Archive for abril, 2013

Estamos sendo desviados da Verdade pela Ciencia Oficial? Ou nao? Deepak Choprah &x Matrix/DNA &x Ciencia Oficial

terça-feira, abril 30th, 2013

( Atencao: Texto ainda em desenvolvimento, faltando fazer a correcao ortografica e incompleto. No entanto, qualquer comentario sera bem-vindo)

Deepak Choprah, no seu militantismo ferrenho pela fe em que tudo foi criado e continua sendo baseado numa consciencia cosmica que ocupa o todo, tem enfrentado e desafiado os cientistas e ateus com constancia. Mas ele nao ev um desses evangelicos ignorantes da Ciencia que leem um livro so (a Biblia), pois ev admiravel como ele acompanha e fala com conhecimento da Teoria Quantica, pois acredita que no nivel quantico estao as provas para sua fe.

Para quem nao sabe muito de seu trabalho pode melhor ter uma ideia no seu blog no Huffington Post, aqui:

http://www.huffingtonpost.com/deepak-chopra/

Em cuja introducao se le:

DEEPAK CHOPRA is the author of God: A Story of Revelation and more than sixty books translated into over thirty-five languages, including other numerous New York Times bestsellers in both the fiction and nonfiction categories. He is founder of The Chopra Foundation. Time magazine heralds Deepak Chopra as one of the top 100 heroes and icons of the century and credits him as “the poet-prophet of alternative medicine.”

Eu tenho acompanhado na medida do possivel seu trabalho porque alem dele ser um aliado da minha suspeita de que a Ciencia Oficial nao fornece dados suficientes para nos acreditarmos na visao de mundo que ela esta sugerindo, ele esta lidando com um assunto que nos interessa sobremaneira, que ev a “consciencia”. Mas de seu trabalho tenho sempre que estar separando o joio do trigo, o que ev util do que ev mera teoria infundada, pois acho absurdo alguem ter fe em algo que nao existe provas conhecidas por todos e comprovadas para tal. Na minha interpretacao particular da  formula da Matrix/DNA deduzo que ela esta sugerindo que o sistema desconhecido que gerou este Universo perceptivel aos nossos sentidos atuais tinha auto-consciencia, porque ela sugere que esse Universo ev uma especie de estrutura onde esta ocorrendo um processo de reproducao do sistema que o criou, e desde que aqui surgiu este fenomeno da consciencia, isto significa que tambem ela faz parte do processo da reproducao. Mas eu nunca transformo o que penso ver na formula em fe, cetico que sou. Alem disso, a observacao do real estado dessa consciencia que desponta no humano, sendo torturada por sofrimentos, estracalhada por tragedias e predadores, me afugenta da crenca de Choprah de que haja alguma consciencia cosmica aqui presente assistindo essa consciencia humana que seria agora, ou uma especie de genes de substancia consciente dividida entre sete bilhoes de humanos e talvez provavelmente muitas outras existindo pelo universo afora, ou uma especie de bebe recem-nascido que nem sequer abriu seus olhos para ver seu proprio corpo e as coisas na dimensao de sua existencia. Portanto, eu e Choprah estamos numa militancia em que as vezes nos alinhamos e outras vezes entramos em conflito, atenuado porque nenhum de nos ev dado a desrespeito por ideias ou a agressividade animalesca.

Aconteceu entao que me deparo agora com este trecho de Choprah:

” I held that modern science, although a great thing, makes the mistake of separating the observer and the observed. By positing a universe “out there” that can be measured at a safe distance, physics overlooks the obvious fact that we ourselves are part of the universe; in fact, we are an activity that cannot be separated from the total activity of the universe. This is by no means an outrageous claim. The eminent physicist John Wheeler argued passionately for a participatory universe, and the necessary link between observer and observed is part of the Copenhagen Interpretation of quantum mechanics.”

A Ciencia em si, como entidade de per se, nao separa nada de nada. essa separacao se da no ambito das teorias elaboradas por amantes da Ciencia. Esta certo que estas teorias separatorias retornam sobre a Ciencia quando dirige seus proximos passos escolhendo os caminhos das proximas investigacoes, e com isso pode desencaminhar a atividade cientifica do todo, da Verdade. Choprah se rebela contra teorias e erra quando ataca a Ciencia. E esta rebeldia se da devido essas teorias prejudicarem a divulgacao e tentativas de persuasao do publico pela sua teoria/fe particular.

Mas isto me lembra uma maxima que tenho procurado respeitar sempre: o teorema de Godel que conclue – ” Ninguem pode conhecer a verdade de um sistema estando apenas dentro dele.”

E nos estamos dentro do Universo, seja este um sistema funcional, ou uma mera massa de galaxias, ou um ovo cosmico, ou o conjunto de fosseis dos nossos ancestrais. Isto nos desaconselha a abracarmos qualquer tipo de fe, mas ao mesmo tempo nos impulsiona a continuar a busca de mais ciencia e tecnologia para ver se podemos atravessar as ultimas fronteiras deste Universo e observa-lo do lado de fora. Pois esta seria a unica alternativa que poderia satisfazer nosso intelecto necessitado de uma resposta existencial. Portanto, isto me faz deduzir que tanto Choprah quanto seus adversarios de teoria estao errados quando se tornam fundamentalistas, mas ev salutar quando debatem duas teorias.

Nos estamos dentro do Universo, como partes individualizadas com personalidades proprias, mas basta me dar uma olhada na formula da Matrix/DNA sobre o que ev um sistema para perceber que nenhuma parte pode ter visao do todo, nao pode adivinhar qual ev a personalidade, a intencao, do sistema total. E pela formula se deduz que sempre a intencao de cada parte ev diferente da intencao do sistema, haja visto que o sistema escraviza suas partes. A nao ser quando o sistema ev rico e poderoso que pode fornecer boa vida a todas suas partes, quando entao o egoismo do sistema mais o egoismo de cada parte se somam e se identificam, fazendo que cada parte egoista que tinha intencao privada, a esqueca, se auto-mutile inconscientemente e se torne altruista em relacao ao sistema. Ev o que acontecera com a humanidade se formos no caminho do Admiravel Mundo Novo de Huxley, dominado pelo Big Brother de Orwell.

Mas Choprah se alinha com minha ideia de que os Fisicos erram quando erigem sua visao de mundo alicercada no que se obtem de dados auferidos do macrocosmo e do microcosmo. De maneira nenhuma estes dados inseridos numa simulacao computacional ou numa simulacao cerebral humana poderia apresentar um quadro final correspondente a Verdade. Porque a Ciencia, ela mesmo em si ev um sistema  E como tal, pode ser melhor entendida a partir da observacao do que ev um sistema, atraves da formula para sistemas naturais perfeitos. Assim deduzimos que a Ciencia se divide em partes e corre o risco de ser dominada pela intencao de uma das suas partes, como esta agora sendo dominada pela Fisica, enquanto a quimica, a biologia, a neurologia, etc., fica fora da participacao na montagem da visao do mundo. E apendemos tambem que a Ciencia como sistema esta sujeita ao processo do ciclo vital, ou seja, ela nasceu, esta crescendo, amadurecendo, e um dia vai morrer, provavelmente quando a especie humana se transformar e esta atual forma desaparecer. Tudo isso nos leva a sempre desconfiar tambem da Ciencia, como ja aprendemos a desconfiar das religioes e de qualquer ideologia.

Se os adeptos da Fisica estao separando o mundo externo do mundo interno humano indevidamente, e uma questao complexa para a qual ainda nao tenho dedicado muito tempo a pensar, mas a primeira vista parece que esta havendo sim, e isto seria errado. Isto poderia acontecer porque tambem o mundo interno humano ev um sistema em si, e como tal, pode estar sendo dominado pela intencao particular de uma de suas partes,a qual nao ev a intencao saudavel do todo. Basta lembrar que temos a impressao e isto tem sido muito divulgado, de que nossos pensamentos e preferencias tem sido dirigidos pela metade esquerda do cerebro enquanto a metade direita tem sido algemada.

Nos somos esqueleto mais a parte mole biologica da carne e substancias, mais essa coisa ainda indefinida que sao os pensamentos formando o que conhecemos como ” mente” . A fisica trata do esqueleto, e quando investiga o universo tambem trata do seu esqueleto, limitando-se a ele. Com a descoberta teorica da Matrix/DNA surgiu sua sugestao de que o mundo externo tambem deve ser constituido como ev o corpo humano, pelo simples fato que nao pode ter ocorrido criacao de novas informacoes na historia do corpo humano. Isto seria magica, criar algo do nada. Se isto for verdade, apenas a Fisica e os dados que ela fornece nunca sera suficiente para uma sensata visao do mundo. Esta faltandoa Biologia, a Quimica, a Neurologia, e ate a conscientologia de Choprah, se aventurarem tambem, como esta fazendo a Fisica, a elaborarem suas visoes do mundo. Ev possivel, e mais provavel, que o mundo externo seja composto de materia organizada tambem em niveis biologicos, neurologicos, e ate conscientologicos, e nao apenas em nivel ” esqueletologico”. Se o for, os recursos atuais do metodo cientifico a disposicao dos fisicos nao sera nunca capaz de captar estes niveis de organizacao da materia.

Choprah esta apelando para as sugestoes que se esta extraindo da nova area da quantica, porque uma destas informacoes ev que a mente humana interage e dirige o comportamento das particulas, os building blocos do universo. Aelem disso vem da quantica a informacao sobre entanglement onde tudo parece estar interligado e seria uma coisa so. Todas estas sugestoes sao convenientes para a fe de Choprah na ideia de que tudo se resume a uma consciencia cosmica. Mas acho que a atitude de manter a investigacao com a mente abera sem fe nenhuma e mais sensata.

 

Astronomia e Origens da Vida: Comentarios da Matrix/DNA no Artigo do Huffington Post

segunda-feira, abril 29th, 2013

http://www.huffingtonpost.com/seth-shostak/klingon-worlds_b_3163770.html?utm_hp_ref=science

Klingon Worlds

By Seth Shostak

Senior Astronomer, SETI Institute

TheMatrixDNA

2 seconds ago (10:30 PM)

This comment is pending approval and won’t be displayed until it is approved.

Different from panspermia and any other theory, the seeds of life is not produced locally by a favorable planet. The seeds are composed by bits-information of whole galaxies, it is the entire system that collapses into a seed, and spread it everywhere internally. That’s what is suggesting the Matrix/DNA Theory models showing a formula for galaxies that has the same configuration of nucleotides for RNA/DNA. If the theory is right, must have at least six different kinds of planets able to support six different kinds of “life”. Maybe things are more complex than we are supposing and maybe we are ignoring worlds that have weird kind of life. The differences among composition and shapes of “life” is due these seeds having the law of dominance and recessive applied to its six building blocks, being that each seed one is dominant. Ok.., just a suggestion from a humble theory…

O que são “auto-consciência” e “senciência” (auto-percepção e autonomia de reação) para a Matrix-DNA Theory:

domingo, abril 28th, 2013

Consciência humana é uma nova e ultima forma alcançada pelo sistema universal sob o processo do ciclo vital. Assim como um humano adolescente é uma nova e ultima forma alcançada por um corpo humano sob o processo do ciclo vital. Portanto, consciência humana é um sistema natural e uma forma temporária  provisoria, do sistema universal. Sistema universal é um único sistema que emergiu no Big Bang fragmentado em seus bits-informação, na forma de vórtices quânticos, evoluiu para sistema-partícula, sistema-átomo, sistema-estelar, sistema-galático, sistema-biológico e agora sistema-(sem-nome), cuja atual forma é a auto-consciência humana. Assim como um novo corpo-sistema humano surge no “big-bang” de um espermatozoide no centro de um ovulo, fragmentado em seus genes, evolui para sistema-morula, sistema-blástula e assim por diante ( este é o parâmetro real comprovado para embasar nossa teoria do sistema universal). Porem, outro aspecto do sistema universal é que ele é composto por software e hardware (emprestando-se estes nomes da ciência computacional). O aspecto software deriva da natureza como ondas do sistema universal, enquanto o aspecto hardware deriva de sua natureza como partícula. Portanto, o aspecto “sistema auto-consciência” é a contraparte software do aspecto “corpo humano”, o qual é a contraparte hardware. Estando sob o processo do ciclo vital, a forma atual do software, denominada “consciência” é uma forma subsequente a forma anterior denominada “senciência”. Em outras palavras, supondo-se que a forma consciência seja o estagio adolescente do software universal, a forma senciência seria o anterior estagio criança do software. Assim, a consciência possui senciência  mas senciência pode existir num estagio primitivo sem possuir consciência  Assim como um feto humano possui senciência mas ainda não possui consciência (este é o parâmetro . Finalizando, a historia universal do software pode ser sintetizada numa máxima  a alma dormia no átomo  sonhava na galaxia, começou a despertar no vegetal e se levantou no homem.” Mas deve ainda crescer e amadurecer na próxima forma que transcendera a forma humana.

How Consciousness Becomes the Physical Universe

domingo, abril 28th, 2013

http://journalofcosmology.com/Consciousness140.html 

  Journal of Cosmology, 2011, Vol. 14. – JournalofCosmology.com, 2011

( Copiado Aqui para Analise pela Matrix/DNA Theory)

 

Abstract

Issues related to consciousness in general and human mental processes in particular remain the most difficult problem in science. Progress has been made through the development of quantum theory, which, unlike classical physics, assigns a fundamental role to the act of observation. To arrive at the most critical aspects of consciousness, such as its characteristics and whether it plays an active role in the universe requires us to follow hopeful developments in the intersection of quantum theory, biology, neuroscience and the philosophy of mind. Developments in quantum theory aiming to unify all physical processes have opened the door to a profoundly new vision of the cosmos, where observer, observed, and the act of observation are interlocked. This hints at a science of wholeness, going beyond the purely physical emphasis of current science. Studying the universe as a mechanical conglomerate of parts will not solve the problem of consciousness, because in the quantum view, the parts cease to be measureable distinct entities. The interconnectedness of everything is particularly evident in the non-local interactions of the quantum universe. As such, the very large and the very small are also interconnected.

Consciousness and matter are not fundamentally distinct but rather are two complementary aspects of one reality, embracing the micro and macro worlds. This approach of starting from wholeness reveals a practical blueprint for addressing consciousness in more scientific terms.

Opinião da Matrix/DNA:

O valor deste artigo esta no interessante passeio pelas ultimas informações que vem das disciplinas estudando a Mecânica Quântica e estudiosos elaborando ou aprimorando teorias quanticas. Porem não se trata aqui de uma teoria, apenas uma hipótese  a afirmação do titulo de que o universo fisico seria produzido por uma consciencia existindo fora e alem do espaço tempo. O autor não demonstra como consciências criam objetos fisicos e aplica o método de primeiro ser imbuido de uma fé e depois vasculhar o mundo desesperadamente procurando fatos que se encaixem na sua fé ou a prove em definitivo. A dimensão quantica parece ser a ultima região onde tais crentes se encontram agora. Na Teoria da Matrix/DNA tambem esta existindo neste momento a suposição de que uma forma de consciencia teria existido antes do Big Bang, principalmente porque, supondo que este universo esta sendo o palco de um processo de reprodução genética do sistema ex-machine que o gerou, e sabendo-se que aqui emergiu o fenomeno da consciencia, deduz-se que esta seria reprodução de uma consciencia existente naquele sistema, ou melhor, cada ser humano portador de uma porção de consciencia é como um gene com a missão de construir um embrião universal que sera consciente. Mas como tal suposta extra-universal consciencia se encontra em distancias impossiveis de serem por nos alcançadas agora, suspendemos essa pesquisa em favor de pesquisas que forneçam resultados praticos uteis aqui e agora, apesar de que não nos passa despercebido a possibilidade de que exista alguma forma de comunicar nossos problemas a tal suposta consciencia  extra-machine. Afinal, todo embrião quando molestado chuta a barriga da mãe e ela o percebe.

( Apenas como curiosidade: Quando eu estava no inferno da selva sendo torturado principalmente pela malaria, como nada mais tinha a fazer, eu xingava alto Deus e o Diabo, dava chutes e socos no ar imaginando que estava chutando a barriga e o saco de Deus, pois ele seria o culpado deste mundo absurdo e de todos meus problemas. Foi então que me surgiu a ideia da formula da Matrix/DNA. Por brincadeira posso dizer que Deus ouviu meu choro e sentiu os chutes na barriga e me deu a formula para me calar a boca, assim como um medico administra remédios para uma mãe gravida tomar e consertar alguma coisa de errada com o embrião  Aduz-se a isto o fato que parece mesmo um milagre eu ter saído vivo da selva… e se eu fosse um cabeça mole teria me tornado um crente fundamentalista daqueles que enchem o saco. Como cético mas com a mania de cientista estou querendo testar aquela ocorrência procurando alguem que esteja revoltado com a vida para que chute e distribua socos no ar…)


1. Introduction

We realize that the title of our paper is provocative.

