Archive for junho, 2012

Website hacked: Informações

quarta-feira, junho 27th, 2012

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http://www.zone-h.org/news/id/4741

  • Mirror saved on: 2012-05-30 21:22:08
  • This is a CACHE (mirror) page of the site when it was saved by our robot on 2012-05-30 21:22:08

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Turkish hacking group defaces UPS, TheRegister, Acer, Telegraph, Vodafone

04/09/2011 Written by Kevin Fernandez (Siegfried)

At the time of writ­ing these web­sites are still defaced, with a black page writ­ten “Turkgu­ven­Ligi” and “4 Sept. We TurkGu­ven­ligi declare this day as World Hack­ers Day – Have fun 😉 h4ck y0u”.

What do ups​.com, voda​fone​.com, thereg​is​ter​.co​.uk, acer​.com, bet​fair​.com, nation​al​geo​graphic​.com and tele​graph​.co​.uk have in com­mon? They all use Net­Names as their reg­is­trar. It appears that the turk­ish attack­ers man­aged to hack into the DNS panel of Net­Names using an SQL injec­tion and mod­ify the con­fig­u­ra­tion of arbi­trary sites, to use their own DNS (ns1​.yumur​tak​abugu​.com and ns2​.yumur​tak​abugu​.com) and redi­rect those web­sites to a defaced page.
In the past, Turkgu​ven​Ligi​.info defaced secu​nia​.com, HSBC Korea and the reg­istry Directi with this method.
You can browse the list of their attacks here:
http://​www​.zone​-​h​.org/​a​r​c​h​i​v​e​/​n​o​t​i​f​i​e​r​=​t​u​r​k​g​u​v​e​n​l​i​g​i​.info

Origem da Vida: Questão Atualizada Debatida em Congresso Cientifico

terça-feira, junho 26th, 2012

Origin of Life Probed in Scientific Contest

http://www.space.com/16311-origins-of-life-challenge-winners.html

SPACE.COM

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Análise do artigo pela Matrix/DNA:

1) In 2011, retired chemist and entrepreneur Harry Lonsdale announced his plans to fund research on how life originally formed.

Matrix/DNA: Harry Lonsdale! Listado pela Matrix/DNA como um dos heróis da Humanidade. Investir dinheiro seu nêste tema e no trabalho de outros é realmente uma raridade e uma iniciativa de utilidade publica. Enquanto não entender-mos mais sôbre nossas origens, menos seremos donos dos nossos próprios narizes e pior será nossas condições de existência.

2) How life first developed is a poorly-understood process.

Matrix/DNA: Sim e será um processo muito mais dificil de enetender quando se entender que não existiu origens da Vida, não ao menos na Terra, nesta galáxia, e quiçá no Universo. Não tem como, racionalmente, definir como vivo um sistema biológico e não-vivo um sistema atômico ou astronômico. Cientificamente a palavra “Vida”, ao menos nesta questão de origens, deve ser trocada por “sistema biológico”, senão o conhecimento humano nunca conseguirá saber como foram conectados os fatos e eventos naturais ocorridos no passado.

3)  … the submitted proposals spanned a wide variety of potential research.

Matrix/DNA: Aqui está um dos principais benefícios da iniciativa filantrópica do Sr. Harry Lonsdale. existem teorias que podem serem testadas cientificamente e que estão sugerindo novos tipos de experimentos laboratoriais. Mesmo que a teoria esteja errada, ela contribue devido ao processo de “trial and error”.

4) “That’s kind of exciting, but also kind of intimidating, because we don’t know what’s going to be the right answer.” [7 Theories on the Origin of Life]

Matrix/DNA: tem o link para uma bem ilustrada lista das sete teorias existentes sôbre origens da vida, lista que já havia visto e sôbre a qual acrescentei um comentário na Space.Com e registrei aqui um artigo mencionando que existem 8 teorias, incluindo a própria da Matrix/DNA.

( tenho que interromper isso agora, mas voltarei com a análise)

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Comentário postado pela Matrix/DNA na Space.com

I am very grateful to Mr. Lonsdale, I think this is an heroic act in benefits of human kind. U think that rationally there is 8 theories ( and not 7 as said here) about how biological systems arose at earth. Nobody has considered the hypothesis that biological systems were mere evolutionary development of prior natural systems, no biological. The Matrix/DNA theory is suggesting a model of original galaxies systems which could fit well as the prior system. In this model, the first galaxies were half-mechanical/half-biological and attacked by entropy the galaxies are irradiating its fragments that works as bit-information from itself,  and those bits, in shape of photons, when converged to a point that has good conditions, works like ancestral genes trying to reproduce the whole system. The final results is a base-pair of nucleotides, which is a system, and the next development is the biological cell system. Then, there should have no origins of life inside a galaxy, because makes no sense saying which is non-living. I defy any proposal of real natural fact or event that could destroy this theory and for your knowledge, the models are scientific falsiables. Of course, we don’t believe in theoretical models, they exists for to be tested.

Sindicato dos professores do Rio se mobiliza contra ensino religioso e eu ofereço minha participação

terça-feira, junho 26th, 2012

A matéria está no website do Paulo Lopes, cujo link vai abaixo.

http://www.paulopes.com.br/2012/06/sindicato-dos-professores-do-rio-se.html

http://www.paulopes.com.br/2012/06/sindicato-dos-professores-do-rio-se.html#ixzz1ywSSHMVE

Assim como Deus, se existe,  não apareceu e nada disse sôbre esta noticia, tambem a Matrix/DNA, se existe, nada disse aqui e não podemos mentir desonestamente dizendo que estamos transmitindo sua palavra. Mas assim como os crentes em Deus, e tambem os crentes na não existência de Deus, eu como eleitor da Matrix/DNA intervenho no debate mencionando o que penso ler e interpretar na face da Matrix/DNA, e qual seria sua palavra sôbre o tema. Primeiro vou copiar aqui os tópicos do artigo e dos comentários que se seguem ao artigo que acho interessantes e registrar meu comentário.

1) Artigo: … a entidade vai começar a realizar atos contra o ensino religioso que começa a ser ministrado no segundo semestre nas escolas do ensino fundamental da rede municipal.

R) Louis Morelli: Como?! Mas a constituição brasileira não é como a estadounidense que proíbe a influência de religiões nas decisões do Estado e portanto de qualquer instituição publica pertencente ao Estado? Que Estado é separado de religiões? Se está registrado êste ítem na Constituição Brasileira e alguem desobedeceu, tem que ser retirado do quadro de decisões do Estado e ser punido com multa em dinheiro e tempo de prisão. Não pode haver senões aqui. Se o juíz que for incumbido de julgar o caso tomar decisão diferente tambem estará agredindo a Constituição e deverá ser punido da mesma maneira.

Religiões (assim como visões do mundo, cosmovisões, filosofias, ideologias, etc.), devem serem vistas como produtos de algumas mentes humanas nas suas operações buscando explicações para existências dos fatos reais e dos eventos ocorridos que sugerem ao restante das mentes humanas a existência de fôrças invisiveis e imperceptíveis aos sentidos humanos que estariam envolvidas em tais fatos e eventos.  Portanto são religiões tôda asserção a  fôrças ou elementos aos quais não foram oferecidas provas pelo método cientifico enquanto êste se resume à compilação das fôrças e elementos que são causas comprovadas dos fatos e eventos reais. Portanto na gama das religiões são arroladas as crenças em deuses não comprovados, assim como as crenças nas teorias naturalistas ( teorias do Big Bang, da abiogênese, e em certo grau, a teoria da Síntese Moderna enquanto baseada na teoria da evolução neo-darwinista que ainda não comprovou serem seus postulados universais as causas fundamentais dos fenômenos que estuda), e como a crença na teoria da Matrix/DNA.

