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Numa Conferencia Internacional, Gato Ensina Todos a Falarem Um Só Idioma e a Brasileiros Como Ganhar Dinheiro

segunda-feira, maio 7th, 2012
Gato mais gordo do mundo tem o nome de Meow porque assim se escreve miau em inglês

Gato mais gordo do mundo tem o nome de Meow porque assim se escreve miau em inglês

A bilionária Fundação Bill Gates entendeu que para a paz e a prosperidade na Terra todos devem falar um idioma unico, internacional. Então contratou 200 professores linguisticos, um de cada país, e os trouxe a uma conferência. O instrutor foi dizendo:

– “Não se deve aqui criar um idioma baseado em outro idioma dominante atual, e que ninguém tente impor a cultura de seu país ou sua maneira de pensar aos demais estrangeiros, mas sim que sejam racionais, lógicos, quer dizer, que pensem e expressem a lógica da Natureza, a qual, é simplesmente o observar a corrente de eventos produzindo causas e efeitos sem nenhuma tentativa de julgamento pela imaginação humana. Para decidir qual será o nome de cada objeto, traga o objeto sôbre a mesa ou ao menos desenho-o na tela,  medite sôbre êle, e cada país explicará a razão do nome que usa e a votação em assembléia escolherá o nome final. Vou citar um exemplo. Vamos pensar no nome dêste animal aqui… ( e dizendo isso pôs um gato vivo sôbre a mesa).  Cat em inglês, gato em português, chat em francês, 猫 em chinês, γάτα em grego, kato em esperanto, cattus em latin, kedi em turco, mace em albanês, կատու em armênio, pisik em azerbaijanês, kotka em belarrusianês,… qual nome é mais racional, mais natural? Kedi, cat, mace, kotka,…? Alguem tem alguma sugestão?”

Como a platéia permaneceu muda e todos com os olhos fixos nos nomes escritos numa tela e no gato sôbre a mesa sem ninguem se arriscar a opinar algo, o instrutor continuou:

– “Que tal se perguntar-mos para o gato como êle quer ser chamado? Sim,… nenhum povo se lembrou disso, nenhum povo iniciou sua cultura com intenções democraticas em relação à Natureza,  respeitando os direitos objéticos de cada objeto natural, sem distinção de forma, cheiro, raça, côr ou credo. Temos que voltar aos principios da civilização e até aos primórdios da nossa biosfera e corrigir isso, entendendo que a espécie humana não tem o direito de impor seu ponto de vista sôbre nenhuma outra espécie de objeto… E voltando-se para o gato, perguntou-lhe … “Pois bem, ó respeitável senhor, como o senhor gostaria de ser chamado por todos os povos do mundo?” – e disfarçando para ninguem ver deu uma beliscada no rabo do gato.

O gato simplesmente fêz “miaaauuu”… O instrutor olhou a platéia em silêncio inquiridor com todos pensativos, e quebrando o silêncio comemorou estrondosamente:

– “Miau! Miau! Está aí o nome internacional, para todos os povos! Obrigado sêo gato… quer dizer,… sêo Miau, por ter nos ensinado uma lição de racionalismo, sôbre o que é e como deve ser uma linguagem natural. E porque não “miau”? Seja na China, na América ou no Cazaquistão, todos os gatos “falam” o mesmo idioma: miau. Todo mundo de qualquer país, de qualquer tribo lá no meio da selva amazõnica ou no deserto do Saara, tôda criança, entende essa linguagem. Então porque cargas d’água na Humanidade os indivíduos estão quebrando a cabeça para se entenderem sem motivo, sendo que o problema foi criado por nós mesmos, não pelos objetos?  Diz uma lenda que isso começou pela demolição da Tôrre de Babel, mas  o demolidor não foi Deus e sim o egoísmo humano separatista. Foi o demônio do nosso gene egoísta se fazendo passar por Deus. Vamos reconstruir a tôrre que significa nosso trampolim para nossa grande aventura cósmica e nossa plataforma de salvação quando as mudanças no Sol e nêste planeta não mais suportar a Vida em sua superficie. Miau! Miau?

E todos exclamaram:

– “Miau!”

Satisfeito o instrutor continuou: – ” Vamos agora ao segundo objeto. Que suba na mesa mais uma obra de arte dessa nossa majestosa artista que é a Natureza…”

Trouxeram um cachorro para a mesa e abriu-se uma porta por onde entrou o Tiririca, contratado pela Fundação Bill Gates apenas para aquela ocasião, e postando-se na frente do cachorro o Tiririca fêz uma de suas caretas horriveis pondo a baita lingua para fora. O cachorro deu um pulo para trás e fêz “au-au”.

