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BioMagnetismo/Código Biológico Cósmico:Células Neuroniais de Pombas Codificam o Campo Magnético da Terra!

domingo, maio 6th, 2012

Campo Magnético da Terra

Campo Magnético da Terra

As linhas do campo magnético indicam não apenas qual direção é o norte, mas também dão idéia de latitude.

As informações fornecidas nesta notícia serão acrescentadas ao rol de dados que estamos colecionando para desenvolver uma das áreas de pesquisa mais intrigantes dentro da cosmovisão da Matrix/DNA: como funciona o elo evolucionário invisivel referente à dimensão “tempo” e constituido de um segmento do ciclo vital do Universo, que liga o sistema astronomico que gerou o sistema celular e o próprio sistema celular moderno. Meta: dotar o cérebro humano da capacidade de captar e controlar as fôrças e ondas invisiveis que fluem no espaço.

Pombos serão modêlos para nossos veículos do futuro com GPS guiando-os automaticamente

Pombos serão modêlos para nossos veículos do futuro com GPS guiando-os automaticamente

En síntese, quando todos pensávamos que a capacidade de navegação das aves fôsse devido a hipotéticos receptores metálicos que existiriam nos corpos das aves conectando-os ao nucleo metálico terrestre, êste experimento cientifico derrubou a teoria e encontrou que os receptores existem dentro de células neuroniais e leucócitos, os glóbulos brancos, na corrente sanguínea, as quais certamente não possuem metais. Isto leva nossa intuição baseada na fórmula da Matrix/DNA a pensar que tal conexão se dá a um nivel mais profundo dentro da Natureza, ao nível do software que subjaz os hardwares.  Seria a cópia do software Matrix dentro da célula que estaria conectada à cópia do mesmo software do sistema astronomico, ou mesmo, do sistema terrestre apenas?

Os dados colhidos para esta pesquisa que estão em artigos espalhados nêste website vão desde o fenômeno do “quorum sensing”, ao relógio astronomico e biológico, ao fenômeno da desova dos corais nos diferentes oceanos ao mesmo tempo. Cremos que no final. quando tudo isto estiver plenamente conhecido, vamos fazer o cérebro humano controlar tôdas as fôrças e ondas eletro-magnéticas que fluem no espaço, substituindo telefones celulares, radares, televisores, etc. E o mais importante: começar a construir as pontes que deverão ligar cada porção da auto-consciência surgida nêste planeta que hoje se encontram isoladas e solitárias dentro da cabeça de cada ser humano. Se os modêlos da Matrix/DNA estiverem ao menos um pouco mais próximo da Verdade, quando êles sugerem que nêste Universo ocorre um processo de reprodução genética e portanto êle está tunelado para a meta final de gerar um ser auto-consciente ex-machine, nossa intenção aqui será amigável ao Universo e portanto êle deverá conspirar por nós.

O ideal seria todo ser humano envolvido, se informando, participando nesta pesquisa. Cada ser humano ser uma espécie de antena ligada tentando captar e informando uma central da qual êle é sócio soberano, de cada detalhe que possa colaborar para a massa de dados. Como seres mentais estamos algemados, de olhos vendados e prisioneiros dentro das selas escuras e separadas que são as caixas ósseas cranianas, e pior, estamos como embriões ou recem-nascidas auto-conciências na fase do ciclo evolucionario em que os ovos são botados fora e os filhotes abandonados à própria sorte, sujeitos a predadores e tragédias enviromentais. Temos que nos unir-mos para superar-mos esta absurda condição desinteligente de existência para deixar-mos de herança aos jovens e  nossas gerações futuras uma vida melhor do que a que tivemos.

Devido à minha impossibilidade de ter acesso ao “full article” dêste paper (cujo “abstract”) copiei abaixo, estou me baseando nesta noticia mais detalhada em:

BBC NEWS – Science & Environment

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-17855194

‘GPS brain cells’ seen in pigeons

By Jason Palmer – 27 April 2012

Façamos uma primeira análise de textos do artigo:

These new “GPS neurons” seem to show how magnetic information is represented in birds’ brains. However, the study reported by Science leaves open the question of how they actually sense the magnetic field.

Como um sistema biológico “sente” a força do campo magnético do corpo do planeta?! Assim como nós sentimos na pele a força dos ventos, e podemos entender suas direções, intensidades, etc.? Porque nós humanos, como seres biológicos não temos a mesma capacidade de percepção? Onde a evolução perdeu esta conquista ou onde e porque os genes relacionados a esta capacidade deixaram de se expressarem? Como seres bioógicos que somos e gerados por e nêste planeta, porque está secando, sendo cortado, o cordão umbilical que nos liga ao corpo da Mãe Terra?

