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Livro:Re-Escrevendo os Manuscritos

segunda-feira, dezembro 3rd, 2012

( estou tentando montar um livro, em meio a esta opressora falta de tempo para tal e com esta dificel missào devido a elevada complexidade e amplitude do assunto, aqui vou registrar os ensaios e se alguëm puder ajudar criticando, sugerindo ( pode descer o pau) eu agradeço)

 

Introdução


Darwin viajou 4 anos em regiões virgens, concentrado em observar os detalhes da Natureza, têve uma ideia nova, desenvolveu-a numa teoria. Eu também viajei por sete anos na selva amazônica, também concentrado na observação dos detalhes mas de toda biosfera e nas influencias deste sistema astronômico   também tive uma ideia nova e elaborei uma teoria. Mas as semelhanças com Darwin terminam ai. Darwin teve na infância e juventude, uma família  casa, bom status social que lhe permitiu acesso aos meios acadêmicos, o suporte de um navio o aguardando nas praias, e tinha bastante tempo livre que lhe permitiu praticar exercício intelectual, seu hobby predileto. Mesmo assim ele demorou 30 anos para escrever um livro expondo sua nova teoria, totalmente revolucionaria na época – a ideia de que as diferentes formas de vida na Terra não foram criadas uma a uma por um ato magico de Deus (crença dominante na parte ocidental do mundo na época), mas sim que estas diferentes especies surgiram por transformações graduais de umas existentes em novas formas nunca existentes antes. Essa ideia sugeria uma nova visão do mundo,  todos os conhecimentos sobre Ciências da Vida, Biológicas, teriam que serem repensados e os fenômenos naturais reinterpretados. Trinta anos para um homem só fazer tudo isso é muito pouco conforme estou aprendendo na pele isso agora, apos eu tambem ter vivido na selva onde tive uma nova ideia que revolucionaria toda a revolução de Darwin, exigindo nova reinterpretação da interpretação darwinista. O primeiro problema é que tais pensadores ja nascem com uma anormalidade cerebral que os dirige a sempre pensarem fora da caixa, como sub-produtos disso sao céticos questionando tudo o que foi acreditado pelo pensamento dentro da caixa, e determinados a nao acreditarem em nada, nao acreditam em suas proprias teorias. mas lhes é impossivel resistir a visao de mundo que emerge com sua ideia e o afeta a todo momento. Soma-se a isso a resistencia dos demais seres humanos cujos cerebros foram configurados sobre o quadro da outra interpretacao, resistencia que muitas vezes ev agressiva ( como foi a reacao dos cristaos), outras vezes sarcasticas ( como foram dos professores e dos outros intelectuais e cientistas que tinham todo seu trabalho sendo aplicado e desenvolvido em cima da interpretacao reinante, e teriam que rever e refazer tudo), mas a principal reacao do grande publico ev exartemente reacao nenhuma, pois o autor saiu fora da normalidade, ev visto como lunatico e assim, seus escritos e mensagens sao ignorados. Mendel arquivou suas experiencias descobridoras da genetica num porao da biblioteca da escola no mosteiro para ser redescoberta por estudantes apenas 60 anos mais tarde. Mas todos ainda conhecem as labutas dos Copernicos, Galileus, Teslas, da vida, no inico da plantacao de suas ideias-sementes. E todos ignoramos as muitas ideias que tentaram se divulgar, se afirmar, e que estavam erradas, ou que estavam corretas mas usaram os argumentos e modelos errados como poderia ter sido o caso de Darwin se alguem tivesse encontrado provas-fatos que derrubassem-na no inicio, como foi o caso de Hoeckel e sua teoria de que as formas na evolucao dos embrioes humanos recapitulavam a historia da evolucao das formas vivas na Terra… Assim eu tambem nao acredito que a ideia que tive na selva seja uma descoberta e correta, mas como a toda hora observo fenomenos naturais e essa ideia  vem sussurrando uma mesma razoavel explicacao, me torna impossivel resistir a ela e arquicva-la definitivamente. A mim – e creio que aos outros tambem – nos ocorre o pensar que ^seja como o mundo ou Deus quiser, eu tenho que manter esta ideia viva e testa-la ate meu final ou sua total eliminacao por prova factual.  Darwin gastou o tempo de 30 anos da sua vida burilando a ideia, buscando na Natureza mais dados como fatos reais que serviam de evidencias favoraveis a sua ideia, mas vendo que envelhecia e nao teria mais tempo, timidamente, com as maos tremulas, cheio de receios e medos – principalmente das reacoes as vezes violentas e mortais dos religiosos – levou seu tsouro, seu livro ao prelo.

Ideias novas surgem quando um normal cerbro configurado na cultura milenasr e ainda reinante numa epoca ev torturado de alguma maneira, tornando-se desconfigurado, quase vazio, para ser re-configurado novamente oelos senoes que as experiencias de vida nao batem com os simbolos da interpretacao cultural. Esta desconfiguracao por algum tipo de tortura mental leva o individuo a novas intuicoes que parecem aflorar desde um suconsciente com potencial latente mas subjudgado que existiria fluindo na camada mental que reveste a superficie do planeta, pedindo aqui emprestadas as teorias de Teilhard Chardin, Jung.  Sugiro essa tese porque baseio-me nas experiencias de vida anteriores que me levaram a selva e a minha ideia. Duas principais inticoes que comecaram a me guiar na observacao e reflexao sobre as coisas da selva foram:

1) O primeiro ser vivo real, totalmente completo, que merece ser chamado de vivo, biologicamente, foi um sistema unicelular. Ora, em tudo que vi no mundo ate agora, todo peixinho so sruge como filho de uma especie existente, no caso, a especie dos peixes. NUnca posso me esquecer do velho jargao exaustivamente repetido pela minha avo: “tal pai, tal filho”, o que da na mesma se disser-mos “de tal filho, se pod deudir a forma dos pais”. E desde que o mundo real me faz acreditar piamente nesta premissa fundamental, a unica conclusao mais racional possivel ev a de que o primeiro ser vivo – que foi um sistema, o sistema unicelular – so pode ter sido produzido por outro sistema que existia naquele estado do mundo na epoca das origens da Vida. Se nao viram ainda tal sistema naquela sopa primordial, seja num fundo oceanico ou num pantano a beira de algum rio, ev porque nao estao pensando dentro desta logica, sairam fora da linhagem evolucionaria, estao procurando origem de um sistema a partir de partes, unidades isoladas que estariam presentes naquela sopa, sem tentarem antes unirem aquelas partes num sistema fincional, e assim verem os verdadeiros pias, criadores da Vida. Ah… seeu tivesse aqui na beira do maior rio do mundo, na presenca de muitas ainda existentes testemunhas das origens da Vida, e ainda com a possibilidade de mergulgar no fundo do oceano logo apos a praia, os recursos laboratoriasi que Miller e Urey tiveram, ou melhor, que osmodernos laboratoruios possuem….;

2) Ha 3,5 bilhoes de anos atras a Natureza comecou a construir esta biosfera que evoluiu por auto-transformacoes chegando ao pincaro agora com a moderna forma do cerebro humano e dentro dele, a mais moderna ainda forma de sistema natural que ev essa coisa invisivel, nao plapavel, denominada mente ou auto-consciencia. Portanto esta biosfera aqui na selva, constituida de todos os elementos agarrados ao solo e mais os elementos fluindo nessa atmosfera como o ogienio, o gaz carbonico, as ondas eletromagneticas, a energia solar, etc., se transformou finalmente na forma de cerebro humano. Tal filho, tal pai. Se quero tenta entender o cerebro e mais ainda, algo da mente, tenho que pensar no que ev um neironio, como eles se interagem, e como estao conectados produzinfo os pensamentos, cujo conjunto ev a mente, tenho que partir da busca do conhecimento do que ev e como funciona esta biosfera. O cerebro e um quadro adiantado, umarojecao desta biosfera, desta selva de elementos aparentemente espalhados de forma caotica, produzindo eventos caoticos, brutos, como o jaguar estracalhando um esquilo.