Acertado isto vem as perguntas: a escola publica deve conter em seu curriculum educacional um espaço para informar os alunos de que existem as religiões e o que são, cada uma delas? A Constutuição Federal não proíbe isto? Todos os cidadãos da nação devem retirar parte dos produtos de seu trabalho ou posses para sustentar êste espaço, se fôr aprovado? Ou se existem cidadãos que não autorizam que uma parcela de seus produtos pagos ao Estado sejam destinados a êste espaço e portanto devem ser respeitados em suas decisões, aos cidadãos que concordarem pagar por tal espaço serão obrigados a construir suas escolas privadas?

Quanto ao curriculum educacional atual, quais as   fronteiras em cada área, da Biologia, da Física, da Quimíca, da Geologia, da Matemática, entre os fatos e eventos reais comprovados pelo método cientifico e as interpretações teóricas feitas por quaisquer cidadãos sôbre tais fatos e eventos? Delineadas as fronteiras, e identificados as matérias concernentes às teorias, enquadrados os espaços tomados por estas teorias, como serão resolvidas tendo em vista as questões acima?

Minha sugestão: Apesar de intangível, inapalpável, invisível e indefinida, o fenômeno mental, que consiste no conjunto de todos os pensamentos produzidos nas sinapses das conexões neuroniais no cérebro humano, foi provado pelo método cientifico que é um elemento ainda abstrato mas do qual emana uma fôrça real capaz de interferir e dirigir a matéria, não só a limitada a corpos humanos como aseus efeitos no mundo exterior a tais corpos, inclusive afectando o Estado. Portanto, esta fôrça, seu suposto elemento causador que é a mente e seus efeitos, suas produções, devem sim, serem inseridas no curriculum educacional das escolas publicas. As religiões, as ideologias, as cosmovisões, as teorias cientificas, são tais produtos. Tôdo aluno deve ter o direito de poder absorver o conhecimento d6estes produtos, suas origens, histórias e estados atuais, para que não tenham que reinventar a roda, repetir êrros comprovados que outros cometeram, e assim, conhecedor de tôdo o existente, ter sua mente livre sem qualquer tipo de coerção ou direção, para escolher um dos produtos existentes ou elaborar o seu próprio… e requerer que, no caos de ter elaborado um novo e inédito produto, seja considerado em juízo sua inclusão no curriculum educacional.

Enquanto ninguem vier discutir as conclusões acima, e apresentar fatos ou eventos reais que disprovam tais conclusões, continuarei firme a defendê-las publicamente denunciando que no atual curruculum educacional existem muitos êrros. E militarei ativamente quando ocorrer sugestões ou medidas efetivas que aumentem tais êrros, como por exemplo êste fato denunciado pelo Sindicato dos Professôres do Rio de Janeiro. E particularmente publico minha opinião de não entendimento do porque os pais dos alunos em tais escolas estão aceitando estas agressivas contravenções da lei constitucional contra a saúde mental de seus filhos.

( Tenho que interromper agora êste artigo, mas voltarei para termina-lo)

Os Ovos Tambem Evoluem

terça-feira, junho 26th, 2012

As diferenças entre os ovos primitivos de insetos e os ovos modernos de mentes e auto-consciências provam que os ovos têm evoluído. Os ovos primitivos tinham que botar o feto fora muito cêdo e o resto de seu desenvolvimento acontecia pela metamorfose, como a da lagarta em borboleta. Mas depois os ovos mais bem equipados aguentaram o embrião até ficar completo, e já se fala na engenharia genética de produzir ovos que aguentam o sujeito até a idade de aparecer o bigode. Mas quem deu um show de engenharia foi a Natureza ao desenvolver tanto os ovos que os mais modernos contam com aparelhos visual, auditivo, olfativo, etc, e oembrião fica confortavelmente instalado assistindo tv.  Estou falando do ôvo-cabeça humana, onde está sendo gestada esta nova forma do sistema natural universal, conhecida como “mente” ou “auto-consciência”.

Mas tem um problema que a Natureza ainda não resolveu. É o seguinte: todas as vêzes que o sistema natural têve sua forma mudada pelo ciclo vital ( assim como é o ciclo vital que faz nosso corpo mudar de formas, desde a mórula, o embrião, a criança, o adulto arquejado apoiado na muleta), êle estêve sujeito a duas fases ovolíneas. A primeira fase é a dos ovos botado fora, a prole abandonada à própria sorte; a segunda fase é a dos ovos mantido dentro até a formação completa do sujeito, e ainda depois nutrido até sua maioridade. Pois a auto-consciência não escapou desta sina. Atualmente somos seres auto-conscientes dentro de ovos botados fora sujeitos a catástrofes e predadores, apesar de tôda essa moderna engenharia.

Isto vem desde nossos ancestrais não-vivos. Pode-se observar o modêlo da primeira galáxia original ( na figura abaixo)  e ver as duas fases ocorrendo claramente. Primeiro o astro é abortado de um buraco negro nuclear e cai no espaço interestelar frio, onde poderia se congelar e paralisar ainda jovem. Mas ao ultrapassar o horizonte de eventos e flutuar no espaço sideral êle passa perto de uma estrêla, cuja fôrça gravitacional o agarra. Ah… o astro não apenas se salvou como terá cama e comida garantida até a idade da puberdade, quando se tornar um pulsar, mas voltará sózinho para o espaço quando o pulsar se tornar uma supernova. Aí êle terá chance, como estrêla, de capturar em sua órbita um filho seu legitimo feito com a madame buraco negro, ou adotar menores abandonados no espaço, constituindo sua familia.

Ciclos Vitais de Humanos e Astros

Ciclos Vitais de Humanos e Astros

Ovos botados fora na Função 2 mas mantidos dentro até Função 4

Ovos botados fora na Função 2 mas mantidos dentro até Função 4

Mas foi justamente isso quando o sistema universal passou da forma astronomica onde era  “meio-mecânico/meio-biológico” para a forma orgânica onde é  totalmente biológico: até os répteis os ovos eram botados fora, e quando dêstes surgiu a forma dos mamíferos, os ovos passaram a serem mantidos dentro.

Por não ter resolvido êste problema, a existência parece absurda e o mundo parece ser muito mal planejado, para os seres auto-conscientes. Vivemos confortáveis apenas no aspecto físico, protegidos dentro de uma camara óssea, assistindo o mundo por duas janelas que mais parecem dois aparelhos de televisão, o tempo todo com o bluetooth pegado nos ouvidos ouvindo os sons do mundo, etc. Mas a tecnologia mais avançada e importante do nosso ôvo é o painel de contrôle de onde podemos comandar os movimentos do ôvo e todos os acéssorios criados pelo cérebro, desde os braços, as pernas. Existimos mentalmente como aqueles operadores de máquinas dotadas de guindastes e garras para pegar tudo. Vamos para a frente, levamos o ôvo para os lados, damos marcha-a-ré… a tecnologia é admirável.

O nosso maior problema é que como todos os embriões ou recem-nascidos que ainda não abriram seus olhos, e por isso nem sabem como é a forma de seu corpo, de que material são feitos, não podemos saber como é a forma, de que material são feitos, onde estão, os nossos pais. Vivemos nos arrastando e chorando, chamando, pedindo, correndo de cobras e caminhões, mas olhando para todos os lados, mais para cima, à procura. Procurando algo como uma estrêla, pois estas, na melhor de suas definições, é uma mãe atarefada em amamentar seus rebentos planetóides com seu nectar energético e mantê-los protegidos debaixo de suas longas asas gravitacionais. Chegamos atá a sonhar que um dia seremos recolhidos por uma estrêla-sol muito luminosa, a quem até já demos um nome: Deus. Mas enquanto êle não descide assumir sua responsabilidade paternal para com seus ovos-cabeças, vamos aprendendo as lições daqui, como esta, de que os ovos tambem evoluem.

Os Físicos da Quântica Estão Crendo Que a Mente Não é Natural?!

domingo, junho 24th, 2012

Inspirado na palestra/vídeo em:

http://bigthink.com/ideas/18098

The Physics of Thought ( A Física do Pensamento)

Big Think

Alguma descoberta da Ciência Moderna sugere a possibilidade do livre-arbitrio? Existe uma separação entre mental e fisíca entidades?  Tem isto alguma importancia? O filósofo David Albert menciona os acirrados debates sôbre o tema.

