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Bit por Bit: A Base Darwiniana da Vida

sexta-feira, maio 18th, 2012

Excelente “paper” apresentado para peer-revew será aqui analizado linha por linha sob o ponto de vista da Matrix/DNA. Por enquanto copiamos abaixo apenas o comentário da Matrix/DNA nos seguintes jornais:

Bit by Bit: The Darwinian Basis of Life

PLOSBIOLOGY.ORG.

http://www.plosbiology.org/article/info:doi/10.1371/journal.pbio.1001323

Gerald F. Joyce – PLoS Biol 10(5): e1001323. doi:10.1371/journal.pbio.1001323 – Published: May 8, 2012

Comentário inicial da Matrix/DNA postado em:

1) http://www.plosbiology.org/annotation/listThread.action?inReplyTo=49741&root=49741

2) http://www.universetoday.com/95071/alien-life-may-not-be-so-alien-if-it-exists-at-all/

Alternative form of life? We can try another approach. Today nobody could accept that the cellular organelles are forms of life. because they are part od cell system. But… if the symbiotic hypothesis of Margullis is right? Ribosome, Mitochondria, chloroplasts, till the nucleolus were micro-organisms? If so, each one could evolve to specific life form? Today nobody could accept that astronomic bodies are life forms. Because their constitution seems so single and they belongs to stellar and galactic systems.

The formation of the first cell system was different from the formation of modern cells. The cells does not need those millions years of abiogeneses because they learned to replicate themselves.  If the formation of the first galactic system was different also from the formation of modern galaxies? I mean, the first galaxy was formed by symbioses?

There is a natural mechanism that could be the solution for the process of symbioses for both, cells and galaxies: life cycle. If a different life form – one that seems to us a inanimated object or/and non-able to replicate – is under this mechanism, the object will be transformed into several different shapes, like a human body under this mechanism shows the forms of blastulae, embryo, baby, adult, etc. So, any molecular complex compound like a ribosome, under this mechanism could be transformed into mitochondria, cloroplast, all shapes of organelles. it is easy for seeing this if we think the different shapes of anumal specie under evolution, from reptiles to fish to mammals. Now suppose that before galaxies and even stellar systems origins, there were a unique kind of astronomical body, but, under the process of life cycle. Its transformations could be from planets to pulsars to stars to quasars, black holes, etc. Since that there is a conexion link between two sequencial shapes of any individual, this conexion is the responsible for symbiosis.

It is weird to think that a kind of inanimated natural object could be under the process of life cycle. But there is a possibility, and it came from natural light. The electomagnetic spectrum of light shows that any laight ray or wave has seven diffferent frequencies. it means seven different speed of vibrations. Applied over a natural object, dense enough that the light can not escape, but it is not destroyed, each kind of vibration could perform different effects over that object. Maybe a light wave has the code for life, if the seven different vibrations can generate seven different shapes of a unique object. So, it is not weird at all.

Now, think that the radiation of light from the Sun creates seven different fields of vibration around it. Seven different orbital fields. There is only those two intermediates orbital suited for the seeds of life being nurtured, because the initial ones are too much rapid and the last ones are too much slow. The planets in these orbitals are Earth, Mars, maybe Venus? Now suppose that a star is like an onion, each level is about each stage of its formation. It should means that the Earth surface receipts seven kind of photons, each one as bit of information of a shape of a life cycle. In another words, all seven shapes of photons together are the seed of life. The Earth nucleus must have at least the initial 50% of those bits, which reaches the surface through volcanoes, ocean vents, etc. Then we have the appropriate land for the seeds evolving. And the process of fecundation is like our sexual process; half of information coming from the sun, another half coming from Earth.