Sao pensamentos, intuicoes que nao devem ocorrer num estudante sentsado num banco escolar, mesmo que dentro de uma universidade. Isto ev o que se chama “thinking outside the box”. Para ocorrerem, o individuo tem que ter um bom conhecimento dos fundamentais que o estudante da universidade conhece, que esta contido no curriculum escolar expressando o corrente conhecimento de fatos reais e as correntes interpretacoes destes fatos, no que se chama “Ciencias”. Mas tem que ter adquirido este conhecimento de forma auto-didatica que se intereessa em  conhecer todas as outras interpretacoes das varias diferentes culturas que formaram e ainda constituem o todo sintese da inteligencia da Humanidade. Isto impede que ele seja condicionado a somente pensar dentro da caixa. Sei que isto ev incomodo como um chute no saco para todo mundo que se formou nas universidades, mas racionalmente devemos entender isso quando cremos que o cerebro humano e tao pequeno e limitado na sua capacidade sensorial do ggantesco e inconmesuravel Universo natural, que obrigatoriamente resulta no fato de que todo e qualquer acervo de cultura de qualquer universidade nao pode de maneira alguma captar, assimilar, entender o que e fato ev o mundo real, muito menos as fontes extras deste mundo e seus fenomenos. O pensador dfora da caizxa tambem tem que se lembrar disso sempre para nao cair na armadilha da arrogancia e acreditar que conseguiu descobrir como o mundo funciona de fato. Esta consciencia ev tambem o incomodo chute no saco de quem pensa fora da caixa, e nisso, os de dentro e os de fora, todos estamos juntos, vitimas do mesmo obstaculo intelectual. Isto faz com que um Darwin, um Mendel, e todos os outros que tiveram ideias novas mas que cairam no esquecimento ou nem vingaram porque estavam totalmente ou parcialmente erradas, demorem tanto a terminar um livro.

 

 arrolando cuidadosamente as evidencias. Apesar de eu tambem ter deixado a civilização e ter tido uma idéia nova na selva que sugere uma nova visão do mundo, estas são as unica semelhanças com Darwin, o resto foi tudo diferente: eu fui órfão sem casa e fui para a selva fugindo da escravidão inevitavel se ficasse na civilização, nunca tive acesso aos meios acadêmicos e não tinha nenhuma intenção sonhadora de descobrir segrêdos do mundo a não ser como morrer logo e sair fora disso.  Se êle passou 4 anos na investigação de campo, eu fiquei 7 a 10 anos entre idas e vindas à selva; enquanto êle estudou apenas a evolução biológica eu tive que estudar esta mas amplia-la para a macro-evolução universal; se êle tinha um camarote no barco para guardar suas anotações eu não e fui perdendo-as nos caminhos.

Eu não sei quais foram os motivos pessoais do Darwin para ser motivado a divulgar seu trabalho. Pensando nisso e em Freud, Marx,  tenho uma teoria: novidades com poder de revolucionar são produzidas por individuos extremamente motivados pelo ódio, pelo desejo de vingança, quando a Natureza tortura de alguma forma um individuo na sua infancia e juventude, testa-o em situações extremas de penuria e com êsses individuos ocorre a correção e evolução do pensamento humano. Darwin, coitado, era feio,troncudo, parecia um macaco, deve ter sofrido muito “bulismo” na escola, e o desejo de vingança veio na sua obra mostrando que é possivel que todos que o chamaram de macaco tambem são macacos. Vingou-se e morreu sorrindo. Freud, um judeu desprezado na sociedade austríaca como sendo de raça inferior ainda animalesca, invadiu o subconsciente humano com muito ódio buscando a prova que todos são regidos por instintos inferiores e encontrou o que procurava: a bêsta fera. Eu tambem, determinado a ser escravo pelo resto da vida quando perdí os pais aos 3 anos num país católico de terceiro mundo, crescí alimentando um ódio contra o mundo caótico natural que me levou os pais, a casa, e o sistema social que me não me deixou nenhum pedaço de terra para eu residir e ali produzir ao minimo, o meu sustento, mas sendo livre. Tenho na mente bem desenhado como seria um sistema social diferente no qual jamais aconteceria a escravidão, o despojo, a desigualdade de poder, como seria a arquitetura urbana, rural, industrial, etc., Fiz o desenho de uma cidade no tipo do Maracanã, com três níveis ( o inferior dividido entre iguais unidades residenciais, o mediano onde seria os serviços publicos todos automatizados, o terceiro seria a linha de um trem/metrô cujos pontos de parada seria em elevadores para o primeiro piso, a area central seria a de lazer) e cada residencia teria um quintal se extendendo por uns cinco hectares em forma triangular para produção rural, etc. Alem dêsse circulo das areas rurais teria uma avenida circular e alem dela as industrias, que pertenceriam à cidade, ninguem em particular. E descobrí que a moral fundamental que emana da cosmovisão da Matrix/DNA faria todos os humanos que a escolhesse como sua cosmovisão, ser ativo militante para se implantar sistema social similar à minha utopia. A moral é que todos nós, os conscientes do Universo,  somos genes com a missão de construir nosso próprio embrião de ser extra-universal consciente. Por essa moral não tem sentido atrapalhar a vida de um nosso semelhante, pois estariamos prejudicando, atrapalhando a construção de nós mesmos. Então a forte motivação nascida no ódio, no desejo de vingança, de mudar o mundo odiado, se casou com a nova moral descoberta, e isso tudo torna irresistivel escrever um livro para influenciar pessoas. No entanto tenho tentado ser humano e racional, sempre avisando antes que isto é uma teoria, que os modêlos sugerem isso e aquilo, mas são ainda modêlos teóricos. Um cego não deve mentir a outros cegos que êle tem visão e está vendo o caminho, pode conduzir todos ao abismo. Mas tambem não se deve omitir do conhecimento de outros da sua espécie e nivel de conhecimentos, sôbre suas experiencias em um lugar que nenhum outro viveu.

Nunca conseguirei escrever o livro completo e correto sôbre esta nova visão do mundo, principlamente agora depois de velho e que vejo acumulando-se milhares de evidencias e frentes abertas para pesquisas, e a cada dia são publicados novos documentos cientificos que sempre se encaixam em alguma brecha do corpo teórico geral. Mas tenho que tentar fazê-lo para deixar algo um pouco organizado, da maneira que está ninguem conseguirá captar a lógica e profundidade dessa matéria. Vou tentar fazer algo com o que tem e ir deixando as novidades se acumulando em outro lado, pensando depois numa segunda edição.

As causas e explicações da existencia dêste mundo e da nossa própria resume-se a algo decepcionante simples: nosso corpo surgiu e se formou dentro de um ôvo porque o corpo dêste Universo surgiu e está se formando dentro de um similar ôvo cósmico.  Mas é claro, tinha que ser assim: o Universo, ou seja, a Natureza Total, não é mágica, ela não pode criar nada do nada, muito menos novas informações. Então ela só pode construir algo limitado às informações que ela recebeu ao surgir. Ela só pode “criar” aplicando o mesmo processo pela qual ela foi criada. Aqui está ocorrendo um processo de reprodução genética do que existia ou existe ainda antes do Big Bang, ou algum mero desenrolar de algum programa de computação feito alem do Universo.

A principal dificuldade para humanos digerirem essa idéia é devida à diferença de tamanhos entre o Universo e um corpo animal qualquer. Mas temos que lembrar que no nosso próprio corpo a natureza aplica nanotecnologia, resumindo um corpo de dois metros e 30 anos num genoma microscópico, e depois levantá-o com giantologia, transformando o microscópico genoma num corpo adulto.

Outra questão que nesta hora já nos atormenta é a “qual o nosso papel nisso”? Ora, do nosso cérebro está despontando um novo sistema natural que está tomando a mesma forma da Matrix/DNA, a chamada “auto-consciência”. E sabemos que apesar de nossa formas intra-uterinas serem parecidas com formas animais inferiores e até mesmo parecidas com galaxias ( a blastula), nosso corpo não veio à luz numa forma anterior, êle só nasceu quando tinhamos completado a reprodução da imagem dos nossos pais. Se a ultima forma é auto-consciencia, dá para imaginar qual será a forma do bebê final.

Mas isto ainda não nos responde a nossa individualidade, o que estamos fazendo aqui nessa forma provisória. Ora, basta pensar nos genes. E ;embrar-se que uma cópia de cada sobe ao cérebro para formar um unico ser final. E não se esqueça que no Universo provavelmente tenha muitos mais genes em outras galáxias. Assim como tinha na nossa forma como blastula.

Mas a essencia fundamental do nosso corpo é chamado DNA. Sendo tudo similar, o corpo do Universo tem que ter algo similar ao DNA. E será por aqui que começaremos a conhecer e enetender a Matrix/DNA Universal. Ela têve que estar presente no momento do Big Bang. Ela têve que construir e habitar o átomo, as galáxias, expressando cada vez maior quantidade de suas informações recebidas do alem Big Bang. Vamos ver que ela está sujeita ao mesmo processo do ciclo vital que nosso corpo está. Ciclo êste que produz as mudanças de nossas formas ao longo de uma vida.  Por isso ela mudou suas formas, desde a inicial de vórtices, de ondas de luz, de eletromagética, espacial mecânica, biológica e está mudando para “consciência”.
Exposto êste esboço geral, cosmológico, quase metafisico dessa cosmovisão, estou ansioso para chegar ao que realmente me interessa: o aqui e agora, a vida pratica, material, necessitando de menos blá-blá-blá e mais recursos, maior poder.

Como nativo filósofo naturalista sempre apreciei conectar dados buscando visualizar o quadro geral. E quando fui para lá eu tinha uma boa informação cientifica, mais porque fui obrigado alguns anos a passar as noites no quartinho da faxina do porão de bibliotecas universitarias e publicas, e na falta de sono, até livro de odontologia, física teórica, biologia, etc., me entertia. O grande mistério era dominado por duas correntes do pensamento: o religioso e o Darwinista/Lamaitre… Mas me ocorreu uma questão fundamental: “O primeiro ser considerado realmente vivo, foi uma célula completa. Uma célula é um sistema e funcional, não é matéria inerte na forma de grandes massas, como rochas, agua, gazes. Ela não pode ter sido feita apenas por estes elementos. Um sistema é constituido por um nucleo e varias partes interagentes cada qual executando uma função. Então a célula deve ter sido gerada por um “sistema”!

Religiosos nesta hora me interrompem e dizem que o sistema era Deus. Um ateu me disse que o fato do primeiro ser vivo ter sido um sistema, não indica que tenha sido produzido por um sistema. Pedí-lhe para expor sua linha de raciocinio e apresentar uma alternativa, mas êle simplesmente repetiu nas curtas palavras de que não precisou de sistema. Quer dizer, não existe nenhum raciocinio lógico embasando sua negativa.

Tem que ter havido um sistema, ainda por nós desconhecido. Teriamos alguma maneira de procura-lo? Onde, como, o que seria? Espere aí: haviam sistemas funcionais naquela época da origem da vida aqui: átomos, sistemas estelares, galaxias, talvez o Universo seja um sistema. Mas êstes eram demasiados simples em relação a uma célula, nenhum poderia ter dado esse salto evolutivo. Deve ter havido um sistema mais complexo que aqueles e mais simples que a célula. Êste sistema de alguma maneira existe na superficie de planetas, talvez estava numa sopa primordial. O que seria?! Mas espere aí: existe um método que pode dar uma idéia mais próxima do que ele seria: o método da anatomia comparada entre os sistemas não-vivos e a célula inicial. Na selva seria um bom passatempo para um filósofo naturalista. E assim cheguei a LUCA. The Last Universal Common Ancestral… de todos os seres vivos. O verdadeiro criador da Vida. Em teoria… por enquanto. O desenho primeiro resultante feito nos joelhos e dando tapas nos piuns e carapanãs, mas tendo o inigualvel céu limpido e estrelado como elemento inspirador, foi êste:

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

( Tenho que aumentar o tamanho dêste desenho mas enquanto isso deve-se clicar nêle para ampliar)

Dos três sistemas não-biológicos conhecidos, o sistema galáctico é, na minha crença, o mais complexo. Então se existe um elo evolucionario ligando o sistema celular a um sistema existente anterior às suas origens, 6este sistema deve ser um meio têrmo entre uma galaxia e uma célula. Para se calcular um modêlo teórico, um retrato falado, de tal elo, a anatomia comparada entre os dois, fazendo-uma lista das semelhanças ao lado de uma lista das diferenças, e depois de identificar as semelhanças e diferenças de cada ítem, calcular um meio-termo evolucionario para cada ítem. Não é um trabalho facil, eu enchí dezenas de cadernos grandes de 100 folhas com estas listas e calculos e desenhos por vários anos, alem de ter que procurar constantemente mais informações cientificas sôbre estes sistemas. O DNA no nucleo celular emite RNA’s na direção de ribossomos, e esta cena parece a mesma do nucleo galáctico emitindo estrelas no que se chama de ninho de estrêlas. Mas para o DNA emitir esta instrução para fazer proteinas êle tem que receber do meio externo um sinal, que geralmente vem em outra forma de RNA, então o nucleo galactico deve receber algum material tambem similar ao material que emite, porem numa outra forma. Como seria um sistema meio-termo disso?

Outro caso dificil era a diferença entre as origens dos astros e das organelas. Segundo o modêlo acadêmico da época os astros surgem praticamente por geração espontanea enquanto o modêlo biológico mais provavel para origem das organelas era a teoria simbiontica de Margullis. Qual seria um meio-termo evolucionario entre estas duas formas de origens? Tais questões me faziam sair correndo pular na agua do rio para refrescar a cabeça mas não as conseguia expulsar da mente: elas poderiam me levar ao criador da vida. Pois o sistema-elo deve existir e se existe, êle é o verdadeiro criador da vida. Mas, raios, quem é, como é, onde está êsse bicho? Na Terra ou no Céu?

Houve um acontecimento nessa época que iria horrorizar os ateístas e positivistas, mas que tem de ser aqui mencionado porque têve muita influencia no desenvolvimento da teoria. Numa aldeia do Amazonas conheçí um indio, já velho, que foi nosso guia numa excursão certa feita ao território dos Jamanxins, nas margens do Rio Tapajós. Seu nome em portugues era Sêo Pedro mas como eu falava um pouco o idioma nativo o chamava por Porã. Porã era o curandeiro, feiticeiro de sua tribo, que gostava de dar suas escapadinhas da selva e ir ao vilarejo branco onde até tinha namoradas…, pois trazia ouro e pedras reluzentes.  Mas a base de seu xamanismo era seu conhecimento (que só é passado de xamã para herdeiro) na feitura de uma bebida com raizes, ervas, pó, semelhante ao que se chama Santo Daime. E só êle podia ingerir aquela coisa. E quando ingeria num ritual da tribo, mudava a expressão, a voz, entrava em transe e balbuciava as bases das religiões daqueles povos. Mas algumas das coisas faladas me aguçaram tremendamente a curiosidade: o homem descrivia coisas iguais nossos téoricos na civilização descrevem teorias de buracos negros, diagramas de particulas, e como orientais a 5.000 anos atras descreviam a aura, os chacras, etc. Interessante! Como?! Porque? Para que? O que acontece no cérebro desse “drogado”?

Finalmente conseguí uma secção privada com o xamã em estado alterado, botei-o deitado como faz o psicanalista com o paciente no divã, apliquei um método de hipnose que no final, ele mesmo tinha me ensinado, funcionava com os doentes dêle e funcionava com ele mesmo.  Assim eu podia fazer perguntas dirigindo-o aos assuntos que me interessava. O homem disse que via o espaço muito luminoso, tanto que cega os olhos dos normais e parece escuridão, mas a causa da luminosa era coisinhas que preenchiam o espaço, que tinham um corpo serpenteante cheio de perninhas que eram pontos luminosos, cada qual numa cor. Esatas coisinhas se aproximavam da minha cabeça onde acima dela tinha um rodamoinho que parecia um buraco escuro, e elas giravam nesse vortice até serem lançadas como setas brilhantes dentro do meu corpo e daí iam para sóis espalhados no meu corpo, sóis que estavam no meio de duas serpentes que subiam dos quadris à cabeça. Anotei tudo e tentei desenhar e no final eu tinha desenhos do DNA, com suas hastes (serpentes) e suas bases nitrogenadas (sóis), co buraco negro no nucleo galactico (rodamoinho dentro de um quasar) e desenhos exatamente semelhantes aos que via nos livros de fisica como possiveis diagramas de particulas elementares. Aquilo foi um baque no mais extremado materialista que conhecí, eu mesmo. Sempre fôra radical defensor da crença que este mundo atual é mero produto de uma longa avalancha de causas e efeitos atuando por si mesma sem qualquer interferencia de fora. Mas a produção do cérebro de Porã não se encaixava nesse fluxo racional lógico. Não havia link palpavel entre o DNA e a visão de Porã, entre buracos negros, particulas elementares, visões misticas de orientais antigos em outros continentes. Meu método da antomia comparada considerava apenas a lógica desse fluxo universal natural de causas e efeitos, mas agora parecia que não era um método completo. Tinha que correr na cidade, na biblioteca de Fisica e tomar um novo banho de mecânica quantica, pois era o unico nivel na ciencia moderna que estava com o mesmo problema que eu enfrentava na selva. Bem, para resumir, o fato é que as tres figuras faladas de Porã, principalmente a do “buraco negro”, começaram a forçarem suas intrusões nos meus calculos e modelos teóricos buscando o sistema-elo. Mas apenas rapidamente para elucidar algo, vou mais tarde voltar aqui e expor uma explicação teórica de que nada existe fora da longa cadeia de causas e efeitos: o que Porã relatou é o que está registrado em nossa memória e se refere à realidade do mundo material.

( PARADO AQUI)

A primeira ida à selva deveu-se a uma intuição alimentada desde o ginásio quando assistí uma interessante aula do professor-padre cristão sôbre as duas correntes interpretações da existencia do mundo e dos seres humanos: a controvérsia entre religião e ciência.  Muito tempo gastei matutando aquela questão, várias noites de leitura ávida quando às cinco horas da tarde corria para o quartinho de limpeza da biblioteca publica me escondendo, esperando que todos se retirassem e fechassem as portas, mesmo porque era órfão, sem casa para morar e não tinha melhor lugar para passar as noites. Platão, Sócrates, Kant, Comte, Darwin, a Biblia, o Yin Yang do Taoísmo, e principalmente os livros de biologia, quimica, física, etc. e etc., povoavam meus sonhos, mas ao invés das respostas que eu procurava, aumentavam minha questões. Daquilo tudo surgiu uma intuição que me perseguiria dia e noite sem parar: o primeiro ser vivo a surgir nêste mundo foi um micro-organismo, um sistema celular, contendo uma complexidade incrivel, um código genético, se reproduzia e se transmitia hereditáriamente, etc.: então, não pode haver outra solução senão a de que o criador dêsse primeiro ser vivo tenha sido em si mesmo já um sistema, menos evoluído, meio-inorgânico, mas com tudo existindo expressado ou em potencial latente, como um código genético, uma capacidade de transmissão hereditária, tôdas as primitivas forças vitais; se o primeiro ser vivo surgiu e se levantou de uma sôpa primordial na Terra, ou em qualquer outro mundo do Cosmos, êsse sistema tinha que ter estado de alguma forma naquela sôpa. E só havia um lugar possível de ser alcançado que poderia nos revelar quem foi êsse sistema misterioso: a selva virgem onde os elementos existentes foram testemunhas vivas dos eventos nas origens da Vida . – ” Já que não tenho nada aqui, é prá lá que eu vou!”

Mas êste rato noturno de bibliotecas aprendeu tambem com um dos heróis da sua infancia, Sir Francis Bacon, que qualquer investigação deve ser planejada com um método. Que método poderia aplicar um semi-macaco de mãos quase vazias na selva, apenas carregando um pequeno microscópio e uma pequena luneta para assistir as maravilhosas noites estreladas que só do meio da selva e dentre as folhagens das copas das árvores se pode ver? Tinha que ser um método antigo,primitivo, mas eficaz. Ou seja, aquêle que levou o homem aos primeiros rmopantes de conhecimento do inteior das coisas, que levantou o conhecimento da medicina, da astronomia riscada no solo e desenhando a posição dos astros e movimentos das sombras: a anatomia comparada entre padrões semelhantes. Comparar os conhecidos sistemas inorgânicos, não-vivos (átomos, solares, galaxias) com sistemas organicos, vivos ( biosfera, célula, árvores, animais). Comparar á noite sob a luz do fogo ao lado da porta da pequena barraca de lona, os papéis contendo os desenhos do que fôra obtido da observação inserido dentro da real biosfera virgem com os papéis dos desenhos do que se conhecia do cérebro separado por regiões, glandulas, seccões corticais e temporais que foram obtidos nos livros de neurologia nas noites solitárias e silenciosas do porão da biblioteca. A biosfera estava ali, e uma de suas crias, a mais evoluida espécie que ela conseguiu gerar até agora – o  cérebro humano – tambem estava ali, no mesmo ponto do espaço/tempo, tentando se comunicar, se namorando, enquanto o cérebro traquinas tentava a biosfera a revelar seus mais intimos segredos, por exemplo, de onde ela veio, quem a criou, como ela nasceu e se levantou do solo.

