elemento masculino é o pulsar que atira, ou ejacula, cometas. Sua tendencia é atirar para todos os lados, sem direção preferida. Ao ser atirado para fora do sistema, o cometa é o que estabelece interação com o que exista de externo ao sistema. Mas num sistema dominado pela fêmea, o qual é sempre fechado, o objeto aturado cai infalivelmente numa espiral que o conduz ao nucleo onde se assenta a fêmea. Então se aprende aqui que o discurso liberal não é o naturalmente correto, não é cem por cento o que o Universo espera dos humanos. Mas vejamos agora o discurso conservador. É realmente impregnado de intenções de defesa. Quem tanto se esforça em justificar sua defesa e propagar um discurso que visa o efeito de estar defendido é porque está num status social que seu subconsciente aponta como não moralmente correto. É um conflito da moral animal com a moral da consciência. E claro, só existem conservadores enquanto existirem os que aceitam injustos privilégios e estão viciados em tais privilégios de maneira que não sabem sobreviver sem alimentar o vicio. Ninguem que esteja levando disvantagem e sendo explorado num sistema vai querer conservar o sistema, vai querer mudá-lo. Seria o discurso do “buraco negro”, a predadora fêmea do Cosmos, assentada como rainha no nucleo da galaxia baseada num sistema fechado em si mesmo. Então se aprende aqui que o discurso da direita conservadora não é o naturalmente correto, não é cem por cento o que o Universo espera dos humanos. Os dois vão cair, dando lugar à síntese mais correta que resultar de seus entrechoques.

4) Liberals are the devil in this narrative because they want to destroy or subvert all sources of moral order.

Nunca deixe num debate uma pessoa que falar êsse nome “ordem moral”, proseguir, de maneira alguma, seja liberal ou conservador, pois ela acabará até te fazendo tremer em suas convicções contrárias. E imediatamente arremate: “Qual é a ordem moral ideal para a Humanidade no seu entender? Para mim você é um agente da desordem imoral”. Todas as razões que ambos derem para cada item do que defendem serem o moralmente correto podem ser descontruídos com contra-argumentos válidos naturalmente porque todos são baseados em falsidades cabeludas. No fim de tudo são “todos os humanos que foram condenados a trabalharem pela Natureza em seu estado caótico que criou esta biosfera, tentando serem predadores, se livrarem do trabalho”.

Quando uma disforme nebulosa de poeira estelar é um sistema perfeito e cria a Vida

domingo, fevereiro 19th, 2012

É possível a alguem mostrar um punhado de terra em suas mãos e dizer: “Aqui tens um sistema, e perfeito. Mais ainda: isto aqui pode se tornar num homem vivo.” E êle poderá estar certo. Vamos explicar com uma analogia.

Suponha-se que os Estados Unidos fôsse um país com um sistema perfeito, em que todos os cidadãos seriam felizes. De repente aparecem milhares de discos-voadores gigantes e dizem: “Vocês terão que desocupar a Terra imediatamente, ela vai explodir. Temos um outro planeta onde as condições de vida são idênticas às daqui, mas apesar de existirem as mesmas vegetações, os mesmos animais, ainda não existe a espécie humana. Vamos transporta-los para lá.”

Quando os discos voadores fôssem embora o que teríamos no novo planeta? Uma multidão de pessoas com malas na mão, sem casa, ruas, hotéis. Como aquele punhado de grãos de terra nas mãos do homem.

Mas todos sabiam o que iriam fazer a seguir: reconstruir os Estados Unidos igual ao da Terra. Pois se o sistema era perfeito, nada deverá ser mudado. Ora, cada humano iria procurar se estabelecer como estava e fazer o trabalho da sua profissão. Assim o velho sistema destruído seria reproduzido.

Pois com uma nebulosa de poeira resultante da morte de uma estrêla e seu sistema acontece o mesmo. Cada particula vai se ajeitar nos compostos com os mesmos vizinhos de outrora e saber o que fazer. Assim se reciclam os sistemas astronomicos.

Mas agora imagine que a população americana tivesse sido levada a um planeta em condições bem diferentes da Terra, apesar de permitir a sobrevivencia. Material diferente, temperatura diferente, estações do ano diferentes. O resultado seria um sistema diferente dos Estados Unidos de hoje.

Assim foi como surgiu a Vida na Terra. As particulas emitidas como fragmentos de uma estrêla que se decompõe lentamente descem na superficie da Terra, entram nos seus átomos, tentam reproduzir o sistema astronomico a que pertenciam, e se saem com um sistema celular vivo. Basta ver o modêlo astronomico da Matrix/DNA para compreender isto.

sábado, fevereiro 18th, 2012

Testando kindle

Na Pista de Uma Teoria Geral da Evolução: Estendendo a Teoria Darwiniana à Matéria Inanimada.

sábado, fevereiro 18th, 2012

O mundo está agitado porque a camada do subconsciente coletivo da Humanidade está dando um novo salto evolutivo. É o que está me parecendo. Estamos entrando no conhecimento de uma nova dimensão da Natureza que vai mostrar que a causa da emergencia da Vida na Terra mão reside aqui e não foi inventada por êste planeta como estão pensando e ensinando nas escolas, mas sim que ela pode ser percebida ao longo da História Natural de 13,7 bilhões de anos e reside em algum lugar além das fronteiras dêste Universo. Não passam mais que três ou quatro dias sem alguém em algum canto do globo publicar uma pesquisa ou idéia justamente na mesma direção em que chegou a Teoria da Matrix/DNA. Agora o Journal of Systems Chemistry publica um “paper” de cientistas do Department of Chemistry, Ben Gurion University of the Negev, Be’er Sheva, Israel, com o titulo acima. Êstes cientistas estão ainda muito longe do caminho porque estão supondo que a Vida evoluiu direto a partir do microcosmo dos átomos e partículas, quando com a nossa pesquisa fomos perceber que não foi assim: os átomos formaram os sistemas astronomicos onde receberam um banho de evolução e complexidade e aí, então sim, da complexidade dos sistemas astronomicos veio a Vida. Mas êsse “‘paper” é muito importante para nós porque fornece muitos dados cientificos e por isso vamos largar tôdas as outras centenas de pesquisas e aplicar um tempo para analiza-lo palavra por palavra. Por isso o reproduzo aqui, para a cada trecho fazer nossa anotação com análise sob o ponto de vista da Matrix/DNA.

http://www.jsystchem.com/content/2/1/1

Toward a general theory of evolution: Extending Darwinian theory to inanimate matter

Journal of Systems Chemistry 2011, 2:1 doi:10.1186/1759-2208-2-1
Correspondence: Addy Pross

Abstract

Though Darwinian theory dramatically revolutionized biological understanding, its strictly biological focus has resulted in a widening conceptual gulf between the biological and physical sciences. In this paper we strive to extend and reformulate Darwinian theory in physicochemical terms so it can accommodate both animate and inanimate systems, thereby helping to bridge this scientific divide. The extended formulation is based on the recently proposed concept of dynamic kinetic stability and data from the newly emerging area of systems chemistry. The analysis leads us to conclude that abiogenesis and evolution, rather than manifesting two discrete stages in the emergence of complex life, actually constitute one single physicochemical process. Based on that proposed unification, the extended theory offers some additional insights into life’s unique characteristics, as well as added means for addressing the three central questions of biology: what is life, how did it emerge, and how would one make it?

Comentário da Matrix/DNA:

Esta análise conduz à conclusão que abiogenese e evolução, mais do que manifestar dois discretos estágios na emergencia da Vida, realmente constitui um simples fisicoquímico processo. Bem… a 20 anos atrás registramos os direitos autorais da Teoria da Matrix/DNA sugerindo que o nome “abiogenese”é impróprio, pois o que houve foi uma embriogenese astronomica com forte mutação devido à intrusão do estado liquido da matéria e diferente meio-ambiente, por isso o periodo dessa embriogenese tomou um tempo astronomico de bilhões de anos. Eu nunca pude entender como o meio intelectual/cientifico pode acreditar numa abiogenese ocorrendo sem ser dirigida por um processo de evolução, mesmo que esse processo na época tenha sido mais simples que o memso processo atuante sôbre os sistemas biológicos. Aos poucos parece que vão se corrigindo.

1. Introduction

Despite the enormous developments in molecular biology during the past half century, the science of biology appears to have reached a conceptual impasse. Woese [1] captured both the nature and the magnitude of the problem with his comment: “Biology today is no more fully understood in principle than physics was a century or so ago. In both cases the guiding vision has (or had) reached its end, and in both, a new, deeper, more invigorating representation of reality is (or was) called for.” The issue raised by Woese is a fundamental one – to understand the genesis and nature of biological organization and to address biology’s holistic, rather than just its molecular nature. Kauffman [2] expressed the difficulty in somewhat different terms: “….we know many of the parts and many of the processes. But what makes a cell alive is still not clear to us. The center is still mysterious.” In effect, the provocative question, “What is Life?”, raised by Schrödinger over half a century ago [3], remains unresolved, a source of unending debate. Thus, despite the recent dramatic insights into the molecular character of living systems, biology of the 21st century is continuing to struggle with the very essence of biological reality.

At the heart of biology’s crisis of identity lies its problematic relationship with the two sciences that deal with inanimate matter – physics and chemistry. While the on-going debate regarding the role of reductionist thinking in biology exemplifies the difficulties at a methodological level, the problematic relationship manifests itself beyond issues of methodology and philosophy of science. Indeed, the answers to two fundamental questions, central to understanding the life issue, remain frustratingly out of reach. First, how did life emerge, and, second, how would one go about synthesizing a simple living system? Biology cannot avoid these questions because, together with the ‘what is life?’ question, they form the three apexes of the triangle of holistic understanding. Being able to adequately answer any one of the questions depends on being able to answer the other two. A coherent strategy for the synthesis of a living system is not possible if one does not know what life is, and one cannot know what life is if one does not understand the principles governing its emergence. Richard Feynman’s aphorism (quoted in [4]) captured the issue succinctly: “What I cannot create, I do not understand”. Remarkably, the laws of physics and chemistry, the two sciences that deal with material structure and reactivity, have as yet been unable to adequately bridge between the physicochemical and biological worlds.

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Matrix/DNA:

O problema está na palavra “Vida”. A qual arrola dois grandes êrros: a crença em “origens” e a crença em “matéria inanimada”, aliás um nome usado já no titulo dêste mesmo “paper”. A 30 anos atrás nossos modêlos teóricos gritavam aos quatro cantos: “Não houve origens da Vida pois antes dos 3,8 bilhões de anos a matéria estava organizada em sistemas que já possuiam funcionando todos os principios das propiedades do que denominamos “Vida”. Matéria inanimada só poderia ser um nome aplicado a cadaveres e pedaços soltos e separados de sistemas, como um galho de uma árvore, ou um meteórito no espaço. Mesmo assim essa matéria está animada pela fôrça da entropia que dirige sua decomposição. Excetuando-se os casos citados acima, tôda matéria faz parte de sistemas funcionais. Teria nexo dizer que um osso do nosso corpo é matéria inanimada?

A Biologia está encontrando dificuldades em avançar no entendimento dos sistemas biológicos porque está alicerçada na Física e na Quimica que estudam fenômenos concernentes a níveis de organização da matéria em sistemas diferentes do nivel biológico, apesar de ancestrais na mesma linhagem evolutiva. Os instrimentos cientificos disponiveis à Física para observar o macrocosmo apenas capta o esqueleto ósseo do Cosmos e não sua cobertura carnosa, mole, que é onde jazem os principios das propriedades dos sistemas biológicos. Não há como transportar as fôrças, mecanismos e movimentos do esqueleto para as fôrças, mecanismos e movimentos das substancias e órgãos da cobertura biológica. A Física interpreta o mundo através da linguagem e lógica Matemática mas na cronologia da Evolução Universal êste mundo saiu do tronco da árvore da Evolução a 3,8 bilhões de anos atras para se tornar um galho lateral e apenas suportar, enquanto existir, a emergencia dos frutos da continua Evolução do mesmo tronco. A Biologia tem que elaborar outra linguagem para interpretar o seu reino, uma linguagem mais modelada por formas, relações, conexões sistêmicas. O próprio processo da Evolução não se encaixa na lógica matemática pois nêle o tempo não é linear, vindo do passado ao futuro, apenas, e sim se torna reverso nos finais dos ciclos evolutivos, retornando ao passado, deixando como pegadas uma trajetória curvelínea ( por exemplo, os mamiferos não surgiram cronológicamente direto dos dinossauros, o topo evolutivo da linearidade reptiliana, mas a Evolução voltou lá atrás no tempo até encontrar o pequeno cyanodonte, para reencetar sua marcha progressista). Uma equação matematica é sempre linear no sentido para a frente e não tem como incluir um parentesis no meio da equação com valores negativos que reverte o sentido até algumas incógnitas iniciais e depois retorna no sentido anterior. Não existe essa plasticidade, essa fflexibilidade na lógica matemática, mas a Vida é plastica e flexível.

Quanto à química, seu infortunio é causado por se sustentar na Física cuja lógica linear sugere que as leis que controlam as reações entre elementos na escala atômica molecular teria que serem as mesmas ou prosseguimentos das leis que governam o microcosmo. Ao não ser capaz de detectar a complexidade “carnal” do Cosmos e limitar-se ao esqueleto a Fisica conduz a quimica a se distanciar do entendimento que seria apenas possivel considerando-se a influencia dos sistemas superiores em complexidade dentro da hierarquia dos sistemas. Os fenômenos da quimica organica de fato surgiram antes das origens da Vida terrestre e foram fundamentais na elaboração desta, porem, antes disso a quimica foi produzida pela “Vida” astronomica. As fôrças reguladoras que vem da astronomia, ao não serem conhecidas e consideradas pelos quimicos modernos, impedem-nos de dirigirem seus compostos moleculares sob a sequencia evolutiva natural até alcançar a complexidade dos sistemas biológicos. Tal como ocorreu com os átomos, que foram tomar um banho de complexidade como partes constituintes de sistemas astronomicos, os cientistas quimicos precisam tomar um banho da real astronomia.

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Despite the above-mentioned difficulties we believe that the problem is resolvable, at least in principle. If the widely held view that life did emerge from inanimate matter is correct, it suggests that the integration of animate and inanimate matter within a single conceptual framework is an achievable goal. This is true regardless of our knowledge of the detailed historical path that led from inanimate to animate. The very existence of such a pathway would be proof for that. If indeed such a conversion did take place, it suggests that particular laws of physics and chemistry, whether currently known or not, must have facilitated that transformation, and therefore those laws, together with the materials on which they operated, can form the basis for understanding the relationship between these two fundamentally distinct material forms.

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Matrix/DNA:

Está tudo correto porem, não é suficiente conhecer as leis da fisica e da quimica. Deixa-me fazer uma analogia tentando esclarecer isso. Se apenas conhecemos a na História Humana as regras que regeram as tribos primitivas reunidas no que denominamos “usos e costumes”, e depois desconhecessemos o período transcorrido desde estas tribos até o século passado, poderíamos entender a evolução que culminou com a Constituição dos Estados Unidos? Jamais. No principio a cosmovisão era selvagem e depois de 1900 voltou a ser quase selvagem porque baseada na visão de luta e sobrevivencia darwiniana. O meio desta História, recheado com o periodo em que proliferaram as cosmovisões religiosas e romanticas, com o direito romano, a revolução francesa, etc., periodo êste desconhecido, não poderia levar ao entendimento dos conceitos relacionados aos direitos humanos e à democracia que são a base da Constituição Americana. Assim tambem o desconhecimento na História Universal do periodo em que ocorreu a evolução da matéria para sistemas galácticos faz com que a Física e a Quimica não nos apresente as formas intermediarias das Leis Naturais indispensaveis para entender a transição da matéria aqui no planeta Terra constituida de átomos e suas leis para os sistemas biológicos. Raios, o que estou fazendo nêste mundo senão estar empregando todo meu tempo justamente na busca desta história perdida?

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In this paper we wish to build on this way of thinking and to draw the outlines of a general theory of evolution, a theory that remains firmly rooted in the Darwinian landscape, but reformulated in physicochemical terms so as to encompass both biological and non-biological systems. Such a theory, first and foremost, rests on a basic assumption: that the physicochemical principles responsible for abiogenesis, the so-called chemical phase – the stage in which inanimate matter complexified into a simple living system – are fundamentally the same as those responsible for biological evolution, though for the biological phase these principles are necessarily dressed up in biological garb.

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Matrix/DNA:

É engraçado! Passamos um século desde Oparin, passando pela experiencia de Stanley/Miller e uma infinidade de outras, aplicando as leis do microscosmo atômico do passado para criar a vida em laboratório mas nunca conseguimos fazer que os aminoacidos dessem por si mesmos o proximo passo evolutivo para se constituirem em proteínas. Agora resolvemos testar o contrário: aplicar as leis do futuro, da evolução que seguiu depois da Vida ter surgido, ao passado, à fase da transição quimica na matéria inanimada. Bem… meu avô já dizia que temos de quebrar a cara nos dois extremos para entender que o certo é o caminho do meio. O que concluo aqui é que quando chegar ao final da leotura do paper vou constatar que mais uma vez a teoria não vai elucidar a questão. Raios: ao estagio da quimica correspondeu um especifico estagio da Evolução, o qual foi justamente o que imperava nos tempos da quimica, o que conviveu no momento presente da quimica. E naquela época a evolução não estava mais trabalhando com átomos na nebulosa de átomos que terminou a 10 bilhões de anos atrás, a evolução estava trabalhando com galaxias, organizando astros em sistemas astronomicos. É como supor que, quando a Evolução tinha todos os materiais e ferramentas para fazer automoveis no céu, ao mesmo tempo ficasse fazendo carroças na Terra! Como vamos levar o trabalho já feito por nós ao conhecimento dos cientistas para evitar que a Humanidade perca mais um século de evolução? Entenda que se os modêlos que construímos estiverem errados, o conceito geral de que a Evolução saiu do mundo atômico e deu um passeio pelo mundo astronomico antes de vir ao mundo biológico é impossivel de estar errado.

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Darwin would no doubt have drawn enormous satisfaction from such a proposal, one that attempts to integrate Darwinian-type thinking into the physicochemical world. However such a sweeping assumption needs to be substantiated. Accordingly our analysis is divided into two parts. In the first part we argue for the basis of that assumption, and in second part we attempt to describe key elements of that general theory, as well as the insights that derive from it, in particular with regard to the three central questions of biology, referred to above. The analysis draws heavily on data from the emergent research area termed by Günter von Kiedrowski, ‘Systems Chemistry’ [5,6].
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Matrix/DNA:
Sistemas… em Quimica?! O pessoal finalmente está acordando para o pensamento sistêmico? Claro, preciso saber como está isso, mas o artigo 5 precisa comprar e o 6 tem que registrar antes, para o qual não tenho tempo agora.
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The essence of this emergent area is to fill the chemical void between chemistry and biology by seeking the chemical origins of biological organization.

2. Discussion

2.1. Unification of abiogenesis and evolution

Darwinian theory lies at the very heart of modern biology, and rightly so. As Dobzhansky [7] famously noted: “Nothing in biology makes sense except in the light of evolution”. Yet despite the extraordinary and overwhelming impact of Darwin’s ideas on biology and beyond, Darwinian theory does not address the Origin of Life problem, even though the nature and source of early life could well impact on the theory itself. Interestingly, this limitation was already obvious to Darwin’s contemporaries. Thus just three years after the publication of Darwin’s monumental thesis, Haeckel [8,9] pointed out that “the chief defect of the Darwinian theory is that it throws no light on the origin of the primitive organism–probably a simple cell–from which all the others have descended. When Darwin assumes a special creative act for this first species, he is not consistent, and, I think, not quite sincere…”. Surprisingly, this early concern seems to have dissipated with time. Thus a leading biologist, Richard Dawkins, in the opening line of his book ‘The Blind Watchmaker’ writes: “… our existence once presented the greatest of all mysteries, but that it is a mystery no longer because it is solved. Darwin and Wallace solved it….” [10]. Yes, Darwinism did resolve the dilemma of how microscopic complexity was transformed into macroscopic complexity, however it did not resolve or even address the most vexing of questions: how did the extraordinary microscopic complexity of the simplest living system emerge in the first place?

It is not surprising then that the emergence of complex life on earth is divided into two phases – abiogenesis, the chemical phase, and evolution, the biological phase (as illustrated in 1), with the first phase being the one that remains a source of confusion and continuing controversy (for a recent special issue on the origin of life, see [11], for general reviews, see [12-15]). But what if these two stages could be conceptually merged into one single continuous physicochemical process? Such unification could significantly impact on our understanding of the life phenomenon, as we would then be faced with the need to understand just one single process, rather than two separate and discrete processes. And given our broad understanding of the Darwinian phase, that understanding could be immediately applied to the poorly understood earlier chemical phase. But are there reasonable grounds for such a sweeping proposal? We believe the answer to be yes, and base this view on recent developments in systems chemistry. Recent work on molecular replicating systems has revealed that several phenomena associated with replicating chemical systems are also manifest in biological systems. This general observation is crucially important because it provides the empirical basis for the conceptual link between chemistry and biology, not just at the self-evident structural level (i.e., both animate and inanimate matter are constructed from atomic and molecular entities), but at some deeper organizational level. Indeed this evidence will form the basis of our proposal that the chemical and biological phases are in fact one single process. Let us first review the relevant empirical data.

Scheme 1
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Two-phase (chemical and biological) transformation of non-life into complex life.

Two-phase (chemical and biological) transformation of non-life into complex life.

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Matrix/DNA:

Jamais vão responder aqu6ele ponto de interrogação na fase quimica com êsse esquema, senão acrescentarem às três variaveis da teoria darwinista as outras quatro que vieram da evolução astronomica.

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2.1.1. Natural selection at the chemical level

Already in the 1960s, Mills et al. [16] noted that a molecular replicating system, Qβ RNA, when reacted with activated nucleotides in the presence of the appropriate replicase, underwent a process of replication, mutation, selection, evolution, in striking analogy to biological systems. The RNA oligonucleotide, originally some 4200 bases in length, replicated, mutated and evolved into a much shorter oligonucleotide chain just 17% of the original length, that replicated much faster than the original chain [15,16]. This observation, even on its own, suggests that Darwinian behavior, a fundamentally biological phenomenon, has its roots in chemistry. No one would seriously argue that a single molecule, whatever its structure, is in any meaningful sense ‘alive’, yet Darwinian-type behavior is strikingly evident at this inanimate, molecular level [15,16]. Since then in vitro evolution procedures have been developed and extended to cover a wide range of nucleic acid systems as demonstrated by the work of Bartel and Szostak [17], Johnston et al. [18] and Joyce et al. [19,20], thereby emphasizing the generality of evolutionary-like processes at the molecular level.

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Matrix/DNA:

Então uma simples molécula de RNA pode replicar, mutar, evoluir. Porem quando ela faz isso sózinha, sem estar no contexto sist6emico celular, a sua cópia sai apenas com 17% do tamanho da original. Isto está previsto nos modêlos da Matrix/DNA. Explico:

O RNA é o instrumento biológico da Função Sistêmica Universal n.5. Portanto êle têve um ancestral nos sistemas astronomicos, o qual era uma peça, uma parte do sistema. Ora, o sistema astronomico foi montado pelo processo do ciclo vital. Num ciclo vital, tôdas as suas formas possuem tôdas as informações, apesar de só expressar efetivamente as informações de sua função, as quais correspondem à sua faixa etária. Por exemplo, tomemos o ciclo vital humano. Se separar-mos das várias formas que o corpo humano adquire, a forma do adolescente, êle terá em seu DNA todas as informações de todas as formas do corpo, inclusive das futuras formas de adulto, idoso. Mas as informações do futuro não se expressam ainda e as do passado já não se expressam mais, embutidas que estão nas informações do presente. Temos dividido o ciclo vital em sete fazes para facilitar calculos porque são as sete formas marcantes de um corpo. Então considerando-se o sistema como sendo 100% e uma das sete formas como um sétimo (1/7) e dividindo isso, obtemos 14,3%. Ocorre que a F.5 é a função que nasce e sai fora do circuito esférico em F.4, cria um novo trecho e amadurece quando está percorrendo o centro do sistema. Adicionando-se o trecho de informações obtido nêste avanço chegamos ao calculo de 1,618. Em outras palavras: mede-se o comprimento total do circuito esférico e divide-se pelo comprimento percorrido pelo fluxo de informação até atingir o ponto central onde se enccontra F.5 e obtem-se o valor 1,618, como já o fiz a muitos anos e tenho n6este website postado um artigo justamente a respeito desta descoberta, A qual é fantastica porque o numero 1,618 é o numero Phi. E então descobri que é considerado o numero da sagrada geometria e faz todos os efeitos surpreendentes que faz porque é o numero da Função Universal reprodutora. Sendo assim, ela é quem replica meia-face esquerda da Matrix em meia-face direita e com isso estabelece uma perfeita simetria. Assim ela faz em todo e qualquer lugar onde estiver, da palma das mãos às folhas das plantas. Perfeitamente inteligivel porque o RNA se replica e porque a cópia não expressa 83% de suas informações.

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An even more striking expression of natural selection at the chemical level that further highlights the extent of the chemistry-biology nexus has recently been reported by Voytek and Joyce [21]. A key ecological principle, the competitive exclusion principle [22] states: “Complete competitors cannot coexist”, or in its more positive expression: “Ecological differentiation is the necessary condition for coexistence”. That principle informs us that two non-interbreeding populations that occupy precisely the same ecological niche (i.e., both competing for the same resource) cannot coexist – one will drive the other into extinction. The striking aspect of Voytek and Joyce’s study was that it demonstrated that the roots of this quintessential biological principle can be found in chemistry. They reported that two RNA enzymes, when allowed to replicate and evolve in the presence of an essential substrate, were unable to coexist. One of the enzymes drove the other into extinction in line with the prediction of the competitive exclusion principle. More significantly, however, when the two enzymes were simultaneously reacted with five alternative substrates, the two enzymes were able to coexist. Each RNA enzyme evolved so as to optimize its utilization of one of the 5 substrates (a different substrate for each of the two enzymes) so that the system effectively mimicked biological niche behavior, again in accord with the exclusion principle.

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Matrix/DNA:

O quadro é inteligivel porque se o vê todo desenhado no sistema astronomico que dirige ambos, quimica e biologia. Os dois competidores devem ser vistos como partes de um nicho de sistema, seja o ecológico ou o essencial substrato. Tais nichos são abertos, o individuo pode fugir de um competidor mais forte para um nicho vizinho, ou do substrato 1 para o 2. Mas quem comandava estes competidores era o sistema astronomico que é fechado em si mesmo. Tôda a biosfera terrestre foi e será uma tentativa de um sistema fechado se reproduzir aqui. E no sistema astronomico todas suas peças são predadoras em relação à peça anterior e prêsas em relação à peça posterior. Não pode ter duas peças iguais. Então o sistema fechado se recicla, apenas quando morre antes. Sua cópia sobrevive no mesmo espaço, no mesmo nicho que viveu a original. Tudo isso desce governando as reações quimicas e biológicas primarias, apresentando o quadro descrito como ” principio da exclusão da competição”.

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Analize parada aqui
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Darwin’s classic finches niche behavior [23] at the chemical level!

As noted above, both chemical and biological replicators respond in a strikingly similar way to the replication-mutation-selection-evolution causal chain. But there is an additional consequence of that causal chain that manifests itself at both the chemical and the biological levels – the process of complexification. Let us explain.

2.1.2. Complexification at both chemical and biological levels

Within the biological world there is no doubting that a definite process of complexification over the extended evolutionary time frame has taken place. Though the detailed path toward cellular complexity remains controversial, the existence of that evolutionary drive toward greater complexity cannot be denied. Thus it is conventional wisdom to believe that the more complex eukaryotic cell evolved from simpler prokaryotic cellular organization, most likely following some endosymbiotic event [24], and in a more recent evolutionary saltation, that multi-cellular organisms evolved from single cell ones. The evolutionary dynamic appears to be driven, at least in part, by the biological advantages associated with complexification.

Given the unambiguous evidence for complexification during biological evolution, it is of cardinal interest to observe whether that same complexification tendency can be discerned at the chemical level, i.e., within relatively simple chemical replicating systems. In view of the relatively brief period of time such systems have been studied the amount of data remains limited. Nonetheless some preliminary conclusions may be tentatively offered. The idea of a hypercyclic cooperative network at the molecular level was first proposed by Eigen and Schuster [25], but it was only in 1994 that replication based on the cross-catalysis of two oligonucleotides was reported by Sievers and von Kiedrowski [26]. Subsequently other functional groups were also shown to exhibit autocatalytic behavior through the establishment of cooperative cross-catalytic networks. Thus Lee et al. [27] and Yao et al. [28] demonstrated network formation in self-replicating peptides and, more recently, Kindermann et al. [29] and Kassianidis and Philp [30] have observed cross-catalysis in a self-replicating Diels Alder reaction, suggesting that cooperative molecular behavior within a replicative context may be quite general.

A more explicit demonstration of the replicating advantages associated with a network as opposed to an individual molecular replicator, however, was recently demonstrated by Lincoln and Joyce [31]. Whereas a particular RNA autocatalyst was incapable of more than two successive doublings, each of which took about 17 h to occur, conversion of that RNA ribozyme into a cross-catalytic network based on two RNA ribozymes resulted in the formation of a rapidly replicating system with a doubling time of just 1 h, which could be sustained indefinitely. Thus a cooperative cross-catalytic system derived from an autocatalytic parent through an evolutionary process, proved to be a more effective replicator (“fitter” in biological jargon), than the autocatalytic parent precursor. The above results, though still limited in scope, suggests that cooperative behavior can emerge and manifest itself at the molecular level, that the drive toward more complex replicating systems appears to underlie chemical, and not just biological, replicators. The implications of these preliminary findings appear to be far-reaching. They suggest that the biological drive toward greater complexity has its roots in chemistry, that the entire evolutionary process can be traced back to kinetic forces at the molecular level!

2.1.3. Significance of common patterns at chemical and biological levels

The observation of the same complexification tendency in both chemical and biological phases is significant in yet another sense. Complexification is not just a phenomenon associated with the two phases, it can also be viewed as the mechanism by which the chemical phase eventually merges with (and into) the biological phase! Ultimately the primary distinction between the chemical and biological phases appears to be in the degree of complexification that has come about, rather than in the nature of the process itself. Clearly then, the trend toward greater complexity that is manifest at the chemical level could be expected to lead over the extended evolutionary time scale to the enhanced complexity that is evident at the biological level. Thus complexification, primarily through network establishment that maintains the system’s holistic replicative capability, is the means by which the simple replicating systems of chemistry are transformed over time into the highly complex replicating systems that we term biology. The implication is clear: life’s emergence began with the chance appearance of some relatively simple replicating chemical system, which then began the long road toward increasingly complex replicating entities.

Matrix/DNA:

Perfeitamente aceitável e intelegível para nossa teoria. Um outro talvez melhor exemplo de cooperação e resultante complexificação de moléculas no mundo quimico: cada nucleotideo é uma molécula que se replica e assim se forma a grande pilha de nucleotídeos que é o DNA. Os nucleotideos são cooperativos quando se unem a outros e formam genes. Os genes são moléculas mais complexas que se auto-cooperam em tarefas e disso resulta algo muito mais complexo que êles: o DNA. Mas todos êstes mecanismos vieram do ancrestral galáctico, lá já acontecia tudo isso.

2.2. Toward a general theory of evolution

2.2.1. Uncovering the chemical roots of Darwinism

We have already pointed out that the Darwinian-type thinking has been applied to molecular replicators, thereby extending its reach to the chemical domain. However a methodological difficulty arises with this approach. Consider, Darwinian theory was proposed on the basis of data, terminology, and concepts that are all biological. Darwinian theory is therefore, by definition, a biological theory. Indeed, being a biological theory, Darwin himself considered the possibility of an earlier chemical phase preceding the biological phase as one that could not be adequately addressed within that biological framework. In a now famous letter to Joseph Dalton Hooker written in March 1863, Darwin wrote: “…it is mere rubbish thinking at present of origin of life; one might as well think of origin of matter” [9].

Matrix/DNA:

Sim, mas o problema da dificuldade em solucionar êstes mistérios é que não existem tais mistérios. O problema está na palavra “origens”. Não existe origens, no sentido que se entende essa palavra como se fôsse um evento fora da longa cadeia de causas e efeitos naturais. Existem transformações, lentas, graduais de maneira que não é possivel se definir um momento que a quimica termina e tem inicio a biologia, ou que o que havia antes do Universo terminou quando o Universo material têve “origem” num Bing Bang. Teria nexo dizer-mos a “origem” da adolescencia ou da senilidade? Qual o momento exato e o evento espontaneo em que se divide uma criança de um adolescente?

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Accordingly, if the chemical and biological phases constitute a single physicochemical process as we have suggested, then it logically follows that Darwinian theory needs to be extended and reformulated so that it can also encompass inanimate chemical systems.

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Matrix/DNA:

Justamente como elaborei a Teoria. Enquanto a evolução biológica de Darwin tem apenas três postulados universais como variaveis, eu acrescentei mais quatro vindas dos sistemas termodinamicos anteriores, e às quatro dos sistemas ancestrais acrescentei as três biológicas. De que outra forma teria percebido que o building block das galaxias é semi-mecanico/semi-biológico?

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Note that it is not sufficient to simply conclude that Darwinian concepts are applicable to chemical systems as well as biological ones. While not denying the didactic value of such thinking, the application of biological concepts to chemical phenomena is, in a scientific methodological sense, problematic, even flawed. Deeper insights into the biological-chemical connection can be provided, but only when the connection is approached in the reverse direction. Let us elaborate on this key idea.

Scientific reductionism, a central scientific methodology, teaches us to seek understanding within higher hierarchical level sciences by using concepts from lower hierarchical level sciences, not the other way around. That suggests we should seek to explain biological phenomena in chemical terms, not chemical phenomena in biological terms. To clarify the point with an extreme example, consider the two sciences, chemistry and psychology. While a proposed molecular explanation for some psychological phenomenon might be intriguing and arouse interest, a psychological explanation for some molecular phenomenon would only be met with derision! To quote Weinberg [32]: “Explanatory arrows always point downward”. Thus we routinely attempt to explain psychological phenomena in biological terms, biological phenomena in physical and chemical terms, chemical phenomena in physical terms, and so on, not the other way around. The observation of Darwinian-like behavior at the chemical level is highly significant, not because it suggests that molecules behave in a biological fashion, but because it opens up the possibility of explaining biological behavior in chemical terms. It enables the chemical roots of that most central and profound biological theory, Darwinian theory, to be laid bare, thereby providing a truly fundamental basis for the biological – chemical connection.

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Matrix/DNA:

Ah!… meu Deus… como faz falta o uso do pensamento sistêmico, de totalidades. Vai ser possível sim, explicar muitos dos comportamentos dos elementos nas reações quimicas pelos comportamentos dos elementos nas interações biológicas, mas não porque vamos por a carroça na frente dos bois, não porque vamos aplicar as leis de Darwin como regulando o mundo quimico, e sim porque a semi-biologia existia antes da quimica organica, é dela que vem regras semi-biológicas que parecem biológicas e atuou na abiogênese. Como disse acima, é muito mais facil entender cooperativismo, replicação, complexificação na quimica se comparar-mo-los com o estado do mundo antes da biologia na Terra. O que estão querendo fazer seria comparavel a um estudioso que tendo assistido o desenvolvimento de um embrião se dirigisse a assistir agora o momento de fecundação de um outro óvulo, assistisse todo o desenrolar quimico das fases iniciais e tentasse entende-los acreditando que o as leis do embrião se aplicam àquelas reações. E o pai do embrião que existia antes e deflagrou a fecundação?

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2.2.2. Chemical kinetics as the basis for Darwinian behavior

As mentioned above, the temptation to interpret the behavior of molecular replicators in biological terms – fitness, natural selection, survival of the fittest, etc., should be firmly resisted. Chemical phenomena are more usefully explained in chemical terms, and the competitive reactions of molecular replicators are readily addressed by the specific branch of chemistry that deals with the rates of chemical reactions – chemical kinetics. As has been appreciated since the early pioneering work of Lotka [33], the replication reaction, exemplifying an autocatalytic process, is kinetically unique in that unmitigated replication will often result in exponential growth. However, exponential growth is inherently unsustainable, so, at best, a replicator steady state would be formed in which a balance between the rates of replicator formation and replicator decay is established. This kinetic pattern can be expressed by a differential kinetic equation, such as eq 1, where X is the replicator concentration, M is the concentration of building blocks from which X is composed, and k and g are rate constants for replicator formation and decay, respectively. A steady state population, a state that is effectively ‘stable’, is achieved and maintained as long as dX/dt remains close to zero. A direct consequence of this steady state description is that the stability of the resulting state is of a dynamic kind – the population of replicators is stable even though the individual members are being continually turned over.
(1)

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Significantly, the very existence of such dynamic states has profound chemical consequences since, as we have noted in previous work, a distinct kind of chemistry with different selection rules arises [34-36]. An example of that selection rule pointed out some years ago by Lifson [37] is the competitive reaction of two replicators competing for the same building blocks. The likely result – one of the replicators will be eliminated. Thus, at the chemical level, the competing reaction of two replicating molecules, where one of the replicators is ‘driven into extinction’, is a straightforward and well-understood chemical kinetic phenomenon. Given that chemistry is the more fundamental science, one can therefore say that biological natural selection emulates chemical kinetic selection, i.e., biology reduces to chemistry for this most fundamental of biological phenomena [36].

The process of complexification, the second pattern observed in both biological and chemical evolution, can also be understood as a kinetic phenomenon. It is at the chemical level, where the transformation of a simple molecular replicator to a autocatalytic network of minimal complexity can be examined directly [26-30], that the kinetic advantage of the network over the single replicator appears to manifest itself. More experimental data are needed to fully establish the connection between kinetic selection and complexification, but the preliminary evidence, particularly that provided by Lincoln and Joyce [31], is highly suggestive. Thus kinetic selection, an inherently chemical phenomenon, one that is well-established at the molecular level, is increasingly seen to be at the root of Darwinian-type behavior, thereby providing a basis for a more fundamental understanding of Darwinian behavior at the more complex biological level.

We have identified biological ‘natural selection’ as an extension of chemical ‘kinetic selection’, but what is the chemical analogue of ‘fitness’, that other central Darwinian concept? What physicochemical property, if any, is being optimized by that process of chemical selection? Just where in physicochemical terms is kinetic selection leading the replicating system? In chemical processes a system is invariably driven toward a state of greater thermodynamic stability, but living systems do not seem to follow that directive as all living systems are inherently thermodynamically unstable. It turns out that the answer does lie in the system’s stability, but not its thermodynamic stability, the one we normally address in chemistry. Within the replicating world there is another kind of stability, one quite distinct to thermodynamic stability, a stability kind we have termed dynamic kinetic stability (DKS) [38,39]. Let us briefly comment on the nature of DKS and discuss how the two kinds of stability inter-relate.

2.2.3. Dynamic kinetic stability (DKS) and dynamic kinetic states of matter

A system is considered stable if it is persistent, remains unchanged with time – that is an operational, phenomenological definition. Within chemical systems we recognize that a system’s stability can arise for either thermodynamic or kinetic reasons and, accordingly, we speak of thermodynamic and kinetic stabilities. Importantly, both arise from lack of change. Paradoxically, however, there is another kind of stability in nature that is actually achieved through change, rather than through lack of change. This stability kind is a dynamic stability. Consider, as an example, a flowing river or a water fountain. The river or fountain, as an identifiable entity, would be classified as stable if it maintains its presence over time. That, as already mentioned, is the manifestation of stability – unchanging with time. But, of course, the water that makes up the river or fountain is changing constantly so the river’s (fountain’s) stability in this instance is of a dynamic kind, one that comes about through change. So though the river (fountain) as an entity is stable, its stability is of a distinctly different character to that associated with static entities.

As already discussed above, a stable population of replicating entities, whether chemical or biological, also manifests a dynamic kind of stability. The population of replicators can only be ‘stable’ if the individual entities that make up the population are continually being turned over, just like the constantly changing water content of the river or fountain. Thus one might think of the population of molecular replicators as a ‘molecular fountain’. The significance of the term ‘dynamic kinetic stability’, as applied to a stable population of replicating entities, may now become clear. The term ‘dynamic’ reflects the continual turnover of the population members, the term ‘kinetic’ reflects the fact that the stability of the replicating system is based on kinetic parameters, such as k and g of eq 1, i.e., on reaction rate constants, rather than on thermodynamic parameters. It is the values of these parameters, together with the availability of resources, which determines the stability of the particular replicating system. Accordingly we may characterize stable replicating systems (i.e., those that persist over time), whether chemical or biological, as dynamic kinetic states of matter. The utility and significance of this term can be more clearly gauged by comparison with the term frequently used to describe inanimate systems, the more traditional thermodynamic states of matter that characterize much of chemistry.

2.2.4. The physicochemical driving force within replicator space

Let us now specify the factors that would tend to enhance the stability of a replicating system. Fundamentally all physicochemical systems tend to undergo transformations from less stable forms to more stable forms. The second law of thermodynamics is the formal expression of that general drive. But within the constraints of the second law a range of outcomes is possible, and for reasons described above, for replicating systems, kinetic factors predominate. Specifically, within replicator space, the space in which dynamic kinetic stability is effectively in control, the selection rule becomes: from kinetically less stable to kinetically more stable. Thus, within that space the driving force is effectively the drive toward greater DKS. In other words, whereas the second law requires all chemical systems to be directed toward their most stable state (lowest Gibbs energy state), within replicator space a second law analogue effectively governs the nature of transformations [36,39]. A recent study by Boiteau and Pascal [40] also reaffirms the idea of a fundamental evolutionary driving force.

The above discussion now makes clear a major distinction between events within the physical and biological worlds. Within the physical world the second law is a useful predictor of what is likely to take place. That is how we are able to predict the melting of ice when placed in warm water, or the explosion that results from the mixing of hydrogen and oxygen gases. Generally speaking, that is the law that allows us to relate reactants and products for any reaction in an intelligible fashion. Within the biological world, however, that world of replicating systems, the second law provides effectively no predictive power. Neither the behavior of a stalking lion nor the single cell phenomenon of chemotaxis is explicable in terms of the second law. Of course all biological phenomena are consistent with the second law, but that global requirement in itself is of no predictive value. Rather, biological phenomena can be best understood and predicted on the basis of their teleonomic character [41,42], a character that is totally unrelated to thermodynamic stability and the second law. The behavior of a hungry lion or of a bacterium in a glucose solution with a concentration gradient are each readily understood and predicted in teleonomic, not thermodynamic, terms. As we will discuss shortly, teleonomy, that quintessentially biological phenomenon, can be given a physicochemical basis, but it will be by relating it to kinetic, as opposed to thermodynamic, parameters.

