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A Minha Fórmula Explica Porque os Micro-Organismos são mais Poderosos e Importantes para a Vida na Terra do Que Animais e Humanos.

sábado, fevereiro 28th, 2015

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Bactérias, fungos, viruses… brincam com a Vida como se fossem mágicos, tamanha a sua capacidade de façanhas com o código genético. Mas porque isso? De todas as visões de mundo existentes, de todos os conhecimentos das disciplinas cientificas, apenas a fórmula da Matrix/DNA e sua consequente descrição da História Natural, pode fornecer uma explicação racional. Acontece que o nosso ancestral não-vivo que paira no Cosmos, apesar de ser muito mais simples do que qualquer das criaturas vivas na Terra, contem portas abertas para uma infinita possibilidade de criatividade, e como esse ancestral se transmite por “genes” sub-microscópicos e espalhados nas escalas de tempo e espaço astronômicas, é através dos mais primitivos e microscópicos organismos vivos que essas portas podem serem aproveitadas e transpassadas para ambientes locupletos de diversificação. O que não acontece com as plantas, animais, que já são muito grandes e cegos para tal nível sub-microscópico e para o uso das forças ali reinantes.

Lynn Margullis

 

Uma das maiores biólogas de todos os tempos – na minha humilde e isolada opinião – foi Lynn Margullis. Fico embevecido e ainda abismado com sua teoria simbiôntica, pois ela anteviu uma incrível engenharia sutil na natureza que só pude ver e entender melhor quando descobri a fórmula e o mundo da Matrix.  Ela entendeu como ninguem a exuberância da criatividade evolucionaria no meio das bactérias, fungos e protistas, a ponto de que ela se ria quando ouvia os arautos do apocalipse e ecologistas falando sobre as ações no meio ambiente de humanos, grandes animais e plantas daninhas.

Mais de 90 porcento da matéria orgânica e viva na Terra consiste dos invisíveis microorganismos e viruses”… ela gostava de relembrar-nos. “Raios, o numero de células bacterianas em nossos corpos é 10 vezes mais do que o numero de células humanas!”… completava ela.

Dizer que a Humanidade pode afogar todos os seres vivos  numa atmosfera poluída de gás carbônico é risível, pois se as bactéria e fungos quiserem mesmo, em poucos dias elas produzem tanto oxigênio que preenche toda a atmosfera e manda o gás carbônico para  o espaço sideral… ou não?… Acho que elas nunca vão nos salvar desta maneira pois elas podem sobreviver na poluição durante o tempo que podemos ser exterminados… e só depois elas podem resolver entrarem em ação.

bactérias e protistas podem fazer coisas jamais sonhadas por pobres animais e seus descendentes ditos superiores, como nós: formar gigantes supercolonias como um tapete revestindo todo o fundo oceânico ou a crosta dos continentes, reproduzirem-se assexuadamente ou meramente trocando genes entre si, comumente incorporando DNA de diferentes espécies inteiras, se fundirem formando novos seres simbióticos – a lista de seus poderes é interminável e estonteante. Microorganismos tem mudado a face da Terra, demolindo pedras, rochas e montanhas, até mesmo dando a origem ao oxigênio que nós respiramos.

“Comparado com este poder e diversidade Margullis costumava dizer – pandas e ursos polares são meros epifenômenos, interessantes e admiráveis, porem, talvez, nada realmente significantes”.

Então, a evolução biológica na Terra tem funcionado como uma espécie de funil, onde a base larga do funil seria o inicio dos tempos da Vida aqui, e depois as possibilidades vão se estreitando, até chegar aos grandes animais, o bico do funil. mas para os desavisados que quando olham a  superfície da terra só prestam atenção no que seus olhos veem e se esquecem do que não estão vendo, este roteiro para ter sido o contrario. Afinal… um macaco é muito mais complexo do que uma bactéria, então sua maior quantidade de informações incorporadas em seu corpo deve logicamente lhe possibilitar maior diversidade criativa, mais plasticidade, mais chances de transformações, de criações de novos apêndices, eta. E o que dizer desta superfície transformada pela espécie humana em estradas de asfalto, cidades de concreto, maquinas de ferro, cursos de rios desviados e lagos gigantes criados para hidrelétricas, etc?

Hummm… nossa vida está por um fio. bastaria o ebola ter se imprimido um pouquinho mais de fôrça e teria varrido a espécie humana da Terra com toda sua maquinaria e cimento para toda a eternidade. A fôrça ainda está com os “baixinhos”, meu irmão. Basta um fungo querer formar uma real supercolonia e verás as gigantes sequoias e castanheiras tombando uma por uma, e como não comemos fungos… by-by… humanos, vacas e ursos polares.