A selva bruta e selvagem, a principio, te rejeita usando todos seus recursos, te fustiga dia e noite com seus espinhos, venenos, monstros de bocarras enormes, minusculos vampiros como os piuns e carapanãs a te sugarem o sangue se te afastas do calor do fogo, mas ao mesmo tempo ela te deseja, é faceira, vaidosa, te tentando com seus atrativos, suas mil formas exalando belezas e mistérios, parece que pedindo para ser conquistada, dominada e para ficares. Se você resistir e sobreviver, se apaixonará por ela. Parece ser êsse o segrêdo dessa biosfera ter resistido tanto tempo e a tantas ameaças: ela sobrevive criando elementos que a retroalimenta e para dentro delas ela se projeta continuando viva. Elementos como o cérebro humano, que um dia talvez ainda a salve libertando-a desta prisão em que ela rasteja no solo dêste pequenino e perdido ponto planetário, conduzindo-a à aventura e conquista do Cosmos.

A selva bruta tem o poder de te fazer se colapsar por inteiro dentro de ti mesmo, ao reduzir os dez mil ou 50 mil anos de cultura transmitida humana ao simples estado primitivo de conhecimento comum aos macacos. Passas a te comportar como os macacos, mas não aquêles fartos domesticados e bonzinhos macacos do zoológico, e sim a fera assassina das selvas. Passas pelo macaco e continuas a decair em direção ao fogo do inferno devido as febres das malarias e a pele queimando pelo sugamento de sangue dos vampirozinhos alados. Darwin não teria aguentado o que aguentei. Eu não tinha um navio ancorado na praia para me recolher à noite ou quando Darwin se recolhia durante sol quente porque não mais aguentava as botas pegando fogo devido ao solo abrasado de Galápagos.  Eu aguentei porque tinha uma vantagem de infancia que Darwin não têve: ao invés de um lar confortavel em Londres, eu vinha talhado e forjado nas ruas urbanas de mil perigos e fome constante.  Mas a minha maior fôrça de resistência posso apostar que vinha de uma crença mística, que me recolhia por meia hora todo dia antes de dormir, fazendo uma meditação planejada de alimentação com nova e livre energia de uma aura composta da figura de  duas serpentes e chackras vistas nos livros orientais, misturada com a figura de duas hélices contorsionistas e moventes mais as centrais bases nitrogenadas vistas nas figuras do DNA, que habitava os nucleos das minhas células por bilhões de cópias no corpo todo, e mais a figura quase cosmológica extraída das visões do xaman da tribo que havia visitado e acompanhado-o quando tomava aquelas suas beberagens alucinógenicas. Assim como a biosfera era acossada por febres e dores internas resultantes da competição e carnificina entre seus elementos, mas ela continuava sobrevivendo, assim tambem a sua projeção final, o cérebro humano, acossado por febres e dores mil, teria que sobreviver se aprendesse a manejar os seus circuitos sistêmicos espalhados por todo corpo. Deu certo! A prova é que ainda estou vivo! Mas quando perdes as habilidades cerebrais adquiridas através da elevada cultura da civilização humana, ressuscitas as habilidades cerebrais de percepção dos animais sôbre elementos invisiveis da natureza, talvez até mesmo algumas daquelas habilidades próprias das antenas dos insetos. É coisa de loucos, ou de quem nada mais tem a fazer de sua vida. Quando retorno a New York, em poucos dias fico a me questionar como a fórmula da Matrix/DNA surgiu na minha cabeça lá na selva, e não consigo rever os passos, explicar como foi o processo. O retorno da cultura artificial apaga os resquicios na memória e as conexões sinápticas daquelas habilidades sensitivas  do nosso passado animal. Talvez. Ainda não conhecemos o cérebro o suficiente para explicá-lo.

O que é a fórmula da Matrix/DNA Universal? Ela tem uma resposta para as perguntas supremas: quem somos nós, de onde viemos, para onde vamos, qual o significado da nossa existência aqui e agora? Mas o principal fato concreto, o mais relevante fenômeno natural, real, que provaria a existência real da Matrix, se de fato existe, está ainda muito distante das capacidades de nossos instrimentos cientificos atuais, capta-lo. Portanto ela é apenas uma teoria, e não teoria na definição cientifica, apenas teoria na definição dada pelos antigos na Grécia quando cunharam a palavra. Uma teoria da filosofia naturalista. Portanto, a resposta que ela nos dá, é  suspeita. A vida nas ruas cria os mais autênticos dos céticos exclusivamente materialistas, eu sou autentico filho da duvida, aprendí a não confiar em nada e ninguem, muito menos nas criações do meu cérebro que não posso ver com meus olhos. Que ninguem acredite tambem. Sou um cego que não quer assumir a responsabilidade de guiar outros cegos. Poderia levar todos a cair-mos num buraco na longa estrada. Mas temos que testa-la. Porque a solidão na selva nos faz emergir uma outra paixão, que acho cuja intensidade ninquem da cidade pode alcançar: da saudade, das figuras pululando nos sonhos rememorando cenas do passado, da necessidade de conversar, tocar, de fazer coisas juntos, mesmo que seja correr, chutar bola… emerge a divina e autentica, platonica, paixão pela espécie humana! Jamais vais aprender a importancia dos humanos em sua vida se não te veres só  e perdido na selva ou no deserto. E não poderia arriscar levar ao buraco a quem amo acima de tudo, de todos os deuses.

Qual é o fato real que comprovará ou não a fórmula da Matrix? A Natureza aplica dois métodos diferentes quando gera células vivas. Um é visivel e conhecido, é o método da formação de cada nova célula pela divisão e replicação de uma célula já existente. Mas como foi a formação da primeira célula, se não havia nenhuma préviamente existente?! … Hein?…  A teoria mais razoável e aceita é a teoria simbiôntica de Margullis: existiam as moléculas ancestrais nas formas das organelas, e elas se juntaram por simbiose num só sistema dentro de uma membrana. Mas o recurso a dois métodos de formação diferentes talvez não tenha sido empregado apenas em relação às células. É possivel que tambem foi empregado em relação à formação das galáxias. Os modêlos calculados da Matrix estão sugerindo isso. E assim como não temos a primeira célula original para provar a teoria de Margullis, talvez não exista mais no céu a primeira galaxia original. Por mais evidencias que existam apontando que ela de fato foi real, exisitiu, por mais sensata e racional que seja essa suposição quando vemos sua figura, por mais que sejam acertadas suas previsões, sempre ficaremos na duvida: “Será mesmo?”

Mas assim como os dois métodos conhecidos aqui, aplicados a sistemas celulares, foram projetados para se calcular as origens dos sistemas galácticos ( já que um método apenas, o da formação das galaxias modernas, não me dava de maneira alguma um Universo pronto como o que vejo hoje), o resultado destes calculos me levou a descobrir no céu um processo que, reversamente aplicado num simples aglomerado molecular aqui na terra, desenvolveu uma molécula inicial a se transformar em varias diferentes formas, e assim surgir as varias diferentes organelas. Mas o processo veio da terra, é o processo dos ciclos vitais que levam um unico corpo a se transformar em diversas formas, que aplicado aso astros explicam as origens de formas como quasares, pilsares, buracos negros… Ou seja, se emvolvendo num vai-e vem frenético entre a Terra e o Cosmos, aplicando o conhecido daqui para se inferir o desconhecido de lá, e vice-versa, descobrimos que o que está em cima é igual ao que está em baixo. As pequenas diferenças podem ser resultado das mesmas que vemos nas diferenças entre um réptil e um mamifero, mas as quais não nos levam a acreditar que não são mais que meras diferenças normais dentro de uma mesma linhagem evolutiva.