A evolução se dá por ondas concêntricas como as que se formam desde o ponto que uma pedra atinge as águas de um lago – sugerem os modêlos da Matrix/DNA. Então cada onda se projeta com tudo que ela tem e é na onda seguinte. Disso inferimos que o sistema astronomico e depois o sistema terrestre, se projetou com tudo o que tem e é, no sistema celular. De maneira que cada parte especifica do sistema celular mantem um fio de vinculo possibilitado pelo circuito do ciclo vital com sua ancestral parte no sistema astronomico. Que parte ou estrutura conjuntural ocupa o fenômeno dos “campos magnéticos” dentro da fórmula Universal dos sistemas naturais? Como essa estrutura está representada dentro do sistema celular, qual a substancia ou molécula ou proteína, representa êste fenômeno? Ou ainda: considerando como a totalidade do cérebro é mais uma cópia da fórmula universal, seria êste recptor biológico formado de unidades dentro das células ou seria um unico receptor do sistema cerebral?

Estamos vendo que isto não será nada fácil, temos muito trabalho à frente. Precisamos de mais dados, dados e dados! Mais peças para montar o quebra-cabeças.

David Dickman of the Baylor College of Medicine in the US set up an experiment in which pigeons were held in place, while the magnetic field around them was varied in its strength and direction.Prof Dickman and his colleague Le-Qing Wu believed that the 53 neurons were candidates for sensors, so they measured the electrical signals from each one as the field was changed.

Traduzindo, o que o grande David fêz foi prender o pombo num lugar tendo aparelhos pr6esos ao cérebro do pombo  e usar magnetos em quantidade ou intensidade que podiam ser variadas, inclusive variando as direções dos campos, e observar a variação dos signais elétricos dentro dos neuronios dos pombos! Genial! A que ponto estamos chegando!

Mas magnetismo ainda é uma fôrça ou um campo que não entendo sua substancia. O que deduzo aqui é que existe uma conexão, uma ponte que pode ser atravessada ou manifestada, entre o magnetismo do planeta e o magnetismo da célula – e para isso precisamos aceitar que a célula tambem produz ou contem um campo magnético. Ou, como vimos acima, exista um campo magnético contido ou produzido pelo cérebro como totalidade.

A possibilidade de que o hipotético fenômeno magnético exista no cérebro como totalidade e não em cada célula individual, ou ainda, de que o magnetismo de cada célula individual seria tão fraco e microscópico que não poderia haver conexão sensível com o magnetismo do planeta, nos ajudaria a entender porque apenas 53 neuronios respondem aos estimulos magnéticos: sendo a Terra apenas uma parte de um sistema astronomico, apenas uma Função da fórmula da Matrix, esta parte estaria representada no sistema celular por apenas uma de suas partes e não pela totalidade do sistema celular. Dá para entender? Teríamos agora que agarrar com unhas e dentes êstes 53 neuronios, tentar ver o que formam, talvez uma figura, um diagrama, sonhando com a possibilidade que possamos identificar essa figura na fórmula da Matrix, e assim saber onde a Terra está dentro do sistema celular. Seria possível aos cientistas mapearem geograficamente êstes neuronios? Talvez já tenham feito isso? Alguem poderia perguntar isso a êles?

Every neuron had its own characteristic response to the magnetic field, with each giving a sort of 3-D compass reading along the familiar north-south directions as well as pointing directly upward or downward.

Na nossa mesma linha de raciocinio anterior, dá para entender porque cada neurônio tem sua resposta especifica diferente das respostas dos doutros 52 neuronios: no conjunto êles formam uma parte de um sistema, cada parte executa uma diferente função sistêmica. Interessante notar aqui a nós da lingua portuguesa que a palavra “compass”em inglês não é o nosso “compasso” e sim a bússola.

And just like a compass, the neurons had opposite responses to different field “polarity” – the magnetic north and south of a field, which surprised the researchers most of all

Nenhuma surprêsa aqui para nós da Matrix/DNA, apenas mais uma evidência reforçando nossa teoria. O astro é um hardware montado em cima de um software. O cérebro tambem. Cada célula tambem. Se dois ou mais softwares estão superpostos, a mudança devido uma rotação num dêles distorce as linhas de conexões entre suas partes. A tendência natural será o software desencaixado voltar a se encaixar. Como a agulha da bussola sempre tende a voltar e apontar para o norte, o qual, é apenas um conceito abstrato criado por nós para facilitar nosso imaginário. Isto pode acontecer automaticamente como imposição do sistema maior aos sistemas menores contidos nêle, mesmo contra a utonomia ou vontade do pombo.

