Archive for abril 4th, 2015

Teoria do RNA-World e as Ribozimas

sábado, abril 4th, 2015

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A melhor explicação desta teoria, inclusive com videos animados, se encontra neste website:

http://exploringorigins.org/ribozymes.html#

Ribossomos: Fabricas das Células que Rodam Softwares vindos do DNA produzindo proteinas; Planetas: Fabricas dos Sistemas Astronomicos que recebem softwares vindos da Matrix/DNA para produzirem as varias formas de Vida.

sábado, abril 4th, 2015

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Pois na formula da Matrix planetas estão posicionados no mesmo local que ribossomos ( F3). E as proteínas já foram identificadas como representantes biológicas de cada trecho do circuito esférico da formula. Em outras palavras, as 20 ou 30.000 espécies de proteínas produzidas nos ribossomos correspondem às milhares de espécies de vida primitiva na face da Terra. O resto – ou seja, como estas vidas primitivas ( fungos, líquens, algas,bactérias, etc), evoluíram – para chegar aos animais superiores, é pura evolução Darwiniana mais as variáveis da formula.

Este novo insight da Matrix/DNAfoi percebido ao ler esta frase:

“…During the process known as transcription, a RNA copy of a segment of DNA, or messenger RNA (mRNA), is made.  This strand of RNA can then be read by a ribosome to form a protein.

http://exploringorigins.org/rna.html

Para você ter uma idéia melhor de como um ribossomo num sistema celular executa a mesma função que um planeta num sistema estelar, observe a figura abaixo. Temos aí a forma de um ribossomo, o qual nada mais é que uma molécula complexa de ribozima, ou seja, apenas RNA e proteína.  Na figura, o strand ou cadeia de RNA vem nas cores azul ( a haste do RNA) e branca ( as bases nitrogenadas do RNA). A proteína vem na cor verde. A teoria cientifica do RNA-world está sugerindo ( e a teoria da Matrix/DNA tambem sugere a mesma coisa), que primeiro existia o RNA apenas ( o DNA veio depois), o qual já conseguia formar alguns micro-organismos muito primitivos porque ele já fazia não as proteinas , mas as mais simples moléculas de ribozimas. Quando a partir do RNA se desenvolveu o DNA este passou a capacitar o RNA a produzir proteinas, vindo então o pós- RNA-world.

Pois bem. Agora lembre-se que a Terra primitiva antes de ter sua superfície coberta pela vida ( verde, pois no principio foi a vegetação) ela era composta de continentes e água ( claro, tambem a invisível primitiva atmosfera de gazes). Nesse estágio a Terra se parecia com o primitivo ribossomo sem a proteina. Então pense nos continentes como sendo o branco, e na água como sendo o azul. A vegetação verde cobriu a Terra primitiva assim como uma proteína surge cobrindo o ribossomo. Isto aconteceu porque qualquer estrutura que ocupe uma das funções sistêmicas universais na formula da Matrix/DNA vai executar a mesma função,o mesmo método, processo e mecanismo em qualquer sistema natural, de átomos a galaxias a corpos humanos.  ( Se você for no link acima, veja esta figura e passe o mouse em cima dela para ver a imagem se animar e parecer como era antes e depois da proteína)

The ribosome, a large molecular machine that drives protein synthesis, is a ribozyme. Roll over to compare the ribosome structure with and without proteins. Proteins are shown in green, and RNA is shown in blue and white. (PDB #2HGR for the 30S subunit and #2HGU for the 50S subunit).

 

 

 

Origem da Vida, De Prébiotica à Protocélula: Replicação de RNA dentro de Vesículas Gordas de Acido

sábado, abril 4th, 2015

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Nonenzymatic Template-Directed RNA Synthesis Inside Model Protocells  ( PDF _ Varios outros PDF’s neste website sobre origens da vida)

http://molbio.mgh.harvard.edu/szostakweb/publications/Szostak_pdfs/Adamala_Szostak_2013_Science.pdf

Katarzyna Adamala1,2 and Jack W. Szostak1 * Efforts to recreate a prebiotically plausible protocell, in which RNA replication occurs within a fatty acid vesicle, have been stalled by the destabilizing effect of Mg2+ on fatty acid membranes. Here we report that the presence of citrate protects fatty acid membranes from the disruptive effects of high Mg2+ ion concentrations while allowing RNA copying to proceed, while also protecting single-stranded RNA from Mg2+-catalyzed degradation. This combination of properties has allowed us to demonstrate the chemical copying of RNA templates inside fatty acid vesicles, which in turn allows for an increase in copying efficiency by bathing the vesicles in a continuously refreshed solution of activated nucleotides.

Origens da Vida: Jack Szostak Lab – Evolução da Quimica Prébiotica à Biologia

sábado, abril 4th, 2015

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( Muitas animações e PDF’s sobre prebiotica, protocelulas, origens da vida, no website abaixo do Jack Szostak Lab )

 Jack  Szostak , winning the 2009 Nobel Prize in Physiology or Medicine. Pesquisador  da Origem da Vida

http://molbio.mgh.harvard.edu/szostakweb/


Jack Szostak Lab – We are interested in the chemical and physical processes that facilitated the transition from chemical evolution to biological evolution on the early earth. As a way of exploring these processes, our laboratory is trying to build a synthetic cellular system that undergoes Darwinian evolution. Our view of what such a chemical system would look like centers on a model of a primitive cell, or protocell, that consists of two main components: a self-replicating genetic polymer and a self-replicating membrane boundary. The job of the genetic polymer is to carry information in a way that allows for both replication and variation, so that new sequences that encode useful functions can be inherited and can further evolve. The role of the protocell membrane is to keep these informational polymers localized, so that the functions they encode lead to an advantage in terms of their own replication or survival. Such a system should, given time and the right environment, begin to evolve in a Darwinian fashion, potentially leading to the spontaneous emergence of genomically encoded catalysts and structural molecules.

We hope that our explorations of the chemistry and physics behind the emergence of Darwinian evolution will lead to explanations for some of the universal properties of modern cells, as well as explanations of how modern cells arose from their simpler ancestors. As we explore these fundamental questions we are also on the lookout for chemical or physical phenomena that might have practical utility in biomedical research.