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Descoberto Porque o Homem Não Veio do Poderoso Gorila e Sim de um Primo Baixinho do Chimpanzé

sábado, maio 5th, 2012

O Universo está tunelado para um destino, ao menos é o que tem revelado as leis da Evolução. Observamos que durante a História Universal houveram ciclos em que o tempo se inverteu do futuro para o passado e o espaço tambem se contraiu, absurdos contra a lógica, mas a Evolução tudo faz para manter o projeto iniciado com o Big Bang. Os homens que sacaram justificativas da evolução pela teoria darwinista para justificar seus meios imorais para conseguir seus fins caíram numa armadilha e foram desta vida com pesadas contas a acertar, porque os darwinistas estavam errados em muitas coisas.

Os mais fortes e capazes se tornam os mais poderosos, com isso deixam maior e mais bem cuidada prole e assim a evolução salta de elite em elite. Foi em que acreditou por exemplo, Hitler, massacrando os mais fracos porque a Natureza sempre teria feito assim, portanto, seria o direito dos fortes. Certo? As evidências das Histórias da Evolução Cosmológica  e da História da Evolução Biológica, mostram que as elites sempre caíram na armadilha do próprio sucesso, se acomodando numa forma provisória super-especializada num modo de existência, absorvendo em seu DNA informações anti-evolutivas que pairavam no meio-ambiente, saíram do tronco da árvore da evolução para se tornarem aquêles ramos que secam e se extinguem. As evidências, não apenas no reino dos vivos, mas tambem no reino dos astros celestes, mostram que os baixinhos foram os que permaneceram no tronco e no tôpo do tronco, se tornaram os mais altos. Os ultimos sempre foram os primeiros.

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Gorila, o Poderoso Descartado

Gorila, o Poderoso Descartado

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A milhões de anos atrás o rei da selva era o leão. Hoje o que resta dêles vive enjaulado nos zoológicos. Mas mesmo com tôda sua fôrça, o leão evitava sempre que podia atacar não o maior da selva, como o elefante, mas um bicho muito forte, alto e ladino chamado gorila. Quanto ao chimpanzé, mais baixo, barrigudo e molenga, não havia muito problema. Então pela lei darwinista, o gorila deveria ter sido o selecionado, e o homem teria vindo do gorila. Mas as recentes análises de DNA tem revelado que o DNA humano está muito mais parecido com o do chimpanzé que o do gorila.

Mas o maior lance evolutivo que mostra esta preferencia da seleção natural pelos baixinhos está na transformação do réptil para mamifero. O mais poderoso, o grandão dos répteis, quem era? Mr. Dinossauro. Mas… quem foi agraciado com a transcendência e fincou o pé no tronco da árvore da evolução foi um réptil pequeno, quase do tamanho de um porco, chamado cianodonte. Como os darwinistas não querem aceitar estas evidências, imaginam históriasinhas de impacto de meteóritos para manter sua crença que a evolução caminha ao acaso. Me engana que eu gosto!

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Mr. Chimpanzé Sherlock Holmes na Pista da Informação Certa

Mr. Chimpanzé Sherlock Holmes na Pista da Informação Certa

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Comecei a perceber isto quando era um mero macaco e trabalhava num filme do Spielberg, o “2001, Uma Odisséia no Espaço”.  Naquela época descobri um monolito negro contendo a fórmula da Matrix/DNA, fiquei olhando-a à distancia entre curioso e medroso, tomei coragem, me aproximei, toquei-o, e desde então fico olhando a fórmula dia e noite. Muito tenho aprendido com ela. Por exemplo, quando a matéria construiu o maior e mais poderoso sistema que existe, chamado “galáxia”, e esta se acomodou tanto naquêle status que fechou-se para o resto do mundo, o Universo acionou contra ela a Lei de Clausius, segundo principio da termodinâmica, medido pela entropia, que faz sistemas degenerarem até se fragmentarem. Dentro da galáxia ainda existia um astro de longa vida mais poderoso que os outros, era a estrêla supernova. Planetas? Coitados, eram os baixinhos do Cosmos. Acima dêles, alem das estrêlas, ainda tinha os gigantes pulsares, para não falar do luminoso quasar contendo o vórtice negro no nucleo galáctico. Mas qual foi o astro escolhido pela Natureza para dar mais um grande salto da Evolução? Qual astro têve sua matéria promovida a ponto de constituir os corpos dos que viriam a se tornarem os senhores inteligentes da galáxia, os seres vivos? Todo mundo sabe. Pois é… os baixinhos planetas.

