Archive for abril 7th, 2016

The Panama Papers: Uma Grande Oportunidade para Todos Que Lutam pela Causa da Humanidade

quinta-feira, abril 7th, 2016

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My Hero and Best Celebrity Bastian Obermayer the journalist at Süddeutsche Zeitung,

My heroes and Best Celebrities Just Now: Bastian Obermayer, left, and Frederik Obermaier, two of the journalists at Süddeutsch Zeitung

Bastian Obermayer, left, and Frederik Obermaier, two of the journalists at Süddeutsche Zeitung, who began investigating the Panama Papers more than a year ago. CreditSchmidt/Hase, via European Pressphoto Agency

The Most Wanted Criminals Just Now are Jurgen Mossack, left, and Ramon Fonseca Mora and the gang of Mossack Fonseca.

The Most Wanted Criminals Just Now are Jurgen Mossack, left, and Ramon Fonseca Mora and the gang of Mossack Fonseca.

O ato de retirar dinheiro (simbolo ativo da energia do trabalho torturante humano) de um pais, uma região, e leva-lo para outro lugar qualquer é uma sangria vampiresca na população local desviando suas poupanças para buracos negros sem fundos, destruindo o resultado de todos os esforços e sofrimentos engendrados pela população local. E’ um ato imoral de extremo predatismo, portanto deve ser combatido com energia, sendo seus praticantes classificados como traidores, ladrões, das populações locais, e como tal, punidos com sua isolação e expulsão do meio da grande sociedade humana.

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Comentario que postei no video abaixo:

Louis Morelli – 8 abril 2016
Hans-Lothar Merten, Advisor for tax evaders:
“None of the evaders have remorse”

Of course, not! Anacondas, lions, crocodiles, does not have remorse after killing and sucking the blood of the prey. It is their nature. But… we need to send these gangsters out of human society, sending them to the jungle, that’s the natural environment adjusted for them.

Tradução:

Hans-Lothar Merten, o escritor de cartilhas tipo Maquiavel que orienta os ricos como lavarem deu dinheiro: ” Nenhum evasor tem remorso”. Claro que não! Anacondas, leões, crocodilos não tem remorsos depois de matar e vampirizar o sangue de suas vitimas. E’ da natureza deles. Mas nos precisamos expulsar estes gangsters fora da sociedade humana, mandando eles para a selva, onde o ambiente natural e’ adequado para eles.

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A Cosmovisão da MatrixLight/DNA, na minha leitura e interpretação particular de sua formula e seus modelos teóricos, me sugere que o significado da existência da especie humana na Terra é transformar a matéria inconsciente em um sistema auto-consciente. Neste sentido – penso eu – a Humanidade é composta de 8 bilhões de genes semi-conscientes com a missão de construírem e tornarem-se em um sistema auto-consciente. Portanto torna-se meu objetivo supremo – baseado nesta temporária particular interpretação que aguarda seu escrutínio e evolução por outras pessoais interpretações – trabalhar e lutar com toda energia para tentar elevar intelectualmente todos estes 8 bilhões de humanos, sem distinção de predadores ou presas, raças, cor, religião, status social, etc.. Entendo que elevar intelectualmente significa inserir e fixar o máximo possível de informações sobre a Natureza Universal nos cérebros destes humanos, alem de inserir este objetivo supremo como guia e fonte do código moral e seus valores. Para tanto, em primeiro lugar é preciso duas providencias:

  1. O combate ao gene egoísta que é a herança do passado animal criado numa biosfera produto da face de caos desta Natureza Universal. Para isso tem-se que desmanchar todos os sistemas sociais que ainda imitam as regras animalescas das selvas, baseada na divisão entre grandes predadores, médios predadores, e presas. Em seu lugar deve-se buscar instalar um sistema social o mais aberto possível, tentando a ser, no final, sistema nenhum, sem centro e periferias.
  2.  No combate para eliminar os instintos de predação ativa e massificação passiva, tem-se que diminuir ao máximo possível a força e poder da predação ativa que se encontra na posição de dominante e libertar do trabalho rotineiro escravo a massa dominada pelo instinto da massificação passiva que se encontra na posição de elemento recessivo, combatendo seus vícios acomodativos e estimulando seus esforços intelectuais.