Matrix/DNA Theory: Provocative,,, é um grande erro inicial. Nesta área altamente teórica ainda nada deve ser afirmado por um racional naturalista, desde que nada pode ser mostrado in fato como evidencia e os fenômenos arrolados como evidencia estão sujeitos a humanas interpretações  Ao invés do titulo afirmar “Como auto-consciência se torna o Universo fisico”, deveria ser uma sugestão ou indagação, assim como a Teoria da Matrix/DNA faz questão de iniciar que é ainda apenas uma sugestão teórica. O fenomeno publicado mas desconhecido do publico em que cientistas afirmam que no nivel quantico o observador interage com particulas fisicas pelo mero ato da observação não autoriza ninguém a afirmar que esteja ocorrendo uma físico direta entre mente e materia fisica pois existem outras possibilidades de interpretação  como a de que o observador ou seus olhos emite um campo eletromagnetico ao redor ou ainda que emite luz sobre a particula talvez refletida por seus olhos. Um documento que pretende ser cientifico nao pode iniciar desta maneira pois ja de inicio perde credibilidade.

It is aimed at providing a theory ( Matrix/DNA Theory; Ok. agora se menciona que se trata de uma teoria, mas este aviso já deveria ter sido inserido no titulo inicial. Depois reclamam que as Teorias do Big Bang, Abiogeneses e Darwinismo estão sendo ensinadas como verdade… pois usam a mesma técnica astuta para tentar impor uma privada visão do mundo)…

of how the physical universe and conscious observers can be integrated. We will argue that the current state of affairs in addressing the multifaceted issue of consciousness requires such a theory if science is to evolve and encompass the phenomenon of consciousness. Traditionally, the underlying problem of consciousness has been excluded from science, on one of two grounds. Either it is taken as a given that it has no effect on experimental data, or if consciousness must be addressed, it is considered subjective and therefore unreliable as part of the scientific method. Therefore, our challenge is to include consciousness while still remaining within the methods of science.

Our starting point is physics, which recognizes three broad approaches to studying the physical universe: classical, relativistic, and quantum. Classical Newtonian physics is suitable for most everyday applications, yet its epistemology (method of acquiring knowledge) is limited — it does not apply at the microscopic level and cannot be used for many cosmic processes. Between them, general relativity applies at the large scale of the universe and quantum theory at the microcosmic level. Despite all the attempts to unify general relativity with quantum theory, the goal is still unreached. Of the three broad approaches, quantum theory has clearly opened the door to the issue of consciousness in the measurement process, while relativity admits that observations from different moving frames would yield different values of quantities. Many of the early founders of quantum mechanics held the view that the participatory role of observation is fundamental and the underlying “stuff” of the cosmos is processes rather than the construct of some constant, underlying material substance.

However, quantum theory does not say anything specific about the nature of consciousness — the whole issue is clouded by basic uncertainty over even how to define consciousness. A firm grasp of human mental processes still remains very elusive. We believe that this indicates a deeper problem which scientists in general are reluctant to address: objective science is based on the dichotomy between subject and object; it rests on the implicit assumption that Nature can be studiedad infinitum as an external objective reality. The role of the observer is, at best, secondary, if not entirely irrelevant.

2. Consciousness and Quantum Theory

In our view, it may well be that the subject-object dichotomy is false to begin with and that consciousness is primary in the cosmos, not just an epiphenomenon of physical processes in a nervous system. Accepting this assumption would turn an exceedingly difficult problem into a very simple one. We will sidestep any precise definition of consciousness, limiting ourselves for now to willful actions on the part of the observer. These actions, of course, are the outcome of specific choices in the mind of the observer. Although some mental actions could be automated, at some point the will of conscious observer(s) sets the whole mechanical aspects of observation in motion.

The issue of observation in QM is central, in the sense that objective reality cannot be disentangled from the act of observation, as the Copenhagen Interpretation (CI) clearly states (cf. Kafatos & Nadeau 2000; Kafatos 2009; Nadeau and Kafatos, 1999; Stapp 1979; Stapp 2004; Stapp 2007). In the words of John A. Wheeler (1981), we live in an observer-participatory universe. The vast majority of today’s practicing physicists follow CI’s practical prescriptions for quantum phenomena, while still clinging to classical beliefs in observer-independent local, external reality (Kafatos and Nadeau 2000). There is a critical gap between practice and underlying theory. In his Nobel Prize speech of 1932, Werner Heisenberg concluded that the atom “has no immediate and direct physical properties at all.” If the universe’s basic building block isn’t physical, then the same must hold true in some way for the whole. The universe was doing a vanishing act in Heisenberg’s day, and it certainly hasn’t become more solid since.

Matrix/DNA Theory: Eu estou supondo nestes dias – enquanto nada venha a mudar esta suposição – que os building blocks do Universo sejam vortices tão abstratos como são os tornados e rodamoinhos que surgem e desaparecem na nossa atmosfera, e tais vortices apresentam forças, propriedades, e uma historia de existencia breve regulada pelo processo do ciclo vital, portanto cada vortice tem seu numero unico, é especifico e inimitavel, portanto  é um bit-informação assim como qualquer gene. Mas sempre amparando meu raciocinio sobre algum fenomeno real como parâmetro  observo que existe uma situação real semelhante: o aparecimento de genes dentro de um ovulo recem-fecundado. Estes genes serão as instruções dos building blocks fisicos do corpo sendo gerado porem as instruções não se auto-criam dentro do pequeno universo intra-ovular, elas vem de um sistema natural que é a especie humana existente antes e alem do ovulo. Da mesma forma, os building blocks do Universo devem serem fisicos como o é o Universo, ressalvando-se a hipotese que sejam dirigidos por forças igualmente fisicas mas diferentes das forças fisicas que tem movido a materia fisica do Universo. Isto induz a supor que o Universo é fisico na sua totalidade. A afirmação de Heisenberg pode ser entendida como que o atomo nao produz por si suas propriedades fisicas e sim as herdam do ambiente modelado pelo estado do mundo onde se formam e isto não significa que exista discrepancia entre pratica e teoria. 

This discrepancy between practice and theory must be confronted, because the consequences for the nature of reality are far-reaching (Kafatos and Nadeau, 2000). An impressive body of evidence has been building to suggest that reality is non-local and undivided.

Matrix;DNA Theory: Eu gostaria de saber em que mundo vivem estes autores porque no mundo em que estão acontecendo minhas experiencias desta minha existencia as coisas reais são localmente afixadas. Se eu não tivesse esta certeza não sairia agora de casa certo que vou comprar cafe na lanchonete que ontem vi parada na minha rua. Não costumo ver meu carro por ai em todos os lugares ao mesmo tempo. Que maneira de negar o real em nome de uma crença! E possivel que tudo esteja interligado, mas essa interação pode ser abstrata, magnetica, a nivel de ondas de luz, etc., o que em nada nos ajuda a resolver os problemas da vida imediata pratica. Tem sim sido aplicado algumas destas noções na eletronica e dado certo, mas humanos não são equipamentos eletronicos sustentados por alimentos e bens eletronicos.

Non-locality is already a basic fact of nature, first implied by the Einstein-Podolsky-Rosen thought experiment (EPR, 1935), despite the original intent to refute it, and later explicitly formulated in Bell’s Theorem (Bell, 1964) and its relationship to EPR – for further developments, see also experiments which favor QM over local realism, e.g. Aspect, Grangier, and Roger, 1982; Tittel, Brendel, Zbinden & Gisin, 1998. One can also cite the Aharonov-Bohm (1959) effect, and numerous other quantum phenomena.

Matrix/DNA Theory: Mas quem pode garantir que a mente é regida pela não localidade quantica e não pela localidade fisica imediata… O proprio fato de que sinto minha mente localizada no meu corpo, que não consigo fazer minha mente se comunicar, tocar, a mente do meu vizinho, sem um intermediario fisico, me confirma que mentes existem separadas em locais afixados, ao menos neste estagio evolutivo.

Moreover, this is a reality where the mindful acts of observation play a crucial role at every level. Heisenberg again: “The atoms or elementary particles themselves . . . form a world of potentialities or possibilities rather than one of things or facts.”

Matrix/DNA Theory: Então porque você não come uma sopa feita com atomos de arsenico contando com a crença de que sua mente vai comandar aqueles atomos na direção da possiblidade de que sejam bons para sua saude… E claro que atomos tambem se referem a coisas reais no nosso nivel de existencia aqui e agora.

He was led to a radical conclusion that underlies our own view in this paper: “What we observe is not nature itself, but nature exposed to our method of questioning.” Reality, it seems, shifts according to the observer’s conscious intent. There is no doubt that the original CI was subjective (Stapp, 2007). However, as Bohr (1934) and Heisenberg (1958) as well as the other developers of CI stated on many occasions, the view that emerged can be summarized as, “the purpose is not to disclose the real essence of phenomena but only to track down… relations between the multifold aspects of our experience” (Bohr, 1934).

Matrix/DNA Theory; Justamente porque existem varios niveis de fenomenos e alguns são regidos por regras que estão demasiado distantes do estagio evolucionario da nossa atual existencia como humanos –  que a Matrix/DNA difere de sua atitude em convencer humanos que exista entidades supernaturais atuando sobre nos e que seria possivel nos relacionar com tal entidade. E possivel que exista tal entidade em distante nivel evolucionario, tal como distante esta de nos a causa que causou o Big Bang, a qual não vejo ninguem contactando, se comunicando ou sendo influenciado por. Primeiro testa-se nossas teorias e somente se forem comprovadas podemos afirma-las tentando convencer pessoas.

Stapp (2007) restates this view as “quantum theory is basically about relationships among conscious human experiences” (Stapp 2007). Einstein fought against what he considered the positivistic attitude of CI, which he took as equivalent to Berkeley’s dictum to be is to be perceived (Einstein 1951), but he nevertheless admitted that QM is the only successful theory we have that describes our experiences of phenomena in the microcosm.

Quantum theory is not about the nature of reality,

Matrix/DNA Theory: Talvez a teoria quantica não seja porem os fenomenos referidos como pertencentes a mecanica quantica são naturais. Sao percebidos por entidades naturais chamados de ” seres humanos” e a Natureza só poderia perceber o que é de sua mesma essencia. A aparente desconexidade das regras ao nivel quantico se devem aos efeitos ilusórios produzidos por diferenças nas grandezas de tempo e espaço  alem do habitual erro de ignorar que os elementos no nivel quantico tambem estão sujeitos a ciclos vitais, portanto a velozes mudanças de formas e estados. 

even though quantum physicists act as if that is the case. To escape philosophical complications, the original CI was pragmatic: it concerned itself with the epistemology of quantum world (how we experience quantum phenomena), leaving aside ontological questions about the ultimate nature of reality (Kafatos and Nadeau, 2000). The practical bent of CI should be kept in mind, particularly as there is a tendency on the part of many good physicists to slip back into issues that cannot be tested and therefore run counter to the basic tenets of scientific methodology.

Matrix/DNA Theory: Mas a Fisica não abrange a totalidade dos fenomenos do mundo fisico. Numa analogia com o corpo humano, a Fisica se limita a lidar com a fenomenologia do esqueleto ósseo  A cobertura mole de carnes e substancias liquidas são deixadas para a Biologia, enquanto os fenomenos relacionados ao cerebro e suas produções são da area da neurologia. Em relação a Natureza Total, Universal, a Fisica capta a fenomenologia esqueletica das suas estruturas, não sendo autoridade para negar a possibilidade de niveis de organização de materia em estados biologicos e mentais a Natureza Universal. Se a Fisica chegou ao nivel quantico e seu metodo captou alguns aspectos desse nivel, provavelmente devem ser relacionados ao esqueleto estrutural quantico. O fato de que alguns fisicos utilizem seu conhecimento para elaborar teorias da totalidade, tais como a teoria de um Universo como algo produzido pelo nada ( Lawrence Klauss e “Something from Nothing” ) não deve preocupar quem esta estudando o nivel da consciencia, mesmo que este estudo tambem alcance o nivel quantico. E dever de tal estudioso procurar no nivel quantico a fenomenologia relacionado as manifestações mentais. Por que e para que alimentar um conflito com os Fisicos, se entre o esqueleto ósseo  a carne, e  a mente não existe conflito que não permita a coexistencia dos tres… 

To put specifics into the revised or extended CI, Stapp (2007) discusses John von Neumann’s different types of processes. The quantum formalism eloquently formalized by von Neumann requires first the acquisition of knowledge about a quantum system (or probing action) as well as a mathematical formalism to describe the evolution of the system to a later time (usually the Schrödinger equation). There are two more processes that Stapp describes: one, according to statistical choices prescribed by QM, yields a specific outcome (or an intervention, a “choice on the part of nature” in Dirac’s words); the second, which is primary, preceding even the acquisition of knowledge, involves a “free choice” on the part of the observer. This selection process is not and cannot be described by QM, or for that matter, from any “physically described part of reality” (Stapp, 2007).

These extensions (or clarifications) of the original orthodox CI yield a profoundly different way of looking at the physical universe and our role in it (Kafatos and Nadeau, 2000). Quantum theory today encompasses the interplay of the observer’s free choices and nature’s “choices” as to what constitute actual outcomes. This dance between the observer and nature gives practical meaning to the concept of the participatory role of the observer. (Henceforth we won’t distinguish between the original CI and as it was extended by von Neumann—referring to both as orthodox quantum theory.) As Bohr (1958) emphasized, “freedom of experimentation” opens the floodgates of free will on the part of the observer. Nature responds in the statistical ways described by quantum formalism.

Kafatos and Nadeau (2000) and Nadeau and Kafatos (1999) give extended arguments about these metaphysically-based views of nature. CI points to the limits of physical theories, including itself. If any capriciousness is to be found, it should not be assigned to nature, rather to our mindset about how nature ought to work. As we shall see, there are credible ways to build on quantum formalism and what it suggests about the role of consciousness.

3. Quantum Mechanics and the Brain

It is essential that we avoid the mistake of rooting a physical universe in the physical brain, for both are equally rooted in the non-physical. For practical purposes, this means that the brain must acquire quantum status, just as the atoms that make it up have. The standard assumption in neuroscience is that consciousness is a byproduct of the operation of the human brain. The multitude of processes occurring in the brain covers a vast range of spatio-temporal domains, from the nanoscale to the everyday human scale (e.g. Bernroider and Roy, 2004). Even though they differ on certain issues, a number of scientists accept the applicability of QM at some scales in the brain (cf. Kafatos 2009).

For example, Penrose (1989, 1994) and Hameroff and Penrose (1996) postulate collapses occurring in microtubules induced by quantum gravity. In their view, quantum coherence operates across the entire brain. Stapp (2007) prefers a set of different classical brains that evolve according to the rules of QM, in accordance with the uncertainty principle. He contends that bringing in (the still not developed) quantum gravity needlessly complicates the picture.

In order for an integrative theory to emerge, the next step is to connect the quantum level of activity with higher levels. As a specific example of applying quantum-like processes at mesoscale levels, Roy and Kafatos (1999b) have examined the response and percept domains in the cerebellum. They have built a case that complementarity or quantum-like effects may be operating in brain processes. As is well known, complementarity is a cornerstone of orthodox quantum theory, primarily developed by Niels Bohr. Roy and Kafatos imagine a measurement process with a device that selects only one of the eigenstates of the observable A and rejects all others. This is what is meant by selective measurement in quantum mechanics. It is also called filtration because only one of the eigenstates filters through the process. In attempting to describe both motor function and cognitive activities, Roy and Kafatos (1999a) use statistical distance in setting up a formal Hilbert-space description in the brain, which illustrates our view that quantum formalism may be introduced for brain dynamics.

It is conceivable that the overall biological structures of the brain may require global relationships, which come down processes to global complementarity—every single process is subordinated to the whole. Not just single neurons but massive clusters and networks communicate all but instantaneously. One must also account for the extreme efficiency with which biological organisms operate in a holistic manner, which may only be possible by the use of quantum mechanical formalisms at biological, and neurophysiological relevant scales (cf. Frohlich, 1983; Roy and Kafatos, 2004; Bernroider and Roy, 2005; Davies, 2004, 2005; Stapp, 2004; Hameroff et. al., 2002; Hagan et. al., 2002; Hammeroff and Tuszynski, 2003; Rosa and Faber, 2004; Mesquita et. al., 2005; Hunter, 2006; Ceballos et al., 2007).

Stepping into the quantum world doesn’t produce easy agreement, naturally. The issue of decoherence (whereby the collapse of the wave function brings a quantum system into relationship with the macro world of large-scale objects and events) is often brought up in arguing against relevant quantum processes in the brain. However, neuronal decoherence processes have only been calculated while assuming that ions, such as K+, are undergoing quantum Brownian motion (e.g. Tegmark, 2000). As such, arguments about decoherence (Tegmark, 2000) assume that the system in question is in thermal equilibrium with its environment, which is not typically the case for bio-molecular dynamics (e.g. Frohlich, 1986; Pokony and Wu, 1998; Mesquita et. al., 2005).

In fact, quantum states can be pumped like a laser, as Frohlich originally proposed for biomolecules (applicable to membrane proteins, and tubulins in microtubules, see also work by Anirban, present volume). Also, experiments and theoretical work indicate that the ions themselves do not move freely within the ion-channel filter, but rather their states are pre-selected, leading to possible protection of quantum coherence within the ion channel for a time scale on the order of 10-3 seconds at 300K, ~ time scale of ion-channel opening and closing(e.g. Bernroider and Roy, 2005). Similar timescales apply to microtubular structures as pointed out by Hameroff and his co-workers. Moreover, progress in the last several years in high-resolution atomic X-ray spectroscopy from MacKinnon’s group (Jang et al. 2003) and molecular dynamics simulations (cf. Monroe 2002) have shown that the molecular organization in ion channels allows for “pre-organized” correlations, or ion trappings within the selectivity filter of K+ channels. This occurs with five sets of four carbonyl oxygens acting as filters with the K+ ion, bound by eight oxygens, coordinated electrostatic interactions (Bernroider and Roy 2005).Therefore, quantum entangled states of between two subsystems of the channel filter result.