Conhecer macro-evolução é ver o Universo inteiro em seus 13,7 bilhões de anos num “flash”. E entender cada coisa porque existe em seu lugar. Sua mente vai num zigue-zague, num vai e vem frenético à velocidade da luz do conjunto total para o menor detalhe, e vice-versa. Existem leis gerais que facilitam essa rápida visão. Uma delas é saber que a Evolução Universal avança e se espalha como as ondas concêntricas que se formam ao atirar uma pedra nas águas de um lago. Perto do ponto onde a pedra cai, as ondas se formam e morrem rápidas, são pequeninas, mas dentro delas tem uma fôrça que avança no espaço à frente depois da morte da onda, formando nova onda. A fôrça é eterna,  ela continua a existir e avançar mesmo depois que as ondas se quebram nas rochas e se espalha nas margens, levada na forma de vapor para cima e daí sabe-se lá para onde!

Assim tambem o primeiro DNA que surgiu na Terra a 3 bilhões de anos atrás nunca morreu de fato, nunca foi destruído, êle está vivo e hoje é um pedacinho do nosso DNA. Por isso você tem 3,5 bilhões de anos e não 17 ou 43 e por isso meu avô é mais novo que eu e eu sou mais novo que meus filhos, em relação à contagem do tempo pelo observador “Universo”. Pois o meu DNA saiu do DNA Universal quando êle tinha 3,765 bilhões de anos, e o DNA do meu avõ saiu do universal quando êste era mais novo alguns anos. Por isso em casa tudo é trocado: sirvo uisque e levo o jornal do dia para meu bebê e êle me serve chupeta e mamadeira.

Mas agora descobrimos que o DNA biológico não surgiu como código genético na Terra pela sua primeira vez:  êle é apenas mais uma forma provida pelo ciclo vital universal de um DNA que vem do Cosmos, dos sistemas astronomicos, que passou pelas nebulosas primordiais de átomos leves, estava fragmentado em seus bits-informação no instante do Big Bang, e depois disso se perde nos grandes reinos dos mistérios alem das fronteiras dêste Universo. Na realidade o DNA é uma Matrix Universal que já conta 13,7 bilhões de anos, essa sua idade, e isso contando apenas desde quando apareceste por aqui.

Mas a fôrça que sobrevive à morte da pequenina onda e avança nas àguas à frente formando nova onda maior leva tôdas as impurezas e detritos que existiam no local para a nova onda. Por isso a Matrix diz que êste Universo, e nêle tambem nós, somos constituídos de um hardware material visivel e um software holografico invisivel, o software sendo a fôrça que é passada de hardware a hardware. A nova onda formada nasce do zero novamente porem contendo os materiais, já o que foi conquistado e acrescentado na onda anterior, repete o mesmo ciclo, nascimento, crescimento, enfraquecimento, desfazimento. Antes de se desfazer a onda arremete sua fôrça por cima de si para o espaço à frente e assim ela sobrevive eternamente, lançando um ramo lateral do circuito que vai desaparecer quando terminar seu ciclo vital. Então a macro-evolução universal é quebrada em ciclos como a maré é quebrada em ondas, Darwin não pôde entender isto. E os ciclos são constituidos de ciclos evolutivos cada vez menores, até por exemplo quando chegamos ao nível em que um genial e curioso Darwin vê em Galápagos o bico de passaros se tornarem mais eficientes na captura do verme que se esconde no buraco.