A inteligencia humana ainda engatinha porque carrega o pêso de um obstáculo gigantesco: o relativismo. Nós podemos afirmar com convicção que sabemos como um corpo humano se forma porque sua formação se dá num tempo de nove meses e a espécie humana como observadora desse processo existe num tempo de milhares de anos. O observador é maior que a coisa observada. Mas a formação de um astro toma milhões ou bilhões de anos! Com nossos pobres poucos milhares de anos nunca poderemos afirmar com convicção que sabemos como astros se formam. O fenômeno observado é maior que o observador. Isso é relativismo. Êste obstáculo é o causador da controvérsia entre criacionistas e evolucionistas, sendo que os primeiros exigem que os segundos, para provarem que existe evolução, não apenas que apresentem sôbre a mesa todas as formas transicionais entre as espécies, mas ainda que mostrem uma forma se transformando em outra. Ora o processo da evolução tomou bilhões de anos. E para trazer à mesa o principal fato requerido para provar a teoria evolicionista iniversal da matrix, eu teria que trazer sôbre a mesa todas as formas transicionais de astros. É o que estou tentando fazer todo dia de manhã quando levanto correndo ávido ver os websites da NASA, do E.. europeu, para ver se chegou novas fotos de astros. estou ajuntando figuras das formas transcionais. Porem, mostrar uma forma se transformando na outra… talvez o possa fazer um dia um humano se conseguirmos a fórmula da imortalidade. Mas essa dificuldade relativistica é a o mesmo tempo uma dádiva. E como aprendí a ser agil como os animais, quando corria de mêdo dêles, agarrei rápido essa oportunidade na selva com unhas e dentes. Nós somos grandes em relação a uma célula, por isso temos maior facilidade em captar seus mistérios na sua superficie do que no seu interior, qua é ainda muito menor.  Nós somos pequeninos em relação às galaxias, estamos dentro de uma delas, por isso temos maior facilidade em captar seus mistérios no seu interior do que na sua superficie, a qual é ainda maior. Ora, se aprendemos que o de cima é igual ao de baixo, salvo as difedrenças devido aos graus de evolução, então podemos aplicar o conhecido na superficie do sistema celular para calcular a invisivel superficie do sistema gaáctico. E vice-versa, aplicamos o conhecido do inteiror galactico para calcular o interior invisivel da célula. Aplicamos o conhecido de um sobre o desconhecido do outro, obtemos a totalidade. Dádivas do relativismo alavancando o avançar da nossa inteligencia. Se estiver-mos enganados, iludidos, e o de cima não é igual ao de baixo, nãso importa, a inteligencia avancára do mesmo jeito pelo outro caminho que ela conhece: “trial and error”. Não se pode é cruzar os braços e ficar parado, desaminado pelos obstáculos, pois a Natureza continua sequindo em frente, o Sol e a Terra estão se transformando, ela atropela, passa por cima dos que ficarem parados no meio, como ela fêz com dinossauros que se acomodaram, estancaram sua evolução, como se tivessem instalado o seu Paraiso Eterno na Terra.

(Parei revisão aqui)

– minha mente sofreu um revertério com êsse impactante conflito entre tão extremas condições da vida humana e dêsse revertério resultou uma inédita visão do mundo, uma explicação para a existência das coisas neste Universo jamais imaginada ou publicada antes, a qual pode estar tôda errada, mas talvez seja a mais certa que existe à nossa disposição hoje. A selva é um inferno para o homem branco usuário do computador sob ar condicionado em New York, pois nela tudo te agride, desde os espinhos e as cobras traiçoeiras enroladas nêles, do piun e carapanãs que te sugam o sangue o tempo inteiro, ao calor escaldante misturado às chuvas que não param, assim a selva faz colapsar os dez ou quinze mil anos de cultura humana e conhecimentos acumulados num regresso nebuloso à sutuação do cérebro do primata ancestral, porem, o qual, tem um sexto sentido para interpretar a Natureza que o homem moderno desconhecia ( os modêlos sôbre sistemas naturais desta visão surgiam quando o corpo e a mente mais se encontrava sob a tortura e febre malárica, quando então parece que a mente regride tanto a ponto de se confundir com a biosfera, esta biosfera que na verdade foi a verdadeira produtora do atual cérebro humano) e os meus melhores insights que respondiam às grandes questões da existência foram obtidos na selva.Eu saí da selva com uma visão e uma meta e esta é a meta suprema deste blog: eu me tornei insensível à existência do meu corpo e da Humanidade e vejo sôbre a superficie do planeta apenas o que me interessa que é a existência das “mentes”. Restou de mim apenas uma mente cega e algemada num porão escuro do subconsciente, e cheguei à conclusão de que hoje existem 6 (seis) bilhões de mentes ou auto-consciencias ainda tão embrionárias que nem sequer abriram seus olhos para verem seus próprios corpos, enclausuradas dentro de ovos denominados “cabeças humanas”, ovos estes que foram botados fora por um criador ou ao acaso pela sôpa primeval tal como os répteis abandonam a prole à propria sorte, mentes conscientes que vivem isoladas numa tremenda solidão, sem poderem ver-se e tocarem-se umas às outras, e em meio a uma placenta inóspita cheia de predadores contituida pela totalidade dêste mundo externo… eis em que consiste a existência humana, a tragédia humana. Então como conclusão óbvia eu e você enquanto “consciências” temos que lutar com tôdas as nossas energias e potencialidades para demolir as paredes ( to be like Pink Floyd, a dreamer pacifist working for to broken the wall), estas paredes craneanas que separam estas seis bilhões de criaturas da nossa espécie de transcendente irmandade, mas ao mesmo tempo lembrar a todas que somos ovos botados fora sem deuses protetores e providenciais e portanto quando ver-mos a casca do nosso ovo quebrada e sair-mos para fora que o façamos de braços abertos para nos acolher-mos e juntos suprir-mos as tarefas dos projenitores que nos faltaram e juntos transformar-mos êste mundo para algo que realmente nos confira uma dignidade existencial. Enquanto corpos físicos somos DNA, nós somos em ess6encia corporal seis bilões de cópias com algum detalhe diferenciador entre si, mas êsse DNA físico e visivel é uma espécie de hardware. O espirito da selva me leva a perceber que o código de instruções que existe por traz do DNA como algo abstrato, invisivel e não-palpavel, mas em paralelo com as duas hastes e as quatro bases variaveis, se constitui numa fórmula universal que pode ser vista e entendida quando a representamos como um diagrama de um software… e assim surge a Matriz/DNA Universal, a qual faz uma tremenda reviravolta em nossos pensamentos e revira tudo o que pensávamos que sabíamos para ressurgir do outro lado com uma nova e surpreendente interpretação do mundo.