 

Em vista dessa minha conclusão particular, pessoal, temporária e consciente de estar também em erro, mas sem o conhecimento de outra ideologia preferível, devo participar de todos os acontecimentos na especie humana, combatendo os eventos que prejudicam e estimulando os eventos que facilitam o desenvolvimento do objetivo supremo.

O recente evento conhecido como ” The Panama’s Papers” tem tudo a ver com este objetivo supremo. Principalmente por ser um evento global, na escala em que tenta operar o objetivo supremo. Trata-se de enfraquecer os grandes predadores transferindo suas energias para gerar potenciais para a criacao de situações que permitam financiar, inserir energia, na grande massa passiva, buscando o equilíbrio de forças entre estas duas “cobras” para que se engulam mutuamente e desapareçam da genética humana. Este seria o recurso `a cirurgia dolorosa para a auto-cura, o qual deve – dentro dos meus padrões mentais de valores humanistas – substituído pelo método da fusão voluntaria, a qual leva também `a auto-dissipação dos estados conflitantes anteriores.

O ato de retirar dinheiro (simbolo ativo da energia do trabalho torturante humano) de um pais, uma região, e leva-lo para outro lugar qualquer e’ uma sangria na população local desviando suas poupanças para buracos negros sem fundos, destruindo o resultado de todos os esforços e sofrimentos engendrados pela população local. E’ um ato imoral de extremo predatismo, portanto deve ser combatido com energia, sendo seus praticantes classificados como traidores, ladroes, das populações locais, e como tal, punidos com sua isolação e expulsão do meio da grande sociedade humana.

 

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(Copiado para traduzir e pesquisar links):

http://www.nytimes.com/2016/04/06/business/media/how-a-cryptic-message-interested-in-data-led-to-the-panama-papers.htm

Como uma mensagem enigmática, “Interessados em Informações?,” Levou aos Documentos do Panamá

 

PARIS – O vazamento de milhões de documentos financeiros privados que ligando uma lista de ricos e poderosos do mundo a uma empresa que cria empresas de fachada acobertadas pelas leis secretas do Panama e contas bancarias em paises estrangeiros aos paises onde estes ricos moram, começou há mais de um ano atrás, com uma mensagem codificada para um jornal alemão vinda de um personagem anonimo. 

Hello, this is John Doe,” the source wrote to the Süddeutsche Zeitung, a Munich-based newspaper that had worked on several investigations into tax evasion and money-laundering scandals. “Interested in data?”

“We’re very interested,” replied Bastian Obermayer, a veteran of several investigations into financial scandals.

In the months that followed, the confidential source fed Süddeutsche’s reporters a steady stream of emails, scanned letters, photographs and client data ripped from the servers of Mossack Fonseca, a Panama City law firm that has been dogged for decades by investigations into its suspected connections to money laundering. It was a trove that ultimately added up to 11.5 million individual files equivalent to 2.6 terabytes of data.

The German reporters worked for more than two months verifying that the documents were genuine and trying to unravel the complex web of secret transactions. “It became an addiction,” Mr. Obermayer’s colleague, Frederik Obermaier, wrote in an emailed response to questions. “We often messaged each other at crazy times, like 2 a.m. or 4 a.m. about the newest findings.”

But the sheer volume of data contained in the initial batch soon overwhelmed the German newspaper’s five-person investigations team. The paper turned for help to the International Consortium of Investigative Journalists in Washington, D.C., which has coordinated several previous global projects on financial data leaks.

Within weeks, the ICIJ had assembled an army of about 400 journalists from more than 100 news organizations in 80 countries, including The Guardian and BBC in Britain, the French daily Le Monde, the Sonntagszeitung in Switzerland, and L’Espresso, an Italian weekly newsmagazine. Many of the same journalists had collaborated with the center before on investigations into tax havens including the “Swiss Leaks”project in 2015 and the “Lux Leaks” series in 2014.

The ICIJ did not approach to The New York Times to participate. “This is an important subject, which we have written about ourselves, and continue to follow,” said Matt Purdy, a deputy executive editor at The Times. The leaked documents provide even more information, he added, and the work is to be applauded.

The media partners dissected the mountain of data that the Süddeutsche’s journalists received in several batches, each of which were forwarded to a secure ICIJ server. The project was code-named Prometheus, after the Titan from Greek mythology who stole the secret of fire from the gods.