Beyond the brain, evidence has mounted for quantum coherence in biological systems at high temperatures, whereas in the past coherence was thought to apply to systems near absolute zero. For proteins supporting photosynthesis (Engel, et.al., 2007), solar photons on plant cells are converted to quantum electron states which propagate or travel through the relevant protein by all possible quantum paths, in reaching the part of the cell needed for conversion of energy to chemical energy. As such, new quantum ideas and laboratory evidence applicable to the fields of molecular cell biology and biophysics will have a profound impact in modeling and understanding the process of coherence within neuro-molecular systems. funcional de como

4. Bridging the Gap: A Consciousness Model

Our purpose here is not to settle these technical issues – or the many others that have arisen as theorists attempt to link quantum processes to the field of biology – but to propose thattechnical considerations are secondary. What is primary is to have a reliable model against which experiments can offer challenges. Such a model isn’t available as long as we fail to account for the disappearance of the material universe implied by quantum theory. This disappearance is real. There is at bottom no strictly mechanistic, physical foundation for the cosmos. The situation is far more radical than most practicing scientists suppose. Whatever is the fundamental source of creation, it itself must be uncreated. Otherwise, there is a hidden creator lying in the background, and then we must ask who or what created that.

Matrix/DNA TheoryTodos estes aspectos técnicos podem serem usados para testar um modelo ce consciencia existente – o modelo da Matrix/DNA Theory. Tal modelo apresenta a realidade como sendo composta de dois lados de uma face, o lado do hardware e o lado do software. Sendo relativa ao software, a consciencia deve ser influenciada e pode influenciar a dimensão quantica, ms precisamos ainda encontrar a força que permite a interação entre software e hardware. Tal modelo apresenta uma figura baseada numa formula funcional de como esta sendo estruturada a configuração fisica da mente, e tal proposta pode ser testada contra fatos desde que se disponha dos instrumentos adequados. E não existe impedimentos comprovados para que a Natureza Universal não seja produto de forças naturais. Ao contrario, maiores evidencias sugerem que este Universo pode ser um mero processo de reprodução genetica.  Se for o caso o Universo não teria sido “criado” mas sim, gerado, como qualquer animal gera sua reprodução  Primeiro é preciso trazer tal criador a mesa, e depois questionar a respeito de sua origem.

What does it mean to be uncreated? The source of reality must be self-sufficient, capable of engendering complex systems on the micro and macro scale, self-regulating, and holistic. Nothing can exist outside its influence. Ultimately, the uncreated source must also turn into the physical universe, not simply oversee it as God or the gods do in conventional religion. We feel that only consciousness fits the bill, for as a prima facie truth, no experience takes place outside consciousness, which means that if there is a reality existing beyond our awareness (counting mathematics and the laws of physics as 1 part of our conscious experience), we will never be able to know it. The fact that consciousness is inseparable from cognition, perception, observation, and measurement is undeniable; therefore, this is the starting point for new insights into the nature of reality.

Matrix;DNA Theory: Isto é um gigantesco salto inconsequente sobre o abismo do conhecimento entre a consciencia humana e uma suposta consciencia cosmica. O perigo de tal atitude é funcionar como um science-stopper: a atitude responsavel racional é entrar no abismo e caminhar passo a passo para conhece-lo, não fazer julgamentos e ignorar o abismo. A atitude racional agora é exercitar o cerebro na busca de meios para avançar na busca. Como por exemplo, a Matrix/DNA esta agora buscando conhecer o elemento que permite a interação entre software e hardware num computador, como as instruções da mente humana operam uma maquina e ao mesmo tempo a busca do elemento que permite a interação entre neuronios e os pensamentos.

What is the nature of consciousness in our model? We take it as a field phenomenon, analogous to but preceding the quantum field. This field is characterized by generalized principles already described by quantum physics: complementarity, non-locality, scale-invariance and undivided wholeness. But there is a radical difference between this field and all others: we cannot define it from the outside. To extend Wheeler’s reasoning, consciousness includes us human observers. We are part of a feedback loop that links our conscious acts to the conscious response of the field. In keeping with Heisenberg’s implication, the universe presents the face that the observer is looking for, and when she looks for a different face, the universe changes its mask.

Consciousness includes human mental processes, but it is not just a human attribute. Existing outside space and time, it was “there” “before” those two words had any meaning. In essence, space and time are conceptual artifacts that sprang from primordial consciousness.

Matrix/DNA Theory: Qual racional naturalista pode afirmar isso em sã consciência…! Os nomes espaço e tempo assim como as ideias relacionadas a eles são criações da mente humana mas que eventos se sucedem e objetos se localizam ocupando um local e mantendo distancia com outros objetos são coisas reais concretas independentes de se existem observadores humanos ou não.  Ninguem nunca esteve fora, alem, da totalidade de eventos e locais, portanto como pode alguem afirmar o que existe la ou não .. ! Esta teoria esta cheia de julgamentos sem bases na Natureza e realidade.

The reason that the human mind meshes with nature, mathematics, and the fundamental forces described by physics, is no accident: we mesh because we are a product of the same conceptual expansion by which primordial consciousness turned into the physical world. The difficulty with using basic terms like “concept” and “physical” is that we are accustomed to setting mind apart from matter; therefore, thinking about an atom isn’t the same as an atom. Ideas are not substances. But if elementary particles and all matter made of them aren’t substances, either, the playing field has been leveled. Quantum theory gives us a model that applies everywhere, not just at the micro level. The real question, then, isn’t how to salvage our everyday perception of a solid, tangible world but how to explore the mysterious edge where micro processes are transformed into macro processes, in other words, how Nature gets from microcosm to macrocosm.

Matrix/DNA Theory: Não é este o nosso problema aqui. Matrix modelos já tem explicado detalhadamente como e porque a Natureza aplica nanotecnologia e gigantologia na evolução  O seu problema aqui é mostrar para nos como a sua consciência cria algo fisico, ou trazer uma porção dessa consciência alem do espaço tempo para mostrar ela produzindo algo do Universo fisico como estas afirmando que ela faz.

There, where consciousness acquires the nature of a substance, we must learn how to unify two apparent realities into one. We can begin to tear down walls, integrating objects, events, perceptions, thoughts, and mathematics under the same tent: all can be traced back to the same source.

Physics can serve a pivotal role in transitioning to this new model, because the entire biosphere operates under the same generalized principles we described from the quantum perspective, as does the universe itself. This simple unifying approach must be taken, we realize, as a basic ontological assumption, since it cannot be proven in an objective sense. We cannot extract consciousness from the physical universe, despite the fervent hope of materialists and reductionists. They are forced into a logical paradox, in fact, for either the molecules that make up the brain are inherently conscious (a conclusion to be abhorred in materialism), or a process must be located and described by which those molecules invent consciousness -such a process has not and never will be specified. It amounts to saying that table salt, once it enters the body, finds a way to dissolve in the blood, enter the brain, and in so doing learns to think, feel, and reason.

Our approach, positing consciousness as more fundamental than anything physical, is the most reasonable alternative: Trying to account for mind as arising from physical systems in the end leads (at best) to a claim that mathematics is the underlying “stuff” of the universe (or many universes, if you are of that persuasion). No one from any quarter is proposing a workable material substratum to the universe; therefore, it seems untenable to mount a rearguard defense for materialism itself. As we foresee it, the future development of science will still retain the objectivity of present-day science in a more sophisticated and evolved form. An evolved theory of the role of the observer will be generalized to include physical, biological, and most importantly, awareness aspects of existence. In that sense, we believe the ontology of science will be undivided wholeness at every level. Rather than addressing consciousness from the outside and trying to devise a theory of everything on that basis, a successful Theory Of Everything (TOE) will emerge by taking wholeness as the starting point and fitting the parts into it rather than vice versa. Obviously any TOE must include consciousness as an aspect of “everything,” but just as obviously current attempts at a TOE ignore this and have inevitably fallen into ontological traps.

The time has come to escape those traps. An integrated approach will one day prevail. When it does, science will become much stronger and develop to the next levels of understanding Nature, to everyone’s lasting benefit.

Matrix/DNA TheoryA ciência apenas pode avançar no conhecimento a partir do manuseio de fatos reais. Começar uma investigação cientifica a partir da totalidade é impossivel. Se suspeitamos que um fenomeno existe ou é a totalidade, aconselha a Razão que o deixemos de lado por enquanto e nos dediquemos a investigar e trabalhar em problemas que neste momento estão prejudicando seres humanos, como existem aos bilhões sendo torturados justo agora devido a problemas materiais concretos que nossa Ciência pode solucionar

Religiosos na America Esperneiam na Ultima Agonia Apelando ao Nonsense

sábado, abril 27th, 2013

AMERICAN MATRIX, MEMORIAL DAY AND THE PLANET OF THE APES

http://www.newswithviews.com/McGuire/paul174.htm

Paul McGuire é um militante muito conhecido nos USA, basta ver o inicio de sua biografia:

Paul McGuire

 

He is a radio talk show host, author, feature film producer and television commentator. Paul McGuire is the author of 22 books, such as the best-selling, The Day the Dollar Died and Are You Ready for the Microchip? Paul is the host of the syndicated television show, The Paul McGuire Report. Paul McGuire hosted the nationally syndicated talk radio show, “The Paul McGuire Show” for 10 years. Paul McGuire is a television commentator and has been a frequent guest on the Fox News Network and CNN.

Mas interessante notar esta noticia sobre Paul: Aos 15 anos de idade ele estava indo pelo mal caminho ( pela visao dos religiosos), era membrao do Black Panther Party e seguia ativistas dos movimentos socialistas e humanistas (muito bom, pela minha visao). Entao ele fez um curso na University of Missouri sobre Estados Alterados da Consciencia, e segundo seu relato, teve uma milagrosa experiencia como pegando carona… e o resto nao sei traduzir e nao entendi: “…a miraculous experience hitchhiking in a remote area similar to the movie Field of Dreams.” Se alguem souber explicar isto, por favoer, me avse. Entao ele mudou totalmente para fiel da Biblia e se tornou Cristao Fundamentalista.

A minha primeira e apressada opiniao ev que Paul andou viciado em drogas (por isso se interessou em estados alterados da mente), portanto era “um mente fraca”. E muitos destes viciados conseguem escapar desta tragedia caindo na doutrina judaica. Esta ev outra droga propria para mentes fracas, de mesma especie porque leva a mente a viajar no reino das fantasias misticas. Porem, parece-me que ainda prefiro alguem sob a droga do judaismo que sob drogas quimicas, as quais matam rapido. Mas esta ev uma opiniao pessoal baseada nas estatisticas, nada a ver com a Matrix/DNA. 

Uma experiencia obtida num estado alterado da mente o levou a gora a esta btilhante intuicao, favoravel a Matrizx/DNA:

There are powerful multi-dimensional forces moving through the American matrix which can only be perceived through enhanced sensory input, something like a bionic eye, or a future version of Google Glass. It has been said that ideas have consequences and it is true that a single idea is more powerful than any economy or military. Today America and the world are built upon the platform of ideas, philosophies, and belief systems. To the degree that those belief systems work Mankind can live in harmony and fulfill our destiny.”

Para quem conhece a Matrix/DNA Theory, existiria uma força natural fluindo do meio-ambiente e penetrando-nos ao mesmo tempo que esta força estaria embutida em nossa genetica. Mas Paul descamba para o nonsense dizendo que a sua “força” vem de demonios,Em suas proprias palavras:

” The reality is that the answers we are seeking have been censored from us and kept under lock and key in the deep vaults of the multi-dimensional universe and inside of our DNA. The elites and the self-appointed gate-keepers of the human mind have completely shut down all perception-programming which allows us to understand the multi-dimensional nature of reality. In addition, they have hypnotized us, preventing us from seeing the Laws of the Universe or the Laws of God, which are in every man. The result is that like blind men, and despite our technology, we stumble around in the dark. The gate-keepers have a vested interest in not wanting the masses to know where these vaults are hidden in the fourth dimension, because that is where their power comes from.” 

” The gate-keepers have used social engineering, psychotropic drugs, and the media to program mass consciousness so that people will believe that things like religion, God, morality, sin, Satan, and Heaven are fairy tales and myths for the ignorant and uneducated. The strategy behind this mind control is to manipulate our fear of being perceived as ignorant and to use it as a mechanism to keep us from discovering the real nature of reality, beyond the matrix.”

” For example, what if all those stories and accounts of the Garden of Eden, God, Moses, the Red Sea splitting, Jesus Christ resurrecting from the dead, miracles, Heaven, Hell, and the prophecies of Revelation were not just symbols, myths and made up stories? What if at the very least they contained a cybernetic coded message about Mankind and your future?”

Raios, aqui Paul esta tocando num dos mais interessantes descobrimentos sugeridos pela Matrix/DNA ! Como ele conseguiu isso… ev uma grande pergunta.

There is something far deeper going on here and it has to do with who controls planet Earth. In addition, as I mentioned earlier, the power of the gate keepers comes from their knowledge of the multi-dimensional universe, something they don’t want you to know about it. Although they indoctrinate you into believing that things like demons, angels, God and the Devil are mythologies, the elites at the very highest levels are in contact with beings from another dimension.” 

” Just look at all the occult symbols they use”

Preciso saber que simbolos sao estes, na opiniao de Paul. 

“But they want the masses who are represented by bottom half of the symbol of the pyramid on the U.S. dollar to be locked into what could be called the programming of “scientific” materialism, even though it is not scientific at all”. 

Mais uma vez ele acertou em cheio, segundo a Matrix/DNA

” Paul is talking about demonic powers and beings that come from the fourth dimension and who hate God, Christians, and anything that has to do with God. Historically, when the “spirit of Antichrist” invades a nation it does so through consciousness and neurological programming. In Nazi Germany this came from the ideas of the German Schools of Higher Criticism; in Communist China it came from the Cultural Revolution; and in America it could come from MTV.”

” For example, the teaching from God’s law beginning in the Old Testament and continuing through into the new Testament that a man and a woman should be virgins until the time of marriage…”

Aqui esta o conflito de Paul com a Matrix/DNA. Todo seu discurso de repente se dirige a um unico argumento: sexo. Ora, esquece sexo, isso é coisa particular de cada pessoa a ser administrado pelo entendimento de cada pessoa e os freios sociais. Se queres se apegar a um assunto que interessa realmente, ev este: Economia. Relaçoes sociais entre predadores e presas, escravidao, posses, poder, isto ev o que nos interessa, mas porque ele foge desse assunto…

“Freud was fully aware that his Theory of Psychoanalysis was going to infect the consciousness of America with an ideological virus that would be used to destroy the American way of life…”

Nao concordo…

 

” Just like there is a death force, there is a life force! The life force is the most powerful force in the universe; it has the power to raise the dead, heal people of incurable illnesses, end war, supply provisions, download wisdom from another dimension, and eventually transport you from this passing world into a world that can only be described as Paradise! It may appear that your inner consciousness is locked in a dark void, the cold dungeons of a prison planet. But this is a demonic illusion designed to blind you from seeing the truth.

Paradise. Aqui me parece que Paul e sua versao da Biblia sao representantes da tendencia a sistema fechado em si mesmo, uma das duas face da Matrix.

 

Inside of you is a switch or a cosmic trigger some people call the cosmic trigger faith, but we are not talking about religion! You choose to pull the cosmic trigger and instantaneously the dungeon will disintegrate with a loud explosion and you will move from a dark world into a world of light more brilliant than the Sun. You will be walking in an awesome and translucent energy field that radiates like gold. The DNA code within you will have materialized a perfect body and then you will hear your name called like you have never heard if before, in a still small voice.”

Lembra o Nirvana de Jill Bolte Taylor. Mas a ideia do gatilho cosmico ev muito pro-Matrix: a escolha entre ser sistema fechado ou sistema aberto. Impressionante a semelhança dessa descricao da LUZ com os resultados sugeridos pelos modelos da Matrix/DNA .

Enfim, Paul Mcguire tem uma interessante teoria, a qual as vezes corre em paralelo e maos dadas com a Matrix/DNA, e as vezes – quando ele julga o contexto geral – se choca contra a Matrix/DNA. Vamos pesquisa-lo melhor. Seu website ev:

Seu livro, THE DAY THE DOLLAR DIED, julgando pela sua propria resenha no seu website (pois nao li o livro), parece altamente contraditorio: se existe alguem interessado num governo mundial socialista e humanista, este nao seria um dos poderosos pelo dinheiro, pois estes sao predadores, a quem interessa a manutencao do capitalismo selvagem. Se ele nao quer um sistema social humanista ev porque de alguma maneira ele quer manter as desigualdades da qual, de alguma maneira, ele obtem mais privilefgios que outros. Alias esta ev uma das caracteristicas da religiao criada por judeusÇ eles sao escolhidos por deus e o resto sao pagaos, disponiveis para serem utilizados como escravos. Portanto, neste sistema social selvagem o chip ja foi implantado e chama-se doutrina religiosa. Segundo a Matrix/DNA, a sociedade humanista, tecnologicamente cibernetica, meios de producao robotizados e automatizados ev um mal necessario e inevitavel para libertar a mente dos povos para o aprendizado sobre a natureza e o Universo. Basta atravessar esta fase conhecendo-se as duas faces da Matrix/DNA que se evitara a pior ameaca desta nova ordem mundial: a ameaca de aprisionar, de impedir o crescimento e evolucao da auto-consciencia. Desmascartando-se os verdaeiros inimigos – que sao as duas faces exremas opostas da Matrix, a mente humana far essa perigosa travessia com sabedoria.

The Paul McGuire Show was a nationally syndicated radio talk show with a conservative point of view. Guests on McGuire’s program included former President Jimmy Carter, Senator John McCain, White House Press Secretary Tony Snow, Israeli Prime Minister Ehud Olmert, Oliver North, Rick Warren, Joel Rosenberg, Tim LaHaye, Dr. James Dobson, Ann Coulter as well as Secretaries of States and high ranking members of the Pentagon.  Paul also interviewed PLO leaders and Generals in the Israeli Defense Forces.

Hummm… entao aqui estao os nomes dos conservadores que lutam para manter o sistema dividio entre predadores e presas, tal como apregoado ideal pela Biblia. 

ESCAPE FROM THE NEW AGE – THE STORY OF PAUL McGUIRE
Recorded for the Kings College, listen to the story of Paul McGuire’s search for answers to some of life’s deepest questions. Learn about his searching journey through Buddhism, Hinduism, altered states of consciousness, meditation, psychedelic drugs, cosmic consciousness, the “Great White Light,” various guru’s, and the New Age Movement. A supernatural adventure that ends with a powerful series of miracles hitchhiking on the back roads of Missouri that changed Paul’s life forever. (MP3 Download – $2.99)

 

Matrix/DNA Theory and “Complexity Theory, Panpsychism & the Role of Sentience in Self-Organization of the Universe”

quinta-feira, abril 25th, 2013

Texto copiado aqui para ser lido e analizado:

Journal of Consciousness Exploration & Research| April 2013 | Volume 4 | Issue 4 | pp. 378-390 Theise, N. D. & Kafatos, M. C., Sentience Everywhere: Complexity Theory, Panpsychism & the Role of Sentience in Self-Organization of the Universe

ISSN: 2153-8212 Journal of Consciousness Exploration & Research Published by QuantumDream, Inc.
www.JCER.com
378
Article Sentience Everywhere: Complexity Theory, Panpsychism & the Role of Sentience in Self-Organization of the Universe
Neil D. Theise*1 & Menas C. Kafatos2
1Departments of Pathology & of Medicine, Beth Israel Medical Center, Albert Einstein College of Medicine, New York, NY 10003, USA
2Center of Excellence in Applied, Computational & Fundamental Science, Chapman University, California 92866, USA
ABSTRACT

Philosophical understandings of consciousness divide into

1) emergentist positions (when the universe is sufficiently organized and complex it gives rise to consciousness) vs.

2) panpsychism (consciousness pervades the universe).

A leading emergentist position derives from autopoietic theory of Maturana and Varela: to be alive is to have cognition, one component of which is sentience. Here, reflecting autopoietic theory, we def ine sentience as: sensing of the surrounding environment, complex processing of information that has been sensed, (i.e. processing mechanisms defined by characteristics of a complex system), and generation of a response. Further, complexity theory, points to all aspects of the universe comprising “systems of systems.” Bringing these themes together, we find that sentience is not limited to the living, but present throughout existence. Thus, a complexity approach shifts autopoietic theory from an emergentist to a panpsychist position and shows that sentience must be inherent in all structures of existence across all levels of scale.

Matrix/DNA Theory:

Resumo final (summary) do paper:

Neil Theise pretende que “a teoria da complexidade transforma as características essenciais do emergentismo autopoiético numa perspectiva panpsychist”, por “identificar senciência emergindo da espuma quântica” e “assim, senciência começa como” auto-senciência “, e” é o critério mínimo para a auto-montagem do universo “.

Isto é demasiadamente teórico. Eu não conheço nenhum parâmetro real natural para a elaboração de tal teoria, ou seja, nunca conheci nada que se tenha criado a si mesmo. Tudo o que tenho observado existe produzido por elementos existentes na longa cadeia de causas e efeitos. Parece-me que a profunda e talvez inconsciente fé do autor é deista criacionista – a crença na existencia de um Deus e que este não foi criado pelo mundo – cuja fé pode ter dirigido as conclusões  selecionado dados e evidencias, sugerido um metodo, o que não invalida o seu trabalho de campo, elogiavel e cientifico. Mas toda teoria que inventa algum mecanismo ou processo que não seja conhecido por todos e comprovado aqui e agora, ou seja, não é escudada num parâmetro real natural, não pode ser uma teoria racionalista naturalista. Assim, eu prefiro a sugestão da Matrix / DNA Theory baseada no parâmetro real da origem humana e concepção que podemos ver aqui e agora. Estou de acordo com a sugestão emergentista de que a consciência emerge cada vez no Universo que qualquer sistema atinge a complexidade adequada, mas, ao contrário do emergentismo, esta teoria sugere que a consciência foi encriptada dentro de todos os sistemas naturais desde o Big Bang, como potencial latente que conferiu senciência de átomos às galáxias. Então, essa teoria vai na direção do acordo com o panpsychism, mas, ao contrário de Theise e sua versão da teoria da complexidade, senciência não se auto-organiza na espuma quântica, como a sensibilidade dos embriões não se auto-organiza no líquido amniótico dentro do óvulo. O resultado final contrario a teoria de Theise é que a Matrix / DNA não leva ao panpsychism entendimento de que haveria um Deus onipresente em nossas dimensões, mas há uma consciência cósmica existente em distante dimensão. Na mesma forma que a consciência de um embrião humano não se auto-organiza por si mesma, mas é resultado de transmissão de informações de seus pais auto-conscientes que existem alem do universo-ovulo do embrião.

O que sao “senciencia” e “auto-consciencia” para a Matrix-DNA:

Consciencia humana é uma nova e ultima forma alcançada pelo sistema universal sob o processo do ciclo vital. Assim como um humano adolescente é uma nova e ultima forma alcançada por um corpo humano sob o processo do ciclo vital. Portanto, consciencia humana é um sistema natural e uma forma temporaria, provisoria, do sistema universal. Sistema universal é um unico sistema que emergiu no Big Bang fragmentado em seus bits-informação, na forma de vortices quanticos, evoluiu para sistema-particula, sistema-atomo, sistema-estelar, sistema-galático, sistema-biológico e agora sistema-consciencia. Assim como um novo corpo-sistema humano surge no “big-bang” de um espermatozoide no centro de um ovulo, fragmentado em seus genes, evolui para sistema-morula, sistema-blastula e assim por diante ( este é o parametro real comprovado para embasar nossa teoria do sistema universal). Porem, outro aspecto do sistema universal é que ele é composto por software e hardware (emprestando-se estes nomes da ciencia computacional). O aspecto software deriva da natureza como ondas do sistema universal, enquanto o aspecto hardware deriva de sua natureza como particula. Portanto, o aspecto “sistema auto-consciencia” é a contraparte software do aspecto “corpo humano”, o qual é a contraparte hardware. Estando sob o processo do ciclo vital, a forma atual do software, denominada “consciencia” é uma forma subsequente a forma anterior denominada “senciencia”. Em outras palavras, supondo-se que a forma consciencia seja o estagio adolescente do software universal, a forma senciencia seria o anterior estagio criança do software. Assim, a consciencia possui senciencia, mas senciencia pode existir num estagio primitivo sem possuir consciencia. Assim como um feto humano possui senciencia mas ainda não possui consciencia (este é o parametro). Finalizando, a historia universal do software pode ser sintetizada numa maxima: a alma dormia no atomo, sonhava na galaxia, começou a despertar no vegetal e se levantou no homem.”  

XXXXX

Enquanto os autores das teorias do emergentismo, do panpsiquismo e por ultimo, Neil Theise aqui com a teoria da complexidade, foram formados pela escola acadêmica moderna e vivem de sua especialização militante em suas áreas de estudo, eu com a Matrix/DNA Theory vim do mato, da selva amazônica  misturando um confuso e fragmentado conhecimento autodidata de todas as áreas do conhecimento acadêmico inclusive um pouco das áreas especializadas destes autores. Os trés grupos acadêmicos se identificam pelas mesmas experiencias de vida burguesa e civilizada, enquanto eu deles me diferencio pelas experiencias da vida primitiva em meio selvagem, mas temos algo em comum: a motivação intelectual para buscar respostas para os maiores mistérios da existência  dentre eles, a existência destes fenômenos, a auto-consciência, e o qual chamam de ” sentience” , o que traduzo por ” auto-percepção/reação” .  Os dois meio-ambientes diferentes onde emergiram estas duas diferentes experiencias de vida obviamente dirigem seus protagonistas a diferentes modelos de conexões mentais (hard-wired brains) , os dois ambientes são diferentes tipos de laboratórios experimentais e fornecedores de diferentes informações  Se o naturalismo filosófico e empírico é igual para todos os envolvidos, as teorias resultantes serão forçosamente diferentes.

Como breve apresentação da teoria da Matrix/DNA em relação a existências da sentiencia e auto-consciência, tal como a natureza primitiva e selvagem me conduziu a elaborar, adianto que as origens destes fenômenos são baseados em dois principais motivos: a) na natureza real observo que um corpo humano tem seu primeiro instante inicial deflagrado por uma especie de Big Bang do involucro de um espermatozoide no centro de um ovulo, o qual será  uma especie de pequeno universo em relacao das informações transmitidas por um sistemaliberadas, passa por um estado seguinte de ao corpo humano durante nove meses. Em seguida ocorre alguns momentos de caos e mal-formação de massas chamadas morula e blástula, depois torna-se feto, em seguida embrião, quando então desponta os primeiros lampejos de auto-consciência. Supondo sempre que este Universo não é magico, portanto apenas é capaz de fazer o que se baseia em informações que ele recebeu do antes de seu Big Bang, e que portanto seu método de criação tem que ser o mesmo método pelo qual ele foi criado, aposto que aqui se dá uma especie de reprodução genética, ou seja, o Universo é uma especie de ovulo onde estaria sendo gerado um ” filho” a imagem e semelhança do sistema ex-machine que o produziu. Ou então o Universo como aglomerado de galaxias é o fóssil de um nosso ancestral dentro do qual emergem sistemas biológicos assim como emergem bactérias em nossos corpos humanos.  E baseado nesta principesca visão naturalista ( mais o fato de estar observando que a auto-consciência apenas surgiu aqui no que seria os últimos minutos de um inimaginável tempo cósmico de 13,7  bilhões de anos), que aposto que a auto-consciência emerge quando em qualquer região do universo surjam sistemas complexos apropriados para suportar tal fenômeno ( tal como num ser humano a auto-consciência emerge quando seu cérebro alcança determinado nível de organização). Porem, ainda baseado nos eventos que observo na natureza aqui e agora, os quais mostram que nem esta auto-consciência nem o cérebro do ser humano não se auto-criaram, não se auto-organizaram, ou não  surgiram por acaso, mas sim, as informações para esta emergência já existiam em sistemas existentes antes e alem do ovulo-universo, e devem ainda continuar a existir, aposto finalmente numa especie de panpsiquismo diferente, pelo qual uma auto-consciência cósmica pervade, se espalha pelo mundo, mas numa diferente dimensão ou nível de substancias, tao diferente que estágios intermediários obstaculizam interações entre  a cósmica e a humana, assim como são debeis ou quase inexistentes as interações entre as auto-consciências dos pais e dos seus embriões encerrados em seus pequenos universos.

Aduz-se a estes princípios o fenômeno observado em que todos os novos macro-sistemas passam duas fases de formação  a primeira onde são ovos boados fora e abandonados a predadores e tragedias;  segunda quando são ovos mantidos dentro, protegidos e nutridos. Sendo a auto-consciência humana um fenômeno recente no tempo cósmico  suspeito que ela esta sob a primeira fase, o que dificulta ainda mais a interação entre consciências humanas e cósmica  Mas como sugere a formula universal da Matrix/DNA para sistemas naturais, nenhum macro-sistema nunca na verdade foi posto fora, pois ele foi mantido dentro do circuito de algum sistema hierarquicamente superior, sendo o seu livre-arbítrio e acasos, contidos e administrados dentro deste sistema pelo processo de reciclagem próprio de tais sistemas. Esta sugestão da formula me conduz a me lembrar da teoria oriental de que “a alma dorme na pedra, sonha no vegetal, desperta no animal e se levanta no homem”. A versão da Matrix/DNA seria que a auto-consciência surge fragmentada em seus bits-informação com o Big Bang, começa a se juntar com o átomo  dorme nos sistemas estelares, sonha desperta nas galaxias ( porque foi um sonho que ainda hoje nos custa caro), e se levanta nos sistemas biológicos.  Portanto, a teoria da Matrix/DNA sugere que a auto-consciência humana sobrevive ou se recicla a morte do corpo físico  apesar desta ideia ser-me indigesta em face do que vejo na selva, e eu não fazer ainda a minima ideia de como isto ocorreria. Apenas leio o mapa do território e o interpreto a minha maneira, alertado de que talvez o mapa não corresponda ao território e minhas interpretações podem serem equivocadas.

Neste ponto as diferenças entre as teorias nos dividem nas novas hipóteses,  as quais, se mantido um fundamentalismo ou soberba por qualquer das partes, cada vez mais iriam distanciarem entre si. Eu particularmente não estou no mundo para jogar e torcer por teorias que podem perder, estou aqui seriamente em busca da verdade, doa o quanto doer. Disposto inclusive a acompanhar atentamente o avanço das teorias acadêmicas mesmo que elas apresentassem fatos concretos invalidando minha teoria, obrigando-me a jogar todo meu trabalho de uma vida no lixo, mas ficando com a Verdade. Por ora, creio que só nos resta uma alternativa: manter as mangas arregaçadas e a energia em alta motivação para continuar a busca da Verdade.

Introduction

Two philosophical approaches to understanding the nature of consciousness in the universe predominate: panpsychism in which consciousness is conceived as pervading the universe at all levels, and emergentism in which consciousness is understood to arise from the universe when the universe becomes sufficiently complex (and organized in such a way) to produce it (Seager & Allen-Hermanson, 2010). Of course, each of these categories subdivides into still more nuanced versions and perspectives. Where emergentism is concerned, particularly, there is the obvious stance that it is the nervous system, or perhaps the brain in particular, that represents the complexity and organization necessary to create consciousness; however, other perspectives suggest that it is not the brain per se, or even nervous systems in general that are required, but that life in its most basic form, i.e. the cell, is sufficient and necessary for rudimentary forms of consciousness.

This latter view was principally proposed by Francisco Varela and Humberto Maturana in their formulation of the concepts of autopoiesis (Maturan & Varela, 1973; Varela, & Rosch, 1991), then further developed through collaborations of Varela and other colleagues, in particular Evan Thompson (Varela, Thompson & Rosch, 1991; Thompson, 2004; Thompson, 2007). In their famous view, where there is life, there is mind, mind being expressed through the embodied activities of an autonomously active, autopoietic unit, whether that unit is as simple as a cell or as complex as creatures with central nervous systems such as humans and other primates, elephants, dolphins, whales, etc.
This emergentist perspective immediately calls to mind the terminology of complexity theory, in which emergence specifically refers to properties and structures that arise, bottom-up, from the self-organization of interacting members of a complex system (rather than through top-down planning and design) (O’Connor & Wong, 2012; Lewin, 1999; Johnson, 2001). Indeed, the two uses of the term are sometimes similar. Thus, some emergentist positions take complexity theory itself into account, suggesting that consciousness is a macro-scale emergent phenomenon arising from the interacting neuronal networks of the (central) nervous system at a lower level of scale (O’Connor & Wong, 2012).
However, in general, when applied to the philosophical question of consciousness the word emergence is used with less precision than when it is used as a technical term in complexity studies. One should therefore be cautioned in concluding that a complexity theory perspective on consciousness necessarily supports the emergentist point of view. It is our position that, in fact, a careful application of complexity principles to analysis of self-organization across all levels of scale – down to the smallest, Planck scale of existence (approximately 10-35 meters) – suggests that at least some simple elements of consciousness are found wherever there is existence. These elements we will specify as “sentience” and, for the purposes of our discussion, below, sentience is here preliminarily defined as: 1. sensing of the surrounding environment, 2. complex processing of the information derived from what is sensed, (i.e. via mechanisms of processing that fulfill the criteria of a complex inclusive of limited randomness or quenched disorder) (Theise, 2004; Theise & D’Inverno, 2004; Theise, 2006), and 3. generation of a response. These activities and the elements or structures that mediate them will be further defined, below, as the discussion proceeds. Our analysis will then proceed to consider how complexity theory actually points away from an emergentist perspective toward a panpsychist position: “sentience everywhere.” We note that sentience does not imply self-consciousness, which may be confined to higher species. Self-consciousness implies sentience but not necessarily the other way around. Brains Only?

Matrix/DNA Theory: A autonomia de ação  que implica em auto-consciência, apenas aparece na alta especie dos sistemas biológicos ou já existia antes nos ancestrais sistemas astronômicos e atômicos … é uma questão  Os modelos da Matrix/DNA sugerem que o ancestral astronômico na forma de galaxias originais se comportarem com autonomia, escolhendo entre serem sistemas abertos ou fechados, que houve a escolha errada para sistema fechado, o que produziu a queda e o infortúnio do recomeço doloroso como sistema biológico se arrastando na lama dos planetas. Tudo igual a fabula da Gênese Bíblica,  de Adão e Eva no Paraíso  Portanto, pela Matrix/DNA, auto-consciência não seria confinada a elevada especie biológica  Mas existe o senão de que a mesma Matrix/DNA sugere que na galaxia a consciência sonhava desperta, o que nos sugere a ideia de sonâmbulos andarilhos, que podem se darem mal caindo em precipícios que não enxergam. Teriam sido Adão e Eva a auto-consciência sonhadora e andarilha presente na galaxia original…Mas isto se refere a um passado distante e nao vejo muita utilidade em dispender tempo agora com este assunto.


That the brain produces consciousness appears, simplistically, as an elegant solution to the problem of the origin of consciousness. Given its enormous complexity and the apparent association of brain topography and activation with discrete mind states and functions, this is virtually self-evident to most of our scientific and popular culture.

Matrix/DNA TheoryNão entendo este ponto de vista. Auto-consciência é o fenômeno mais complexo conhecido por nos neste mundo. Sua causa deve ser igualmente complexa, e aqui apontam uma causa provável, o cérebro,  o qual é o segundo maior fenômeno complexo conhecido. Mas a sua explicação também deveria ser a mais complexa e não simplista como é a explicação deste ponto de vista. Nenhuma complexa operação de raciocínio é empregada para deduzir que A levou a B. O emergentismo falha neste ponto, acomodando-se a passar a navalha de Occam e fechar o assunto. Já o panpsiquismo é resultado de uma operação mais complexa de raciocínio que o obriga a formular mais questões e busca-las num horizonte muito mais amplo do que a mera cabeça de um humano. Assim como a Teoria da Matrix/DNA, nossas posições são mais sofríveis pois nos mantemos torturados por questões não respondidas, mas prefiro acreditar que fatos extraordinários são explicados por soluções extraordinárias.

However, the simplicity of that solution starts to dissolve when one considers the brain from an evolutionary point of view. It is not as though brains suddenly popped into existence prepared to produce mind, after all. Evolutionary biologists approach the question meaningfully by looking for simpler structures from which brains evolved, recognizing that in lower order living beings there are neuronal structures that, while not as complex as our brains, perform less complex but similar versions of the functions of consciousness (Miller, 2009). Some of these are central nervous systems, but some of them are disseminated through the body rather than being concentrated in a “central” location. For example, the worm-like Sacoglossus kowalevskii (Pani, 2012) has aggregated functional clusters of cells as in the vertebrate nervous system, but well defined anatomic structures as in vertebrates is absent. In the sea anemone Nematostella vectensis, the entire endoderm and ectoderm has neurogenic potential, but the nervous system per se they have a more diffuse, “nerve net” comprised of cells identifiable as neurons or, at least, having similar functioning as nerves (Nakanishi, 2012). Thus, a gradual development toward central nervous systems – perhaps over parallel, but independent evolutionary paths – derives from pre-existing, more dispersed nervous system elements (Miller, 2009).
These evolutionary paths can be traced backwards not only into less densely aggregated and less complexly organized nervous systems, but the components of neurons themselves predate the evolution of neurons and thus functional aspects of nervous system-like activity predate the rise of neurons. As in all evolutionary development, the pieces often precede the structures that eventually arise with new functions, not by creating new structures, but by reorganizing existent structures in novel fashion. Thus, the specialized cellular structures that we commonly deem essential to neuronal signaling, the ionic channels that conduct electrical signals along the neuron and the synaptic structures that convey signals between cells, are found as independent entities in simpler life forms (Miller, 2009; Meech, 2008). In particular, the ionic channels in cell membranes (e.g. calcium, sodium, potassium channels) are found in virtually all cells. Thus, some of the simplest elements of nervous systems that support or even create the complex elements of consciousness are present throughout the evolutionary tree, no matter how simple the organisms are, down to the single cell level. Could these simpler structures, not yet evolved into complex nervous systems, give rise to simpler forms of consciousness? It is precisely this question, when broached by Maturana and Varela, that yielded the equation “mind = life”.
Autopoiesis (self-creation) and sentience (perception/reaction or interaction?)
Autopoiesis, as initially presented by Maturana and Varela (Maturana & Varela, 1973; Varela, Thompson & Rosch, 1991; Thompson, 2004; Thompson, 2007), can be considered a variant of a complexity theory, self-organizational approach (though Maturana, himself, disagreed with this alignment [Maturana, 1987]). The word derives from the greek: αuτo- meaning “self” and – ποίησις meaning “creation”, thus (Maturana & Varela, 1973):
An autopoietic machine is a machine organized (defined as a unity) as a network of processes of production (transformation and destruction) of components which through their interactions and transformations continuously regenerate and realize the network of processes (relations) that produced them; and (ii) constitute it (the machine) as a concrete unity in space in which they (the components) exist by specifying the topological domain of its realization as such a network.

Initially presented as a way to define living systems, it specified the criteria that pointed to cells as the smallest possible unit of life. But it also accomplished more than this. The autopoietic approach specifies four characteristics of autopoietic systems, inclusive of all single cell organisms, that serve to define the essential, minimum form of mind, namely sentience that leads to “sense making” (Maturana & Varela, 1973; Varela, Thompson & Rosch, 1991; Thompson, 2004; Thompson, 2007). So, for example (one at which we will look at more closely), a paramecium swims along increasing gradients of nutrients like sugar, but will reverse direction in response to toxic gradients or obstructions to movement. Thus, the organism senses the environment and responds to it by changing behavior. In doing so, it also assigns “value” to aspects of the environment, thus “making sense” of it: nutrients are “good”, toxins and obstructions are “bad.”
One may immediately object that by such a definition an environment sensing air conditioner is sentient and sense making: it will turn off when a room is “too cold” and turn on when the room is “too warm”, seeking to regulate to regulate room temperature to accommodate Goldilocks’ “just right.” The sense making aspect for an air conditioner, however, does not arise from the unit itself, but is defined from outside the system by the person who decides the set points. Thus it seems that biological autonomy (Grandpierre and Kafatos, 2012) is of fundamental importance here. The apparent sentience of the air conditioner is thus not the same as that of the autopoietic unit. The air conditioner simply has an on/off switch that responds to temperature sensors. The unit’s behavior is therefore simple, mechanical, and completely predictable in every detail; it never varies. It does not have an internal processing of information performed in a complex manner.

Matrix/DNA Theory:  Astronomic and atomic systems are mechanical? The difference with air-conditioner is that these systems are natural and not artificial.  Artificial systems are not ” systems” but merely ” processes” or at least, networks of processes. They does not have all pieces/functions of complete systems, as air-conditioner has no Function 1, the vortex-mixer or information processor. So, the difference between natural and artificial systems is that any natural systems has some graduation level of biological organization (complete opened systems), which has the sentience property.

The living system, on the other hand, senses and processes the perceived information about the environment in a complex, non-mechanical, not completely predictable way; as with all complex systems, there needs to be an element of low level randomness or “quenched disorder” in the system which allows for variant responses and, therefore, the potential for adaptation if the surrounding environment changes.

 

Matrix/DNA Theory: The most complex system – the matrix formula of perfect closed system – has no intrinsic randomness, while not attacked by entropy.

For the mechanical, non-autopoietic machine, it is, in part, the inflexibility of response that leaves an air conditioner without the capacity to autonomously adapt. The air conditioner, unlike a living, autopoietic unit, cannot evolve.

Matrix/DNA Theory: This was/is just the condition of a perfect closed natural system, as reached by original galaxies. As I said million times since 1980, our ancestral first galaxies closed the door to evolution. And all entropic events verified at that time, are magnanimously described metaphorically in the Bible through the fair-tale of Adam and Eve in the Garden Paradise and The Fall. An isolated closed system (extremis selfshness) becomes an stationary island inside the dynamics of a Universe that evolves. 

Let us look at the paramecium more closely. They swim, in a corkscrew movement by beating the tiny, hair-like cilia that cover their surfaces in unison, like oarsmen moving a boat forward. When a paramecium encounters a physical obstacle, it backs up, changes direction, and tries to move forward again. As a single cell, it can’t have a nervous system, let alone a brain. How does it “know” it has hit an obstacle let alone determine how to respond “appropriately” by backing up and changing direction?

Matrix/DNA Theory: Well,.. this is not an enough argument. As you had used the example of ” oarsmen moving a boat forward”, we can observ that any boat not driven by humans, but running moved by the moving water, when reaches an obstacle, stops, then circling around the object and finds its way for moving forwards. We does not know the forces that has toxins in relation to parameciums. However, evidences suggests that paramecium, due its low level of biological organization, must be able to sentience and reaction. 

When the cell membrane encounters the obstruction, the membrane deforms, leading to a conformational change in small molecular channels in the flattened part of the membrane that, in turn, causes membrane depolarization that elicits an action potential leading in turn to ciliary reversal and increased beat frequency (Tamm, 1994; Pech, 1995). So the paramecium backs up. Then, the system resets and the paramecium resumes swimming forward again. This is the kind of sentience, of “mind”, that autopoietic theory points to in the most minimal life unit, the cell.

Matrix/DNA Theory: So, here is very principle of sentience and further, consciousness. External pression from the environment, changing the shape of a system. It must be a kind of disturbance. Disturbance felt at the level of light-waves. The system reacts by activating different vibrations of energy: depolarization, new level of potentials, reverse negative flow, increasing vibration again. The final results is that the normal flow of that system only changed direction when stopped by an material obstacle. It means that light waves can’t cross through all kind of matter. This is very important because we are reaching here the quantum mechanics level of events. 

In analyzing such behaviors Maturana and Varela described these four features of all autopoietic, living system (Maturana & Varela, 1973):

a. A boundary (the cell membrane in this example) that is open to energy, but closed to foreign materials, i.e. is semi-porous. This is boundary defines the “being” of the system;

Matrix/DNA Theory: Hummm… isto  esta me levando a divagar longe, longe… Me vem a imagem de uma onda de luz onde cada nivel de vibracao produz fragmentos de si que seriam fotons. Como as ondas do mar produzem bolhas. Estes fotons ” congelam”, se ” materializam” ao se unirem nas areas adjacentes a area onde corre o fluxo de luz. Ao fazerem isso tornam-se corpos materiais que correspondem depois a pecas do sistema, o qual e formado como quando as bolhas se juntam e formam as espumas. Entao uma celula e um destes sistemas. Se ela e aberta a entrada de energia externa, deve ser um sistema aberto, portanto tambem permite a saida de energia. Desde que essa energia na verdade e onda de luz, isto significa que ondas de luz externas interagem com ondas de luz internas. Nesta invisivel dimensao se da interacoes e conflitos entre ondas, o que nos leva a supor que o Universo e feito de ondas de luz emitidas por duas fontes diferentes, auto-conflitantes e as vezes, auto-interagentes. Deus e Lucifer? Num grafico estas duas ondas seriam totalmente reversas, iniciando e morrendo em lados opostos, apresentando duas diferentes extremas vibracoes nas duas extermidades do espectrum (onde devem ocorrer os conflitos), porem igual intensidades de vibracoes na faixa do meio (onde deve ocorrer as interacoes). Ja foi detectado em laboratorio a reversa energia escura…

Apenas divagacoes sobre as dimensoes mais profundas dos fenomenos… talvez eu esteja viajando na maionese…

Um outro aspecto desta divagacao se refere a constatacao que duas ondas de energias escuras nunca se juntam num mesmo caminho e direcao, mas podem co-existirem em niveis paralelos. Pois o sistema material e apenas aberto a energia, carregada por ions, mas fechada para materiais. Porem, uma onda de luz escura e outra de luz clara podem se ver juntas correndo numa mesma area… Como, se elas correm em direcoes opostas? Isto me levanta uma confusao mental dos diabos, por isso vou fugir daqui.

 

b. The processes of sensing and reacting are the “doing” of the system;

Matrix/DNA Theory: Isto e confuso. Se e o fator de atuacao do sistema sobre o ambiente externo, porque tambem nao seria o fator de atuacao do ambiente externo sobre o sistema? Isto me lembra uma das maiores questoes que estou lidando ultimamente: segundo me parece, cada consciencia humana e uma bolha vermelha flutuando num oceano de aguas brancas, a qual seria uma consciencia cosmica (ou Deus). Estas bolhas estao em condicoes sofriveis de necessidade e procuram uma maneira de se comunicar com o oceano, implorando, os recursos que certamente poderiam serem providos pelo oceano. Mas pelo que eu saiba o oceano nunca responde as suplicas, nem zela para evitar que essas bolhas explodam ao sabor do acaso. E isto o que as evidencias em minha curta experiencia de vida tem fornecido como racional. Entao… o ambiente externo nao tem “sentience” dos corpos materiais que o habitam, nao os sentem, ou os sentem e atua sobre eles num nivel que desconhecemos? Seria importante descobrir qual esse nivel pois isso nos possibilitaria fazer nossas suplicas alcancarem o oceano.

 

c. A nervous system that connects external events and the internal processes of the living system in which information sensed is then processed, yielding a response;

Matrix/DNA Theory: Bem, isto quando visto no grafico de dois espectruns de ondas de luz fica facil de entender quais as forcas atuantes no sistema. Na faixa da extremidade onde a onda de luz vibra em sua extrema intensidade, a faixa de ” escuridao” ou energia do sistema vibra na sua menor intensidade. Isto deve ser disconfortante e causar stress no sistema material, assim como quando estamos num solo onde esta ocorrendo um terremoto. O sistema material teria duas alternativas: ou procurar aumentar sua intensidade de vibracao para se acomodar ou fugir daquela regiao. Em todo caso, nesta situacao estaria definido que a onda de luz e dominante e a onda de escuridao, ou energia negativa, e recessiva, dominada. Por outro lado, na faixa da extremidade onde a onda de luz escura vibra em sua maior intensidade e a faixa de luz clara vibra na menor intensidade, a luz escura seria a dominante. A reacao contraria aqui caberia a onda de luz clara e nao ao sistema material. Em todo caso, esta divagacao nos fornece uma diferente maneira de ver o porque a materia inerte sempre procura o equilibrio termo-dinamico, enquanto a materia organizada em sistemas procura se estabelecer num equilibrio auto-sustentavel porem com o maior elevado frenesi de circulacao de suas informacoes dentro de seu circuito sistemico. Nao sei ainda qual a utilidade pratica disso, mas… nenhuma descoberta fora de seu tempo produziu resultados imediatos.

 

d. Communication channels between the living system and its external environment (in this case, ion channels).

Matrix/DNA Theory: Ions sao corpos de massa, a principio, inertes. Talvez herdeiros do Higgs field. Sem serem os Higgs bosons. A diferenca entre Higgs boson e ions seria apenas uma diferenca de nivel evolucionario, sendo os ions definidos por maior complexidade agregada aos bosons. O que da a dinamica de movimentos aos ions sao os fotons infiltrados neles, os quais dirigem os ions como um motorista dirige um carro. Portanto, sempre vamos acabar na ultima dimensao dos fenomenos: a luz. Na dimensao das ondas de luz – das ondas vindas do ambiente e das vindas do sistema – nao existem paredes separatorias, e isto define o que sao os tais poros das membranas, ou canais de comunicacao.

This description fits nicely with the evolutionary view of nervous system development and serves as a platform to understand the evolutionary development of mind that precisely parallels the evolutionary development of all living systems. It also sets a lower limit on where one may find consciousness or, in this more limited, simple framework at the single cell level, of sentience. The cell is the smallest unit that satisfies the criteria for an autopoietic system. No simpler system exists and, thus, one may say that autopoiesis/life is where one finds mind and where one does not find life, one would not find mind understood in these terms.

Complexity in autopoiesis


Complexity theory can provide some important supplemental perspectives to this autopoietic analysis. First, there is the simple question of how atoms and molecules can self assemble into autopoietic units. This has been described elsewhere in greater detail and relates to the general features of complex systems (Lewin, 1999; Johnson, 2001; Theise, 2004; Theise & D’Inverno, 2004; Theise, 2006). To highlight: independent of scale, the self-organization of interacting elements into larger scale, emergent structures is potentiated by when they display four sets of characteristics:

Causas da self-organization de sistemas não-vivos segundo a teoria do autor (diferente da Matrix/DNA Theory):

a. There must be sufficiently large numbers of interacting agents. How great the complexity of self-organization relates to how large the numbers are (there are clearly sufficiently enormous numbers of interacting atoms and molecules that comprise a living cell).

b. There is an overall balance of homeostatic, negative feedback loops governing the interactions between agents (within cells biomolecules generally interact through homeostatic feedbacks). Positive feedback loops may be present, but cannot predominate

c. There is no global sensing of the condition of the system. For example, no molecule is “aware of itself” as part of the larger process, but instead is simply responding to Brownian motion resulting from the thermal jostling of the aqueous substrate in which it floats and to various physiochemical interactions with other atoms/molecules of the cell. Likewise, no cell is observing the tissue or organism as a whole, they merely respond to cues from the local environment.

d. There must be limited randomness (often referred to as “quenched disorder”) in the system. Too little disorder would prevent exploration of new states of self- organization to adapt to a changing environment. Too much disorder would prevent self-organization. In the cell, Brownian motion provides the energy of physiology and movement between biomolecules comprising molecular motors; energy conveyed by dissociation of molecules such as ATP serves to quench this disorder into functional molecular activities (Yanagida, Iwaki & Ishii, 2008; Ishii Y, 2008; von Delius & Leigh, 2011).

