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Humor na Matrix: Causos de um Filosofo e Cientista Maluco na Selva Amazonica

quinta-feira, novembro 26th, 2015

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As nossas paginas do Facebook se abrem com uma pergunta: ” Em que estas a pensar agora?” E ai mexem comigo porque a unica coisa que estou sendo na vida agora, fora do trabalho duro para ganhar o pao de cada dia… ( eu disse pammm-an-o e nao pau… maldito teclado que so fala ingles e nao tem acentos e as vezes nao auto-corrige as palavras o que pode fazer meus nao-leitores pensar que sou um pervertido) e’ ser, nas horas vagas, um pensador.

Entao vou comecar todo dia a escrever ali o que eu estava pensando agora e vou copiando os capitulos aqui para esconde-los aqui neste website onde ninguem vem e assim nao deixa-los no Facebook para passar vergonha. Entao vamos la:

1* Capitulo: A Anaconda Falante

Louis Charles Morelli – Nov-26-2015 · Newark · NJ

Em que eu estava pensando agora? Eu pensava que tenho uma impulsão irresistível para escrever as ideias e não tenho leitores, mas sempre quando escrevo imagino o que vai pensar o leitor imaginário que não esta’ lendo o que escrevo e então dei um nome ao meu leitor imaginário: não-leitor. Então sempre que eu disser “não-leitor” estarei me referindo a você que não esta’ lendo isso aqui. Mas quando não estou escrevendo as ideias da mais maluca cosmovisão que foi inventada neste planeta – que fala, por exemplo, que as galaxias tambem tem DNA, ou que esta’ acontecendo sexo no céu sempre que um vulcão pontudo de um pulsar esta apontado na direcao do buraco negro dentro de uma quasar e depositando ali cometas para gerar uma nova supernova – eu fico escrevendo as ideias dos ocorridos nos sete anos de selva amazônica sobre causos que ninguem vai acreditar.

Então me lembrei hoje do dia que estava caminhando, abrindo picada na floresta com facão, e senti o cansaco e vi de soslaio um tronco caído debaixo da sombra de uma arvore e resolvi dar uma paradinha. Desfivelei o romanxim ( uma especie de cesta de taquara para levar a lona da barraca e atrelar a mochila carregando tudo nas costa) e sentei no tronco dando uma bela espreguiçada enquanto já procurava o cigarro para dar uma bela fumada… quando senti o tronco se mexendo embaixo da minha bunda. Dei um pulo de dois metros enquanto via na ponta do tronco que se curvou vindo na minha direcao uma enorme cabeça da anaconda em quem eu tinha sentado. Imediatamente levei a mão a sub-metralhadora que sempre carregava prendida com alca no ombro e ao alcance imediato da mão, ia atirar, mas ai a anaconda abriu a boca e disse: ” Ai, cara, sentar de camarote e’ mais caro. Nada de sardinha enlatada, eu quero daquelas salsichas de Viena ou pate francês…” ( kikiki… mas uma vez peguei o meu não-leitor…) E que o não-leitor não volte aqui para não ler a seguir o próximo capitulo e continuar a contar aquele dia desastrado na selva…

2* Capitulo: O Suicídio Sem Querer, Querendo, Depois de Torturar um Al-Qaeda

Mas antes de entrar na selva e sentar na jiboia eu vinha pelo meio do Tapajós que e’ um rio tao grande que quando a gente olha para as margens vê apenas uma linha verde de cada lado. Depois de umas 5 horas navegando a partir da aldeia de Jacareacanga a gente vê umas serras e montanhas, que e’ o que os garimpeiros procuram mais, pois onde tem montanha deve ter ouro e pedras preciosas. Então fui virando a voadeira para as margens ( uma pequena canoa com motor), entrei num afluente tipo rua morta que logo se torna um igarapé (água rasa misturada com arvores e mato) e escolhendo um ponto para desembarcar peguei na corda para amarrar numa arvore mas antes de descer repeti o ritual de dar um tiro para cima e fazer se mover qualquer crocodilo ou onça pintada que tiver por ali te esperando para jantar.

Quando eu ia pular fora do barco senti um enorme estrondo no piso do barco e olhei vendo um furo redondo e a água ja entrando. Meu cérebro trabalhou rápido… ” porque?! porque um buraco na minha vida agora? de onde veio esse buraco?!”

Mas o cérebro rápido do James Bond da selva funcionou e percebi tudo: eu tinha dado o tiro para cima, mas tao em linha reta que a bala caminhou um quilometro, fez a curva e retornou quase entrando no cano do revolver. Por isso a policia técnica tem que tomar muito cuidado nos casos que parece certo ser suicídio porque as vezes o suicida não atira direto na cabeça e sim faz a bala dar um passeio de dois quilômetros e retornar na cabeça porque tem gente que sente orgasmo com isso. Vou explicar, inclusive porque minha cabeça ta cheia de buracos. Quando a bala cai ela vem na forma de meteorito incandescente carregada de energia e ao penetrar a cabeça ela da uma descarga tao gostosa que a gente sente um orgasmo como quem ta’ a caminho do Nirvana. So tem que se tomar algumas providencias como eu fiz: peguei o ultimo neurônio que me resta para manter a mente funcionando e o escondi no hipocampo porque este tem a forma de espiral onde a bala ricocheteia e não entra. Então dentro da minha cabeça um hipopótamo… digo, um hipocampo, e’ impenetrável.

Mas ai eu tava com o problema do buraco, tinha que tampa-lo para não afundar a canoa. O maior terror de um filosofo na selva e’ quando tem que descer na água daqueles igarapés para tirar galhos que se enroscam na hélice do motor e param a canoa. Um cabra macho como eu não tem medo dos grandes que são visíveis, você viu por exemplo no capitulo anterior como trato as cobras: sento nelas! Então os crocodilos de dez metros e as aranhas de meio quilo eu tiro de letra, o meu terror e’ o microscópico e invisível… candiru.

O candiru. E’ uma especie de linha fina gelatinosa e movente que não pode sentir a substancia da urina que já corre atras dela. E ai entra no canal de onde a urina saiu. E la dentro começa a comer tudo! Doi tanto que o cara fica louco a ponto de pegar um pau e bater forte no pau para ver se mata. Mas foi justamente o candiru que me levou a espetacular historia de hoje.

Pelos idos de 2002 eu cheguei na selva louco da vida porque tinham arrebentado minha escola de inglês em New York e matado vários queridos conhecidos meus que trabalhavam nas torres gêmeas, bem ali perto. Tao perto que o professor estava dizendo: ” Agora repitam comigo a palavra boballoo: buuuu… e todo mundo fez um buuuu tao alto que abafou o bum da primeira explosão. Mas assim revoltado e querendo pegar uns terroristas pelo saco eu achei um avião caído na selva, ainda soltando fumaça. Fui olhar direito e ainda tinha um cara vivo de perna quebrada e abriu a boca falando árabe. Chequei o avião e descobri que os terroristas tinham roubado mais aviões que a imprensa contou e um deles, covarde porque fugiu com o avião, caiu la na selva: o cara era um dos terroristas! Ah… agora a cobra ia fumar!

Logo meu instinto de cientista começou a trabalhar. Eu sempre sonhei em filmar o candiru entrando no canal e outros buracos para decifrar seus radares e reações e inventar uma maneira de proteger os nadadores involuntários de igarapés. Mas claro, teria que usar uma cobaia humana, que seria uma tortura horrível. Digna de um matador dos meus amigos. Fis um balãozinho de plastico, adaptei no bico um canudo fino, enchi o balão de urina e pus um fiozinho elétrico ligado a um controle remoto. Enfiei o balãozinho no anus do terrorista deixando a ponta do canudo para fora. Fiz ele tomar bastante mijo de macaco para ter vontade de urinar e o botei em pê no igarapé, pelado. Apertei o botão do controle remoto que explodiu o balãozinho que soltou a urina pelo canudo e botei as maquinas a frente e atras para filmar tudo. O trabalho final foi depois amplamente analisado pelos meus amigos cientistas em New York, a ponto de termos soluções geniais para evitar a entrada do candiru: rolhas tampando o anus e saquinho para a urina não sair na água. Os meus não-leitores não sabem o que estão perdendo ao não me lerem pois eu ensino muitos truques aqui que podem ser uteis um dia ( e ensino detalhes naturais muito inteligentes jamais descobertos por outros cientistas, como foi o caso de que uma bala de revolver pode imitar um meteorito). Útil como vai ser o causo do próximo capitulo. Ahhh… ia me esquecendo! O meu não-leitor não quer saber o que aconteceu com o terrorista por isso vou contar. Para ele sofrer mais e pagar caro o que ele me fez eu o deixei vivo e o soltei na selva. A ultima vez que o vi ele estava na fila de um posto de saúde do exercito. Perguntei ao enfermeiro o que ele queria e a resposta foi: ” Chiii, esse turco tem candiru pela frente e por traz, de maneira que já comeram metade do intestino e o pau, ele veio aqui e operamos cortando mais para dentro para ver se os bicho saiam, mas ele voltou pedindo nova cirurgia dizendo que continuam  comendo…” Se eu fosse os franceses agora em vez de descarregar bombas em cima deles eu descarregava um monte de candiru… Ahhh… e mais três avisos para meus não-leitores: “