“That’s one of the beautiful aspects of what we’ve identified, because it shows how single brain cells can record multiple properties or complex qualities in a simple way.”

Sim, esta a beleza que nos tem maravilhado na fórmula da Matrix/DNA. Ela é de uma simplicidade desconcertante, temos vergonha em apresenta-la como a obra de uma extraordinária engenharia oculta nas profundezas dos mistérios da Natureza, mas á medida que a vamos observando mais e mais não terminam os detalhes surpreendentes que vamos descobrindo nas suas simples entrelinhas. São realmente multiplas complexidades resumidas em simples caminhos! Grande em inteligência é a consciência cósmica… se ela de fato existe… como sugerida pela Matrix.

Several hypotheses hold that birds’ magnetic navigation arises in cells that contain tiny chunks of metal in their noses or beaks, or possibly in an inner ear organ.

Esta hipótese era perfeitamente racional, considerando-se que o que produz o campo magnético planetario são os metais inseridos em seu corpo.

However, the most widely held among them was thrown into question recently when researchers found that purported compass cells in pigeon beaks were in fact a type of white blood cell.

Isto foi surpreendente! Recapitulemos a definição do que é “globilos brancos”, ou ainda denominados “leucócitos”, pedindo ajuda à grande Wikipedia;

Surprêsa! Pela primeira vez noto que um ítem em português na Wikipedia está melhor que o mesmo ítem em inglês! Passem a mostarda para o cachorro quente do autor português que fêz isso e paguemos-lhe mais uma cerveja… Grande!

Leucócitos

Os leucócitos [De leuc(o)-, branco + -cito, célula; f.hist. 1873 leucocyto], também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sanguelinfaórgãos linfóides e vários tecidos conjuntivos. As citadas células tronco também dão origem aos chamados glóbulos vermelhos (hemácias) e às plaquetas (trombócitos), que junto com os leucócitos integram os chamados elementos figurados do sangue. Um adulto normal possui entre 3.800 e 9.800 mil leucócitos por microlitro (milímetro cúbico) de sangue.

Os leucócitos (ou glóbulos brancos) fazem parte do sistema imunitário do organismo. Têm por função o combate e a eliminação de microorganismos e estruturas químicas estranhas ao organismo por meio de sua captura ou da produção de anticorpos, sejam eles patogênicos ou não. Os leucócitos compreendem um grande grupo de células que apresentam-se em uma grande variedade de formas, tamanhos, número, e funções específicas. São células que não pertencem intrinsecamente ao tecido sanguíneo, utilizando-o apenas como meio de transporte. Suas origens, funções e morte dão-se em outros tecidos. Têm a capacidade de atravessar as paredes dos capilares (diapedese), passando a se deslocar nos tecidos conjuntivos mediante a emissão de pseudópodes. Alguns são abundantes na linfa e no sistema linfático. Por isso, o aumento de tamanho de gânglios, principalmente aqueles localizados logo abaixo da pele, revela a existência da uma infecção em ação, em alguma parte do corpo.

Não são como as células normais do corpo. Na verdade em maioria agem como se fossem organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria. As células comportam-se, de certo modo, como amebas em seus movimentos e são capazes de absorver outras célulasbactérias. Algumas delas podem se dividir e se reproduzir por conta própria, mas são produzidas em maioria a partir de células da medula óssea. Sua diferenciação pode ocorrer tanto na própria medula quanto em órgãos específicos como o timo (linfócitos T), ou em estruturas localizadas nas paredes dointestinoapêndiceamígdalas, cujas naturezas remontam à bursa (linfócitos B). [1] Em média um indivíduo produz aproximadamente 100 milhões de leucócitos por dia.

Leucócitos ou Glóbulos Brancos que captam o Campo Magnético da Terra

Leucócitos ou Glóbulos Brancos que captam o Campo Magnético da Terra

Além dos leucócitos, de forma irregular, são visíveis os glóbulos vermelhos e asplaquetas, no formato de pequenos discos.