Luke Harding of The Guardian, a former Moscow correspondent and a veteran of several international collaborations, including WikiLeaks in 2010 and the Edward Snowden leaks in 2013, said the constant stream of new material meant that reporters were regularly relying on each other to help them keep track of new details.

Unlike past projects, where the leaked data were provided as a “discreet, one-off leaks” of hundreds or at most thousands of documents, “this was in real time,” said Mr. Harding, whose team focused on transactions involving individuals with ties to President Vladimir V. Putin of Russia. “We were constantly getting new data.”

With such a large number of people trolling through the same database, the partners needed to agree early on with a common strategy for collaboration and for parsing out the research, as well as a joint promise to hold off on publishing until everyone was ready. The partners held a series of secret meetings, some of which involved more than 100 people. The first took place at a rented room of the National Press Club in Washington in June, followed by others in Munich, London and Lillehammer, Norway.

“The danger was always that if something happened in the world and the reporters in that country would get terribly excited and want to publish right away,” Gerard Ryle, the director of ICIJ, said.

About a dozen staffers at ICIJ, plus freelancers, devoted themselves entirely to the project, building the tools used by its partners while also preparing a dozen or so of its own stories on the leak. Mr. Ryle and his deputy, Marina Walker Guevara, were in near-constant communication with what had become a sprawling team.

“This was not a story where the documents were the whole story,” Mr. Ryle said. “You had to work for it, you had to go outside of the documents. You could see a window, but you had go out and look.”

The ICIJ made a number of powerful research tools available to the consortium that the group had developed for previous leak investigations. Those included a secure, Facebook-type forum where reporters could post the fruits of their research, as well as database search program called “Blacklight” that allowed the teams to hunt for specific names, countries or sources.

While the original documents were written in 25 different languages, most of the communication on the forum took place in English, with reporters actively sharing interesting tidbits with the relevant specialized teams. Each news organization took their own precautions, restricting access to the secure computers that were used to connect to the ICIJ’s servers and ensuring that these were not accessible through their newsrooms’ regular networks.

Once specific names were found in the database, reporters dug deeper for any clues that might connect those individuals with a shell company, a bank account, or an ever-widening cast of characters. Working in concert with a team of reporters out of The Guardian’s safe room, Mr. Harding uncovered a web of more than 100 complex international transactions that revolved around an offshore firm linked to a musician named Sergei Roldugin, who is one of Mr. Putin’s closest friends.

“We knew there was a link to Putin’s buddy,” Mr. Harding said. “We knew money was being sent offshore from Russian state banks and being recycled back into Russia” through the offshore company.

Late last year, he said, the teams ultimately managed to establish a connection between that firm and another that owned an upscale ski resort near St. Petersburg that is a favorite of Mr. Putin. Further reporting eventually revealed that the same resort was the venue for the secret 2013 wedding of Mr. Putin’s daughter Yekaterina news of which only surfaced last year.

“In the Panama Papers, there was no Swiss bank account” that could provide a clear money trail, Mr. Harding said. “But in Russia, where your daughter gets married says a lot about what places you hold dear.”

Other news organizations used the Mossack Fonseca documents to expose the offshore accounts of political figures in countries like France, Pakistan and Saudi Arabia, as well as several international film stars and sports luminaries.

By Tuesday, the disclosures had already claimed their first high-level political victim. Sigmundur David Gunnlaugsson, the prime minister of Iceland, announced his resignation after revelations that he and his wife were clients of the Panamanian firm.

“Many rich and powerful people who have accumulated a lot of wealth must be having a spasm of panic about now,” Mr. Harding said. “They are realizing that actually their banking secrets are not safe and email is not a private medium.”

“I think we are entering a new golden age for investigative journalism,” he said.

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“Olá, este é John Doe”, a fonte escreveu ao Süddeutsche Zeitung, um jornal com sede em Munique, que havia trabalhado em várias investigações sobre evasão fiscal e lavagem de dinheiro escândalos. “Passagem de dados?”

“Estamos muito interessados”, respondeu Bastian Obermayer, um veterano de várias investigações sobre escândalos financeiros.

Nos meses que se seguiram, a fonte confidencial alimentado repórteres do Süddeutsche um fluxo constante de e-mails, cartas digitalizadas, fotografias e dados do cliente roubados dos servidores de Mossack Fonseca, um escritório de advocacia Panama City que tem sido marcada por décadas de investigações sobre suas conexões suspeitas a lavagem de dinheiro. Foi um achado de que, finalmente, somaram 11,5 milhões de arquivos individuais equivalentes a 2,6 terabytes de dados.

