Archive for janeiro, 2015

Website Otimização: Resolver isto com webmaster

sexta-feira, janeiro 23rd, 2015

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Estes sites de ranks e analises estão dando estatistiscas sero para Matrix/DNA, ehquanto o Awstats mostra resultados favoraveis.

Site Trail

http://www.sitetrail.com/theuniversalmatrix.com

Livro para Ler: The Structure of Scientific Revolutions – Thomas Kuhn

sexta-feira, janeiro 23rd, 2015

 

Procurar se tem versão  em Portugues

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http://en.wikipedia.org/wiki/The_Structure_of_Scientific_Revolutions

Kuhn challenged the then prevailing view of progress in “normal science.” Normal scientific progress was viewed as “development-by-accumulation” of accepted facts and theories. Kuhn argued for an episodic model in which periods of such conceptual continuity in normal science were interrupted by periods of revolutionary science. The discovery of “anomalies” during revolutions in science leads to new paradigms. New paradigms then ask new questions of old data, move beyond the mere “puzzle-solving” of the previous paradigm, change the rules of the game and the “map” directing new research…

Structure-of-scientific-revolutions-1st-ed-pb.png

Mexam-se, Homens e Mulheres, Burros e Irresponsáveis com Filhos e Famílias: Reajam Contra os Vampiros que estão te Sugando!

quinta-feira, janeiro 22nd, 2015

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Eu já abri aqui neste website uma associação para consertar o Sistema Econômico do Brasil e do Planeta. Até agora a “associação” só tem um voluntario: eu mesmo. Mas não desistirei até meu ultimo suspiro. Abro agora no Facebook. Se tivesse no minimo 2 pessoas, amanhã mesmo no calçadão de Londrina e na frente de algum banco particular teria duas pessoas portando cartazes: Boicotem os bancos e financeiras particulares . Queremos apenas bancos públicos e com contabilidade transparente total!

Isso seria apenas o começo.

Eu não consigo entender como uma pessoa fica num trabalho de empregado 40 ou 50 horas semanais, com disposição para trabalhar fisicamente, apenas para buscar dinheiro, e tem preguiça mental total que não investe meia hora nesta semana para se informar do que está acontecendo com o dinheiro do mundo! O ar que respiramos, o  espaço de dois metros acima do solo onde pisam nossos pés é riquíssimo, tem um valor em dinheiro para dar educação de graça para todo mundo. Nele correm ondas de som, de imagens, que possibilita a existência dos telefones, das televisões, rádios, Internet. Essas ondas atravessam nossos corpos a todo segundo, alem de estarem no ar que devia nos pertencer. Mas quanto em dinheiro vivo e real você esta recebendo por pessoas particulares estarem nadando em dinheiro por usarem estas dadivas que Deus deu a você , de presente? Porque você recusa um presente da natureza de Deus e o dá de graça a vampiros parasitas, monstros predadores humanos que agora, neste momento, estão tomando champanhe na beira da piscina? E rindo da sua cara que está no trabalho escravo?!

credit  Mário Tomé

Tente se mexer. Este planeta está dominado pior humanos – você é o humano – e não por macacos ou girafas. São humanos como você que decide quem vai ser dono daquela terra, para quem vai o dinheiro impresso na maquina que é sua tambem, etc…. Mas eu não estou vendo você participar com sua decisão, sua vontade, sua opinião, e seu braço forte capaz de surrar os larápios, na direção do todo social. O poder nesta terra é dos humanos, você é da classe que forma a grande maioria, o poder foi dado pela Natureza e Deus a você… e você não se mexe para usa-lo?! Porque você está dormindo assim desde que nasceste, o que aconteceu com sua mente, inteligencia?

Está certo: as ovelhas pastando no vale “sabem” que nada poderão fazer para se defenderem quando os leões predadores descerem da colina para fazerem a colheita do trabalho delas de transformar grama em carne suculenta. Quando eles descem é “pernas para que te quero?”  e cada uma sai correndo desesperada numa direção rezando para não ser a escolhida.  Mas ovelhas não possuem a menor inteligencia e nem uma linguagem para trocarem idéias e fazerem planos, pois se tivessem, e se quisessem, já teriam acabado com os leões, bastando cavar buracos abaixo da colina… ou outra estratégia qualquer.

Tente vencer a preguiça mental, comece lendo este artigo copiado abaixo, e volte para conversar sobre isso com os da sua classe social. Assim se começa… entre na associação ou desapareça da minha frente pois quem vai continuar engordando e fortalecendo meus inimigos vampiros é tambem meu inimigo…

Sistema financeiro brasileiro esteriliza os recursos do país

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31-45

Um debate fundamental pede passagem: a esterilização dos recursos do país por meio do sistema de intermediação financeira, que drena em volumes impressionantes recursos que deveriam servir ao fomento produtivo e ao desenvolvimento econômico. Os números são bastante claros e conhecidos, e basta juntá-los para entender 

O crediário 

Comecemos pelas taxas de juros ao tomador final, pessoa física, praticadas no comércio – os chamados crediários. A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) traz na Tabela 1 os dados de junho de 2014. 

Antes de tudo, uma nota metodológica: os juros são quase sempre apresentados, no Brasil, como “taxa mês”, o que é tecnicamente certo, mas comercial e eticamente errado. É uma forma de confundir os tomadores de crédito, pois ninguém consegue calcular de cabeça juros compostos. O que é usado em todo o mundo é o juro anual. O Banco Itaú, por exemplo, apresenta em seu site as taxas de juros apenas no formato mensal, pois ao ano aparecem como são: extorsivas. 

A média de juros praticados nos crediários, de 72,33%, significa simplesmente que esse tipo de comércio, em vez de prestar decentemente serviços comerciais, se transformou essencialmente num banco. Aproveita-se do fato de as pessoas não entenderem de cálculo financeiro e de disporem de pouco dinheiro à vista para extorqui-las. Aqui, o produtor de “Artigos do Lar”, ao cobrar juros de 104,89% sobre os produtos, trava a demanda, pois esta ficará represada por doze ou 24 meses, enquanto se pagam as prestações, e trava o produtor, que recebe muito pouco pelo produto. É o que temos qualificado de economia do pedágio. Ironicamente, as lojas dizem que “facilitam”. No conjunto do processo, a capacidade de compra do consumidor é dividida por dois, e a capacidade de reinvestimento do produtor estanca. 

Os juros para pessoa física 

Os consumidores não se limitam a comprar pelo crediário, cuja taxa média de 72,33% aparece reproduzida na primeira linha da Tabela 2. Usam também cartão de crédito e outras modalidades de mecanismos financeiros desconhecidos para a imensa maioria dos consumidores. 

Tomando os dados de junho de 2014, constatamos que os intermediários financeiros cobram 238,67% no cartão de crédito, 159,76% no cheque especial e 23,58% na compra de automóveis. Os empréstimos pessoais custam em média 50,23% nos bancos e 134,22% nas financeiras. Estamos deixando aqui de lado a agiotagem de rua, que ultrapassa os 300%. 

Note-se que a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) considera que o juro médio sobre o cartão é de 280%, portanto bem acima da avaliação da Anefac. Segundo a Abecs, 50,1% do crédito para consumo é feito no cartão, 23,5% no crédito consignado, 13,1% no crediário de veículos e 13,3% em “outros”. Trata-se, no caso dos cartões, de cerca de R$ 170 bilhões. É importante lembrar que, mesmo sem entrar no crédito do cartão, uma loja tem de pagar cerca de 5% do valor das compras ao banco, além do aluguel da máquina. Grandes lojas com capacidade de negociação com o sistema financeiro podem pagar menos de 5%, mas de toda forma é um gigantesco imposto privado sobre a metade do crédito de consumo, reduzindo drasticamente a capacidade de compra do consumidor. 

A Abecs considera que essa carteira “está sendo responsável por fomentar o crédito ao consumidor no país”. É uma forma positiva de apresentar o problema, mas desenvolve-se o crédito, e não o consumo. No caso da frequente entrada no crédito rotativo, as pessoas pagarão três ou quatro vezes o valor do produto. Miguel de Oliveira, diretor da Anefac, resume bem a situação: “A pessoa que não consegue pagar a fatura e precisa parcelar, ou entrar no rotativo, na verdade está financiando a dívida do cartão de crédito com outro tipo de crédito. O problema é que essa dívida não tem fim. As pessoas acabam não se dando conta dos juros que terão que pagar” (DCI, 20 ago. 2014). 

Obviamente, com essas taxas de juros, as pessoas, ao fazerem uma compra a crédito, gastam mais com os juros do que com o próprio valor do produto adquirido. Costuma-se apresentar apenas a taxa de endividamento das famílias, próxima de 30%, o que não é informação suficiente, pois elas não só se endividam muito, como se endividam muito comprando pouco. A conta é evidente: em termos práticos, pagam quase o dobro, às vezes mais. Dito de outra forma, compram a metade do que o dinheiro delas poderia comprar, se o fizessem à vista – isso porque a compra à vista já inclui os lucros de intermediação comercial. 

Não é o imposto que é o vilão, ainda que o peso dominante dos impostos indiretos só piore a situação: é o desvio da capacidade de compra para o pagamento de juros. As famílias estão gastando muito mais, resultado do nível elevado de emprego e do aumento do poder aquisitivo da base da sociedade, mas os juros esterilizam a capacidade de dinamização da economia pela demanda que esses gastos poderiam representar. Um dos principais vetores de dinamização da economia está travado. Gerou-se uma economia de atravessadores financeiros. Prejudicam-se as famílias que precisam dos bens e serviços e, indiretamente, as empresas efetivamente produtoras que veem seus estoques parados. Perde-se boa parte do impacto de dinamização econômica das políticas redistributivas. O crédito consignado ajuda, mas atinge apenas 23,5% do crédito para consumo (DCI, 20 ago. 2014) e se situa na faixa de 25% a 30% de juros ao ano, o que parece baixo apenas pelo nível exorbitante que atingem as outras formas de crédito. 

Os juros para pessoa jurídica 

As taxas de juros para pessoa jurídica não ficam atrás. O estudo da Anefac apresenta uma taxa praticada média de 50,06% ao ano, sendo 24,16% para capital de giro, 34,8% para desconto de duplicatas e 100,76% para conta garantida. Ninguém em sã consciência consegue desenvolver atividades produtivas, criar uma empresa, enfrentar o tempo de entrada no mercado e de equilíbrio de contas pagando esse tipo de juros. Aqui, o investimento privado é diretamente atingido. (Fonte: Anefac, 2014. Disponível em: www.anefac.com.br/uploads/arquivos/2014715153114381.pdf.) 

A atividade bancária pode ser perfeitamente útil ao financiar iniciativas econômicas que darão retorno, mas isso implica que o banco utilize o dinheiro dos depósitos para fomentar iniciativas empresariais, cujo resultado dará legítimo lucro ao investidor, permitindo também restituir o empréstimo. A atividade básica de um banco – reunir poupanças de depositantes para transformá-las em financiamento de atividades econômicas – saiu do horizonte dessas instituições. A economia, travada do lado da demanda com o tipo de crédito ao consumo visto anteriormente, tanto nos bancos como nos crediários, é igualmente travada do lado do financiamento ao produtor. Prejudica-se assim tanto a demanda como o investimento, os dois motores da economia. 

As regras do jogo aqui se deformam profundamente. Ao poder se financiar no exterior com taxas de juros cinco ou seis vezes menores do que seus concorrentes nacionais, as grandes corporações transnacionais passam a ter vantagens comparativas impressionantes. Muitas empresas nacionais podem encontrar financiamentos com taxas que poderiam ser consideradas normais, por exemplo, junto ao BNDES e outros bancos oficiais, mas sem a capilaridade que permite irrigar a imensa massa de pequenas e médias empresas dispersas no país. Não é demais lembrar que na Alemanha 60% das poupanças são administradas por pequenas caixas de poupança locais, que irrigam generosamente as pequenas iniciativas econômicas. A Polônia, que segundo a Economist foi o país que melhor enfrentou a crise na Europa, tem 470 bancos cooperativos, que financiam atividades da economia real. Um dos principais economistas do país, J. Balcerek, comenta ironicamente que “nosso atraso bancário nos salvou da crise”. 

Os juros sobre a dívida pública 

Uma terceira deformação resulta do imenso dreno sobre recursos públicos por meio da dívida pública. Se arredondarmos nosso PIB para R$ 4,8 trilhões, 1% são R$ 48 bilhões. Quando gastamos 5% do PIB para pagar os juros da dívida pública, estamos transferindo aos bancos donos da dívida e, por sua vez, a um pequeno grupo de afortunados cerca de R$ 240 bilhões ao ano, que deveriam financiar investimentos públicos, políticas sociais e semelhantes. Para os bancos é muito cômodo, pois em vez de terem de identificar bons empresários e fomentar investimentos, aplicam em títulos públicos, com rentabilidade elevada, liquidez total, segurança absoluta, dinheiro em caixa, por assim dizer, e rendendo muito. 

O efeito aqui é duplamente pernicioso: 1) com a rentabilidade assegurada com simples aplicação na dívida pública, os bancos deixam de buscar o fomento da economia; 2) muitas empresas produtivas, em vez de fazerem mais investimentos, aplicam também seus excedentes em títulos do governo. A máquina econômica torna-se assim refém de um sistema que rende para os que aplicam, mas não para os que investem na economia real. E para o governo é até cômodo, pois é mais fácil se endividar do que fazer a reforma tributária tão necessária. 

Uma deformação sistêmica 

A taxa real de juros para pessoa física (descontada a inflação) cobrada pelo HSBC no Brasil é de 63,42%, quando é de 6,6% no mesmo banco para a mesma linha de crédito no Reino Unido. Para o Santander, as cifras correspondentes são 55,74% e 10,81%. Para o Citibank, são 55,74% e 7,28%. O Itaú cobra sólidos 63,5%. Para pessoa jurídica, área vital porque se trataria de fomento a atividades produtivas, a situação é igualmente absurda. Para pessoa jurídica, o HSBC, por exemplo, cobra 40,36% no Brasil e 7,86 no Reino Unido (Ipea, 2009). 

Comenta o estudo do Ipea: “Para empréstimos à pessoa física, o diferencial chega a ser quase dez vezes mais elevado para o brasileiro em relação ao crédito equivalente no exterior. Para as pessoas jurídicas, os diferenciais também são dignos de atenção, sendo prejudiciais para o Brasil. Para empréstimos à pessoa jurídica, a diferença de custo é menor, mas, mesmo assim, é mais de quatro vezes maior para o brasileiro”. 

Nossa Constituição, no artigo 170, define como princípios da ordem econômica e financeira, entre outros, a função social da propriedade (III) e a livre concorrência (IV). O artigo 173, no parágrafo 4o, estipula que “a lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros”. O parágrafo 5o é ainda mais explícito: “A lei, sem prejuízo da responsabilidade individual dos dirigentes da pessoa jurídica, estabelecerá a responsabilidade desta, sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza, nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular”. Cartel é crime. Lucro exorbitante sem contribuição correspondente produtiva será “reprimido pela lei” com “punições compatíveis”. 

O resultado prático é uma deformação sistêmica do conjunto da economia, que trava a demanda do lado do consumo, fragiliza o investimento e reduz a capacidade do governo de financiar infraestruturas e políticas sociais. Se acrescentarmos a deformação de nosso sistema tributário, baseado essencialmente em impostos indiretos (embutidos nos preços), com frágil incidência sobre a renda e o patrimônio, teremos aqui o quadro completo de uma economia prejudicada em seus alicerces, que avança, sem dúvida, mas carregando um peso morto cada vez menos sustentável. 

A dimensão internacional 

O dreno sobre as atividades produtivas, tanto do lado do consumo como do investimento, é planetário. Faz parte de uma máquina internacional que desde a liberalização da regulação financeira com os governos Reagan e Thatcher, no início dos anos 1980, até a liquidação do principal sistema de regulação, o Glass-Steagall Act, por Clinton, em 2009, gerou um vale-tudo internacional. 

A dimensão internacional tornou-se mais documentada a partir da crise de 2008. O próprio descalabro gerado e o travamento da economia mundial levaram ao levantamento dos dados básicos das finanças internacionais, que curiosamente sempre escaparam do International Financial Statistics do FMI. Resumimos aqui seus principais resultados, para facilitar uma visão de conjunto. 

– O Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla alemã) constatou que 147 grupos controlam 40% do mundo corporativo do planeta, sendo 75% deles instituições financeiras. Pertencem em sua quase totalidade aos países ricos, essencialmente Europa ocidental e Estados Unidos (ETH, 2011). 

– O Tax Justice Network (TJN), em pesquisa coordenada por James Henry, apresenta o estoque de capitais aplicados em paraísos fiscais: da ordem de US$ 21 trilhões a US$ 32 trilhões, para um PIB mundial da ordem de US$ 70 trilhões. Estamos falando de quase um terço a metade do PIB mundial. A economia do planeta está fora do alcance de qualquer regulação e é controlada por intermediários, não por produtores. O rentismo impera (TJN, 2012). 

– O dossiê produzido pela Economist (The missing $20 trillion) arredonda o estoque nos paraísos fiscais para US$ 20 trilhões, mas mostra que são geridos pelos principais bancos do planeta, não em ilhas paradisíacas, mas essencialmente por bancos dos Estados Unidos e da Inglaterra (Economist, 2013). 

– As pesquisas do International Consortium of Investigative Journalists (Icij) têm chegado a inúmeros nomes de empresas e donos de fortunas, com detalhes de instruções e movimentações. Em novembro de 2014 publicam o gigantesco esquema de evasão fiscal das multinacionais, usando o paraíso fiscal que se tornou Luxemburgo. São apresentados em detalhe os montantes de evasão por parte dos bancos Itaú e Bradesco (Icij, 2014). 

– O estudo de Joshua Schneyer, sistematizando dados da Reuters, mostra que dezesseis grupos comerciais internacionais controlam o essencial da intermediação das commodities em escala planetária (grãos, energia, minerais), a maior parte com sede em paraísos fiscais (Genebra, em particular), criando o atual quadro de especulação financeiro-comercial sobre os produtos que constituem o sangue da economia mundial. Lembremos que os derivativos dessa economia especulativa (outstanding derivatives) ultrapassam US$ 600 trilhões, para um PIB mundial de US$ 70 trilhões (BIS, 2013; Schneyer, 2013). 

– O Crédit Suisse divulga a análise das grandes fortunas mundiais, apresentando a concentração da propriedade de US$ 223 trilhões acumulados (patrimônio acumulado, não renda anual). Além disso, basicamente 1% dos mais afortunados possui cerca de 50% da riqueza do planeta. 

Não temos estudos suficientes nem pressão política correspondente para ter o detalhe de como funciona essa engrenagem no Brasil. No entanto, dois estudos nos trazem ordens de grandeza. 

O estudo mencionado do Tax Justice Network, ao identificar estoques de capital em paraísos fiscais, no caso do Brasil, encontra US$ 519,5 bilhões, o que representa cerca de 25% do PIB brasileiro, ocupando o quarto lugar no mundo (disponível em: www.taxjustice.net/cms/upload/pdf/Appendix%203%20-%202012%20Price%20of%20Offshore%20pt%201%20-%20pp%201-59.pdf). 

Tratando da fuga de capitais para o exterior pela via de remessas ilegais, o estudo da Global Financial Integrity (GFI), coordenado por Dev Kar e denominado “Brasil: fuga de capitais, fluxos ilícitos e as crises macroeconômicas, 1960-2012”, estima essa evasão em R$ 80 bilhões por ano entre 2010 e 2012 (cerca de 1,5% do PIB), o que alimenta o estoque de mais de R$ 1 trilhão em paraísos fiscais visto anteriormente. Segundo o relatório, “o governo deve fazer muito mais para combater tanto o subfaturamento de exportações como o superfaturamento de importações, adotando ativamente medidas dissuasivas adicionais em vez de punições retroativas”. Trata-se aqui, dominantemente, das empresas multinacionais. Kofi Annan considera que esse mecanismo drena cerca de US$ 38 bilhões por ano das economias africanas. O mecanismo é conhecido como mispricing, ou trade misinvoicing (GFI, 2014). 

Resgatando o controle 

No plano internacional, enquanto existir a tolerância dos paraísos fiscais por parte das elites norte-americanas e europeias – inclusive nos próprios Estados Unidos, como é o estado de Delaware, e na Europa, como é o caso de Luxemburgo e da Suíça –, dificilmente haverá qualquer possibilidade de controle real. A evasão fiscal torna-se demasiado simples, e a possibilidade de localizar os capitais ilegais, muito reduzida. 

Essa situação pode ser bastante melhorada no controle das saídas, do sub e sobrefaturamento e semelhantes. O relatório da GFI mencionado anteriormente aponta essas possibilidades e reconhece fortes avanços do Brasil nos últimos anos. No plano internacional, surge finalmente o Base Erosion and Profit Shifting (Beps), endossado por quarenta países que representam 90% do PIB mundial, início de redução do sistema planetário de evasão fiscal pelas empresas transnacionais (OCDE, 2014). 

Para enfrentar essa realidade, o governo tem armas poderosas. A primeira é retomar a redução progressiva da taxa Selic, o que obrigaria os bancos a procurar aplicações alternativas, voltando a irrigar iniciativas de empreendedores e reduzindo o vazamento dos recursos públicos para os bancos. A segunda é reduzir as taxas de juros ao tomador final na rede de bancos públicos, conforme foi experimentado em 2013, mas persistindo desta vez na dinâmica. É a melhor forma de introduzir mecanismos de mercado no sistema de intermediação financeira, contribuindo para fragilizar o cartel ao obrigá-lo a reduzir os juros estratosféricos: o tomador final voltaria a ter opções. A terceira consiste no resgate de um mínimo de equilíbrio tributário: não se trata de aumentar os impostos, mas de racionalizar sua incidência. Pesquisa do Inesc (2014, p.21) mostra que “a tributação sobre o patrimônio é quase irrelevante no Brasil, pois equivale a 1,31% do PIB, representando apenas 3,7% da arrecadação tributária de 2011. Em alguns países do capitalismo central, os impostos sobre o patrimônio representam mais de 10% da arrecadação tributária, a exemplo de Canadá (10%), Japão (10,3%), Coreia do Sul (11,8%), Grã-Bretanha (11,9%) e Estados Unidos (12,15%)”. Se acrescentarmos a baixa incidência do imposto sobre a renda e o fato de os impostos indiretos representarem 56% da arrecadação, teremos no conjunto uma situação que clama por mudanças. 

“Convém destacar que a carga tributária é muito regressiva no Brasil porque está concentrada em tributos indiretos e cumulativos que oneram mais os trabalhadores e os mais pobres, uma vez que mais da metade da arrecadação provém de tributos que incidem sobre bens e serviços, havendo baixa tributação sobre a renda e o patrimônio. Segundo informações extraídas da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008/2009 pelo Ipea, estima-se que 10% das famílias mais pobres do Brasil destinam 32% da renda disponível para o pagamento de tributos, enquanto 10% das famílias mais ricas gastam 21% da renda em tributos” (Inesc, 2014, p.6). 

A quarta arma consiste em dinamizar um conjunto de pesquisas sobre os fluxos financeiros internos, de maneira a gerar uma transparência maior nessa área em que as pessoas simplesmente não se orientam. Para gerar a força política capaz de reduzir o grau de cartelização, reintroduzindo mecanismos de mercado e transformando o sistema de intermediação financeira, é preciso ter uma população informada. É impressionante o profundo silêncio não só da mídia, mas também da academia e dos institutos de pesquisa sobre o processo escandaloso de deformação da economia pelo sistema financeiro. 

A economia brasileira está sendo sangrada por intermediários que pouco ou nada produzem. Se somarmos as taxas de juros à pessoa física, o custo dos crediários, os juros à pessoa jurídica, o dreno por meio da dívida pública e a evasão fiscal por paraísos fiscais e transferências ilícitas, teremos uma deformação estrutural dos processos produtivos. Tentar dinamizar a economia enquanto arrastamos esse entulho especulativo preso aos pés fica muito difícil. Há mais mazelas em nossa economia, mas aqui estamos falando de uma massa gigantesca de recursos, que são necessários ao país. É tempo de o próprio mundo empresarial – aquele que efetivamente produz riquezas – acordar para os desequilíbrios e colocar as responsabilidades onde realmente estão. O resgate organizado do uso produtivo de nossos recursos é essencial. 

Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia, e professor titular da PUC-SP. Publicado em Le Monde Diplomatique, 01 de dezembro de 2014. 

As células navegam no oceano amniótico ovular dirigidas pela mesma causa que dirige a navegação e vôos de animais pelos oceanos da Terra…?!

quinta-feira, janeiro 22nd, 2015

” Na embriogênese, células  recém-nascidas de uma bolota chamada mórula se afastam para a periferia indo ocupar posições especificas, pelo mesmo motivo que tartarugas saem do Sul e nadam milhares de quilômetros indo desovar no norte cem terem a menor referencia para orientação geográfica:  campos magnéticos.”

Esta frase me pipocou na  cabeça hoje na cama, mal acordei. Claro, ela propõe uma teoria “fantástica”, de acordo com meu raciocínio,  e absurda, de acordo com o raciocínio dos formandos pelas ciências modernas. Parece-se com aquelas frases absurdas como… “o raio de curvatura do vôo do urubu malandro é inversamente proporcional ao raio de curvatura da lambada do rabo do  jacaré”… A gente não sabe como estas coisas pipocam nos cérebros, ou como as cabeças humanas produzem tais lampejos assim, do nada.

Mas… veja-se este artigo aqui:  Campos Magnéticos: Tartarugas tambem captam para navegar! – See more at: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/#sthash.AZ8wpKwn.dpuf

Ví este artigo há e tenho pensado neste  fenômeno. Até coloquei um post na revista do artigo: “Fico me perguntando onde está e como é a antena da tartaruga que capta estas linhas de  ondas magnéticas invisíveis! Será que tartaruga tem alguma glândula no cérebro relacionada à pineal?”

Mas pelo que eu saiba, até hoje ainda é um mistério qual o mecanismo que faz as células tronco se diferenciarem e “navegarem” numa exata direção do “oceano amniótico” onde irão se posicionar e executarem sua função especifica. Fica difícil imaginar que uma microscópica molécula – DNA – seja quem dirige esta célula, num espaço muito longe de onde ela se encontra. Seria o mesmo que o Talibã mandando um míssil do Afeganistão para acertar a cabeça de um chargista localizado numa certa sala de um certo prédio de Paris. Tá certo que o Talibã  não tem sequer a inteligencia de uma molécula, mas ainda assim, é o que o DNA estaria fazendo se esse for o mecanismo aplicado ali, na mórula e na blástula.

Sabemos que corpos astronômicos como a Terra possuem uma realidade material invisível a nós a qual denominamos de campo e linhas magnéticas. A Terra é um corpo material. Tartarugas e células são corpos materiais. Então onde está o absurdo  em suspeitar que tartarugas e células tenham campos magnéticos próprios? E assim como humanos interagem com outros humanos, células interagem com outras células, porque não suspeitar que campos magnéticos interagem com campos magnéticos?

Estas suspeitas estão cada vez mais crescendo na minha cabeça e ultimamente tenho coletado muitas novidades noticiadas sobre campos magnéticos. Estou até suspeitando que o sistema solar está todo preenchido por um campo magnético cujo centro é o Sol, que emitiria ondas magnéticas em sete frequências diferentes, cada qual consistindo  em uma aureola espacial circular, cada qual numa vibração ondulatória especifica, e que qualquer planeta que estivesse na mesma aureola orbital que está a Terra, poderia gerar a Vida, se o planeta tiver as minimas condições para tal. Estas aureolas com suas diferentes intensidades vibratórias estariam na mesma sequencia da sequencia de frequências das ondas de luz. Quando saímos desta faixa vibratória  astronômica ótima para a vida, nosso corpo tenderia a se deformar… portanto vamos ter que desenvolver naves e trajes espaciais para mandar astronautas alem da nossa faixa.

Raios. Este assunto está cru, ninguém acredita nele. Apenas vão a cada dia acumulando novas descobertas que são mais evidencias indicando que deve existir algo aí muito importante para nossa existência e debaixo de nossos narizes que não estamos percebendo. Tartarugas descobertas nadando ao sabor de linhas magnéticas invisíveis… é como noticiam a coisa e apenas descrevem o fenômeno, sem sequer raciocinar inquiritorialmente sobre ele.

 

Vou levar adiante a pesquisa deste assunto. Se isso existe mesmo, e está influenciando minha vida, meu corpo, vou seguir suas pegadas até agarrar seus calcanhares. Claro!

Próximo passo: voltar a re-estudar em embriogênese tudo o que se refere à diferenciação celular. procurar o mapa do cérebro das tartarugas para procurar ali o que está desempenhando a função  de antena.  

 

Educação: Falta de Alfabetização Financeira e de Habilidades Técnicas “Domésticas”

quinta-feira, janeiro 22nd, 2015

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Why financial literacy should be made mandatory in schools

https://www.linkedin.com/pulse/why-financial-literacy-should-made-mandatory-schools-varadachari

Um Brilhante Argumento para Matrix/DNA Theory

quarta-feira, janeiro 21st, 2015

– A substancia dentro de um óvulo parece uma “sopa”;

– Um óvulo é o que existia antes da origem de um humano vivo;

– Uma substancia na Terra parecia uma “sopa”;

– A Terra existia antes da origem da Vida;

– Mas para o óvulo produzir um humano foi preciso a chegada de um genoma biológico – o DNA;

– Então, para a Terra produzir a Vida foi preciso a chegada de um genoma astronomico – a Matrix/DNA.

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A Brilliant Argument for Matrix / DNA Theory

– The substance within an ovule looks like a “soup”;

– An ovule is what existed before the origin of a living human being;

– A substance on Earth seemed a “soup”;

– The Earth existed before the origin of life;

– But for the ovule to produce a human was need the arrival of a biological genome – the DNA;

– So,…  for the Earth to produce life was need the arrival of an astronomical genome – the Matrix/DNA.

 

Divulgação da Ideologia da Cosmovisão da Matrix/DNA e Planejamento da Palestra

terça-feira, janeiro 20th, 2015

Nós somos genes mentais construindo o filho da auro-consciência universal. Cada ser humano, assim como qualquer outra forma de vida mentalizada do Universo, é um gene com uma informação unica, individual e intransferível, que induz a uma missão, ainda inconsciente, e o prejuízo da obra desse individuo acarretará mazelas no ser conjunto único que seremos no futuro. Essa a base do código moral e ideologia que emana da cosmovisão da Matrix/DNA.

Educação: Tem como “interessar” os estudantes desinteresados?

terça-feira, janeiro 20th, 2015

Assim de chofre eu sugiro a hipótese de que o desinteresse pelo conhecimento intelectual é produto da genética do individuo. Mas acredito que sem indivíduos apaixonados pela busca do conhecimento intelectual a Humanidade fica como um barco à deriva sem ter controle do seu destino. Os humanos imitam os vírus malignos dentro de um corpo humano, que comem e se reproduzem  matando as células até matar o corpo inteiro e com ele desaparecerem tambem. Assim será o destino da Humanidade aniquilando a vida deste planeta sem o guia que  vem do conhecimento intelectual. E quando a grande maioria é composta por estes indivíduos e eles tem o poder físico, os intelectuais sucumbem e acaba-se o auto-controle da espécie. Então é meu urgente interesse estudar este problema dos humanos que nascem com a tendencia a negar a busca do conhecimento intelectual.

Vou abrir este capitulo para estudar este problema.

Primeiro vamos registrar um artigo relacionado ao assunto, para posterior análise:

The Laws of Science Teaching at Community Colleges.

http://www.science20.com/quantum_gravity/blog/the_laws_of_science_teaching_at_community_colleges-152379

By Hontas Farmer | January 17th 2015 11:36 AM

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Hontas Farmer – The Laws of Science Teaching at Community Colleges.

 

Texto resumido para apresentar a Matrix/DNA em linhas gerais

terça-feira, janeiro 20th, 2015

Texto resumido para apresentar a Matrix/DNA em linhas gerais:

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 THE MATRIX/DNA

Comparative anatomy of all natural systems – from atoms to galaxies to human bodies – suggests that all these systems are variations from a unique system that began at The Big Bang in shape of quantum vortex turning on waves of light. There is a common denominator to all these systems which is the Matrix/DNA formula. As result we conclude that this Universe is composed by bodies of an old ancestor species – galaxies – which are the hosts for biological systems ( aka life) and this Universe is a kind of amnion/placenta where is occurring a normal genetic/computational reproductive process of the unknown natural system that produced it. So, DNA is not a code, there was no origins of life and universes, consciousness is the new evolutionary shape of this universal system, galaxies are like dinosaurs that choose the wrong evolutionary way turning into closed system and then, discarded by evolution. Evolution is not merely biological, because the same mechanisms drivers cosmological and biological evolution and LUCA – the Last Universal Common Ancestor of all “living beings” never existed at Earth, but it is the astronomical system to which Earth’s belongs to. The building block of atomic and astronomical systems – the Matrix – is encrypted into the RNA/DNA as a lateral pair of nucleotides, which is the building block of the DNA. Humans are like mentalized genes building the new shape of this universal system, which now is an embryo of a cosmic consciousness. This is a general theory accumulating thousands of evidences everyday but, still under testing, because it is scientifically falsifiable. More informations and collaborations for developing/testing this new world view at theuniversalmatrix.com

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Sites postados:

http://www.science20.com/profile/louis_morelli

Campos Magnéticos: Tartarugas tambem captam para navegar!

segunda-feira, janeiro 19th, 2015

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Sea turtles use the Earth’s magnetic field to find their beach of origin

http://www.washingtonpost.com/news/speaking-of-science/wp/2015/01/15/sea-turtles-use-the-earths-magnetic-field-to-find-their-beach-of-origin/

A Tartaruga- GPS