2.2.5. Quantification of dynamic kinetic stability

Having established the existence of a discrete kind of stability that differs from the previously recognized stability kinds, it would be clearly beneficial to be able to quantify the concept. Unfortunately there is inherent difficulty in the formal quantification of DKS and this difficulty manifests at several levels. First, one cannot formally compare the DKS of any two arbitrary replicators, say, a bacterium and a camel, because these two entities are not directly related. In this regard the issue is not too different to thermodynamic stabilities, where one cannot formally compare the stabilities of two systems that are not isomeric. Thus, just as one cannot legitimately ask whether a molecule of water is more or less stable than a molecule of benzene, one cannot compare the relative stabilities of two replicating entities if they do not compete directly for the same material resources. Accordingly, the relative DKS of two arbitrary replicators will, in most cases, not be formally measureable.

Second, if two replicators do compete directly, as in the case of RNA oligomers competing for the same nucleotide building blocks, then the relative dynamic kinetic stabilities can be ascertained, and even quantified, based on the relative rates of replication and decay for the competing replicators. However, since DKS derives from kinetic rather than thermodynamic factors it is likely to be significantly influenced by minor variations in reaction conditions, so the significance of any particular measure would be of limited value. For example, the presence of ethidium bromide in the reaction mixture during competing RNA oligomer replication leads to a quite different competitive outcome than in its absence [43]. Accordingly, the actual magnitude of DKS for any replicating system, like its static counterpart, is highly circumstantial, and therefore is not readily amenable to meaningful quantification. In fact the difficulty in quantifying DKS is clearly reflected in attempts over many years to quantify the biological equivalent of DKS – ‘fitness’, one that began with Fisher’s use of the Malthusian parameter [44]. Since that early proposal, different fitness kinds have been suggested – relative fitness, inclusive fitness, individual fitness, population fitness, and different empirical measures of that parameter have been offered, reflecting the intrinsic difficulty in quantifying the fitness concept [45,46]. All these different quantification proposals may in a sense be viewed as attempts to square the circle. Indeed, having reduced the biological concept of ‘fitness’ to the chemical concept of DKS, helps clarify the source of the difficulty by stressing the kinetic, and hence circumstantial nature of stability within a replicative context.

2.2.6. Toward a general (extended) theory of evolution

Once we have satisfied ourselves that the chemical and biological phases of life’s emergence and evolution can be unified within a single physicochemical description, one that rests on an identifiable physicochemical driving force, the central elements of a general theory of evolution can be outlined. We begin by pointing out that the terminology employed in that formulation is necessarily physicochemical so it can address the initial phase of life’s emergence, the so-called chemical phase. It follows therefore that the biological phase will also be described in physicochemical terms, but that poses no methodological difficulty – a reductionist methodology underpins much of the scientific endeavor. Accordingly the following statement will serve as the central element of the general theory:

■ Certain oligomeric replicating systems, through a process of imperfect replication and on-going kinetic selection, will tend to evolve toward replicating systems of greater DKS.

While initially that process of imperfect replication might involve the preferential formation of the more rapid replicating oligomeric sequences, as demonstrated in the classic RNA replication experiments of Mills et al. [16], the emergence of replicating networks (also termed autocatalytic sets) [2,6,47,48] with their enhanced replicating capability in comparison with individual molecular replicators, would open up new kinetic options within replicator space. And those particular sequences that would be capable of catalyzing the formation of other chemical classes, e.g., peptides, that exhibit catalytic activity with respect to the replication reaction itself, would further add to the process of complexification and evolution toward more stable dynamic kinetic systems. So while the process of kinetic selection between competing replicating systems can show a range of kinetic characteristics, depending on the precise replication mechanism and its particular kinetic parameters, the general trend from less complex and kinetically less stable to more complex and kinetically more stable replicators would manifest itself. Accordingly the second element of the general theory that addresses the process of complexification may be formulated as follows:

■ Complexification within replicator space, through the establishment of increasingly complex chemical networks, will be the primary mechanism for the enhancement of replicator dynamic kinetic stability and the generation of stable dynamic kinetic states.

From the above discussion it becomes apparent that central Darwinian (biological) terms are just special cases of more general physicochemical terms, as indicated in Table 1. Biology, through a reductionist perspective, can be seen to merge smoothly into chemistry.

Table 1. Key Darwinian concepts and their underlying chemical equivalent

2.2.7. Relationship between dynamic kinetic stability and thermodynamic stability – origin and role of metabolism

Notwithstanding the above discussion and its emphasis on DKS, the relationship between that stability and thermodynamic stability needs to be clarified. After all, thermodynamic requirements, as articulated by the second law, cannot be ignored in that all transformations in the physicochemical world, regardless of whether the particular system is biological or not, must conform to its strict demands. It turns out that metabolism (in the energy-gathering sense) is the means by which Nature can have its cake and eat it. Incorporation of an energy gathering capability into the system is what enables the drive toward greater DKS to comfortably coexist with the strict requirements of the second law, despite the often opposing requirements of these two stability kinds. Let us consider this point in more detail.

Metabolism is broadly defined as the complex set of reactions that takes place in the living cell. So in that sense metabolism is the direct manifestation of the tendency toward increasing complexification that lies at the heart of the evolutionary process. However, as noted above, all chemical reactions are bound by the second law so the drive toward greater DKS and the greater complexity that frequently accompanies that stability must be consistent with the thermodynamic directive. This is true even though not all paths that seek to enhance DKS will be thermodynamically feasible. Indeed, one can presume that in many cases the greater complexity associated with enhanced DKS will actually be disfavored thermodynamically, thereby effectively blocking such pathways. So how is this apparent conflict between two stability kinds resolved? The potential conflict is resolved through the emergence of a very special kind of metabolic complexification – the one specifically associated with energy gathering. It is this particular kind of metabolic capability that enables DKS and thermodynamic stability to comfortably coexist. Let us see how this can come about.

In a recent theoretical study [49], we have demonstrated that a replicating molecule that acquires an energy gathering capability through a chance mutation, e.g., through the formation of a photoactive site within the original molecule, can be expected, through a process of kinetic selection, to drive the original non-metabolic replicator into extinction. In other words, the chance emergence of a metabolic capability would lead to the formation of a replicator of greater DKS than the original non-metabolic molecule. Significantly, this result was observed even if the metabolic replicator was postulated as being inherently slower in its replicating step. Effectively the incorporation of the metabolic capability ‘frees’ the replicating entity from thermodynamic constraints in much the same way that a car engine ‘frees’ a car from gravitational constraints. A motorized vehicle is not restricted to merely rolling downhill, but through the utilization of an external energy source (gasoline), can travel uphill as well. In other words, just as a motorized vehicle is a more effective vehicle for travel, so a metabolic replicator is a more effective replicator than a non-metabolic one. The significance of the simulation described above is that it demonstrates that a metabolic capability, once acquired through a chance mutation, is likely to become incorporated into the system through a process of kinetic selection. At that point the drive toward greater DKS is no longer critically constrained by thermodynamic impediments. As we will subsequently discuss this mechanism for metabolic (energy-gathering) emergence has clear implications regarding the mechanism for the emergence of life. In fact that step may be considered the critical one in the transformation of a thermodynamic (‘downhill’) replicator into a kinetically driven, teleonomic one – the critical step that could be taken as signifying the beginning of life. Considered in this way, death is just the reversion from that (sustained) dynamic kinetic state of matter back to the traditional thermodynamic one.

2.3. Applications of the general theory

2.3.1. Explanatory power of the general theory

Since the beginning of recorded history, man has been acutely aware of the fact that living and non-living systems are distinctly different. One key test of a general theory that attempts to encompass both animate and inanimate (as opposed to a purely biological theory) is that it should be able to address these key animate-inanimate differences. Life’s central characteristics that require explanation are the following:

(a) Diversity and adaptation

(b) Complexity

(c) Homochiral character

(d) Teleonomic (purposeful) character

(e) Dynamic character

(f) Far-from-equilibrium state

Of these characteristics, diversity, adaptation and complexity, seem explicable in Darwinian terms, though a recent monograph has suggested that evolutionary theory does not adequately explain diversity and complexity, and a new probabilistic principle is offered instead [50]. With regard to the remaining characteristics there is little room for argument – none have a simple Darwinian explanation. In fact Monod [41] went as far as to claim some years ago that understanding life’s teleonomic character was “the central problem of biology”, while Woese [1] saw in life’s dynamic character an inexplicable characteristic that necessitated the abandoning of a traditional reductionist approach to the subject and to seek, as he put it, “a new biology for a new century”. Let us briefly consider how each of these characteristics may be better understood in the light of the general theory.

(a) Dynamic character of living systems

As Woese [1] makes clear, living things transcend the machine metaphor: “Machines are not made of parts that continually turn over, renew. The organism is. ….Organisms are resilient patterns in a turbulent flow – patterns in an energy flow”. Woese clearly recognized life’s dynamic nature, but was troubled that a satisfactory explanation within the traditional molecular biology framework was lacking. Let us now show how a description of life as a dynamic kinetic state of matter may go some way toward resolving Woese’s dilemma.

A stable population of replicating molecules, as discussed earlier, is a dynamic state in that the population is stable even though the individual molecules are constantly turning over. Of course a dynamic population of replicating RNA molecules does not constitute life, so how does the dynamic character that we have described manifest itself in a simple life form, say a bacterial cell? For cellular replicators (say, bacteria) the dynamic character manifests itself at two levels, molecular and cellular. At the molecular level cellular proteins, a key component of all cells, are continually degraded and regenerated as part of the cell’s mechanism for protein regulation [51]. As a consequence most cellular proteins have half-lives measured in hours, some even in minutes, meaning that cellular protein, a primary constituent of all living cells, is effectively completely turned over within several days, serving as yet another example of the ‘molecular fountain’ in operation. And, of course, at the cellular level, continuing turnover also takes place – new cells are generated through cell division, while existing cells are constantly being degraded. Thus the dynamic character of living systems, central to their function and very existence, becomes clear through a description of life as a dynamic kinetic state of matter. Lastly, it is of interest to note that this dynamic character may also underlie multi-cellular function. For example, in the brain a significant proportion of brain cells are firing at any given moment, and consciousness, one of the most remarkable and intriguing manifestation of biological organization, has recently been attributed to highly transient groupings of neurons that are in a continuing dynamic process of change [52]. The message is increasingly clear – the dynamic nature of life’s processes, at whatever level, is central to every aspect of biological function.

(b) Life’s far-from-equilibrium character

The second law teaches us that systems are driven toward their lowest Gibbs energy state. Of course for kinetic reasons systems may be trapped in higher energy states for a time (e.g., a hydrogen – oxygen gas mixture), but life’s far-from-equilibrium state is not simply explained in this manner. Living things continually expend energy to maintain that far-from-equilibrium state, and ion concentration gradients cannot be simply viewed as (static) kinetically stable states. In past years a feasible approach to this question was through the implementation of the theory of non-equilibrium thermodynamics [53]. That theory was able to explain how spontaneous order – so-called ‘dissipative structures’, can come about through the action of a perturbation on a system at equilibrium. However that approach toward biological systems ended up being increasingly questioned. The problem was that modeling living systems as dissipative structures – whirlpools, heated liquids, and the like – was unable to provide any insights into biological structure and function [54]. As was pointed out by Collier some years ago, there is no evidence that non-equilibrium thermodynamics applies to biological systems in a non-trivial manner [55]. The introduction of the DKS concept appears to resolve this dilemma. In the replicating world the stability that matters is not thermodynamic stability but DKS, of course consistent with the requirements of the second law. Thus living systems are highly stable entities despite their far-from-equilibrium character, but the stability kind is dynamic kinetic. And, as discussed above, the second law constraint is responsible for the emergence of metabolism (in the energy-gathering sense) as a critical component of all living things, enabling the two stability kinds, DKS and thermodynamic stability, to comfortably coexist.

(c) Teleonomic character

Life’s teleonomic character is arguably the most striking of all of life’s unique characteristics. In contrast to non-living things all life forms appear to follow an agenda. As Kauffman [2] put it: “living systems are autonomous agents – they act on their own behalf”. We have recently offered a physicochemical explanation for life’s teleonomic character [42], so the issue will not be discussed here in detail. Suffice it to say that its central element rests on life’s description as a dynamic kinetic state of matter. Once a replicating system has taken on a metabolic (energy gathering) capability by kinetic selection (so as to enhance its dynamic kinetic stability), it is effectively ‘freed’ of thermodynamic constraints, and at that point the replicating system will have taken on teleonomic character. Its directive is no longer the thermodynamic directive, which defines so-called ‘objective’ behavior, but rather the drive toward greater DKS, whose manifestation is interpreted and understood by us as teleonomic character.

(d) Diversity

Life’s diversity is clear and unambiguous. The number of species inhabiting the earth is estimated to be in the millions, occupying every conceivable ecological niche, from the poles to the equator, from the bottom of the sea to high in the atmosphere. Despite the clear evidence for diversity, the Darwinian model has provided different explanations for that diversity, from natural selection to random drift [50], the latter in line with Spencer’s early concept of the “instability of the homogeneous” [56], and the topic remains a source of continuing debate [57]. In this context we would like to add the insights provided by the dynamic kinetic stability model of living systems.

One interesting distinction between the ‘regular’ chemical world and the replicative world lies in the different topologies of their respective spaces. As we have discussed previously [39], in the ‘regular’ chemical world all chemical systems are directed toward their thermodynamic sink so that the topology of that space is inherently convergent (as illustrated in 2). In contrast, within replicator space the path toward systems of greater dynamic kinetic stability is not well-defined. In principle any replicating system may enhance its DKS in any number of different ways so that each system becomes a potential branching point for other kinetically stable systems, though which systems will be able to maintain that stability over time (i.e., survive), is a separate question. Accordingly, the topology of replicator space is divergent and it is this different topology that provides a simple explanation for the enormous (and constantly growing) diversity we find in the biological world. Thus Darwin’s principle of divergence, a subject of continued debate [57] since it was originally proposed by Darwin, receives a simple topological explanation. This picture of convergent and divergent spaces for the two chemical worlds also explains how in the world of replicators we are able to go back in time and seek our evolutionary roots (convergent going back in time), but cannot predict future evolutionary changes (divergent going forward in time), whereas in the ‘regular’ chemical world we can often predict the outcome of future chemical reactions (convergent going forward in time) but are unable specify how those reacting systems came about (divergent going back in time) [39].
Scheme 2
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Schematic representation of topologies for transformations in regular chemical space (convergent) and in replicator space (divergent).