Finally, which were the previous information for the first biological life? When I calculated what could happen to an initial astronomical body under the process of life cycle because it does not permit the escape of light, I got the existent another known six shapes.  Those seven kind of bodies could be linked by the invisible connection of time, like a human teenage can be linked to its adult shape. But, doing it my models showed that the seven astronomic bodies are aligned like a circuit of a system, and, surprising, the system has the same shape of a lateral pair of nucleotides, the fundamental bit of information for RNA and DNA. So, the previous information for the first biological life form is the information about astronomical systems, whose that really created life inside them.

Researchers has experimented all possibilities of miligram of RNA and not got a life form. What is missing in those RNA? The work of those photons? Inside terrestrial atoms they can work like a religion can work a human brain: changing the atoms normal behavior for to build a copy of the celestial system they came from. At my website there are the models of Matrix/DNA formula, the astronomical system under the force of life cycles, the electromagnetic spectrum as the code for life, etc. It could be everything wrong, but, I think is good food for thought in different ways like we wull need for to recognize different alternatives life forms.

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Análise do Artigo:

Bit by Bit: The Darwinian Basis of Life

Abstract

All known examples of life belong to the same biology, but there is increasing enthusiasm among astronomers, astrobiologists, and synthetic biologists that other forms of life may soon be discovered or synthesized.

Matrix: O primeiro problema agora é entender porque uma porção de matéria é dita “viva” pelo observador humano e outra não é aceita como viva. Não se trata de pegar um monte de terra numa mão e uma lagartixa na outra e dizer: isto é vivo e isto não é. Pois se cortarmos um pedacinho da pele da lagartixa e deixar na mão até secar teremos que dizer que aquilo em nossas mãos não é vivo. Então quem garante que a porção de terra em minha mão não foi retirada de um sistema vivo,  astronomico? Ñunca podemos nos esquecer que a relatividade nos prega armadilhas imperceptiveis. Tamanhos, medidas existem em nossas cabeças como especificos observadores situados numa dimensão limitadissima do tempo e do espaço. Não vale comparar pedaços de sistemas com sistemas completos, e o problema é que muitas vêzes o sistema não é percebido. Mesmo assim, descontando-se êsse êrro comum, o ser humano diferencia sistemas naturais em vivos e não-vivos, alegando que para ser vivo um sistema tem que ser tão complexo a ponto de apresentar ao menos sete propriedades vitais. Não lhe interessa o fato de que sistemas atômicos e astronomicos são sistemas ancestrais dos complexos sistemas biológicos. Mas, ora, se são ancestrais de vivos deveriam ser igualmente vivos. Os modêlos da Matrix estão sugerindo que um sistema atômico já possue em si, na forma de pot6encia latente, mas não expressadas ao mesmo tempo, os principios de tôdas as propriedades vitais. Não é porque num baby o bigode, ou a atividade sexual, ainda não se expressam – mas já existe como potencial latente – que não vamos considerá-lo como não-vivo.

O que impede, ou melhor, existirá alguma lei natural que impeça a existência de um ser vivo milhões de vêzes maior que nós? Tão grande para nossas medidas que poderíamos passar por dentro dêle, ou ver à distnacia partes dêle, sem nos dar-mos conta que é um sistema e vivo? O primeiro impecilho apontado seria o tamanho dos astros, que não deveriam, por exemplo, suster uma forma de vida maior que um sistema solar. Mas, ora, o Universo é quase ou talvez seja infinito e não está nem aí para nosso problema com tamanhos. O sistema solar pode ser um átomo do mundo de tal ser vivo assim como é um átomo na terra para nosso mundo. E a udade de tal ser vivo pode alcançar milhões de anos, no mundo dêle os movimentos são normaos para êle mas para nós apenas um ciclo de sua respiração seria um tempo igual ao que vasi do inicio ao desaparecimento da Humanidade na Terra, portanto nunca perceberiamos seus movimentos vitais. Êle andaria pisando em galáxias assim como andamos pisando nos grãos de areia de uma praia. Existe algum empecilho natural para sua existência? Qual seria o tamanho médio de seres vivos em Jupiter? E quem garante que o próprio Universo não seja um ser vivo? Nós não queremos ser micróbios ( em relação a tempo e espaço), mas nada natural está impedindo que o sejamos.