Foi então que a observação concentrada na fórmula no monolito negro me fêz pegar papel de embrulhar pão e minha caixinha de lápis de côres e desenhar um gráfico cartesiano, tendo como coordenada vertical a dimensão tempo, e como horizontal a dimensão espaço. No ponto central de encontro das duas coordenadas escreví em letras garrafais o nome “Big Bang”! E então comecei a desenhar uma linha retratando as pegadas e o rastro deixados pelo sistema natural que ali nasceu materialmente e foi levado como ondas da evol.ução ao sabor das regras do tempo e do espaço. Nascimento, crescimento, amadurecimentto, infestação de informações impróprias, entropia, queda, fragmentação em bits, caos entre os bits em novo ambiente, nova paisagem, o caos amolece os caráters rigidos conflitantes de cada bit, êstes percebem que sua união pode vencer o sofrimento no caos e levantar o estado de ordem, o sistema se recompõe, renasce, a Fênix se levanta das próprias cinzas, como a onda pequenina inicial e moribunda ressuscita numa onda maior e mais complexa. Eis o ciclo maior da macro-evolução universal.

Em cada ciclo o sistema universal que nasceu no Big Bang, composto de hardware e software, estruturado em cima da fórmula sistêmica da Matrix, sobe três degraus na longa escada da evolução, chega ao quarto degrau fragmentada, escorrega três degraus mas não os quatro, não atinge o solo que suporta a escada, pois paira no primeiro degrau onde é suportado porque o ambiente tambem caiu e se refêz diferente, mudou a paisagem, e daí se levanta com seu hardware subindo novamente mais três, escorregando dois, enquanto o software sobe quatro e escorrega três. Assim a evolução sobe a escada e em cada ciclo evolutivo é acrescentado um grau de complexidade, pelas informações novas contidas nos detritos-informações que estavam nas águas à frente.

Se o sistema universal quando morre num ciclo escorregasse todos os degraus que subiu, o Universo estaria patinando até hoje no Big Bang sem conseguir dar o passo evolutivo seguinte.  E LUCA, a primeira célula viva, tambem estaria até hoje sendo o unico ser vivo numa terra nua. Por desconhecer êste fato é que os aminocidos de Urey estão patinando até hoje sem dar o passo seguinte na formação de proteínas.

Mas a Natureza é sábia demais para minha pequenina inteligencia compreendê-la em tôda sua magnitude. Pois as quedas nos escorregões são sempre dolorosas para a forma do sistema que as sofre, civilizações ruem através de guerras e tragédias naturais, isto está bem explicado na fábula da queda de Adão e Eva do seu degrau num patamar evolutivo que era seu paraíso termodinâmico. Mas alguns casos isolados na História da Evolução mostram que essa queda, se ao invés de imposta pela Natureza, é buscada e planejada pela espécie, torna-se até uma aventura feliz e interessante. É o caso do primo do chimpanzé que buscou atravessar essa fase de transição da espécie renunciando à fartura de carne suculenta no solo para comer uma dieta magra de fôlhas e raízes mas ficar voando levado por cipós no tôpo das árvores. É o caso de Fernão Capelo Gaivota se atirando de penhascos para tentar voar enquanto sua tribo, que ficava comendo cabecinha de peixes, riam-se a valer de suas quedas. É o caso dos bilionários humanos que investem todo seu poder mental em como obter mais dinheiro e poder na superficie dêste pequenino planeta perdido na imensidão do Cosmos que está lá esperando cheio de riquezas imaginaveis, e mostrar vaidosamente êsse poder aumentando o luxo de suas mansões cada vez mais faraônicas. Não procuram lançar de seu corpo fisico o ramo lateral de sua fôrça mental na direção dos horizontes desconhecidos nas àguas à frente. A diferença da maior sabedoria da Natureza me faz ficar impotente sem saber ao certo como investir o corpo fisico que tenho em qual direção, porque desconheço a meta suprema pela qual o Universo foi tunelado. Como evitar nova queda dolorosa? A unica alternativa que me resta é apenas investir o corpo fisico na busca de satisfazer as necessidades basicas de sobrevivencia, em segundo trabalhar apara ajudar a Humanidade na busca de suas necessidades básicas de sobreviência, e terceiro buscar incansavelmente na natureza o conhecimento de seus tesouros ocultos de mecanismos e processos que ampliam os horizontes de minha mente. Se estiver errado e a Natureza reagir para corrigir-me, paciência…

Mas no grafico cartesiano, a linha das pegadas que dceixam o rastro da passagem da matrix no tempo e no espaço desenha perfeitamente o enredo de cada cico macro-evolutivo. Ela começa como uma linha inclinada em meio às duas coordenadas, mas logo começa a se curvar para dentro, tanto que de repente ela está voltando na direção do Big bang novamente, porem continua encurvando-se o que a faz tambem desviar-se da queda no principio inicial, começa a retornar em crescimento, torna-se novamente uma linha inclinada e reta apontando para o futuro. Quando a linha chega ao seu final ela passou para o outro lado da face do grafico e retornou ao Big Bang, porem, não mais o sustema que partiu em sua constituição material. O que chega ao Big bang é o produto em que a matéria foi sendo transformada, uma substancia mentalizada, uma espécie ade auto-consciencia do próprio Universo descobrindo que é e existe, e assim o produto finnal; da evolução unicverasal se ultrapassa e sai a aventurar-se naquêle reino desconhecido para alem do nosso mundo perceptivel. É o Dia do Big Birth. O que era a meta do projeto iniciado no Big Bang. Pois sim… o monolito negro apresentou uma versão racional e muito lógica do porque podemos suspeitar que êste Universo estava tunelado para produzir a Vida e continua tunelado para produzir a consciência cósmica. Você amigo, amiga, tu não o sabes, mas mentes quando me dizes tua idade. Escondes-me a fôrça que as ondas escondem aos olhos do menino que observa os efeitos da pedra atirada nas àguas do lago. Mas não m,e enganas. Não sou bôbo. Sorris baixinho com seus botões porque sabes que um dia deixarás o oceano, se quebrará nas rochas do continente, mas então sua fôrça será levada como o vapor formado sob o calor do Sol, para o espaço sideral, para reinos que meu pequenino cérebro jamais conseguiria imaginar, por isso nem perdes tempo tentando explicar. Nem saberia. Você não se conhece porque não se pode ver como um pontinho formando a linha das pegadas deixada entre as coordendas do tempo e espaço. Você não pode ver para onde as coordenadas te levam e nem o que fazem de ti. Porque estás dentro do grafico. No teorema de Godel já dizia: ‘Ninguem pode saber a verdade de um sistema estando dentro dêle!” Mas hoje nossa inteligencia tem crescido, nossa baby auto-consci6encia começa a conhecer o mundo existente alem do ôvo onde está sendo gestada, começa a perceber as leis gerais, começa a aprender a trazer estas leis para o papel, construir os graficos que nos levam para observar o sistema de um ponto mental alem do sistema. A linha da evolução no grafico se curva tôda formando espirais esféricasno final de cada ciclo de tr6es degraus, a espiral se desfaz e recomeça no quarto degrau e assim  percebes que no grafico foi desenhada a face do Universo, pois a figura final resultante é um segmentode tr6es degraus com tr6es esferas lateriais que a Natureza, e não mais nossa vontade, nossa crença, nossa imaginação construiu num grafico de papel, mas sim com a matéria do Universo ela construiu na forma de um segmento do DNA. Tu criastes no papel um desenho-projeto igualzinho ao que a Natureza criou e inseriu no centro de suas células, de seus neurônoios, mas não foi mera coincidência ao acaso, isso aconteceu porque tu e a Natureza são uma só essência, a Matrix! Se o teu desenho no papel fôsse apenas uma teoria e impossivel de provar, tambem a Natureza seria uma incorrigivel sonhadora imaginando utopias, sonhos de imortalidade, tambem o desenho da Natureza no DNA seria uma teoria impossível de provar. Sabemos que não é o caso.