Os repórteres alemães trabalhou por mais de dois meses de verificar que os documentos eram autênticos e que tentam desvendar a complexa teia de operações secretas. “Tornou-se um vício”, colega do Sr. Obermayer, Frederik Obermaier, escreveu em uma resposta por e-mail às perguntas.”Nós muitas vezes enviado mensagens uns aos outros em tempos loucos, como 2:00 ou 4:00 sobre as mais novas descobertas.”

Mas o grande volume de dados contidos no lote inicial logo oprimido equipe de investigações de cinco pessoas do jornal alemão. O documento pediu ajuda ao Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, em Washington, DC, que tem coordenado vários projectos globais anteriores sobre vazamentos de dados financeiros.

Dentro de semanas, o ICIJ tinha reunido um exército de cerca de 400 jornalistas de mais de 100 organizações de notícias em 80 países, incluindo The Guardian e BBC na Grã-Bretanha, o jornal francês Le Monde, o Sonntagszeitung na Suíça, e L’Espresso, um semanário italiano newsmagazine. Muitos dos mesmos jornalistas haviam colaborado com o centro antes de investigações sobre os paraísos fiscais, incluindo o“Vazamentos suíços” projeto em 2015 e o “Vazamentos Lux” série em 2014.

O ICIJ não se aproximou de The New York Times para participar. “Este é um assunto importante, que nós escrevemos sobre nós mesmos, e continuar a seguir”, disse Matt Purdy, um editor executivo adjunto no Times. Os documentos vazados fornecer ainda mais informações, acrescentou, eo trabalho deve ser aplaudido.

Os parceiros de mídia dissecou a montanha de dados que os jornalistas do Süddeutsche recebeu em vários lotes, cada um dos quais foram enviados para um servidor ICIJ seguro. O projeto foi o nome de código Prometheus, após o Titan da mitologia grega que roubou o segredo do fogo dos deuses.

Luke Harding, do The Guardian, um ex-correspondente de Moscovo e um veterano de várias colaborações internacionais, incluindo WikiLeaks em 2010 e os vazamentos Edward Snowden em 2013, disse que o fluxo constante de novos materiais significava que os repórteres foram regularmente confiar uns nos outros para ajudá-los a manter a par de novos detalhes.

Ao contrário de projetos anteriores, em que os dados vazaram foram fornecidos como um “discreto, vazamentos de one-off” de centenas ou no máximo milhares de documentos “, este foi em tempo real”, disse Harding, cuja equipe focada em operações envolvendo indivíduos com laços com o presidente Vladimir V. Putin da Rússia. “Nós estávamos constantemente recebendo novos dados.”

Com um número tão grande de pessoas trolling através do mesmo banco de dados, os parceiros necessários para acordar cedo, com uma estratégia comum para colaboração e para analisar a investigação, bem como uma promessa conjunta para adiar a publicação até que todos estavam prontos.Os parceiros realizaram uma série de reuniões secretas, algumas das quais envolveram mais de 100 pessoas. A primeira ocorreu em um quarto alugado do National Press Club em Washington, em junho, seguido por outros em Munique, Londres e Lillehammer, Noruega.

“O perigo sempre foi que, se alguma coisa aconteceu no mundo e os repórteres naquele país iria ficar muito animado e quer publicar imediatamente”, Gerard Ryle, o diretor do ICIJ, disse.

Cerca de uma dúzia de funcionários em ICIJ, além de freelancers, dedicou-se inteiramente ao projeto, construindo as ferramentas utilizadas pelos seus parceiros ao mesmo tempo, preparar uma dúzia ou mais de suas próprias histórias sobre o vazamento. Mr. Ryle e seu vice, Marina Walker Guevara, estavam em comunicação quase constante com o que havia se tornado uma equipe alastrando.

“Esta não foi uma história onde os documentos eram toda a história”, disse Ryle. “Você tinha que trabalhar para ele, você tinha que ir para fora dos documentos. Você pode ver uma janela, mas você teve sair e olhar. “

O ICIJ fez uma série de ferramentas de pesquisa poderosas disponíveis para o consórcio que o grupo tinha desenvolvido para investigações de vazamento anteriores. Aqueles incluiu um fórum seguro, Facebook do tipo onde os repórteres podiam publicar os frutos de suas pesquisas, bem como programa de pesquisa de banco de dados chamado “Blacklight” que permitiu que as equipes para caçar nomes, países ou fontes específicas.

