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Trabalho: Esta Palavra Sequestrada e Violentada por Humanos e o Movimento para Recuperá-la

segunda-feira, maio 14th, 2012

Eu estarei 24 horas alerta e atuando nesta causa. Tôda vez que ver um ser humano usando corruptamente a palavra “TRABALHO” vou jogar-lhe na cara o que está fazendo e avisar que vou tentar fazê-lo pagar por isso.

O exemplo mais antigo e conhecido: quando a prostituta vai saindo de casa e fala para a familia que vai “trabalhar” gritarei que “Não, você vai prostituir”. Nada tenho contra oferecer serviços sexuais por dinheiro já que êste sistema social é fundamentalmente corruptor e ela é mais uma vítima. Mas tenho sim que manter a pureza, o sagrado, o significado, a moral, a correta definição da palavra “trabalho”, como a atividade onde o ser humano emprega as suas mãos e/ou pés para produzir algo que seja indispensável às necessidades básicas humanas. Nunca vamos erradicar os elementos selvagens, egoístas, corruptores, anti-naturais, do sistema social humano, senão nos manter-mos identificando e combatendo êstes detalhes.

Por outro lado, a hipocrisia humana, sempre precisando ocultar suas sujeiras inconfessáveis, varrreu para debaixo do tapête nomes e palavras que devem existir mas nem mesmo nunca ficaram à mostra nos dicionários. Vamos ter aqui que levantar os tapêtes e libertar estas palavras que retratam a realidade corrupta para que humanos se conscientizem o quanto corrupto é êste sistema. Estas palavras estão tão empoeiradas que não as estou conseguindo ler direito, por isso vamos ter que analizá-las em conjunto e votar no que cada qual acha que é modo como devem serem originalmente.
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– “Bem,… vou trabalhar…”
– “Onde?”
– “No banco”.
– “Você não vai trabalhar, você vai “banquear” ( foi o que penso ter lido na ocasião que dentro de um banco me agachei rápidamente e levantei o tapête até que o guarda veio correndo a recompor o tapête). Nos bancos nada de produto concreto util a qualquer das necessidades básicas é produzido. Na sociedade ideal poderá até ter dinheiro, mas bancos nunca. Nem mesmo os publicos, pois tôdas as pessoas sendo honestas poderão ser os agentes entre seu dinheiro particular e o dinheiro publico. Principalmente bancos privados, pertencentes a um individuo, a uma familia, ou a um grupo de acionistas são gangs, máfias predadoras de humanos. É sempre bom estares atento e procurares outra atividade para sobreviveres. Você “banqueia”, não “trabalha”.
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– “Trabalhei ontem 12 horas!”
_ “Fazendo o quê?”
– “Ora, vendendo na loja”.
– “Você não trabalhou, você “comercializou”, “vendeu”, “lojeou”… Numa sociedade ideal existirá o centro de abastecimento publico, dividido em hangares onde cada produtor deixará seus produtos. As modernas máquinas nos supermercados atuais de self-service, mais as câmeras, etc, são suficientes para cada comprador realizar sua operação de compra sem precisar desperdiçar o tempo de outros seres humanos. Todos os que sobrevivem de lojas, comércio em geral, estão parasitando, vampirizando a energia de outros humanos e impedindo êstes de evoluirem. Você vai “lojear”, não “trabalhar”.
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– “Êle passou 30 anos trabalhando na construção…”
– “Construindo o que? ”
– “Ah,… era o construtor preferido para fazer as igrejas católicas…”
– “Então não trabalhou. Êle “religiou”, depredando espaços e material da Natureza. Religião não satisfaz nenhuma das necessidades básicas de sobrevivência humana. E justo nêste momento aqui na Terra existem bilhões de seres humanos (90% dêles), sendo torturados fisica e mentalmente por não terem os produtos concretos necessários para liberta-los dessa tortura. Igrejas não os libertam disso. Ocupam os espaço e usam os materiais que precisam para essa liberdade. Quem isso faz não aprecia estas vitimas, é insensível e sádico. Se sei Deus faz isso ao diabo com êle. É meu inimigo. Êle não trabalha e não é “construtor”. Êle “religía” e é “religisiador”.

Claro que ninguem lendo isso no meu website iria concordar com o que parece ser meu extremismo exagerado. Porque quem pode ler meu website é porque tem computador e portanto da classe média para cima, não conhece e não é capaz de entender os motivos da classe mais baixa onde existo. Qualquer critica ou julgamento virá de quem não pertence aos mais de 51%.

