Archive for janeiro, 2015

Cassiopeia: Uma Supernova que Explodiu ou Implodiu?

sábado, janeiro 31st, 2015

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Cassiopeia A: The Surprise Inside an Exploding Star

Cassiopeia A: A Surpresa Dentro de Uma Estrêla Explosiva

http://abcnews.go.com/Technology/cassiopeia-surprise-inside-exploding-star/story?id=28605895

PHOTO: Exploding Stars - New study sheds light on how stars blow up

Exploding Stars – New study sheds light on how stars blow up (NASA)

 

Supernovas, the violent explosions of massive stars after they have exhausted their nuclear fuel, have long been one of the most fascinating mysteries of the universe.

Supernovas, as violentas explosões de estrelas massivas depois que elas tem exaurido seu combustível nuclear, tem a muito tempo sido um dos mais fascinantes mistérios do Universo.

Now, a new 3-D map of one of the most well-known supernovas, Cassiopeia A, reveals a bubbly interior, which could shed new light on the spectacular way these stars die, according to research published today in the journal “Science.”

Agora, um novo mapa em 3-D de uma das mais conhecidas supernovas, Cassiopeia A, revela um “espumante” interior, o qual trás nova luz sobre a espetacular maneira como estas estrelas morrem, de acôrdo com uma pesquisa publicada hoje no jornal “Science”.

Rather than having uniform layers of ejected material, the new 3-D map found the supernova remnant has frothy cavities that were possibly created by radioactive nickel during the explosion that decays to form iron. In a star that is massive enough, the star explodes in a supernova when it runs out of nuclear fuel, combining lighter elements through fusion reactions until it reaches iron, at which point the star’s inner core collapses. Elements heavier than iron are thought to be formed during the explosion.

Mais do que ter apenas camadas uniformes de material ejetado, o novo mapa em 3-D encontrou que os despojos da supernova tem superficial cavidades que foram possivelmente criadas por níquel radioativo durante a explosão que decaiu para formar ferro. Numa estrela que tenha massa suficiente, a estrela explode formando uma supernova quando ela gasta todo seu combustível nuclear, combinando elementos mais leves ( átomos gasosos como hidrogênio, hélio, etc.) através de reações de fusão, até alcançar o nível de elementos mais pesados como o ferro, em cujo ponto o núcleo interior da estrêla colapsa. Elementos mais pesados que o ferro são suspeitos de serem formados durante estas explosões.

A supernova is so violent and bright that many can be observed with the naked eye and are a common occurrence in our universe. Having exploded some 340 years ago, Cassiopeia A is relatively young and close to Earth, making it an ideal case study, researchers said.

A supernova é tão violenta e luminosa que pode ser vista a olho nu e são comuns no Universo. Tendo explodido a cêrca de 340 anos atrás, Cassiopeia A é relativamente jovem e próxima da Terra, tornando-a um caso ideal para estudos.

“We’re sort of like bomb squad investigators. We examine the debris to learn what blew up and how it blew up,” Dan Milisavljevic of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics toldSmithsonian Science. “Our study represents a major step forward in our understanding of how stars actually explode.”

“Nós somos uma espécie de esquadrão de investigadores de bombas. Nós examinamos os despojos para aprender o que explodiu e como explodiu,” disse Dan Milisavljevic do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics. “Nosso estudo representa um passo maior adiante no nosso entendimento de como estr6elas realmente explodem”.

Moving forward, scientists hope technological advances in telescopes will allow them to better study the bubbly interior — including the presence of iron.

Em adiantamento, os cientistas esperam que avanços tecnológicos dos telescópios permitirão a eles melhor estudarem o borbulhante interior destas estrêlas – inclusive a presença de ferro.

E o meu comentário postado no artigo da ABC NEWS: 

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There are no explosions of stars, nobody never saw such thing. Astronomical dimensions is an ordered state, not chaotic like ours microscopic dimension.

Não existem explosões de estrêlas, ninguem nunca viu tal evento. A dimensão astronômica é um estado de ordem, não caótico como nossa dimensão microscópica.

These theories are anthropomorphizing the Cosmos and this is wrong.

Estas teorias estão antropomorfizando o Cosmos e isto está errado.

The astronomical models of Matrix/DNA Theory makes sense and it suggests that astronomical bodies obeys the same process of life’s cycle, like biological bodies.

O modelo astronomico da Matrix/DNA Theory faz mais sentido e sugere que os astros obedecem o mesmo processo dos ciclos vitais, como os nossos corpos biológicos.

Then, they are born, grows, maturate, degenerates and dies, like us.

Então, eles nascem, crescem, amadurecem, degeneram e morrem, como nós.

Astronomical bodies have a nucleus that works like the germ of a plant’s seed.

Corpos astronomicos tem um nucleo que funciona como o germe de uma semente vegetal.

Think of a corn’s seed. The nucleus is that white germ, the geological layers is the yellow matter surrounding the white, which will server as food for germ flourishing.

Pense numa semente como o grão de milho. O nucleo é o germe branco, as camadas geológicas são a matéria amarela envolvendo o germe, a qual servirá como alimento para o germe brotar, florescer.

While the nucleus is eating the external mantles, the internal pressure builds volcanoes as valves.

Enquanto o núcleo estiver “comendo” as camadas externas, a pressão interna produz os vulcões como válvulas de escape.

When the external mantle becomes so tiny like a piel, the whole thing collapses internally and the energy of the nucleus gets the space.

Quando o manto externo se torna tão fino como uma pele, a superfície inteira colapsa internamente e a energia do nucleo é emitida para o espaço (  isto parece ao observador menos avisado uma explosão, mas na verdade é uma implosão ).

This is a supernova. When a star dies it is fragmented into dust, and the dust plus energy launched by pulsars creates central vortexes, which creates new astronomical bodies. So, astronomical systems are recycled… almost eternally.

Isto é uma nova supernova. Quando uma estrêla morre, que fica sem combustível, ela é fragmentada tornando-se poeira estelar, e essa poeira mais a energia emitida por pulsares criam um rodamoinho central, o qual gera novas sementes de astros. Assim, sistemas astronômicos são auto-reciclados… quase eternamente.

Origem da Vida: a Teoria Atualizada da Quimica e Astrobiologia

quinta-feira, janeiro 29th, 2015

https://conexaociencia.wordpress.com/2009/10/19/astrobiologia-e-origem-da-vida/

Palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

As possibilidades de como a vida se originou

Como a vida surgiu e evoluiu? Existem seres vivos em outros planetas? E qual vai ser o destino da Terra? “Todas as respostas para essas perguntas podem estar na Astrobiologia”, afirma o Prof. Dr. Dimas Zaia – graduado em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e em Física pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), mestre e doutor em Química Analítica pela Universidade de São Paulo (USP), e bolsista de um doutorado sanduíche (1) pela Rockfeller University, Nova Iorque entre 1992 e 94 – em uma das palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

Astrobiologia, segundo  o professor Zaia, é o estudo da origem, evolução, distribuição e do futuro da vida no universo. De acordo com o site da NASA (http://astrobiology.nasa.gov/about-astrobiology/), o termo foi criado em 1996 pela própria agência. E, segundo o professor, essa ciência conta com os estudos de profissionais de diversas áreas – como químicos, físicos, astrônomos, geólogos, biólogos, matemáticos e até mesmo filósofos.

Matrix/DNA: Ôpa! Preciso descobrir quem são os filósofos que estão lá…

Na palestra, o pesquisador comentou que, dos estudos da Astrobiologia, é possível retirar algumas hipóteses sobre a origem de seres vivos na Terra. Uma delas, desenvolvida pela chamada Química Prebiótica (2), afirma que a vida começou a partir de precursores cósmicos e planetários, ou seja, moléculas – como amônia, gás carbônico e metano – vindas do próprio planeta terrestre e de outras partes do universo. Segundo o professor, é possível que essas moléculas tenham sido trazidas por poeiras estelares e por micro meteoros que se chocaram com a Terra, há bilhões de anos. Ao perfurar a atmosfera terrestre, esses asteroides carregariam grande quantidade de energia, a qual aumentaria a temperatura dos oceanos, permitindo que ocorressem reações químicas, originando os primeiros aminoácidos – estruturas componentes dos peptídeos, os quais, por sua vez, compõem as proteínas, que são os principais elementos constituintes dos seres vivos.

Matrix/DNA: “Então ele está querendo dizer que as primeiras moléculas da vida foram “cozinhadas” num recipiente de água quente? Isto  seria fácilverificar pela quimica. Foi feito experiencias colocando-se estes ingredientes – amônia, gás carbonico e metano – numa panela com agua salgada do oceano e levada ao fogo?”

De acordo com o Prof. Dr. Dimas Zaia, a Química Prebiótica também deu espaço para a hipótese de que as moléculas necessárias para as reações químicas poderiam ser produzidas aqui, e não vindas do espaço como a teoria citada anteriormente acreditava. Para isso, a energia usada nas ligações entre as moléculas seriam originárias dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol. Segundo o professor, a criação dessas duas hipóteses deixa uma grande questão a ser respondida: “qual seria a origem das moléculas que se reagiriam dando origem aos aminoácidos?”

Matrix/DNA: “Porque os raios ultravioletas e não os outros? Segundo minha fórmula, nas origens devem serem aplicados os raios X e gama.

Para reforçar a segunda possibilidade, Dimas Zaia explica que, nas análises dos meteoros, foi possível identificar aminoácidos que não seriam protéicos, ou seja, aminoácidos que não compõem a proteína. Porém, ele reforça que é necessário ficar atento ao fato de que isso tudo não passa de uma possibilidade, e que talvez os aminoácidos que deram origem à vida terrestre tenham sido produzidos na Terra; e pode ser também que, futuramente, seja provado o contrário.

Matrix/DNA: ” Nos meteoros, os aminoácidos não compõem a proteína. Hummm… interessante. Um caminho  aberto para formas de vida muito diferente da nossa?

Entre os trabalhos que o Prof. Zaia desenvolve, um refere-se ao assunto. No projeto, ele realiza um estudo sobre a absorção de biomoléculas – bases nitrogenadas de DNA e RNA (3) e aminoácidos – em materiais que apresentam alto teor de minerais, como a argila. Ele também afirmou, durante a sua palestra, que já criou, em laboratório, alguns protonoides – estruturas resultantes do aquecimento do aminoácido a 250°C e que se assemelha a uma célula de um ser vivo.

A cronologia da vida na Terra

O professor André Celligoi, graduado em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), com mestrado e doutorado em Geociências (Recursos Minerais e Hidrogeologia) pela Universidade de São Paulo (USP), ministrou a palestra “Evidências da vida Primitiva”, que ocorreu no dia 30 de setembro de 2009, nas dependências do departamento de Geociências da UEL.

A palestra tinha como objetivo analisar as evidências da origem da vida no planeta Terra, levando em consideração as condições climáticas, geográficas e químicas da época. O geólogo destacou que não é possível saber como se deu a origem da vida no planeta Terra, já que o tempo em que esses eventos ocorreram é um fator que atrapalha as pesquisas sobre o assunto. Entretanto, estudos direcionados a esse tema revelam possíveis evidências da origem da vida em nosso planeta. De acordo com o palestrante, o fóssil foi tomado como objeto de estudo para as pesquisas na área. A partir das análises feitas nessas estruturas foi possível encontrar vestígios de organismos que viveram há bilhões de anos. “Os fósseis foram usados para traçar uma linha de pesquisa e tentar descobrir hábitos de vida de animais, através de análises de uma pegada, por exemplo” palestrou  o prof. Dr. Celligoi.

O professor atentou durante toda a palestra para a questão da temporalidade das eras geológicas para traçar a explicação dos acontecimentos que tiveram mais importância em determinados intervalos de tempo. Declarou também que foi a partir de 600 milhões de anos atrás que surgiram os animais no planeta, na era Pré-cambriana, que é compreendida entre o aparecimento do Planeta Terra, há certa de 4,5 bilhões de anos, até o surgimento de uma grande quantidade de fósseis, que marca o início do período Cambriano, há cerca de 540 milhões de anos.

Mas, colocando em ordem de acordo com a temporalidade anteriormente citada, foi há muitos milhões de anos que surgiu a primeira evidência de vida. “Os estromatólitos são a primeira evidência de vida no planeta. Eles têm uma datação que gira em torno dos 3,5 bilhões de anos”, explicou André Celligoi. O professor complementou ainda que esses seres são estruturas formadas por algas cianofíceas, conhecidas popularmente como algas azuis, encontrados em maior número na Austrália nas zonas de intra-maré, devido a condições pré-determinadas, como uma maior temperatura das águas nessas regiões inter-tropicais. Em seguida, aparecem na classificação o Sélex Gunflint (2 bilhões de anos), um ser vivo que não tinha ainda um núcleo organizado.

Matrix/DNA: “Pesquisar estromatólitos ( algas cianofíceas) e Sélex Gunflint.

1) estromatólitos: Estromatólito pode ser definido como uma rocha fóssil formada por atividades de microrganismos (ciamobaterias) em ambientes aquáticos,  que, quando acumulados no fundo de mares rasos, formam uma espécie de recife

Estromatólitos, de 3,5 bilhões de anos, formados por bactérias

As cianobatérias podem ter sido os antepassados dos cloroplastos – ver teoria da endossimbiose), pois eram exclusivamente fotosintétizadores. As cianobactérias foram os principais produtores primários da biosfera durante mais ou menos 1.500 milhões de anos, e continuam sendo nos oceanos. A Terra continha pouco ou nenhum oxigênio naquela época. Alguns cientistas consideram que a atmosfera primitiva continha apenas 0,0001% de oxigênio.7 8 O mais importante é que através da fotossíntese elas encheram a atmosfera de oxigênio.9 Continuam sendo as principais provedoras de nitrogênio para as cadeias tróficasdos mares, sendo ainda de utilidade para a alimentação humana e produção de biocombustíveis como o biodisel 

2) Silex Gunflint

The Gunflint chert is a sequence of banded iron formation rocks that are exposed in the Gunflint Range of northern Minnesota and northwestern Ontario along the north shore of Lake Superior. The black layers in the sequence contain microfossils that are 1.9 to 2.3 billion years in age. Stromatolite colonies ofcyanobacteria that have been converted to jasper are found in Ontario. The banded ironstone formation consists of alternating strata of iron oxide-rich layers interbedded with silica-rich zones. The iron oxides are typically hematite or magnetite with ilmenite, while the silicates are predominantly cryptocrystalline quartz aschert or jasper, along with some minor silicate minerals.

Stanley A. Tyler examined the area in 1953, and noted the red-colored stromatolites. He also sampled a jet-black chert layer which, when observed petrographically, revealed some lifelike small spheres, rods and filaments less than 10 micrometres in size. Elso Barghoorn, a paleobotanist at Harvard, subsequently looked at these same samples. Barghoorn concluded that “they were indeed structurally preserved unicellular organisms.”[2] In 1965, the two scientists published their finding, and named a variety of the Gunflint flora.[3] This created an academic “stampede” to explore Precambrian microfossils from similar Proterozoic environments.

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Meu comnetario postado no “Conexão Ciencia””

LouisMorelli:

A vida foi produzida por uma parte ( um planeta) de um sub-sistema ( o solar) ou por um sistema astronomico completo ( a galaxia)? Ou seja: quais destes teriam as informações suficientes para produzir a vida?

As teorias quimicas estão reduzindo a possibilidade ao planeta apenas, baseados na experiencia de Miller/Urey. Porem existe a teoria da Matrix/DNA que apresenta um modelo de sistema astronomico que se encaixa como precessor da vida biológica. Este modelo de um building block dos sistemas astronômicos tem a mesma configuração e funcionalidade de um building block do DNA, que é um par lateral de nucleotídeos. Se assim for, não são eventos espontâneos ao acaso que produzem vida em planetas, mas sim uma evolução continua que vem desde as origens do Universo, a qual, quando chegou na forma de galaxias, entrou em entropia e se projetou como sistema inteiro na forma de sistemas biológicos. Esta teoria ( de minha autoria) surgiu quando eu fazia estudos de anatomia comparada entre os sistemas naturais vivos e os dito “não-vivos”, como átomos e sistemas astronômicos. Se esta teoria estiver correta, estava faltando na sopa primitiva de Oparin e Miller/Urey, a descarga de fótons provenientes da luz solar e radiação cósmica para obter os certos aminoacidos que teriam dado o segundo passo da evolução, formando as proteínas.

Lembre-se que o primeiro ser vivo real e completo foi um “sistema” – o sistema celular – e sistemas só podem vir de outros sistemas, e não de meras partes, como é a Terra.

A transformação de unicelulares em multicelulares

quinta-feira, janeiro 29th, 2015

Como ocorreu esta transformação? Porque? Qual a fôrça, mecanismo, processo, que dirigiu este evento? Lembrando-se que o corpo complexo de um animal é constituido de células diferenciadas, e supondo-se que os unicelulares se reproduziam e se “colavam” gerando recifes, corais, como e porque começaram algumas células filhas a serem diferentes das células-mães, se estavam juntas e no mesmo local?

Neste capitulo vamos coletar todas as informações das ciencias e pesquisar tentando encontrar as respostas na fórmula da Matrix/DNA.

1) Wikipedia:

O registo fóssil das cianobactérias indica que estes seres fotossintéticos apareceram no éon geológico Arqueano e devem ter sido responsáveis pelo aparecimento do oxigénio na atmosfera terrestre – o que parece ter acontecido há cerca de 2,5 bilhões de anos, despoletando a origem da vida eucarionte e dando lugar ao que se chama atualmente o éon Proterozóico (que significa aproximadamente dos “animais primitivos”). 

Algumas espécies de cianobactérias produzem células diferenciadas:

 

  • heterocistos, especializados na fixação de nitrogénio, e
  • acinetos, especializados na acumulação de substâncias de reserva (por exemplo, o amido cianobacteriano).

parede celular  externa contem uma camada espessa e gelatinosa, que agrega as células em colónias (ou filamentos rígidos).

Matrix/DNA: começa-se a explicar como e porque se formaram os aglomerados de unicelulares… e mais acima se explicou as primeiras diferenciações celulares. 

As cianobactérias foram os principais produtores primários da biosfera durante mais ou menos 1.500 milhões de anos, e continuam sendo nos oceanos. A Terra continha pouco ou nenhum oxigênio naquela época. Alguns cientistas consideram que a atmosfera primitiva continha apenas 0,0001% de oxigênio.7 8 O mais importante é que através da fotossíntese elas encheram a atmosfera de oxigênio.9 Continuam sendo as principais provedoras de nitrogênio para as cadeias tróficasdos mares, sendo ainda de utilidade para a alimentação humana e produção de biocombustíveis como o biodisel

 

Como os Sistemas Sociais Capitalista e Comunista imitam o DNA-LIXO e o fim das espécies

quarta-feira, janeiro 28th, 2015

O DNA tem apenas 10% de genes trabalhando no sentido de carregar a evolução natural para a frente. Os outros 90% de genes não codificam ou expressam proteínas nem caracteres genéticos hereditários e já foi chamado por biólogos mecanicistas de DNA-Lixo.

Pois  hoje a fórmula da Matrix/DNA me fez perceber mais uma destas fantásticas manifestações da Natureza.

Todos os sistemas sociais criados pelos humanos até agora imitaram/imitam exatamente o que eu assistia na selva bruta. Estes sistemas são divididos em três classes sociais: 1) a classe mais rica, composta dos grandes predadores parasitários; 2 ) a classe dos predadores menores – ou médio predadores – que suportam administrativamente a classe acima, vive das migalhas que sobram e  tambem parasitam a terceira classe; 3) a classe da grande massa, as ovelhas e prêsas, cuja unica ocupação na vida é trabalhar transformando grama em carne suculenta para a colheita das duas classes acima.

Mas o pior é que não apenas a humanidade ainda está sendo reflexo de sua herança animal e praticando as mesmas regras dos animais nas selvas. Ainda se expressa na genética a nível psicológico as características que vem lá das origens da vida, desde a formação do DNA.

O que os materialistas mecanicistas chamam de “lixo”, no DNA, nada mais é que a manutenção dos registros da História Natural antes das origens dos sistemas biológicos, ou seja, da Vida. São genes registrando ou recordando o antepassado do DNA biológico quando faziam átomos e depois galaxias, ou seja, a estrutura, o esqueleto, que viria mais tarde a ser o suporte da Vida. Ora, vemos nos sistemas sociais humanos, tambem cerca de 90% dos indivíduos apenas suportando, produzindo o suporte dos outros 10%. Então  provavelmente temos mais um exemplo da história se repetindo, ou seja, mais uma pista de como funcionam os micro-ciclos da macro-evolução.

Mas isto é demasiado preocupante. Pois vemos no reino animal que os 10% de predadores sempre seguiram o caminho errado e acabaram sendo condenados à extinção. Isso é fácil entender porque. Forma os seus corpos uma matéria cujo supremo sentido de existência é buscar o estado de equilíbrio termodinâmico para seu aspecto massa enquanto mantem seu aspecto energia em elevado frenesi. Isso se traduz em termos humanos para o objetivo supremo de conseguir uma propriedade que seja um palácio-paraíso e poder sobre seus escravos, o qual é o caminho  trilhado por todos os humanos até hoje – tenham ou não  conseguido este objetivo. Assim, sua tendencia é se tornar um sistema fechado em si mesmo. Mas as galaxias já conseguiram este estado antes e delas herdamos o tal gene egoísta, o qual justamente representa este supremo objetivo.

É preocupante porque vemos em todos estes sistemas sociais os humanos trilhando o mesmo caminho das espécies que foram condenadas à extinção. Ao invés dos 10% escolherem serem o suporte carregador da evolução natural como são os 10% do DNA, eles se acomodam super-especializando num modo de existência – apenas almejando aumentar seu poder e riqueza e manter este status – tornando-se conservadores de uma forma provisoria da evolução, tentando assim fecharem as portas à evolução. Uma alternativa para evitar este destino macabro seria entenderem e assimilarem os valores morais que emanam da cosmovisão da Matrix/DNA,pois assim, todos seriamos salvos.

E quanto aos 90%? É uma sina pré-determinada que eles tem de existirem e manterem-se nessa absurda condição de existência? Como se suportaria a vida no espaço sideral sem os átomos e a s galaxias? Como se suportariam os inventores e antenas intelectuais da espécie humana sem a comida e as casas feitas pelos 90%? Esta questão é importante e vou mante-la sob pesquisa, mas desde já me se apresenta uma alternativa: A espécie humana é diferente de tudo o que a Natureza fêz até hoje porque ela é mentalizada. Isto pode significar que nós não temos que repetir o passado, mas como consciência que emerge de dentro da Natureza, devemos encetar um novo  salto mutativo evolutivo, gerando um sistema social que não precise ser nem 1% lixo.

 

 

 

Livro e-book: Clube dos Autores. Instruções Importantes, Formatos, etc.

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Verificar o que é EPUB, ISBN, etc.

http://clubedeautores.com.br/webpage/partner_stores

– Verificar se entrou registro de cadastro para conta. Mesmo e-mail e senha

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Vendas em Livrarias Parceiras

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O DNA Disperso das Bactérias… Estava Escrito nas Estrêlas

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Você sabia que seu corpo não é… bem… não é seu? Vocé só é dono/dona de 10% de seu corpo. Os outros 90% não lhe pertencem.

Calma, não fique alarmado/a porque não vou denunciar mais uma dessas teorias da conspiração, dizendo que alguma companhia ou governo se apossou do titulo de propriedade de 90% do seu corpo.

Acontece que seu corpo é formado por bilhões ou trilhões de células, mas 90% destas células pertencem a outros seres vivos, chamadas “bactérias”. Você é um eco-sistema ambulante! Portanto louco daquele que negligencia, ignora o conhecimento sobre o que é, como vivem, o que precisam, quem é, uma bactéria. Estará ignorando a maior parte de si mesmo. Vamos então aprender algo muito importante sôbre as bactérias.

Observe a estrutura básica de uma bactéria

 

As bactérias são dos seres vivos mais primitivos que apareceram na Terra, consistem apenas de uma célula, a qual está incompleta em relação as células mais modernas, como as que compõem 10% dos nossos corpos. Elas não possuem uma membrana separando o núcleo do resto da célula. Sem uma membrana nuclear, o seu DNA fica disperso, nadando, no liquido da célula, o citoplasma. Ora, isto nos leva a pensar que o ser ainda mais  primitivo que existia antes e evoluiu para bactéria, também não tinha membrana nuclear, que seu DNA tambem estava livre da cela nuclear. E é justamente isso que descobrimos depois da fórmula da Matrix/DNA. Acontece que esse ancestral da bactéria não estava na superfície da Terra e o seu corpo inteiro nada mais era que o próprio DNA. As organelas que hoje temos em nossas células – como ribossomos, mitocôndrias, lisossomos, etc. – estavam “dentro” do DNA! Eram as bases nitrogenadas e açucares que hoje constituem os nucleotídeos. Coisa de louco… mas totalmente racional.

Sugere a fórmula, que os sistemas astronômicos como os estrelares e galácticos, tiveram uma unidade fundamental comum a todos eles, assim como o DNA é hoje aqui na Terra, a unidade fundamental comum a todos os seres vivos. Essa unidade fundamental é como um tijolo, um bloco de uma construção, mas como esse nome no idioma português fica meio esquisito,vamos usar o nome em inglês: “building block”. Portanto, os sistemas astronômicos tiveram seu building block, mas a grande surpresa é que, ao montar a anatomia desse building block astronomico, a Matrix/DNA nos levou a perceber que se ele for miniaturizado – ou seja, reduzido seu tamanho astronomico para o tamanho microscópico – ele tem a mesma figura e funcionalidade de um par lateral de nucleotídeos… que é o building block do DNA! Imediatamente gritamos “Heureka!!!”… ao descobrir que o DNA nada mais é que o atual produto evolucionário de um building block universal, uma “Matriz”, que vem desde antes da formação dos primeiros astros e galaxias!

 

Mas tínhamos um problema: como é que o building block astronomico veio parar na superficie da Terra e levantar-se, sair caminhando como um ser vivo?!

Tem que ter sido por um mecanismo parecido com o processo genético: memória registrada de um corpo-sistema adulto, duplicação dessa memória e separação entre as duas duplicatas, transmissão dessa segunda cópia para um novo ambiente externo, construção de outro corpo-sistema obedecendo a ordem cronológica de como os dados foram registrados na memória, nova duplicação dessa memória, e assim se dá o ciclo da Vida que denominamos “genética”. Porque denominamos os dados registrados nessa memória, de “genes”.

Mas porque o processo genético tem que ter sido o mesmo aplicado na passagem do building block astronomico, para o building block dos seres vivos? Ora… pura dedução racionalista: não conhecemos outro processo natural que faça isso, todas as passagens posteriores dos building blocks biológicos foram por este processo, seria ilógico inventar imaginariamente outro processo por achar que antes os building blocks se moviam, se transmitiam, de modo diferente.

Então o que descobrimos quando aplicamos o processo genético para calcular como uma galaxia caiu na Terra e diminuiu tanto de tamanho e saiu por aí engatinhando atrás de comida?!

Não posso aqui descrever completamente como foi esse calculo,  pois isto demandaria um livro. Então vamos resumir.

O building block astronomico é um sistema e dinamico, funcional, quase assim como é o corpo de um ser vivo. Com uma importante diferença: enquanto o building block do DNA e todos os seres vivos são sistemas abertos – interagem com as coisas do mundo externo a eles, evoluem, etc. – o building block astronomico é um sistema fechado em si mesmo, não interagindo com nada desse mundo e pretendendo ser eterno, sem se transformar e evoluir. Tais sistemas seriam uma espécie de moto continuo, um motor perpétuo, se não existisse a lei natural da degeneração e morte, a qual pode ser medida por nós. A unidade de medição dessa degeneração não é o metro nem o quilo, ela se chama “entropia”. E quando  a entropia ataca o building block astronomico ela não começa pelo centro nuclear do sistema, mas sim pela superficie, pela periferia do sistema. Nos sistemas abertos, a degeneração e morte já está determinada no DNA, ela vem de dentro para fora; no sistema fechado ela vem de fora para dentro, como ocorre nas erosões das rochas. Parece até que Deus ou o Universo tem um propósito para as coisas que existem dentro do Universo formando a Natureza, esse propósito determina que haja evolução, que ninguem fique parado e eternizado numa forma provisória dessa evolução, por isso todas as formas são  provisórias, todas tem que serem transformadas e as antigas desaparecem, e se alguem tentar o contrario, não adianta, pois o Universo tem uma carta escondida nas mangas e aciona-a: “A Morte!” Brrrrr….

Começando de fora para dentro, a degeneração vai fazendo com que as menores particulas de um corpo saiam fora do seus canais e fluxos normais, de suas posições anteriores, e como o sistema é fechado não permitindo que nada entre nem saia dele, estas particulas degradadas de massa e energia se interiorizam, indo direto para o centro do sistema. Voces já ouviram falar nos temidos e nocivos radicais livres que se movem dentro dos nossos corpos? Pois são as tais partículas entrópicas, com a diferença que nossos corpos são sistemas abertos e podem expulsa-los.

Assim um sistema termodinâmico em equilíbrio começa a desmoronar e colapsa-se sobre si mesmo. Mas em se tratando de sistema astronomico, esse colapso demora milhões ou bilhões de anos humanos. Graças a esse tempo gigantesco, seres vivos podem surgirem dentro de um sistema em colapso, tem tempo para evoluírem e emigrarem para fora de um sistema solar e de galaxias antes que caiam sobre suas cabeças. Ora, quando os radicais -livres, que são as menores particulas de um sistema, e por isso vamos chama-las de bits-informação de um sistema, caem em direção a um centro nuclear, eles podem encontrarem no caminho um obstaculo, tal como um planeta, e assim se quedam e se agregam ao planeta. Ao continuarem caindo se juntam em certos locais. Acontece que cada particula imita o tôdo, é o todo miniaturizado, e se o todo é um sistema funcional, como são os sistemas vivos, estas particulas parecem e se comportam como “vivas”. Ao se encontrarem com suas antigas vizinhas vão se conectando e depois se conectam com as que eram vizinhas mais distantes… e acabam por recriar o sistema de onde vieram… em miniatura! Isso é o mesmo que… genética! Esta era a forma não-viva, cosmológica, da genética, antes dela chegar a nós. Um corpo humano adulto, medindo 2 metros e pesando 80 quilos, é reduzido a um microscópico óvulo ou espermatozóide, transmitido para um novo ambiente, e dali, um corpo humano é formado com 30 centimetros e 3 quilos, para crescer e ter as mesmas medidas do corpo do qual veio! Nanotecnologia e giantologia naturais! Esse mundo não é mesmo… bonito ?!

E fica ainda mais bonito quando percebemos como agora… que tudo já estava escrito nas estrêlas!

Mas notamos que existe uma diferença na transmissão genética entre um buiding block astronomico para um building block do DNA, e na transmissão da memória de um corpo humano adulto para um bebê: enquanto no caso humano o genoma vai encerrado dentro de um pacotinho, uma membrana nuclear ( como é o espermatozóide, o óvulo), no caso astronomico ele vai “disperso”, com seus bits separados, no tempo e no espaço.

Êpa!… Êpa! Pera aí… Você disse “disperso”? Mas já ouvi essa palavra hoje e aqui… onde foi mesmo?

Dissemos que o DNA da bactéria está disperso no citoplasma. Ele tambem não tem uma membrana como nos espermatozóides ou nas células modernas. Mas o DNA das bactérias já apresentas um grande avanço evolutivo em relação a seu ancestral que paira nos céus: ao menos, ele não tem seus bits, seus genes dispersos.

Você percebeu como fica bonita a História do Mundo quando conseguimos entender mais coisas e começamos a juntar os palitinhos? A conetar os elos evolucionários? A bactéria é uma forma intermediaria entre o ancestral celeste e a primeira célula realmente completa na Terra. Antes era a dispersão total, dos genes separados entre si e das cópias da “Matriz/DNA” tambem separadas entre si. Depois os genes conseguiram se unir e formar um todo coeso, mas esse todo ainda era disperso no ocano de citoplasma. Depois se gerou uma membrana para separar o todo coeso do resto da matéria externa, nada mais é disperso agora. Assim caminha a evolução: passo a passo, degrau por degrau, os building blocks vão construindo um edifício cada vez mais sólido, perfeito. Uma bolinha inicial no meio de um oceano – uma mórula no meio amniótico – se torna um forte e belo edifício… glup… quero dizer… um belo bebê!

Mas parece mesmo que tem alguma inteligencia fantástica por trás disso tudo! Essa diferença entre transmissão de dados dispersos ou empacotados causa um resultado tambem bem diferente: se os genes chegam num ambiente dispersos, se juntam meio caoticamente e formam sistemas incompletos, de muitas formas diferentes; se os genes chegam todos unidos dentro de uma nave ou capsula membranosa, só existe uma forma possível a ser gerada, que é a cópia exata do sistema de onde vieram. Por isso que os genes vindos do céu criaram na terra essa enorme diversidade de formas de seres vivos…, enquanto os genes que vieram de nossos pais só poderiam criar uma unica forma de ser vivo… à imagem e semelhança de nossos pais. Entendeu agora de onde surgiu essa diversidade das espécies? E o mundo não é mesmo uma belezura?

Devido o mundo e suas criações – como os corpos humanos – serem belos, é que eu queria ser o dono único do meu corpo total. Estou mesmo decidido a botar estes 90% de bactérias para fora…

Glup… Mas aí vou ficar com apenas 18 centimetros de altura, 8 quilos, e não acho que meu corpo vai funcionar mais direito. Está decidido! Podem ficar aí… donas bactérias.

História Natural Universal – Planejamento do Capitulo no Livro

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Criação da Categoria “História Natural Universal”. 

Este capitulo pode ter como sub-titulo:

Natureza: História Natural, Evolução e Significados Existenciais dos Seus Fenômenos

Tudo o que existe aqui e agora de natural, pode ser redutível evolutivamente ao principio no Big Bang. Portanto, cada detalhe, cada fenômeno da Natureza visto aqui e agora, tem que ter sua História de 13,7 bilhões de anos.

Ora, é impossível descrever a História Natural Universal de 13,7 bilhões de anos completa, abrangendo todos os detalhes. Como, por exemplo, quando descreve-se a História Humana, limita-se a narrar os indivíduos mais influentes, como reis, lideres rebeldes, etc., não sendo narrado a história de todos os humanos em cada época.

Então, teremos que seguir o passo normal das coisas, como foi feito com a evolução das Ciências Humanas: primeiro aplicou-se o método reducionista, apontando, identificando, analizando e descrevendo cada minimo detalhe natural de interesse da Ciência; segundo, aplica-se o método sistêmico, tentando conectar todos estes detalhes para se obter o grande quadro final.

Vamos então reunir numa categoria – História Natural Universal – todos os dados que forem sendo descobertos conectando os elos da evolução natural. Na esperança de que um dia possamos passar para a ultima etapa da investigação e obter a história completa.

Erupção de Vulcão Ontem. Veja vídeo

sexta-feira, janeiro 23rd, 2015

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Volcán de Colima 21 de enero 2015. Enorme explosión a las 9:14am. Columna de cenizas de 4kms

http://youtu.be/GHNQB8-mvQw

Problemas no blog: Post não entra…

sexta-feira, janeiro 23rd, 2015

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404 Not Found

Invasão de Usuários no Blog? Devo Impedir? Como?

Está havendo inscrição de novos usuarios no blog a todo momento, ja contam 23.000 usuarios, e estou suspeitando que estão aplicando spam ou usando o site para indevidas intenções. Por exemplo, abaixo os dados de um usuario:

Nome de Usuário: .5289eaujl
Email: Orethahgddgbwzw86@hotmail.com
Função:Assinante
Posts: 0

Meu blog está hospedado num servidor pago, o qual suspendeu a hospedagem alegando “sobrecarga no servidor” por excesso de comentários, quando não aparecia nenhum comentário no blog. Contratei um webmaster que inutilizou a seção de comentários e inseriu o Disquss, o site voltou ao ar. Agora suspeito que alguém está usando a abertura para “usuários”” para promover spam?
Se sim, como faço para impedi-los?
Deletar todos os usuários em massa não adiantaria, pois voltam a entrar. Certo?
O que é usuário com função apenas de assinante? Qual a vantagem ele pode auferir fazendo isso?

Meu site é:

<a href=”http://theuniversalmatrix.com”>

Desde já muito grato por ajuda…Louis Morelli

Oportunidade: Curso Gratuito de WordPress, à Distancia

sexta-feira, janeiro 23rd, 2015

O WordPress está sendo a plataforma de blog mais usada no mundo, e por incrível que pareça, no Brasil, Paraná, não tem ninguem que entenda para dar curso. Não existem escolas ensinando WordPress aqui. O DailyPost em conjunto com o WordPress vão dar um curso de 2/Fevereiro a 27/Fevereiro todos os dias da semana as 14:00 hs de Londrina. É grátis. Registrar aqui:

https://dailypost.wordpress.com/2015/01/22/february-2015-blogging-u-registration/

(Obs: este meu website é particular em relação à Homepage, mas é atrelado a um blog do WordPress para postar os Artigos)

Qualquer duvida com o Inglês, podem perguntar aqui nos comentários