É preciso trabalhar a definição dêste simbolo linguistico, “Vida”, para eleger-se uma definição que facilite a comunicação entre humanos por levarem todos a entenderem um unico e mesmo significado. É preciso estudar o que significa a Vida na natureza material. Por enquanto, para mim parece-me que Vida tem o significado de uma “mensagem”. Os mesmos tipos de átomos são encontrados formando os dois tipos de organização da matéria, então o que diferencia uma porção viva de uma não-viva? É um tipo de fôrça natural, por enquanto invisivel, que atua sôbre e talvez de dentro de alguns átomos e de outros não. Esta fôrça é a causa de átomos adquirirem comportamentos em sistemas vivos e é o efeito de tais átomos no mundo exterior. Portanto ela vem como causa e sai como efeito, ou seja ela “passa” pelos átomos como se ela fôsse um “siginificado” uma mensagem. Pasteur dava o nome a esta fôrça de “principio vital”, mas o que é isto, de onde vem e para que?

Um automóvel em quase tudo imita um organismo, um cavalo: tem quatro membros de transporte, se alimenta de combustivel e produz movimentos, trabalho, cada parte do automóvel é uma imitação de um órgão do sistema organismo. Isto porque, consciente ou inconscientemente, a inteligencia humana tinha apenas organismos como conhecido parametro para realizar as tarefas que ela precisava e com isso criou o automóvel imitando organismos. Então porque um organismo é “vivo” e um automóvel nao é?

Acho que a fundamental diferença está em que no organismo seus a átomos estão organizados dentro de substratos liquidos os quais provocam reações “quimicas” enquanto no automóvel falta êste substrato em meio a seus átomos. Se isto estiver certo, foi fácil encontrar uma diferença-chave. Poderíamos a partir de agora entender que a quimica é a diferença, ou seja, que para de dentro da não-vida emergir a vida seria necessario um fenômeno ao qual denominamos “quimica”. Mas lembrando-se do modêlo da Matrix para galáxias originais, temos que propriedades da vida, como a reprodução sexual, pode ser emergida da não-vida sem a quimica. E daí surge a possibilidade de que essa “vida” não-quimica se desenvolva como sendo viva porem por outro caminho que não o biológico. Qual? Por enquanto ainda não pensei nisso, só sei que parece possivel e se vamos vasculhar a natureza universal procurando coisas vivas temos que ter esta possibilidade em mente. O modêlo astronomico da Matrix é um modêlo de vida mecânica e o seu modêlo atômico é um modêlo de vida electro-magnética, seu modêlo da luz é um modêlo de vida luminosa, etc. Me parece que a principal diferença comum entre todos êstes modêlos está na quantidade de propriedades vitais que são expressadas por cada modêlo. O automóvel tambem expressa, no nivel abstrato de mensagem e significado existencial, algumas propriedades vitais, como por exemplo, um sistema digestivo. Mas para ser considerado “vivo” um sistema teria que expressar ao mesmo tempo um num ciclo de existência, todas as propriedades vitais, que me parecem ser em numero de sete.

Então tem razão o autor ao dizer que todos os exemplos conhecidos de vida pertencem à mesma biologia, e os pesquisadores tem razão em ter esperanças em encontrar outras formas de vida que não biológica, mas é preciso ter alguns exemplos, mesmo que apenas teóricos, imaginados, de possiveis maneiras dos átomos serem combinados para formarem compostos vivos. E isto estou sentindo falta na comunidade dos pesquisadores, a falta de exemplos imaginados, a não ser que existam e eu os desconheço.

This enthusiasm should be tempered by the fact that the probability for life to originate is not known. As a guiding principle in parsing potential examples of alternative life, one should ask: How many heritable “bits” of information are involved, and where did they come from? A genetic system that contains more bits than the number that were required to initiate its operation might reasonably be considered a new form of life.