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Schematic representation of topologies for transformations in ‘regular’ chemical space (convergent) and in replicator space (divergent).

(e) Complexity

Much of the difficulty in explaining life’s complexity is associated with the inherent thermodynamic instability associated with the organized complexity of life. Why would increasingly complex and unstable systems tend to form? However, once the nature of stability in the replicator world is clarified through the concept of DKS, the issue of complexity, at least with respect to its thermodynamic consequences, appears largely resolved. As we have already pointed out, the stability that matters in replicator space is not thermodynamic but DKS, and complexity, primarily through cross-catalytic network formation, contributes to that stability kind. We have already remarked on how two RNA enzymes were able to establish a sustained autocatalytic network, where no single enzyme on its own possessed that replicative capability [31].

An additional biological example may help to clarify the point – virus functionality. Think of a virus simplistically as a two-molecule aggregate – protein + nucleic acid. Within a biotic environment viruses are highly stable entities (in the DKS sense) in that they are able to be successfully replicated in large numbers, and thereby maintain a large population. Note, however, that the high kinetic stability arises through the cross-catalytic effect of the viral components. Each component facilitates the replication of the other, i.e., the two components are replicatively coupled. However, in that same biotic environment neither individual component will, on its own, be replicated, i.e., each individual component would manifest zero DKS. It is the system’s complexity, as expressed by the cross-catalytic relationship between the viral components, which provides the means of replication, leading to the system’s high DKS.

(f) Homochiral character

The stability of chiral systems in ‘regular’ and replicator space is strikingly different. In ‘regular’ chemical space a racemic mixture is inherently the more stable one; chiral excess is thermodynamically unstable, and with time all homochiral systems will tend to become transformed into the more stable racemic form (if aggregation effects are ignored). Within the replicative world, however, where kinetic factors dominate, the reverse pattern is observed. Stereochemical recognition is crucial in biological processes, particularly in the process of replication, so that in a replicative context, homochirality, which facilitates such recognition, is the preferred stereochemical outcome. In other words, due to the importance of stereochemical recognition, homochiral systems exhibit greater DKS than racemic ones. Thus the tendency of ‘regular’ chemical systems toward racemization, and replicating systems toward homochirality, becomes understandable in terms of the stability types within the two chemical spaces. As a final comment it is worth noting that the importance of autocatalysis is not just manifest in maintaining that homochiral dynamic kinetic state, but also in generating it. The symmetry breaking Soai reaction [58,59] in which a chiral product can be formed in almost 100% enantiomeric excess from an achiral substrate, is explicable in identical terms. Thus both the generation and the maintenance of persistent autocatalytic systems derive from the predominant influence of kinetic factors in governing those processes.

2.3.2. Defining Life

The only uncontroversial statement one might make regarding attempts to define life is to say the issue is highly problematic [60,61]. Yet a working definition is important and forms the basis for the on-going attempts to overcome at least some of the difficulties. As recently pointed out by Cleland and Chyba [60], one of the major obstacles to successfully defining life is that we are attempting to define something we don’t fully understand. There are sufficient philosophic and linguistic difficulties in defining something we do understand, so the problem is only exacerbated when we attempt to define an entity whose essence remains in dispute, a source of endless debate.

Extending the evolutionary theme to inanimate systems, thereby helping to bridge the animate-inanimate gap, leads quite naturally to greater insight into what constitutes a living system. That insight, in turn, opens the door to a functional definition that may avoid at least some of the commonly recognized difficulties associated with attempts to define life in the past. A functional definition that seems to overcome at least some of those difficulties is as follows:

A self-sustained kinetically stable dynamic reaction network derived from the replication reaction.

Note that a central feature of the above definition is that it attempts to specify the chemical essence of life, i.e., what life is, rather than what living systems do. Consider by comparison the widely cited NASA definition of life: A self-sustained chemical system capable of undergoing Darwinian evolution [62]. The fact that the NASA definition suffers from a number of deficiencies, including trivial exceptions (e.g., infertile animals, single rabbits), has been noted and discussed [60]. But the difficulty with the NASA definition appears to be more fundamental. The NASA definition is anchored in a term that is itself biological – “capable of undergoing Darwinian evolution”. Ideally a life definition that strives to place living things within a general material context should be detached from its biological context. It should not contain elements that are inherently biological, as to some degree it is then defined in terms of itself.

As a final point we note that the above definition suggests that other life forms could exist, at least in principle. The general definition, here in agreement with the NASA definition, suggests that life forms not related to the protein-nucleic acid format as we know it, would be possible, and would likely exhibit the same phenomenological manifestations of the established protein-nucleic acid form that surrounds us. A detailed discussion of this issue is beyond the scope of this article.

2.3.3 Further insights of the general theory

Let us now point out some additional insights provided by the general theory beyond those described above. Two central questions raised in the introduction were: How did life emerge? How would we go about synthesizing a living system? What insights into these key questions does the above theory offer? Let us first address the question of life’s emergence.

The proposed general theory of evolution cannot address the historical question of life’s emergence from inanimate matter. Historical questions can only be addressed by uncovering the historic record and, for the early stages of abiogenesis, no historic record is available, or is likely to become available. Neither the fossil record nor phylogenetic analysis can take us back to the earliest stages of life’s emergence. However, uncovering the physicochemical principles that would have facilitated such a transformation should be an achievable goal. After all, those principles would be independent of time and place and no less applicable then, as now. Indeed by viewing abiogenesis and biological evolution as one single continuous physicochemical process, we have in effect outlined the physicochemical framework that would facilitate such a transformation. In a nutshell that framework rests on the simple idea that in nature there is a special stability associated with entities that can self-replicate, a stability kind that we have termed dynamic kinetic stability. Thus autocatalysis is at the very heart of both abiogenesis and evolution. Once some relatively simple self-replicating entity would have emerged, whether a single molecule or a minimal molecular network, the drive toward greater DKS would have induced that minimal replicating system to further complexify. The precise chemical nature of that primal replicator and its precise complexification pathway, historical facts, are unlikely to be ever known. These are historic events buried deep in the mists of time, but given the centrality of the nucleic acid system as the replicating heart of all living systems, it would seem that either a nucleic acid system, or at least one closely related to nucleic acids and evolvable from it, would have been likely candidates. Importantly, however, the manner in which a thermodynamic replicator, one whose replicating reaction would have been strictly governed by thermodynamic constraints, was transformed into a far-from-equilibrium energy-gathering teleonomic replicating system, is addressed by the theory. One might go as far as to say that the step in which a thermodynamic (down-hill) replicator was transformed into a metabolic (energy-gathering) replicator was the critical step, a saltation. That was the step, one might argue, in which a non-living chemical system began to take on the central life characteristic – teleonomic character [49], thereby crossing the threshold separating animate from inanimate.

How would we go about synthesizing a living system? We certainly are unable to provide an answer to this question, but the extended theory may provide some useful pointers, particularly as to what is unlikely to work. First, it is important to recognize that a key distinction between life and non-life is organizational, the former being a dynamic kinetic state of matter. Thus the living state is induced by the dynamic character of the biomolecules from which living things are constructed. A simplistic physical analogy that may capture that dynamic character of life is that of a juggler juggling several balls. A state where a man is standing next to those same balls is identical materially, but distinctly different organizationally. And just as it is easy to transform the juggling state to a non-juggling one (a hefty shove of the juggler is likely to do the trick), but more difficult to go in the other direction, so it is easy to transform the relatively fragile dynamic state that is life, to the static thermodynamic state representing death. So a strategy that we predict would not work would be to simply combine the molecules of life into some supramolecular aggregate. Such an aggregate would be thermodynamic in nature, not one that is dynamic kinetic. Based on the general model presented above, a living system could be synthesized through accessing a replicative state with a relatively simple replicating system. Once that replicative state is accessed, it could then be modified and built upon, one step at a time, ensuring the holistic replicative capability is maintained at each step. The juggler analogy is once again helpful. A juggler wanting to juggle 5 balls might start with just 2 balls and then add additional balls, one at a time – step by step. Simply tossing 5 balls at a man does not lead to a juggling state. Of course the above comments provide no practical guidance in how to achieve that desired end, and we make no pretense to suggest otherwise. Nonetheless, a general theory of evolution may provide a keener awareness of where the difficulties lie thereby helping to avoid strategies that the theory would identify as problematic.

Finally, in closing this section we briefly mention the ‘metabolism first’ vs. ‘replication first’ controversy, a long standing question at the heart of the origin of life debate [35,63]. In the absence of historical data that can throw light on the question of whether life began through the emergence of some replicating system which then complexified, or with the initial emergence of an autocatalytic metabolic network, a definitive resolution of the question appears unlikely. Nevertheless, having a physicochemical model that provides a basis for the transformation of inanimate to animate could provide useful insights. As the general model described above makes clear, the essence of life derives from the unique kinetic characteristics associated with autocatalysis. That, in turn, suggests that all models for the emergence of life should be analyzed with respect to that critical element. So did life begin with some primal metabolic system that was holistically autocatalytic, as proposed by the ‘metabolism first’ school of thought, or with some self-replicating molecule, as proposed by the ‘replication first’ school of thought? Consider, Joyce’s work has recently demonstrated that a single RNA enzyme with its constituent building blocks is a poor replicator and is unable to bring about sustainable replication. However, the cooperative cross-catalytic system involving two RNA enzymes was able to generate a self-sustained system [31]. This key result suggests that both template-directed autocatalysis and network formation may well have been critical elements in the emergence of life, most likely closely synchronized. That being the case, we would argue that the ‘replication first’ – ‘metabolism first’ debate, as a fundamental issue in the Origin of Life debate, may no longer be of real relevance, and should be replaced with a bridging ‘replication and metabolism together’ scenario. Simply put, complexification (of the special kind found in biology) could not have taken place without replication, and replication without complexification had nowhere to go. The idea that the distinction between ‘replication first’ and ‘metabolism first’ schools of thought may be largely artificial was recently expressed by Eschenmoser [64].

3. Concluding remarks

Darwin’s contribution to modern scientific thought is profound and irrevocable. It has forever changed man’s view of himself and his place in the universe. By demonstrating the interconnectedness of all living things, Darwin brought a unity and coherence to biology that continues to impact on the subject to this day. But a paradoxical side product of that extraordinary contribution with its specific focus on living things, was that it resulted in a distancing between the biological and the physical sciences, one that continues to afflict the natural sciences. The disturbing result – despite the enormous contribution of the Darwinian theme, Darwinism remains unable to explain what life is, how it emerged, and how living things relate to non-living ones. The challenge therefore is clear. The scientific goal – the relentless striving toward the unification of science – requires that the chasm that divides and separates the biological from the physical sciences be bridged.

In this paper we have attempted to demonstrate that by reformulating and incorporating the Darwinian theme within a general physicochemical scheme, one that rests on the concept of dynamic kinetic stability, the animate-inanimate connection can be strengthened. What the general scheme suggests is that life is, first and foremost, a highly complex dynamic network of chemical reactions that rests on an autocatalytic foundation, is driven by the kinetic power of autocatalysis, and has expanded octopus-like from some primal replicative system from which the process of complexification toward more complex systems was initiated. Thus life as it is can never be readily classified and categorized because life is more a process than a thing. In that sense Whitehead’s process philosophy [65] with its emphasis on process over substance seems to have been remarkably prescient. Even the identification and classification of separate individual life forms within that ever expanding network seems increasingly problematic. The revelation that the cellular mass that we characterize as an individual human being (you, me, or the girl next door) actually consists of significantly more bacterial cells than human cells (~1014 compared to ~1013) [66], all working together in a symbiotic relationship to establish a dynamic kinetically stable system, is just one striking example of the difficulty. As humans we naturally focus on what we identify as the human component of that elaborate biological network, but that of course is an anthropocentric view, one that has afflicted human thinking for millennia. A description closer the truth would seem to be that life is a sprawling interconnected dynamic network in which some connections are tighter, others looser, but a giant dynamic network nonetheless. And it is life’s dynamic character that explains why identifiable individual life forms – small segments of that giant network – can be so fragile, so easy to undermine through network deconstruction, whereas the goal of creating life is such a formidable one.

A closing remark concerning life’s complexity. Life is complex – that is undeniable. But that does not necessarily mean that the life principle is complex. In fact we would argue that the life principle is in some sense relatively simple! Indeed, simple rules can lead to complex patterns, as studies in complexity have amply demonstrated [67,68]. So we would suggest that life, from its simple beginnings as some minimal replicating system, and following a simple rule – the drive toward greater dynamic kinetic stability within replicator space – is yet another example of that fundamental idea.

A final comment: this paper has discussed the concept of dynamic kinetic stability in some detail, and the question as to which stability kind – dynamic kinetic or thermodynamic – is inherently preferred in nature, could be asked. There is, of course, no formal answer to this question. In contrast to thermodynamic stability, dynamic kinetic stability is, as noted earlier, not readily quantifiable. Nevertheless an intriguing observation can be made. Since the emergence of life on earth from some initial replicating entity some 4 billion years ago, life has managed to dramatically diversify and multiply, having taken root in almost every conceivable ecological niche. Just the bacterial biomass on our planet alone has been estimated to be some 2.1014 tons, sufficient to cover the earth’s land surface to a depth of 1.5 meters [69]. The conclusion seems inescapable – there is a continual transformation of ‘regular’ matter into replicative matter (permitted by the supply of an almost endless source of energy), suggesting that in some fundamental manner replicative matter is the more ‘stable’ form. What implications this continuing transformation might have on cosmology in general is beyond both our understanding and the scope of this paper.

Nós, Mamíferos Fomos Feitos Tambem Por Virus! Mamma mia!

sexta-feira, fevereiro 17th, 2012

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Quando você era apenas um feto, necessitou de nutrientes para sobreviver e se transformar em embrião. Claro que tais nutrientes só poderiam vir do corpo da mãe. Mas como ter acesso aos nutrientes se você estava dentro de um utero que estava isolado dentro do corpo da mãe? Os nutrientes estavam na placenta que existe logo após as paredes do utero, separada dêste. Pela lógica das coisas você não era para ter nascido, todos nós seríamos abortados como fetos mortos. Mas a Natureza tem uma sabedoria extraordinária! Aconteceu então uma espécie de milagre: surgiram entre as paredes do útero e a placenta umas camadas de células preenchendo o espaço, camadas estas que permitem a passagem de tais nutrientes. E quem fêz estas camadas de células?

