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Coluna Vertebral: Desvendando Suas Origens, Procedências e Evolução, pela Matrix/DNA

domingo, janeiro 13th, 2013

É incrível como a Natureza trabalha! Ela construiu na Terra corpos materiais que se movem, se torcem, se contorcem, ou seja, são “flexíveis”, tendo naquela época das origens da Vida apenas corpos rígidos como as rochas, grãos de areia, e fluídos/gazes movidos por fôrças externas, como as águas dos rios, dos oceanos, os ventos na atmosfera.

( Pesquisa inspirada na leitura do artigo:

The mystery of symmetry is revealed

http://phys.org/news185804410.html

Dentro da Matrix/DNA êste autor meio-maluco (já sei, já sei… quem me conhece já murmurou: “Meio maluco?! Que piada! Você é doido por inteiro!”) vive batendo o ôlho nas coisas e se perguntando: “Por que?! Como? De onde veio? Tem sentido? Qual?”  Mas as respostas que encontro são sempre dentro de uma unica linha de raciocinio, formada por uma crença não muito racional: a de que tudo o que existe foi produzido por uma longa cadeia de causas e efeitos que vem evoluindo desde o Big Bang. Mas o leitor não deve “acreditar” nas respostas que encontro, eu mesmo não “acredito” nelas, pois nem mesmo o Big Bang está comprovado. Mas desde que nascí meus cinco sentidos tem percebido um mundo exterior/interior e o resultado de tôdas estas experiencias estão dentro de uma unica linha de causas e efeitos… por isso elegí esta hipótese como a mais aconselhável mestra fornecedora de respostas.

Então me pergunto: “Raios! Só tinha coisas auto-imóveis, não havia nada sólido que fôsse flexível ( quando um terremoto mexe com uma porção continental êle não torce e distorce o continente, êle quebra-o, certo?). Pelo que sei até agora, apenas quando começou a surgir a matéria na sua forma organica ( moléculas?) e depois com os sistemas biológicos, é que o fenômeno da “flexibilidade” e do auto-movimento de corpos surgiu nêste mundo. Certo? E isto não faz sentido! Por que a longa cadeia de causas e efeitos começou a produzir coisas flexíveis e auto-moventes? De onde ela tirou fôrças e elementos e métodos para fazer isso?!

Já disse alguem que o inferno mental elétrico ( não o inferno de fogo para pecadores da carne) existe para quem faz êstes tipos de perguntas e quer respostas. Mas parece que sou sádico porque teimo em viver nêste tipo de inferno. Nêle tenho encontrado muitos prazeres, os maiores. Por exemplo: “Você já notou que o conjunto formado pelo esqueleto do crâneo mais o seu “rabo” formado pela coluna vertebral, tem exatamente a imagem de um espermatozóide, e ainda, a imagem de um cometa? Acho que não, eu nunca ouví isso sair da bôca de outra pessoa senão da minha, e tenha alguma utilidade ou não, foi apenas nêsse inferno que pude sentir um arrepio gosotoso me subindo pela coluna quando percebí essa repetição de padrões devido às minhas perguntas. Pois naquêle momento um quadro todo, maravilhoso, se desenhou aos meus olhos, e moveu-se como um filme, e pulei do assento murmurando uma frase: “Caramba! A Natureza está gerando a auto-consciência humana dentro do cérebro  pelo mesmo processo reprodutivo sexual que ela fêz galáxias e seres vivos! O craneo é o óvulo, a coluna é o rabo do espermatozóide que está lá dentro, fecundando o óvulo!”…  Coisa de filósofos…, loucos?

Eu acho que a base de tudo já existia na longa cadeia: é a luz natural, propagada na forma de ondas, onde a gente pode ver, na tela de um computador, como as ondas representadas se torcem, distorcem, e seguem em movimento como se fôsse por conta própria. Ultimamente tenho dedicado horas a fio e capitulos aqui vão se acumulando sôbre minha curiosidade pela luz, principalmente depois que a Matrix me levou a suspeitar que a luz possue o código que imprime vida à matéria inerte. Mas aqui vamos questionar a coluna vertebral, um aspecto do tôpo do edificio evolutionario, e não dos seus alicerces, onde jaz a luz. Mas então já estaria respondida uma parte da questão, o “qual a raiz primeira, de onde veio, a fôrça quer a Natureza usou para produzir corpos materiais flexíveis e auto-moventes. E a base dessa flexibilidade está na coluna vertebral e os musculos que a compõem estão na base do auto-movimento.