É fácil entender o mecanismo natural. Até mesmo em áreas tão distantes do estudo da evolução, como no eletro-magnetismo, podemos ver seus exemplos. O genial “demonio de Maxwel” mostrou que o mais dificil não é capturar mais informações e sim se livrar da enormidade de informações impróprias en repetidas que foram captadas e agregadas ao corpo massificando-o pesadamente.  O que são informações “erradas”? Não pergunte aos grandões que desapareceram, ou estão fadados a desaparecerem, como os leões e gorilas na selva, os dinossauros na antiguidade, as baleias e tubarões nos mares, as águias e gaviões nos ares, as estrêlas e pulsares no Cosmos; quem sabe responder são os baixinhos que continuam bem vivos e a se perpetuarem até aumentando em numero: os chimpanzés e orangotangos, as lagartixas que ainda vivem penduradas no teto do palacio da rainha, os gatinhos e luluzinhos, o lambari e o golfinho, o bem-te-vi e a pomba branca, e os planetas que podem tomar banho de praia rindo do Sol que se queima numa fornalha nuclear.

Informações erradas são aquelas que entram e se agregam a um sistema natural fora do seu tempo. Por exemplo, lembremo-nos da existência dos genes retrógrados. Aquêles que ficam anestesiados dormindo, sonhando, durante um grande período enquanto seus irmãos estão super-atarefados na construção de suas obras. Os genes da barba e bigode nos rapazes só acordam e se levantam para trabalhar após 16 anos, quando os outros já estão velhos e arqueados de tanto trabalhar. Não quero nem imaginar o que aconteceria se certos genes que começam na adolescencia e puberdade começassem antes, no feto e embrião…! Ou então muito depois, no ancião! Como o pessoal da Pfizer iria vender Viagra? Não pode.

A Evolução aposta e investe tudo numa espécie enquanto esta continuar sendo acessível às informações naturais que fluem através do mundo externo, no meio-ambiente. Pois a espécie passível de mutações é sempre um sistema aberto ao mundo, o que, em outras palavras, significa que sua genética não é dominada pelo “selfish gene”, ou o gene egoísta, o qual torna um sistema individualista e isolado fechado em si mesmo, ao qual não resta outro ideal ou ocupação na vida que não seja trazer mais luxo para seu palácio cada vez maior, o que simboliza a matéria acomodada em estado de equilibrio termodinâmico. Sadham Hussein construiu setenta palácios e comprou 50 carros de luxo… porque sua mente entorpeceu e chegou a um beco sem saída. Os faraós do Egito construíram três gigantescas pirâmides para instalarem seus corpos mumificados em equilibrio termodinâmico por tôda eternidade. Mas onde estão os filhos de Sadham e os herdeiros dos faraós?  Tôda espécie viva tem que lutar contra as leis e fôrças dos átomos que compõem seu corpo. Estas leis são as herdadas da matéria básica, cujo supremo objetivo é conseguir a estabilidade eterna pelo equilibrio termodinâmico. Tôda espécie nasce e cresce e nêsse ponto deveria parar de crescer fisicamente, o que seria conseguido naturalmente se os individuos controlassem seu consumismo material e ambição de posses materiais e se esforçassem em objetivos de transcendencia. Por exemplo, vejamos esta fábula:

Havia dois pequenos macacos, Dim-dim e Dim-dom. Cresceram juntos mas na adolescencia começaram a apresentarem comportamentos diferentes e se distanciarem cada vez mais. O errado era Dim-dim, uma vergonha para a classe dos macacos. Ao invés de ficar no solo comendo e caçando animais, Dim-dim desaparecia para cima do tôpo das árvores e ficava pulando de galho em galho. Cada vez mais magro e leve, começou a ser normal outros macacos no solo se assustarem quando percebiam agora um vulto voando como que sem asas de árvore em árvore, cada vez mais veloz. Enquanto isso Dim-dom comia cada vez mais, tornava-se mais musculos e fôrça, cada vez enfrentando animais maiores. Dim-dom dominou o reino dos macacos e quiçà a selva. Mas tôda forma fisica tem um limite fisico na sua capacidade de absorver novas informações do meio ambiente. A partir dêsse limite pode-se expandir seu espaço, por exemplo, engordando. Enquanto isso a natureza tambem está sempre evoluinfdo, se transformando, mudando, sujeita a ciclos. Num dêstes ciclos os alimentos correntes ao solo se extinguram e Dim-dom, com seu reino começou a decair. Dim-dim se saiu melhor porque tinha mudado a tendencia material de sua forma fisica. Capaz de voar de árvore em árvore e se manter no tôpo delas onde restavam alimentos, continuou a se transformar para melhor e resistiu às baixas do ciclo natural.

Então a evolução chega a um ponto que precisa limpar do sistema em que ela investiu a camada superficial de informações fora do tempo ou armazenadas em excesso. Geralmente esta forma de sistema nêste estado é o que mais evoluiu, porem isto é relativo: evoluiu para um observador situado no mesmo ambiente e época, não evoluiu para o observador situado no tempo e espaço da meta universal da evolução. Até os humanos são observadores que se deixam enganar ao acreditar que os perdedores a longo prazo são os atuais ganhadores, e vice-versa. Nêste ponto a evolução pára, retorna no tempo, vai buscar uma espécie que ficou lá atrás,  descarta o corpo que expandiu demasiado seu espaço e levanta o corpo que têve seu espaço contraído. Tenho dito que se Darwin viu três postulados universais na sua teoria da Evolução, a Matrix/DNA está sugerindo que existem sete, ou seja, quatro a mais. Esta é uma delas.

É possível engolir a idéia de que o Universo está tunelado com um propósito, ao invés da evolução cega ao sabor do acaso, como estão crendo muitos pensadores hoje? Se fossemos uma espécie de micro-organismos existindo dentro de um saco embrionario onde está sendo gestado um embrião, forçosamente acreditariamos estar assistindo um processo de evolução universal. Mas quem está fora sabe que “o que parece ser evolução”, são os meros passos suscessivos num processo maior, de reprodução. Da mesma forma os micro-organismos que nunca saíram do saco, aquilo é o seu universo, nunca viram a espécie humana fora do seu universo, e nada sabem do DNA, com tôda razão concluiriam que as diversas formas que viram, desde a mórula, a blastula, o feto, etc., surgiram pelos postulados da evolução darwiniana, meras ocorrencias produzidas pelas fôrças naturais as quais são cegas e sem propósito. Mas quem está fora sabe que tôda aquela história embrionaria existe com um propósito final: gerar uma forma á imagem e semelhança de quem está fora daquêle universo. Os modêlos da Matrix/DNA são claros nêste ponto: o Universo é como um ôvo cósmico onde ocorre um processo de reprodução genética e provavelmente – considerando-se a ultima forma dêsse embrião atual – trata-se de reprodução de um sistema auto-consciente. Apenas isso.

Uma das informações mais erradas que a juventude está hoje aborvendo aos borbotões e com muita gula, são às relacionadas aos musculos do corpo. São informações que vieram á Terra para atuarem a 300 milhões de anos atrás e pararem de atuar a 100 milhões de anos. Para darem e fortalecerem os musculos aos macacos. Os gorilas se empanturraram delas e forçaram sua permanencia para mais alguns milhões de anos alem de seu prazo. Vimos o que aconteceu com êles. Fora dos destinos do Universo, fora da imortalidade! Algum primo do Chimpanzé, ainda desconhecido a nós, foi muito mais esperto, controlando sua gula de musculos para manter-se leve e poder voar dentre as árvores. Êste foi guindado à transcendencia, seu DNA está hoje no corpo do senhor da Terra.

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O Primo do Chimpanzé?

O Primo do Chimpanzé?

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Excesso de musculos significa inibição do desenvolvimento intelectual, da habilidade mental de sentir e captar as informações naturais que estão no ar para atuarem aqui e agora na construção da auto-consciência cósmica. Fica aí nossa sugestão: “malhar” certo é focalizar a mente na fórmula da Matrix/DNA e descobrir cada vez mais profundamente os ainda ocultos mecanismos e processos nesta Natureza que tem atuado como quem segue instruções de uma meta suprema.