Enquanto os documentos originais foram escritos em 25 línguas diferentes, a maior parte da comunicação sobre o fórum teve lugar em Inglês, com os repórteres partilhar activamente petiscos interessantes com as equipes especializadas relevantes. Cada organização de notícias tomaram suas próprias precauções, restringindo o acesso aos computadores seguros que foram usados ​​para se conectar a servidores do ICIJ e assegurando que estes não eram acessíveis através de redes regulares de seus redações.

Uma vez que nomes específicos foram encontrados no banco de dados, os repórteres cavou mais fundo para todos os indícios de que pode conectar os indivíduos com uma empresa de fachada, uma conta bancária, ou um elenco cada vez maior de caracteres. Trabalhando em conjunto com uma equipe de repórteres fora do cofre do The Guardian, o Sr. Harding descoberto uma rede de mais de 100 transações internacionais complexas que giravam em torno de uma empresa offshore de ligado a um músico chamado Sergei Roldugin, que é um dos Putin está mais próximo amigos.

“Sabíamos que havia um link para o amigo de Putin”, disse Harding.”Sabíamos que o dinheiro estava sendo enviado offshore a partir de bancos estatais russas e ser reciclado de volta para a Rússia” através da empresa offshore.

No ano passado, ele disse, as equipes em última análise, conseguiu estabelecer uma conexão entre essa empresa e outro que possuía uma estação de esqui de luxo perto de São Petersburgo, que é um favorito de Putin. Outros relatórios, eventualmente, revelou que o mesmo resort foi o local para o segredo 2013 casamento da filha notícias Yekaterina de Putin de que só veio à tona no ano passado.

“Nos documentos do Panamá, não havia nenhuma conta bancária na Suíça” que poderia fornecer uma trilha de dinheiro clara, disse Harding. “Mas na Rússia, onde sua filha se casa diz muito sobre o que coloca lhe são caros.”

Outras organizações de notícias usou os documentos Mossack Fonseca para expor as contas offshore de figuras políticas em países como França, Paquistão e Arábia Saudita, bem como várias estrelas de cinema internacionais e luminares desportivas.

Na terça-feira, as divulgações já havia reivindicado sua primeira vítima política de alto nível. Sigmundur David Gunnlaugsson, o primeiro-ministro da Islândia , anunciou sua renúncia após revelações de que ele e sua esposa eram clientes da empresa panamenha.

“Muitas pessoas ricas e poderosas que acumularam muita riqueza deve estar tendo um espasmo de pânico sobre agora”, disse Harding. “Eles estão percebendo que, na verdade, os seus segredos bancários não são seguros e-mail não é um meio privado.”

“Eu acho que estamos entrando em uma nova era dourada para o jornalismo investigativo”, disse ele.

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Meu comentário postado neste video ( traduzido abaixo para inglês)

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – 4/8/2016

Eventos como este nos lembra o repugnante caráter da maioria dos humanos ainda hoje, forjado na nossa genética herdada dos animais. Todos os sistemas econômicos criados até agora imitam as leis entre os animais das selvas, divididos entre os grandes predadores (high class), os médios predadores ( classe media) e as presas (classe baixa). Devagar alguns vão acordando para este horrível fato, sente repugnância do animal dentro de si, torna-se um lutador pregando a transformação e somente aumentando o numero destas pessoas a humanidade vai suprimir este gene egoísta animalizado e transcender para uma nova forma super-humana. Estes dois jornalistas e mais todos os membros do ICIJ são meus heróis do momento enquanto os dois gangsters do Panama são os dois piores bandidos terroristas inimigos da evolução da humanidade. Quanto a fonte oculta dos documentos pode ser algum real herói ou pode ser mais uma trama dos grandes predadores, os quais não aparecem na lista porque não precisam usar estas gangs do Panama, da Suíça, etc., pois eles podem comprar ilhas e grandes edifícios em toda parte do mundo de forma legal porque são donos das grandes corporações atuando em todos os países. Estes na lista são médios predadores dando vazão a sua natureza animalesca que estava diminuindo os lucros e incomodando os instintos da natureza dos grandes sanguinários e repugnantes predadores. This money esta sujo com o blood vampirizado das presas do mundo todo que o cedem sem reagir porque isso também e da natureza delas.

