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As Mulheres e a Questão do “X Cromosoma: X Inativação” – A Fórmula Da Matrix/DNA Explica

terça-feira, maio 1st, 2012

Artigo Inspirador:

Nature.com – Library

X Chromosome: X Inactivation

http://www.nature.com/scitable/topicpage/X-Chromosome-X-Inactivation-323

Êste artigo que faz parte da seção cientifica e educativa da Nature.com, traz excelentes novidades que á primeira vista são evidências que reforçam nossos mod6elos e a teoria de que os cromossomas sexuais não são um privilégio dos seres vivos, mas sim apenas a forma biológica de dispositivos que já existiam antes das origens da Vida, compondo sistemas astronomicos, atômicos, e suas origens reais se perdem alem das brumas nevoentas do Big Bang.

Vamos iniciar a leitura do artigo acrescentando os comentários da nossa versão (infelizmente ainda não poderei expor aqui a tradução dos textos no artigo). Para tanto de inicio traremos para cá a figura do nosso modêlo  teórico sugerindo como os ancestrais “não-vivos” dos cromossomas se encontravam no estágio universal evolutivo quando a galáxia era o sistema mais evoluído :

Clique na figura para vê-la ampliada:

Os Ancestrais dos Cromossomas Sexuais no Sistema Galáctico

Os Ancestrais dos Cromossomas Sexuais no Sistema Galáctico

Nature.Com:

Females (XX) carry twice as many X-linked genes on their sex chromosomes as males (XY). How do cells control gene expression to manage this potentially lethal dosage problem?

Unlike the gene-poor Y chromosome, the X chromosome contains over 1,000 genes that are essential for proper development and cell viability.

Matrix/DNA:

Esta afirmação de que XX carregam duas vêzes mais genes X duplos em seus cromossomas sexuais do que os XY tem sido motivo de muitas perguntas dentro da Matrix/DNA e tem nos levado a suspeitar que o fato está relacionado ao ainda fantasmagórico e não bem entendido fenômeno da superposição quântica.

Olhando a fórmula, vemos que um X representa uma volta completa do sistema, portanto representa uma vez o sistema completo. Mas se o novo ser recebe X da mãe e outro X do pai, como fica? Dois sistemas? Não pode ser, sabemos que o novo ser será um unico sistema. Temos deduzido que a dupla presença da mesma informação apenas reforça a informação, o que seria a causa responsável pelo novo ser se tornar feminino, ou seja, expressa a dominancia do aspecto feminino, que na galáxia era o sexo dominante.

Quando o novo ser recebe X e Y subentende-se que o X contem Y mas ao receber mais um Y faz este aspecto tornar-se o dominante por estar representado duas vêzes.  Portanto, o território ou meia-face esquerda da fórmula seria expressada como dominante, enquanto a outra meia-face da direita ficaria inativa, quase invisivel, recessiva. Não apresenta nenhum problema de superposição.

Mas existe um outro problema na herança de cromossosmas para a fêmea: o X recebido  da mãe não é exatamente igual ao X recebido do pai. Sabemos que existem as diferenças nas caracteristicas dos sistemas doadores, como diferenças da cor dos olhos, do tipo de nariz, etc.  Em outras palavras, se ambos os Xs representam uma mesma espécie de sistema, esta espécie é diversificada dentro de si mesma, cada sistema tem seu tipo de configuração das particulas e das ondas ( na fórmula astronomica, particulas seriam os astros e ondas seriam os periodos de tempo decorridos do ciclo vital). Seria como superpor dois sistemas iguais por fora com algumas diferenças por dentro. E isto torna a idealização do processo mais dificil.

Mas por estranha coincidência existe um outro pessoal que está tendo o mesmo problema mas numa àrea tão dispar que parece nada ter a ver com nossa área. Trata-se dos Físicos lidando com os fenômenos quanticos. No material publicado por eles lê-se, por exemplo:

Wikipedia ( Quantum superposition) : “The principle of quantum superposition states that if a physical system may be in some configuration—an arrangement of particles or fields—and if the system could also be in another configuration, then it is in a state which is a superposition of the two, where the amount of each configuration that is in the superposition is specified by a complex number.”

Bem, se eu entendí direito o inglês, êste enunciado não está dizendo que estão lidando com dois sistemas, um sobreposto ao outro: está dizendo que não se pode ver bem o sistema para afirmar qual sua configuração. Se supõe-se que o sistema está na configuração X os resultados vão confirmar, mas se supor que esteja na configuração X’, tambem vão se confirmar (isto está relacionado com o “gato de Schrodinger”, mas esta é outra história).

Os sistemas vivos são os atuais produtos de uma evolução que começou ( ou ao menos passou por), com os sistemas quanticos.  A evolução se propaga por ondas concentricas de maneira que tudo o que uma onda anterior tem, passa a ser a infra-estrutura das  ondas posteriores. Isto significa que tudo o que se vê na dimensão ou nivel quantico, acontece nas infra-estruturas da domensão ou nivel biológico. Vai daí que voltamos a aplicar nosso método da anatomia comparada: o que vemos de superposição no reino biológico serve para calcular o que não vemos na superposição do reino quantico e vice-versa. Os fisicos calculam um meio-termo estatistico na superposição de eletrons e chamam o de numero complexo; nós calculamos um meio têrmo estatisitico entre o X do homem e o X da mulher e ao invés de numero complexo temos um filho com metade das caracterisiticas de cada um. Devo quando tiver tempo continuar a estudar essa area da pesquisa da quantica e procurar suas relações com os modêlos da Matrix/DNA.

Voltemos ao artigo da Nature:

However, females carry two copies of the X chromosome, resulting in a potentially toxic double dose of X-linked genes. To correct this imbalance, mammalian females have evolved a unique mechanism of dosage compensation distinct from that used by organisms such as flies and worms. In particular, by way of the process called X-chromosome inactivation (XCI), female mammals transcriptionally silence one of their two Xs in a complex and highly coordinated manner (Lyon, 1961). The inactivated X chromosome then condenses into a compact structure called a Barr body, and it is stably maintained in a silent state (Boumil & Lee, 2001).

( Continua)