– “Au-au! Au-au…  – repetiu o instrutor comemorando. Para quê “dog”, “cachorro”, “pêrro”, chien, hund, “собака”,…?! Olhem bem direto para a cara dêste animal… glup,…dêste individuo. E pensem comigo na palavra “dog”. Tentem conectar o objeto que estão vendo com a palavra dog pipocando na sua mente. Tem algo a ver? O que nêste objeto tem a ver com “dog”? Agora pensem no francês, chien. O que êsse animal tem de “chien” nêle? O rabo? O fucinho lembra chien a alguém? Temos certeza que apenas duas pessoas aqui, a que fala inglês e depois a que fala francês, conseguiu uma conexão mental entre o objeto visto e a palavra em sua mente. O resto se apercebeu que a conexão não existe, é absurda, não é natural, racional. “Cachorro”?! Ora, O CACHORRO ESTÁ NA MENTE DE QUEM O CHAMA DE CACHORRO E NÃO NO CACHORRO PRÓPRIAMENTE DITO!” E “cadela”? Que falta de respeito, que ofensa à dignidade de uma lady!”

– “Alguém discorda do método a ser aplicado aqui? Quem discorda levanta a mão, quem concorda aplaude…”

Bem,… com os aplausos na geral todo mundo sentiu que havia uma atmosfera de racionalidade comum a todos ali dentro e animados começaram a trabalhar, trazendo cada um dos zilions de objetos naturais à mesa e escolhendo um nome. Assim foi construído um idioma que não seria impôsto a ninguem, apenas divulgado que êle existe e qual sua intenção, na esperança de que cada vez um maior numero de pessoas venham a adota-lo, os quais revelariam que ainda existe inteligencia na espécie humana e esta estará crescendo! Claro, têve os engraçadinhos e os lances de humor, como o português que levantou-se pedindo a palavra para dizer.

– “Quanto àquelas duas coisas que todo mundo conhece muito bem, vou sugerir dois nomes para serem acatados por todos os povos do mundo, que seriam “xixi-Y” e “”xixi-X”…  A lógica natural é clara e acho que todo mundo vai concordar, pois, pois. Além dos dois tipos e em todos os povos servirem para fazer “xixi” ainda se faz uma alusão à genética que é comumemente ensinada em tôdas as escolas do mundo, concernente aos cromossomas X e Y que esclarece de qual sexo se fala…”

Bem pensado? Não para o brasileiro que saltou da sua cadeira gritando:

– “Discordo. A mesma regra deve valer para todos os objetos. Traga os objetos sôbre a mesa! Para você, português, é fácil aceitar “xixi”, mas e para os outros 199 aqui que nunca ouviram essa palavra? Porque não o inglês “piss-X e piss-Y”? O esperanto “urinon-X e urinon-Y”? Ou o alemão “pisse-X e pisse-Y”? Que tal o albanês “pshurr-X e pshurr-Y”?” Por exemplo, o japonês aqui do meu lado está rindo e sugerindo “bilauX e bilauY”…”

Mas falando sério agora, voltando à realidade do sonho em que sonhei com a noticia acima e do qual acordei porque meu gato subiu na cama miando e puxando minhas cobertas para cobrar que estava na hora de servir sua comida, e cujo miado acho que foi o motivo do sonho – seria de fato uma das maiores obras benéficas à Humanidade se algum milionário bancasse um projeto semelhante, e o mais rápido possível. A evolução da Humanidade em têrmos de uma consciência planetária comum tem que avançar rápido e sem tropêços, mas a maior causa que está emperrando a globalização dessa consciência é a diferença dos idiomas como se pode ver a realidade no artigo do Los Angeles Times sugerido abaixo. Se eu ganhasse uma bolada na loteria, sem duvida alguma seria êste meu primeiro projeto. Lembre-se que o povo que veio de tôdas as partes do mundo para conviverem na antiga matriz do império da Babilonia, mas vieram com as almas carregadas de sobêrba separatista,  anti-humanitária, pelos seus egoísmos nacionalistas, e se segregaram em bairros como sistemas fechados em si mesmos e em tôrno de idiomas tribais especificos, tornando a sobrevivencia da matriz impossível, e para se certificar de como a confusão se estabelece, espere a Copa do Mundo e vá ao alto do Cristo Redentor no Rio de Janeiro quando estiver numa das pausas entre os jogos, e tôdos os turistas saírem para passearem. Um grupo querendo um espaço lá no alto para ver a cidade de cima vai esbarrar em outro grupo enquanto alguem estiver exclamando “beautiful!”. Noutro ponto alguem dizendo “beleza”, noutro, “mooi”, em outro ainda, “beau”… Todos elogiam a beleza da cidade mas… aí o “pau” vai começar:

– “Êsse gringo empurrando aí, disse “beautiful” olhando para nós, acho que está nos xingando…”

– “Tambem acho! Bítiful é a avó dêle…!”