Inglês:

    Events like this reminds us of the repugnant nature of most humans today, wrought in our genetics inherited from animals. All economic systems created so far imitate the laws among the animals of the jungle, divided between large predators (high class), average predators (middle class) and prey (lower class). Slowly some will wake up to this horrible fact, feel the animal repugnance within, becomes a preaching fighter for transformation and only increasing the number of these people humanity will suppress this animalized selfish gene and transcend to a new super-human form. These two journalists and over all members of the ICIJ are my heroes of the moment, as the two gangsters of Panama are the two worst terrorist thugs enemies of humanity’s evolution. As the hidden source of the documents can be a real hero or may be a plot of the biggest predators’ group, which do not appear in the list because they do not need to use these gangs of Panama, Switzerland, etc., because they can buy islands and large buildings everywhere in the world legally because they are owners of large corporations working in all countries. These are the list of middle predators giving vent to their animal nature that was declining profits and bothering the instincts of the bigger bloodiest predators. This money is dirty with blood vampirizes of prey around the world that give way without reacting because this also is their inherited  animal nature. Those humans that feel bad with news like this one are the ones wakening, and our hope for the future.

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Este autor tem sido uma especie de Maquiavel escrevendo a cartilha ( um livro atualizado por ano) para orientar os ricos a lavar dinheiro:

Amazon.com

TAX OASEN edition 2015 Hardcover – August 25, 2014

The standard work, already in Volume 20

Whether tax havens in Liechtenstein and Switzerland or offshore centers in the Caribbean or Singapore – the world for tax evaders and tax evaders has become another after the financial crisis and the immense public debt in many countries:

  • The havens were made world-tight with a few exceptions for individuals.
  • Arm’s turn, who continues to have black money assets abroad and not declared at home.
  • While tax evasion for individuals is hardly possible to know companies to use the international tax loopholes. The tax competition among countries and thousands double taxation agreement lure.

Hans-Lothar Merten provides an overview of the international tax competition, the fight against tax evasion and the role of offshore companies when moving trillion. He documented the gaps in global tax jungle and sets meticulously unclear how easy it can be even today, despite all the gains control measures across borders to maximize time.

As soluções são abstratas na realidade vigente. Elas existem no futuro para serem fisgadas pela imaginação que as busca

quinta-feira, abril 7th, 2016

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Glandula Pineal em Video, Eletromagnetismo, Espiritualidade

quinta-feira, abril 7th, 2016

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A Glândula Pineal

http://evoluasuaconsciencia.blogspot.com.br/

 

quinta-feira, 7 de maio de 2015

 A glândua pineal tem sido considerada – desde a época deRené Descartes(século 17), que afirmava ser a glândula o ponto da união substancial entre corpo e alma* – um órgão com funções transcendentes. Além de Descartes, um escritor inglês com o pseudônimo de Lobsang Rampa, entre outros, dedicaram-se ao estudo deste órgão.

Com a forma de pinha (ou de grão), é considerada por estas correntes religioso-filosóficas como um terceiro olho devido à sua semelhança estrutural com o órgão visual. Localizada no centro geográfico do cérebro, seria um órgão atrofiado em mutação com relação aos nossos ancestrais. Teorias falam sobre o órgão ser de exercer faculdades de telepatia e clarividência. Até hoje, muitas pessoas, principalmente os budistas, através da meditação e outras técnicas, trabalham psicologicamente essa glândula para recuperar tais poderes “divinos” que teriam sido perdidos ao longo da regressão da espécie.

Os defensores destas capacidades transcendentais deste órgão, consideram-no como uma antena. A glândula pineal tem na sua constituição cristais de apatita. Segundo esta teoria, estes cristais vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captassem, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, seria capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral, por exemplo, que seria capaz de decodificar essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida. Esta teoria pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade. Em Missionários da Luz*, obra espírita psicografada por Chico Xavier atribuída ao espírito André Luiz, a epífise é descrita como a glândula da vida espiritual e mental que caracteriza um órgão de elevada expressão no corpo etéreo onde presidem os fenômenos nervosos da emotividade, devido a sua ascendência sobre todo o sistema endócrino, e desempenha papel fundamental no campo sexual (no terreno concreto, tal função é apontada desde 1958 e, atualmente passou a ser amplamente aceita em terreno concreto*); é descrita ainda como ligada à mente espiritual através de princípios eletromagnéticos do campo vital (o que até agora a ciência formal não pode identificar), comandando as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade.