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Bem… quanto mais nos afundamos nas brumas nevoentas da Natureza mais percebemos que ainda quase nada sabemos e que a coisa é muito mais complexa do que imaginamos. Imagine nosso corpo composto por “organismos vivos independentes e unicelulares capazes de se mover e capturar coisas por conta própria e correndo dentro do nosso sangue!”

Mas êstes “bichos” salvam nossas vidas, são êles que empunham armas e não rejeitam batalhas para nos defender! Quem são êles?! De onde vieram? Porque agem assim? Qual a causa de seu amor doentio por nós?! I love you, de todo coração!

Vou na fórmula da Matrix no seu estado evolutivo astronomico buscando sua presença ali para tentar entender suas origens aqui, e nada vejo, apenas a sensação que parece ser algo relacionado à inteira identidade do sistema. Tenho a incômoda sensação que representam algo ruim, o aspecto de extremo egoísmo da Matrix, o braço armado dêsse egoísmo para sua auto-defeza. Mas isto –  “entender significados existenciais” –  é o mais importante. Estaria aí o principio gerador do gôsto pela violência e pelas batalhas dos leucócitos?

As fôrças emanadas pelo sistema como identidade superior à soma das identidades das partes são fôrças ainda para nós invisiveis, imperceptiveis, que temos de conhecer e controlar. São fôrças tão invisveis como as que constituem os campos magnéticos. Mas como sempre, elas podem construir corpos materiais para usarem como sua ferramentas no meio material mais denso. Basta para isso penetrarem átomos e conecta-los segundo seus modêlos. Agora nos parece que não apenas conectam átomos, mas sistemas complexos como o celular. Daí… os leucócitos! E se a Terra, como sistema, estiver produzindo estas ferramentas para se defender contra nós, humanos? Quais seriam estas ferramentas? O vírus da Aids? Seriam destas ferramentas sôltas e independentes no nosso ambiente externo que entraram em nossa corrente sanguinea como micro-organismos? A fórmula da Matrix terá que nos ensinar isso.

Another theory suggests that a magnetic sense may come about in receptors in birds’ eyes. When exposed to light, the theory says, molecules called cryptochromes undergo a fleeting change in their atomic makeup whose length depends on their alignment with a field.

Isto tambem faz sentido considerando-se a tese da Matrix que a luz possui o código para os ciclos vitais. E a luz está muito próxima do magnetismo. Mas aqui a coisa torna-se demasiada complexa, deixemos isso para quando tiver-mos mais tempo.

( Sinto muito mas o dever lá fora me chama e tenho que interromper isto… mas voltaremos ao tema. Se Deus quiser? I don’t know… eu só sei que não sei…)

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New York Times:

Study Sheds Light on How Birds Navigate by Magnetic Field

http://www.nytimes.com/2012/04/27/science/study-sheds-light-on-how-pigeons-navigate-by-magnetic-field.html?_r=1&src=me&ref=general

By  – Published: April 26, 201

Navigating by magnetism includes several steps. Birds have to have a way to detect a magnetic field, and some part of the brain has to register that information; it seems likely that another part of the brain then compares the incoming information to a stored map.

Mapa memorizado?! Justamente o que seria lógico existir se os sistemas biológicos forem uma faixa etária um grau mais idosa que a faixa etária de seu ancestral. Mas qual seria o ancestral dos sistemas biológicos? Quem… senão LUCA? O astronomico LUCA.

They did not work on the third step, but Dr. Dickman said a good candidate for the location of that map was the hippocampus, the brain region involved in memory of locations in both birds and humans.

O cérebro é em si um exemplar do sistema natural universal. Portanto êle deve ter sido montado em cima da fórmula da Matrix. Precisamos ainda estudar a completa anatomia do cérebro e ver qual função sistêmica está executando cada um de seus elementos, como as glandulas. Por ter passado por varias fases evolutivas, vindo de muitas espécies vivas ancestrais, o cérebro inicial que tinha a forma da Matrix engrandece e projeta-se maior, conservando a mesma forma estrutural, o que dificulta essa nossa identificação das partes. Pelo formato do hipocampo, que é semelhante ao formato do circuito esférico total da Matrix, suspeitamos que êle representa o canal onde correm tôdas as informações. Isto estaria de acôrdo com o que se tem descoberto, de que o hipocampo é o centro da memória, onde estão registradas todas as informações. Mas a semelhança da forma do hipocampo com o circuito esférico da Matrix são ainda semelhantes à figura geral do campo magnético do planeta. Não sei o que isso quer dizer, mas ficaria assim perfeitamente compreensível se for comprovado que o hipocampo contem estocado um mapa do campo magnético planetário.