Banquear, lojear, religiar, são palavras acrescentadas no meu dicionario que uso frequentemente agora. Asim como “unhar”, “embelezar tecido”, “papaguear”. Unhar define a pessoa que como tôdas as outras, come 40 toneladas de vegetação cultivada pelo trabalho humano, numa vida de 70 anos, seja na forma pura ou transformada em carne pelas vacas e porcos, mas não “trabalhou para produzir nem um quilo dessa vegetação”, e ao invés se prestou à atividade corrupta e inimiga da Humanidade de satisfazer caprichos e vaidades de insanas e alienadas mulheres, embelezando-lhes as unhas; “embelezadora de tecidos” é a mesma pessoa parasita dos que trabalharam, que se presta à atividade supérflua de projetar, acrescentar inutilidades e propagandear tudo o mais que exceda o padrão da camiseta (com bolsos é aceitável) e a calça ou saia jeans; “papagueadora”, é a mesma parasita que, por exemplo a Xuxa Meneghel, nunca produziu seu consimo e passou a vida a falar coisas inuteis ou que serviram para prejudicar a Humanidade e o meio-ambiente do planeta. Eassim por diante.

Não quero saber se foi Deus ou foram nossos ancestrais não-vivos como átomos, a galáxia Via Láctea, os animais, quem produziu a causa que gerou o efeito da condenação aos embriões resumida nas sentenças, “serás filho(a) da necessidade” e “comerás o seu pão com o suor de seu corpo”. Não quero discutir isso aqui agora; o que sei é que isso é fato do qual não há como contra-argumentar. O meu alvo, minha meta é fazer uma faxina dentro da Humanidade expulsando para fora dela humanos que existem e atuam para aumentar o castigo, acrescentando o seu pêso como mais carga para os outros condenados carregarem.

Agiota, supervisor de colarinho branco,contador, administrador de colarinho branco, vendedora de galeria de arte, de sapatos, tôdos são meus inimigos, ou melhor, saibam que sou seu inimigo, tenho repugnancia de seres o que és, e se tiver oportunidade, te derrubo de onde estás. That’s it, sem mais nem menos.

Até as mães. Qualquer mulher que não assentou um tijolo na construção da casa onde mora, que não calejou suas mãos nas 40 toneladas, está na lista negra, não importa qual esperteza tenha aplicado para se esconder atrás de um escudo sagrado como o papel de mãe. Não quero saber.

Vocês me f… a vida e quero minha vingança, não tem mais nem como pagarem ou devolverem o que me foi usurpado, já não quero e não aceito agora. Construí muitas casas com as próprias mãos e nunca me deixaram ter o título de propriedade nem de uma barraca de um metro quadrado; plantei e colhí mais que minhas 40 toneladas mas aos 60 anos contínuo tendo que “TRABALHAR” 70 ou 80 horas por semana para comprar o alimento que deveria ser meu de direito. Estou morrendo com um cérebro débil porque o tempo necessário para desenvolvê-lo, que já foi muito usurpado pela condenação alienígena, foi ainda mais usurpado pelos humanos parasitas e predadores escravagistas e covardes porque se aproveitaram do fato de terem nascidos com seus corpos protegidos e alimentados por outros, ao menos até terem a maioridade. Nunca caíram no ciclo invencível do “levar seu corpo para o pelourinho e fazê-lo se torturar na produção física de coisas concretas para poder pagar o quartinho da pensào á noite e comprar um prato de comida”. Eu não discuto idéias, opiniões, nem argumentos, mas sou acessível a ouvir alguem oresente no local fazendo o mesmo que eu e sem escudar-se em nenhum tipo de poder policial ou monetário para falar mais alto sem que eu possa retrucar livremente conforme vejo e descrevo o mesmo fato. Apenas me interessam os fatos, numeros, e supremamente o “resultado final”. Essa mentalidade aplicada na biosfera da selva foi quem produziu os mod6elos do que denomina Matrix/DNA Theory e sua cosmovisão.Pode estar tudo errado porem apenas a prova em cima de fatos me convencerá disso.