A imensa maioria das informações naturais não estão em nenhum corpo vivo, mas ainda livres no ar. A superfície da Terra é continuamente bombardeada pelas partículas vindas de uma estrela próxima de nós e pela radiação cósmica permeando toda a galáxia. Cada partícula na forma de fóton é como um disquete ou chips registrando uma informação especifica. E os baixinhos que ainda são dos tempos primitivos destas estrelas, planetas e galaxias, deitam e rolam no meio desse oceano de informações. Enquanto nós – pacotes de informações que se acham importantes e nem sequer captam aquelas microscópicas e antigas informações – não tem um infinitésima parte das informações do Universo. Aí está o problema.

É certo que o avento da auto-consciência humana criou uma grande diversidade de apetrechos que quase cobrem a Terra hoje. Mas este advento apenas ocorreu porque os sistemas biológicos evoluídos a partir das bactérias se tornaram aparelhos específicos para captarem um novo tipo de informação – que também está espalhada em todo o espaço sideral  que as bactérias não podem captar porque não possuem os devidos receptores. nós também temos o poder e a criatividade para deitar e rolar mexendo e brincando e criando com estes novos níveis de informação.

Em todo o caso – e este agora é o final objetivo deste artigo – nós ainda somos sistemas biológicos e dependemos mortalmente do que decidem fazer os micro-organismos com os níveis de informação atuantes nas nossas bases, debaixo das solas de nossos pés. Nossa superior captação e camada de superior informação ainda é muito tênue, a caminho de uma futura e poderosa evolução… se nos permitirem avançar… os baixinhos. Por isso é preciso que os humanos aprendam logo a entender este mundo pela face da Matrix/DNA, pois apenas ela é a unica porta aberta no nossa mente hoje capaz de procurar, sentir, capturar e finalmente controlar aquelas primitivas e microscópicas informações que auferem o gigantesco poder aos micro-organismos. Enquanto temos tempo ainda de fazê-lo.

A Quimica e o Significado dos Anticoncepcionais: Enganando a Pituitária

sábado, fevereiro 28th, 2015

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Esta matéria fica registrada para mais profundo estudo baseado na fórmula e método evolutivo da Matrix/DNA. (Tradução em andamento)

http://www.compoundchem.com/2015/02/03/oral-contraceptives/

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“E a bandida ainda a persegue” – Cartão postal humorístico do século XIX, em que uma mulher briga com a cegonha pelo direito de contracepção. ( Wikipedia)

You may have read in the news over the past few days about the passing of Carl Djerassi, the chemist (and later, novelist) who is best known for his discovery of the first oral contraceptive. 

Você pode ter lido nas noticias dos ultimos dias sobre o falecimento de Carl Djerassi, o quimico ( e mais tarde, um novelista) que é mais conhecido pela sua descoberta do  primeiro anticoncepcional oral.

This discovery led to something of a social revolution, putting the power of contraception firmly in the hands of women, as well as changing sexual attitudes. This graphic looks at the some of the common chemicals used in oral contraceptives, and how they work.

Esta descoberta levou a algo como uma revolução social, pondo o poder da contracepção firmemente nas mãos das mulheres, tanto quanto mudando as atitudes e comportamentos  sexuais. Este gráfico mostra alguns dos mais comuns compostos químicos usados nos anticoncepcionais oral, e como eles funcionam.

Before the advent of oral contraceptives, it was already well known that sex hormone levels could suppress or prevent ovulation.

Antes do advento dos anticoncepcionais oral, já era bem conhecido que os níveis de hormônios sexuais poderiam suprimir ou evitar a ovulação.

Further research showed that injected doses of the natural hormone progesterone, the primary progestogen, was linked with suppressed ovulation.

Posteriores pesquisas mostraram que doses injetáveis do hormônio natural chamado progesterona, o primeiro progesterone, estava relacionado com a diminuição da ovulação.

However, the issue was that progesterone was very poorly absorbed when taken orally, meaning it wasn’t practical to use it in a formulation as a contraceptive pill.

This changed with Djessari’s discovery. In 1951, he discovered the synthetic progestogen, norethindrone, a discovery which paved the way for a number of other synthetic progestogens and estrogens. The first oral contraceptive to obtain approval was Enovid, a mixture of the compounds norethynodrel and mestranol, in 1961, and several other brands soon followed. Despite this, contraceptive pills were still restricted in terms of who had access to them; in several US states, unmarried women were prohibited from using them until the early 1970s.

How, then, do oral contraceptives exert their effects? They come two different types: progestogen-only pills (also known as the mini pill), or the combined pill, which contains both an estrogen and a progestogen. Both of these types act as contraceptives in a similar manner, though there are some differences.

