Archive for janeiro 26th, 2015

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segunda-feira, janeiro 26th, 2015

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O DNA Disperso das Bactérias… Estava Escrito nas Estrêlas

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Você sabia que seu corpo não é… bem… não é seu? Vocé só é dono/dona de 10% de seu corpo. Os outros 90% não lhe pertencem.

Calma, não fique alarmado/a porque não vou denunciar mais uma dessas teorias da conspiração, dizendo que alguma companhia ou governo se apossou do titulo de propriedade de 90% do seu corpo.

Acontece que seu corpo é formado por bilhões ou trilhões de células, mas 90% destas células pertencem a outros seres vivos, chamadas “bactérias”. Você é um eco-sistema ambulante! Portanto louco daquele que negligencia, ignora o conhecimento sobre o que é, como vivem, o que precisam, quem é, uma bactéria. Estará ignorando a maior parte de si mesmo. Vamos então aprender algo muito importante sôbre as bactérias.

Observe a estrutura básica de uma bactéria

 

As bactérias são dos seres vivos mais primitivos que apareceram na Terra, consistem apenas de uma célula, a qual está incompleta em relação as células mais modernas, como as que compõem 10% dos nossos corpos. Elas não possuem uma membrana separando o núcleo do resto da célula. Sem uma membrana nuclear, o seu DNA fica disperso, nadando, no liquido da célula, o citoplasma. Ora, isto nos leva a pensar que o ser ainda mais  primitivo que existia antes e evoluiu para bactéria, também não tinha membrana nuclear, que seu DNA tambem estava livre da cela nuclear. E é justamente isso que descobrimos depois da fórmula da Matrix/DNA. Acontece que esse ancestral da bactéria não estava na superfície da Terra e o seu corpo inteiro nada mais era que o próprio DNA. As organelas que hoje temos em nossas células – como ribossomos, mitocôndrias, lisossomos, etc. – estavam “dentro” do DNA! Eram as bases nitrogenadas e açucares que hoje constituem os nucleotídeos. Coisa de louco… mas totalmente racional.

Sugere a fórmula, que os sistemas astronômicos como os estrelares e galácticos, tiveram uma unidade fundamental comum a todos eles, assim como o DNA é hoje aqui na Terra, a unidade fundamental comum a todos os seres vivos. Essa unidade fundamental é como um tijolo, um bloco de uma construção, mas como esse nome no idioma português fica meio esquisito,vamos usar o nome em inglês: “building block”. Portanto, os sistemas astronômicos tiveram seu building block, mas a grande surpresa é que, ao montar a anatomia desse building block astronomico, a Matrix/DNA nos levou a perceber que se ele for miniaturizado – ou seja, reduzido seu tamanho astronomico para o tamanho microscópico – ele tem a mesma figura e funcionalidade de um par lateral de nucleotídeos… que é o building block do DNA! Imediatamente gritamos “Heureka!!!”… ao descobrir que o DNA nada mais é que o atual produto evolucionário de um building block universal, uma “Matriz”, que vem desde antes da formação dos primeiros astros e galaxias!

 

Mas tínhamos um problema: como é que o building block astronomico veio parar na superficie da Terra e levantar-se, sair caminhando como um ser vivo?!

Tem que ter sido por um mecanismo parecido com o processo genético: memória registrada de um corpo-sistema adulto, duplicação dessa memória e separação entre as duas duplicatas, transmissão dessa segunda cópia para um novo ambiente externo, construção de outro corpo-sistema obedecendo a ordem cronológica de como os dados foram registrados na memória, nova duplicação dessa memória, e assim se dá o ciclo da Vida que denominamos “genética”. Porque denominamos os dados registrados nessa memória, de “genes”.

Mas porque o processo genético tem que ter sido o mesmo aplicado na passagem do building block astronomico, para o building block dos seres vivos? Ora… pura dedução racionalista: não conhecemos outro processo natural que faça isso, todas as passagens posteriores dos building blocks biológicos foram por este processo, seria ilógico inventar imaginariamente outro processo por achar que antes os building blocks se moviam, se transmitiam, de modo diferente.

Então o que descobrimos quando aplicamos o processo genético para calcular como uma galaxia caiu na Terra e diminuiu tanto de tamanho e saiu por aí engatinhando atrás de comida?!

Não posso aqui descrever completamente como foi esse calculo,  pois isto demandaria um livro. Então vamos resumir.

O building block astronomico é um sistema e dinamico, funcional, quase assim como é o corpo de um ser vivo. Com uma importante diferença: enquanto o building block do DNA e todos os seres vivos são sistemas abertos – interagem com as coisas do mundo externo a eles, evoluem, etc. – o building block astronomico é um sistema fechado em si mesmo, não interagindo com nada desse mundo e pretendendo ser eterno, sem se transformar e evoluir. Tais sistemas seriam uma espécie de moto continuo, um motor perpétuo, se não existisse a lei natural da degeneração e morte, a qual pode ser medida por nós. A unidade de medição dessa degeneração não é o metro nem o quilo, ela se chama “entropia”. E quando  a entropia ataca o building block astronomico ela não começa pelo centro nuclear do sistema, mas sim pela superficie, pela periferia do sistema. Nos sistemas abertos, a degeneração e morte já está determinada no DNA, ela vem de dentro para fora; no sistema fechado ela vem de fora para dentro, como ocorre nas erosões das rochas. Parece até que Deus ou o Universo tem um propósito para as coisas que existem dentro do Universo formando a Natureza, esse propósito determina que haja evolução, que ninguem fique parado e eternizado numa forma provisória dessa evolução, por isso todas as formas são  provisórias, todas tem que serem transformadas e as antigas desaparecem, e se alguem tentar o contrario, não adianta, pois o Universo tem uma carta escondida nas mangas e aciona-a: “A Morte!” Brrrrr….

Começando de fora para dentro, a degeneração vai fazendo com que as menores particulas de um corpo saiam fora do seus canais e fluxos normais, de suas posições anteriores, e como o sistema é fechado não permitindo que nada entre nem saia dele, estas particulas degradadas de massa e energia se interiorizam, indo direto para o centro do sistema. Voces já ouviram falar nos temidos e nocivos radicais livres que se movem dentro dos nossos corpos? Pois são as tais partículas entrópicas, com a diferença que nossos corpos são sistemas abertos e podem expulsa-los.

Assim um sistema termodinâmico em equilíbrio começa a desmoronar e colapsa-se sobre si mesmo. Mas em se tratando de sistema astronomico, esse colapso demora milhões ou bilhões de anos humanos. Graças a esse tempo gigantesco, seres vivos podem surgirem dentro de um sistema em colapso, tem tempo para evoluírem e emigrarem para fora de um sistema solar e de galaxias antes que caiam sobre suas cabeças. Ora, quando os radicais -livres, que são as menores particulas de um sistema, e por isso vamos chama-las de bits-informação de um sistema, caem em direção a um centro nuclear, eles podem encontrarem no caminho um obstaculo, tal como um planeta, e assim se quedam e se agregam ao planeta. Ao continuarem caindo se juntam em certos locais. Acontece que cada particula imita o tôdo, é o todo miniaturizado, e se o todo é um sistema funcional, como são os sistemas vivos, estas particulas parecem e se comportam como “vivas”. Ao se encontrarem com suas antigas vizinhas vão se conectando e depois se conectam com as que eram vizinhas mais distantes… e acabam por recriar o sistema de onde vieram… em miniatura! Isso é o mesmo que… genética! Esta era a forma não-viva, cosmológica, da genética, antes dela chegar a nós. Um corpo humano adulto, medindo 2 metros e pesando 80 quilos, é reduzido a um microscópico óvulo ou espermatozóide, transmitido para um novo ambiente, e dali, um corpo humano é formado com 30 centimetros e 3 quilos, para crescer e ter as mesmas medidas do corpo do qual veio! Nanotecnologia e giantologia naturais! Esse mundo não é mesmo… bonito ?!

E fica ainda mais bonito quando percebemos como agora… que tudo já estava escrito nas estrêlas!

Mas notamos que existe uma diferença na transmissão genética entre um buiding block astronomico para um building block do DNA, e na transmissão da memória de um corpo humano adulto para um bebê: enquanto no caso humano o genoma vai encerrado dentro de um pacotinho, uma membrana nuclear ( como é o espermatozóide, o óvulo), no caso astronomico ele vai “disperso”, com seus bits separados, no tempo e no espaço.

Êpa!… Êpa! Pera aí… Você disse “disperso”? Mas já ouvi essa palavra hoje e aqui… onde foi mesmo?

Dissemos que o DNA da bactéria está disperso no citoplasma. Ele tambem não tem uma membrana como nos espermatozóides ou nas células modernas. Mas o DNA das bactérias já apresentas um grande avanço evolutivo em relação a seu ancestral que paira nos céus: ao menos, ele não tem seus bits, seus genes dispersos.

Você percebeu como fica bonita a História do Mundo quando conseguimos entender mais coisas e começamos a juntar os palitinhos? A conetar os elos evolucionários? A bactéria é uma forma intermediaria entre o ancestral celeste e a primeira célula realmente completa na Terra. Antes era a dispersão total, dos genes separados entre si e das cópias da “Matriz/DNA” tambem separadas entre si. Depois os genes conseguiram se unir e formar um todo coeso, mas esse todo ainda era disperso no ocano de citoplasma. Depois se gerou uma membrana para separar o todo coeso do resto da matéria externa, nada mais é disperso agora. Assim caminha a evolução: passo a passo, degrau por degrau, os building blocks vão construindo um edifício cada vez mais sólido, perfeito. Uma bolinha inicial no meio de um oceano – uma mórula no meio amniótico – se torna um forte e belo edifício… glup… quero dizer… um belo bebê!

Mas parece mesmo que tem alguma inteligencia fantástica por trás disso tudo! Essa diferença entre transmissão de dados dispersos ou empacotados causa um resultado tambem bem diferente: se os genes chegam num ambiente dispersos, se juntam meio caoticamente e formam sistemas incompletos, de muitas formas diferentes; se os genes chegam todos unidos dentro de uma nave ou capsula membranosa, só existe uma forma possível a ser gerada, que é a cópia exata do sistema de onde vieram. Por isso que os genes vindos do céu criaram na terra essa enorme diversidade de formas de seres vivos…, enquanto os genes que vieram de nossos pais só poderiam criar uma unica forma de ser vivo… à imagem e semelhança de nossos pais. Entendeu agora de onde surgiu essa diversidade das espécies? E o mundo não é mesmo uma belezura?

Devido o mundo e suas criações – como os corpos humanos – serem belos, é que eu queria ser o dono único do meu corpo total. Estou mesmo decidido a botar estes 90% de bactérias para fora…

Glup… Mas aí vou ficar com apenas 18 centimetros de altura, 8 quilos, e não acho que meu corpo vai funcionar mais direito. Está decidido! Podem ficar aí… donas bactérias.

História Natural Universal – Planejamento do Capitulo no Livro

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Criação da Categoria “História Natural Universal”. 

Este capitulo pode ter como sub-titulo:

Natureza: História Natural, Evolução e Significados Existenciais dos Seus Fenômenos

Tudo o que existe aqui e agora de natural, pode ser redutível evolutivamente ao principio no Big Bang. Portanto, cada detalhe, cada fenômeno da Natureza visto aqui e agora, tem que ter sua História de 13,7 bilhões de anos.

Ora, é impossível descrever a História Natural Universal de 13,7 bilhões de anos completa, abrangendo todos os detalhes. Como, por exemplo, quando descreve-se a História Humana, limita-se a narrar os indivíduos mais influentes, como reis, lideres rebeldes, etc., não sendo narrado a história de todos os humanos em cada época.

Então, teremos que seguir o passo normal das coisas, como foi feito com a evolução das Ciências Humanas: primeiro aplicou-se o método reducionista, apontando, identificando, analizando e descrevendo cada minimo detalhe natural de interesse da Ciência; segundo, aplica-se o método sistêmico, tentando conectar todos estes detalhes para se obter o grande quadro final.

Vamos então reunir numa categoria – História Natural Universal – todos os dados que forem sendo descobertos conectando os elos da evolução natural. Na esperança de que um dia possamos passar para a ultima etapa da investigação e obter a história completa.