Virus !!!

Quem poderia ter imaginado uma coisa destas?! Fomos instruídos para odiar os virus porque alguns dêles nos matam, mas agora percebemos que a existência dêles nêste mundo foi necessária e inevitável para a Evolução produzir seres vivos como a espécie humana. A Natureza convocou os virus quando a espécie mais evoluída aqui eram os répteis e usou seu trabalho para transformar um réptil num mamífero. Impressionante!

Bem… leia meus comentários aqui e o artigo publicado em:

Discovern Magazine – Seção Blogs – The Loom

Mammals Made By Viruses

Título: Mammals Made By Viruses

February 14th, 2012 11:48 PM by Carl Zimmer

Em 2000, uma equipe de cientistas de Boston descobriram um peculiar gene no genoma humano. Deram-lhe o nome de ERVWE1. Êle tem o código para produzir uma proteína feita sómente pelas células da placenta. Êles chamaram essa proteína de “syncytin”.

As células que produzem syncytin estavam localizadas apenas onde a placenta faz contacto com o útero. Estas células se fundem, ou se unem, para criar uma unica camada de células, chamada de “syncytiotrophoblast”, a qual é essencial para o feto sugar, drenar, nutrientes de sua mãe. Os cientistas descobriram que o que liga as células como uma espécie de ponte é essa proteína, a syncytin. Então, para que no futuro as células possam se conectarem, precisam antes fabricar a syncytin, como nós do lado de cá de um rio, para atravessar-mos mercadorias à outra margem, precisamos antes fazer uma ponte.

Até aqui tudo bem, nos maravilhamos com as previdências e fantástica engenharia da Natureza, mas estamos acostumados a aceitar isto. O que torna o caso realmente formidável é que êsse gene que faz essa ponte, essa proteína, não é um gene humano! Êle tem todas as características dos genes dos virus. Algum antepassado nosso extorquiu êsse gene do DNA de um virus e nenhum de seus descendentes nunca mais o devolveu. Agora tem virus nascendo aleijado, outro vêsgo de um ôlho, porque lhes falta êsse gene. Devolvam o gene ao virus, meu amigo, minhas amigas, senão vocês podem ir para o inferno…

O problema é que se meu pai tivesse devolvido o gene eu não teria nem nascido e não estaria aqui agora blogando… Se eu devolver o gene nunca terei filhos. Vou ficar triste pelo resto da vida com êsse tremendo pêso na consciência. Somos ladrões de genes de criaturinhas indefesas.

O artigo é longo e continua com informações valiosas. Apenas para ilustrar reproduzimos a figura abaixo mostrando como foi a evolução da inserção dêsse gene:
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Ciclo Evolutivo do Gene para Syncytin


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Observe o desenho na base onde se lê “maternal vessel”, a faixa ou camada de células formada pela syncytin.

Virus têm se infiltrado por êles mesmos no genoma de nossos ancestrais por centenas de milhões de anos. Êles tipicamente têm conseguido isso ao infectarem ovulos e espermas, inserindo seus próprios DNA dentro do nosso. Existem 100.000 conhecidos fragmentos de virus no genoma humano, perfazendo cêrca de 8% do nosso DNA. ( Tem um casal vizinho lá de casa que quando a mulher ficou grávida só se expressaram êstes 8% de genes e quando o filho nasceu era apenas um virus, por isso êles criam seu filho escondido numa caixa de fósforos na casa… Mas, agora falando a verdade, acho que você já sabe que muitas vêzes êstes fragmentos de genes viróticos se replicam e se tornam virus completos, por isso nosso corpo cria virus dentro de nós mesmos!)

A maioria dêste DNA de virus tem sido atacado por tantas mutações que hoje nada mais são que meras bagagens que nossas espécies carregam de uma geração a outra. Ainda assim há alguns genes virais que ainda fazem proteínas em nossos corpos. Syncytin aconteceu de ser uma proteína extremamente util para nossa biologia, por isso a Evolução, através de seu mecanismo da seleção natural, permitiu a êsse gene que a produz, a se expressar e o mantêve até hoje no DNA dos mamóferos. Originalmente, syncytin permitiu aos virus fundirem células dos corpos de seus hospedeiros para que êles pudessem se propagarem de uma célula para outras. Agora essa proteína permite a bebês se colarem ao corpo de suas mães.

Agora vamos analisar êsse fenômeno, como e porque aconteceu essa espécie de milagre, à luz da fórmula da Matrix/DNA, e prepare-se para vibrar de emoção com a sabedoria da Natureza. O que são os virus, como e porque surgem na Terra? Virus são apenas uma das sete peças de um sistema natural. Observe a fórmula da Matrix.
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Fórmula da Matrix/DNA no Estado de Sistema Fechado


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Virus são os instrumentos materiais, os representantes no ecossistema da biosfera terrestre da Função Sistêmica Universal n. 5. Esta função que nasce em F.4 – o elemento masculino do sistema – sai fora do circuito esférico rumo ao interior do sistema, para terminar na F.1 – o elemento feminino do sistema. É a unica peça movel dos sistemas naturais e a unica intermitente, quer dizer, só aparece quando um sistema está maduro e começa sua fase de reprodução. É uma peça fundamental na reprodução e perpetuação das espécies. Ela funde duas outras peças, une-as, a F.4 à F.1. No céu, o unico astro que perambula entre outros é o cometa, e estudando suas demais características descobrimos que cometas são os instrumentos materiais dentro dos sistemas astronomicos fabricados pela faixa do espectro da luz natural correspondente à Função Sistêmica Universal n. 5 quando a luz adentra a matéria inerte e lhe imprime a dinâmica do ciclo vital, quer dizer, organiza a matéria em sistemas funcionais. O cometa é o espermatozóide do espaço. Não os que vemos passar por aqui, êstes são espermatozóides que nunca alcançaram o alvo, vão vagar até se desfazerem. No sistema celular essa função criou o RNA, o mensageiro, o transportador. Na divisão dos orgasnismos pelo sexo essa função entrou criando o espermatozóide. No sistema nucleotideo ela criou a base uracila, a unica que só existe no RNA e é intermitente, só aparece quando é formado um novo nucleotideo que vai compor a fita do DNA.

Cada Função Universal criou uma das cinco principais organelas do sistema celular. A F.1 criou o nucleo, A F.2 criou o centríolo, a F.3 criou o ribossomo, a F.4 criou a mitocondria (por isso a mitocondria tem DNA tambem pois ela representa o elemento macho que precisa ter DNA para a reprodução, e por isso ela emite os bólidos de energia ATP como seu ancestral no céu, o pulsar, emite os energéticos cometas). A F.6 criou o lisossomo que faz a limpeza da célula retirando seus detritos como sua ancestral no céu, a estrêla decadente se fragmenta expulsando seus detritos. A F.7 criou o cloroplasto, que só existe na célula vegetal e como representa o seu ancestral no céu, a estrêla, é êle que conecta a célula vegetal ao Sol e faz a fotossíntese. E a F.5, criou qual organela? Uma que fôsse intermitente, quer dizer, só aparece na reprodução, os virus. Por isso os virus tem a tendencia de penetrar na célula, ir até o nucleo onde se situa a fêmea, e só sabe se reproduzir desenfreadamente, ou juntar o aparato masculino ao feminino se fazendo de ponte, como a syncytin.

As organelas eram, antes de ser formado o primeiro sistema celular, apenas compostos moleculares como o ribossomo, o lisossomo, ou pré-organismos já com RNA/ou DNA como as mitocondrias. Existiam separadas, porque foram pacotinhos de genes semi-vivos vindos do sistema astronomico, eram apenas certos trechos do circuito daquêle sistema. Com o tempo e por simbiose se juntaram dentro de uma membrana, perfazendo o circuito completo e assim o primeiro ser vivo saiu a se arrastar na superficie da Terra.

Os virus são tambem uma organela celular.

E porque êles tem a capacidade de fazer uma proteína que funde o utero à placenta? Ora, já respondemos acima, basta dar uma olhada para o céu, êles lá só sabem fazer é fundir dois corpos. E a maioria dos cometas que não chegam no horizonte de eventos do vórtice formado no meio da poeira estelar (vórtice êsse errôneamente teorizado pelos físicos como se fôsse um buraco negro), porque não tiveram a fôrça necessária para penetra-lo, ficam orbitando no meio da poeira que mais tarde vai justamente se constituir na ancestral celeste da placenta dos mamíferos, ao se agregar ao nucleo da semente de uma nova estrêla e se tornar o depósito de nutrientes para o germe se alimentar até desabrochar. Por isso a syncytin só existe ali entre o utero que imita o buraco negro onde se desenvolve o embrião de uma nova estrêla e o resto do Universo, o qual, nêste caso, é o corpo da mãe.

Êste é o pêso, a fôrça, de uma teoria consistente. Não é porque descobriram no ano 2.000 a syncytin, o gene do virus no DNA dos mamíferos e por causa de eu saber disso tudo apenas hoje quando leio êste artigo que estou descobrindo agora a identificação com minha teoria. Essa história da placenta como imitação do horizonte de eventos, dos virus como reprodutores e organelas, e constantes do DNA, já a escrevo aqui nêste webisite há anos e já a registrei com direitos autorais a 20 anos atrás, antes da syncytin ser descoberta em 1998. É a capacidade de previsão certeira desta teoria que a cada dia me convence mais que algo nela, ou muito dela, deve estar correto. A formula da Matrix/DNA surge nêste Universo material codificada no espectro electro-magnético de qualquer raio de luz natural, (como explico aqui em outro artigo), mas de onde vem essa luz, qual sua fonte natural, A Teoria da Matrix/DNA não sabe dizer. Vou morrer levando comigo êste mistério não-resolvido para meu tumulo…

Mas se assim for, se a teoria da Matrix/DNA está correta, os cientistas estão interpretando algo de forma errada. A teoria diz que tôdas as informações vindas de LUCA – o nosso ultimo ancestral comum astronomico – já existiam no primordial DNA. Isto significa que os genes dos virus tambem surgiram no DNA dos seres vivos à mesma época. A presença dêstes genes no DNA, provavelmente localizados na região chamada DNA-lixo, independente da inserção dêles pelos virus, pois são partes do trecho do circuito sistêmico, o qual está completo no DNA dos vegetais e apenas sem os genes para cloroplastos nos animais. Acontece que aqui o problema se torna complexo e ainda não tive tempo para estudar essa questão. Os genes dos virus são genes biológicos, derivados dos genes semi-vivos astronomicos e a maioria dêstes está inativa na região que denominamos DNA-lixo. Êles só se despertariam para novamente se expressarem se alguma condição de sobrevivencia atuar como um estimulo. Como no ancestral astronomico êles trabalhavam com material mais simples, deve ter tido mutações nos seus derivados que compõem os genes biológicos dos virus. Por isso talvez os cientistas não os encontram no meio do DNA: já não mais se parecem com seus mutados descendentes nos virus. Mas isto levanta uma suspeita: talvez êstes genes não tenham sido inseridos por virus. Talvez estes genes no DNA dos organismos vivos tenham produzido os virus, mesmo que mais tarde, devido à maior eficiência dos genes virais mutados, e devido à proximidade de coexistência de ambos no nucleo celular, a Natureza preferiu selecionar o material viral e deixou o material do DNA primordial inativo.

Outro fator a considerar: porque êstes genes só aparecem dos mamiferos para cá, e não nos ancestrais anteriores como os répteis? Se não aparecem nos anteriores, a Teoria da Matrix/DNA explica o porque. Tenho outro artigo aqui explicando como a engenharia de manter os ovos e nutrir os embriões dentro do corpo da fêmea surgiu e se desenvolveu nos ancestrais não-mamiferos. O artigo, se não me engano chama-se ” Dos répteis aos Mamiferos: Um Ato Heróico?” Isto aconteceu porque no céu, no ancestral sistema astronomico, já existiam as duas fases, a primeira de botar os ovos fora, e a segunda, de manter os ovos dentro. Quer dizer, o aparato de reprodução dos mamíferos já estava estabelecido na fórmula da Matrix desde as origens do Universo. Então, é comprensivel que, mesmo já registrados no DNA desde as amebas, os genes responsáveis pela produção da syncytin só iriam se expressar quando se iniciasse a segunda fase, a formação dos mamiferos. Que estivessem já no DNA dos organismos ou voando por aí nos virus, não importa: estava determinado por uma onda/raio de luz que entrariam em ação no momento certo.

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A seguir, alguns de meus comentários postados na Internet em artigos, foruns de discussão, etc.

http://blogs.discovermagazine.com/loom/2012/02/14/mammals-made-by-viruses/comment-page-1/#comment-76450

34. Louis Morelli Says:
February 17th, 2012 at 12:03 pm

Thanks! I had a lot of information here, useful for my work. But, I am asking the opportunity for debating a different approach about these phenomena, based in the viewpoint of Matrix/DNA Theory.

The existence of virus, the origins of placenta and mammalian reproductive apparatus are explained by the Matrix formula that was present in the state of the world before biogenesis. Hence, this information here about syncytin, the fuses, already was predicted by this theory 30 years ago, as proved by copyrights.

What’s virus? There is a universal natural formula for all natural systems and viruses are the performer of systemic function number 5 at cells systems (See the formula at my article “Nós, Mamíferos Fomos Feitos Tambem Por Virus! Mamma mia! (Portuguese – fevereiro | 17 | 2012). Google it.

How was the origin of placenta and mammalian reproductive apparatus? It is explained in my article “From Reptile to Mammals: A Heroic Act? (English – November 13th, 2011)”

There is a controversial point between the two theories. Matrix suggests that the original genes that later produced syncytin already were registered in the primordial DNA and they are there, at the junk DNA. But they were prohibited to express because the evolution of biological systems obeys the same chronology ordered by the formula and the formula first makes system laying eggs out, only in a later phase the system keeps the egg within. So, in parallel was evolving the virus which DNA had several mutations at the point that some genes are not re-cognoscible when faced with its similar genes at the living beings’ junk DNA.

