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Massacre na Escola: Jovem Deixa Carta Para Pensar-mos a Juventude Moderna

quinta-feira, março 8th, 2012

TJ-Lane-is-the-alleged-gunman-who-from-Chardon-High-School-that-shot-students

Na estação orbital russa a 10.000 milhas da Terra passo apressado em frente a uma televisão que anuncia mais uma tragédia numa escola. Termino meu trabalho e me aproximo de uma janela. Olho para o planeta que parece um ôvo azul flutuando num espaço vazio sem fim. Volto meus olhos para alem dêle, à sua esquerda e vejo tambem flutuando no espaço uma bola branca menor. É a Lua. Mais distante delas vejo outras “bolas solitárias”, que parecem existir por tôda eternidade sem sentido algum, parecem iguais ao ôvo azul. Quando me viro para a direita, aí sim, um certo deslumbramento me fascina: uma espécie de grande esfera vertendo como que um fogo ininterrupto, eterno, lançando raios luminosos que invadem o espaço iluminando-o até quando o espaço consegue contê-los e engoli-los para dentro de sua escuridão infinita. Êste é o mundo real, tudo o que vem agora são interpretações humanas, teorias, sôbre possíveis significados, talvez alguns propósitos inteligiveis. São as nossas apostas e crenças com que impregnamos com nossa imaginação esta imagem de corpos redondos materializados jazendo num espaço sem fim, são as nossas lendas para tentar explicar a história desde quando nossos antepassados surgiram na superficie de um dêsses bólidos silenciosos, quase imóveis, flutuando…flutuando… sem destino algum aparente.

Mas então entro numa nave com destino à esta imagem de “ôvo azulado” e quando me aproximo dela, começo a ver as cidades iluminadas, e me lembro que existe a espécie humana, cavalos, borboletas, navios singrando oceanos. Algo me inciomoda, algo não está certo, porque algo não tem explicação inteligivel, porque minha mente não consegue processar estas informações, estas cenas que vejo agora. Minha cabeça fica girando para trás, meus olhos observando o espaço sideral e seus pontos materiais ao longe, detem-se mais tempo na enorme esfera luninosa, e gira para a frente, observando lá embaixo a cidade cujos contornos já se tornam visiveis, os faróis de carros nas ruas e até alguns seres humanos caminhando, e nada faz sentido. Não tem como conectar racionalmente as duas imagens que vejo, o eterno e silencioso quadro de pontos materiais flutuando no espaço e os corpos que se movem na superficie dêste ponto materializado e azulado. A primeira e inevitavel pergunta fica ribombando em minha mente, me cutucando como se uma agulha a estivesse penetrando dolorosamente: ” Como é que êste mundo imóvel de espaço escuro, frio, infinito, produziu estas formas materializadas que existem e flutuam sem sentido aparente? Mas, e depois, como foi que êsse sistema móvel de corpos materiais, muito lento mas que se move, produziu, criou, gerou, êstes corpos que parecem muito complicados, a caminhar nas ruas?! Onde e como a rocha mais água se transformou em carne, cabelos?! Porque?! Para que, Meu Deus?! Com que objetivo, onde vai dar isto tudo? O que existe de oculto no sistema solar que criou esta vida?! Se olho para todos os lados e nada vejo que possa responder essa descomunal questão? Isto parece mágica, não é possível acontecer se me baseio apenas no que percebo do mundo e nas minhas experiencias nesta vida.

Desço na superficie do “ôvo azul” e saio a caminhar nas ruas. Sou agora mais um igual aos seres humanos. Passo em frente a uma loja exibindo uma grande tela de televisão onde um repórter fala que o assassino da escola se perguntava na adolescencia para que êle existia. E me retorna a pergunta. Para que existo assim? Porque, como o fêz, e para que o fêz, a grande esfera luminosa e mais esta composição de terra e água, ao criar arrancando de sua extrema simplicidade e inércia eterna, êste corpo e depois êste “eu semi-consciente” que nêle está conectado, aprisionado, nêste momento?! Êste “sistema” perdido no espaço infinito é um meu ancestral, como o foi uma bactéria, um réptil, mas o que êle contem que produz essa mágica? Tenho a sensação de existir apenas para responder esta questão, solucionar êste mistério, e então apenas esta razão me parece que já justifica eu existir aqui e agora e do jeito que sou.

Mas tem outros seres humanos que não podem ir à estação espacial russa para ter essa visão, nem ao menos conseguem imaginar essa viagem e a paisagem que veriam se a realizassem. Entre êles existe um que recebeu o nome de T.J. Lane, o protagonista da tragédia na Chardon High School, em Cleveland, que tem hoje 17 anos. O “eu semi-consciente” que se chama Lane era igual a mim até a alguns meses atrás, existindo perturbado por essa pergunta e existindo apenas pensando nela, vivendo para essa pergunta. Para que estou existindo, o que sou aqui, o que é este mundo, o que há de misterioso que êle esconde por trás de sua bruta simplicidade? O que devo fazer, o que devo visar como meu objetivo supremo nesta minha vida?!…

Mas eu continuei me contorcendo debaixo desta pergunta, me arrastando pelas ruas e carregando-a como um fardo pesado ou um carrapato agarrado nas minhas costas, movido pela crença que devo continuar caminhando porque, se não vejo um caminho racional, um mapa que me leve à arca onde está a resposta, ao menos me alimenta a crença em que o caminho se faz ao caminhar. Nada mais que isso, me movimento já em idade avançada como um automato tentando vencer obstaculos e abrir caminho, prosseguir, adentrar cada vez mais a escuridão que circunda êste mundo e o faço porque ainda tenho esperanças de lá chegar, pois vejo o que fiz, o que avancei, o que descobrí e desvendei que estava escondido, e foi muita coisa. Até cheguei a visualizar o código primordial criando a Vida assentado no espectro magnético das ondas de luz! Agora ando perseguindo a luz por toda parte, acho que nela jaz o segredo. Enquanto isso Lane aos dezessete anos acreditou de repente que tinha desvendado o mistério, que estava tudo solucionado. A resposta que explicava o elemento oculto no sistema solar que criou a vida na superficie do ôvo azul” é, para êle uma entidade não material que ele nunca soube explicar direito, ao qual êle deu o nome de “Deus”, e êle está convencido que este elemento existe e explica essa criação tôda. Quando procurou a explicação para a existência de seres humanos e porque existem assim, dessa maneira, êle encontrou uma e nela acreditou piamente: são criaturas que se tornaram malignas, que resolveram por si mesmas o que fazer de suas vidas, sendo que seu comportamento é contrario ao planejado por “Deus”. É preciso consertar o mundo, extirpar essas criaturas malignas dêle, para que “Deus” retorne em seu plano, e é isto que vou fazer. E assim Lane fêz: num belo dia pegou um revolver foi para a escola, e lá chegando começou a atirar em todo mundo: “Que morram todos vocês”! É o que seu semi-consciente se dizia a si mesmo enquanto ele matava seres humanos.

Quais seres humanos estão mais certos? Quais são os mais inteligentes? Os que deixaram-se dominar por essa pergunta e sempre terminam por encontrar algum tipo de fantasma imaginario que se torna uma força real, irresistivel, a ponto de anular sua inteligencia, tomar o lugar de seu semi-consciente e dirigir os movimentos de seu corpo, guiar suas mãos a fazer isso e não aquilo? A êstes seus fantasmas imaginários os tornam fanáticos, fundamentalistas, e até auto-suicidas. Ou os que, ao quais se contam aos bilhões, arrancaram esse carrapato de suas costas, pegaram-no pela goela e lhe disseram: “A partir de hoje seu nome será Deus. E serás assim como ei o defino e como eu determino. E veja se fica quieto no seu lugar sem me encher o saco!” E simplesmente vivem o caminho que o sistema solar lhe fornece, sem forçar nenhuma direção, nenhum caminho próprio de sua vontade, tentando apenas saborear o maximo possivel as coisas que encontra no caminho que lhe dão prazer, às vêzes olhando para o carrapato e lhe atirando aigumas migalhas de sua moral mas sempre cobrando, pedindo,uma recompensa. sào a maioria dos religiosos não-fanáticos. Estão certos? Em que grupo você se classifica? Meu fantasma imaginario agora é a luz natural, existo agora perseguindo-a, tentando vê-la melhor, tentando toca-la, porque acredito que ela contem o código, ela é arca dos segredos, e êsse tipo de semi-conciente continua trabalhando, produzindo o que consome e se ajustando de alguma maneira no ambiente social. O efeito da minha existencia é a de uma força que está tentando conduzir outros seres humanos por um novo caminho, mas enquanto isso, fica desejando a evolução e o progresso intelectual de todos os seres humanos, que continuem a existir porque se eu não conseguir chegar e abrir a arca certa, as futuras gerações humanas terão a chance de fazê-lo. Com isso, jamais me passará pela cabeça que devo empunhar uma arma e sair matando criaturas humanas. Nós somos os grupos tachados de “agnósticos”. Temos hipóteses, teorias, nenhuma certeza. E dentre os primeiros tem outros cuja crença na sua resposta final ao misterioso elemento, os torna uma força aniquiladora de criaturas humanas. Compoem os exércitos das cruzadas, as côrtes da inquisição, os grupos terroristas, ou apenas são lobos solitários como Lane. Estarão estas pessoas mais próximas da verdade? Seria preciso limpar a terra das suas criaturas malignas e deixar deuses prosseguirem em seus planos?

O que há de comum entre eu e o Lane, alem de ser-mos criaturas humanas, é a experiencia de nossa existencia durante a infancia. Pelo que êle diz na sua carta, ele viveu como eu: sem familia, sem dinheiro, sem amigos, sem poder continuar frequentando uma escola, passando a maior parte do tempo na rua procurando sem saber exatamente o que, curvado sob o bombardeio contante dessa pergunta: “Para que existo?” Nosso caminhos se separaram quando no seu começou a se formar a imagem de seu deus e a idéia de que os outros seres humanos, que sempre tentaram escraviza-lo e sempre se riram dêle a partir de seus territorios estabelecidos às margens das ruas, são criaturas malignas, idéia essa que fêz crescer um estado de ódio, o qual transbordou naquele dia fatal. No meu caminho não apareceram respostas tão cêdo, continuei a andar procurando-a, passei a fase da analize das criaturas, não houve o processo que leva ao ódio. Mas então apareceu a carta de Lane que é uma confissão do estado mental em que ele se encontrava quando nossos caminhos se separaram. Vou ler esta carta com muita atenção, varias vêzes, porque me interessa. Ela pode ter a explicação do porque tenho fracassado no intento de arregimentar os deserdados como eu para fazerem o caminho que acho mais certo. Alem disso ela pode sugerir uma providência para evitar que no futuro tais cenas se repitam. Por isso a reproduzo abaixo tentando primeiro traduzi-la ( o texto em inglês vai a seguir para os que não entenderem a tradução).

Aqui está a carta escrita pelo suposto pistoleiro TJ Lane, um jovem americano de 17 anos, que era visto como um campones:

” Passou-se um longo tempo antes de saber que deveria se arrepender. Foi o Renascimento. Em uma pitoresca cidade, sózinho, senta-se um homem com uma carranca. Nenhum trabalho. Nenhuma família. Nenhuma coroa. Sua sorte tinha se esgotado. Perdido e sózinho.

As ruas eram sua casa. Seus pensamentos eram unicamente compostos de “por que nós existimos?” A sua única companhia era confiar nos vermes na rua. Ele ansiava por apenas uma coisa, o mundo se curvar a seus pés.

Eles também devem sentir o seu medo secreto. O lúgubre sonho sombrio. Sua dor o havia feito sincero. Ele era melhor do que o resto, todos aqueles que ele detesta, dentro de seus castelos, tão vaidosos. Egoístas e vaidosas, vaidosos.

Eles não poderiam se importar menos com os camponeses. Eles o maltrataram. Eles estavam em seu próprio mundo, o qual para eles era uma alegria também. Nêsse castelo, êles estavam apenas a fazer tudo o que podia para manter os camponeses na baía, o inimigo para longe.

Eles não tinham inimigos em sua orgia imunda. E nela, cada castelo com sua história, era apenas uma outra câmara do Laboratório de Lúcifer. O mundo é seguro para todos os pecadores miseráveis.

Eles simplesmente criam o que eles querem e fazem-se os vencedores. Mas o verdadeiro vencedor, êsse não tem nada. Suportando a dor da espera para o castelo cair. Através de suas boas ações, êles são os ratos e as pulgas.

Ele terá o que ele pede, através da erradicação da doença. Assim, para o castelo, ele prossegue, como uma brisa sinistra através das árvores. “Para trás!” Êles gritarão, quando seus guardas forem lançados de joelhos. “Oh Deus, tem misericórdia, por favor!”

O castelo, êste se engasgou e assim têve prêsa sua respiração, para os confins rasos do seu peito frágil. Eu estou no cordeiro, mas não sou nenhuma ovelha. Eu sou a morte. E você sempre foi o gramado. Tão repulsivo e tão estranho.

Você nunca mereceu a presença de Deus, e ainda, eu estou aqui. Em torno de seu berço êle ronda. Veio a pé, sem calçados. Como impróprio, como rude. No entanto, eles não se importam com a lama nos meus pés, se não há sangue em sua palma.

Agora! Sinta-se a morte, não apenas zombando de você. Não apenas perseguindo você, mas dentro de você. Contorcer e se contorcer. Sinta-se menor sob o meu poder. Apreensão da peste que é a minha foice. Que morram, todos vocês!”

Em 20 de janeiro de 2012 às 16:59, Lane escreveu no Facebook, “Escreví isso na sala de aula um dia …”

E assim Lane irrompeu na escola apontando o revolver para estudantes e atirando: “Que morram todos vocês!”.

Qual o elemento, a força natural, que ainda se oculta no sistema solar, que produziu através de sua “evolução”, um fenômeno com uma cena dessas de tamanha complexidade mostrando um evento como êsse?!

A eterna e maldita pergunta, o incomodo carrapato, ainda continua, e não entendo como pessoas conseguem viver sem ouvi-la ou prestar-lhe atenção. Me parece que essas pessoas reduziram os horizontes de seus olhos para verem apenas o que existe de imediato ao seu redor, e assim se esquecem ou não veem que tudo isso surgiu dentro e foi feito por um sistema solar que são meras bolas flutuando num espaço escuro sem fim. Os animais irracionais tambem se comportam dessa maneira exclusivamente prática, mas como as criaturas humanas não são irracionais, inventaram uma imagem fantasmagórica como sendo o elemento que “criou” e assim escapam dessa pergunta.

Mas o principal que nos traz aqui é analizar as causas que constroem personalidades como a de Lane, porque precisamos tomar providências contra estas causas já que seus efeitos são para nós uma tragédia. Escolas no mundo todo estão povoadas com estas mesmas personalidades, se tornam adultos com uma certa potencialidade de ação. O que está nas raízes das causas? Existirá algum procedimento para eliminar essas causas? Porque dentre estudantes existem aquêles com personalidade de víbora, que possuem um veneno oculto que não conseguem conter, e que o extravasam tôda vêz que vê aquela criatura humana que se comporta diferente do que eles queriam? Que se recusam ou não se sujeitam ao seu dominio? Valeu a pena aos protagonistas do “bulling” perante as pessoas que morreram devido sua ação? Onde estavam os principios dêste veneno, o protótipo da víbora, no sistema solar a 4 bilhões de anos atrás?!

O modêlo teórico sôbre como eram e porque existiam os astros da galáxia a bilhões de anos atrás, que apresento na Teoria da Matrix/DNA, sugerem uma explicação racional para tudo isto. Resumindo, existe uma tendencia da matéria a se organizar como um paraiso para si mesma, num estado de equilibrio termodinamico, e isto ela conseguiu quando se organizou como galáxia. Observando-se o quadro dêstes astros conectados num sistema, parece-nos a imagem de uma serpente engolindo a própria cauda, uma extrema forma do egoísmo. Mas de cima dela veio uma fôrça entrópica que a está fragmentando em seus “bits-informação”, que atuam como genes semi-vivos, e que se reorganizam na forma de sistemas celulares, daí para a de humanos. Assim nosso semi-consciente ainda é um embrião que vive subjugado pelas leis, fôrças e tendencias da matéria que compoem nossos corpos. Enquanto isso nessa matéria, através de seus genes semi-vivos, tentam reproduzir organicamente aqui seu saudoso paraiso celeste. O grupo dos “miseráveis pecadores” no dizer de Lane se refere aos genes que chegaram antes, se apoderaram dos territórios e recursos disponiveis, fizeram seus castelos-paraisos e quando Lane chegou, um outro gene-semivivo herdeiro da mesma serpente celestial, e quis refazer seu paraiso celeste, não havia mais espaço. Os estudantes não queseram dividi-lo com Lane, a Lane seria insuportavel viver sem seu paraiso, e como a serpente mais poderosa do Universo, preferiu se eliminar mas levando junto os causadores de sua desgraça. No fim, parece que é mais um caso de “cobra engolindo cobra no simples reino da matéria onde ainda não se despertou um intelecto cósmico”, porem o maior problema é que estes desfêchos sempre causam vitimas que nada mais tem a ver com a serpente celestial.

Por enquanto ficarei pensando e deixarei o leitor pensando, mas êste tema terá prosseguimento aqui. Meus olhos zigue-zagueiam entre o sistema solar e a cena da tragédia na escola e continuarei a buscar os elos que fazem a conexão entre as duas cenas.

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A seguir o texto em inglês publicado em:

GlobalGrind.com

http://globalgrind.com/news/tj-lane-alleged-gunmen-chardon-high-school-shooting-letter-die-all-you-details

Here is the letter written by the alleged gunman T.J. Lane:

In a time long since, a time of repent, The Renaissance. In a quaint lonely town, sits a man with a frown. No job. No family. No crown. His luck had run out. Lost and alone.

The streets were his home. His thoughts would solely consist of “why do we exist?” His only company to confide in was the vermin in the street. He longed for only one thing, the world to bow at his feet.

They too should feel his secret fear. The dismal drear. His pain had made him sincere. He was better than the rest, all those ones he detests, within their castles, so vain. Selfish and conceited.

They couldn’t care less about the peasents they mistreated. They were in their own world, it was a joyous one too. That castle, she stood just to do all she could to keep the peasents at bay, not the enemy away.

They had no enemies in their filthy orgy. And in her, the castles every story, was just another chamber of Lucifer’s Laboratory. The world is a sandbox for all the wretched sinners.

They simply create what they want and make themselves the winners. But the true winner, he has nothing at all. Enduring the pain of waiting for that castle to fall. Through his good deeds, the rats and the fleas.

He will have for what he pleads, through the eradication of disease. So, to the castle he proceeds, like an ominous breeze through the trees. “Stay back!” The Guards screamed as they were thrown to their knees. “Oh God, have mercy, please!”

The castle, she gasped and then so imprisoned her breath, to the shallow confines of her fragile chest. I’m on the lamb but I ain’t no sheep. I am Death. And you have always been the sod. So repulsive and so odd.

You never even deserved the presence of God, and yet, I am here. Around your cradle I plod. Came on foot, without shod. How improper, how rude. However, they shall not mind the mud on my feet if there is blood on your sheet.

Now! Feel death, not just mocking you. Not just stalking you but inside of you. Wriggle and writhe. Feel smaller beneath my might. Seizure in the Pestilence that is my scythe. Die, all of you.

On January 20 at 4:59pm Lane wrote, “much obliged to all who “liked” this. Wrote it myself in class one day…”

Read more: http://globalgrind.com/node/827141#ixzz1oVMM4Xht

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