Apesar da vida após a morte não estar provada através do método científico; em artigo publicado na revista científicaNeuroendocrinology Letters em 2013, cientistas compararam conhecimento médico recente com doze obras psicografadas pelo médium Chico Xavier atribuídas ao espírito André Luiz e identificaram nelas diversas informações corretas altamente complexas sobre a fisiologia da glândula pineal e que só puderam ser confirmadas cientificamente cerca de 60 anos após a publicação das obras. Os cientistas ressaltaram que o fato de que o médium possuía baixa escolaridade e não era envolvido no campo da saúde levanta questões profundas sobre as obras serem ou não fruto de influência espiritual*.

O psiquiatra brasileiro Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, neurocientista, defende em pesquisas que a glândula pineal seria o órgão sensor que capta as informações por ondas eletromagnéticas devido as propriedades dos cristais de apatita, que as converteriam em estímulos neuroquímicos* de forma análoga à antena do aparelho celular para sinais eletrônicos* .

Já na visão dos hindus, é o principal órgão do corpo, possuidor de dois chacras ou centros de energia responsáveis pelo desenvolvimento extra-físico, como receptores e transmissores de energia vital: o chacra do terceiro olho, central na testa, acima da altura dos olhos, e o chacra coronário, mais superior, também na cabeça.

Referências:
* Descartes, R. “Sexta Meditação” em Meditações Metafísicas
*ANDRÉ LUIZ (espírito); XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da luz. 23.ed. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 1991. Cap. 2
*Dair El, Simoes RS, Simoes MJ, Romey LR, Oliveira Fº RM, Haidar MA. Effects of melatonin on the endometrial morphology and embryo implantation in rats. Fertil Steril. 2008
*Lucchetti G, Daher JC Jr, Iandoli D Jr, Gonçalves JP, Lucchetti AL. Historical and cultural aspects of the pineal gland: comparison between the theories provided by Spiritism in the 1940s and the current scientific evidence.
* Bragdon, Emma. Spiritist Healing Centers in Brazil. Seminars in Integrative Medicine, Volume 3, 2ª edição, 2005. Páginas 67-74
*C. Fonseca, E. Lobato, R. Miranda. Revista Istoé, São Paulo. Editora Três. 2006
Texto da Wikipédia, com adaptações.

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Dr. Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, mestre em Ciências pela USP e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e do espiritismo. Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas. Realiza um trabalho junto à Associação Médico-Espírita de São Paulo AMESP e possui a clínica Pineal Mind, onde faz seus atendimentos e aplica suas pesquisas.

Segundo o mesmo, a pineal forma os cristais de apatita que, em indivíduos adultos, facilita a captura do campo magnético que chega e repele outros cristais. Esses cristais são apontados através de exames de tomografia em pacientes com facilidade no fenômeno da incorporação. Já em outros pacientes, em que os exames não apontam tais cristais, foi observado que o desdobramento fora facilmente apontado.

Segundo a revista Espiritismo & Ciência, “o mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.

Sérgio Felipe de Oliveira tem feito palestras sobre o tema em várias universidades do Brasil e do exterior, inclusive na Universidade de Londres. Numa apresentação na Universidade de Caxias do Sul, o pesquisador afirmou ter recebido vários estímulos para estudar a glândula pineal quando ainda estava concentrado em pesquisas na área de física e matemática.

Um desses estímulos foi uma visão em que lhe apareceu o professor Zerbini, renomado médico cardiologista e pioneiro dos transplantes de coração no Brasil. Zerbini, a quem sérgio teria substituído em seus dois últimos compromissos acadêmicos, sugeriu a Sérgio insistentemente (durante a visão) que estudasse a glândula pineal, conforme o relato do pesquisador.

Pesquisa:

cristais de apatita

https://pt.wikipedia.org/wiki/Apatita

 A glandula  pineal exerce  importante papel que ela exerce na regulação dos chamados ciclos circadianos,que são os ciclos vitais (principalmente o sono) e no controle das atividades sexuais e de reprodução.