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O que é Vida? Conceito da Ciência Humana Sendo Ensinado em Biologia e Diferenças com o Conceito da Matrix/DNA

terça-feira, abril 7th, 2015

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Por uma abordagem relacional ao conceito de vida no ensino de biologia (PDF)

Towards a relational concept of life in Biology teaching (PDF)

http://revistas.if.usp.br/rbpec/article/viewFile/349/407

Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências Vol. 14, No 3, 2014

Anotações da Matrix/DNA

1) Pag.  139 que é a primeira pagina deste PDF na revista  – Abstrato – Reconhecendo limitações nos três modos de compreensão e a importância do conceito das vida para a educação em biologia, propomos um referencial teórico que mescla a biossemiótica, construção de nicho e coevolução. Nossa hipótese é a de que tal referencial servirá como base para ações pedagógicas que garantirão um entendimento de vida mais duradouro e produtivo para a aprendizagem de biologia ao longo do percurso acadêmico dos estudantes, deste o ensino fundamental.

Pesquisa da Matrix/DNA:

biossemiótica – Wikipedia – Biossemiótica (do grego bios que significa “vida” e semion significando “signo / sinal”), é um campo crescente que estuda a produção de ação e interpretação dos sinais do reino biológico, em uma tentativa de integrar as descobertas científicas da biologia e da semiótica para formar uma Nova visão da vida e do significado de imanentes elementos do mundo natural. O termo “biossemiótica” foi pela primeira vez utilizado por F.S. Rothschild, em 1962, mas Thomas Sebeoktem feito muito para popularizar o termo e o campo.

Semiótica: 

A semiótica é um saber muito antigo, que estuda os modos como o homem significa o que o rodeia. 
Ciência que estuda como o ser humano interpreta os vários elementos da linguagem utilizando seus sentidos e quais reações esses elementos provocam. É a ciência geral dos símbolos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação. Ambos os termos são derivados da palavra grega σημεῖον (sēmeion), que significa “signo”, havendo, desde a antiguidade, uma disciplina médica chamada de “semiologia” que é o sinônimo de Semiótica, a ciência geral dos signos que estuda todos os fenômenos de significação e foi usada pela primeira vez em Inglês por Henry Stubbes (1670), em um sentido muito preciso, para indicar o ramo da ciência médica dedicado ao estudo da interpretação de sinais. 

É importante dizer que o saber foi estudado, inicialmente, constituído por uma dupla face. A face semiológica (relativa ao fato real, o significante) e a epistemológica (referente ao significado das palavras).

A semiótica tem, assim, a sua origem na mesma época que a filosofia e disciplinas afeitas. Da Grécia antiga até os nossos dias tem vindo a desenvolver-se continuamente. Porém, posteriormente, há cerca de dois ou três séculos, é que se começaram a manifestar aqueles que seriam apelidados pais da semiótica (ou semiologia).

Os problemas concernentes à semiologia e à semiótica, assim, podem retroceder a pensadores como Platão e Santo Agostinho, por exemplo. Entretanto, somente no início do século XX com os trabalhos paralelos de Ferdinand de Saussure e C. S. Peirce, o estudo geral dos signos começa a adquirir autonomia e o status de ciência. ( ver mais em Wikipedia)

– Pag  140

Biologia é a ciência dedicada ao estudo da vida. Porém, o que é vida? Corre um dito jocoso, segundo o qual enquanto a filosofia procura o sentido da vida, a biologia o descobriu há muito: 5’  3’. Este é o sentido em que a leitura da fita de DNA é feita, por ocasião da transcrição para RNA. Valendo-se da polissemia de ”sentido”, essa piada deixa escapar a concepção de que compreender fenômenos orgânicos é redutível a entender o que se chama “programa genético”: um algoritmo que supostamente conteria toda a informação necessária para a construção de um ser vivo. No século XX, esta noção ficou conhecida como “visão molecular da vida” (KAY, 1996). Nessa concepção, a prioridade cognitiva sobre os fenômenos vivos é a de se referir a processos moleculares subjacentes.

Matrix/DNA: Este é o problema da visão de mundo acadêmica. Reduz-se a Vida ao que se observa na Terra como  fenomenos biológicos. E mais exatamente ao DNA. Ora, a biologia é mero produto de uma evolução de um sistema natural que começou a 13,7 bilhões de anos. Este sistema tem mudado de formas assim como um sistema-corpo humano muda de formas varias vêzes durante seu periodo de vida. O que nos leva a deduzir que tanto o corpo humano quanto este sistema universal estão sujeitos ao processo do ciclo vital. E adiciona a isso a possibilidade sugerida pela Matrix/DNA Theory de que todas as propriedades da vida biológica já existem, apenas em estado potencial ou expressadas, nas formas anteriores do sistema universal, de átomos a galaxias. Não existem fronteiras separando sistemas naturais vivos de não-vivos pelo mesmo motivo que não existem fronteiras separando num humano a criança, o jovem, o adulto. Reduzir a Vida para o que seconhece aqui na Terra é ficar totalmente sem conhecer os seus fundamentos, suas causas, seus alicerces básicos. 

Pag 141 – faz-se necessário que os fenômenos associados aos seres vivos sejam compreendidos, para além de sua organização molecular. Isto porque grande parte das questões em biologia situam-se no âmbito da evolução e da ecologia.

( Parei leitura na pag 152 – Coevolução)