Matrix/DNA Theory: Os sistemas ancestrais ao biológico (ditos erroneamente de não vivos) não se auto-organizaram por si mesmos emergindo ou tendo uma origem abrupta, pois isto seria uma quebra na longa cadeia de causas e efeitos. Foi a avalancha de movimentos de certo estado do mundo que produziu todos aqueles sistemas naturais, assim como a avalancha de eventos de dois  corpos humanos completados em sua sexualidade desencadeiam a produção de um novo ser humano. Todos os sistemas naturais, de sistemas-partículas a atômicos,  astronômicos,  biológicos  e agora o sistema consciente, foram meras formas de um único sistema que surgiu com o Big Bang, assim como todas as diferentes formas de um corpo humano, desde morula, blástula  embrião ao idoso são diferentes formas devido as transformações de um único corpo-sistema sujeito ao processo do ciclo vital. O autor deste texto foi demasiado influenciado pelo seu longo estudo na formação de sistemas sociais de insetos, como as formigas e abelhas. vamos analisar cada uma das quatro condições apontadas acima pela versão da Matrix/DNA:

a) É preciso ter um grande numero suficiente de agentes interativos… É preciso ter ao menos os sete agentes diferenciados como instrumentos das sete funções sistêmicas universais se pretende-se obter um sistema perfeito, qualquer numero menor que os sete ou menor que as funções produzira pedaços de sistemas abertos ou meros processos. Estas sete funções sistêmicas são as sete forças naturais que evoluem em complexidade a medida que se apliquem a sistemas mais complexos, ate tornarem-se sete propriedades vitais nos sistemas biológicos  Elas são resultantes das sete diferentes principais intensidades das vibrações das ondas de luz e cada qual produz uma ferramenta material para atuar num sistema, sempre coincidindo as sete funções com as sete formas do ciclo vital.

b)Porque se forma condições homeostáticas favoráveis… Ora, porque se formam nichos, úteros  ovos, favoráveis .. Geralmente a natureza produz ambientes com as certas condições homeostáticas por dois caminhos: a ) quando um sistema menor se tornara um sistema maior, a formula do sistema menor funciona como um fractal que fara toda a massa ao redor imitar o sistema em grande numero e depois a massa inteira destes sub-sistemas ela mesma é modelada pela formula tornando-se apenas um sistema. Isto é claramente visível na passagem da formula de primeira célula unica fecundada para a massa de morula, a especialização das células compondo um sistema único composto de sistemas celulares diferenciados entre si.b) quando o caminho é inverso, ou seja, o sistema antecessor é maior que o sucessor, da-se pela entropia atacando o antecessor, fazendo-o colapsar com seus bits-informação dirigindo-se ao seu centro o qual serve de útero ou ovo para que os mesmos se reagrupem e se organizem em novo sistema, como o foi a passagem do sistema galático original para o sistema celular biológico   

c) De fato cada peça do sistema não tem visão global do sistema que esta colaborando para formar. No caso de sistema perfeito cada peça diferente o é porque representa uma forma especifica do ciclo vital, e quando todas as sete peças do ciclo vital se alinham na mesma sequencia do ciclo vital surge o sistema, desconhecido pelas partes. Por exemplo o que diferencia elétrons entre si são as ondas eletrônicas com diferentes intensidades, porem a sequencia em que são produzidas é a mesma sequencia do ciclo vital, e assim indiretamente cada elétron executara uma especifica função universal na montagem de um sistema atômico.

d) A desordem é condição inicial indispensável para evolução dos sistemas, pois elas são o estado caótico produzido por um sistema que atinge seu limite evolutivo, se desintegra e colapsa-se em caos, porem como seus bits-informação estão presentes no meio caótico e tendem a se reagruparem na mesma sequencia anterior, do caos se levanta o fluxo de ordem na forma de novo sistema, agora em algum grau diferenciado do anterior porque o ambiente em que ele surge é diferente do ambiente em que seu antecessor foi formado.
With this framework we can see that the internal processing of information that results in a response to a sensed environment necessarily incorporates quenched disorder, thus opening the door, for example, to autopoietic “doing” that allows for adaptation and evolution, as noted above. This further specifies the difference between internal information processing of a programmable machine and a truly living system. In this way, a complexity approach is supportive and even clarifying of some aspects of the autopoietic analysis.
On the other hand, however, complexity theory also undermines the nature of the autopoietic unit as something particularly distinct from the lower level structures beneath it. It does so in that another key aspect of complex systems is that their features are scalable, meaning that the general principles apply throughout different levels of scale. Thus, while we may consider atoms and molecules as self-assembling (when in aqueous solution at appropriate temperatures) into cells, cells, in turn, fulfill the same criteria and can thereby self-organize into communities of cells (i.e. “bodies” as diverse as bacterial colonies, occasionally more actively coordinated structures like slime molds, and true multicellular organisms).

Matrix/DNA Theory: ” What!!!” Átomos se auto-organizando como moléculas orgânicas e em solução aquosa com apropriada temperatura… e estas moléculas se organizando como células .. Seria como dizer que pegando-se um punhado de terra, pondo-se na água e aguardando algum tempo toda a quela terra teria se transformado em nadadoras bactérias  Pelo que sei nunca foi comprovada tal experiencia cientifica. Os diferentes níveis de escala a que o autor se refere são  para nos, da Matrix/DNA, os diferentes níveis de um sistema sujeito a um processo de ciclo vital. Assim o átomo foi montada no nível dois como o foi a morula, o sistema estelar foi montado no nível três, como o foi a blástula, etc..

Moving upwards in scales, these bodies (however selected for observation or study) can interact forming structures as diverse as ant colonies, flocks of birds, cities, cultures, economic markets, ecosystems (Lewin, 1999; Johnson, 2001; Theise, 2004; Theise & D’Inverno, 2004; Theise, 2006).
Likewise, moving downward in scale, while cells arise from self-organizing molecules (Theise, 2005), molecules in turn arise from self-organizing atoms (with quenched disorder now being supplied by quantum mechanical processes), atoms themselves arise from self-organizing subatomic particles, and so on, down to the Planck scale where the smallest entities (“strings” or otherwise) do not arise from anything smaller, but appear and disappear from the energetic vacuum in a “quantum foam”

(Figure 1).

These principles have also been explored elsewhere in greater detail (Theise, 2004; Theise & D’Inverno, 2004; Theise, 2005; Theise, 2006; Kurakin, 2004, Kurakin, 2005; Kurakin, 2006), but serve to point out the specified complexity of the autopoietic unit is merely one type of complex self-organization, but is not particularly special as such. In this light, this “lower boundary” of living systems at the single cell level may not be the lower boundary of sentience, per se. Therefore, another view is suggested.

The universe as self-organizing, complex “systems of systems” in which sentience is identifiable at all levels of scale from the quantum foam up through living (autopoietic) beings.
Mediating elements of “nervous system” signaling
In all the examples of nervous system functioning considered above, it is electrical and ionic flux that conveys the response to sensed information from the environment. Nerve action potentials signal through changing ionic flux generated by coordinated opening and closing of ion channels, in a more complicated version of that seen in the single cell example of the paramecium. Can a similar kind of information processing and signaling be found in structures at scales below the level of the smallest autopoietic unit, such as in some biomolecules?

Indeed they can. One example serves to clearly define this possibility. The structure of the DNA double helix is highly conductive, the electrons of the DNA base pairs dissociating and traveling as an electrical current through the helix. The structure of the helix creates “electron holes”, however, where there is no electrical flow (Barnett et al, 2001; Giese, 2006). Moreover these \ electron holes are most prominent over coding regions of the genome and will trap ionizing, potentially mutating radiation entering the helix and then transfer the potentially mutating energy to a non-coding region of the genome. In these areas, mutations are less likely to result in injury to the cell/organism. Thus, we have a biomolecular example in which there is sensing of the environment, complex internal information processing (with quenched disorder supplied by quantum mechanical effects), and a subsequent response to what has been sensed. Indeed, there is even a hint of sense making in that the shift of ionizing radiation is protective against crippling mutations to the coding regions of the genome.

Matrix/DNA Theory: Este artificio não foi inventado pelo DNA, ele já existia na Matrix quando apenas existiam sistemas não vivos. Informações do ambiente no caso da passagem evolucionaria da galaxia para a célula podem ser referentes a galaxia ou aos sistemas ancestrais da galaxia, assim como informações genéticas passadas pelos nossos pais aos nossos corpos podem ser referentes aos corpos atuais de nossos pais ou referentes a formas ancestrais. O que faria um gene codificador para construir asas que tentasse entrar no DNA humano… Assim como a galaxia fragmenta-se em todos seus bits-informações e os dirige na direção do seu centro onde esta o black-hole, também teria que ter uma especie de black hole na formula para sistemas biológicos  Os genes que parecem nada codificar no DNA biológico codificam para itens que não são usados, como substancias da nebulosa de átomos  a cabeleira luminosa dos quasares, os rabos de macacos ou barbatanas de peixes. A Matrix não perde e não dispensa informações que a ela foram incorporadas, pois sempre podem ocorrer situações em que uma caracterisitica seja necessária ser ressuscitada quando um sistema força sua reativação para sua sobrevivência.

Other examples may include molecules of import to some contemporary hypotheses regarding consciousness itself and the nature of quantum behaviors in biomolecules within nerves and nervous systems, including, of course the tubulins and their assembly into microtubules in the theories of Hameroff and Penrose (Hameroff, 2007).
Thus, at least some biomolecules display a simpler form of sentience, but sentience nonetheless as we have defined it. In turn, atoms do the same, sensing the environment and interacting with other atoms, through the electrical activities of their electron shells – atomic sentience; simpler, but still sentience. Strip away the electron shells and what happens in the nucleus? The protons and neutrons interact through exchange of small subatomic particles such as quarks, gluons, muons, etc. And these smaller subatomic particles? Onward down to the smallest entities. At these lower levels of scale, the “internal processing” is mediated by quantum effects which, necessarily, include an element of quenched disorder: the probabilistic behaviors of quantum mechanics.
But at these lowest levels of scale, from the subatomic downward, we are deep in the quantum realm where all entities are defined by wave functions that extend infinitely in all directions, overlapping with all others. Thus, technically speaking, there is no “external” to be sensed and no “internal” processing to create a response to the external; rather, the component activities that define sentience are inherent and pervasive, to be currently described, in part, by the concepts of quantum entanglement and non-locality. In the quantum realm one might tentatively suggest that the notion of “sentience” be considered a simplest form of “self-sentience”, i.e. nascent self awareness. What precisely would be the differences between higher mammals and other biological organisms in terms of self awareness is an open question.

Beyond the Planck limit there is nothing smaller. There is simply the energetic vacuum, the creative void, out of which all existence arises, building itself through complex self-organization from smallest subatomic entities into larger subatomic particles into plasmas and atoms and such, thence into molecules, autopoietic living systems, worlds (Greene, 2000). Thus, a complexity perspective locates no organizational or dimensional boundary to sentient activity, merely differences in the level of complexity of that sentience and apparent and inherent self-sentience at the lowest scales in the quantum realm, those smallest entities after emergence from the vacuum. As Kafatos (2000) and Kafatos and Nadeau (2000) have argued, the universe is imbued with consciousness (in our language sentience, although we again emphasize that consciousness which includes self-consciousness is not quite the same as sentience, the latter being a much more general feature of structures in the universe) at all levels.

Matrix/DNA Theory: “Bem, viemos por tao diferentes caminhos (ou do laboratório na cidade ou do laboratório natural selvagem) e chegamos no mesmo ponto do destino, isto porque a natureza é uma mesma e unica. Como eu disse acima, ao nível das ondas de luz e das ações de seus fótons existem interações como num todo, porem quando estes fótons incorporam corpos com alguma massa e parecem energia (eletrons) vemos células trocando energia com o ambiente através dos canais de íon  Na dimensão mais profundas das ondas de luz não precisam tais canais, poros, pois todas as ondas se tornam um único sistema que ocupa a totalidade, portanto não teria como existir senciência de ambientes externos ou outros sistemas. Acho que o autor vai defender a tese de que esse nível é composto de consciência cósmica, que preencheria o vácuo criativo, mas que estaria alem do limite de Plank… como eu disse aqui anteriormente, a Matrix/DNA indica que alem das dimensões do universo material tem que existir um sistema consciente. Então .. porque estamos brigando!

Table 1. Some mediators of sentient activity at different levels of scale and complexity

Planck Level Non-locality
Gluons
Mesons
Electrons
Ions
Molecules1
Cells2
Nervous Systems 3
Complex Multicellular Organims
+
Simple Multicellular organisms
+
+ Single cells + + Biomolecules + Atoms + Hadrons + Quarks + + Strings (or…) Entanglement

1Biomolecules, depending on the species, such as neurotransmitters, hormones, antibodies, leptins, etc. 2 Cells belonging to the organisms (e.g. neurons, immunocytes) or microbial flora living in synergistic mutualism (e.g. gut and skin flora). 3Nerve nets in lower species like Radiata, central and/or peripheral nervous systems in Bilatera.

Summary and correlate concepts

Consciousness in the universe is viewed as either all pervasive (the panpsychist perspective) or arising from the universe when sufficient complexity is attained (the emergentist perspective). Emergentist perspectives may suggest that formal nervous system development is necessary for the development of consciousness, but evolutionary biologists can recognize elements of nervous systems even in the absence of cellular networks. In particular, Maturana and Varela, in their defining work regarding the self-creating/sustaining, autopoietic nature of cells identify the evolutionarily simplest forms of consciousness in single cell organisms. For many, this is a dominant emergentist view, equating the presence of life with the development of mind.
Complexity theory analysis, however, dissolves this lower boundary of life as the definitional origin of sentience, finding evolutionary aspects that will become recognizable as nervous system behavior even in the behaviors of some molecules, of atoms, of quantum level entities of all kinds. Thus, complexity theory transforms the essential features of the autopoietic, emergentist view into a panpsychist perspective.

Does this analysis mean that all things are sentient? Do sentient entities always assemble into larger scale, more complexly sentient beings? Of course they do not. Sentience is not a material that transfers through aggregated units, it is a process that may function at its most simple within larger, non-globally sentient structures. Thus, while all atoms by this analysis may be sentient and some of these may self-assemble into sentient molecules and some of these may assemble into more complexly sentient cells and multicellular organisms, they do not necessarily assemble into a sentient (to return to the earlier example) machine. The sentience harbored within the air conditioner, as a higher scale aggregate of its smaller component atoms, remains at its simple, far less complex, atomic form.
Thus, while larger scale, non-sentient entities may be defined, there is no structure in the universe that does not contain sentient entities at some lower level of scale, down to the lowest levels of the quantum realm emerging in the quantum foam. At that level, with quantum entanglement and non-locality operational for all possible units of existence (whether they are confirmed as multidimensional strings or some other structure), sentience is, in fact, universal. Moreover, given the aspects of non-locality and entanglement that pertain at these lowest levels of scale, application of concepts of “inside” and outside” become impossible; rather, all processes are internal to all interacting units and therefore we may also tentatively suggest that sentience begins as “self-sentience.” It is possible that, as we would argue that higher levels of sentience relate to self-organization of lower level sentient agents, self-sentience may be related to self-awareness in more typically identified conscious beings. It is, thus, tempting to suggest that the quantum behaviors in living nervous systems, possibly mediated by microtubules as suggested by Hameroff, serve to preserve and/or conduct upwards self-sentience from the lowest levels of scale into the biological levels of scale. We may therefore ask whether our own self awareness relates to the identified self-sentience of the quantum realm.

Finally, we may also ask and perhaps answer the question: what are the minimal criteria for the smallest entities emerging from the quantum foam to be able to self-organize into the larger scale universe? Interactivity would be a baseline necessity, without which self-organization could not take place. We may, therefore, further specify that this quantum-level “sentience” is simply another way to describe the inescapable interactivity at these minimum levels of scale, without which self-organization would not follow. It is thus sentience itself – partly defined by interactivity and quenched disorder – that is the minimal criterion for self-assembly of the universe into larger scale structures, including those which are functionally adaptive (i.e. “alive”), capable of sense making and perhaps, ultimately, of being consciously self aware.

Matrix/DNA Theory: Qual é a menor condição possível para os genes dos cromossomas que nadam no liquido amniótico de um ovulo serem capazes de construir um corpo humano… Penso que a cena vista aqui seria praticamente a mesma vista no vácuo e sua emergente espuma quântica .. E preciso que interagem. Mas porque interagem… (desculpa, meu keyboard nao tem ponto de interrogação  o qual substituo por trés pontos). Porque são bits-informação vindos de um sistema existente alem do pequeno universo onde existira o embrião  Agora cada um de nos é um bit-informação de consciência para organizar o consciente filho da consciência cósmica. That’s it!

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CONTINUAÇÃO DA PESQUISA DO TEMA ” AUTO-CONSCIENCIA” – DEBATES

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HUFF POST SCIENCE

TED, Censorship, Consciousness, Militant Atheists, and Pseudo Science!

http://www.huffingtonpost.com/chris-anderson/ted-censorship-consciousn_b_3115145.html

HUFFPOST BLOGGER

Deepak Chopra

photo
08:14 PM on 04/23/2013

Please view this video and post your comments. Skeptics and atheists please add your commentshttp://vimeo.com/44013533 Thanks !

Resposta de Matrix/DNA:

 TheMatrixDNA

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1 second ago (10:41 AM)
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Neil Theise pretends that “complexity theory transforms the essential features of the autopoietic, emergentist view into a panpsychist perspective”, by “identifying sentience emerging from the quantum foam” and “thus, sentience begins as “self-sentience”, and “is the minimum criterion for self-assemble of the universe”.