David Albert

DAVID ALBERT

Professor of Philosophy, Columbia University

(Obs.: para brasileiros melhorarem a pronuncia, a audição do Inglês, é bom ouvir o vídeo lendo o texto que está resenhado.)

Veja opinião da Matrix/DNA e o comentário postado por nós no artigo da Big Think, o qual está copiado abaixo:

Opinião da Matrix/DNA:

A longa cadeia de causas e efeitos naturais entremeada de acasos denominada evolução universal, que começou com o Big Bang, está produzindo por ultimo aqui e agora o tôpo mais complexo denominado “auto-consciência”. Portanto a auto-consciência é um produto natural. Já estamos nos capacitando a desenhar um modêlo de como é o corpo natural da auto-consciência, porque ela é uma nova emergência de sistema para o qual conhecemos a fórmula. Isto até prova em contrário e segundo minha débil limitada posição como observador.

No entanto, a “auto-consciência” é supernatural em relação à natureza material universal, é o que sugere a mesma fórmula. Como pode ser natural e super-natural ao mesmo tempo?

Recorremos a uma analogia racional.  Num processo de gestação genética humana, a mente que emerge no embrião é produto do desenvolvimento e evolução do embrião, mas é tambem algo imposto ao embrião em dado momento através de registros na sua carga genética, pela espécie humana que já possuía esta propriedade. Os pais do embrião que transmitiram a propriedade da auto-consciência não estão em momento algum dentro do universo intra-uterino em que existe o embrião, são elementos ex-machine. São naturais em si mesmos, porem não existem no meio-ambiente limitado do embrião. Esta analogia parece “forçada”, artificial, à pessoa que tem dificuldade de pensar como o embrião. Mas essa dificuldade pode começar a desaparecer se essa pessoa conhecer a lógica racional em que todos os fatos e eventos realmente conhecidos e comprovados são arrolados numa só sequencia lógica de causas e efeitos sugerindo que êsse universo natural é apenas um recipiente onde está ocorrendo um processo de reprodução genética do sistema natural que existia antes do Universo, e que o gerou, criou. Certamente não se aceitará de pronto essa possibilidade, todos irão rebuscar fatos e eventos que pensam servir como evidências ao contrário, mas eu aviso de antemão que durante os ultimos 30 anos que tenho testado, todos os fatos e eventos apresentados têm-se encaixado nesta lógica. Enquanto não aparecer um fato ou evento realmente e cientificamente comprovado que derrube o edificio dessa lógica, não existe justificativa racional para se rejeitá-la.

Isto é diferente da posição de muitos que sugerem a existência de deuses super-naturais como explicação para todos os fatos e eventos. Porque Deus não tem como ser cientificamente testado e num sistema ex-machine se reproduzindo através do Universo todos os fatos e eventos são explicados por causas e efeitos que podem ser cientificamente testáveis.

Supomos por um momento que o leitor se dispõe a prestar atenção nessa nova cosmovisão. O aparecimento da auto-consciência aqui e agora significaria que ela teria que estar registrada na carga genética humana, mas tambem antes, dos primatas, registrada de alguma forma no planeta, na galáxia, até no que de material existia no momento do Big Bang. E mais: ela teria que existir antes das origens do Universo. Sim porque no embrião humano a auto-consciência existia antes do ôvo dentro do qual êle surgiu. Podemos assegurar que ela existia no DNA que estava num espermatozóide e num óvulo. A fórmula para produzir a auto-consciência no embrião estêve como potencial latente desde o momento da fecundação, desde as formas de mórula, blástula, feto. Então, se o Universo é um mero processo de reprodução genética, a fórmula para produzir auto-consciência tem que ter estado como potencial latente em todas as formas ancestrais do sistema universal que ora denominamos “corpo humano”. Teria que estar no sistema atômico, no estelar, no galáctico, no primeiro sistema celular, passado através de vegetais e animais inferiores, até chegar no primata. Mas é nessa direção que estão apontando os modêlos e gráficos dessa nova cosmovisão. Basta trocar nomes, e nomes são produtos arbitrários da nossa cultura, nada influem nos fatos e eventos reais. Ao invés de DNA temos a Matrix. Ao invés da escada em caracol como representação da fórmula que é o DNA, temos o diagrama circular sistêmico como representação da fórmula que é a Matrix. Ao invés de genes masculinos e femininos temos vórtices com spin à direita ou esquerda. E assim, por diante, tudo bate.

O próprio evento do Big Bang pode ser descrito pela ótica da Física Teórica e pela ótica da Biologia Genética sem se alterar um unico detalhe. Pode-se ver o Big Bang da Física dentro de um óvulo dando inicio a um corpo humano e pode-se ver a fecundação sexual num contexto universal dando inicio a um sistema natural como um átomo ( em outro artigo explico isso em detalhe).

Enfim, é perfeitamente lógico e racional ter em conta a possibilidade que a auto-consciência existia e/ou ainda existe, num sistema extra-universal. Super-natural em relação à natureza contida dentro do Universo, mas natural em relação ao processo que produziu a auto-consciência humana.

Pensemos numa hipótese. Um embrião está sendo gerado com DNA humano dentro de um frasco de laboratório. Subitamente um evento qualquer faz desaparecer da superficie da Terra tôda a matéria orgânica que compoem a biosfera, desaparecem todoas as formas de vida e seus restos, a Terra volta ao seu estado árido e nu de 4 bilhões de anos atrás. Mas o frasco é mantido, o embrião nasce, e claro, auto-consciente. Teria razão êsse individuo acreditar que sua auto-consciência é natural ou super-natural? É natural, desde que não surgiu por mágica. Mas tôda a matéria terrestre e quiçá do Universo não pode produzir outra auto-consciência. E aqui podemos pegar os céticos numa armadilha. Êle afirmará que em outros 4 bilhões de anos de movimentos da matéria terrestre e quiçá do Universo acontecerá novamente o acaso  que deu origens à vida. E que isto poderá acontecer milhões de vêzes em outros milhões de planetas no Universo. E tambem por acaso acontecerá que uma destas formas de vida produzam o que conhecemos por auto-consciência. Mas, ora, se um mesmo fenômeno ocorrer exatamente igual por duas vêzes já não é mais produto do acaso, e sim evidência que o Universo estava tunelado para produzir isso. Se estava tunelado, é um processo de programação computacional genético.

A Natureza por si só não teria como produzi-la, o elemento que a transmitiu não existe mais dentro do Universo, portanto em relação à natureza dentro do Universo a auto-consciência daquêle individuo é super-natural. O individuo só estaria correto se acreditasse que sua auto-consciência é um produto natural e super-natural ao mesmo tempo.

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O pensamento foi produto da evolução natural do cérebro, e o conjunto dos pensamentos recebe o nome de “mente”. A propriedade dos pensamentos serem contínuos produz êste fenômeno que se denomina “auto-consciência”. Tenho conhecimento desde minha adolescência, de respeitáveis teoremas e equações elaborados por matemáticos ( se bem me lembro por Godel e Wiener) sugerindo que não seria possível à matéria cerebral ter dado por si só êste gigantesco passo mutante que criou a mente, mas meus modêlos e gráficos sugerem que a matemática não é o principal tradutor da Natureza porque enquanto a lógica matematica é linear, a evolução natural é curva e até retrocede revertendo o sentido do tempo e contraindo o espaço.

Então a cosmovisão geral da Matrix/DNA está sugerindo que a emergência da auto-consciência é um fenômeno impôsto ao cérebro humano naturalmente por um sistema ex-machine, super-natural em relação à natureza universal. E nêste ponto do meu método peculiar de investigação se encontra com o método da Física Quântica na encruzilhada da estupefação e interrogações. Vamos ter capacidade para abordar e tocar o fenômeno mental considerando-se que somos produtos de uma natureza limitada perante êle que vem de uma natureza que transcende a nossa?

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Comentário da Matrix/DNA postado no artigo:

TheMatrixDNA

I think the electron problem measurement is a relativistic issue due the electron having a normal life cycle, which changes its shapes and positions in accelerated micro-time not perceived by our brain, which life cycle is about a medium level of time. Until some proof, consciousness is produced naturally by brains, but, the models and graphics in Matrix/DNA are suggesting that consciousness has a super-natural substance. How could it to be natural and super-natural at same time?

The models suggests this Universe is merely the carrier of a process of genetic production, reproduction of the system that created it. As it happens with human embryology, the embryo arrives naturally to consciousness, but it is imposed by a system outside the womb through genetic make up. So, consciousness is super-natural in the sense that the parents are ex-machine in relation to the nature inside the womb.Human consciousness is at its birth times, even did not opened its own eyes, has no clues about its body, shape, substance. But it is being modeled with the configuration of a normal natural system by the natural formula of systems described in the “Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycles Theory”.Since that our models suggests that the electro-magnetic spectrum of light is the carrier of a code for life, through its seven kinds of different frequencies, and photons are inside atoms, it is presumable that electrons are under a process of life cycle like we are. If you was the size of the Universe and living a macro-time, you never could see any shape of a human being, be it embryo, child or adult. Neither could you to fix its position in the space. Same thing for an electron under life cycle.

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Dito isto, noto que a palestra do David Albert fornece importantes informações e material para desenvolver nossas reflexões. Por isso vou tentar traduzi-la e resumi-la aqui para melhor afixar a matéria na minha memória.

Questão: A mecânica quântica fala de alguma maneira sôbre a auto-consciência?

David: Bem, tem sido pensado que sim, e presumivelmente ela faz de um modo ou outro. Tem havido episódios na história de conflitos com o problema das medições nos ultimos 50 anos, quando distintos físicos – por exemplo, Eugene Wigner, Prêmio Nobel – se tornou convencido que o estado consciente estava se tornando absolutamente essencial e inevitável ingrediente de qualquer possível solução para o problema da medição que estivemos falando antes. Você deve se lembrar que o problema era que quando nós abrimos esta caixa nós vemos um elétron tanto aqui como ali, mas as equações fundamentais do movimento na mecânica quantica, se você aplicá-las tambem para nossos cérebros, deveria parecer predizer o contrário, okay, que nós distintamente vemos um elétron ao mesmo tempo em dois lugares diferentes; mais exatamente, nossos cérebros terminam com uma super-posição de estado associado com o ver aqui e o estado associado com o ver ali. Isto é, nossos cérebros chegam a uma condição onde êle falha mesmo na tentativa de fazer sentido onde nós acreditamos que o eletron possa estar.

( Continuarei esta tradução quando tiver mais tempo, sorry…)

…  That is, our brains end up in some condition where it fails even to make sense where we believe the electron to be. Okay.

Wigner took a look at this situation and said, well, so apparently what’s going on here is that our brain, or at the very least our mind, seems to be evolving in a way that directly violates these fundamental equations of motion. And Wigner’s approach to this was, instead of seeing this as bad news, okay, to see it as the news we’ve been waiting for, you know, since the beginning of science. Here is finally a proof that the mind of the observer is not a physical object and is not tied to physical objects in the way that rocks are or tables are or chairs are, so on and so forth. That is, the reason that the fundamental equations applied to our brains end up making the wrong predictions — so said Wigner — was because our brains have this special additional feature of being associated with consciousness, okay?

And this had the sort of cute effect of turning the traditional mind/body problem on its head. Traditionally the worry has been that the picture of the world that’s emerging from physics is hostile to mind, that there’s no place for mind in it, that we can analyze everything in terms of the physics of our brains — why I’m saying this, why I do everything I do, so on and so forth — it’s hostile to mind, it’s hostile to all of these things that we associate with mind, like freedom of will, so on and so forth. Wigner thought he had an argument that as a matter of fact in quantum mechanics, precisely the opposite turns out to be true: not only is physics not hostile to the idea that there is a distinct nonphysical, mental thing intervening in the physical world; not only is it not hostile to that; it absolutely needs that in order to make the right predictions. It absolutely needs this mind to come in and violate the equations of motion in order to make this electron end up in one determine place or another, which is what we observe it doing. So Wigner thought first of all he had for the first time a clean mathematical definition of the difference between a physical entity and a mental entity. A physical entity is by definition an entity that obeys these equations of motion. A mental entity is the kind of entity that is capable of causing violations of those equations of motion. Good.

This sounds cute for about 10 minutes, but it quickly became embarrassing. I remember myself as a young graduate student being at conferences where Wigner would stand up and speculate that although dogs could likely cause violations of the equations of motion, mice probably couldn’t. And it just became silly and embarrassing, and one didn’t know where he was coming up with this, and one was going to be forced, in order to write down the fundamental physical laws in a clean way, to make these distinctions between conscious and not conscious; whereas what seems much more plausible to everybody is that there’s some continuum going from conscious to not conscious, rather than some clean cutoff point. And it was just a mess. So this was a view that was entertained seriously for about a 15-year period from the early ’50s, maybe, to the late ’60s and hasn’t been taken particularly seriously by physicists since then. On the other hand, the existence of this view in this earlier historical period has been a goldmine for New Age enthusiasms about quantum mechanics ever since then.

Interessante Vídeo Sôbre os Rumos da Humanidade e Resposta da Matrix/DNA

domingo, junho 24th, 2012

Esta é uma boa oportunidade para brasileiros se afinarem mais com a pronuncia do Inglês: ouve-se o discurso num vídeo ao mesmo tempo que vai lendo-o. Além disso o tema da palestra é bem informativo e material para se repensar nossa existência.

Sob o título:

Will Mankind Destroy Itself?

( Irá a Espécie Humana se auto-destruir?)

… o Professor de Física Teórica, Michio Kaku, pinta um quadro interessante nunca pensado antes. Veja o vídeo e leia o texto em:

http://bigthink.com/ideas/24407

E leia a seção de comentários com o nosso post transcrito abaixo:

TheMatrixDNA

I think that our genetic stuff leads us to the Brave New World ruled by a kind of Big Mother or Queen, like the best insect working societies. The selfish genes are expressed through bankers and the 1% and they has the power and need this kind of society. Where come from the selfish gene? From the Newtonian astronomic watch, which is a closed system and our real creator ancestral. The Brave New World is merely a human version-reproduction of our creator.

I don’t know if the rulers will wish to conquer the space, but a lot of indications says no, like any ant or bee queen don’t want more than keep eternally its rein. As a closed system, humanity will perish due planetary transformation.

But we have a chance to avoid this destiny. There is a genetic mutation due the emergence of consciousness, a phenomena that our ancestral don’t had. And now we are discovering the true about the astronomic system, how it works, why it became a closed selfish system, how it models our biosphere and our genetic make up. Knowing the big mistake of our ancestrals, which leads to the big fall, we have a choice for not repeating the mistake again. For to avoid be slave of the new planetary civilization, we need to develop our mind quick. And how to do that? Acquiring knowledge of every possible phenomena in Nature, transforming Nature into images and informations registered into our brains, this is the way that grows the substance of minds. Keeping our minds as opened system above the automation that will be established at Earth.

How works the galaxy system as a half-mechanical/half-biological system; what was the big mistake of matter when built the galactic closed system and gave the power to our selfish tendency, how the mind is becoming a new natural system, how the natural light has the code for creating life,etc., are explanined at a new theory called “The Universal MatrixDNA of Natural Systems and Life’s Cycles”.

Um Soldado em Conflito Contra o Estúpido Casal Adão e Eva e Nossa Guerra ao Gene Egoísta!

sábado, junho 23rd, 2012
Um Soldado em Conflito Contra o Estúpido Casal Adão e Eva  e Nossa Guerra ao Gene Egoísta!

Um Soldado em Conflito Contra o Estúpido Casal Adão e Eva e Nossa Guerra ao Gene Egoísta!