A palavra “Trabalho” foi e continua sendo uma das palavras mais usadas pelo gene egoista implantado em todo feto humano para dominar humanos e dirigi-los para comportamentos egoístas contra a espécie humana. Chega às raias do absurdo no maior exemplar dêstes “vampiros”, que são os “patrões” de qualquer outro ser humano”, que sai de casa de manhã ou às dez, ajeitando a gravata no colarinho ou com roupinhas limpas e supérfluas, dizendo que vai “trabalhar” quando na verdade vai arrumar alguma maneira de escapar da sua cota moralmente obrigatória na produção do que consome vampirizando o real “trabalho” de outro denominado “empregado”, e assim impedindo a êste outro que use ou não seu livre-arbitrio para atender a meta comprovada da evolução aqui e agora, que é a de revirar a matéria da Natureza procurando aprender suas causas, mecanismos e processos, para implantar essa Natureza em seus cérebros e assim fazer progredir a mente que é o trampolim para a ultima meta suprema da existência do mundo revelada de fato aqui nesta sua reguão e n6este seu temo: fecundar, gerar, nutrur e fazer crescer a “auto-consciência universal”. Eu por exemplo sempre tive alguma motivação para aplicar alguma parte do tempo “livre” nessa missão, mas quando nascí todos os espaços tinham “donos” e todo o meu tempo seria roubado por aquela pré-condenação, a qual me obrigava a satisfazer minhas necessidades sob a ponta de basionetas da policia e exércitos criados pelos “patrões” e ladrões de tôdas as terras. O que fizeram ao meu cérebro ao invés de deixá-lo livre para crescer foi implantar o ódio contra êles mesmos que certamente estava culminando numa reação armada e sanguinaria, senào tivesse descoberto a tempo, aos 20 anos de idade, que existia ainda a selva amazônica para onde ir e se libertar de tôdas estas condenações. Lá busquei como um obcecado, na natureza virgem onde ainda deviam estar elementos que testemunharam as origens da Vida, quem foi o Deus e meu supremo inimigo, ou o ancestral estupido que teria feito algo muito errado entregando tôdas suas posteriores gerações para a escravidão. E encontrei a Matrix/DNA, a qual, se não curou meu ódio contra os parasitas e predadores e contra as vitimas covardes e entorpecidas, denominadas “do povo”, que dão o seu poder individual para aumentar o poder dos vampiros, ao menos me fêz mudar minha estratégia, da vingança pela violência para a vingança pela sedução mental visando a eliminação da espécie humana para ceder seu lugar à sua próxima forma transcendente. Assim voltei à gang dos depredadores humanos não com flechas e tacapes, mas com um livro e nêle, oculta, uma arma muito mais poderosa.

Tôdo dia dou uma escapada do trabalho e voi tomar café numa lanchonete. Sem querer tenho informações da vida dos donos e dos empregados. Todos ridiculos! Meramente animalizados, meros macacos melhorados sem nenhum substrato mental. Não dou um pio enquanto lá dentro, pois nem um assunto dêles me interessa nem meus assuntos interessam a êles. E sei que com êles nunca vou poder contar com sua participação em qualquer trabalho no estilo no regime de sociedade, então para que “amizade”? Para que “cumprimentos” na rua? É jogar fora conversa e precioso tempo de operações construtivas do meu cérebro, mais nada. Os donos, um casal com tôda pôse dos parasitas, mal aparecem lá: o “marido” ( definição: dono do sexo de uma mulher e parasita/predador comparsa na desapropriação dos deserdados de uma espôsa ( definição: dona do sexo de um homem e parasita/predadora …) só aparecem, êle trazendo um jet-sky ou paraquedas ou esquís atrelados numa caminhoneta de luxo para perguntar o que quer a um cliente movendo-se inutilmente as mãos e pernas para passar a idéia de ativismo e correr a pegar uma caneca à qual o empregado já vem com os rabos entre as pernas dizendo “deixa que faço isso” e após olhar por cima a todos ali dentro e ter certeza de ter passado a imagem de um esforçado trabalhador, sai correndo para fora como se fôsse trabalhar, e vai para a praia; ela chega com o carro de luxo dando ordens ao primeiro empregado para pegar umas sacolas no carro das lojas que têve fazendo compras porque comprou umas camisetas para presente aos empregados… enquanto fala no celular para a empregada que 6esses filhos não lhe dão folga e ela já está indo correndo para casa resolvedr 6este problema,… entra no carro e vai para a praia onde a espera seu companheiro de “gang”. Os empregados lá todos os dias, 12 horas por dia, não estão estudando nada e cada dia mais velhos… Como posso suportar qualquer dessas pessoas?!