1) Quando atirarem para cima, saiam debaixo;

2) Existem outros métodos para chegar ao Nirvana, como a meditação yoga. A vantagem e’ que os meditabundos não ficam com buracos na cabeça;

3) Para os que forem na selva, se for homem leve rolhas para atras e saquinhos plásticos com amarras para a frente, se for mulher, pode levar só rolhas.”

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3) Grande Ideia para Ficar Rico Rapido: Os Sapatos Magneticos

Louis Charles Morelli – 28 – Nov – 2015 · Newark · Editado ·

Em que estou a pensar agora? Tive uma ideia hoje para ficar rico rápido, vou dar ela de graça para os meus não-leitores, mas antes não vão ter que ler este longo trecho aqui.

Comecei pensando em como e’ grande a diferença entre o nosso mundo mental e o do pessoal da Matrix/DNA. Eles me mandaram de presente um par de sapatos e um par de meias, muito bonitos por sinal. Junto veio um bilhete: “Look for the solution to solve the puzzle with these socks and shoes. Cheers,”: Puzzle? Quebra-cabeças?!

Olhei as meias, eram diferentes, pois ambas eram iguais na forma. Geralmente as meias são bipolares, se uma e’ esquerdista, a outra tem que ser direitista, logo se vê na ponta do bico do pé. Aquelas não, eram exatamente iguais. Mas os sapatos estavam certos, la’ estava o esqu… glup… Pensando bem, e’ a maior idiotice dizer que um sapato antes de estar num pé, e’ direito ou esquerdo. Esquerdo em relacao a que, se o mundo e’ redondo? Qual o ponto de referencia, se a Terra gira, a galaxia se move? Bem, mas ai também não existe isso de pé direito ou esquerdo, ou que o coração ta’ do lado direito, etc.., mas vamos la’. Eu calcei as meias desconfiado, claro, pois tem algum pussi, digo, puzzle ali. Senti os pés dentro das meias, e nada. Botei os sapatos. Nada. Levantei, pisei firme, quando então tive uma leve impressão de sentir alguma coisa diferente nos dois pés, uma especie de coceirinha vibratória.

Tirei tudo rápido, olhei os sapatos de cabo a rabo, nada. Botei tudo de novo pisei firme, e agora, nada senti, Dei uns passos, nada. Me lembrei que ao trocar as meias mudei instintivamente a da esquerda para o pé direito. Então tirei tudo de novo e botei as meias como estava da primeira vez. Ia levantando quando vi na porta o meu vizinho estático me olhando. – ” Aconteceu alguma coisa?” – perguntei. -” “Eu e’ que quero saber. Passei a primeira vez aqui você estava levantando, passei a segunda, você estava levantando…porque este senta-levanta sem parar?” – “Ahhh, – sorri…- não e’ nada. Apenas mais uma das minhas experiencias cientificas.”

E novamente pisei firme e novamente… senti a sensação estranha da primeira vez. Ok, tem algo misterioso aqui. E o mistério não esta nos sapatos, esta nas meias, pois apenas estas foram trocadas. Sentei, arranquei as meias, fiquei meia hora revirando-as, não e’ possível, não tem nenhuma diferença. Liguei para os caras da Matrix/DNA e disse.

– ” Ok, vocês ganharam. Tem um puzzle nestas meias, eu nunca vou descobrir o que e’, faz favor agora de matar minha curiosidade, senão isto e’ presente de grego.” Ai me responderam:

– ” Nos descobrimos isso nas pesquisas sobre campos magnéticos e auto-consciência. Você sabe que o corpo humano tem um  campo eletro magnético, que e’ na forma de uma secção do DNA e portanto na forma da Matrix., certo?”

-” Bem eu não sei, mas conheço parte da sua teoria, se vocês tão falando…”

– ” Pois bem… Para baixo dos quadris e como extensão das duas kundalines… que chamam de duas hastes do DNA-aura, tem as pernas, certo? E estas extensões eletromagnéticas seguem as pernas, cada qual com um polo especifico. O da perna direita ‘e positivo, o da esquerda e’ o negativo. Estas suas pernas eletromagnéticas se ligam ao campo magnético da Terra, e pode alcançar o centro magnético se você não estiver usando estes calcados comuns, em cima de asfalto, etc. . Então nos demos um banho com magnetos polarizados nas duas meias, e os sapatos tem dentro da sola uma substancia especial que permite a livre passagem das suas extensões magnéticas e se inteirando com o centro terrestre. De maneira que se você botar a meia com polo positivo no pé direito e a outra no esquerdo, você sente uma coisa diferente, mais forte do que quando você esta descalço pisando a terra nua. Porque a interação e’ mais forte entende? Isto serve para lembrar aos modernos touros sentados da vida que não saem de cima do cimento ou asfalto por anos, não vão ao campo ou ao quintal descalços, o quanto estão perdendo em saúde. Talvez ate alguns teriam sido mais fortes para evitar um câncer, etc. Valeu?”

– “Huuummm… e o que tem a ver a auto-consciência com isso?”

-” Ora, auto-consciência e’ a identidade do seu corpo como sistema. Ela e’ uma substancia luminífera invisível que esta’ mais para electromagnetismo do que para carne e ossos. Quando você liga o seu tentáculo magnético que sai do pé direito ao centro magnético da Terra, o seu tentáculo passa pelo centro e retorna direto no seu pé esquerdo, fechando o circuito oval. Acontece que este circuito vai, pelas kundalines, ate o cérebro, a consciência, botando-as no pacote tambem. E quando você fechou o circuito com o planeta você botou este tambem dentro do pacote. Assim a identidade do sistema todo – corpo mais planeta – e’ sua consciência que assim consegue manter o perfeito equilíbrio saudável do corpo…”

To achando que este pessoal da Matrix/DNA esta’ querendo me deixar doido… Assim vão me mandar mais rápido empacotado para a cidade dos pés-juntos. Você viu a ultima pesquisa e o artigo que estão preparando agora? E’ sobre aquele outro doido do Nassim Haramein e sua turma de cientistas tao malucos quanto ele e o projeto que estão desenvolvendo, o Ressonance Project. So quero ver no que vai dar isso… Ahhh…. a ideia para ficar rico rápido? Tava me esquecendo. E’ o seguinte:

Não tem esse pessoal que ficou rico ai no outro dia vendendo no mundo inteiro aqueles tais de braceletes magnéticos que faziam as pessoas manterem o equilíbrio, etc.? Eu vi um amigo com aquilo no braço, mas já tirou, claro, percebeu que caiu numa fria… Agora não, os sapatos da Matrix/DNA são verdade, eles tem uma fina chapinha escondida dentro do solado que abre a interação do seu campo magnético com o da Terra. Ai vai a ideia: faca um sapato comum, com alguma pequena diferença qualquer, por exemplo, você sabe aquelas pintinhas redondas que os hindus colocam no meio dos dois olhos… pois bote uma pintinha daquela no bico dos sapatos. Pronto, e’ um sapato diferente que nunca ninguem pensou fazer igual. Bote um solado de plastico amarelo, que esta’ comum hoje, e pronto. Agora escreva um longo texto dizendo da descoberta dos maias e do filosofo chines Ai-Ching -you sobre campos magnéticos, os tentáculos umbilicais que saem dos pês humanos e interagem com o planeta, que e’ o segredo da saúde e do corpo atlético perfeito, mas isso só vai acontecer se você usar aqueles sapatos que tem um banho de substancias vladzolinicas…

E fácil ficar rico, e só botar a cabeça para funcionar. Mas fora do normal, como dizem os Americanos, ” think out off the box”, pense fora da caixa. Você vê, eu pensei diferente apenas cinco minutos e já descobri uma ideia nova. A coisa tem que funcionar pois os braceletes deixaram os caras de pau, ricos. Basta ter uma destas agencias de ” marketing digital”, que e’ o novo nome chic para ” piramide” e pronto, faça os sapatos rolarem na piramide como as garrafas do Monavie. Boa sorte! Quero ver muita gente andando na rua com sapatos com uma pintinha no bico… e pela ideia você so tem que pagar uma rodada de cerveja.

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Tentáculo Global Tira o Fogão da Mãe e a Coloca na Esteira da Fabrica de Alimento Cozido

quinta-feira, novembro 26th, 2015

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( Este artigo visa colocar todos os aspectos gerais do problema humano da alimentação na mesa ( não alimento na mesa da cozinha mas sim relatórios na mesa de debates…kikiki…), ao lado da formula da Matrix/DNA para buscar soluções)

Todo filosofo como eu e’ obrigado constantemente a sair correndo dos altos píncaros da filosofia para satisfazer sua necessidade de… alimentação ( e você pensou que eu ia dizer o que?). Ninguem ainda conseguiu se livrar desta “mardita” necessidade animalesca, primitiva, meio nojenta principalmente no seu aspecto carnívoro. Então apesar de ser coisa de animais o filosofo tem todos os dias que parar de conectar momentum quântico com os flashes de raios gama emitidos pelos quasares e pensar na alface, no fogão, na linguiça, o pão com manteiga. Mas ele não deixa de ser filosofo mesmo quando esta’ comendo a linguiça e portanto olha para o prato, para a linguiça e se pergunta:

– ” Porque?! De onde veio? Qual o significado existencial deste fenômeno chamado linguiça e como ele veio parar neste prato?!” – Pronto… ai começa uma salada de pensamentos revisando a cena da moedeira de carne, do gado nos matadouros públicos, da linha de esteira das fabricas cheia de mulheres tao frustradas por terem nascido sem ” aquilo” que ficam loucas a enfiar carne na tripa e fazendo um montão de salsichas.

Definição de uma fabrica de salsichas: ” Uma coleção de mulheres frustradas com seu sexo e que não conseguiram casamento obcecadas em fazerem moldes de salsichas, procurando descobrir a origem da vida para dar vida `a salsicha e procurando o molde da salsicha perfeita”. 

( Coitadas. Sao vitimas escravizadas e precisamos tira-las de la’, ao invés de ficar fazendo piadas da sua vida trágica). Portanto voltemos ao trabalho serio do filosofo que vai tentar neste almoço encontrar a solução mental para o problema global da alimentação.

Primeiro foi um ambiciosa família crescendo com uma mercearia, comprando a outra próxima e transformando esta família em seus empregados, e assim chegamos ao Pão de Açúcar, WallMart, etc.  E então as grandes redes de restaurante e corporações dos alimentos prontos convencem ser inviável “cada casa uma cozinheira” para pô-las todas em suas esteiras de produção mecânica em serie. A Humanidade nunca tinha suspeitado que tal armadilha a esperava logo na esquina. Mas…

Nos nunca iriamos dar os saltos evolucionários necessários para chegar as nossas aventuras e conquistas espaciais, se tivéssemos mantido o velho estilo de “cada casa, uma mãe, cozinheira”.  Primeiro porque o lar ainda e’ o lugar mais aconchegante, prazeroso e seguro que existe, não iriamos arrancar as pessoas de dentro dele para serem astronautas. Veja como acontece quando tentamos arrancar um dos cônjuges agarrados no seu lar nuclear atômico, ou o seo próton ou a dona nêutron, uma explosão atômica! O casal esperneia não permitindo separarem-nos, e prefere antes explodir o mundo! Segundo, que as mulheres perfazem a metade da população humana, e enquanto elas se mantiverem como domesticas, alienadas da mecânica, física, tecnologia, os homens sozinhos não conseguem construir o lar global aqui para se libertarem e conquistarem o Universo, e manterem a perpetuação de suas comunidades em cada lugar que forem conquistando.