Mas a natureza tinha milhares de alternativas, opções, para conseguir tais efeitos. Podia ter feito molas, molejos, como nos carros, ou bolsas de ar dentro de tubos como nos trens, etc. Podia ter inventado o auto-movimento à lá Michael Jackson, onde tudo se moveria linearmente e por impulsos, dançando como robots. Podia ter feito corpos com movimento continuo como as aguas do rio, de maneira que, mesmo dormindo, meu corpo ficasse serpenteando na cama ( horizontalmente, bem entendido: não confunda as coisas!). Mas ela foi gulosa, quis tudo, escolheu um tipo de estrutura flexível que permitisse todos os tipos de movimentos que o ambiente exterior permita.

A coluna vertebral é uma obra de engenharia fantástica, apesar de que um engenheiro humano hoje, conhecendo muito da Natureza, inclusive sôbre a estrutura da coluna vertebral, podia dar uns bons retoques e melhorar alguma coisa. Todo mundo conhece as dores de coluna, e como ela pode quebrar fácil. Talvez a evolução ainda providencie estas melhorias. Mais fantástico ainda se torna se sentar-mos numa poltrona e assistir de camarote um filme sôbre o trabalho esmeiroso e artistico da Natureza que durou milhões de anos para fazer a coluna que temos hoje, a partir de átomos da Terra, que estavam incrustrados em rochas, na água, nos gazes dos ventos! Por que, para que, e como Ela fêz isso?! Por acaso a natureza é mágica?

Você quer me deixar realmente louco pelo resto da vida? Me ponha de quarda-pó branco sentado na frente de uma banca de laboratório, encima da mesa ponha pedaços de rochas, areia, terra vermelha, uma tigela com água, e diga: “Só vai se levantar daí quando tiveres uma coluna vertebral pronta! Se a Natureza fêz isso, você tambem pode fazer!”

– “No problem! Que côr você quer que eu pinto ela quando estiver pronta?” – respondo da bôca prá fora enquanto lá dentro estou pensando: “…ai…, ai…, tô ferrado!”

Mesmo que eu conseguisse fazer o esqueleto de osso na forma da coluna vertebral quando já estivesse gagá com mais de cem anos curvado ainda no balcão pelo pêso da barba branca,  aquilo não chegaria nem perto da coluna verdadeira. O esqueleto é nada sem os vasos capilares, os musculos, o tubo neural, as suas células vivas… Desisto! Me submeto e me ajoelho perante a Natureza porque existe algo muito misterioso e majestoso nela, que parece vir do alem da matéria e do natural. mas não paro minha busca. Ultimamente tenho suspeitado que essa fonte misteriosa é a fonte daquela luz natural que mencionei acima, apesar que não faço a minima idéia do que ela seja.

Talvez a fonte misteriosa seja um gigantesco vórtice turbilhonar movido por uma auto-consciência infinita e… espera aí…!

– “Pare de pensar abrobrinhas e volte para o tema dêste artigo! ”

Ok…ok… Então para começar vamos recapitular alguns assuntos básicos sôbre o que é coluna vertebral… para nós finalmente descrever aqui o filme da fantástica história de como a Natureza  trabalhou para produzi-la a partir de uma simples sôpa promordial.

( A educação escolar é feita por definições acadêmicas que reprovo, pois acho que quem as elaborou estava sentado sob ar condicionado e com a cabeça nas nuvens, sem se concentrar no objeto real que estava definindo, e isto é terrível causa de tortura dos estudantes, alem de tambem desviá-los da realidade.  Tente você – que deve ser leigo como eu no jargão acadêmico apesar de ter decorado-os na escola primária – entender o que é e como é essa estrutura denominada coluna vertebral apenas lendo o texto na Wikipedia, e pior, imagine-se no lugar da criança-estudante! Pior ainda é que sempre os textos em Português são incompletos e de qualidade muito inferior do que os mesmos textos em Inglês. Mas… vamos lá…)

WIKIPEDIA:

A coluna vertebral é uma parte da estrutura corporal dos vertebrados, caracteriza os animais do grupo dos vertebrados (do latim vertebratus, com vértebras) e estes constituem um subfilo de animais cordados, compreendendo os ágnatos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, pois como explicado: Caracterizam-se pela presença de coluna vertebral segmentada e de crânio que lhes protege o cérebro.

O que você entendeu disto? Precisava ter aí palavras como “subfilo, cordado, ágnatos,  segmentada”?! E para que dizer “crânio que lhes protege o cérebro”? O que tem isso a ver com coluna vertebral?! Tudo errado! Tudo feito por sádicos que têm prazer em torturar crianças e o publico leigo. Pobres estudantes!

Sabe de uma coisa? Vou largar a ciência acadêmica oficial de lado e vou me enveredar pela anarquia da minha realidade carnal nesta biosfera anarquica. Senão não vou estar falando naturalmente da Natureza.