INTRODUÇÃO À COSMOVISÃO DA MATRIZ/DNA UNIVERSAL


. Assim como todos os seres vivos possuem em comum uma fórmula natural – denominada DNA – assim também todos os sistemas naturais – de sistemas atômicos a astronomicos – possuem em comum uma fórmula natural, aqui denominada “Matriz/DNA Universal”. Conhecer a imagem e funcionalidade da Matriz é entender tudo o que existe de material neste Universo observável.

. Existem duas crenças, e você deve ter uma delas: ou a Vida foi criada num dia por um Deus Mágico, ou foi criada em milhões de anos pela matéria e forças naturais deste planeta.

. Eu tenho uma terceira crença: todas as principais sete propriedades que definem a Vida já existia em formas brutas e latentes nos sistemas naturais antes da origem da Vida, de maneira que átomos e galáxias já possuem principios e forças brutas da sexualidade, da digestão, da auto-reprodução, dos metabolismos, dos ciclos vitais e até mesmo da auto-organização em unidades familiares, nos aspectos eletro-magnéticos e mecânicos. Com essa crença montei o quebra-cabeças do mundo reorganizando todas as peças e descobri uma nova cosmovisão que fornece respostas unicas e jamais imaginadas para todos os fenômenos naturais e o mundo bate que é uma maravilha.

A nova crença surgiu quando tive necessidade de encontrar um significado para a existência e alguma motivação intelectual para continuar lutando para sobreviver, coisas que as vossas duas crenças não me forneciam. Isolei-me numa área nunca antes visitada e alterada pelo homem brancoim na selva amazônica por suspeitar que as coisas ali ainda eram testemunhas dos eventos nas origens da Vida e observando a totalidade da biosfera mais o contexto astronomico em que ela existe procurei identificar todos os elementos naturais visiveis a olho nu, mais o microscópio e o telescópio, discernir os canais de inter-relações entre estes elementos no espaço e no tempo para daí isolar, identificar e definir os sistemas naturais que se constituem nas unidades fundamentais que compõem o todo.

. Mas os sistemas identificados não se conectavam claramente nem em termos de tempo nem de espaço, quando então resolví aplicar as variaveis da teoria da evolução darwiniana para tentar descobrir as conexões no tempo entre sistemas atomicos, astronomicos e biológicos ou vivos. Assim como na teoria da evolução existem os buracos pela falta dos elos, no meu estudo buscando um entendimento macro-evolutivo universal existiam buracos a serem preenchidos por sistemas desconhecidos e tive a idéia de aplicar o velho e antigo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, quando então surgiram os retratos falados ou projetados de sistemas desconhecidos que seriam necessärios existirem para preencherem aquelas falhas. Ou então os modelos teóricos de atomos e astronomicos que temos estariam errados ou incompletos.

. Foi quando resolví refazer estes modelos de maneira que efetivamente produzissem o que meus olhos veem como produzidos e reais existentes hoje, que uma nova luz se fez e nasceu essa cosmovisão: as falhas foram preenchidos da maneira que exige a lógica formal do pensamento racionalista, ou seja, uma unica cadeia de causas e efeitos sob um unico e mesmo conjunto de regras ou leis naturais universais fêz com que o Big Bang se tornasse a Big Fecundação e se conectasse numa unica e mesma linha lógica de raciocinio, ao homem.

. O Universo material e o Homem, para mim, estava definitivamente explicado, não existe mais mistério. As questões não respondidas sobre a existencia agora se lançam além das ultimas fronteiras do que é possivel sentir e observar como realidade. As abstrações como a mente humana, como a essencia da informaçào natural e como sobre o que existia ou existe alem deste universo observavel, seja natural, supernatural ou outra coisa inimaginavel, continuam sem respostas, porém, as novas respostas ofertadas pela nova cosmovisão me supriram com aquela necessidade de encontrar uma motivação intelectual para continuar vivo e com energia animada, pois agora tenho uma causa para lutar e muito trabalho a fazer: a  auto-consciencia humana, a mente coletiva da humanidade,  que nesta época obedece a primeira faze reprodutiva das espécies (a fase dos ovos botados fora e a prole abandonada à própria sorte) precisa ser delicadamente cuidada e nutrida para que sobreviva e alcance a segunda fase, quando então a natureza daquilo que a gerou, seja lá o for, a re-assumirá e a existencia plena se garantirá, pois isto tem sempre ocorrido com todas as espécies. Neste momento esta prole abandonada que somos nós, os humanos, corremos o risco de sermos destruídos pelos predadores no caminho, dentre eles o Admiravel Mundo Novo e o Grande Irmão. A crença em tudo isto, a sensacão de que já estamos caindo nas malhas destes predadores, me faz sair da selva e retornar como um guerreiro convocando os meus semelhantes para uma batalha bradando “Independencia da Mente ou Morte!”

Para isso aqui está um web-site e estará um livro enquanto continua a militancia.

Eu conheço muito das linhas gerais dos modelos teóricos e fundamentos psicológicos das duas crenças existentes. Ninguém mais conhece os modelos teóricos e as experiencias vividas que fundamentaram a minha psicologia, pois nenhum filósofo naturalista conhecido, alem de mim e Charles Darwin abandonaram os bancos e os mestres da universidade para se embrenhaem no inferno da selva e estudar ao relento as lições puras da mestra Natureza. Darwin estudou a micro-evolução concentrando-se nos micros detalhes da biosfera terrestre, eu me apoiei inicialmente no que ele já tinha obtido para estudar horizontes mais amplos e investigar a macro-evolução. Os resultados podem estarem todos errados, mas o fato de que resistem aos testes a já cerca de 30 anos, fazendo face a todas as descobertas de novos dados divulgados e que chegaram ao meu conhecimento, além de ter revelado uma espetacular capacidade de previsão, somado ao fato de que ninguém testou e apresentou algum dado real que contradiga os modelos, sugerem que, ao individuo racionalista, lógico naturalmente, não resta outra alternativa sensata senão observar, meditar e testar os modelos que aqui serão apresentados. Teorias e hipóteses não se combatem com outras teorias e hipóteses mas apenas com fatos reais cuja existência produzam inevitavelmente comum acordo. Nossa militancia não visa impor uma nova crença pois tenho consciencia que sou um cego neste complexo mundo e meus fundamentos morais me exigem que não assuma a responsabilidade de guiar a vida de outros cegos como eu. Pois essa nova cosmovisão revoluciona o pensamento, re-conecta os neuronios no cerebro de uma diferente maneira e passa a guiar nossa existência por um novo caminho. Muita responsabilidade, portanto. Que esta nova aposta do livre-pensamento não se torne uma nova doutrina, nem seja utilizada por interesses particulares politicos ou economicos de pessoas ou grupos. Nossa militancia por ora portanto se resume à discussão e teste destes modelos teóricos.

INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CÓSMICO HUMANO

. O DNA é apenas uma das formas da Matriz, uma forma referente ao atual estágio evolucionário do Universo aqui e agora onde existimos. Ele é construído com unidades fundamentais, tijolinhos básicos, building blocks, denominados “nucleotideo”, e agora estamos descobrindo que a imagem e funcionalidade de um nucleotideo são exatamente iguais à imagem e à funcionalidade dos building blocks dos sistemas astronomicos, desde sistemas estelares a sistemas galácticos, e mais, estudos avançados estão encontrando esta mesma imagem e funcionalidade como building block de átomos e vórtices quanticos. Isto significa muita coisa, uma verdadeira revolução jamais imaginada antes em tempo algum por povo algum, e dentre estas novidades vem os elos entre a Evolução Cosmológica e a Evolução Biológica indicando que a Evolução tal como vista atuando sobre seres vivos existe mais enriquecida em mecanismos, processos e variáveis, atuando a nivel universal, e significa ainda que estamos diretamente ligados não apenas ao Cosmos observável e pós-Big Bang, mas também ao sistema – seja lá o que tenha sido – que gerou este universo material, e esta unidade que nos liga a tudo isso nos leva a descobrir a existência de um Código Cósmico Humano.