This is high theoretical. I don’t know any real natural parameter for elaborating such theory. Thus, I prefer the suggestion from Matrix/DNA Theory based upon the real parameter of human origin and conception that we can see here and now. So, this theory agree with the emergentist suggestion that consciousness emerges every time in the Universe any system reaches the appropriate complexity, but, contrary to emergentism, this theory suggests that consciousness was encripted inside all natural systems since the Big Bang as potential latency  which conferred sentience from atoms to galaxies. Then, this theory goes to panpsychism, but, contrary to Theise and his version of complexity theory, sentience does not self-assembly at the quantum foam, like the sentience of embryos does not self-assemble at the amniotic liquid inside ovule  The final result contrary to Theise theory is that Matrix/DNA does not leads the panpsychism as omnipresent God at our dimensions, but there is a cosmic consciousness existing at far away dimension. Same way that the consciousnesses of a human embryo does not self-assemble but is result of its parents consciousness existing ex-machine. You can see a detailed analysis of Theise video and paper searching at Google for ” Matrix/DNA Theory and “Complexity Theory, Panpsychism & the Role of Sentience in Self-Organization of the Universe”, throught Artigos.

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How Consciousness Becomes the Physical Universe

http://journalofcosmology.com/Consciousness140.html 

  Journal of Cosmology, 2011, Vol. 14. – JournalofCosmology.com, 2011

( Copiado Aqui para Analise pela Matrix/DNA Theory)

 

Abstract

Issues related to consciousness in general and human mental processes in particular remain the most difficult problem in science. Progress has been made through the development of quantum theory, which, unlike classical physics, assigns a fundamental role to the act of observation. To arrive at the most critical aspects of consciousness, such as its characteristics and whether it plays an active role in the universe requires us to follow hopeful developments in the intersection of quantum theory, biology, neuroscience and the philosophy of mind. Developments in quantum theory aiming to unify all physical processes have opened the door to a profoundly new vision of the cosmos, where observer, observed, and the act of observation are interlocked. This hints at a science of wholeness, going beyond the purely physical emphasis of current science. Studying the universe as a mechanical conglomerate of parts will not solve the problem of consciousness, because in the quantum view, the parts cease to be measureable distinct entities. The interconnectedness of everything is particularly evident in the non-local interactions of the quantum universe. As such, the very large and the very small are also interconnected.

Consciousness and matter are not fundamentally distinct but rather are two complementary aspects of one reality, embracing the micro and macro worlds. This approach of starting from wholeness reveals a practical blueprint for addressing consciousness in more scientific terms.

Opinião da Matrix/DNA:

O valor deste artigo esta no interessante passeio pelas ultimas informações que vem das disciplinas estudando a Mecânica Quântica e estudiosos elaborando ou aprimorando teorias quanticas. Porem não se trata aqui de uma teoria, apenas uma hipótese  a afirmação do titulo de que o universo fisico seria produzido por uma consciencia existindo fora e alem do espaço tempo. O autor não demonstra como consciências criam objetos fisicos e aplica o método de primeiro ser imbuido de uma fé e depois vasculhar o mundo desesperadamente procurando fatos que se encaixem na sua fé ou a prove em definitivo. A dimensão quantica parece ser a ultima região onde tais crentes se encontram agora. Na Teoria da Matrix/DNA tambem esta existindo neste momento a suposição de que uma forma de consciencia teria existido antes do Big Bang, principalmente porque, supondo que este universo esta sendo o palco de um processo de reprodução genética do sistema ex-machine que o gerou, e sabendo-se que aqui emergiu o fenomeno da consciencia, deduz-se que esta seria reprodução de uma consciencia existente naquele sistema, ou melhor, cada ser humano portador de uma porção de consciencia é como um gene com a missão de construir um embrião universal que sera consciente. Mas como tal suposta extra-universal consciencia se encontra em distancias impossiveis de serem por nos alcançadas agora, suspendemos essa pesquisa em favor de pesquisas que forneçam resultados praticos uteis aqui e agora, apesar de que não nos passa despercebido a possibilidade de que exista alguma forma de comunicar nossos problemas a tal suposta consciencia  extra-machine. Afinal, todo embrião quando molestado chuta a barriga da mãe e ela o percebe.

( Apenas como curiosidade: Quando eu estava no inferno da selva sendo torturado principalmente pela malaria, como nada mais tinha a fazer, eu xingava alto Deus e o Diabo, dava chutes e socos no ar imaginando que estava chutando a barriga e o saco de Deus, pois ele seria o culpado deste mundo absurdo e de todos meus problemas. Foi então que me surgiu a ideia da formula da Matrix/DNA. Por brincadeira posso dizer que Deus ouviu meu choro e sentiu os chutes na barriga e me deu a formula para me calar a boca, assim como um medico administra remédios para uma mãe gravida tomar e consertar alguma coisa de errada com o embrião  Aduz-se a isto o fato que parece mesmo um milagre eu ter saído vivo da selva… e se eu fosse um cabeça mole teria me tornado um crente fundamentalista daqueles que enchem o saco. Como cético mas com a mania de cientista estou querendo testar aquela ocorrência procurando alguem que esteja revoltado com a vida para que chute e distribua socos no ar…)


1. Introduction

We realize that the title of our paper is provocative.

Matrix/DNA Theory: Provocative,,, é um grande erro inicial. Nesta área altamente teórica ainda nada deve ser afirmado por um racional naturalista, desde que nada pode ser mostrado in fato como evidencia e os fenômenos arrolados como evidencia estão sujeitos a humanas interpretações  Ao invés do titulo afirmar “Como auto-consciência se torna o Universo fisico”, deveria ser uma sugestão ou indagação, assim como a Teoria da Matrix/DNA faz questão de iniciar que é ainda apenas uma sugestão teórica. O fenomeno publicado mas desconhecido do publico em que cientistas afirmam que no nivel quantico o observador interage com particulas fisicas pelo mero ato da observação não autoriza ninguém a afirmar que esteja ocorrendo uma físico direta entre mente e materia fisica pois existem outras possibilidades de interpretação  como a de que o observador ou seus olhos emite um campo eletromagnetico ao redor ou ainda que emite luz sobre a particula talvez refletida por seus olhos. Um documento que pretende ser cientifico nao pode iniciar desta maneira pois ja de inicio perde credibilidade.

It is aimed at providing a theory ( Matrix/DNA Theory; Ok. agora se menciona que se trata de uma teoria, mas este aviso já deveria ter sido inserido no titulo inicial. Depois reclamam que as Teorias do Big Bang, Abiogeneses e Darwinismo estão sendo ensinadas como verdade… pois usam a mesma técnica astuta para tentar impor uma privada visão do mundo)

of how the physical universe and conscious observers can be integrated. We will argue that the current state of affairs in addressing the multifaceted issue of consciousness requires such a theory if science is to evolve and encompass the phenomenon of consciousness. Traditionally, the underlying problem of consciousness has been excluded from science, on one of two grounds. Either it is taken as a given that it has no effect on experimental data, or if consciousness must be addressed, it is considered subjective and therefore unreliable as part of the scientific method. Therefore, our challenge is to include consciousness while still remaining within the methods of science.

Our starting point is physics, which recognizes three broad approaches to studying the physical universe: classical, relativistic, and quantum. Classical Newtonian physics is suitable for most everyday applications, yet its epistemology (method of acquiring knowledge) is limited — it does not apply at the microscopic level and cannot be used for many cosmic processes. Between them, general relativity applies at the large scale of the universe and quantum theory at the microcosmic level. Despite all the attempts to unify general relativity with quantum theory, the goal is still unreached. Of the three broad approaches, quantum theory has clearly opened the door to the issue of consciousness in the measurement process, while relativity admits that observations from different moving frames would yield different values of quantities. Many of the early founders of quantum mechanics held the view that the participatory role of observation is fundamental and the underlying “stuff” of the cosmos is processes rather than the construct of some constant, underlying material substance.

However, quantum theory does not say anything specific about the nature of consciousness — the whole issue is clouded by basic uncertainty over even how to define consciousness. A firm grasp of human mental processes still remains very elusive. We believe that this indicates a deeper problem which scientists in general are reluctant to address: objective science is based on the dichotomy between subject and object; it rests on the implicit assumption that Nature can be studiedad infinitum as an external objective reality. The role of the observer is, at best, secondary, if not entirely irrelevant.

2. Consciousness and Quantum Theory

In our view, it may well be that the subject-object dichotomy is false to begin with and that consciousness is primary in the cosmos, not just an epiphenomenon of physical processes in a nervous system. Accepting this assumption would turn an exceedingly difficult problem into a very simple one. We will sidestep any precise definition of consciousness, limiting ourselves for now to willful actions on the part of the observer. These actions, of course, are the outcome of specific choices in the mind of the observer. Although some mental actions could be automated, at some point the will of conscious observer(s) sets the whole mechanical aspects of observation in motion.

The issue of observation in QM is central, in the sense that objective reality cannot be disentangled from the act of observation, as the Copenhagen Interpretation (CI) clearly states (cf. Kafatos & Nadeau 2000; Kafatos 2009; Nadeau and Kafatos, 1999; Stapp 1979; Stapp 2004; Stapp 2007). In the words of John A. Wheeler (1981), we live in an observer-participatory universe. The vast majority of today’s practicing physicists follow CI’s practical prescriptions for quantum phenomena, while still clinging to classical beliefs in observer-independent local, external reality (Kafatos and Nadeau 2000). There is a critical gap between practice and underlying theory. In his Nobel Prize speech of 1932, Werner Heisenberg concluded that the atom “has no immediate and direct physical properties at all.” If the universe’s basic building block isn’t physical, then the same must hold true in some way for the whole. The universe was doing a vanishing act in Heisenberg’s day, and it certainly hasn’t become more solid since.

Matrix/DNA Theory: Eu estou supondo nestes dias – enquanto nada venha a mudar esta suposição – que os building blocks do Universo sejam vortices tão abstratos como são os tornados e rodamoinhos que surgem e desaparecem na nossa atmosfera, e tais vortices apresentam forças, propriedades, e uma historia de existencia breve regulada pelo processo do ciclo vital, portanto cada vortice tem seu numero unico, é especifico e inimitavel, portanto  é um bit-informação assim como qualquer gene. Mas sempre amparando meu raciocinio sobre algum fenomeno real como parâmetro  observo que existe uma situação real semelhante: o aparecimento de genes dentro de um ovulo recem-fecundado. Estes genes serão as instruções dos building blocks fisicos do corpo sendo gerado porem as instruções não se auto-criam dentro do pequeno universo intra-ovular, elas vem de um sistema natural que é a especie humana existente antes e alem do ovulo. Da mesma forma, os building blocks do Universo devem serem fisicos como o é o Universo, ressalvando-se a hipotese que sejam dirigidos por forças igualmente fisicas mas diferentes das forças fisicas que tem movido a materia fisica do Universo. Isto induz a supor que o Universo é fisico na sua totalidade. A afirmação de Heisenberg pode ser entendida como que o atomo nao produz por si suas propriedades fisicas e sim as herdam do ambiente modelado pelo estado do mundo onde se formam e isto não significa que exista discrepancia entre pratica e teoria. 

This discrepancy between practice and theory must be confronted, because the consequences for the nature of reality are far-reaching (Kafatos and Nadeau, 2000). An impressive body of evidence has been building to suggest that reality is non-local and undivided.

Matrix;DNA Theory: Eu gostaria de saber em que mundo vivem estes autores porque no mundo em que estão acontecendo minhas experiencias desta minha existencia as coisas reais são localmente afixadas. Se eu não tivesse esta certeza não sairia agora de casa certo que vou comprar cafe na lanchonete que ontem vi parada na minha rua. Não costumo ver meu carro por ai em todos os lugares ao mesmo tempo. Que maneira de negar o real em nome de uma crença! E possivel que tudo esteja interligado, mas essa interação pode ser abstrata, magnetica, a nivel de ondas de luz, etc., o que em nada nos ajuda a resolver os problemas da vida imediata pratica. Tem sim sido aplicado algumas destas noções na eletronica e dado certo, mas humanos não são equipamentos eletronicos sustentados por alimentos e bens eletronicos.

Non-locality is already a basic fact of nature, first implied by the Einstein-Podolsky-Rosen thought experiment (EPR, 1935), despite the original intent to refute it, and later explicitly formulated in Bell’s Theorem (Bell, 1964) and its relationship to EPR – for further developments, see also experiments which favor QM over local realism, e.g. Aspect, Grangier, and Roger, 1982; Tittel, Brendel, Zbinden & Gisin, 1998. One can also cite the Aharonov-Bohm (1959) effect, and numerous other quantum phenomena.

Matrix/DNA Theory: Mas quem pode garantir que a mente é regida pela não localidade quantica e não pela localidade fisica imediata… O proprio fato de que sinto minha mente localizada no meu corpo, que não consigo fazer minha mente se comunicar, tocar, a mente do meu vizinho, sem um intermediario fisico, me confirma que mentes existem separadas em locais afixados, ao menos neste estagio evolutivo.

Moreover, this is a reality where the mindful acts of observation play a crucial role at every level. Heisenberg again: “The atoms or elementary particles themselves . . . form a world of potentialities or possibilities rather than one of things or facts.”

Matrix/DNA Theory: Então porque você não come uma sopa feita com atomos de arsenico contando com a crença de que sua mente vai comandar aqueles atomos na direção da possiblidade de que sejam bons para sua saude… E claro que atomos tambem se referem a coisas reais no nosso nivel de existencia aqui e agora.

He was led to a radical conclusion that underlies our own view in this paper: “What we observe is not nature itself, but nature exposed to our method of questioning.” Reality, it seems, shifts according to the observer’s conscious intent. There is no doubt that the original CI was subjective (Stapp, 2007). However, as Bohr (1934) and Heisenberg (1958) as well as the other developers of CI stated on many occasions, the view that emerged can be summarized as, “the purpose is not to disclose the real essence of phenomena but only to track down… relations between the multifold aspects of our experience” (Bohr, 1934).

Matrix/DNA Theory; Justamente porque existem varios niveis de fenomenos e alguns são regidos por regras que estão demasiado distantes do estagio evolucionario da nossa atual existencia como humanos –  que a Matrix/DNA difere de sua atitude em convencer humanos que exista entidades supernaturais atuando sobre nos e que seria possivel nos relacionar com tal entidade. E possivel que exista tal entidade em distante nivel evolucionario, tal como distante esta de nos a causa que causou o Big Bang, a qual não vejo ninguem contactando, se comunicando ou sendo influenciado por. Primeiro testa-se nossas teorias e somente se forem comprovadas podemos afirma-las tentando convencer pessoas.

Stapp (2007) restates this view as “quantum theory is basically about relationships among conscious human experiences” (Stapp 2007). Einstein fought against what he considered the positivistic attitude of CI, which he took as equivalent to Berkeley’s dictum to be is to be perceived (Einstein 1951), but he nevertheless admitted that QM is the only successful theory we have that describes our experiences of phenomena in the microcosm.

Quantum theory is not about the nature of reality,

Matrix/DNA Theory: Talvez a teoria quantica não seja porem os fenomenos referidos como pertencentes a mecanica quantica são naturais. Sao percebidos por entidades naturais chamados de ” seres humanos” e a Natureza só poderia perceber o que é de sua mesma essencia. A aparente desconexidade das regras ao nivel quantico se devem aos efeitos ilusórios produzidos por diferenças nas grandezas de tempo e espaço  alem do habitual erro de ignorar que os elementos no nivel quantico tambem estão sujeitos a ciclos vitais, portanto a velozes mudanças de formas e estados. 

even though quantum physicists act as if that is the case. To escape philosophical complications, the original CI was pragmatic: it concerned itself with the epistemology of quantum world (how we experience quantum phenomena), leaving aside ontological questions about the ultimate nature of reality (Kafatos and Nadeau, 2000). The practical bent of CI should be kept in mind, particularly as there is a tendency on the part of many good physicists to slip back into issues that cannot be tested and therefore run counter to the basic tenets of scientific methodology.

Matrix/DNA Theory: Mas a Fisica não abrange a totalidade dos fenomenos do mundo fisico. Numa analogia com o corpo humano, a Fisica se limita a lidar com a fenomenologia do esqueleto ósseo  A cobertura mole de carnes e substancias liquidas são deixadas para a Biologia, enquanto os fenomenos relacionados ao cerebro e suas produções são da area da neurologia. Em relação a Natureza Total, Universal, a Fisica capta a fenomenologia esqueletica das suas estruturas, não sendo autoridade para negar a possibilidade de niveis de organização de materia em estados biologicos e mentais a Natureza Universal. Se a Fisica chegou ao nivel quantico e seu metodo captou alguns aspectos desse nivel, provavelmente devem ser relacionados ao esqueleto estrutural quantico. O fato de que alguns fisicos utilizem seu conhecimento para elaborar teorias da totalidade, tais como a teoria de um Universo como algo produzido pelo nada ( Lawrence Klauss e “Something from Nothing” ) não deve preocupar quem esta estudando o nivel da consciencia, mesmo que este estudo tambem alcance o nivel quantico. E dever de tal estudioso procurar no nivel quantico a fenomenologia relacionado as manifestações mentais. Por que e para que alimentar um conflito com os Fisicos, se entre o esqueleto ósseo  a carne, e  a mente não existe conflito que não permita a coexistencia dos tres… 

To put specifics into the revised or extended CI, Stapp (2007) discusses John von Neumann’s different types of processes. The quantum formalism eloquently formalized by von Neumann requires first the acquisition of knowledge about a quantum system (or probing action) as well as a mathematical formalism to describe the evolution of the system to a later time (usually the Schrödinger equation). There are two more processes that Stapp describes: one, according to statistical choices prescribed by QM, yields a specific outcome (or an intervention, a “choice on the part of nature” in Dirac’s words); the second, which is primary, preceding even the acquisition of knowledge, involves a “free choice” on the part of the observer. This selection process is not and cannot be described by QM, or for that matter, from any “physically described part of reality” (Stapp, 2007).