Gentileza de:

Mike March

http://www.facebook.com/mike.march.16

Pense Antes do Sexual Se Podes e Queres Gerar Filhos…ou Imite a Natureza Animal

sábado, junho 23rd, 2012

Eu entro nêste assunto porque tôda vez que alguém gera mais um filho, prejudica diretamente minha vida. E não aceito passivamente o que me prejudica. Interessante artigo publicado no New York Times revela a coragem de uma autora em tocar em temas que são tabús tradicionais fortemente defendidos pela elite escravagista e seus asseclas: os religiosos. Àquêles que resolverem defenderem os principios da “A Grande Causa da Humanidade”, segundo a cosmovisão da Matrix/DNA, a respeito dêste tema, devem, sempre que houver oportunidades, se expressarem contra tôdas as investidas contrárias, condenarem-nas enérgicamente, e exigirem legislação que façam os responsáveis diretos e indiretos serem punidos pelas procriações que nos pareçam prejudiciais a nós e à Humanidade.

O artigo é:

Think Before You Breed ( Pense antes de você procriar)

By CHRISTINE OVERALL

June 17, 2012, 5:00 PM

http://opinionator.blogs.nytimes.com/2012/06/17/think-before-you-breed/

Se tiver tempo vou tentar pôr o artigo traduzido aqui.Mas enquanto isso vou a seguir citar as principais frases do artigo e comentá-las:

“… people are still expected to provide reasons not to have children, but no reasons are required to have them. It’s assumed that if individuals do not have children it is because they are infertile, too selfish or have just not yet gotten around to it. In any case, they owe their interlocutor an explanation. On the other hand, no one says to the proud parents of a newborn, Why did you choose to have that child? What are your reasons? The choice to procreate is not regarded as needing any thought or justification.”

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Árvore da Reprodução.jpg 1

Árvore da Reprodução.jpg 1

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(…ainda é esperado das pessoas que decidem não se reproduzirem alguma explicação. Mas não se espera explicações das que geram filhos. É convencionalmente assumido pela mentalidade forjada pela cultura do sistema social acreditar que as pessoas que não se reproduzem se deve a que, ou são inférteis, ou muito egoístas, ou justamente não tiveram ainda oportunidade para fazê-lo. Não aocorre ao ser humano comum saber que existem pessoas que não são reproduzem por decisãi untelectual, apesar de serem normalmente férteis, serem socialmente altruístas, e terem oportunidade de fazê-lo se o quisessem. Tais pessoas, se for mulher, está revolucionando a sua natureza ( essa natureza que vem soberanamante por si mesma se esvaindo pelas brechas das oportunidades, mantendo-se como fôrça vital que teima em continuar existindo, tornando-se em sistemas cada vez mais complexos e alcançando aqui e agora o tôpo evolucionário na forma da espécie humana), de uma maneira que nunca aconteceu antes nos seus 13,7 bilhões de anos. Ela simplesmente está se impondo a uma maquinaria cega e impulsiva de seu corpo e dizendo “não”! Mas o mesmo acontece com estas pessoas que são homens, tambem têm que deliberadamente controlar e manietar sua maquinaria biológica pela fôrça de sua mente, evitando as oportunidades de exercer a atividade natural própria da meia-parte masculina da espécie.

Seja qual fôr o motivo que uma pessoa adulta não apresente filhos, seus interlocutores esperam uma explicação. Eu mesmo sei muito bem disso pois a frase “O que?! Você não tem, nunca têve filhos com essa idade? Porque?!”  Esta forma condicionada e não-mentalizada de pensar, ou não-pensar, é comum até entre as acadêmicas psicólogas que fizeram minhas entrevistas quando candidato a emprêgos. Por outro lado, ninguem pergunta aos orgulhosos pais de um recém-nascido, Porquê você escolheu fazer esta criança? Quis foram seus interêsses, motivos, razões?

A livre escôlha e decisão de fazer um ser humano não é considerada como obrigada a apresentar justificação e envolver raciocinio, reflexão mental.

Eu entendo que antes de um novo ser humano nascer tem que estar definitivamente provado que êle/ela tem o título de propriedade de seu território ou espaço de boa terra, garantia de ser nutrido, protegido e fornecido diploma universitário aos 18 anos de idade. O aparecimento de novo ser humano sem que tenha préviamente ser apresentado qualquer dêstes ítens, acarretará ao pai, á mãe, e a quaisquer grupos que atuaram com estimulos de aprovação para essa produção, o arresto de seus bens e tempo de trabalho produtivo obrigatório pelos 18 anos até maioridade do novo ser. E não admito conversa contrária. Aqui não existe senões. Será meu adversário todo politico e qualquer partido existente que não elaborou projeto requerendo esta legislação, e todo individuo que manifestar-se contrário. Ponto final.

Tento justificar racionalmente minha radicalização nêste tema: Eu fui gerado sem observancia dos ítens acima, aos 3 anos caí na rua como menor abandonado, para sobreviver apenas apareceram oportunidades de existir como escravo e sob a miséria, e após ter lutado de tôdas as maneiras para sair dêste ciclo de escravidão e miséria aprendí que não existe saída lógica, que o mais racional seria ter praticado o suicidio ma infancia do que ter mantido uma constante tortura em vão, então que não nasçam aquêles que cêdo forem  esclarecidos pelos adultos sôbre como é o mundo real, por obrigações éticas morais, que será melhor se suicidarem do que teimarem em sobreviver alimentando vãs esperanças.  Meus pais eram simplórios semi-anlfabetos portanto ao sabor dos instintos naturais, mas eu ao contrário nascí com nova genética que me conduz a buscar conhecimentos do mundo real onde estiverem, e por isso ainda menor e antes do desabrochamento para a vida ativa sexual conhecí o processo da evolução, e compreendí que para a minha dignidade eu devia me descartar a mim mesmo ao invés de esperar quer a natureza tivesse que fazê-lo,  fizesse após gerações e gerações inutilizadas. Nascí com o sangue fervendo pela revolta e com tôda energia dirigida para a busca da liberdade do estado de escravidão, mas cuja vitória final assegurei ainda adolescente: “Este sistema porco acaba quando eu me acabar, pois não reproduzirei carne nova para abastecê-lo de novos escravos! Eu vim, ví e vencí, esta satisfação da vitória carregarei comigo até meu ultimo suspiro. Não me interessa que outros o façam e o sistema continue por isso após minha morte: por mim, o sistema ficará chupando o dedo, foi derrotado!”

Se alguem achar que minha radicalização é ilógica, só tenho uma resposta: “Você nada sabe sôbre isto porque não calça meus sapatos. Sua opinião sôbre isto não me interessa, mas se atuares de alguma maneira contra o comportamento humano exigido por esta visão, espere por minha reação contra ti. That’s it!”

Aos 30 anos de idade, minha madrasta casamenteira queria por toda maneira que eu casasse com uma sobrinha dela. Quando apresentei o motivo de que me proíbo reproduzir enquanto não ficar rico, ela não se conformou e disse que o meu salário era suficiente para sustentar uma familia. Como ela era seguidora à exaustão da ugreja católica e vivia rezando/trabalhando com o padre, pediu a êle para falar comigo. No inicio da conversa êle disse:

– “Mas está escrito, é um dos mandamentos: Crescei e Multiplicai-vos!”

– “Não – respondí – nos livros aos quais prefiro depositar munha credibilidade não está escrito isso. Mas mesmo que tivesse, eu interpretaria a frase diferente do senhor. Não se trata de crescer em tamanho e se multiplicar pela reprodução. Isto qualquer rato faz, não precisa ninguem vir dizer isso. Eu entenderia o crescer como “cresça intelectualmente e multiplique um intelecto evoluído…” E sabe o que mais? Saia da minha casa agora e não apareça atrapalhando o meu caminho. Estou sendo explorado no meu salário porque não tenho liberdade de exigir o verdadeiro valor ao meu trabalho porque pessoas como você que estão aí limpinhos e sem calos nas mãos como eu tenho, sem produzir e obedecer a condenação que cai a todos os humanos no nascimento: “morarás na casa e comerás o alimento produzidos pela tortura de seu corpo, senão estarás vampirizando o trabalho de outro humano”, e portanto atuam como predadores usando a astucia felina, estão visitando casas e aconselhando os estupidos a gerarem mais escravos para que recebas mais dizimo. Saia daqui agora!”

E nunca mais êle apareceu na minha frente, minha madrasta ficou me odiando…paguei caro por isso, mas mantive meus principios morais… é o que me importa.

Mas vamos tentar seguir o artigo e discutir em bases menos individualista e mais filosófica. Vamos tentá-lo com a seguinte tradução automática do Google, tecendo nossos comentários no interím:

Pense antes de você procriar

Christine Overall is a professor of philosophy and holds a University Research Chair at Queen’s University, Kingston, Ontario. She is the author of “Why Have Children? The Ethical Debate.”


Como uma jovem mulher em meus 20 anos eu pensava ou não ter filhos. Existe uma maneira, eu me perguntava, para decidir cuidadosamente e não descuidadamente sobre a mais importante das escolhas humanas?
Ter filhos tem um impacto muito além do círculo familiar. É uma decisão difícil porque você não pode saber de antemão que tipo de criança que você vai ter ou o que vai ser quando se tornar um pai. Você não pode entender o que é bom ou o que é difícil sobre o processo de criação até depois de ter a criança. E a escolha de ter um filho é uma decisão de mudar sua vida para sempre. É irreversível e, portanto, em comparação com as escolhas de vida reversíveis sobre educação, trabalho, localização geográfica ou romance, ele tem muito maior importância ética.
A escolha se quer ou não procriar pode não parecer o tipo de decisão que é merecedor ou mesmo capaz de análise. O novelista canadense Margaret Laurence escreveu: “Eu realmente não sinto que tenho de analisar meus próprios motivos em querer filhos. Para minha própria confiança? Para se divertir? Para ego-satisfação? Não importa. É como (para mim) me perguntar por que você quer escrever. Quem se importa? Você tem que fazer, e é isso. “
Na verdade, ainda são esperados das pessoas fornecer razões para não ter filhos, mas não são obrigados há fornece razões  para tê-los.  Supõe-se que se os indivíduos não têm filhos é porque eles são inférteis, muito egoístsa ou não apenas ainda chegado à oportunidade de fazê-lo. Em qualquer caso, eles devem a seu interlocutor uma explicação. Por outro lado, ninguém diz para os orgulhosos pais de um recém-nascido, “Por que você escolheu ter esse filho? Quais são as suas razões? A escolha de procriar não é considerada como a necessidade de qualquer pensamento ou justificativa.
No entanto, acho que a titude de Laurence “Quem se importa?”,  é equivocada.
Temos sorte que a procriação é cada vez mais uma questão de escolha. Nem sempre, é claro – nem todos têm acesso a uma contracepção eficaz e acessível ao aborto, e algumas mulheres são submetidas a gravidez forçada. Mas a crescente disponibilidade de escolha reprodutiva deixa claro que a procriação não pode ser apenas uma expressão de gosto pessoal.
A questão de saber se ter filhos é, naturalmente, prudente, em parte, para quem está preocupado com o que é ou não em seus próprios interesses. Mas é também uma questão ética, pois é sobre a possibilidade de trazer uma pessoa (em alguns casos mais de uma pessoa) para a existência – e essa pessoa não pode, pela própria natureza da situação, dar o seu consentimento para ser trazido à existência. Tal questão também afeta profundamente o bem-estar das pessoas existentes (os pais potenciais, se houver, irmãos e avós). E isso tem efeitos além da família na sociedade mais ampla, que é inevitavelmente alterada pelo impacto cumulativo – em coisas como educação, saúde, emprego, agricultura, o crescimento da comunidade e design, e com a disponibilidade e distribuição dos recursos – de decisões individuais sobre  “para se procriar”.
(interrompido aqui a correção da tradução)
Há livros de auto-ajuda no mercado que se propõem a ajudar os potenciais pais a fazer uma escolha prática sobre se deve ou não ter filhos. Há também discussões informais sobre sites, em jornais e revistas e em blogs. No entanto, a natureza ética desta escolha é raramente reconhecido, mesmo – ou especialmente – por filósofos.
Talvez as pessoas não conseguem ver a gestação como uma decisão ética, porque eles pensam nisso como a expressão de uma unidade de instinto ou biológicas, como a atração sexual ou “se apaixonar”, que não é passível de avaliação ética. Mas sejam quais nossas inclinações biológicas possam ser, muitos seres humanos fazem assumir o controle sobre sua fertilidade, graças aos meios contemporâneos de contracepção e aborto. A taxa de natalidade em declínio rapidamente em muitas partes do mundo é uma evidência desse fato. Ao escolher se quer ou não ter filhos pode envolver sentimentos, motivos, impulsos, memórias e emoções, mas ele também pode e deve ser um assunto para reflexão cuidadosa.
Se não formos capazes de reconhecer que a decisão de se pai ou não é uma escolha real que tem importancia ética, então estamos tratando fértililidade como uma mera expressão do destino biológico. Em vez de se pensar que ter filhos como algo que as mulheres fazem, vamos continuar a vê-lo como algo que simplesmente acontece com as mulheres, ou como algo que é meramente “natural” e semelhante ao animal.
A decisão de ter filhos com certeza merece, pelo menos, tanto pensamento como as pessoas dedicam a locação de um carro ou comprar uma casa. Procriação são decisões sobre se deve ou não assumir a responsabilidade completa, durante um período de pelo menos 18 anos, para uma vida nova ou novas vidas. Como decidir se deve procriar tem dimensões éticas, as razões que as pessoas dão para as suas escolhas procriação merecem exame. Algumas razões podem ser melhor – ou pior – do que outros.
Meu objetivo, apresso-me a acrescentar, não é defender policiamento motivos das pessoas procriação. Eu estou simplesmente defendendo a necessidade de se pensar sistematicamente e profundamente sobre um aspecto fundamental da vida humana.
O ônus da prova – ou, pelo menos, o ónus da justificação – deve, portanto, descansar principalmente sobre aqueles que optam por ter filhos, e não sobre aqueles que escolhem não ter filhos. A escolha de ter filhos exige justificação mais cuidado e pensou que não a escolha de ter filhos porque a procriação cria um ser dependente, carente, vulnerável e humano, cujo futuro pode estar em risco. O indivíduo que escolhe não ter filhos toma o caminho eticamente menos arriscado. Afinal, as pessoas inexistentes não pode sofrer por não ser criada. Eles não têm direito a entrar em existência, e nós não devemos isso a eles para levá-los à existência. Mas uma vez que as crianças não existem, incorremos em graves responsabilidades para eles.
Porque as crianças são dependentes, carente e vulnerável, os futuros pais devem considerar quão bem eles podem amar e cuidar da prole que eles criam, e do tipo de relacionamento que pode ter com eles. O plano de vida genuinamente altruísta pode, pelo menos, por vezes, ser a escolha de não ter filhos, especialmente no caso de indivíduos que de outra forma procriam apenas para cumprir a tradição, para agradar aos outros, em conformidade com as convenções de gênero, ou para beneficiar-se fora do expectativa de que as crianças vão resolver seus problemas inadequado. As crianças não são nem animais nem humanos terapeutas pequenos.
Algumas pessoas afirmam que o simples fato de que nossos descendentes provavelmente será feliz nos dá razão suficiente para procriar. O problema com este argumento é, em primeiro lugar, que não existem garantias. A imprevisibilidade absoluta das crianças, os limites de nossas capacidades como pais, ea instabilidade das condições sociais tornam imprudente tomar por certo que nossos descendentes terão uma vida boa. Mas tão importante, justificando ter filhos, alegando que nossos filhos serão felizes não fornece nenhum ponto de parada para o comportamento procriativo. Se duas crianças estão felizes, talvez quatro serão, ou sete, ou 10.
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Leia as contribuições anteriores a essa série.
A falta de vontade de parar é dramatizada pelo Octomom chamado, Nadya Suleman, que primeiro teve seis filhos através de fertilização in vitro, em seguida, acabou com mais oito a partir de apenas uma gravidez, auxiliado pelo seu médico repreensível, Michael Kamrava. Superior ordem múltiplas gestações, muitas vezes criar problemas a longo prazo de saúde para as crianças nascidas deles. É também improvável que Suleman pode prestar assistência adequada e atenção para com suas 14 crianças com idade inferior a 12, especialmente à luz da sua recente falência, suas tentativas muito público para levantar dinheiro, ea perda iminente de sua casa. Era o desejo de Suleman para uma feira de grande família para seus filhos indefesos?
Considere também a realidade de televisão “estrelas” Michelle e Jim Bob Duggar, os pais de 19 crianças. Os Duggars afirmam ter motivos religiosos para a criação de sua grande família. Mas não é de todo claro que Deus coloca um valor tão alto sobre o património genético Duggar. Ao contrário de Suleman, os Duggars não se esforçam para apoiar a sua ninhada, mas mera solvência financeira não é razão suficiente para nascer mais de uma dúzia e meia prole, mesmo que as crianças parecem razoavelmente conteúdo.
Pessoas como o Duggars e Suleman poderia responder que eles têm o direito de se reproduzir. Certamente eles têm o direito de estar livre da interferência estatal em seu comportamento procriativo; contracepção eo aborto obrigatórios, ou penalidades para ter filhos, são abomináveis. Mas o direito de não interferência não, por si só, justificar cada decisão de ter um bebê.
Não devemos lamentar a existência das crianças nestas famílias muito público, agora que eles estão aqui. Meu ponto é apenas que os modelos de seus pais de decisão procriativa fazendo merecem ceticismo. Os pais parecem ignorar o que é eticamente central: a possibilidade de formar um relacionamento de suporte, a vida de melhoria e estreita com cada um de seus filhos.
Depois de lutar com a nossa própria decisão sobre a possibilidade de procriar, no fim o meu esposo e eu escolhi para ter dois filhos, a quem adoramos. As recompensas e desafios de criar filhos têm revelado gradualmente as implicações de longo alcance de tomada de decisão procriativa. Na escolha para se tornar um pai, procura-se criar um relacionamento, e, excepcionalmente, também se procura criar a pessoa com quem se tem relação. A escolha se quer ou não ter filhos é, portanto, o debate ético mais importante da vida da maioria das pessoas.

Como uma jovem mulher em meus 20 anos eu pensava ou não ter filhos. Existe uma maneira, eu me perguntava, para decidir cuidadosamente e não descuidadamente sobre a mais importante das escolhas humanas?
Ter filhos tem um impacto muito além do círculo familiar.É uma decisão difícil porque você não pode saber de antemão que tipo de criança que você vai ter ou o que vai ser como ser um pai. Você não pode entender o que é bom ou o que é difícil sobre o processo de criação e criação até depois de ter a criança. E a escolha de ter um filho é uma decisão de mudar sua vida para sempre. É irreversível e, portanto, em comparação com as escolhas de vida reversíveis sobre educação, trabalho, localização geográfica ou romance, ele tem muito maior importância ética.
A escolha se quer ou não procriar pode não parecer o tipo de decisão que é merecedor ou mesmo capaz de análise. O novelista canadense Margaret Laurence escreveu: “Eu realmente não sinto que tenho de analisar meus próprios motivos em querer filhos. Para minha própria confiança? Para se divertir? Para ego-satisfação? Não importa. É como (para mim) perguntando por que você quer escrever. Quem se importa? Você tem que, e é isso. ”
Na verdade, as pessoas ainda são esperados para fornecer razões para não ter filhos, mas não há razões são obrigados a tê-los. Supõe-se que se os indivíduos não têm filhos é porque eles são inférteis, muito egoísta ou não apenas ainda chegado ao redor dele. Em qualquer caso, eles devem a sua interlocutor uma explicação. Por outro lado, ninguém diz para os orgulhosos pais de um recém-nascido, Por que você escolheu para ter esse filho? Quais são as suas razões? A escolha de procriar não é considerada como a necessidade de qualquer pensamento ou justificativa.
No entanto, acho que Laurence “Quem se importa?” Atitude é equivocada.
Temos sorte que a procriação é cada vez mais uma questão de escolha. Nem sempre, é claro – nem todos têm acesso a uma contracepção eficaz e acessível o aborto, e algumas mulheres são submetidas a gravidez forçada. Mas a crescente disponibilidade de escolha reprodutiva deixa claro que a procriação não pode ser apenas uma expressão de gosto pessoal.