Primarily, both types of oral contraceptive prevent pregnancy by affecting hormone levels. Ovulation is usually triggered by a peak in estrogen in the body during the menstrual cycle, usually around 14 days in. This peak causes the release of hormones from the pituitary gland, luteinising hormone (LH) and follicle stimulating hormone (FSH), which prompt the ovaries to produce an egg. Taking oral contraceptives containing synthetic estrogens can help keep estrogen levels in the body stable; without this peak in estrogen levels, ovulation does not take place.

Progestogens can also exert this effect in some cases, but they also have other effects which can inhibit pregnancy. Their constant levels in the body as a result of oral contraceptives prevents the thickening of the uterus wall, making it difficult for any eggs that are produced to attach. They also thicken the cervical mucus, making it difficult for sperm to reach the uterus. Ovulation whilst taking oral contraceptives is rare, but if it does occur, these additional mechanisms still make it difficult for pregnancy to occur.

Since their introduction, oral contraceptives have continued to develop. Medical concerns related to the levels of estrogens in the pills led to a gradual reduction of the dosage, and the levels used today are notably lower than those used when they were first made available. They have also been linked to positive health effects, such as a decreased incidence of ovarian cancer.

If taken correctly, the efficacy of oral contraceptives in preventing pregnancy is stated to be 99.9%. They are used by more than 100 million women worldwide, and society’s attitudes towards sex and pregnancy have been heavily influenced by their use since Djerassi’s discovery of norethindrone. It’s something of a oversight for science that, as a consequence of his death, he will never receive a Nobel prize for his society-changing work, as the prizes are not awarded posthumously.

 

 

Mitocondrias e a Síntese de ATP: Pesquisa pela Matrix/DNA

sábado, fevereiro 28th, 2015

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http://www2.mrc-lmb.cam.ac.uk/achievements/lmb-nobel-prizes/1997-john-walker/

Mitocondria e a produção de ATP

 

The synthase produces ATP in our mitochondria.

( Tradução em andamento)

Energy Conversion in Cells

Conversão de Energia nas Células  ( Quando a energia dos alimentos vegetais vem primeiro da energia solar e minerais e é convertida em energia para os corpos animais… é isso mesmo?)

1997 Chemistry Prize – John Walker

“for their elucidation of the enzymatic mechanism underlying the synthesis of adenosine triphosphate (ATP)”

“pela sua elucidação do mecanismo enzimático que subjaz a síntese de trifosfato adenosina, o ATP”

John Walker

ATP – adenosine triphosphate – provides the fuel for life in all organisms from bacteria and fungi to plants and man. It captures the energy in foodstuffs and uses it in building cellular components such as DNA and proteins, in muscle contraction, in transmission of nerve messages and in many other processes.

ATP – trifosfato de adenosina – fornece o combustível para a vida em todos os organismos, de bactérias a fungos a plantas e animais. Ela captura a energia dos alimentos e a usa para construir os componentes celulares tais como DNA e proteínas, para as contrações musculares, para a transmissão de mensagens pelos nervos e para muitos outros processos.

In the late 1970s, John Walker began his studies of ATP synthase, a molecular machine that is the key enzyme in cellular energy conversion.

Nos ultimos anos dos 1970s, John Walker começou seus estudos sobre a síntese do ATP, uma maquinaria molecular que é uma enzima importante na conversão de energia celular.

He realised that a detailed knowledge was required in order to understand how it works.

Ele percebeu que um conhecimento detalhado era requerido para entender como ela funciona.

Therefore, he isolated the molecular machine involved in the production of ATP from the mitochondria, the power-houses in our cells.

Sendo assim, êle isolou a máquina molecular involvida na produção do ATP pelas mitocondrias, as casas-de-fôrça em nossas células. ( Que devem corresponder às usinas hidrelétricas tirando energia da água e tornando-a na eletricidade que alimenta nossas casas.  Se for assim, eu tenho 2,3 trilhões de micro-usinas elétricas no meu corpo. Quando eu começar a ficar duro de novo, vou começar a vender algumas… a uns 2 doláres cada uma. Queres comprar?)

He characterised its many component parts and showed how it is constructed from them. This work led to the realisation that the machine is driven by a mechanical rotary mechanism, a new principle in enzyme function. This discovery opened up new areas of chemical research as well as providing the basis for biomedical applications for the benefit of mankind.

The study of the process of energy conversion in biology continued at the MRC Mitochondrial Biology Unit. Here, John Walker and other researchers focused on understanding the biochemical and biological processes which occur in mitochondria, studying energy conversion in man and its involvement in human conditions such as aging, obesity and neuromuscular and neurodegenerative diseases, with the aim of eventually producing new therapies.

John shared the Nobel Prize with Paul Boyer from the University of California, Los Angeles, and Jens Skou from Aarhus University.

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Pesquisa tendo como base a fórmula da Matrix/DNA:

1) Comparar com o outro  artigo sobre ATP