Clique na figura abaixo para ver a animação:

Hippocampus:

Hippocampus Animation

Hippocampus Animation

Comentário no artigo do NYT:

  • Christina Forbes
  • Alexandria VA


Bees also use the Earth’s magnetic field to navigate and have other means of finding their way from and back to their hives or nests, over distances up to at least 3 miles. As we now know, a large majority of genes perform similar functions in very different species. We continue to learn massive amounts about human neurology from the fruit fly.

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Paper apresentado em:

Science (AAAS)

http://www.sciencemag.org/content/early/2012/04/25/science.1216567

Neural Correlates of a Magnetic Sense

  1. Le-Qing Wu,
  2. J. David Dickman*

ABSTRACT

Many animals rely on the Earth’s magnetic field for spatial orientation and navigation. However, how the brain receives and interprets magnetic field information is unknown. Support for the existence of magnetic receptors in the vertebrate retina, beak, nose, and inner ear has been proposed and immediate gene expression markers have identified several brain regions activated by magnetic stimulation, but the central neural mechanisms underlying magnetoreception remain unknown. Here, we describe neuronal responses in the pigeon’s brainstem that show how single cells encode magnetic field direction, intensity, and polarity—qualities that are necessary to derive an internal model representing directional heading and geosurface location. Our findings demonstrate a neural substrate for a vertebrate magnetic sense

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Pesquisa:

1)A New Perspective on Magnetic Field Sensing

Paper informando como se encontra a atual tecnologia sôbre campos magnéticos, vários tipos de

“magnetic field sensing sensors” sendo o mais potente o SQUID:  Superconducting Quantum Interference Device

http://www51.honeywell.com/aero/common/documents/myaerospacecatalog-documents/Defense_Brochures-documents/Magnetic__Literature_Technical_Article-documents/A_New_Perspective_on_Magnetic_Field_Sensing.pdf

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2)Cryptochrome and Magnetic Sensing

http://www.ks.uiuc.edu/Research/cryptochrome/

Paper sugerindo que a conexão entre bird e magnetic field poderia se dar através de um hipotético “radical pair” de electrons, entangled, sendo um eletron na retina dos olhos do bird e outro no campo magnético.

The question remains as to where, physically, this radical pair reaction would take place. It has been suggested that the radical pair reaction linked to the avian compass arises in the protein cryptochrome. Cryptochrome is a signaling protein found in a wide variety of plants and animals,

3)Cryptochromes:

Cryptochromes (from the Greek κρυπτό χρώμα, hidden colour) are a class of blue light-sensitive flavoproteins found in plants and animals. Cryptochromes are involved in the circadian rhythms of plants and animals, and in the sensing of magnetic fields in a number of species. The name Cryptochrome was proposed as a pun combining the cryptic nature of the photoreceptor, and thecryptogamic organisms on which many blue light studies were carried out. [2]

The two genes Cry1 and Cry2 code for the two cryptochrome proteins CRY1 and CRY2.[3] In insects and plants, CRY1 regulates the circadian clock in a light-dependent fashion, whereas inmammals, CRY1 and CRY2 act as light-independent inhibitors of CLOCKBMAL1 components of the circadian clock.[4] In plants, blue light photoreception can be used to cue developmental signals.

4) FAD = flavin adenine dinucleotide

Wikipedia:

http://en.wikipedia.org/wiki/FAD

Molécula semelhante a nucleotideo, lembrando que a Matrix astronomica se insere na quimica biológica através dos nucleotideos.

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5)  C ircadian rhythm

A circadian rhythm is any biological process which displays an endogenousentrainable oscillation of about 24 hours. These rhythms are driven by (or composed of) acircadian clock, and rhythms have been widely observed in plantsanimalsfungi and cyanobacteria. The term circadian comes from the Latin circa, meaning “around” (or “approximately”), and diem or dies, meaning “day”. The formal study of biological temporal rhythms, such as daily, tidal, weekly, seasonal, and annual rhythms, is called chronobiology. Although circadian rhythms are endogenous (“built-in”, self-sustained), they are adjusted (entrained) to the local environment by external cues called zeitgebers, commonly the most important of which is daylight.

