Archive for abril 13th, 2015

Função Sistêmica no DNA: Identificação, Debate Encode x Niilistas

segunda-feira, abril 13th, 2015

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Inspirado no artigo:

A sciencey word salad

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2015/04/02/a-sciencey-word-salad/#more-23263

Boa discussão sobre funções no genoma se encontra na seção de comentarios. Aqui cita o link abaixo: 

(PDF) – On the Immortality of Television Sets: “Function” in the Human Genome According to the Evolution-Free Gospel of ENCODE

http://gbe.oxfordjournals.org/content/5/3/578.full.pdf+html

 

Inserindo a Matrix/DNA Theory nos Debates Sobre o Atual Paradigma Acadêmico

segunda-feira, abril 13th, 2015

( artigo sob  construção inspirado na Third Way Revolution)

 

Estamos assistindo um movimento crescente de cientistas e intelectuais descontentes com o paradigma que tem dominado as ciências naturais nos últimos séculos, constituído pela teoria do Big Bang para as origens do universo, da teoria da abiogênese para as origens da vida, e da teoria neo-darwinista Síntese Moderna. Isto porque quase todos os velhos problemas e obstáculos existentes antes sob os  paradigmas religiosos e esotéricos continuam sem solução. Este movimento seria uma oportunidade para divulgar o paradigma “Matrix/DNA” que não elimina nenhuma daquelas teorias porem arranja os elementos teóricos de uma diferente maneira produzindo no  final uma total e inédita forma de interpretar cada fenômeno e evento natural.

O paradigma da Matrix/DNA, assim como todos os outros já criados pelos humanos, não é tão importante, assim como os outros apenas indiretamente e a nível intelectual tem tocado a Humanidade; o que é importante é a fórmula teórica ainda sugerida pelo paradigma que sugere ser a causa primordial da formação e manutenção de todos os sistemas naturais e contendo e revelando o principio vital. É importante porque para o individuo que a conhece ela afeta todas as investigações pelo método cientifico ao fornecer prontamente uma segunda interpretação dos fenômenos sugerindo praticas para se obter aqui e agora o que nos interessa de tais fenômenos.

 

O paradigma da Matrix/DNA, no seu aspecto cosmovisionário e não relacionado  à fórmula da Matrix/DNA começou por apresentar um modelo de sistema astronomico à imagem e semelhança funcional do primeiro ser vivo completo e funcional – o sistema celular. Com isto a Matrix/DNA sugeriu que o processo da transmissão genética responsável pela criação de novos corpos biológicos que vemos aqui e agora teria sido o mesmo processo aplicado na criação dos primeiros corpos vivos por este planeta e o sistema astronomico ao qual ele pertence.  Isto  muda os paradigmas religiosos que  defende essa criação pelo método de uma entidade supernatural que teria atuado diretamente aqui na Terra e muda o paradigma acadêmico moderno que defende o método do acaso estatístico sem nenhum propósito ulterior aplicado aos movimentos das forças físicas da matéria constituinte deste planeta. Haveria um principio ( uma genética universal) coordenando e dirigindo o período da abiogênese que seria o mesmo principio  que coordena e dirige a matéria dentro de um óvulo e posterior saco embrionário no período da embriogênese, notadamente a embriogênese vegetal. Mas assim como o DNA trouxe este principio da espécie biológica ancestral à humana que existiu fora do óvulo e saco embrionário onde está ocorrendo o  evento da geração de uma nova vida, assim tambem o modelo de sistema astronomico que transmitiu o seu “código genético” é um antigo ancestral que existiu antes mesmo dos  atuais sistemas conhecidos. Assim como temos que procurar fósseis ou o DNA de espécies ainda  existentes para localizar o ancestral direto da espécie humana, tambem temos que procurar fósseis astronômicos ou uma fórmula com aparência genética para localizar o ancestral direto da Vida na Terra. Porem,  saber quem foi o real ancestral da espécie humana, não tem muita aplicação pratica para resolver nossos problemas cruciais aqui e agora; o mesmo se aplica ao criador da vida na Terra. Trata-se mais de uma necessidade intelectual que uma necessidade de sobrevivência.

O elemento que explica as origens da vida começa por revelar que não houve origens da vida, e sim, mero processo natural de transformação evolutiva da complexidade existente. Com uma série de sugestões bombásticas como  esta, que nunca foram pensadas antes, essa cosmovisão pode ter a utilidade de ir corrigindo a mente humana na sua atual evolução, mas pára por  aí. O modelo de elemento  astronomico criador sugerido pela Matrix/DNA é um elo perdido no Cosmos que provavelmente não existe mais, talvez apenas podendo um dia ser detectado se a luz que recebemos do espaço profundo continuar a narrar corretamente o passado do Universo. Mas tambem muitas espécies primitivas que participaram da evolução biológica não existem mais, como por exemplo, ainda não encontramos e talvez nunca venhamos a encontrar o primeiro ser vivo ou quase-vivo que gerou as três espécies ( archaea, fungi e bactéria) que começa a nossa teórica arvore da vida. O elemento astronomico – denominado “building block dos sistemas astronômicos” – deve ter sido um sistema individualizado e existido isolado  numa certa época assim como pensamos ter existido o RNA na época do RNA-world. Apesar desse elemento ancestral não se apresentar mais por inteiro às nossas vistas, a sua funcionalidade pode continuar a existir dentro dos núcleos dos atuais astros, assim como do primitivo RNA saiu uma espécie de RNA colateral que formou o DNA que existe hoje nos núcleos celulares mas que está invisível dentro do DNA moderno. É a essa  possível invisível funcionalidade que damos o nome de Matrix Universal e a tentamos apresentar como visível através da  fórmula. Primeiro foi a intuição sobre a transmissão genética vinda desde o Big Bang e depois a extração dos circuitos de informações de todos os sistemas naturais – de átomos a galaxias modernas a sistemas celulares – compôs uma fórmula que bate exatamente de como seria carregado esse principio genético universal. Assim surgiu a idéia de que  o atual DNA biológico nada mais é que mera forma evolutiva vinda da evolução de uma universal Matrix.  Isto tudo ainda não derruba por completo os paradigmas religiosos e modernos niilistas, apenas os muda dando a eles uma nova interpretação: deve existir uma entidade alem da natureza universal transmissora deste principio genético criativo, mas seu método não é a mágica e nem é supernatural, apenas um elemento natural se reproduzindo como nós humanos o fazemos; deve existir movimentos gerando eventos e mutações ambientais por  acaso, porem por trás de tudo existe um programa diretor genético, portanto, apenas é selecionado a entrar e permanecer no tronco da arvore da evolução os acasos que acertaram com o propósito desse processo universal de reprodução genética.

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