There is this possibility: the living beings genes produced the viral genes which had mutations and went back to living beings DNA when evolution determined that it was time for their expression.
Viruses, as performers of F5, are supposed to be cells organelles. This function build tools for reproduction and perpetuation of species, then it appears only at intervals in the cell system. Viruses are the performers of male functions, the cells tool as their spermatozoon. The cause evolution had keep this viral organelle outside the cell system is because they have the bias to reproduce by re-cycling closed systems. Then, the virus keeps orbiting around the female apparatus (in this case, the uterus) and mixing at ingredients and cells in that region they produces syncytin.

Everything equal when the Matrix formula was building the galaxies building blocks: uterus is the black hole at the galaxy nucleus, placenta is the formation of events’ horizon with stellar dust. Fetuses are seeds of a new star and virus are the comets that make the fecundation, fusing the black hole with the external Universe, which, in this biological case, is the mother’s body.
This is a different theory, maybe has a lot of wrong things in their models, but his ability to make predictions has been incomparable with others theories.

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http://blogs.discovermagazine.com/loom/2012/02/14/mammals-made-by-viruses/comment-page-1/#comment-76450

35. Louis Morelli Says:
February 17th, 2012 at 12:19 pm

Besides the debate among different theories, there is this practical and urgent case related to these viruses:

Wikipedia: Clinical significance

HERV-W has been associated with multiple sclerosis and schizophrenia in humans. (HERV-W_7q21.2 provirus ancestral Env polyprotein also known as Env-W or enverin or syncytin is a protein that in humans is encoded by the ERVWE1 gene.

Then, my job just now is searching information everywhere about these diseases and trying to understand it from the Matrix/DNA formula viewpoint.

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A seguir começa a compilação de dados para mais esta pesquisa da Matrix/DNA

Wikipedia ; Syncytin > ERVWE1

HERV-W_7q21.2 provirus ancestral Env polyprotein also known as Env-W or enverin or syncytin is a protein that in humans is encoded by the ERVWE1 gene.

Function: Many different human endogenous retrovirus (HERV) families are expressed in normal placental tissue at high levels, suggesting that HERVs are functionally important in reproduction. This gene is part of an HERV provirus on chromosome 7 that has inactivating mutations in the gag and pol genes. This gene is the envelope glycoprotein gene which appears to have been selectively preserved. The product of this gene, syncytin, is expressed in the placental syncytiotrophoblast and is involved in fusion of the cytotrophoblast cells to form the syncytial layer of the placenta. The protein has the characteristics of a typical retroviral envelope protein, including a furin cleavage site that separates the surface (SU) and transmembrane (TM) proteins which form a heterodimer.[3]

Clinical significance: HERV-W has been associated with multiple sclerosis[4] and schizophrenia in humans.

Multiple sclerosis
From Wikipedia, the free encyclopedia:

Multiple sclerosis (abbreviated to MS, known as disseminated sclerosis or encephalomyelitis disseminata) is an inflammatory disease in which the fatty myelin sheaths around the axons of the brain and spinal cord are damaged, leading to demyelination and scarring as well as a broad spectrum of signs and symptoms.[1] Disease onset usually occurs in young adults, and it is more common in women.[1] It has a prevalence that ranges between 2 and 150 per 100,000.[2] MS was first described in 1868 by Jean-Martin Charcot.[3]

Comentário da Matrix/DNA:

Nesta primeira breve abordagem, aprendemos que a esclerose decorre de uma inflamação nas camadas gordurosas de myelin formadas em volta dos axons dos neuronios, geralmente em jovens e mais nas mulheres. O quadro nos lembra imediatamente o mesmo quadro das camadas de syncytin em volta do utero. O que nos traz a essa comparação de padrões é o fato de que os genes envolvidos em syncytin tambem estão envolvidos nessa inflamação, tambem estão presentes no myelin. Temos do syncytin e da formula da Matrix/DNA a teoria de que se trata de gene viral, que virus se localizam em órbita de aparatos que representam F1, o qual é extritamente feminino, por isso já se entende porque a doença ataque mais as mulheres. Tambem sabemos que a maior atividade dos virus é na fase de inicio da reprodução sexual, por isso já se entende porque a inflamação surge mais nos jovens. Deduzimos que os sinais que correm dentro dos axons são entendendidos pelos virus ou seus genes como fetos de uma nova mensagem, por isso os genes virais se dirigem aos axons e ao orbitarem-no acabam criando uma camada-ponte entre o axon e o resto do cérebro, assim como a syncytin funde o utero com o resto do corpo da mãe. Vamos continuar buscando mais informações para penetrar mais fundo nos segrêdos e causas desta doença, buscando uma solução de cura. Que Deus, ou seja lá qual é a fonte por tras da luz natural, esteja conosco. Nossos irmãos estão sendo torturados por essa doença e precisam de nossa ajuda, sempre é bom a mim mesmo lembrar isso para manter-me recolhendo energia de onde for possível e fazer êste trabalho.

Inflammation
From Wikipedia, the free encyclopedia

Inflammation (Latin, īnflammō, “I ignite, set alight”) is part of the complex biological response of vascular tissues to harmful stimuli, such as pathogens, damaged cells, or irritants.[1] Inflammation is a protective attempt by the organism to remove the injurious stimuli and to initiate the healing process. Inflammation is not a synonym for infection, even in cases where inflammation is caused by infection. Although infection is caused by a microorganism, inflammation is one of the responses of the organism to the pathogen. However, inflammation is a stereotyped response, and therefore it is considered as a mechanism of innate immunity, as compared to adaptive immunity, which is specific for each pathogen.

Myelin
From Wikipedia, the free encyclopedia

Myelin is a dielectric (electrically insulating) material that forms a layer, the myelin sheath, usually around only the axon of a neuron. It is essential for the proper functioning of the nervous system. Myelin is an outgrowth of a type of glial cell. The production of the myelin sheath is called myelination. In humans, the production of myelin begins in the fourteenth week of fetal development, although little myelin exists in the brain at the time of birth. During infancy, myelination occurs quickly and continues through the adolescent stages of life.

Schwann cells supply the myelin for peripheral neurons, whereas oligodendrocytes, specifically of the interfascicular type, myelinate the axons of the central nervous system. Myelin is considered a defining characteristic of the (gnathostome) vertebrates, but myelin-like sheaths have also arisen by parallel evolution in some invertebrates, although they are quite different from vertebrate myelin at the molecular level.[1] Myelin was discovered in 1854 by Rudolf Virchow.[2]
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Myelin Em Tipicos Neuronios

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Pathogen
From Wikipedia, the free encyclopedia

A pathogen (Greek: πάθος pathos, “suffering, passion” and γενής genēs (-gen) “producer of”) or infectious agent – in colloquial terms, a germ — is a microbe or microorganism such as a virus, bacterium, prion, or fungus that causes disease in its animal or plant host.[1][2] There are several substrates including pathways whereby pathogens can invade a host; the principal pathways have different episodic time frames, but soil contamination has the longest or most persistent potential for harboring a pathogen.

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Sôbre: Doença de Borna

Estudo aponta vírus comum entre o genoma humano e o de outros mamíferos

publicado em 07/01/2010 às 08h24:
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/estudo-aponta-virus-comum-entre-o-genoma-humano-e-o-de-outros-mamiferos-20100107.html

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Em Medicina e seus Diagnósticos, No Mundo e Suas Interpretações, Como (não) Pensar Como um Doutor.

quinta-feira, fevereiro 16th, 2012

Interessante depoimento de uma estudante de medicina é o artigo publicado hoje em:
http://blogs.scientificamerican.com/unofficial-prognosis/2012/02/16/how-not-to-think-like-a-doctor-2/
Scientifican American Blogs

How (not) to think like a doctor

O fato de que já existiram vários impérios e civilizações e todos caíram é explicado pelo fato de que tais civilizações foram construídas tendo por base errôneas interpretações do que é a Vida e como funciona a Natureza. Assim tambem a morte de um paciente num hospital pode significar que os médicos não conhecem o corpo humano o suficiente para fazer o correto diagnóstico e evitar o pior. Ilana Yurkiewicz é uma estudante na Harvard Medical School mas já se graduou com um bacharelado em Biologia pela Yale University e tem uma mente que promete, pois ela raciocina, questiona, sôbre o ambiente e a dinamica da situação em que está envolvida.

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Ilana Yurkiewicz

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Ela diz: ” Em nosso primeiro dia de fisiologia, nosso professor mostrou um slide com a figura de um elefante. Êle nos deixou olhando-a por vários segundos e então perguntou: o que é isto? No próximo slide apareceu a figura de uma chapa com raio-x do peito. Nós continuamos em silêncio por mais alguns segundos e então êle perguntou: o que é a diagnose?

“Êle estava demonstrando o que foi feito num recente teste que examinou o modo como os doutores pensam quando perante um paciente. (Ela não está dizendo que o médico fica se perguntando se o que está sentado na cadeira à sua frente é um elefante, um ser humano, ou uma tartaruga, e sim, ouvindo e examinando o paciente investigando qual sua doença). No estudo, similar imagens foram mostradas por iguais intervalos de tempo, mas para médicos e não para estudantes. E constataram que os doutores dispenderam o mesmo tempo no reconhecimento do animal que dispendem para fazer um diagnóstico – menos de 1,5 segundos. Enquanto isso, scanners dos seus cérebros revelaram que as mesmas partes do cérebro estavam sendo usadas durante as duas experiencias.

“Esta não foi a primeira vez na escola de medicina que me fêz prestar atenção na maneira que ocorrem meus pensamentos, como eu penso. Quais são os métodos com que uma pessoa poderia identificar um elefante? Um método é trabalhar dêsde a base de dados. Você poderia observar: isto é enorme, cinza, e tem quatro pernas e um tronco. Então você pensaria nos possiveis objetos que possuam estas qualidades, excluiria aquêles que não fizessem sentido, e continuaria a coletar e raciocinar através dos dados até chegar à correta diagnose. Ou você pode, num instante, por reflexão, reconhecer o padrão e fazer a identificação. (Isto é elefante!, ou “Isto é apenas enxaqueca na menopausa. Já conheço estas madames ricas a muito tempo, já ouví muito essa mesma história. É o mesmo padrão.” … Mas pode ser o inicio de uma Alzheimer …).

” Para recomhecer coisas como elefantes, o nosso costumeiro comportamento é óbvio. Nós trazemos à memória padrões reconhecidos todo o tempo, sem mesmo conscientemente notar que nós estamos resolvendo um problema, solucionando uma equação. ( Êste comportamento pode ser extremamente benéfico, por exemplo, quando uma cobra está vindo na direção dos nossos pés, é melhor imediatamente fazer a identificação do que ficar testando a idéia se aquilo não é nosso lulu que vem sempre lamber nossos pés. Vocês me dão uma pausa agora que preciso sair correndo avisar minha avó com Alzheimer que uma cobra é diferente daquêle cachorro-linguiça que ela tem em casa.)

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Humm... você sente uma dor aguda como uma punhalada... deixe-me pensar...

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Porque, em relação ao outro método da analise dos dados, imagine se você tivesse que montar a imagem de um elefante cada vez que visse um. O próprio elefante, ao ver você ali parado/a olhando-o fixamente iria pensar: “Êsse é um panqueca!”. Então imagine agora se você vê vinte elefantes por dia, como o médico vê 20 pacientes por dia! Você não teria o tempo para raciocinar levantando o estoque da sua bibliotecária coleção de dados para observar cada caso. Os vinte elefantes iriam embora dizendo: “Vamos que aqui parece que não vamos conseguir alfafa. Parece que êle tem que fabrica-la antes…”. Seu consultório ficaria vazio. É como certos restaurantes que você chega com pressa e pede um rizoto de frango e os caras vão no galinheiro engordar um frango magro, matar, limpar, cozinhar… e aí se lembram que esqueceram de botar o arroz na caçarola… assim não dá! O nosso amado velhinho médico da familia a 40 anos fica reclamando que o dono do carrinho de pastel na esquina da igreja ganha mais dinheiro do que êle… tambem pudera… a cada nova consulta que vamos lá temos que ficar contando a mesma longa história fisiológica do nosso corpo, desde o dia em que aconteceu o primeiro encontro entre papai e mamãe, como começaram a namorar… etc. É o melhor médico do mundo mas se você for lá, se prepare, leve contigo uma paciência de elefante.

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Médica perfeccionista: qual numero você escolhe para sua dor?

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” A habilidade para reconhecer padrões – continua a explicar nossa esperta estudante – e instintivamente classifica-los com base em coisas que vimos antes nos fornece
as ferramentas para concluir sôbre as coisas que nunca vimos antes. ( Epa! Espere aí, Ilana! Por exemplo, os nossos ancestrais de dois mil anos atrás nunca viram o planeta terra de fora. Mas tinham visto pratos e tartarugas. Correram a concluir que nosso planeta seria como um prato plano que se sustenta e se move no espaço carregado nas costas de uma tartaruga. Um médico não pode usar êste método! Senão, quando nosso amado velhinho médico da familia começar a ficar gagá, e eu chegar lá com resfriado, tossindo, êle vai rebuscar padrões na memória, vai vir o som de cachorro latindo, êle vai fechar a porta na minha cara dizendo: “Não sou veterinario. O veterinario é na outra loja da esquina.” Devagar com o andor, Ilana.

“Como resultado, (ela continua), faz sentido que a medicina tenha se estabelecido nêste modo de pensar. Medicina é intensiva no extensivo ( Acho que quer dizer: urge pressa dentro de uma ampla gama de possibilidades). Ela é cumulativa. Muitos doutores são ensinados no método da análise da base de dados – siginificando que tomam uns poucos fatos e formulam a diagnose. Recebe-se umas poucas peças do quebra-cabeças, monta-se o que der conectando as peças e observa-se a figura incompleta obtida para calcular o que deve ser o quadro final. ( Isso está me cheirando mal… com êsse método e devido a essa pressa os antigos não se fizeram perguntas óbvias como: é o que é que suporta e carrega esta tartaruga no espaço?” É preciso raciocinar se o quadro final teorizado faz sentido.)

” Entrar no ramo da medicina significa aprender uma nova linguagem, diz ela. ( Eu acho que o estudante deve ser poliglota pois desconfio que o estômago não fala o mesmo idioma do fígado. E os dois devem ficar brigando o tempo todo pois o voraz estômago quer devorar tudo o que aparece, até arruela de caminhão, e o fígado tem a mania da limpeza, resmungando que aqui não deve entrar porcaria… O estomago deve falar o idioma inhonc-inhonc e o figado deve falar o vruum-vruum. Já o coração eu sei que fala o toc-toc. E tem outra parte que fala outro idioma cujo som não tenho coragem de escrever aqui.)