Leif ParsonsA questão de saber de ter filhos é, naturalmente, prudencial, em parte, que está preocupado com o que é ou não em seus próprios interesses. Mas é também uma questão ética, pois é sobre a possibilidade de trazer uma pessoa (em alguns casos mais de uma pessoa) para a existência – e essa pessoa não pode, pela própria natureza da situação, dar o seu consentimento para ser trazido à existência. Tal questão também afeta profundamente o bem-estar das pessoas existentes (os pais potenciais, se houver, irmãos e avós). E isso tem efeitos além da família na sociedade mais ampla, que é inevitavelmente alterada pelo impacto cumulativo – em coisas como educação, saúde, emprego, agricultura, o crescimento da comunidade e design, e com a disponibilidade e distribuição dos recursos – de decisões individuais sobre se para procriar.
Há livros de auto-ajuda no mercado que se propõem a ajudar os potenciais pais a fazer uma escolha prática sobre se deve ou não ter filhos. Há também discussões informais sobre sites, em jornais e revistas e em blogs. No entanto, a natureza ética desta escolha é raramente reconhecido, mesmo – ou especialmente – por filósofos.
Talvez as pessoas não conseguem ver a gestação como uma decisão ética, porque eles pensam nisso como a expressão de uma unidade de instinto ou biológicas, como a atração sexual ou “se apaixonar”, que não é passível de avaliação ética. Mas sejam quais forem nossas inclinações biológicas podem ser, muitos seres humanos fazem assumir o controle sobre sua fertilidade, graças aos meios contemporâneos de contracepção e aborto. A taxa de natalidade em declínio rapidamente em muitas partes do mundo é uma evidência desse fato. Ao escolher se quer ou não ter filhos pode envolver sentimentos, motivos, impulsos, memórias e emoções, ele também pode e deve ser um assunto para reflexão cuidadosa.
Se não formos capazes de reconhecer que a decisão de se pai ou não é uma escolha real que tem de importação ético, então estamos tratando fértil como uma mera expressão do destino biológico. Em vez de ver ter filhos como algo que as mulheres fazem, vamos continuar a vê-lo como algo que simplesmente acontece com as mulheres, ou como algo que é meramente “natural” e animal-like.
A decisão de ter filhos com certeza merece, pelo menos, tanto pensamento como as pessoas dedicam a locação de um carro ou comprar uma casa. Procriação são decisões sobre se deve ou não assumir a responsabilidade completa, durante um período de pelo menos 18 anos, para uma vida nova ou novas vidas. Como decidir se deve procriar tem dimensões éticas, as razões que as pessoas dão para as suas escolhas procriação merecem exame. Algumas razões podem ser melhor – ou pior – do que outros.
Meu objetivo, apresso-me a acrescentar, não é defender policiamento motivos das pessoas procriação. Eu estou simplesmente defendendo a necessidade de se pensar sistematicamente e profundamente sobre um aspecto fundamental da vida humana.
O ônus da prova – ou, pelo menos, o ónus da justificação – deve, portanto, descansar principalmente sobre aqueles que optam por ter filhos, e não sobre aqueles que escolhem não ter filhos. A escolha de ter filhos exige justificação mais cuidado e pensou que não a escolha de ter filhos porque a procriação cria um ser dependente, carente, vulnerável e humano, cujo futuro pode estar em risco. O indivíduo que escolhe não ter filhos toma o caminho eticamente menos arriscado. Afinal, as pessoas inexistentes não pode sofrer por não ser criada. Eles não têm direito a entrar em existência, e nós não devemos isso a eles para levá-los à existência. Mas uma vez que as crianças não existem, incorremos em graves responsabilidades para eles.
Porque as crianças são dependentes, carente e vulnerável, os futuros pais devem considerar quão bem eles podem amar e cuidar da prole que eles criam, e do tipo de relacionamento que pode ter com eles. O plano de vida genuinamente altruísta pode, pelo menos, por vezes, ser a escolha de não ter filhos, especialmente no caso de indivíduos que de outra forma procriam apenas para cumprir a tradição, para agradar aos outros, em conformidade com as convenções de gênero, ou para beneficiar-se fora do expectativa de que as crianças vão resolver seus problemas inadequado. As crianças não são nem animais nem humanos terapeutas pequenos.
Algumas pessoas afirmam que o simples fato de que nossos descendentes provavelmente será feliz nos dá razão suficiente para procriar. O problema com este argumento é, em primeiro lugar, que não existem garantias. A imprevisibilidade absoluta das crianças, os limites de nossas capacidades como pais, ea instabilidade das condições sociais tornam imprudente tomar por certo que nossos descendentes terão uma vida boa. Mas tão importante, justificando ter filhos, alegando que nossos filhos serão felizes não fornece nenhum ponto de parada para o comportamento procriativo. Se duas crianças estão felizes, talvez quatro serão, ou sete, ou 10.
RELACIONADOMais de The StoneLeia as contribuições anteriores a essa série.
A falta de vontade de parar é dramatizada pelo Octomom chamado, Nadya Suleman, que primeiro teve seis filhos através de fertilização in vitro, em seguida, acabou com mais oito a partir de apenas uma gravidez, auxiliado pelo seu médico repreensível, Michael Kamrava. Superior ordem múltiplas gestações, muitas vezes criar problemas a longo prazo de saúde para as crianças nascidas deles. É também improvável que Suleman pode prestar assistência adequada e atenção para com suas 14 crianças com idade inferior a 12, especialmente à luz da sua recente falência, suas tentativas muito público para levantar dinheiro, ea perda iminente de sua casa. Era o desejo de Suleman para uma feira de grande família para seus filhos indefesos?
Considere também a realidade de televisão “estrelas” Michelle e Jim Bob Duggar, os pais de 19 crianças. Os Duggars afirmam ter motivos religiosos para a criação de sua grande família. Mas não é de todo claro que Deus coloca um valor tão alto sobre o património genético Duggar. Ao contrário de Suleman, os Duggars não se esforçam para apoiar a sua ninhada, mas mera solvência financeira não é razão suficiente para nascer mais de uma dúzia e meia prole, mesmo que as crianças parecem razoavelmente conteúdo.
Pessoas como o Duggars e Suleman poderia responder que eles têm o direito de se reproduzir. Certamente eles têm o direito de estar livre da interferência estatal em seu comportamento procriativo; contracepção eo aborto obrigatórios, ou penalidades para ter filhos, são abomináveis. Mas o direito de não interferência não, por si só, justificar cada decisão de ter um bebê.
Não devemos lamentar a existência das crianças nestas famílias muito público, agora que eles estão aqui. Meu ponto é apenas que os modelos de seus pais de decisão procriativa fazendo merecem ceticismo. Os pais parecem ignorar o que é eticamente central: a possibilidade de formar um relacionamento de suporte, a vida de melhoria e estreita com cada um de seus filhos.
Depois de lutar com a nossa própria decisão sobre a possibilidade de procriar, no fim o meu esposo e eu escolhi para ter dois filhos, a quem adoramos. As recompensas e desafios de criar filhos têm revelado gradualmente as implicações de longo alcance de tomada de decisão procriativa. Na escolha para se tornar um pai, procura-se criar um relacionamento, e, excepcionalmente, também se procura criar a pessoa com quem se tem relação. A escolha se quer ou não ter filhos é, portanto, o debate ético mais importante da vida da maioria das pessoas.


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Imagens Curiosas: O MetroKombi – Revela Como Artistas São Mais Humanos que Engenheiros

sexta-feira, junho 22nd, 2012
Imagens Curiosas.jpg O MetroKombi

Imagens Curiosas.jpg O MetroKombi

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Gentileza de:

http://www.facebook.com/canal.ideafixa

Imagem Artística “O Doador de Órgãos” Conduz-nos a Buscar o Conhecimento do que Somos na Realidade

sexta-feira, junho 22nd, 2012
Imagens Curiosas.jpg O Doador de Órgãos de Nychos na Itália

Imagens Curiosas.jpg O Doador de Órgãos de Nychos na Itália

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Suspeito que nosso corpo físico recapitula tôdas as anteriores etapas da Evolução. Por exemplo, as formas de mórula e blástula recapitulam as formas de nossos ancestrais sistema estelar e sistema galáctico. Mas existe uma forma oculta que nos passa desperbida e a imagem acima abrindo ao meio um corpo humano me lembra que algum artista deveria fazê-la. Refiro-me à imagem apenas do cérebro e tendo sua cauda estendida pela medula óssea. Lembra a imagem de um óvulo (o cérebro) sendo fecundado por um espermatozóide (com seu cilio ainda de fora). Acho que em essencia essa é nossa imagem fundamental: todos os acessórios, como fígado, coração membros, etc., foi criado pelo que é esta imagem apenas como acessórios para possibilitar a ela se alimentar, sobreviver e se desenvolver. Portanto uma foto de raio-x captando os aspectos evolicuonários e dentro dêste, principalmente o aspecto que é o tôpo da evolução aqui e agora, revelaria esta imagem do cérebro e sua cauda. Andando na rua ou deitado na cama, acho que temos essa imagem de um girino, um sapinho, que é o hardware central, o resto do corpo que o envolve é apenas acessórios.

Mas a imagem do cérebro retratando um momento de fecundação tem um tremendo significado existencial: está revelando a gestação e emergência de uma nova forma do sistema universal que surgiu primitivamente no Big Bang, passou pelas formas de átomo, galáxia, célula viva, macaco e chega agora nesta forma sendo gestada: a mente ou auto-consciência.

Isto significa que a Natureza sempre faz tudo, cria tudo, pelo mesmo método, inclusive está criando a auto-consciência pelo mesmo método genético, embrionário, sexual, que foi criado nossos ancestrais e nosso próprio corpo biológico. Sensacional novo entendimento da existência, não? Ao menos nos torna mais humildes pois percebemos que como inteligência, como consciência ainda somos recem-nascidos ou ainda meros embriões. O fato da nossa mente não poder se enxergar a si própria, não saber de que material é constituida, e nem saber qual a sua forma fisica, indica que ela ainda tem seu ôlho fechado, ou sub-desenvolvido.

Não sabemos se ainda estamos dentro do ôvo ( que seria a cabeça humana), ou se já nascemos e estamos numa espécie de mundo chorando, rindo, mas com olhos que ainda não se abriram para ver a luz e as imagens dêsse seu mundo. No entanto, uma breve observação de como existimos nêste mundo indica que tambem a emergência da consciência está obedecendo a mesma lei que dirigiu a emergência dos sistemas ancestrais: primeiro a fase dos ovos botado fora e abandonados á própria sorte, e depois a fase em que o sistema gerador, que de fato nunca abandonou sua prole, existe numa dimensão mais ampla, dentro da qual os filhotes sempre foram ovos mantidos dentro e nutridos até sua maturidade. Basta ver a fórmula da Matrix/DNA para ver um ovo sendo botado fora mas nunca na realidade saindo fora do sistema gerador. Isto é importante tambem porque assim entendemos porque somos vitimas de tragédias e predadores, porque nossa vida tem mortes e coisas absurdas, mas aprendemos a aceitar isso com mais fôrça porque entendemos que na realidade nossa existência como auto-consciência está pré-determinada a superar e sobreviver a tudo isso.

É preciso que algum artista com uma capacidade e genialidade perto da desse tal de Nychos, ou êle mesmo, faça uma imagem como estou sugerindo. Abraços… Louis Morelli.