INTRODUÇÃO À TEORIA DA MACRO-EVOLUÇÃO UNIVERSAL

. Descobrindo-se a existência de elos entre a Evolução Cosmógica e a Evolução Biológica uma atordoante e verdadeira reviravolta em nossos conhecimentos e pensamentos ocorre. A Teoria da Evolução de Darwin passa a ser umna pequena e incompleta descrição do verdadeiro fenômeno da Evolução – Darwin teria descoberto e estudado a micro-evolução a nivel biosférico, a qual é apenas um evenbto ciclico que compõe um processo muito maior – e as tres variaveis ou postulados universais da teoria darwiniana (VSI: Variação, Seleção Natural e Hereditariedade) ganha mais quatro variáveis ou postulados universais, os quais produzem espetaculares mecanismos que nos eram ainda desconhecidos, tais como a entropia termodinâmica produzindo a reversão do tempo e contração do espaço no que denominamos “nanotecnologia natural”.

INTRODUÇÃO AO RACIONALISMO MATRICIAL E SEUS MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO

. O primeiro ser vivo, real e completo, a sair se arrastando na superficie deste planeta, foi um sistema, e não uma parte de sistema ou um objeto simples, massificado, isolado. Além disso esse sistema se transferiu à sua frente pelo processo genético. Portanto – digam o que quiserem, se existia um Deus aqui fazendo isto ou se foi tudo obra do acaso, etc. – não importa, o que interessa é que. racionalmente, lógicamente, dando-se um passo atrás, temos que concordar que seja o que o tenha produzido, tem que ter sido um “sistema”, e um sistema “natural”, e o fez por um processo “genético”. Esta “crença”, esta “ideologia”, de que antes das origens da Vida na Terra, existiu, ou existe ainda, um sistema natural, não-vivo ou semi-vivo, não-biológico ou semi-biológico, e portador dos mecanismos da genética, mecanizada ou biológica, foi e continua sendo por mim indiscutível, e como tal foi a base inspiradora para os métodos de investigação escolhidos e para o campo de observação preferido (a selva amazônica nos seus nichos intocados pela presença transformadora e alteradora do homem). Esta “crença” é indiscutível porque se baseia em outra “crença”: a de que a Razão Humana, a mente humana, é produto da evolução natural, e quando limpida de fantasias e misticismos, quando indelevelmente pura e materialista, está genuinamente sintonizada com a Natureza da qual ela foi gerada e na qual ela existe, e portanto é o unico fenômeno existente à nossa disposição ao qual podemos confiar como mestra orientadora em nossa busca e formação intelectual. Esta “crença” pode ser um equivoco, pode se revelar inapta na tradução da Natureza quando nossos sentidos conseguirem captar maiores faixas de ondas nos espectros e maiores naturais, mas ela é uma aposta fatal, de vida ou morte, na busca da independencia e liberdade,  uma escolha, e se revelar-se inapropriada, simplesmente aceito minha derrota, ponho tudo isso no lixo, peço desculpas por ter prejudicado o tempo e gasto energia da humanidade, e saio definitivamente da existência.

INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO MATRICIAL EVOLUCIONISTA

Observamos a existência do fenômeno da evolução, primeiramente e numa unica ocorrencia: o desenvolvimento embrionário intra-uterino de um óvulo fecundado. Ali temos nua e crua a realidade de que existe um processo onde o extremamente simples se transforma paulatinamente no sentido de se tornar o mais complexo possível. Como e porque a matéria bruta simplesmente constituída de minusculos seres sem qualquer inteligencia denominados átomos e suas particulas produzem aquele espetacular fenômeno foi o centro de minhas atenções, nos primeiros anos de vida. Entendí que o desenvolvimento de um embrião é um processo de expansão de uma certa porção de matéria pela absorção de mais matéria adjacente que se encontra dispersa como massa e/ou organizada em sistemas mais simples, como os minerais e compostos orgânicos. Mas este processo de “complexificação” era conduzido por forças invisiveis mas compreensivelmente existentes naquela porção de matéria: forças naturais dirigidas por um composto material complexo denominado DNA o qual portava um código de instruções, o qual tinha vindo de um corpo existente além do óvulo. Por otro lado a observação meticulosa da história biológica e do atual estado de coisas na biosfera com sua inter-relações entre seus componentes também indicava que o todo externo parecia obedecer ao mesmo processo observado no interior ovular, e por isso optamos por aceitar a teoria da evolução por Darwin. A seguir, a observação de que a evolução embrionaria podia ser re-calculada ao reverso quando, a partir de um embrião maduro em expansão retornavamos no tempo e chegávamos a um ponto deflagrador inicial – o momento da fecundação – me conduziu a aceitar este outro fenomeno processual natural e com isso a preferir a teoria do Big Bang Universal, a qual, se baseia na observação de que o Universo se encontra sob expansão e existe uma onda de ressonancia cósmica provavelmente oriunda de um instante degflagrador. Assim, escolhendo como guias de pistas a procurar na investigação, apenas aquelas idéias que possuam um parametro natural real e observavel, chegamos à opção como método ideal, o da “anatomia comparada”. Porque? Porque isolando uma blastula, isolando por outro lado um embrião, estudando detalhadamente o processo evolucionario entre os dois, tendo certeza absoluta que a blastula é o passado indiscutivel do embrião, comparando exaustivamente suas duas anatomias, incluindo os building blocks celulares comuns aos dois objetos, é possivel calcular e projetar a imagem do elo evolucionario entre os dois, com pequena margem de erros: a imagem e funcionalidade do feto. Daí a automática e inevitável racionalista suspeita de que o elo entre a Evolução Cosmológica (ou seja, o ultimo sistema natural mais evoluido existente momentos antes das origens do primeiro sistema biológico) e a Evolução Biolóvcgia ( ou seja, o primeiro sistema natural que inaugurou a era dos sistemas biológicos) poderia ser calculado e previsto pelo método da anatomia comparada entre um sistema não-vivo e um sistema vivo. Estem elo teria que ser aquele corpo excistente além do óvulo na evolução embrionária, aquele corpo que contem o óvulo, que contem e transmite um código de instruções e pelo processo embrionärio, pois no estudo do estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás, do estasdo dos átomos e suas simples organizações componentes da matéria burra de um pequeno planeta perdido na imensidão cósmnica nada indicava que aqui excistia algum elemento capaz de inventar, de criar, fenômenos como evolução, genética, código de instruções. Aquele elo tinha que existir e como corpo do pai e mãe do primeiro ser vivo, da primeira célila completa que aqui apareceu. Eu tinha que me agarrar de unhas e dentes ao metodo da anatomia comparada e ao estudo de campo na natureza virgem, selvagem, unica testemunha ainda intacta das origens da vida, no coração da selva amazonica, como uma questão de liberdade ou morte de minha existencia mental.