– “Paiêee… êsse africano aí me chamou de mooí,…sniff…sniff…”

– “O que? Vamoí? Onde êle pensa que quer te levar? Ora, vou ensinar êsse estrangeiro que…”

A Natureza é uma só para todos os povos, a Natureza é tão bela como o Rio de Janeiro quando pura, nua, despida de todos os preconceitos e julgamentos que o homem, vindo da sua pior parte caótica existente apenas na terra, que foi sua ancestralidade selvagem, tem-na impregnado com a linguagem do mal que está em seu coração ao invés de ajoelhar-se em respeito, colar os ouvidos ao solo e aos objetos naturais, e ouvi-los susssurrar a linguagem da Natureza. Miau, Au-au, Piu-piu, Toc-toc, Pum, Vuuupt, Méee, Ping-ping, Riinch, Ronk-ronk, … muito ao contrário de serem nomes de uma linguagem aparentemente infantil, será o principio do desarmamento das más intenções humanas e um retorno às nossas origens, para aprender-mos  a acertar os passos e caminhar de agora em diante em sintonia com o ritmo das transformações da Natureza em sua totalidade, cósmica, universal, pois é no Cosmos que iremos viver um dia, se quiser-mos nos perpetuar e avançar na direção da fonte suprema da criação.

Para se conscientizar do problema causado pelas diferenças das linguagens em têrmos do cotidiano, ( e para brasileiros prever o que estará acontecendo no Brazil em breve, com seu atual ritmo de modernização), será bom ler o artigo publicado em:

Los Angeles Times

http://www.latimes.com/business/la-fi-interpreter-services-20120505,0,2935506.story

Language interpreter services see demand soar

( Demanda pelos serviços de interpretes em alta)

Seção: Business

Colunista: Hugo Martin

Data: Maio, 2012

A propósito do artigo vemos que está sendo um bom negócio nos Estados Unidos uma compania oferecendo interpretes por telefone. Comerciantes, hospitais, bancos, restaurantes, policia, consulados, etc., são os maiores necessitados e clientes de tais serviços. Apenas uma companhia, a Language Line Services, emprega 6.000 interpretes, tem uma renda anual de $ 300 milhões de dolares,  e planeja contratar mais 2.000 interpretes! O serviço é simples, o cliente se registra, liga para um numero e a cobrança se faz por minuto ao telefone. Está aí mais uma dica para quem quer iniciar um promissor negócio no Brasil com pouco capital, é só ter a paciência necessária no inicio de todo negócio pioneiro.

Dentro do espírito da cosmovisão da Matrix/DNA, que sugere a ideologia do cooperativismo, eu mesmo me ofereço como um sócio-cooperador-fundador a quem quiser participar de uma Cooperativa dos Interpretes e Tradutores, é só mandar um comentário ou e-mail. A cooperativa, onde todos os interpretes e demais trabalhadores são sócios ao invés de empregados evitaria a face negativa do negócio, tal como se lê na seção de comentários postado por alanhoppy, at 10:10 AM May 5, 2012:

“Minha espôsa trabalhou para essa companhia telefônica, e eu posso dizer o que acontece nos bastidores. Primeiro e mais importante, êstes pobres interpretes são sôbre-carregados de trabalho e muito mal pagos (pagam o salário minimo!). As chamadas vem a cada segundo uma atrás da outra. Ela recebia chamadas de todo tipo, da policia, hospitais, bancos, suportes técnicos e o desconhecimento nestas áreas tornam o trabalho muito estressante. Para não comentar os constantes problemas e defeitos das ligações telefônicas.”

Não se discute que a presença pessoal do interprete numa comunicação é muito mais humanamente adequada do que uma voz fria e maquinal num telefone, mas numa cooperativa, á medida do possível o interprete se deslocaria ao local, alem do fato que o atendimento por um sócio satisfeito e responsavel com seu trabalho é muito melhor do que o atendimento por um empregado descontente por ser explorado e mal-pago.