A coluna vertebral é uma pilha de unidades ósseas denominadas vertebras que são unidas por filamentos denominados “musculos”. O primeiro ser vivo era uma célula e não vemos na célula a presença e origens de algo parecido com coluna vertebral. A não ser que o reticulo endoplasmatico já lembra uma estrutura para suportar a integridade de um sistema e lembra a posterior evolução das costelas protegendo os órgãos internos. É curioso como a Natureza resolveu isso, quando começou a multiplicar a célula original e  a manter cópias unidas e depois começou a fazer esse conjunto composto de cópias a se tornar uma espécie de célula maior, repetindo todas suas organelas, no que se tornaram os organismos, ou seja, seres multicelulares. Era preciso ter uma estrutura interna fazendo a função de “eixo”. Vejamos o que é eixo, para que servem:

Dentro da linha ou lógica cosmovisionaria evolucionista da Matrix/DNA, as coisas começam como simples vórtices, êstes emitem ondas de luz que podem derivar para outras ondas. Da luz se derivam os sistemas eletro-magnéticos, dêstes se derivam os sistemas mecânicos, dêstes vem os biológicos, dêstes vem os “conscientes”. Então o fenômeno eixo tambem. E o que temos de “eixo” em têrmos de luz ainda é muito pouco. Tem algo sôbre “eixo óptico”.

WIKIPEDIA:  An optical axis is a line along which there is some degree of rotational symmetry in an optical system such as a camera lens or microscope. The optical axis is an imaginary line that defines the path along which light propagates through the system. For a system composed of simple lenses and mirrors, the axis passes through the center of curvature of each surface, and coincides with the axis of rotational symmetry. The optical axis is often coincident with the system’s mechanical axis, but not always, as in the case of off-axis optical systems.

Eixo óptico é a linha vermelha. Optical axis (coincides with red ray) and rays symmetrical to optical axis (pair of blue and pair of green rays) propagating through different lenses.

Eixo óptico é a linha vermelha. Optical axis (coincides with red ray) and rays symmetrical to optical axis (pair of blue and pair of green rays) propagating through different lenses.

Estamos vendo aí, nessa linha vermelha, os principios de onde se desenvolveu a coluna vertebral. Mas esta é imagem de um raio de luz emitido artificialmente e dirigido por humanos. Na verdade, naturalmente êle é representado como na figura abaixo:

Light - The Electromagnetic Spectrum as the Template of Vital Cycles, by Matrix/DNA

Light - The Electromagnetic Spectrum as the Template of Vital Cycles, by Matrix/DNA

Baseado nêste template, vamos supor que a coluna vertebral é uma estrutura óssea que se construiu dirigida e assentada n6este template, sendo que onde a luz começa, como “gamma-ray”, se assenta a região “cervical” e depois continua como na figura abaixo, até que o final da coluna represente o final do raio, na região do “radio”:

Coluna vertebral divisão por regiões

Coluna vertebral divisão por regiões

Claro que longa pesquisa deverá ser feita comparando o electromagnetico espectro com a estrutura da coluna vertebral, mas por ora vamos pular esta parte. Precisamos ver tambem como a luz iniciou aqui nos cristais, Googlando o titulo ” Optic axis of a crystal “. Vejamos apenas algo da posterior evolução vinda da luz, na forma de estrutura mecânica, que suporta sistemas astronomicos:

Astronomia: Translação e Rotação da Terra Calculadas na Hipótese de ondas Electromagnéticas entre Sol e Terra. Pela Matrix/DNA

domingo, janeiro 13th, 2013
Astronomia - Translação e Rotação - An example of rotation. Each part of the worm drive—both the worm and the worm gear—is rotating on its own axis.

Astronomia - Translação e Rotação - An example of rotation. Each part of the worm drive—both the worm and the worm gear—is rotating on its own axis.

Astronomia: Órbita da Terra - The axis of a planet remains oriented in the same direction with reference to the background stars regardless of where it is in its orbit.

Astronomia: Órbita da Terra - The axis of a planet remains oriented in the same direction with reference to the background stars regardless of where it is in its orbit.

Temos aqui nesta figura como funciona a interação entre o planeta e estrêla, num sistema astronomico e apenas no seu aspecto mecânico. Na figura acima temos os movimentos de translação e rotação imitados mecânicamente pelo Homem. Mas deve existir o aspecto mais profundo nessa interação entre planeta e estrêla, na dimensão das ondas de luz. Deve haver uma emissão de ondas pela estrêla que se propagam com dimensões fixas de maneira que nesta linha onde a Terra orbíta deve estar uma das faixas de onda. E o nucleo da Terra, como sendo um germe de estrêla, tambem deve emitir suas ondas. O encontro entre as ondas da estrêla e as ondas do planeta serão o escopo de estudo nêste capítulo.