A auto-consciência começou a se manifestar aqui nêsse planeta a apenas alguns minutos atrás no tempo do Universo e não sei se ainda é apenas feto, embrião ou se já nasceu, mas tenho certeza que ainda tem seus olhos próprios fechados, por isso sei que ainda nem criança é. O mundo mental dos embriões ou bebês nasciturnos deve ser um corolário de imaginações sem nenhuma conexão com o mundo real, o qual ainda não enxergam, e assim está a auto-cinsciência naquelas pessoas e talvêz, 99, 99% da humanidade. Essa “mente” humana ainda é puro “meme”, pura cultura imaginada, anti-natural. Fazer o que por enquanto? Pouco mais que gritar dentro de seus ouvidos que estão dando nomes errados pois os objetos são diferentes do que suas imaginações cegas pensam enquanto suas mãos os tocam, gritar que existe uma complexidade no mundo real maior do que estão imaginando, a ponto de talvez ser algo dela explicada por resumos como a Matrix/DNA, até que essa auto-consciência cresça, elimine a Humanidade e ocupe seu lugar.

Trabalhador açougueiro ou comercializador de carne ou matador de vacas?
– “Não, não sou matador, sou vendedor de carne…”
– “… que te foi entregue pelo matador e a qual você vende dando uma parte para pagar o ato do matador. É cumplice, culpado do mesmo jeito, fazes parte de uma gang de assassinos de vacas. “TABALHADOR”, com certeza, é que nunca o serás.”

É preciso desmascarar as pessoas nas suas caras. Fazerem-nas caírem na realidade, parar de estar “polindo” tudo o que fazem para se auto-justificarem em seus comportamentos corruptos e corruptores que no final são comportamentos anti-naturais contra o ritmo e “desissintonizados” do ritmo evolutivo natural, e aos quais, senão forem corrigidos a tempo, será corrigidos dolorosamente pela Natureza que não se defende mas se vinga, através de seu meio-ambiente na superficie dêste planeta. Pois sempre que o assim estiver fazendo, o ser humano está prejudicando a auto-consciência universal de alguma maneira. O homem já não era para ser mais um animal carnivoro, nem mesmo muito “vegetariano cerealista” mas sim quase que exclusivamente “frutífero” ( uau!… o festival de nomes novos aqui não termina!). O ultimo produto evolutivo do reino vegetal é a fruta final, portanto deve ser o mais adequado para alimentar o ultimo produto evolutivo do reino animal. Simples “matematimacismo”. Quanta gente seria libertada do trabalho escravo forçado na lavoura pois plantas de frutas são quase eternas e exigem muito menos trabalho; quaznto a saude humana seria melhorada; quanto a violência humana sanguinaria seria diminuida; quanto espaço exuberante de árvores teríamos a mais se fôssem eliminados os grandes territórios de pastagem… O açougueiro é isso, um inimigo publico, pela sua atividade. Eu passei fome na selva muitas vêzes quando podia ter matado um animal, mas nunca tive coragem de matar uma barata. No entanto não recusava a carne ofertada pelos matadores nativos e incentivava-os a matarem porque pagava-a de alguma forma. Hoje na civilização sustento tôda a cadeia dessa “gang” porque no restaurante não resisto à uma chuleta bem passada, mesmo que seja apenas um pedacinho. Não sou muito de frutas mas quando vou ao mercado amarro um barbantinho no dedo para lembrar que sou obrigado a comprar muita fruta mesmo que continue perdendo alguma por deterioração. Fazer o quê? Sou animal humano com auto-consciência embrionaria ainda, que não vê com seus olhos, mas já “sente” desde o seu ôvo, o qual é a minha cabeça, os meus atos animalescos repugnantes. Aprendí que exigir perfeição nêste mundo é loucura. Mas tambem não me acomodarei alienadamente nêste estado de corrupto imperfeito.

Este tema ficará aqui registrado e em aberto, para acrescentar-mos novos tópicos e mais palavras a serem desmascaradas.

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1) “Sapateiro” é trabalhador? Se êle conserta sapatos e se sustenta com essa atividade é um trabalhador genuíno, bem porque sapatos são coisas necessárias e não supérfluas. Mas se êle tem algum empregado ao lado, já passa a ser apenas meio-trabalhador e meio-vampiro.

Politico, é trabalhador? Ora, tenha a santa paciência… na sociedade ideal ninguem jamais será negligente a ponto de ceder a qualquer outro elemento o seu direito de participar na administração da sociedade em igualdade com todos os demais humanos.