Sabendo-se que a Humanidade sera’ inevitavelmente extinta se ela não transformar a família nuclear em família universal no modelo sugerido pelo grande filosofo Jesus Cristo, vemos que a ação predatória das corporações esta sendo um mal necessário. Mas,… quando e’ que os seres humanos vão aprender a conduzir sua própria vida de maneira que o acaso e a Natureza não precisem mais escrever o certo por linhas tortas e aplicar cirurgias corretoras dolorosas? E’ claro que deve existir uma outra maneira mais saudável e menos dolorosa de tirar ( eu diria libertar), a mulher-mãe, do fogão, ao mesmo tempo que todos tenham uma boa alimentação. Eu mesmo, nas minhas super precárias condições, tive tempo para pensar e planejar um tipo de cidade, de sistema social, onde para cada cidade apenas uma praça de alimentação industrializada e automatizada, faria chegar a cada casa pelos tubos e caindo dentro do micro-ondas, o prato que o cidadão pedir. Mas ai, teria antes que ser uma cooperativa, sem fins lucrativos, pois e’ este fim lucrativo para uns poucos que emporcalha tudo.

Nesse momento o filosofo se lembra que o filosofo e’ o mais incapacitado individuo no fogão e no conhecimento de como anda a alimentação dos humanos. Eu sabia fazer omelete, batata frita e batata inteira cozida, mas parei de fazer batata cozida no dia que comecei a ler um livro ao lado da panela no fogo e só acordei quando a panela explodiu na minha cara e foi um corre-corre para não deixar o fogo se alastrar pela casa. Por isso o filosofo corre ao Google e digita pedindo  a ultima analise mais sucinta e completa sobre como anda a alimentação hoje. E antes de continuar esta apresentação da solução que vamos encontrar na formula da Matrix/DNA vou inserir a seguir o artigo encontrado, que vem bem a calhar por estar em vídeo e texto escrito ao mesmo tempo ( para acompanhar o video falado lendo o texto escrito clique no botão “show transcript”, abaixo do vídeo). Como esta’ em Inglês, vou ter que copiar o texto aqui e ir traduzindo-o na medida do possível. Então vamos la’:

Absurd Figure About Apples that Captures the Global Food Crisis

Absurda Situação Sobre Maças que Explica a Crise Global de Alimentos ( desculpe a falta do til na maça porque o tio caiu embaixo da mesa e não tenho tempo para procura-lo agora)

http://bigthink.com/videos/ruth-reichl-on-feeding-the-world-via-the-free-market

Ruth Reichl is the author of My Kitchen Year: 136 Recipes That Saved My Life which came out in September 2015.

Ruth Reichl e’ a autora de ” Meu Anus da Cuzinha ( ohhh, desculpe, quero dizer…) : Meu ano da Cozinha: 136 receitas que salvaram minha vida”

Ruth, former editor-in-chief of Gourmet Magazine and restaurant critic at both The New York Times and Los Angeles Times, says we have a food crisis.

Ruth, antiga editora-chefe do Gourmet Maganize e critica de restaurante para o New York Times e Los Angeles Times, diz que temos uma crise fud… ohhh… desculpe. Food crisis quer dizer, uma crise de alimentos. ( I don’t não sei porque me meto a traduzir! Olhe como escrevi ” magazine” ai atras… e voce passou batido hein?… Te peguei nesssa, cara…Bahhh)

But it’s not the crisis that most people are aware of. The specter of overpopulation has convinced many that the only way to feed large, undernourished populations is by growing more food — a lot more food.

Mas nao e’ a crise que a maioria das pessoas esta pensando. O espectro da superpopulacao tem convencido muitos que a unica maneira de alimentar grandes e famintas populacoes e’ produzindo mais alimentos – uma grande quantidade de mais alimentos.

( Retornar para concluir traducao. Tenho que parar agora porque o bule de cafe ta’ apitando na cozinha )

But that view ignores the fact that, for example, 70 percent of all apples grown in Mexico last year were thrown out, completely wasted. She explores other myths such as the belief that factory farms are more efficient that small, family-run farms. Finally she presents a new approach to solving our global food crisis. Reichl is the author of My Kitchen Year: 136 Recipes That Saved My Life, which came out in September 2015.