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6) Zeitgeber

(from German for “time giver,” or “synchronizer”) is any exogenous (external) cue that synchronizes an organism’s endogenous time-keeping system (internal clock) to the earth’s 24-hour light/dark cycle. The strongest zeitgeber, for both plants and animals, is light. Non-photic zeitgebers include temperature, social interactions, pharmacological manipulation, exercise, and eating/drinking patterns. To maintain clock-environment synchrony, zeitgebers induce changes in the concentrations of the molecular components of the clock to levels consistent with the appropriate stage in the 24-hour cycle, a process termed entrainment

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7) Chronobiology

Chronobiology is a field of biology that examines periodic (cyclic) phenomena in living organisms and their adaptation to solar– and lunar-related rhythms.[1] These cycles are known asbiological rhythms. Chronobiology comes from the ancient Greek χρόνος (chrónos, meaning “time”), and biology, which pertains to the study, or science, of life. The related termschronomics and chronome have been used in some cases to describe either the molecular mechanisms involved in chronobiological phenomena or the more quantitative aspects of chronobiology, particularly where comparison of cycles between organisms is required.

Chronobiological studies include but are not limited to comparative anatomyphysiologygeneticsmolecular biology and behavior of organisms within biological rhythms mechanics.[1]Other aspects include development, reproduction, ecology and evolution

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8) Adaptação do relógio biológico:

Tema que reforça nosssa idéoa de que a conexão entre o campo magnético da Terra e sistemas biológicos ocorre a nivel automatico diretamente no nucleotideo que é o principal representante do ancestral astronomico no nivel biológico.

O estudo dos acontecimentos fisiológicos é fundamental para o entendimento da adaptividade do organismo no meio em que está inserido. Em grande parte dos animais e vegetais, ocorrem fenômenos periódicos e cíclicos com o decorrer do tempo.

Esses ritmos muitas vezes estão associados as condições vividas fisicamente. Um bom exemplo é o ciclo luz/escuro que funciona como a principal pista ambiental de passagem de tempo ou zeitgeber (do alemão, doador de tempo) para a maioria dos organismos. Os ritmos que se repetem a cada 24 horas, aproximadamente, são denominados de ritmos circadianos. Outros ritmos existem com frequências diferentes de 24 horas, por exemplo, os ritmos ultradianos (vários ciclos ocorrem a cada 24 h) e infradianos (um ciclo se completa a cada 28 horas ou mais). Exemplos do primeiro são os ritmos de batimentos cardíacos ou de respiração, que completam vários ciclos dentro de 24 horas. Exemplos de ritmos infradianos são o ciclo menstrual em mulheres (a cada 28 dias) e ciclos estrais em roedores (a cada 3 ou 4 dias em ratos, por exemplo).

O interessante é observar que em indíviduos cegos, ou em condições de laboratório, onde não existem pistas temporais, esses ritmos biológicos permanecem continuam se expressando, o que demonstra a natureza endógena de tais oscilações.

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9) Giving Personal Magnetism a Whole New Meaning

T i n y  m a g n e t s   f o u n d   in Human Brain!!
May Cause Cancer!! T h a t  may sound like a head-line from the checkout counter of vour local
supermarket, but in fact it’s not as far-fetched as  i t   seems. Earlier  t h i s   week  C a l t e c h geobiologist Joseph Kirschvink and his col-
leagues Atsuko  Kobayashi-Kirschvink and Barbara Woodford announced they had found
crystals of the mineral magnetite in human brain tissue. Their results are in press, not in
the National Enquirer, but in the Proceedings of  the National Academy of  Sciences.

T i n y  m a g n e t s   f o u n d   in Human Brain!! May Cause Cancer!! T h a t  may sound like a head- line from the checkout counter of vour local supermarket, but in fact it’s not as far-fetched as  i t   seems. Earlier  t h i s   week  C a l t e c h  geobiologist Joseph Kirschvink and his col- leagues Atsuko  Kobayashi-Kirschvink and Barbara Woodford announced they had found crystals of the mineral magnetite in human brain tissue. Their results are in press, not in the National Enquirer, but in the Proceedings of  the National Academy of  Sciences.

10) Perinatal photoperiod imprints the circadian clock

http://www.nature.com/neuro/journal/v14/n1/full/nn.2699.html

Nature Neuroscience
14,
25–27
(2011)
doi:10.1038/nn.2699
Received
24 August 2010
Accepted
21 October 2010
Published online
05 December 2010
Photoperiod:
clock neurons:

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MEUS ARTIGOS RELACIONADOS:

a)
http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=816

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos

b) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

c) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Biológico Cosmológico – Biochronicity – Projetos

d) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Humans can sense the Earth’s magnetic field

e) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

f) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=813

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz

g) http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?cat=496

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal