Archive for março 19th, 2012

Humor na Matrix

segunda-feira, março 19th, 2012

Humor na Matrix 1

xxx

Eh…eh… ao lado dêste salão, deve ter uma salsicharia…

Serpente que Enganou Adão Capturada Aqui e Desmascarada!

segunda-feira, março 19th, 2012
Serpente Luca Desmascarada

Serpente Luca Desmascarada

xxx

Pode estar tudo errado, mas a fórmula da Matrix/DNA tem sido fantástica explicando de maneira inédita e surpreendente todos os fenômenos e eventos naturais conhecidos até agora. Porem, há ainda um mistério que me tem roubado boas horas do meu intelecto inquiridor. Uma das maiores surpresas que tive na vida aconteceu no dia que estava estudando os modêlos e mapas da Matrix/DNa e uma sensação incomoda começou a me fustigar. Minha mente começou a sentir um pêso, uma frustração, uma sensação de fracasso, à medida que um quadro ia se formando perante meus olhos. Alguem havia me antecipado, alguem havia descoberto antes o que eu acreditava ter sido o primeiro a descobrir. Mas como?! Eu fiz o que ninguem têve coragem de fazer: no melhor tempo da idade, arrumar a mochila, largar todo o conforto da civilização, um atraente status social, e entrar sózinho no inferno da selva amazônica sob um lema: “Ou a natureza bruta e virgem me revela a razão dessa minha existência absurda ou a morte! Daqui não saio vivo sem uma explicação!” Charles Darwin havia feito algo parecido e ensinou-nos o método, mas êle só ficou quatro anos e tendo as costas amparadas por um navio ancorado na praia. Eu não conhecí ninguem na civilização que tivesse antes sacrificado 20 anos, 80 horas por semanas a fio, estudando auto-didaticamente pesados volumes de tôdas as disciplinas cientificas, tôdas as correntes de pensamento, na busca desesperada de resolver uma crise existencial. Então como alguem chegou primeiro?! E quem foi, onde estão as provas? De onde vem êsse quadro que me parece nebuloso à minha mente?

Por fim, ví o quadro completo. Era uma daquelas imagens religiosas de Adão e Eva no Paraíso conversando com uma serpente enroscada numa árvore. Que?!!! Eu fui o maior materialista extremado envolvido na busca do conhecimento da Natureza. Até os quimicos positivistas que se ajoelhavam ao meu lado na beira de pantanos removendo a lama em busca do ultimo ancestral comum se deixaram desviar do racionalismo puro. Afirmavam com veêmencia que LUCA teria sido produzido pela quimica e apenas por ela, enquanto temperavam suas preferencias pela quimica com idéias teóricas evolucionistas, tais como a de que a evolução é cega, não tem metas, propósitos. Eu ouvia e dizia: “Não sei. Só acredito no que meus olhos vêm.” Eu não tinha teoria, pré-disposição, tendencia a nada. Era um robot cego dirigido a uma busca, vasculhando tudo, só isso. E para um cético dêsse extremo a pior coisa que existe é um quadro religioso. Olhei com ódio para o modêlo da fórmula da Matrix. Porque ela estava me agredindo através de meu inimigo? Porque estava se mascarando no fundo de um quadro religioso, de uma lenda, uma fabula inconsequente? Era mesmo “a cena no paraíso”? Resolví olhar melhor.

Sim, não havia mais duvidas. Na simples fórmula em forma de um diagrama de software da Matrix estavam todos os elementos pintados no quadro religioso; a serpente, os elementos masculino e feminino, a maçã, a árvore, a Eva como amiga e interlocutora da serpente, mas não só os elementos, tambem o processo, a dinamica, a história, pois ali estava a expulsão, a queda, a chegada num planeta, o arrastar-se na superficie do planeta, a fome e sacrificio para a busca da energia…

A mais moderna tecnologia amparada no mais moderno conhecimento cientifico chegou ao ponto de desenhar o projeto da máquina perfeita, um motor perpétio, um sistema com as mais complexas leis termo-dinâmicas, mas que teria de ser feito no ar rarefeito do pico de uma montanha e quando lá chegaram se depararam com teólogos sentados e braços cruzados que pareciam estarem ali a milênios!

Não pode! Isso é covardia, traição a uma razão humana natural construída por milhares de anos de trabalho duro… enquanto outros vagabundos conseguem tudo de graça! Mas como chegaram à Matrix sem nada saberem de genética, astronomia, teoria geral da relatividade, mecânica quantica, o teorema da simetria CPT…?!

Não me venha com essa asneira de que um fantasma disse a êles. Até pode ser que os deuses eram astronautas mas não acredito que teriam perdido tempo contando como é o cosmos a mentes tão primitivas que nenhuma utilidade teriam naquilo e não tivessem, por exemplo, ensinado a fórmula para eliminar os virus das pestes. Mas o fato é inquestionavel: êles, de alguma maneira, tiveram uma noção exata da existência no céu de uma mecânica super-complexa e ainda tiveram o talento para substituir cada peça invisivel do céu por um simbolo conhecido pelo humano primitivo e ainda mais: fazer estes simbolos se moverem da mesma maneira que a maquina se move no céu! Descrever um motor trabalhando com um poema, uma fábula, uma lenda!

Claro que não podia aceitar isso, algo estava tudo errado. Talvez a imagem da Matrix seja a imagem de algo que não existe mas surge na cabeça de mentes torturadas no deserto dos ignorantes absolutos como uma miragem ilusória de lago de águas frêscas. Ou mentes torturadas no inferno da selva bruta. Mas como mentes tão diferenciadas pela cultura em tamanha distancia do espaço e do tempo, vindas por caminhos totalmente opostos entre si, podem produzir um mesmo quadro?!

Foi a minha concentração nêste aspecto inegável de mentes produzindo um quadro mental que me conduziu à solução que hoje mantenho para o mistério. Mentes são produtos naturais da evolução do cérebro, os quais são constituidos por neuronios, em cujos nucleos está o DNA. Numa ponta o DNA, na outra, o quadro. Entre os dois uma simples corrente de causas e efeitos naturais. Poderia ser o quadro um produto do acaso, de um acidente? Impossivel. Nunca dois acidentes tão distantes e com envolvidos tão diferentes poderia causar exatamente os mesmos estragos.

O DNA foi a causa primeira, o quadro, o efeito final. Mas acontece que a causa produtora do DNA foi justamente… o quadro. Se os meus calculos estavam corretos, a fórmula da Matrix existe, ela é o quadro, e ela na forma daquele quadro foi a produtora do DNA. Então o quadro está registrado no código do DNA. O DNA tem em si encriptado todos os nossos ancestrais. Se o quadro emerge como flashes abruptos e confusos pintados com sinapses e captados pela mente… é mera auto-projeção do DNA na mente devido a algum tipo especifico de estimulo. Torturas. No deserto ou na selva infernal. Eis o estimulo. Está explicado quem falou para os teólogos da existência da máquina perfeita no céu. Nada de fantasmas. Nada de deuses nem de astronautas extra-terrestres. O autor é tão natural, tão material como nós e está lá escondidinho dentro do nosso cérebro. E para mim, basta!

Hoje sorrí ao ver uma caricatura no Facebook. Não resistí à tentação e escreví um comentário embaixo:

Louis Charles Morelli – “Isto é mais profundo do que pensas, de acôrdo com a filosofia naturalista. Sabes de onde veio o nosso “selfish gene” descoberto pelo Dawkins? Veja a figura do “building block” das galaxias. É um sistema quase moto-perpétuo, e a imagem final é a de uma serpente sugando a ponta da própria cauda, que simboliza sistemas auto-reciclaveis. Êste building block que se assentou no Cosmos foi atacado pela entropia e caiu em planetas como a Terra na forma de um par de nucleotideos, o building block do DNA, e daí chegou ao Homem. A galaxia celeste quando na forma que se parece uma serpente se tornou um sistema fechado em si mesmo, expressão do extremo egoísmo. E êste egoísmo veio com nossos genes em nossa carga genética. Mas apenas agora estamos descobrindo o modêlo astronomico, descobrindo as razões naturais de nossa existência absurda, estamos desmascarando a serpente e agora vamos exorciza-la de nós. Sem deuses, religiões, mas com o método cientifico, vamos voluntariamente erradicar os nossos mutuos conflitos que são causas de nossa debilidade como Humanidade. Mas isso é apenas nossa teoria ainda, a da Matrix/DNA, porem, apesar de ser apenas uma teoria, ela já produz coisas úteis e prazeirosas, tais como estas “dôces esperanças”…