Archive for agosto 6th, 2013

Fractais, como processos também alem de padrões matemáticos geometricos

terça-feira, agosto 6th, 2013

http://books.google.com/books?id=qJTvAAAAMAAJ&q=isbn:9780387941530&dq=isbn:9780387941530&hl=en&sa=X&ei=2-QpUsbYCIjc9ATdooCQBA&ved=0CC8Q6AEwAA

Physics and fractal structures

Fractals tambem estudado como processos repetitivos e nao apenas matematicamnte como formas geometricas repititivas. Interessante porque a Matrix parece um fractal vivo.

Jean-François Gouyet

Springer Verlag Gmbh, 1996 – Mathematics – 234 pages
The structures of physics, in general, are studied by using simplified geometry on objects that are actually irregular and highly complex. The complex morphology and dynamics of many phenomena are lost when this is done. Benoīt B. Mandelbrot, author of the preface, has spent 20 years studying the phenomena required to model these structures in all their dimensions. These structures are called fractals, and are characterized by their invariance of scale: each figure is composed of figures which are virtually identical and which are in turn composed of virtually identical figures, and so on indefinitely. Fractals are the result of 70 years of research in many fields; what they reveal has pertinence to physics of materials, mechanics of fluids, functional anatomy, plant morphology, geomorphology, astrophysics, and other disciplines. This book highlights the structures of fractals in related disciplines: turbulence, chaos, fracture, percolation, diffusion fronts, aggregation, phase transitions, particle trajectories. The author describes in detail the dynamic aspects of transport phenomena in the field of fractals. Intended for students of physics and chemistry in their second or third year, this book is also addressed to researchers and engineers interested in the trends of contemporary physics as they relate to real applications. An extensive bibliography directs the reader to additional material on specific topics.

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Força da Gravidade: Pesquisa sob a Nova Noção da Luz da Matrix/DNA

terça-feira, agosto 6th, 2013

” One of the Standard Model’s major problems is that it cannot explain gravity” 

Wikipedia

Gravity, is a natural phenomenon by which all physical bodies attract each other. It is most commonly experienced as the agent that gives weight to objects with mass and causes them to fall to the ground when dropped.

Por esta definição, gravidade e o agente que da peso a objetos com massa e causa eles caírem ao solo. Então uma pedra cai na Terra porque a Terra é mais pesada e tem mais força gravitacional que a pedra. Mas então porque a Terra não cai no Sol que tem mais força gravitacional que a Terra? Vem então o problema das distancias, solucionado por Newton:

The simpler Newton’s law of universal gravitation postulates the gravity force proportional to masses of interacting bodies and inversely proportional to the square of the distance between them. It provides an accurate approximation for most physical situations including calculations as critical as spacecraft trajectory.

Bem, quanto mais aumenta a distancia entre dois objetos, mais diminui a força gravitacional. Então a variação da forca é inversa a variação do comprimento da distancia. Mas depois a força gravitacional foi melhor explicada por Eisntein:

Gravitation is one of the four fundamental interactions of nature, along with electromagnetism, and the nuclear strong force and weak force. In modern physics, the phenomenon of gravitation is most accurately described by the general theory of relativity by Einstein, in which the phenomenon itself is a consequence of the curvature of spacetime governing the motion of inertial objects.

Parentesis aqui para procurar na teoria do Eisntein como se explica a gravidade….

……..

From a cosmological perspective, gravitation causes dispersed matter to coalesce (fundir, juntar-se), and coalesced matter to remain intact, thus accounting for the existence of planetsstarsgalaxies and most of the macroscopic objects in the universe

Então supomos que existe no espaço sideral uma nuvem de poeira, remanescente de um estrela morta. Cada particula de poeira e ou pedaço de rocha na nuvem tendera a se atrairem e juntarem-se, fundirem. Mas isto significaria que a nuvem se tornaria apenas um objeto. No entanto acredito que dessa nuvem se formam vários objetos, um novo sistema estelar com seus planetas. Como explicar isto?

Bem, a minha visão do sistema solar pode explicar isso. E meu interesse é defender a ideia que todos os sistemas naturais são montados pela formula da Matrix a qual começou com uma onda de Luz. O sistema solar foi uma criação, uma projeção aumentada do sistema atômico. Portanto o sol deve produzir um campo externo magnético dividido em anéis magnetosféricos assim como o núcleo do átomo produz um campo externo eletrosferico dividido em camadas eletrônicas. Mas o que existe no fundo do magnetismo é a Luz,  e esta é uma onda dividida como o átomo em sete diferentes frequências. Então, na formação do sistema solar, primeiro se formou a matéria incandescente no vórtice central, o qual emitiu a onda de luz, a qual é dividida por camadas de vibrações, e estas diferentes vibrações atingiram o cinturão de poeira, dividindo-o em faixas de diferentes vibrações. Posteriormente o material contido numa faixa juntou-se, separando-se do material em outra faixa, que constituiu outro objeto. Por isso, pela Luz, se formou mais que um objeto daquela poeira e por isso estes objetos menores não caem nos mais pesados, da mesma forma que uma faixa de menor vibração da Luz não cai nas faixas de maior vibração. E por isso os planetas são diferentes entre si, senão seriam todos objetos iguais. Enfim, se eu estiver certo, o que chamam de forca gravitacional nada mais e que uma onda de Luz. Porem isto só explica sistemas astronômicos. Não explica a atração entre objetos de um planeta… pois estes não emitem luz. Mas emitem ondas magnéticas. Então magnetismo seria uma forma derivada mais densa da Luz.