“… e você não será capaz de resolver casos complexos se você ficar analizando cada nova palavra e complicando cada conceito em questão. Definitivamente, existem padrões de doenças que você deverá saber. ( Por exemplo, para um médico que tenha sido agraciado na vida com um alto teor de inteligencia como eu fui, se o cara chega mancando no consultório, o médico deve imediatamente reconhecer, como eu sou um gênio e sou capaz de fazer, que êle está com dor na perna e não na orelha).

“Mas existem os lados negativos. ( Ôpa! Parece que ela me escutou e vai desacelerar sua velocidade com o andor.) Salte a conclusões baseadas em poucos fatos, e suas idéias estarão sujeitas às suas tendencias, inclinações. Existem as tendencias arbitrarias associadas à experiencias anteriores: você pode ser mais tendente a fazer um diagnóstico de uma doença, por exemplo, simplesmente porque aconteceu de você ter visto algo similar antes. Você pode tentar encaminhar suas observações dentro de pré-concebidos modêlos aos quais elas não pertencem. Ou, você pode descartar importantes dados completamente, assumindo que êles são insignificantes. (Bem… foi aqui que a Ilana fisgou meu coração e me fêz prestar atenção num artigo que não tinha muito a ver com meu assunto aqui nêste website, a Teoria da Matrix/DNA. Forçar a entrada de tôdas as coisas dentro de modêlos mentalmente pré-estabelecidos. Tentar empurrar pela bunda elefantes para dentro do armario de roupas pensando que elefante é casaco de chantillon. Ou tentar amarrar o rabo de um macaco vivo no varal do guarda-roupas pensando que macaco é cabide. Vem bem a calhar aquêle velho refrão da lenda grega: “Enfiar tudo no mesmo lugar como num leito de Procusto”.)

É incrivel essa mulher. Lá de longe, a centenas de quilometros de distancia ela fêz meu diagnóstico e acertou em cheio! Depois que arranquei da selva há 30 anos artrás o modêlo da fórmula da Matrix/DNA, tudo o que vejo se encaixa na fórmula. Ela está me dando um cutucão, puxando minha orelha, para eu acordar! Ainda ontem, como o leitor pode ver no meu ultimo artigo, estava lendo um “paper” descrevendo que uma proteina funciona como uma chave liga/desliga quando se conecta a uma molécula chamada guanosine, então curioso fui no Wikipédia ver a fórmula química desta molécula e quando batí o ôlho nela um arrepio frio me congelou o cocuruto: ví a fórmula da Matrixz na molécula e deduzí o porque a molécula dá ordem à proteina para funcionar como sistema aberto ou fechado, ligando ou desligando. E o pior é que se alguem vier dizer que os cientistas descobriram o mecanismo e é de outro jeito, vou reagir com indiferença assumindo que os cientistas estão errados e não sabem o que fazem porque desconhecem o meu modêlo! Foi assim quando Demócrito disse ao pulpito que a Terra é redonda e não um prato achatado: a reação do povo foi de ironia porque a Terra redonda não se encaixava nos modêlos pré-estabelecidos em suas mentes decorrentes das suas experiencias na observação da superficie da Terra. Ainda agora estamos envolvidos com o caso do biológo americano que apresentou a teoria dos “gyres”, onde todas as origens de tôdas as coisas caberiam num unico modêlo de criador – assunto de meu outro artigo nesta página. Existem muitos exemplos de comportamentos humanos que são produzidos mais por instinto que pêlo exercicio da Razão e são tão naturais para nós que não nos damos conta dêles. Por exemplo: aplicando calculos racionais na situação do sistema social humano cheguei à conclusão que muitas de suas mazelas decorrem da instituição socializada básica que é 6esse tipo de familiar nuclear. A maioria dos seres humanos sofrem de alguma maneira porque existe êsse modêlo familiar. mas pessoas jamais empregam seu raciocinio para questionar êste modêlo e tentar calcular e experimentar outros modêlos. Um dos unicos que f6ez isso foi o grande filósofo Jesus Cristo quando questionou êsse mod6elo e sugeriu um outro, diferente, o qual denominou de “sagrada familia universal”. Mas nem o sofrimento diário, nem Cristo consegue arrancar do subconsciente dos cristãos algo que ali foi implantado e resiste a ser exorcizado. Talvez mais uma vez vai ser necessário as forças da natureza sob transformação atuarem com tragédias ambientais e outros de seus artificios para prover uma cirurgia dolorosa mas necessaria na espécie humana e mostrar que êsse mod6elo de familia não pode mais se sintonizar com o ritmo da evolução e o destino do homem. Êste artigo elaborado por essa menina é espetacular quando levam médicos a repensarem-se, estudantes de medicina a raciocinarem, a nós, filoósofos naturalistas e perseguidores de uma teoria de modêlos a se refrearem, e ao povo em geral, a uma pausa para se conscientizar sôbre quais bases estão fundamentadas suas decisões no dia a dia).

“O objetivo do nosso professor ao mostrar-nos a experiencia do elefante não foi nos encourajar a pensar como os doutores pensaram naqu6ele teste. Antes disso, o objetivo era mostrar o que nós estamos sempre inclinados a fazer – e portanto a nos encourajar a resistir a 6estes impulsos. Nós fomos avisados. Não simplesmente memorizar padrões. Trabalhe sistematicamente cada novo problema, passo a passo. Mas seguir estas recomendações será como uma batalha, ou como escalar e subir uma montanha íngreme. Sistemática solução de problemas toma muito tempo – uma coisa que falta em medicina. Medicina é andar a passos lápidos, correndo. Doutores falam rápido e tomam decisões rápidas. Os médicos no estudo diagnosticaram lesões na chapa de raios-X em meros 1,33 segundos!

“Eu espero que eu possa devenvolver a habilidade de reconhecer os elefantes da medicina quando for necessário, mas tambem lembrar que devo fazer uma pausa e me perguntar: o que mais poderia ser enorme, cinza, com quatro pernas e um tronco? Qual outra informção eu necessitaria para distinguir entre todas as possibilidades?”

Na minha opinião, que pode não ser correta, acho que a moral da história aqui seria: “Um médico tem que ser versátil, mudando suas atitudes conforme as circunstancias e ter liberdade economica no meio do capitalista sistema médico de hoje. Para tanto não deve ser consumista luxurioso, ambicionando comprar mansões, nem ter mulheres e filhos como consumistas inveterados a lhe pressionarem por dinheiro. Êstes desvios do humanismo responsavel pode causar mais sofrimento e até a morte de pessoas. Tem que ser um malabarista entre o velho método do médico da minha familia de maleta na mão atendendo domésticamente um a dois pacientes por dia e o método da medicina veloz no capitalismo selvagem de hoje. E enquanto isso, a nós, ao povo em geral, essa menina está dando um puxão de orelhas, lembrando que nossas discriminações, nossas seleções do que é bom ou mal, importante ou inutil, nosso comportamento geral, não deve ser impulsivo, porque temos errados modêlos de padrões arraigados em nosso subconsciente, que cada caso é um novo caso que deve ser racionalizado. Mas na teoria a prática é outra. Estamos no caso da estudante que vai tentar atuar diferente dos outros dentro do hospital e que será certamente a tôda hora atropelada por médicos e enfermeiras. Pode ter certeza que em uma semana ela se esquece do conselho que ela se deu a si própria e entra no ritmo da boiada em disparada para sobreviver. Então para que eu mesmo escrevo êste artigo, se o tema é inutil!? Porque poderia não sê-lo se principalmente o povo em geral seguisse um outro conselho que estou cansado de repetir. Saia da frente da televisão nas noites após o trabalho. Evite os churrascos com bebedeiras regados a papo inutil nos finais de semana. Olhe para a casa do vizinho com um novo olhar. Pergunte-se quais os problemas e objetivos de melhoria voc6es tem em comum. Crie coragem e chame-o para uma conversa. Convide-o a fazerem uma sociedade com laço de sangue até na morte. Uma sociedade para algo legal, para trabalho em conjunto naquelas horas livres, para solução/ produção das suas causas comuns. depois disso vá os dois à casa do terceiro vizinho. Convide-o para a mesma sociedade. Amplie isso ao bairro inteiro. À cidade. Ao país. À Humanidade inteira. Será quando estiverem dialogando os temas práticos de suas existências, quando muitas cabeças com diferentes experiencias com diferentes modêlos mentais, que se realizará a quela pausa na correria da boiada desenfreada, quando automaticamente revisarás teus modêlos inculcados, e a repetição dessa experiencia é o que fará funcionar êste conselho. Mesmo que você não o qusisesse, o método funciona por lei natural. Mesmo que você nunca tenha pensado nisso, as fôrças do Universo conspirarão e te conduzirão do modêlo familiar que foi engendrado na situação primitiva de caos da nossa biosfera ao modêlo familiar que custou a um filósofo alguns anos no deserto a refletir para finalmente descobrir uma alternativa produzida pela Razão.

Aos Blogueiros: Nas Estatísticas dêste meu Website, interessantes Lições!

quarta-feira, fevereiro 15th, 2012

No mês de janeiro meu website deu 9.639 visitas, mas há meses que alcança 15.000 (estatisticas da awstats). Claro isto depende do meu tempo disponivel para postar artigos e caprichar em algo. Mas como pode um website dentre quase um bilhão atrair visitantes se não tem nenhuma forma de divulgação, não usa nenhum dos recursos da midia de Internet, e está sendo atualizado apenas num idioma de pouca importancia como o português?! Nem mesmo saem os posts anunciados no wordpress, pois não fiz a devida conexão? E o tema do website é ininteligivel para todos os seres humanos, apenas com excessão do autor, pois é a linguagem e a versão de uma desconhecida cosmovisão?

Não sei como funcionam os mecanismos de buscas como o Google: qual o critério usado para realçar websites? Não é a quantidade de clicagem, pois o meu não tinha clicagem alguma. Não é a tecnologia usada na construção e manutenção do website pois eu nada entendo de computador, quem fêz a planilha foi um estudante de computação que cobrou muito barato, e estou sózinho nisso, sei que falta tudo no site. Não é a divulgação, a propaganda, pois, coitado de mim, nada posso fazer nisso. Então como é que pessoas do mundo inteiro ( cêrca de 500.000 pessoas, desde o lançamento do website em 2008) estão vindo a êste website? Observe a relação abaixo que copiei das estatísticas de janeiro/2012.

Países (Top 25) – The Matrix/DNA Website – Lista de visitantes em jan/2012

Países – – – – – – – – Páginas – – – – – Hits – – – – – – – Bytes – – – – – – – – –
United States us – 28,024 – – – – – 46,497 – – – – 1.42 GB

Brazil br – – – – – – 4,549 – – – – – – 35,944 – – – – – 1.67 GB

Israel il – – – – – – -2,528 – – – – – – – 3,007 – – – – – 147.24 MB

Portugal pt – – – – 1,089 – – – – – – – 12,002 – – – – -471.30 MB

Russian Federation ru – -1,065 – – – 5,292 – – – – – -347.49 MB

Germany de – – – – – – – 686 – – – – 1,166 – – – – – – 37.15 MB

Ukraine ua – – – – – – – -475 – – – – – 936 – – – – – – – 45.43 MB

Great Britain gb – – – – – 392 – – – – – 1,774 – – – – – – 66.83 MB

Sweden se 369 516 34.00 MB

Hong Kong hk 326 427 20.38 MB

China cn 284 430 9.39 MB

Czech Republic cz 273 607 26.23 MB

Poland pl 246 350 10.48 MB

France fr 165 809 32.46 MB

European country eu 151 689 34.77 MB

Romania ro 123 324 9.68 MB

India in 102 1,047 40.94 MB

Canada ca 98 771 26.38 MB

Spain es 92 1,082 24.65 MB

Mexico mx 92 1,192 36.24 MB

Colombia co 90 711 22.42 MB

Japan jp 88 305 7.86 MB

Indonesia id 74 396 14.30 MB

Thailand th 64 364 9.62 MB

Netherlands nl 63 157 3.84 MB

E outros… ver lista completa.

Americanos fazem a grande maioria e tenho pena dêles pois quase nada encontram em Inglês, tudo está sendo postado apenas em português, e as traduções automaticas de um texto que já é super-dificil devido ser uma visão de mundo estranha que tem de criar suas próprias palavras e nomes mesmo em português para ser comunicada… A explicação é que o site contem muito material para desenvolver novas pesquisas e criatividade, sob um novo paradigma, e sabemos que os USA é o país que mais investe nisso. Por outro lado, Brasil e Portugal que deviam ser os mais visitadores, têm pouca expressão cientifica, os jovens estão interessados em sites sôbre sexo, celebridades, games, etc. Alem disso, nem tenho tempo para corrigir os 6erros de digitação, como aí, na palavra 6erro (êrro), o meu keyboard sempre põe o 6 ao invés do ^. A presença da Russia, Alemanha, Inglaterra, tambem se explica pelo interêsse intelectual/cientifico.

Mas um fenômeno ocorrido no mês de janeiro lança uma pista do que acontece com “os critérios para selecionar buscas” e os tipos de assuntos que podem arrancar um website da nuvem escura de um bilhão de outros mais potentes. É o aparecimento de Israel em terceiro lugar ma lista, quando nos meses anteriores Israel sempre estava entre os ultimos. Fui verificar no site o que postei em janeiro para que levantasse o subito interesse em Israel. Só pode ter sido um artigo, intitulado:

Quran?! Vida = Biosftware + hardware ?!

http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=3321 –

de 01 de janeiro/2012.

Trata-se de um debate que tive com um cientista autor de um website unindo religião com ciência e que começou com outra discussão de um artigo no Discover magazine onde tambem postei comentários:

Can you define life in three words?

Então está explicado: os israelenses vieram ao meu website atraídos pela minha discussão com um árabe envolvendo religião e ciência. Deu 3.007 hits ! Assim vou aprendendo tambem como funciona o mundo da Internet e vou tendo idéias para quando puder começar a fazer – de fato – valer êste website.

Vejo esta lista e fico feliz sem poder evitar uma saudação:

“Bom dia, mundo! Podem vir todos, sempre estarei de braços abertos…”