These extensions (or clarifications) of the original orthodox CI yield a profoundly different way of looking at the physical universe and our role in it (Kafatos and Nadeau, 2000). Quantum theory today encompasses the interplay of the observer’s free choices and nature’s “choices” as to what constitute actual outcomes. This dance between the observer and nature gives practical meaning to the concept of the participatory role of the observer. (Henceforth we won’t distinguish between the original CI and as it was extended by von Neumann—referring to both as orthodox quantum theory.) As Bohr (1958) emphasized, “freedom of experimentation” opens the floodgates of free will on the part of the observer. Nature responds in the statistical ways described by quantum formalism.

Kafatos and Nadeau (2000) and Nadeau and Kafatos (1999) give extended arguments about these metaphysically-based views of nature. CI points to the limits of physical theories, including itself. If any capriciousness is to be found, it should not be assigned to nature, rather to our mindset about how nature ought to work. As we shall see, there are credible ways to build on quantum formalism and what it suggests about the role of consciousness.

3. Quantum Mechanics and the Brain

It is essential that we avoid the mistake of rooting a physical universe in the physical brain, for both are equally rooted in the non-physical. For practical purposes, this means that the brain must acquire quantum status, just as the atoms that make it up have. The standard assumption in neuroscience is that consciousness is a byproduct of the operation of the human brain. The multitude of processes occurring in the brain covers a vast range of spatio-temporal domains, from the nanoscale to the everyday human scale (e.g. Bernroider and Roy, 2004). Even though they differ on certain issues, a number of scientists accept the applicability of QM at some scales in the brain (cf. Kafatos 2009).

For example, Penrose (1989, 1994) and Hameroff and Penrose (1996) postulate collapses occurring in microtubules induced by quantum gravity. In their view, quantum coherence operates across the entire brain. Stapp (2007) prefers a set of different classical brains that evolve according to the rules of QM, in accordance with the uncertainty principle. He contends that bringing in (the still not developed) quantum gravity needlessly complicates the picture.

In order for an integrative theory to emerge, the next step is to connect the quantum level of activity with higher levels. As a specific example of applying quantum-like processes at mesoscale levels, Roy and Kafatos (1999b) have examined the response and percept domains in the cerebellum. They have built a case that complementarity or quantum-like effects may be operating in brain processes. As is well known, complementarity is a cornerstone of orthodox quantum theory, primarily developed by Niels Bohr. Roy and Kafatos imagine a measurement process with a device that selects only one of the eigenstates of the observable A and rejects all others. This is what is meant by selective measurement in quantum mechanics. It is also called filtration because only one of the eigenstates filters through the process. In attempting to describe both motor function and cognitive activities, Roy and Kafatos (1999a) use statistical distance in setting up a formal Hilbert-space description in the brain, which illustrates our view that quantum formalism may be introduced for brain dynamics.

It is conceivable that the overall biological structures of the brain may require global relationships, which come down processes to global complementarity—every single process is subordinated to the whole. Not just single neurons but massive clusters and networks communicate all but instantaneously. One must also account for the extreme efficiency with which biological organisms operate in a holistic manner, which may only be possible by the use of quantum mechanical formalisms at biological, and neurophysiological relevant scales (cf. Frohlich, 1983; Roy and Kafatos, 2004; Bernroider and Roy, 2005; Davies, 2004, 2005; Stapp, 2004; Hameroff et. al., 2002; Hagan et. al., 2002; Hammeroff and Tuszynski, 2003; Rosa and Faber, 2004; Mesquita et. al., 2005; Hunter, 2006; Ceballos et al., 2007).

Stepping into the quantum world doesn’t produce easy agreement, naturally. The issue of decoherence (whereby the collapse of the wave function brings a quantum system into relationship with the macro world of large-scale objects and events) is often brought up in arguing against relevant quantum processes in the brain. However, neuronal decoherence processes have only been calculated while assuming that ions, such as K+, are undergoing quantum Brownian motion (e.g. Tegmark, 2000). As such, arguments about decoherence (Tegmark, 2000) assume that the system in question is in thermal equilibrium with its environment, which is not typically the case for bio-molecular dynamics (e.g. Frohlich, 1986; Pokony and Wu, 1998; Mesquita et. al., 2005).

In fact, quantum states can be pumped like a laser, as Frohlich originally proposed for biomolecules (applicable to membrane proteins, and tubulins in microtubules, see also work by Anirban, present volume). Also, experiments and theoretical work indicate that the ions themselves do not move freely within the ion-channel filter, but rather their states are pre-selected, leading to possible protection of quantum coherence within the ion channel for a time scale on the order of 10-3 seconds at 300K, ~ time scale of ion-channel opening and closing (e.g. Bernroider and Roy, 2005). Similar timescales apply to microtubular structures as pointed out by Hameroff and his co-workers. Moreover, progress in the last several years in high-resolution atomic X-ray spectroscopy from MacKinnon’s group (Jang et al. 2003) and molecular dynamics simulations (cf. Monroe 2002) have shown that the molecular organization in ion channels allows for “pre-organized” correlations, or ion trappings within the selectivity filter of K+ channels. This occurs with five sets of four carbonyl oxygens acting as filters with the K+ ion, bound by eight oxygens, coordinated electrostatic interactions (Bernroider and Roy 2005). Therefore, quantum entangled states of between two subsystems of the channel filter result.

Beyond the brain, evidence has mounted for quantum coherence in biological systems at high temperatures, whereas in the past coherence was thought to apply to systems near absolute zero. For proteins supporting photosynthesis (Engel, et.al., 2007), solar photons on plant cells are converted to quantum electron states which propagate or travel through the relevant protein by all possible quantum paths, in reaching the part of the cell needed for conversion of energy to chemical energy. As such, new quantum ideas and laboratory evidence applicable to the fields of molecular cell biology and biophysics will have a profound impact in modeling and understanding the process of coherence within neuro-molecular systems. funcional de como

4. Bridging the Gap: A Consciousness Model

Our purpose here is not to settle these technical issues – or the many others that have arisen as theorists attempt to link quantum processes to the field of biology – but to propose that technical considerations are secondary. What is primary is to have a reliable model against which experiments can offer challenges. Such a model isn’t available as long as we fail to account for the disappearance of the material universe implied by quantum theory. This disappearance is real. There is at bottom no strictly mechanistic, physical foundation for the cosmos. The situation is far more radical than most practicing scientists suppose. Whatever is the fundamental source of creation, it itself must be uncreated. Otherwise, there is a hidden creator lying in the background, and then we must ask who or what created that.

Matrix/DNA Theory: Todos estes aspectos técnicos podem serem usados para testar um modelo ce consciencia existente – o modelo da Matrix/DNA Theory. Tal modelo apresenta a realidade como sendo composta de dois lados de uma face, o lado do hardware e o lado do software. Sendo relativa ao software, a consciencia deve ser influenciada e pode influenciar a dimensão quantica, ms precisamos ainda encontrar a força que permite a interação entre software e hardware. Tal modelo apresenta uma figura baseada numa formula funcional de como esta sendo estruturada a configuração fisica da mente, e tal proposta pode ser testada contra fatos desde que se disponha dos instrumentos adequados. E não existe impedimentos comprovados para que a Natureza Universal não seja produto de forças naturais. Ao contrario, maiores evidencias sugerem que este Universo pode ser um mero processo de reprodução genetica.  Se for o caso o Universo não teria sido “criado” mas sim, gerado, como qualquer animal gera sua reprodução  Primeiro é preciso trazer tal criador a mesa, e depois questionar a respeito de sua origem.

What does it mean to be uncreated? The source of reality must be self-sufficient, capable of engendering complex systems on the micro and macro scale, self-regulating, and holistic. Nothing can exist outside its influence. Ultimately, the uncreated source must also turn into the physical universe, not simply oversee it as God or the gods do in conventional religion. We feel that only consciousness fits the bill, for as a prima facie truth, no experience takes place outside consciousness, which means that if there is a reality existing beyond our awareness (counting mathematics and the laws of physics as 1 part of our conscious experience), we will never be able to know it. The fact that consciousness is inseparable from cognition, perception, observation, and measurement is undeniable; therefore, this is the starting point for new insights into the nature of reality.

Matrix;DNA Theory: Isto é um gigantesco salto inconsequente sobre o abismo do conhecimento entre a consciencia humana e uma suposta consciencia cosmica. O perigo de tal atitude é funcionar como um science-stopper: a atitude responsavel racional é entrar no abismo e caminhar passo a passo para conhece-lo, não fazer julgamentos e ignorar o abismo. A atitude racional agora é exercitar o cerebro na busca de meios para avançar na busca. Como por exemplo, a Matrix/DNA esta agora buscando conhecer o elemento que permite a interação entre software e hardware num computador, como as instruções da mente humana operam uma maquina e ao mesmo tempo a busca do elemento que permite a interação entre neuronios e os pensamentos.

What is the nature of consciousness in our model? We take it as a field phenomenon, analogous to but preceding the quantum field. This field is characterized by generalized principles already described by quantum physics: complementarity, non-locality, scale-invariance and undivided wholeness. But there is a radical difference between this field and all others: we cannot define it from the outside. To extend Wheeler’s reasoning, consciousness includes us human observers. We are part of a feedback loop that links our conscious acts to the conscious response of the field. In keeping with Heisenberg’s implication, the universe presents the face that the observer is looking for, and when she looks for a different face, the universe changes its mask.

Consciousness includes human mental processes, but it is not just a human attribute. Existing outside space and time, it was “there” “before” those two words had any meaning. In essence, space and time are conceptual artifacts that sprang from primordial consciousness.

Matrix/DNA Theory: Qual racional naturalista pode afirmar isso em sã consciência…! Os nomes espaço e tempo assim como as ideias relacionadas a eles são criações da mente humana mas que eventos se sucedem e objetos se localizam ocupando um local e mantendo distancia com outros objetos são coisas reais concretas independentes de se existem observadores humanos ou não.  Ninguem nunca esteve fora, alem, da totalidade de eventos e locais, portanto como pode alguem afirmar o que existe la ou não .. ! Esta teoria esta cheia de julgamentos sem bases na Natureza e realidade.

The reason that the human mind meshes with nature, mathematics, and the fundamental forces described by physics, is no accident: we mesh because we are a product of the same conceptual expansion by which primordial consciousness turned into the physical world. The difficulty with using basic terms like “concept” and “physical” is that we are accustomed to setting mind apart from matter; therefore, thinking about an atom isn’t the same as an atom. Ideas are not substances. But if elementary particles and all matter made of them aren’t substances, either, the playing field has been leveled. Quantum theory gives us a model that applies everywhere, not just at the micro level. The real question, then, isn’t how to salvage our everyday perception of a solid, tangible world but how to explore the mysterious edge where micro processes are transformed into macro processes, in other words, how Nature gets from microcosm to macrocosm.

Matrix/DNA Theory: Não é este o nosso problema aqui. Matrix modelos já tem explicado detalhadamente como e porque a Natureza aplica nanotecnologia e gigantologia na evolução  O seu problema aqui é mostrar para nos como a sua consciência cria algo fisico, ou trazer uma porção dessa consciência alem do espaço tempo para mostrar ela produzindo algo do Universo fisico como estas afirmando que ela faz.

There, where consciousness acquires the nature of a substance, we must learn how to unify two apparent realities into one. We can begin to tear down walls, integrating objects, events, perceptions, thoughts, and mathematics under the same tent: all can be traced back to the same source.

Physics can serve a pivotal role in transitioning to this new model, because the entire biosphere operates under the same generalized principles we described from the quantum perspective, as does the universe itself. This simple unifying approach must be taken, we realize, as a basic ontological assumption, since it cannot be proven in an objective sense. We cannot extract consciousness from the physical universe, despite the fervent hope of materialists and reductionists. They are forced into a logical paradox, in fact, for either the molecules that make up the brain are inherently conscious (a conclusion to be abhorred in materialism), or a process must be located and described by which those molecules invent consciousness -such a process has not and never will be specified. It amounts to saying that table salt, once it enters the body, finds a way to dissolve in the blood, enter the brain, and in so doing learns to think, feel, and reason.

Our approach, positing consciousness as more fundamental than anything physical, is the most reasonable alternative: Trying to account for mind as arising from physical systems in the end leads (at best) to a claim that mathematics is the underlying “stuff” of the universe (or many universes, if you are of that persuasion). No one from any quarter is proposing a workable material substratum to the universe; therefore, it seems untenable to mount a rearguard defense for materialism itself. As we foresee it, the future development of science will still retain the objectivity of present-day science in a more sophisticated and evolved form. An evolved theory of the role of the observer will be generalized to include physical, biological, and most importantly, awareness aspects of existence. In that sense, we believe the ontology of science will be undivided wholeness at every level. Rather than addressing consciousness from the outside and trying to devise a theory of everything on that basis, a successful Theory Of Everything (TOE) will emerge by taking wholeness as the starting point and fitting the parts into it rather than vice versa. Obviously any TOE must include consciousness as an aspect of “everything,” but just as obviously current attempts at a TOE ignore this and have inevitably fallen into ontological traps.

The time has come to escape those traps. An integrated approach will one day prevail. When it does, science will become much stronger and develop to the next levels of understanding Nature, to everyone’s lasting benefit.

Matrix/DNA Theory: A ciência apenas pode avançar no conhecimento a partir do manuseio de fatos reais. Começar uma investigação cientifica a partir da totalidade é impossivel. Se suspeitamos que um fenomeno existe ou é a totalidade, aconselha a Razão que o deixemos de lado por enquanto e nos dediquemos a investigar e trabalhar em problemas que neste momento estão prejudicando seres humanos, como existem aos bilhões sendo torturados justo agora devido a problemas materiais concretos que nossa Ciência pode solucionar.

 

 

Quantum Biology !!!

quinta-feira, abril 25th, 2013

Quantum biology: Do weird physics effects abound in nature?

http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-21150047

27 January 2013 Last updated at 19:05 ET

Disappearing in one place and reappearing in another. Being in two places at once. Communicating information seemingly faster than the speed of light.

This kind of weird behaviour is commonplace in dark, still laboratories studying the branch of physics called quantum mechanics, but what might it have to do with fresh flowers, migrating birds, and the smell of rotten eggs?

Welcome to the frontier of what is called quantum biology.

Nota:

Quantum mechanics starts with the simple idea that energy does not come in just any amount; it comes in discrete chunks, called quanta. But deeper into the theory, some truly surprising – and useful – effects crop up

  • Superposition: A particle exists in a number of possible states or locations simultaneously – strictly, an electron might be in the tip of your finger and in the furthest corner of the Universe at the same time. It is only when we observe the particle that it ‘chooses’ one particular state
  • Entanglement: Two particles can become entangled so that their properties depend on each other – no matter how far apart they get. A measurement of one seems to affect the measurement of the other instantaneously – an idea even Einstein called “spooky”
  • Tunnelling: A particle can break through an energy barrier, seeming to disappear on one side of it and reappear on the other. Lots of modern electronics and imaging depends on this effect

Luz: Flashes de Laser Para ver como eletrons interagem em Fotossintesis

quinta-feira, abril 25th, 2013

Photosynthesis viewed in a flash

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7873294.stm

By Jason Palmer
Science and technology reporter, BBC News

Arc spectrum

The data sheds light on how electrons move in chloroplasts

Nota: The results could be used to help mimic the photosynthesis process in the design of more efficient solar cells – a pursuit in which Dr Mercer says “the impact of a small increase in efficiency is very large for the world”.

Contactos Enviados a Midia – Divulgacao da Matrix/DNA

quarta-feira, abril 24th, 2013

1) FolhaWeb da Folha de Londrina em 24 de maio/2013

Editor de website com artigos diários sobre o mais destacado assunto cientifico/cultural diário na imprensa americana, consulto-os na possibilidade de publicarem meus artigos a sua escolha e sem custos. Uma visão geral pode ser obtida em http://theuniversalmatrix.com, versão em português e seção “artigos”. Como estou nos USA, peço qualquer resposta via email. Grato…

2) Bonde em 24 de maio/2013 – Mesmo texto acima

Meteorito cai dentro de uma casa em Connecticut! Veja video.

quarta-feira, abril 24th, 2013

Meteorite lands on home in Wolcott, Connecticut

Acho que os marcianos estão burrabros por estar-mos invadindo seu planeta com robots e por isso estão jogando la de cima pedras sobre os telhados de nossas casas. Crendo nisso agora só durmo debaixo de um guarda-chuva aberto para me proteger… nunca se sabe, né…

Veja que impressionante noticia  e o cotidiano de uma família americana transtornada pelo incidente, no link abaixo:

http://www.sott.net/article/261239-Meteorite-lands-on-home-in-Wolcott-Connecticut?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter