Archive for abril, 2016

Phi : a Formula da Matrix/DNA Revela a Causa dos Seus Segrêdos.

sábado, abril 30th, 2016

xxxx

Veja abaixo o espetacular vídeo sôbre as presenças do numero phi na Natureza

xxxx

Phi Number

Phi Number

Porque desde a antiguidade os seres humanos tem encontrado muitas coincidências nos fenômenos naturais relacionados a um numero, 1,618…, denominado numero Pi ou Phi? Existe alguma manifestação supernatural por trás dêste numero? A Natureza obedeceria a uma “sagrada geometria”? Seria um indicio de que o nosso mundo teria sido o produto de um plano muito inteligente, tanto que o Universo todo estaria “tunelado” desde antes de suas origens para produzir a Vida, a auto-consciência,  e quem sabe mais o quê? Estaria o aparente caos sem sentido do nosso mundo sustentado e determinado por uma fórmula oculta no meio da matéria?

A letra Phi

A letra Phi

Bem, pode ser que Deus não usa nenhuma formula para criar universos, mas o Universo em que existimos poderia ser reproduzido em outro lugar aplicando-se uma fórmula que o Homem descobriu. Se Deus continua por aí criando universos e está tendo muito trabalho porque usa métodos antiquados, êle pode telefonar para nós que lhe cedemos a fórmula, a qual trabalha sózinha enquanto êle pode ficar sentado assistindo. Nós simplesmente primeiro descobrimos que no Big Bang apareceu um sistema muito simples que vem  evoluindo durante estes 13,7 bilhões de anos. No inicio era apenas vórtice qiantico contendo as sete fôrças brutas naturais, isto evoluiu para o sistema atômico, depois o estelar, depois o galáctico, depois o sistema celular vivo, e agora está surgindo mais uma sua nova forma que chamamos “sistema auto-consciência” . Em seguida desenhamos todos êstes sistemas sôbre uma mesa e ficamos observando-os. Logo notamos que havia algo em comum, presente em todos êles. Assim como no sistema “corpo humano” existe as veias e o sangue conectando tôdas suas partes, tambem em todos os sistemas existe um fluxo de energia/massa conectando todas as partes. Acontece que se desenhar-mos ao lado todos os fluxos de todos os sistemas, obtemos uma unica figura! Êste é o fator comum a todos os sistemas naturais. Se quiser-mos construir um sistema artigficial imitando os naturais basta assentá-lo sôbre esta fórmula

Bem, isto é o que diz a teoria em cima da mesa. Mas já se vão 30 anos e todos os dias encontrando evidencias desta fórmula na Natureza que, raios… parece que a teoria está certa. São eviidencias assombrosas porque explicam cada coisa com uma explicação qie nos faz viajar longe no tempo e no espaço, indo e voltando do Big Bang… Uma destas estonteantes explicações foi a que agora descobrí quando media o circuito da formula com regua e compassos. Quando marquei um numero em cima de uma das sete finções da formula, escreví distraidamente o numero 1,6. Mas daí me perguntei: “Todas as outras funções tem numeros inteiros, porque só essa tem numero quebrado?! Que função é essa? A de numero 5. O que ela faz? É responsavel pela reprodução e perpetuação dos sistemas. Ela tem uns tr6es métodos diferentes para reproduzir um sistema, isto depende do meio-ambiente em que o sistema se encontrar. Um dos métodos é dividir o sistema em duas metades, introduzir estas duas metades na matéria, cada uma reconstrói sua metade faltante e assim se tem dois sistemas. É o processo da meiose, no DNA. Olhando bem esta formula, esta função é responsavel pela bela simetria bi-lateral que muito aparece na natureza, até nos nossos rostos, quando está evidente a face esquerda é reprodução da direita e vice-versa…

Mas quando pensei em bela simetria bi-lateral… sentí um arrepio e parece que mais uma vez uma luzinha acendeu lá dentro do meu cocuruto. Que foi?! Botei os olhos rápidamente sôbre a fórmula para não deixar escapar algo que estava escapando, olhei as duas metades, a função no meio, o numero escrito em cima, 1,6, enquanto o som de “bi-lateral simetria”continuava ribombando em minha mente e… Eureka!

O numero phi!!!

A razão dourada!!!

A sagrada geometria!!!

Cadê  o  Phidias, preciso contar essa prá êle!

Mas é claro! Porque o lado maior de um triangulo dividido pelo maior dá 1,618? Pela mesma razão que se seu dividir uma esfera em duas metades e separa-las,  a linha de cada uma será sempre 1,618! E a formula universal, a Matrix, é uma esfera…

– ” O que?!!! Mas nunca ninguem descobriu isso? Você está agora querendo estremecer os alicerces da geometria euclidiana sôbre a qual se assenta nossa matematica por mais de dois mul anos?! Tu tá louco?”

– “Bem… espera aí… deixa-me ir com calma. Eu quase nada sei da matematica e do estudo da geometria das esferas, mal me recordo do que aprendí na escola, aquelas coisas de seno, cosseno, tangente, meridiano, raio, etc.  Estou ferrado! Mais essa agora: vou ter que buscar material e estudar tudo sôbre isso. Mas por enquanto, vamos raciocinar aqui…

Se desenhar um relógio sem ponteiros, vamos dar o valor 100% á linha da esfera que vai do numero das 6 horas ao nunero das 12 horas. Chegando nas 12 horas, vamos continuar traçando nossa linha mas para dentro da esfera, até o ponto no centro. Êste segundo risco é o que se chama “raio” e êle deve medir 61,80%. No total é 1,618, o mumero Phi.  Será mesmo? E será que nunca ninguem descobriu isso ou essa história já a sabia o povo antes de J. Cristo?

Bem, tenho que deixar essa pesquisa para outra hora, por enquanto vou escrever aqui o qie descobri sem a pesquisa:

xxxxxxx

Existe uma fórmula natural que é uma fôrma, um “template”, sôbre a qual se assenta todos os sistemas naturais, desde átomos a galáxias a corpos humanos, a qual podes ver no diagrama abaixo. Esta fórmula é uma fôrça natural que atua no meio da matéria que se encontra na forma de massa e a conduz a adquirir uma forma, a se organizar como sistema funcional. E a principal caracteristica de um sistema qualquer é o circuito por onde flui suas informações, dividido entre as ondas do tempo e as particulas da matéria espacial. Quando consideramos o circuito total como sendo um inteiro, ou seja, 100%, obtemos um numero desta porcentagem para cada ponto do circuito. E o numero “1, 618%” cai exatamente sôbre a peça que executa a reprodução do sistema , mais exatamente na Função Sistêmica n.5. É a função da perpetuação dos sistemas, por exemplo, a que perpetua a espécie humana através da reprodução de suas geraçòes. Sendo a fórmula o fractal universal da qual tudo se multiplica e se deriva, o numero Pi é o multiplicador de fractais naturais. Por isso êle é a razão matematica encontrada por exemplo, em todos os poligonos que se multiplicam para formar a flor do girassol, ou a razão matematica entre as camadas espiraladas que compoem a carapaça do caracol. Esta descoberta em muito poderá contribuir para nossa tecnologia e evolução. Do ponto de vista materialista o numero Pi é uma consequência obrigatória e natural do movimento das fôrças naturais. Do ponto de vista filosófico o numero Pi tem a possibilidade de ser mistico e sagrado desde que sabemos que a fórmula mencionada, a Matrix/DNA Universal, veio de fora do Universo, de alguma fonte ainda desconhecida.

Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!

The MatrixDNA as Closed System

Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como  querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou os pés de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!

O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.

E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA.  Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.

Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888.

Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.

Às pressas vejo um vídeo espetacular, uma maravilhosa obra de arte e Ciências interligadas, que foi indicado no forum do site Ceticismo Aberto. Veja-o nêste link (mas volte depois aqui e leia para continuar seu maravilhamento):

http://vimeo.com/9953368

E então mais uma súbita descoberta ocorreu-me: a fórmula da Matriz/DNA pode ser representada e calculada matemáticamente, o que pode ser a oportunidade para apresenta-la `a comunidade cientifica e até ser reconhecida como teoria cientifica. Mais: todos os produtos e serviços baseados ou inspirados nesta fórmula podem agora ser medidos tendendo à perfeição. Por outro lado descobrí porque a Humanidade tem notado a presença repititiva estranha de um número (pi= 1,618…) nos fenômenos naturais, a ponto de definirem-no como o “número de ouro”, a “proporção áurea”, ou até mesmo impregnado-o com uma áurea mística denominando-o de “número mágico”, a “proporção divina”. A explicação surgiu-me tão lógica, tão racional, que me surpreendo por não ter notado isto antes.

Observe-se o modêlo da Matriz/DNA no estado de software de um sistema fechado em si mesmo, um moto-contínuo, de preferência quando destaca o fenômeno dos cromossomas.

origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg

E agora volte `a definição do número pi:

A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo,

o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ).

Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!

Bem, vamos ver isso em detalhes…

A circunferência representa o circuito pelo qual flue a energia do sistema, alternada em ondas e partículas, carregando as informações. Podemos representar o circuito inteiro pelo numero 1, inteiro. Desta maneira, para cada ponto do circuito existirá um numero decimal. Por exemplo, se dividir-mos o circuito em 6 partes como está na figura acima, a Função 1 terá o numero 0,1666…, na primeira volta do fluxo. Numa segunda volta, teria o numero 1,1666… , pois que o numero inteiro representa a quantidade em que o sistema existe. Desta maneira, por onde estaria o numero pi? Sendo 1,618, significaria que ele representa uma vez o sistema e mais uma parcela de uma cópia do sistema. Certo? E qual a área copiada do sistema que seria 0,618 dêle? Bem, calculemos:

Função 1 = 0,66666; Função 2 = 0,3332; Função 3 = 0,4998; Função 4 = 0,6664… êpa, chegamos pertom e passamos o numero 0,618. Paremos aqui e vamos analizar o que está acontecendo no circuito nesta região. Por enquanto minha mente ainda não aprendeu a ver o software e sentir, definir, o estado do fluxo em cada ponto, pois é ainda dificil para nós mentalizar o que é na realidade um fluxo carregando informações na sua forma abstrata. Acredito que, desde que nossa mente é um software, e é a forma mais evoluida do software universal aqui denominado Matriz/DNA, ela vai aprender a  entender de pronto qualquer sistema natural porque ela poderá ver o fluxo do software no hardware do sistema. Mas enquanto não chegamos lá, temos que nos contentar em tentar conhecer qualquer coisa num sistema observando suas partes e comparando-as com o mapa do software. Então voltemos ao nosso problema: existe alguma coisa especial na Função 4 que a tornaria presente nos fenômenos de maneira quase mística representando a razão áurea?

A Função 4 significa mitocondria na célula, pulsar no céu. Sendo a célula um sistema aberto, torna-se mais dificil qualquer análize porque temos que estar considerando tôdas suas relações com o exterior. O melhor é tomar como exemplar o building block dos sistemas astronomicos por ser o unico sistema fechado em si mesmo, o mais estável, pois não se relaciona em nada com o exterior, o mais “perfeito” que a Natureza conseguiu produzir no sentido de ser um moto-contínuo. Então vamos abordar o problema tendo a imagem do pulsar ocupando nossos pensamentos. As origens do pulsar começa com os tempos finais de um planeta e comparando-o com o ciclo vital humano, é a fase quando o adolescente está entrando na fase da puberdade. Sinto que no futuro vamos desvendar totalmente o mistério do numero pi quando conhecer-mos melhor o processo da evolução ocorrido entre a organela ribossomo e a nova espécie para a qual ela evoluiu, a mitocondria; existe aqui um processo em que o fluxo do sistema que está apenas montando coordenadamente as informações, passa a processa-las. Mas por enquanto, este processo ainda nos é desconhecido. Pois nosso problema é identificar o ponto exato dentro da vida do pulsar onde o fluxo de informações tem o numero 1,618. Sabemos que quando ele está exatamente completo, no exato momento quando ele se formou por completo e vai começar sua entropia, ele tem o numero 1,6664. Nêsse numero ele passou da fase de puberdade e já está emitindo espermatozóides, ou seja, magma na forma de cometas. Existe uma diferença de 0,0484 entre o pulsar na sua forma maxima ( 0,6664) e o numero pi (0,6180). Isto significa que para encontrar o pi temos que retornar um pouquinho desde sua forma maxima.

O planeta recebe a energia solar que adentra seu corpo alcançando seu nucleo e dando inicio ao despertar de germe de estrêla que ele carrega em seu bojo. Este despertar é materializado na forma de reações nucleares, as quais consiste na alimentação do germe, que utiliza as energias nos atomos das camadas tectonicas como se estas fossem a placenta. Estas reações produzem gazes em elevadas temperaturas que procuram uma valvula de escape e assim produzem os vulcões através dos quais os dejetos resultantes da alimentação são expelidos na forma de magma. Quando o germe vai em estado adiantado já se tornando um feto a superficie do planeta já está tomada por vulcões cada vez mais gigantescos e poderosos, de maneira que em dado momento não podemos mais defini-lo como planeta mas sim algo a meio-têrmo entre planeta e supernova, entre o feto e o bebê. A este meio-têrmo resolvemos por enquanto dar o nome de pulsar, porque a imagem de um astro girando e mostrando o pipocar de luzes em sua superficie devido as erupções vulcanicas nos parece aquelas fontes de luz que ficam pulsando. A queima de sua matéria pesada vai tornando o astro cada vez mais leve o que o torna capaz de se libertar da fôrça de atração da estrela e desta vai se afastando, assim como os jovens após a puberdade começam a namorar e a se afastarem dos braços da mãe, da proteção do pai. Enquanto isto sua força gravitacional tambem diminui, torna-se mais dificil manter coisas pesadas na sua superficie. Assim , os vulcões cada vez mais poderosos emitem lavas com maior violencia que caem no espaço sideral, se “arredondam” e formam o que denominamos de “cometas”. Enquanto isto, a matéria energética mais leve que permanece caminha na direção de se constituir em estrela e quando cai a ultima camada de rocha da superficie, explode ou desabrocha, como uma nova estrêla, uma supernova.

Isto significa que no pulsar ocorre uma bifurcação do fluxo de energia do circuito sistêmico, o qual transporta as informações do sistema. Uma parte, talvez ecxatamente a metade, vai para a estrela, a Função 6, para continuar o ciclo vital representado na circunferência: a outra parte, talvez a outra metade, vai como cometas, a Função 5, caindo na espiral da galaxia e com destino ao nucleo do sistema onde o aguarda um belo buraco negro. Não preciso repetir aqui, penso, que o cometa é a contraparte astronomica do espermatozóide. Estaria o numero pi sendo levado dentro do espermatozóide?!

A coisa começa a fazer sentido. Numero pi, crescimento, pela duplicação ou reprodução de um sistema já feito, que é exatamente a função da funcão 5, do espermatozóide. Mas não apenas isto! Note que quando o fluxo chega na Função 4 ele completou a metade do sistema. Ele acabou de desenhar o lado esquerdo da face. A linha de fluxo que desce com F5 é a linha fronteiriça entre os dois lados da face. Se o numero pi está aí, ele está exatamente onde é gerada a bi-lateral simetria. Está aí o porque a Arte encontrou o pi! A divina proporção!

Tôda vez que num desenho você deseja desenhar as coisas numa proporção exata que transmita realmente uma imagem, voçê precisa ter a proporção áurea na mente. Não podes, num retrato, desenhar o olho esquerdo maior que o direito. A Natureza como artista faz assim para nos dar uma face o mais perfeita possivel: ela olha ou mentaliza a imagem de uma face inteira ( se ela fala a linguagem matematica ela dirá “uma”; aí observa bem uma metade (até aqui ela chegou na “uma e meia”, ou 1,5) e pinta a outra metade. Mas deixemos de divagações e retornemos ao problema. Em que ponto do pulsar ou do cometa está o numero 1,618? Sabendo-se que o planeta na forma maxima é 0,49998 e o pulsar na maxima é 0,6664, pode-se apostar que o 0,618 é o momento da bifurcação no pulsar. É exatamente o numero que representa a quantidade ou estagio da carga genética carregada pelo espermatozóide. E porque ele carrega 1, 618 e não apenas 0,618? Porque se o fizesse não haveria reprodução de machos apenas de fêmeas. XX, a carga feminina, significa que o sistema existe por inteiro, uma vez X, e deseja expressar-se como tal na integra, por isso reforça o X. XY, a carga masculina, significa que o sistema existe por inteiro, que seu X possui não apenas a face esquerda mas sim as duas faces, porem quer expressar mais e dominantemente a parte esquerda que contem tudo o que precisa um macho do sistema.

O pi é sagrado?

A Matriz/DNA responde: “Mas… “rapaiz”… bota sagrado nisso!”

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

A seguir vou aqui reunindo e registrando na medida do possivel tudo o que aparecer nesta nova área de investigação que aqui se abriu.

1) Comentário postado no forum do “Ceticismo Aberto”.

“Obrigado, Gigaview, pela informação e oportunidade de nos maravilhar com este video.

Particularmente para mim houve uma emoção peculiar daquelas que acompanham todo momento de descoberta: sómente agora percebi a exatidão matematica no meu modelo da Matriz como sistema fechado perfeito e entendí algo espetacular: o numero 1,61, e a série Fibonacci. O que ele significa no seu nivel mais profundo?

Observando a Matriz conclui-se que este deve ser o numero exato que determina “reprodução”, auto-cópia, perpetuação de uma espécie, multiplicação de um padrão na forma de fractais. O Um inteiro significa o sistema natural completo, qualquer sistema,

 

como uma célula. Significa uma volta que o fluxo de informações dá no sistema, partindo da Função 1 e retornando à F1. Quando chega em F1 significa que ele copiou o sistema, ou seja, registrou a carga genética, todas as informações. Então o fluxo continua e quando chega em F4 (um pulsar na astronomia ou uma mitocondria na célula), emite um fluxo lateral que retorna imediatamente a F1, enquanto o fluxo normal segue para F6. Ora esse ramo lateral é o que reproduz o sistema, fornecendo a energia ainda nova para reciclar o sistema. E justamente na F4 –  se por-mos numeros em todo o fluxo medindo-o –  estaria o numero 1,61. Facil perceber o porque: o sistema completo tem sete funcões, ora a F4 é a metade, seria numeo 1,5,  mais um sétimo. Incrivel! Estou dizendo que este Universo é uma produção genética, o que implica software computacional, matematico. (se queres ver a matriz e entender isto veja-a no meu website). Abraços… Louis Morelli

(devemos agora pesquisar tudo sobre a serie Fibonacci)

Veja nos comentarios que seguem o link, como tais coisas suscitam a nossa queda pelo mistico.

1) Teotl Nahualli 13 days ago Excelente… es evidente que la serie Fibonacci y lo que se obtiene de esta, la proporción Sagrada Φ = 1.618034, son utilizadas en la naturaleza. Lo cual indica DISEÑO, es es decir, que aquellos idearon y realizaron, todo aquello que conocemos como vida, siguio este patrón predeterminado. DIOS? Yo no le llamaria asi, por que lo unico que indica esto, es que ellos tenian una gran nivel tecnologico.Comentário da Matriz/DNA: Eu penso que não precisaria de Deus ou inteligências superiores para produzir isto. Este fenomeno matematico deve ser derivado de uma das duas caracteristicas da Natureza: quantidade e qualidade. E este fenomeno se refere à produção da quantidade. Quando a Natureza produz um novo sistema pelo método genético ela precisa dar substanciação à estrutura, criar espaço com infra-estrutura para alojar as produções da qualidade, ou seja, da complexidade. Para fazer um osso por exemplo, é preciso criar massa óssea que dê os alicerces para as superestruturas, como órgãos, membros, etc. Então pode-se inferir que qualquer reprodução genética, inclusive com ratos que não usam inteligência para se reproduzirem, pode produzir esse fenômeno. Se este Universo é realmente uma reprodução, está assim explicado este fenômeno sem incorrer à necessidade de inteligência alienígena. Mas pode ser tambem que Deus seja um brincalhão a brincar com softwares vivos… · Jesús Olmo 10 days ago ‘Enlightenment reveals that the universe emerges spontaneously. Its emergence and pattern are perfect in mathematics and symmetry and involve no chance.
Nothing is random; everything emerges exactly as it has to. There is no random chance, or evolution based on chance. The universe is perfect. Nothing is wrong or ever could be.
Comentário da Matriz/DNA:Todos vêem que existe muita coisa errada no Universo, ao menos na biosfera terrestre. Acho que a mistica deste poster ( “the Universe is perfect”) deve-se a que ele não está a refletir sobre a realidade dual, dividida entre quantidade e qualidade. A quantidade é repetitiva, ela serve para fundamentar alicerces, óbviamente não pode conter variações, acasos. Mas a qualidade sob evolução que caminha sobre este alicerce asfaltico experimenta indefinidas opções, a complexidade está sim sujeita aos acasos. Mas se o Universo é uma produção genética, já está determinado antes dele surgir sua forma final, assim como meu corpo, antes de surgir, já tinha determinado sua forma humana. Então mesmo em têrmos de evolução da complexidade não existe acaso absoluto, pois todos os acasos que ocorrem estão dentro de um processo determinista absoluto. Os acasos ocorrem, mas a maioria dos efeitos dos acasos desaparecem na história, enquanto alguns são selecionados porque precederam um futuro evento determinado. Mas é possivel que no mundo do sistema que gerou o Universo as possibilidades evolutivas estejam abertas, o que implicaria que o Universo pode sofrer uma mutação e terminar com uma forma nova. Ou seja, alem do Universo não existiria determinismo absoluto. Acho que esta alternancia entre acaso e determinismo deve ser infinita, não tem solução.

Fine-structure constant : 0.08542455

Este é outro numero constante na geometria do Universo que toma ares de numero magico. O que significa? Bem, é quase a metade do pi. Note que esta constante ás vêzes é representada por outro numero: 137.03597.

The fine-structure constant has long fascinated physicists. Richard Feynman, one of the originators and early developers of the theory of quantum electrodynamics (QED), referred to the fine-structure constant in these terms:

There is a most profound and beautiful question associated with the observed coupling constant, e the amplitude for a real electron to emit or absorb a real photon. It is a simple number that has been experimentally determined to be close to 0.08542455. (My physicist friends won’t recognize this number, because they like to remember it as the inverse of its square: about 137.03597 with about an uncertainty of about 2 in the last decimal place. It has been a mystery ever since it was discovered more than fifty years ago, and all good theoretical physicists put this number up on their wall and worry about it.) Immediately you would like to know where this number for a coupling comes from: is it related to pi or perhaps to the base of natural logarithms? Nobody knows. It’s one of the greatest damn mysteries of physics: a magic number that comes to us with no understanding by man. You might say the “hand of God” wrote that number, and “we don’t know how He pushed his pencil.” We know what kind of a dance to do experimentally to measure this number very accurately, but we don’t know what kind of dance to do on the computer to make this number come out, without putting it in secretly!
If alpha [the fine structure constant] were bigger than it really is, we should not be able to distinguish matter from ether [the vacuum, nothingness], and our task to disentangle the natural laws would be hopelessly difficult. The fact however that alpha has just its value 1/137 is certainly no chance but itself a law of nature. It is clear that the explanation of this number must be the central problem of natural philosophy.
—Max Born, A.I. Miller (2009). Deciphering the Cosmic Number: The Strange Friendship of Wolfgang Pauli and Carl Jung. W.W. Norton & Co. p. 253. ISBN 9780393065329
The mystery about α is actually a double mystery. The first mystery — the origin of its numerical value α ≈ 1/137 has been recognized and discussed for decades. The second mystery — the range of its domain — is generally unrecognized.
—Malcolm H. Mac Gregor, M.H. MacGregor (2007). The Power of Alpha. World Scientific. p. 69. ISBN 9789812569615

O Numero Pi de novo: agora no cérebro!

novembro | 28 | 2010

Já registrei neste blog um artigo sobre o numero pi, pois fiquei surpreso ao encontrar um interessante significado para este mistério no diagrama da Matriz. Agora este novo artigo deve ser adicionado ao anterior (não tenho tempo agora) para posterior pesquisa.

Artigo publicado no site:

http://francisthemulenews.wordpress.com

VIII Carnaval de Matemáticas: El número pi oculto en el desarrollo de las neuronas de la corteza visual

Posted by emulenews en 19 Noviembre 2010

Imagina que haces un experimento para calcular cierta magnitud y obtienes el valor 3’14. ¿Qué es lo primero que te viene a la mente? El número pi (π), la relación entre la longitud de una circunferencia y su diámetro. Arquímedes, el gran científico de la antigua Grecia, realizó el primer cálculo sistemático del valor de π y obtuvo dicho valor. Veinte y tres siglos después, los científicos siguen maravillados cuando π les aparece de forma inesperada. Matthias Kaschube y sus colegas han encontrado que ciertas características en la distribución de las neuronas en la corteza visual del cerebro tienen una densidad cercana a 3’14 (π). ¿Por qué? Han desarrollado un modelo de autómatas celulares que permite explicar dicho número y que sustenta su hipótesis de que dicha distribución de neuronas no tiene un origen genético (aunque se preserva en el árbol evolutivo), sino que debe ser el resultado de la autoorganización de estas neuronas durante el desarrollo de la corteza visual. Nos lo ha contado Kenneth D. Miller, “Neuroscience: π = Visual Cortex,” Science 330: 1059-1060, 19 November 2010, haciéndose eco del artículo técnico de Matthias Kaschube et al., “Universality in the Evolution of Orientation Columns in the Visual Cortex,” Science 330: 1113-1116, 19 November 2010. Este artículo será mi segunda contribución para el VIII Edición del Carnaval de Matemáticas albergado este mes por Juan Martínez-Tébar, autor de Los Matemáticos no son Gente Seria.

La corteza visual primaria (llamada V1) está formada por una fina lámina de seis capas de neuronas. Las neuronas V1 son altamente selectivas a los bordes entre luz y oscuridad y a la orientación de estos bordes (algunas a la orientación vertical, otras a la horizontal y otras a diagonales con diferentes ángulos). Estas neuronas están organizadas en “columnas,” de modo que las neuronas debajo de una dada prefieren la misma orientación que las de más arriba. Las técnicas de imagen de la estructura neuronal del córtex permiten visualizar el “mapa” de la orientación que prefiere cada neurona a través del córtex visual (ver la figura que abre esta entrada). Estos mapas de orientación tienen una estructura cuasiperiódica: las orientaciones preferidas cambian continuamente a través del córtex, repitiéndose cada cierto número de neuronas con un “periodo” denotado por λ. Los mapas también contienen “nodos” o “molinetes,” puntos en los que convergen todas las orientaciones posibles. Kaschube y sus colegas han comparado (con una precisión sin precedentes) la densidad y disposición de los “molinetes” en tres mamíferos: el galago, un primate, la musaraña arbórea, relacionada de forma estrecha con los primates, y el hurón, un carnívoro relacionado lejanamente con ellos. Esta medición precisa de la distribución de “molinetes” ha requerido el desarrollo de nuevos filtros para “suavizar” el ruido en las imágenes del córtex; no entraré en los detalles.

Lo más sorprendente que han encontrado Kaschube y sus colegas es que la densidad media de molinetes por λ² es constante para estas tres especies, un número curioso, π, con un error del orden del 1%. El promedio es de 3’14 y el intervalo de valores observado es [3’08, 3’20] con un nivel de confianza del 95%; este intervalo corresponde a π ± 2%. El análisis de mapas de orientación generados de forma aleatoria indica que el valor esperado debería ser 3’50, mucho mayor que 3’14. ¿Qué es lo que significa que la densidad sea π? y ¿por qué la densidad de “molinetes” es π? Kaschube y sus colegas han encontrado una respuesta matemática realmente hermosa. Fred Wolf, autor principal del artículo, lleva muchos años desarrollando un modelo matemático para la formación de los patrones observados en el mapa de orientación neuronal utilizando autómatas celulares. Sistemas basados en reglas en las que una neurona elige su orientación preferida en función de lo que elige las neuronas que tiene a su alrededor. El modelo se basa en dos parámetros la orientación preferida y la selectividad. Estas variables se desarrollan a través de interacciones mutuas entre neuronas vecinas. Para obtener un valor de pi es necesario incorporar una interacción de largo alcance (entre neuronas alejadas por una distancia mayor que el periodo λ); estas interacciones existen en la región V1 y corresponden a conexiones sinápticas de larga distancia entre las neuronas. No entraré en los detalles de las reglas que resultan en que la distribución de “molinetes” presenta una propiedad de universalidad caracterizada por una densidad igual a π (en las simulaciones numéricas es un valor próximo). La universalidad observada en la organización de las neuronas del córtex visual aparece en líneas evolutivas divergentes; sin embargo, los mapas de orientación varían aparentemente al azar de una célula a otra, por lo que su origen exclusivo en la genética no parece razonable.

Por supuesto, estos modelos teóricos para el desarrollo de patrones en el neurocórtex están todavía en sus primeras fases de desarrollo y hay muchas incógnitas aún por resolver para que se pueda afirmar que se entienden en completo detalle desde el punto de vista matemático. La demostración experimental definitiva de que estos modelos son correctos requiere que se eliminen de alguna forma las conexiones de largo alcance entre neuronas durante el desarrollo del cerebro y que se pueda observar cómo entonces los patrones que se observan en lugar de tener un distribución determinada por el número pi adquieran un valor más próximo a 3’50. Por ahora parece difícil que se pueda lograr en los próximos años. Los alardes técnicos que se requieren parecen excesivos. Aún así, Wolf, Kaschube y sus colegas no cejaran en su empeño en demostrar que pi forma parte de nuestra manera de ver el mundo mucho más allá de lo que podemos imaginar.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Tambem será importante deixar registrado o artigo abaixo para continuar este tema, postado no site:

Adaptação

http://microsintonias.blogspot.com/2009/05/o-problema-da-forma.html#comment-form

terça-feira, 12 de maio de 2009

O problema da forma

Por que os organismos vivos possuem as formas que possuem? A pergunta é pertinente já que o sucesso dos seres vivos depende de pelo menos três aspectos básicos: 1) a conservação da organização da vida; 2) sua dinâmica (no sentido de desenvolvimento, movimento/deslocamento e atividade biologica); 3) e a forma (seu aspecto macroscópico espacial).
As formas adquiridas pelos seres vivos são determinantes para suas funções ou atividades e é condição de sobrevivência dentro da topografia ambiental (relevo). Se você é redondo poderá rolar bem ou mal no chão, a depender do relevo geral do ambiente. Se o relevo favorecer, mas se você não for redondo, não rolará.
Ao se observar as primeiras formas de vida, ou seja, aquelas mais primitivas e que são primeiramente descritas nos livros de zoologia de invertebrados, percebemos que a maioria é assimétrica, com padrões de crescimento irregulares, podendo ser sésseis (que não se desloca voluntariamente) ou rastejantes tais como as esponjas marinhas e o Trichoplax adhaerens, respectivamente. As esponjas são organismos sésseis provavelmente por serem, na sua maioria, animais irregulares com padrões diversificados de crescimento (eretos, incrustantes ou ramificados). O Trichoplax adhaerens é um metazoário rastejante de corpo achatado e assimétrico, feito de um agregado de uns poucos milhares de células de quatro tipos diferentes que se organizam em três diferentes locais. É considerado o organismo de menor conteúdo de DNA de todo o reino animal (até o momento). Pois bem, de alguma maneira, a partir daí, a evolução animal seguiu no sentido da simetria radial e /ou bilateral. Os desenhos dos corpos de muitos animais com simetria bilateral apresentam proporções entre comprimento e largura conhecidas como Proporção Aurea. A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo,
o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ). Como já foi dito, esta proporção tem sido encontrada em várias partes do corpo humano e de outros animais, bem como em alguns tipos de sementes vegetais ou mesmo em padrões de crescimento de conchas de moluscos ou populações de coelhos, entre outros, e inspirou Leonardo da Vinci a fazer o seu Homem Vitruviano (figura ao lado) e, segundo alguns, a própria Monalisa. Entretanto, muito antes disso, foi utilizada na Grécia antiga em uma das obras mais orgânicas da antiguidade: o Parthenon.
Se retornarmos um pouco mais no tempo geológico, mais especificamente há 1800 milhões de anos atrás, no pré-cambriano, em plena emergência dos primeiros fitoflagelados (organismos unicelulares autotróficos) ou das primeiras células fotossintetizantes, perceberemos claramente que em grande parte desses organismos, senão todos, a evolução se deu não no sentido da simetria bilateral, da qual extraimos a proporção aurea, mas no sentido das irregularidades, das assimetrias, das ramificações e incrustações aparentemente desajeitadas. Estamos falando da evolução dos vegetais como contraponto à evolução animal. Se por um lado os animais são simétricos e móveis, por outro os vegetais são assimétricos e obrigatoriamente sésseis. Ambos extremamente relacionados, pois o veneno de um (dióxido de carbônico) é o “combustível” do outro.
Então, parece que a evolução no seu sentido mais amplo teve como característica principal o paradoxo das formas. Ou seja, a regularidade simétrica dos animais gerando o movimento, no sentido de deslocamento de um lugar para outro, e a irregularidade assimétrica e séssil dos vegetais. Ambas sempre em consonância com a topologia ambiental. Esta aparente contradição gerou uma pressão ambiental sobre os ancestrais do homem que levou ao desenvolvimento de articulações capazes de realizar movimentos precisos entre espaços mínimos, como foi o caso dos australopitecus, presos entre o “bipedismo” terrestre e a vida nas árvores. Assim, configurou-se duas geometrias da natureza: uma das formas regulares e proporcionais, como é o caso da geometria euclidiana, e a outra das formas irregulares e descontínuas, com é o caso da geometria dos fractais de Mandelbrot. E é exatamente sobre a geometria dos fractais aplicada à forma dos seres vivos que pretendo me aprofundar nos próximos posts.

Grande abraço e até lá.

Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 13:59
Meu comentário:
Artigo sôbre o pi e a Matemática:

Pi in the Sky

Is mathematics a divine language?
Pi in the Sky

Tuesday, November 30, 2010

Imagine, one day, that life shows up on another planet. Moreover, it’s intelligent life. Imagine, too, that we’ve a reasonably swift means of communication. We’d need a common language with which to talk. What might that language be? One candidate would be mathematics.

Mathematics seems to be a universal language. Science presumes as much: it works as a descriptive and predictive tool, both on the small scale and at the very large. Moreover, it works for systems that are very close and quite distant — so distant that they reach back to the earliest moments after the Big Bang. And when you stop to think about it, that’s quite remarkable.

It’s not just the universal nature of mathematics that’s striking; it’s that mathematics works at all. The natural world is a complex place. It’s packed with variations and permutations, random events and patterns so complex they are far from obvious to the eye. And yet, mathematics can capture so much of that intricacy. What kind of alchemy transforms the lead of messy reality into the gold of a simple equation? It’s a question that was famously asked by the physicist Eugene Wigner, in 1960. He wrote an essay with a title that says it all: “The Unreasonable Effectiveness of Mathematics in the Natural Sciences.”

Wigner notes the sense that many physicists have: mathematics seems to be discovered, not created. The reason to think this is that discoveries made about the physical world are often, first, discoveries made about mathematics. One of the best known cases concerns Einstein and his work on General Relativity. These equations implied something about the universe that Einstein, at first, refused to believe — that the universe was expanding. It was only later that cosmic expansion was observed by Edwin Hubble. Before then, though, Einstein tried to cancel what the math was implying by adding to his equations what came to be known as the “cosmological constant.” It was designed to cancel out the implication of expansion, though when expansion was shown empirically, Einstein referred to it as “the biggest blunder of my life.”

So, physics is about discovering the laws of nature, and those laws appear to be written in the language of math. Pi really is in the sky. Wigner continues:  “It is … a miracle that in spite of the baffling complexity of the world, certain regularities in the events could be discovered… It is hard to believe that our reasoning power was brought, by Darwin’s process of natural selection, to the perfection which it seems to possess.”

Those are strong statements. And the extraordinary nature of math can be developed further. After all, do not physicists routinely use criteria such as “beauty” to determine whether they are on the right track or not? The physicist Paul Dirac put it most clearly, in a 1963 article for Scientific American, writing, “It seems that if one is working from the point of view of getting beauty in one’s equations, and if one has a really sound insight, one is on a sure line of progress.” Of course, mathematical predictions must be verified by observation. But that such predictions are verified at all is the nub of the issue. Mathematics looks miraculous.

It’s an ancient idea. The philosopher Gottfried Leibniz mused on the power of mathematics, and it led him to draw theological conclusions. “When God calculates and thinks things through, the world is made,” he thought. The power and beauty of mathematics is exactly what you’d expect if the universe were created by a powerful deity, worthy of worship. The physicist and priest Michael Heller, winner of the 2008 Templeton Prize , captured the thought like this, in his book (co-authored with George V. Coyne), A Comprehensible Universe:

In the human brain, the world’s structure has reached its focal point: the structure of the world has acquired the ability to reflect upon itself… . In this conceptual setting, science appears as a collective effort of the Human Mind to reach the Mind of God… . The Mind of Man and the Mind of God are strangely interwoven.

And yet, is the unreasonable effectiveness of mathematics in the natural sciences really evidence for the existence of a deity? Is the language of math divine? There are good reasons to doubt it.

For one thing, there is the gap between the kind of deity implied by mathematics — a deity not unlike a computer — and the deity worshiped by Christians, Jews and Muslims. This is the living God of Abraham, Isaac and Jacob, not a God who spends eternity manipulating datasets.

So, it’s quite possible to be impressed by the “miracle” of math, and not become a convinced theist. This is the position adopted by the physicist Roger Penrose. He has articled what he refers to as a Platonic view. It can be conceptualized in this way. First, there is the physical world, the natural world that surrounds us. But there’s also a Platonic world — the ideal world of mathematics. The Platonic world maps onto the natural world in some way, perhaps via the imaginative power of human mental activity. And that, if right, means there’s no need to assume that the Platonic and natural world are wrapped up in some kind of divine embrace.

There’s a further reason to question the theistic reading of mathematics. For it’s possible that mathematics is not so unreasonably effective as Eugene Wigner supposed. The idea goes something like this:

(Comentário da Matriz:

O trecho a seguir corrobora o que encontrei no grafico carteziano calculando a evolução cosmológica, sôbre o que é a Matemática. O Universo tem muitas faces diferentes ao mesmo tempo. Cada face representa um estágio de sua evolução e cada estágio refere-se a um nível de grandeza, com suas especificas estruturas. Por exemplo, os humanos operam num nível de grandeza especifico, digamos, um nível médio, devido ao qual ele está limitado aos fenômenos ao nivel da superficie de um planeta, fenômenos que são bem diferentes dos que se relacionam à dimensão quantica, que estão num nivel de grandeza menor que o microscópico.  Cada tipo de observador verá num mesmo instante a quantidade de faces verdadeiras relacionadas aos niveis que ele conhece e mais uma face imaginaria, produto da imaginação do que deve ser o que ele desconhece. Eu cheguei a essa conclusão porque eu mesmo passei por essa experiência: fiz a minha busca existencial, primeiro colocando na mesa tudo o que conhecia de fato e a seguir experimentei várias maneiras de conectar estes fatos e no final projetei a nova visão de mundo no grafico carteziano e ali surgiu uma face do Universo, a forma do DNA. Porque? Foi a minha face imaginaria. mas condduzida pela minha racionalidade que é produzida pelos meus neuronios, no centro dos quais comanda o DNA. Portanto o DNA se projetou a si mesmo como a face do maior poder do mundo, da mesma forma que outros seres humanos levados pelas suas imaginações projetaram o seu corpo como o maior poder do mundo e disso resultou a figura e personalidade de um Deus humanizado. E o que tem isso a ver com a Matematica? No grafico observei que cada face é por sua vez composta por todas as outras faces, porem uma delas se expressa, enquanto as outras ficam apenas latentes. E como encontrei sete tipos de faces, sendo cada face uma pilha destas sete faces, isto siginifica que em cada face existem sete diferentes dimensões: a dimensão quantica, a eletromagnética, a atômica, a astronomica, a biológica, a emotiva, a conscientizada. Ora, em cada face existe uma faixa de de três faces consecutivas em que os fenômenos são fisicos/mecanicos. Nestas dimensões a melhor maneira de raciocinio para aprende-las e fazer previsões dentro delas é a matemática. Mas ela para aí: a matemática apenas traduz 3/7 de cada face. Por isso ela às vêzes consegue acertar previsões tão distante de nós. Ela atravessa a face onde operamos e atinge os 3/7 de outras faces, inclusive daquelas superiores que ainda não conhecemos. Como por exemplo as equações de Einstein estavam e estão à frente do nosso tempo. Portanto a Matematica se refere ao local e tempo onde operamos. E no trecho a seguir o autor que nada sabe sôbre a cosmovisão da matriz, vindo por caminhos diferentes chega praticamente à mesma conclusão:

At the level of the very, very small, the world is not smooth and continuous. It is lumpy. It’s the world of discrete energy levels and fundamental particles called quantum physics. One way of interpreting the quantum appearance of the very, very small scale is to say that at this level, mathematics is not smooth and continuous. It, too, is lumpy.

This suggests, in turn, that mathematics does not exist in some pure Platonic realm, but that it is just one more messy part of the fabric of the universe. There are, in fact, no universal mathematical laws, and no universal mathematics. Rather, there are local laws — bylaws, if you like. It just depends on where you look. To date, we’ve tended to look on the scale of the everyday and the very large. But as science gazes more and more at the very small, a new kind of math might be the result.

If that turns out to be right, then math may cease to look so unreasonably effective. The miracle, and its perfection, may start to look far less impressive. And if God does exist, future believers may conclude that he is not much of a mathematician after all.

xxxxxxxxxxx

Interessante informações no site:

The Dawn of Space and Time in a Selfconscious Quantum Universe

http://tonyb.freeyellow.com/index.html

Para quem enviei um Outlook:

Hi… I am following your website because there are very good information for my personal research. It is curious how different persons coming from different pathways in the search for answers, sometimes arrives to identical conclusions. About the number phi, my method has found that it is the mathematical point of any natural system that produces the reproduction of the system, as you can see in the formula at my website. We could changing useful informations for both…

If interested, see the article Sensacional Descoberta: a Explicação para o Número Pi e a Sagrada Geometria , Google it and translate. My website: http://theuniversalmatrix.com

Ohhh… I did not get to sign as guest, I got the message “error”. Any problem about that?

Cheers… Louis Morelli

xxxxxxxx

xxxxxxxxxxxxx

Video com Show Épico de Prince Lembra a Causa da Matrix/DNA Estar na Terra

sexta-feira, abril 29th, 2016

Isto e’ épico !!! Jimmy Hendrix me desculpe mas Prince aqui bateu todas! Quase total perfeição para o estado de Nirvana ao oposto, onde a carnificina e torturas da condição dos seres vivos desmascara o tal “Deus do amor” que se omite e esquece os vivos. Seculos de sofrimento e humilhação represados debaixo da pele negra explodem no palco! Prince, tu foste a alma do mundo se expressando com energia livre das correntes da escravidão,e assim representastes todas as cores purpuras represadas contra o criador deste absurdo!
Digo quase total perfeição porque a letra da musica não tem mensagem compatível com o tom da expressão a alma. Perdeste uma grande oportunidade de compor o maior hino da Terra. Bastaria por exemplo, a letra narrar a condição de vida daquela menina hindu que passa 16 horas por dia carregando uma cesta na cabeça na beira do cais tentando vender bugigangas para turistas para levar um pão ao caixote de madeira onde mora com sua mãe aleijada e três irmãos menores. revelar, lembrar as condições reais de bilhões de humanos na superfície deste planeta justo agora! Expressar nossa agonia de nada podermos estar fazendo para ajudar aquela menina justo agora. Desmentindo aqueles que tentam mudar a cor da carnificina, de purpura, roxa, em cor de rosa, par esconderem o Pai supremo irresponsável daquela menina. Estamos juntos na mesma musica e talvez na mesma causa Prince, numa quinta ou sexta dimensão. Requiescant in peace!

DNA Funciona como Termômetro para Nanotecnologia e MatrixLight/DNA Tem sua Explicação

quinta-feira, abril 28th, 2016

xxxxx

http://www.upi.com/Science_News/2016/04/27/Scientists-build-worlds-tiniest-thermometer-out-of-DNA/2251461771460/

Scientists build world’s tiniest thermometer out of DNA

“In the near future, we also envision that these DNA-based nanothermometers may be implement in electronic-based devices,” said researcher Alexis Vallée-Bélisle.
By Brooks Hays   |   April 27, 2016 at 12:48 PM

Scientists rearranged DNA molecules to create the world’s smallest thermometer. Photo by Leigh Prather/Shutterstock

E meu comentário postado no artigo em 4/28/2016

“…are curious to find out if there are wider fluctuations within cells.”
MatrixLight/DNA Theory suggests that yes, because different organelles have different stable temperatures. Also each kind of nucleotide must have its own temperature: A is different from G, etc. Like a cell, four adjacent nucleotides composes a working matricial system, which is the DNA unity of information, but, the key here is that these systems are composed by pieces that obeys the sequence of life’s cycles.
 
Nucleotides are the result of entropy attacking our astronomical system and its fragments (photons working as its genes or units of information) try to re-compose the prior building blocks’ system when they meet at a planet surface. It explains why optical markers works: the real receptors and reactors are photons are photons inside the electrons inside the nucleotides.
 
This tentative begins with aminoacids and finishes as the four nucleotides, at molecular level. It happens that the building blocks of astronomic systems are systems composed by seven kinds of astronomic bodies ( from planets, pulsars, stars, etc.), but these bodies shapes are merely transformations of a unique body, like a human body has several different shapes in its lifetime. When building a nucleotide system the same sequence of shapes are obeyed, so, each nucleotide/part performs the same function of its astronomic shape ancestor. We know that planets, stars, quasars, has different stable temperatures, so, this is passed on to its counterparts of the DNA’s building blocks. At cells, the organelle were joined bt symbioses between micro-organisms that performs the same life’s cycle sequence, then, each organelle must have its ideal temperature.
Ok, this is not a scientific statement, I am only observing and interpreting the formula of MatrixLight/DNA for all natural systems, which is theoretical and the researchers does not know it.
xxxx
Outras revistas publicando o artigo:
 

DNA: A imagem real e a razão de comunicação dos genes a distancia não-linear

terça-feira, abril 26th, 2016

xxxxx

https://www.statnews.com/2016/03/31/dna-shape-double-helix-dekker/

Episode 5: Everything you thought you knew about the shape of DNA is wrong

 

Quando um conhecedor de assunto situado muito longe da visão e vida das pessoas comuns, precisa comunicar, falar deste assunto, ele tem que buscar no lugar onde estas pessoas vivem, imagens, objetos, que sirvam como analogias e usar símbolos como metáforas. Nao tem como conduzir uma mente a ver acertadamente uma imagem um evento que acontece num mundo que ele nunca viu, nunca viveu.

Este foi o problema por exemplo dos primeiros visionários da historia, os quais criaram estas cosmogonias, mitos, esoterismo, e religiões a partir de visões de flashes que popocavam em suas imaginações, algumas reais lembranças do passado em outros mundos de seus ancestrais, que permanecem registradas na memoria do DNA. Mas foi também o problema da Ciência em muitos casos, com a diferença de que a Ciência fala de coisas eventos vistos ou tocados pelos nossos sensores mesmo que indiretamente, através de sensores eletromecânicos como os microscópios e telescópios. O macro-grande e o micro-pequeno são dimensões mundos nunca vistos pela mente comum, então como explica-los… No caso do DNA os observadores de microscópios recorreram a analogia com uma escada em caracol, a qual existe no mundo real da mente comum. Mas a medida que a ciência se aprofunda, os próprios observadores ova corrigindo suas primeiras impressões errôneas com instrumentos de pesquisa mais poderosos e a educação tem que avançar para o alvo correto, sem analogias, os educadores são obrigados a causarem um certo desconforto publico quando revelam que a analogia não era a realidade, a coisa e’ mais complexa. Então mutas pessoas já em idade avançada que desde a infância viram a escada de caracol associando-a com a imagem do DNA, de repente percebem que viram a coisa fantasiada, a vida toda. Vamos ver neste video como a realidade e’ tao diferente:

Mãos Humanas Formadas no Estagio Embrionario

terça-feira, abril 26th, 2016

xxxx

Copiado para traduzir e pesquisar

http://www.nytimes.com/2009/04/07/science/07limb.html?_r=1

From Developing Limbs, Insights That May Explain Much Else

For its first four weeks, a human embryo looks like a crumpled tube. But around its twenty-seventh day of development, four buds bulge from its sides. Over the next few days, the buds grow like tulips, stretching out into flattened stalks and blooming into crowns of fingers and toes. Inside these developing limbs, bones condense. Muscle cells, tendons, blood vessels and nerves all find their respective places. The embryo now has hands with thumbs to suck, legs ready to deliver a kick.

For developmental biologists, the development of limbs captures all that is marvelous about embryos: how a few cells can give rise to complicated anatomy. In fact, biologists understand the development of the limb much better than any other part of the body.

They have been experimenting on developing limbs for almost a century, and today they are figuring out how limb-building genes are organized into a network that almost always manages to build the same structures with the same shape.

In studying limb development, biologists are learning how the diversity of limbs — from bird wings to whale flippers — evolved. They are also getting clues that may someday make it possible to regenerate tendons or even entire limbs. But for many experts on limb development, their most important discoveries are how the rules for limb-building also apply to other parts of the embryo.

“The lessons learned in the limb give you insights into how you build a face, or how you build a heart,” said Clifford Tabin, a developmental biologist at Harvard Medical School.

For centuries doctors and naturalists observed how embryos developed, but it was not until the early 1900s that developmental biologists ran experiments to understand the forces at work.

“This was an era of slice and dice,” wrote Neil Shubin, a University of Chicago biologist, in his 2008 book “Your Inner Fish.” Developmental biologists would snip out pieces of embryos or graft parts together and watch how the development of the embryo was altered.

Limbs proved to be the easiest part of an embryo to study. “The limb is totally external, it’s easy to work with, and it’s totally expendable,” Dr. Tabin said. “No matter what you do to it, the embryo is going to be fine. Having a heart matters a lot to an embryo. But having a limb doesn’t.”

Chickens became a favorite animal for developmental biologists who studied limbs. “You actually break the eggshell and make a window, and you can cover it with tape afterwards,” said Cheryll Tickle of the University of Bath. “The embryo will continue to develop, and you can find out what happens later on.”

In the 1940s, a Johns Hopkins University biologist, John Saunders, discovered through some slicing and dicing that there were two parts of the limb bud that had mysterious powers over the entire limb’s fate.

One of those parts was a translucent ridge that formed along the outer edge, where the fingers eventually form. If Dr. Saunders clipped off the ridge, the entire limb stopped developing. If he grafted a second ridge onto a limb bud, it grew into two arms.

That patch of tissue was called the apical ectoderm ridge.

Dr. Saunders also discovered a zone on the lower edge of the limb bud, around the place where the pinky would later develop. It somehow sent signals across the limb bud, telling the cells where they were along the pinky-to-thumb axis of the hand and thus which digit to become, and it became known as the zone of polarizing activity.

When Dr. Saunders grafted an extra zone to the thumb side of a limb bud, he produced a second set of digits, arranged in a mirror image to the normal ones.

Five decades later, biologists began to pinpoint the signals that these special parts of the limb bud send out.

In 1993, for example, Dr. Tickle and her colleagues discovered that the ridge produces a growth-stimulating molecule called, descriptively, fibroblast growth factor. A limb bud could still grow without its ridge, they found, if they implanted in it a microscopic bead soaked with this growth factor.

In 1993, Dr. Tabin and his colleagues discovered another signaling chemical of major importance in the limb. Geneticists had a little more fun naming the protein, calling it sonic hedgehog, after a video game character.

Over the past 16 years, Dr. Tabin, Dr. Tickle and other researchers have identified more of the crucial limb-building proteins and the genes that carry the instructions to make them.

“We know most of the genes now, so it’s really a system where we can look at more complex things,” said Rolf Zeller of the University of Basel in Switzerland. “We’re trying to understand how these different genes work together.”

Continue reading the main story

RELATED COVERAGE

graphic
Rules for Limb Building SEPT. 25, 2011
FROM OUR ADVERTISERS
Limb development researchers have found that the first steps take place while an embryo is still a crumpled tube. Along the length of an embryo’s flanks, a series of segments forms. Each segment produces chemical signals. And at the places where the shoulders and the hips will be, the signals tell the outer cells to grow rapidly and form little pockets, into which other cells stream.

As the pocket grows, it forms the necessary ridge, which sends out other signals telling the cells just underneath it to multiply. As the limb bud grows, the ridge moves away from the cells at its base, which receive fewer growth factors. Without that stimulation, the cells grow more slowly and begin to develop into cells that produce cartilage. They form clumps that will eventually turn into limb bones.

Meanwhile, cells near what will become the pinky start making sonic hedgehog. That molecule spreads across about half the limb bud, to where the middle finger will later form.

Cells that produce sonic hedgehog are exposed to the protein the longest. The neighboring cells become separated as the limb bud grows, and so they are only briefly bathed in it.

Some experiments suggest that being exposed for a long time turns limb bud cells into pinkies. No time exposed to sonic hedgehog turns them into thumbs.

Each part of the limb knows what it should develop into thanks to sets of genes, each laying down the coordinates in one of three dimensions, and all working together. It turns out, for example, that the cells in the ridge can function only if the limb bud can make sonic hedgehog. Dr. Zeller and his colleagues have discovered why: sonic hedgehog switches on a gene in nearby cells called gremlin. Gremlin, in turn, inhibits a protein called BMP4 (for bone morphogenetic protein). At high enough levels, BMP4, can shut down the production of the growth factor in the ridge. So by keeping BMP4 levels low, sonic hedgehog lets the ridge continue to function.

Once the limb has reached the right proportions, it must quickly stop growing. Experiments carried out by Dr. Tabin and his colleagues point to the brake on limb development. The limb bud gets so big that the gremlin-producing cells drift farther and farther away from the cells that make sonic hedgehog. As their supply of sonic hedgehog drops, the cells cannot make gremlin proteins. The level of BMP4 rises , and it shuts down the ridge. Without the ridge’s help, the limb bud can no longer make sonic hedgehog. In other words, all the crucial genes for the development of the limb shut one another off.

Today, researchers still have much left to learn about the development of limbs. “Your knuckle and your humerus are the same size when they first form,” Dr. Tabin said. “Why does the humerus grow so much bigger than the knuckle? We don’t know.”

Dr. Tickle and other researchers are screening all the genes that are active in limb bud cells to find those that are essential for the development of limbs. She is optimistic that before long scientists will chart the entire path by which limb buds develop into fully formed limbs. “It’s just a question of having enough people plugging away at it,” she said.

Dr. Tabin shares that optimism. “It’s definitely clear that we’re going to get there,” he said. “We’re going to understand it from beginning to end.”

But Dr. Tabin argues that long before scientists find the complete pattern of limb growth, they will discover many important insights. It is now clear, for example, that genes involved in making limbs (like BMP4) are important for building other parts of the body as well.

“Within an embryo the same molecules are used over and over again,” Dr. Tabin said. “No one would have expected there would have been so few signals used to form an embryo. If you have a signal that says make a heart, you wouldn’t expect it to make a limb. But that’s exactly what you find.”

Deciphering the development of limbs may also lead to treatments for injuries and birth defects. In the near term, scientists are searching for the signals that cause tendons to develop and attach to bones. The signals might be able to cause cells in a dish to form extra tendon tissue, as well, which could be surgically implanted in arms or legs.

Eventually, it may even be possible to apply the right signals that can turn stem cells into limb buds and, ultimately, full-blown arms and legs.

“I’m optimistic it’s going to happen,” Dr. Tabin said. “If you can get the initial conditions right and the cells know what they’re supposed to do, you can turn them loose. It’s a self-organizing system. You don’t have to come back in and say you’ve got to split the muscle in two here. That will happen by itself.”

Autoconsciência e Cérebro: Mais Uma Teoria

segunda-feira, abril 25th, 2016

xxxxx

Ler, traduzir e pesquisar importantes informações:

http://vixra.org/pdf/1502.0129v2.pdf

What is Counciousness

Encarnando a Formula da Matrix: Uma Divagação Inconsequente

segunda-feira, abril 25th, 2016

xxxxxx

Eu vou encarnar a formula, vou ser a formula. Estou dentro de uma célula que esta dentro de uma mórula. Vou me forçar todos meus fragmentos de formula que estão dentro de todas as células a dirigirem energia a um só ponto. A partir deste ponto começo  fluir como formula. Vou ne esticando, atravessando o espaço com a próxima célula a esquerda, para perfazer o sentido horário, entro nesta célula, continuo a estivar, crescer, passo por outra célula… finalmente me implantei a nível da mórula inteira.

Agora vou dirigir a mórula a ser uma blástula. Na blástula levanto-me como nova onda e faço a blástula se transformar num feto. Assim por diante, até chegar a ser um baby nascido.

Passo um tempo sobrevivendo a duras penas como esse baby isolado mas que trabalha manipulando a matéria a volta e montando um molde, e então me duplico, , saltando para o molde, me tornando dois babies . Deixo um baby como esta e me concentro no outro fazendo-o crescer e se transformar numa criança, feminina,

Agora tenho uma criança, feminina, e dois babies.

Como a criança, deixo os dois babies brincando, me viro para o lado, me duplico, faço uma unidade voltar-se para brincar com os babies, enquanto me concentro na outra unidade fazendo-a crescer e se tornando uma jovem adolescente.

Agora tenho uma jovem, uma criança, feminina, e dois babies.

A jovem deixa a criança e os dois babies brincando, vira-se para o lado, se duplica, retorna uma moca a brincar com os outros três, me concentro na duplicata da moca, levo-a a se transformar numa adulta.

Agora tenho dois babies, uma criança, uma jovem e uma adulta.

Duplico a adulta e uma delas transformo numa idosa.

Agora tenho dois babies, uma criança, uma jovem, uma adulta e uma idosa. 

Todos sentados num sofá vendo tv, os babies e criança e jovem e adulto brincando, a idosa se duplica sendo a ultima na forma a de um cadáver que aparece deitado no chão atrás do sofá. A idosa chama a atenção da adulta e aponta o cadáver e todos param de brincar olhando o cadáver.

Agora tenho dois babies, uma criança, uma jovem, uma adulta, uma idosa e um cadáver.

Todos assistem o enterro do cadáver, continuam suas vidas, enquanto o pó do cadáver se mistura com o planeta.

Agora tenho dois babies, uma criança, uma moca, uma adulta, uma idosa e dois planetas(). Não, e o mesmo planeta antes do começo, acontece que o tempo de envelhecimento do planeta se da numa escala de tempo astronômico, por isso parece que dois planetas se justapõe um sobre o outro.

A adulta se engravida e surge um terceiro baby, masculino.

Agora tenho três babies, uma criança, uma moca, uma adulta, uma idosa, um planeta.

O terceiro baby volta as costas a todos e se duplica, sendo que a copia cresce e se torna uma criança.

Agora tenho 3 babies, 2 crianças, uma moca, uma adulta e uma idosa.

Uma das crianças se afasta de todos, se duplica, uma copia volta para o meio de todos enquanto a outra cresce e se transforma num jovem.

Agora tenho 3 babies, 2 crianças, 2 jovens, uma adulta, uma idosa…

… Bem, continua assim  o planeta se enche com uma  população.

Mas na verdade, não comecei isto quanto a evolução já tinha formado a espécie humana. Comecei na fase dos macacos.

A primeira geração foi um baby-macaco, uma criança macaca, etc. O planeta se encheu com uma população de macacos.

Quando já havia muitos macacos e vi que não haveria futuro evolucionário para eles, me concentrei, chamei a minha primeira essência da formula que sou, cuja essência era na forma de uma onda de luz universal, a qual se expande transformando-se numa sequencia de vários estados de vibração, que vai da fortíssima vibração inicial como raio gama e termina se fragmentando em particulas fótons depois de ter passado na longa, comprida e fraca vibração chamada radio.

E notei que a primeira forma da sequencia já estava tomada, pelas partículas materiais como quarks, elétrons, etc. A segunda estava tomada pelos sistemas chamados de átomos. A terceira estava tomada pelos sistemas astronômicos, como as galáxias. A quarta estava tomada pelos sistemas biológicos, de células primordiais a macacos. Estava vazia a quinta. Então mergulhei de corpo e alma, na forma da formula, dentro desta quinta dimensão de vibração.

E do cérebro dos macacos começou a brotar uma nuvem como um cogumelo. Era o inicio da autoconsciência, um sistema mais evoluído que o biológico. E com isso o macaco mudou de forma, suavizando um pouco, tornando-se humano, com aquele cogumelo na cabeça, o qual se tornou o córtex cerebral. Quer dizer, para a nuvem tipo cogumelo se fixar no humano, ela criou essa estrutura carnal camada de córtex.

O planeta se encheu de uma população de humanos e quando se notou que a evolução irisa parar neles, voltei e me introduzi dentro do cogumelo. O cogumelo tem milhões de raízes que entram no cérebro, cada raiz se fixa ou nasce de um neurônio, então puxei todas estas raízes formando um feixe único delas. E comecei a esticar este feixe afastando a nuvem, o cogumelo da cabeça, elevando-a no espaço. O feixe foi se esticando, tornando-se cada vez mais fino, e maneira que a nuvem podia se mover livre ate por milhares de milhas de distancia da cabeça. Mas sempre ligada a um crânio por aquele fio prateado, fazendo a função de cordão umbilical. Esta a nova formada transcendente a sair da espécie humana.

E assim esta forma da quinta dimensão vai evoluir e entrar na sexta dimensão, quando se livra totalmente do mundo material e começa a notar a presença da sétima, da oitava dimensão, e uma delas, finalmente, e’ uma única onda de luz autoconsciente. Ela banha todo o infinito e dela brota estas ondas de luz que constroem estes sistemas naturais e dentre eles correm estes ciclos, etc. O que mais acontece ai, e a nível da consciência cósmica, não adianta dizer aqui porque não temos no cérebro o aparato suficiente para entende-lo.

Problema resolvido.

Então, o que se pode fazer agora para forçar minha ( ou nossa) entrada na quinta dimensão:… Esticar o feixe. Tentar sair fora da cabeça. Dar uma de El Chapo e cavar um túnel através da parede óssea.

Mas eu não quero ir para a quinta dimensão deixando tantos entes queridos aqui, e mitos vivendo pesadelo desta condição. Então preciso entrar na quinta dimensão para tocar a sexta e me oferecer como voluntario para ficar aqui na quarta  ajudando as pessoas a se prepararem para entrarem na quinta. Isto consiste em começar pegando um homeless, uma criança na miséria, levando roupa limpa, levando para tomar um banho, fornecendo um lauto antar, leva-la no salão de cabelereiros para se dar um trato. ao dentista, ao medico, bater um papo com ela sobre o significado de as existência, e instala-la no seu território suficiente para lá produzir o básico necessário a sua sobrevivência e se quiser esforçar-se produzir mais para adquiri os supérfluos, associar-se com outros para atividades sociais construtivas, etc. Assim deixamos-las limpa es, com o cérebro em ordem, para receberem o toque e absorção da quinta dimensão. Quando todos estivermos lá… então sim, vamos viver e buscar a sexta.

Curiosidades

domingo, abril 24th, 2016

xxxx

Raios! Tem gente burra mesmo! Devem avisar esta mulher que qualquer criança sabe colocar óculos sem ter que fazer todo este sacrifício…

Boa Informacao Cientifica Porem Fraca Argumentacao Racionalista.

sábado, abril 23rd, 2016

xxxxx

( E melhor assistir o video no TED onde tem transcript, legenda, etc. Copie e paste   http://www.ted.com/talks/kenneth_lacovara_hunting_for_dinosaurs_showed_me_our_place_in_the_universe?language=en

 

xxxx

Meu comentario postado no TED:

Louis Morelli

Posted 4/23/2016
Great job, but the final Mr. Lacovara’s conclusion is a non-sequitur from scientific data. The final message is not the best for humanity salvation from extinction. This history of only 100 millions years and lomited to forces of this solar system are not enough for pointing out our place in the Universe. ……………….. If at the time of 5 mass extinctions no species had the opportunity for choices, and as believed by Mr. Lacovara, only events by chance could coming from the beyond the solar system, the emerged property of free-will at any species would be strongly not probable. Which and how any event by chance could create from nothing a new property where it never existed during the time of 5 mass extinctions? The unique possibility would be ” not expressed potential forces inside the solar system”, like happens with genetics. But, then, Science nas been not able to grasp this potential force, so, Mr. Lacovara is basing its conclusion on a non scientific perspective. ……………… A world view materialistic where mutations at some points in space/time inside this universe are under events by chance, never will get humans suppressing their addictions inherited from animals that would be necessary for the best plan just now. …………… We need something mentally stronger that could re-hardwiring our brains. By another hand, a mystical religious world view that believes in forces or elements coming from outside the solar system is not good also, it is worstt, because people instead trying will not fight, waiting the external miracle. I think that the naturalistic world view suggested by MatrixLight/DNA theoretical models, formulas and conclusions could do the job. …………… Since this issue is such important due being a case of our extinction or salvation, I would appreciate a debate here. Thanks.

xxxxx

00:12 How do you find a dinosaur? Sounds impossible, doesn’t it? It’s not. And the answer relies on a formula that all paleontologists use. And I’m going to tell you the secret.

00:26 First, find rocks of the right age. Second, those rocks must be sedimentary rocks. And third, layers of those rocks must be naturally exposed. That’s it. Find those three things and get yourself on the ground, chances are good that you will find fossils.

00:47 Now let me break down this formula. Organisms exist only during certain geological intervals. So you have to find rocks of the right age, depending on what your interests are. If you want to find trilobites, you have to find the really, really old rocks of the Paleozoic — rocks between a half a billion and a quarter-billion years old. Now, if you want to find dinosaurs, don’t look in the Paleozoic, you won’t find them. They hadn’t evolved yet. You have to find the younger rocks of the Mesozoic, and in the case of dinosaurs, between 235 and 66 million years ago.

01:22 Now, it’s fairly easy to find rocks of the right age at this point, because the Earth is, to a coarse degree, geologically mapped. This is hard-won information. The annals of Earth history are written in rocks, one chapter upon the next, such that the oldest pages are on bottom and the youngest on top.

01:42 Now, were it quite that easy, geologists would rejoice. It’s not. The library of Earth is an old one. It has no librarian to impose order. Operating over vast swaths of time, myriad geological processes offer every possible insult to the rocks of ages. Most pages are destroyed soon after being written. Some pages are overwritten, creating difficult-to-decipher palimpsests of long-gone landscapes. Pages that do find sanctuary under the advancing sands of time are never truly safe. Unlike the Moon — our dead, rocky companion — the Earth is alive, pulsing with creative and destructive forces that power its geological metabolism. Lunar rocks brought back by the Apollo astronauts all date back to about the age of the Solar System. Moon rocks are forever. Earth rocks, on the other hand, face the perils of a living lithosphere. All will suffer ruination, through some combination of mutilation, compression, folding, tearing, scorching and baking.

02:52 Thus, the volumes of Earth history are incomplete and disheveled. The library is vast and magnificent — but decrepit. And it was this tattered complexity in the rock record that obscured its meaning until relatively recently. Nature provided no card catalog for geologists — this would have to be invented. Five thousand years after the Sumerians learned to record their thoughts on clay tablets, the Earth’s volumes remained inscrutable to humans. We were geologically illiterate, unaware of the antiquity of our own planet and ignorant of our connection to deep time.

03:36 It wasn’t until the turn of the 19th century that our blinders were removed, first, with the publication of James Hutton’s “Theory of the Earth,” in which he told us that the Earth reveals no vestige of a beginning and no prospect of an end; and then, with the printing of William Smith’s map of Britain, the first country-scale geological map, giving us for the first time predictive insight into where certain types of rocks might occur. After that, you could say things like, “If we go over there, we should be in the Jurassic,” or, “If we go up over that hill, we should find the Cretaceous.”

04:14 So now, if you want to find trilobites, get yourself a good geological map and go to the rocks of the Paleozoic. If you want to find dinosaurs like I do, find the rocks of Mesozoic and go there. Now of course, you can only make a fossil in a sedimentary rock, a rock made by sand and mud. You can’t have a fossil in an igneous rock formed by magma, like a granite, or in a metamorphic rock that’s been heated and squeezed. And you have to get yourself in a desert. It’s not that dinosaurs particularly lived in deserts; they lived on every land mass and in every imaginable environment. It’s that you need to go to a place that’s a desert today, a place that doesn’t have too many plants covering up the rocks, and a place where erosion is always exposing new bones at the surface. So find those three things: rocks of the right age, that are sedimentary rocks, in a desert, and get yourself on the ground, and you literally walk until you see a bone sticking out of the rock.

05:15 Here’s a picture that I took in Southern Patagonia. Every pebble that you see on the ground there is a piece of dinosaur bone. So when you’re in that right situation, it’s not a question of whether you’ll find fossils or not; you’re going to find fossils. The question is: Will you find something that is scientifically significant? And to help with that, I’m going to add a fourth part to our formula, which is this: get as far away from other paleontologists as possible.

05:43 (Laughter)

05:45 It’s not that I don’t like other paleontologists. When you go to a place that’s relatively unexplored, you have a much better chance of not only finding fossils but of finding something that’s new to science. So that’s my formula for finding dinosaurs, and I’ve applied it all around the world.

06:00 In the austral summer of 2004, I went to the bottom of South America, to the bottom of Patagonia, Argentina, to prospect for dinosaurs: a place that had terrestrial sedimentary rocks of the right age, in a desert, a place that had been barely visited by paleontologists. And we found this. This is a femur, a thigh bone, of a giant, plant-eating dinosaur. That bone is 2.2 meters across. That’s over seven feet long.

06:30 Now, unfortunately, that bone was isolated. We dug and dug and dug, and there wasn’t another bone around. But it made us hungry to go back the next year for more. And on the first day of that next field season, I found this: another two-meter femur, only this time not isolated, this time associated with 145 other bones of a giant plant eater. And after three more hard, really brutal field seasons, the quarry came to look like this. And there you see the tail of that great beast wrapping around me. The giant that lay in this grave, the new species of dinosaur, we would eventually call “Dreadnoughtus schrani.” Dreadnoughtus was 85 feet from snout to tail. It stood two-and-a-half stories at the shoulder, and all fleshed out in life, it weighed 65 tons. People ask me sometimes, “Was Dreadnoughtus bigger than a T. rex?” That’s the mass of eight or nine T. rex.

07:29 Now, one of the really cool things about being a paleontologist is when you find a new species, you get to name it. And I’ve always thought it a shame that these giant, plant-eating dinosaurs are too often portrayed as passive, lumbering platters of meat on the landscape.

07:45 (Laughter)

07:46 They’re not. Big herbivores can be surly, and they can be territorial — you do not want to mess with a hippo or a rhino or a water buffalo. The bison in Yellowstone injure far more people than do the grizzly bears. So can you imagine a big bull, 65-ton Dreadnoughtus in the breeding season, defending a territory? That animal would have been incredibly dangerous, a menace to all around, and itself would have had nothing to fear. And thus the name, “Dreadnoughtus,” or, “fears nothing.”

08:23 Now, to grow so large, an animal like Dreadnoughtus would’ve had to have been a model of efficiency. That long neck and long tail help it radiate heat into the environment, passively controlling its temperature. And that long neck also serves as a super-efficient feeding mechanism. Dreadnoughtus could stand in one place and with that neck clear out a huge envelope of vegetation, taking in tens of thousands of calories while expending very few. And these animals evolved a bulldog-like wide-gait stance, giving them immense stability, because when you’re 65 tons, when you’re literally as big as a house, the penalty for falling over is death. Yeah, these animals are big and tough, but they won’t take a blow like that. Dreadnoughtus falls over, ribs break and pierce lungs. Organs burst. If you’re a big 65-ton Dreadnoughtus, you don’t get to fall down in life — even once.

09:16 Now, after this particular Dreadnoughtus carcass was buried and de-fleshed by a multitude of bacteria, worms and insects, its bones underwent a brief metamorphosis, exchanging molecules with the groundwater and becoming more and more like the entombing rock. As layer upon layer of sediment accumulated, pressure from all sides weighed in like a stony glove whose firm and enduring grip held each bone in a stabilizing embrace.

09:44 And then came the long … nothing. Epoch after epoch of sameness, nonevents without number. All the while, the skeleton lay everlasting and unchanging in perfect equilibrium within its rocky grave. Meanwhile, Earth history unfolded above. The dinosaurs would reign for another 12 million years before their hegemony was snuffed out in a fiery apocalypse. The continents drifted. The mammals rose. The Ice Age came.

10:17 And then, in East Africa, an unpromising species of ape evolved the odd trick of sentient thought. These brainy primates were not particularly fast or strong. But they excelled at covering ground, and in a remarkable diaspora surpassing even the dinosaurs’ record of territorial conquest, they dispersed across the planet, ravishing every ecosystem they encountered, along the way, inventing culture and metalworking and painting and dance and music and science and rocket ships that would eventually take 12 particularly excellent apes to the surface of the Moon.

10:59 With seven billion peripatetic Homo sapiens on the planet, it was perhaps inevitable that one of them would eventually trod on the grave of the magnificent titan buried beneath the badlands of Southern Patagonia. I was that ape. And standing there, alone in the desert, it was not lost on me that the chance of any one individual entering the fossil record is vanishingly small. But the Earth is very, very old. And over vast tracts of time, the improbable becomes the probable. That’s the magic of the geological record. Thus, multitudinous creatures living and dying on an old planet leave behind immense numbers of fossils, each one a small miracle, but collectively, inevitable.

11:47 Sixty-six million years ago, an asteroid hits the Earth and wipes out the dinosaurs. This easily might not have been. But we only get one history, and it’s the one that we have. But this particular reality was not inevitable. The tiniest perturbation of that asteroid far from Earth would have caused it to miss our planet by a wide margin. The pivotal, calamitous day during which the dinosaurs were wiped out, setting the stage for the modern world as we know it didn’t have to be. It could’ve just been another day — a Thursday, perhaps — among the 63 billion days already enjoyed by the dinosaurs. But over geological time, improbable, nearly impossible events do occur. Along the path from our wormy, Cambrian ancestors to primates dressed in suits, innumerable forks in the road led us to this very particular reality. The bones of Dreadnoughtus lay underground for 77 million years. Who could have imagined that a single species of shrew-like mammal living in the cracks of the dinosaur world would evolve into sentient beings capable of characterizing and understanding the very dinosaurs they must have dreaded?

13:03 I once stood at the head of the Missouri River and bestraddled it. There, it’s nothing more than a gurgle of water that issues forth from beneath a rock in a boulder in a pasture, high in the Bitterroot Mountains. The stream next to it runs a few hundred yards and ends in a small pond. Those two streams — they look identical. But one is an anonymous trickle of water, and the other is the Missouri River. Now go down to the mouth of the Missouri, near St. Louis, and it’s pretty obvious that that river is a big deal. But go up into the Bitterroots and look at the Missouri, and human prospection does not allow us to see it as anything special. Now go back to the Cretaceous Period and look at our tiny, fuzzball ancestors. You would never guess that they would amount to anything special, and they probably wouldn’t have, were it not for that pesky asteroid.

14:02 Now, make a thousand more worlds and a thousand more solar systems and let them run. You will never get the same result. No doubt, those worlds would be both amazing and amazingly improbable, but they would not be our world and they would not have our history. There are an infinite number of histories that we could’ve had. We only get one, and wow, did we ever get a good one. Dinosaurs like Dreadnoughtus were real. Sea monsters like the mosasaur were real. Dragonflies with the wingspan of an eagle and pill bugs the length of a car really existed.

14:38 Why study the ancient past? Because it gives us perspective and humility. The dinosaurs died in the world’s fifth mass extinction, snuffed out in a cosmic accident through no fault of their own.

Matrix: Os dinossauros não foram culpados pela sua extinção? Bem… primeiro temos que tentar definer o que era um dinossauro. E claro, nessa definicao vai ter confucao de opoinioes, pelo velho problema de que cada obsrervador tem um construida mentalidade diferente de todos osoutros. Na minha visao, como eu define um dinossauro? Em primeiro ligar, eu vejo um “objeto”. Mas nao e’ um objeto como um pedaco de rocha, uma pedra, ou um galho de arvore caido, seco, sem movimentos.

Estou vendo um objeto onde seus atomos estao organizados de uma maneira muito mais complexa do que numa pedra. Isto me sugere que naquele objeto tem uma vsriedade muito mior de particulas diferenciadas entre si, particulas que cahmo de ” unidades de informcao unica”. Portanto, a historia de eventos naturais, os quais sao movimentos naturais especificos com seus estados temporarios, seus “angular momentos”, naquele ponto de onde emergiu tal objeto, naquela regiao de ambiente do universe natural, foi diferente da historia de eventos que produziu a pedra ou o galho seco que vejo ao lado do objeto dinossauro.

E aqui ja surge um problema a resolver. Aqueles 3 objetos estao agora ali, ladoa lado. Mastodos surgiram daquele ponto, ou um ou alguns, vieram sendo trazidos por foras naturais de outros pontos, o que significaria uma hostoria de eventos passados diferenyte, ou sejaseriam 3 historias difrentes mo sentido que emergiram de 3 pontos diferentes? Ou todos os 3 objetos emergiram do mesmo ponto, porem, as frcas do ponto se separaram a medida que iam avancando no tempo e avcabaram poe se constituirem em objetos bastante diferenciados entre si? Mas existe uma Terceira alternative. E’ possivel qie na unica historia de eventos daquele ponto ambiental especifico, tenha vindo de for a daquele ponto, forcas ineditas, nunca existidas na historia daquele pont. Ao chegar naquele ponto especifico do qual estava emergindo um ou mais objetos, estas forcas se infiltram em um oi mais objetos e passaram a dirigir o desenvolvimento do seu objeto …?

Ora, posso me segurar numa resposta com confianca porque acredito piamente nela: o objeto dinossauro veio do objeto lagarto ou lagartixa, a qual veio do objeto cranguiejo, o qual veio do objeto anfibio, o qal veio de uma bacteria, a qual veio de um ponto que era uma sopa de lementos num determinado ponto maior. No espacode ponto maior tem o objeto pedra, que veio de uma rocha maior, a qual veio de um planeta rochocso, o qual veio de poeira no espaco. E o objeto galho seco, o qual e’ im pedaco extraido tornado inerte nesta extracao, de uma arvore, a qual veio de uma plantinha, a qual veio ce uma celula vegetal, a qual veio de um ponto da mesma sopa qie veio o objeto dinossauro. ntao para encontrar a resposta a questao de quails foram as historias de events naturais que produziram aqueles 3 objetos agora lado a lado, temos que descer ao estado da Natureza quando era uma mera nuvem de poeira flituando no espaco sidereal. Aquela nuvem de poeiratem sua historia especifica, unica a ela, mas uando vamos ve essa historia, descobrimos que dentro dela ela se dividiu em dterminados temos de seu desenvolvimento, em tres sub- historias diferentes

Mas como e porque uma nuvem de poeura flutuando no espaco sidereal e tendo forcas internas se movendo, e stas forca ‘e que fizeram sua historia geral depois do seu estado inicial, como e porquedesta sopa seca e quase gasosa, cosmica, oi este ponti especifico dentro do objeto maior que se chama ” matureza e universal”, a material seria dividida em 3, e em dado momento uma parte dse separaria das oitras devido maior concentracao nela de uns tipos de forcas ou elementos de massa, emesm cntinandoa existir ali no mesmo ponto, lado a lado cm outros duas parted de sua mesma substancia inicial, seguiu uma tendencia diferente das outras duas parts? E mais tarde no tempo, stas duas partsque continuaram unidas apos a primeira separacao de tendencias, tambem se bifurcaram, se tdividiram em das dferentes tendencias? De maneira que hoje, naquele ponto da nebulosa de poeira, temos as tres tendencias se constituind em 3 objetos bastante difertentes unm dos outros?!

Entao, tivemos que regredir aquela primordial porcao de nuvem de poeitra flituando no rspcao e descobrios que nela existiam forcas diferenciafas entre s, elementos diferenciados entre si, e havia nela varias tendencias diferenciadas entre si. E este quadro inicial produziu estes 3 objetos que vejo agora.

Mas… nao posso afirmar com certeza qur foi assim. Pois nao tenho como saber se, apos inciada ahistoria geral daquela nuvem sidereal, nao tenha vindo elementos ou forcas de for a da nuvem, num mesmo tempo ou divididos em tempos dgferentes, que promoveram aquelas divisoes de tendencias. Entao,eu consigo montar uma historia geral daquela nuvem, mas nao posso confiar nela. Seeu quero e preciso de uma histroia geral em que confiar, vou ter que alem daquela nuvem, alem no tempo remote remote re no espaco sidereal. Aquela nuvem formou uma galaxia, esta galaxia e’ im ponto dentro da natureza, rodeadopor outros pontos onde tem outras galaxias, entao pereciso ir ao conjunto destas galaxias, ou seja, ao que chamo de Universo.

Mas nao vou. nao preciso mais perder tempo neste raciocinio porque agora ja sei o quevou encntrar alu: oponto do Universo nao sera suficiente para eu pobter uma historia em que acredite, terei que ir alem deste ponto do universe, ver  que tem ao redor, para saber se de la nao veio algumas forcas e elementos que interferiram na minha historia geral do Universo.

E aqui consigo a definicao para outros tres objetos-fenomenos existentes e interessantes. os fenomenos do ateismo e do deismo. Ateismo ‘e a mente que acredita piamente na sua historia construida do niverso, e esta historia nao contem de maneira alguma forcas ou elementos vinds e for a do ponto do universe; deismo, e’ a mentalidade qie acredita piamente na historia que ela construiu ou elaborou ou pensa ter vistodo universe, e ainda acredita nesta historia que contem forcas e ou elementos vindos de for a deste ponto do Universo. E agnosticismo, e a mentalidade que acredita ela nao tem condicoes de elaborar uma historia confiavel do universe. Eu particularmente nao vejo racionalismo nas duas primeiras mentalidades, entao fico com a Terceira e acredito que sou agnostico.

Com isso podemos voltar a palestra. O orador diz que a terra e’ muito velha, 4,5 bilhoes de anos, que nela existeebulicao, caos de movimentos, jofgode forcas internas e influencias de forcas externas, e neste contexto, existiram dinossauros, os quais conseguiram por 100 milhoes de anos sobreviverem no meio deste caos, mas ate que um evento deste caos foi mais forte que eles todos e neste evento desapareceram como objetos-istemas vivos, e se tornaram ossos que ficaram no meio deste rebulico, intactos, por mais 60 mlhoes de anos. O orador construiu sua versao teorica da historia deste ponto dentro da natureza universal que denominamos ” o Ponto Sistema Solar”, uma versao que nao contem forcas e elementos vindos defora do Sistema solar interferindo nest historia, e ele acredita piamnete nesta historia. O limite usado por lele para construer esta historia e’ o sstema solar, do qual ele nao conhece todas as forcas e elementos que o constutite. Este limite esta estrutuado em outra historia teorica em que ee acredita, que e a historua do ponto dentro da natureza universal chamadode galaxia. Sua historia teorica do Sistema solar se baseou na sua historia teorica da galaxia

Mas ele foi alem, e construiu uma historia teorica do pjnto dentro da natureza universal onde estao as galaxias, uma hstiria de 13,7 bilhoes de anos, que contem big-bangs, e que fala de um ponto dentro da Natureza miss que universal, chamdo de ponto do universe. Ele nao citou nunca as suas hirstorias teoricads da galaxia, d universe, e sto indica com certeza para mim que ele acredita pimante que conhece o Sistema slar e sua historia e que neste conhecimento desta historia e ele tem certeza que nenhuma forca ou element veio das galaxias, ou do universe de galaxias, ou  do ponto maior onde esta o ponto-universo, que tenha interferido na hostria dentro do Sistema solar. Assim ele termina afirmando que existe dentro do calculo das probabilidades, a certza de que todas as probabilidades sao ossiveis de acontecer na Terra, porque a Terra, apesar de seu metabolism interno, existe por muitos bilhoes de anos, dentro entao de um ponto nde o tempo parece estar parado. E dentro destas probabilidades, existe a probabilidade que tem de se confirmer, de acontecer num dia deste infinito numerous de dias, o evento da 6 extincao em massa. Para afirmar isto, ele tem que ter certeza que entre o tempo que aconteceram outras 5 extincoes de massas e o tempo ou interval do tempo da quanta para a sexta xtinao, nada de for a do Sistema slar vai veir oi veio aqui para interferer e midar a histora de algum ponto menor dentro do ponto maior chamdo de Sistema solar.

Alem daafirmar e acreditar que havera uma sexta extincao m massa, que nesta extincao a forma humana nao se sealvara, ele acredita e aforma que dentro doponto Sistema slar existe um ponto chamdoserhumano que tem o libvre-arbitrio e aforca a forca para se salvar deste evento de sexta extincao.

Ate sua crenca de que havera com certeza um sexton eventode extincao em massa, eu concord, apesar de nao concordar com sas versao da hostoria geal e sua crenca numa versao de historia geral. Mas eu vejo despontar entre seu conhecimento veridico de uma sexta extincao e seua crenca de que a humahidade tem o poder de escolher se salvar sdsta extincao, uma confusao mental causando um racioncinio paradoxal que cntem uma controversia interna, que anula racionalmente sua conclusao final. Se nada de fora do Sistema estelar veio intererindo durante o longo tempo wue conteve os 5 eventos  de extincao em massa; se todsos os elementos existentes dentro deste ponto sob estes 5 eventos nuca tiveram a capadidade de escolher entre se salvar ou nao, como e’ o que o Sistema solar criou ultimante uma novidade nunca existida dentro dele que se chama libre-arbitrio, ou seja, a capacidade de um dos elementos dentro do Sistema slar escolher que se quer se salvar ou nao? Olhe que isto se constitue numa … eu nao diria numa nova forca natural pois esta teria que ter emergido do nadae popocado dentro do espaco ds Sistema solar – mas eu diria uma nova, indedita, nunca existindo antes dentro Sistema slar… propriedade ao ququqla denomino de tendencia de forca? isto imploca que uma forca que vem de 13,7 bilhoes de anos como sao as forcas naturaus, de repente e nas ultimas fracoes do tempo cosmico, se transmutou sozinha, alterou sua tendencia natural tradicional. E sinto muito, no psso concordar eacreditar nisso. Uma forca natural e’ o mesmo que uma lei natural, ou seja, ela e’uma das absolitas leis naturais que existem. Poso ate aceitar a possibilidade que o corpo que carregue uma lei possa se mudra no tempo, mas nao consigo digerir a ideia de que a lei que ele carrega, ou seja, a sua tendencia, possa ser mudada. Vamos imaginar por xemplo, midando a lei absoluta da forca gravitcional, u do rlrmrno forvca denominado ondas de luz. isto altersria toda a natureza imedatamente de maneira que a desintegraria imrdiatamente. Acho we isso nunca aconteceu, portanto, aqui nuca se aplicou a le das probabilidades, aqui nunca existiu tal tipo de efeitos como variacao, mudanca, os 13,7 bilhoes de anos estao fundamentados sobre uns piucos pilaes absolittistas. Se algo pode vir de for a destes 13,7 bilhoes de anos, ou seja, de for a do Universo, que mude, fragmente o Universo, nao sera algo com tamanho que possa penetrar o Sistema solar e passer a sobreviver dentro dele, alterando sua historia. Criando uma tendencia nova nunca existida dentro do Sistema solar. A tendencia de um objeto dentro do Sistema solar de sair for a do unico camilho possivela todos os outros objetos xistentes dentro do Sistema slar. A tendencia que produzria o fenmeo conhecido como ” o objeto humano pde atuar diferente de todos s outros objetos em tdas sas historias, e escolher um caminho movo, inedito, nunca trilhado antes por nada dentro do sistema slar. Das duas ma. Ou nos nao temos a capacidade, a forca, o poder de escolher e portnto nada impedira que perecemos na sexta extincao, ou alguma forca ou lemento veio de for a do Sistema solar e caiu diretamente em cima da nossa especie.e assim sim, nos adquirims a capacidade, o poder, de evitar nossa xtincao n sexto evento.  Nao vejo nenheuma possivel Terceira alternative aqui. Entao, algo esta errado no racionicio do orador.

xxxxx

objeto que auto se move, portanto nao ‘e igual ao galho caido, o qual ‘e inerte.

Uma imagem similar seria a de um robo, livre e solto na superficie da Terra,  sem inteligencia artificial, aoenas programado para repor sua energia e massa erodida, degradada, atraves de sensores que sentem a presenca externa do tipo de energia que precise, mais um programa de maquinas auto-reprodutivas divididas em duas unidades que se auto-complementam, portanto mais sensors para detector a unidade de complement. O que mais? Entao uma simples maquina tocada por m fluido corrente interno frio e transpostador de energia, uma maquina cujo unico sentido de existencia ‘e manter sua existencia, procurer e captar certo tipo de material, triturar esta material, fragmenta-la, que assim esta material fragmntda se insere automaticamente em seu corpo material, mantendo-o existindo.

Como a Natureza produziu tal fenmeno de dentro de si mesma? Se tem uma razao, mesmo inconsciente, apenas mero jogos de forcas naturais, para ter se saido com este fenomeno, devemos perguntar alem do como, porque tal maquina foi construida e qual o efeito desta maquina dentro dela propria, da Natureza?

Primeiro, na podemos esqucer do “que”, ou “quem” esta fazendo esta pergunta `a Natureza.  Sao os seres humanos. E o que ou quem sao so seres humanos? Apenas outro tipo de “sistema natural”

xxxxx

( cont. do transcript)

They didn’t see it coming, and they didn’t have a choice. We, on the other hand, do have a choice. And the nature of the fossil record tells us that our place on this planet is both precarious and potentially fleeting. Right now, our species is propagating an environmental disaster of geological proportions that is so broad and so severe, it can rightly be called the sixth extinction. Only unlike the dinosaurs, we can see it coming. And unlike the dinosaurs, we can do something about it. That choice is ours.

15:34 Thank you.

15:35 (Applause)

Envelhecimento, entropia

sexta-feira, abril 22nd, 2016

xxxxx

www.fastcoexist.com

One-of-the-worlds-top-aging-researchers-has …

Pesquisar:

NAD – nicotinamide adenine dinucleotide –

Sua presença no corpo vai caindo a medida que a idade avança, sendo que um adulto tem a metade do que tinha quando jovem. Não se sabe como evitar o declínio. Nas experiencias mostraram que dar um boost de NAD no adulto rejuvenesce os tecidos orgânicos.

—–

Sirtuins – um grupo de enzimas envolvidas no metabolismo celular e produção de energia que são comuns a um amplo espectro de organismos. Boosting as atividade das Sirtuins estende  o tempo de vida.