Archive for julho 4th, 2016

Fantástico! Quando o Corpo Morre, Centenas de Genes que Construíram sua Embriogênese e Estavam Vários Anos Inativos, Voltam `a Ativa Tentando Ressuscita-lo! Mais Interessante E’ Como Isto Foi Previsto nos Meus Modelos Sobre Genética

segunda-feira, julho 4th, 2016

xxxxx

Scientific paper publicado em:

http://biorxiv.org/content/early/2016/06/12/058370 ( Accurate Predictions of Postmortem Interval Using Linear Regression Analyses of Gene Meter Expression Data )

xxxx

Artigo da G1-Globo:

Mistério de genes do desenvolvimento ativados após a morte intriga cientistas

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2016/06/misterio-de-genes-do-desenvolvimento-ativados-apos-morte-intriga-cientistas.html

 

Alguns genes passam a vida desativados - até o momento da morte (Foto: AFP)Alguns genes passam a vida desativados – até o momento da morte (Foto: AFP)

xxxxxxxxxxxxxxx

(Texto publicado no meu Facebook)

Fantástico! Quando o Corpo Morre, Centenas de Genes que Construíram sua Embriogênese e Estavam Vários Anos Inativos, Voltam `a Ativa Tentando Ressuscita-lo! Mais Interessante E’ Como Isto Foi Previsto nos Meus Modelos Sobre Genética!

Documento Cientifico Publicado recentemente nos USA relata a descoberta de que cerca de 500 genes que colaboraram no desenvolvimento do feto e se desligaram com o nascimento, despertam e voltam imediatamente `a ativa quando o corpo esta’ morrendo, e podem ficar até 4 dias apos a morte tentando ” ressuscitar” o corpo!

Isto deixou os pesquisadores intrigados, pois até onde se sabia, só eram ativados durante a embriogênese. ” E’ de cair o queixo que os genes do desenvolvimento fetal se ativem apos a morte”, disse o microbiólogo e coordenador do estudo, Peter Noble.

Depois que li esta descoberta ia passando numa casa que não conheço e tinha um velório. Entrei la e fui direto ao caixão fazer uma pergunta para o morto. A pergunta e’ se ele tinha sentido uma coceira na genética depois de ter morrido. Mas o morto estava demorando para responder e me botaram para fora… fiquei sem confirmar o fato cientifico.

Pois bem. Como sempre, a Ciência observa um fato e registra-o. Mas a causa que produz o fato, assim como seus mecanismos, quando se trata destas descobertas inusitadas, ficam sem explicações, `as vezes se pensa numa teoria especulativa. Então corro ao Oraculo da Matrix/DNA, puxo modelos e formulas, e logo obtenho uma surpreendente explicação da causa, quais possíveis efeitos e constato que este fenômeno foi mais uma previsão certeira dos modelos desta nova visão do mundo. Ontem,  no ultimo artigo aqui relatamos o caso da descoberta que abalou os modelos teóricos acadêmicos do sistema solar, pois descobriram que um amplo e forte campo magnético que não devia existir em Júpiter, esta la’.  Mas os modelos da Matrix/DNA já tinham dito `a 30 anos atras que este campo deveria existir. Antes de ontem, no artigo anterior se divulga o mistério da Eva Mitocondrial e mais uma vez, apenas a Matrix/DNA compareceu com uma explicação racional.

E qual a explicação da Matrix/DNA para os genes que trabalharam incansavelmente para construir o embrião, então se puseram a dormir por até 60 ou 80 anos, e quando o corpo ameaça morrer eles acordam desesperados e tentam uma reforma, como se tentassem refazer o embrião dentro do corpo velho, para ressuscitar o corpo? E não desistem fácil, pois os cientistas chegaram a observa-lo ativos ate 4 dias apos a morte!

Ja acumulei aqui cerca de 1.500 artigos quase todos dando uma explicação para o que os pesquisadores não explicaram, mas sempre dentro de uma linha logica impecável porque são baseadas numa unica e mesma formula obtive pelo método da anatomia comparada e estou insistindo, esta formula esta espalhada neste Universo sendo a responsável por todos os movimentos no espaço e toda organização da matéria em sistemas naturais. As doenças tradicionais continuam matando, os vírus continuam nos torturando, estamos acabando com a biosfera do planeta, os humanos continuam escravos de trabalho forcado e a maioria na escassez, tudo porque a inteligencia humana esta desfocalizada da sua Natureza, as principais mentes do planeta estão acreditando numa visão de mundo errada como estavam todos os humanos antes de 1500 crendo que o Sol girasse em torno da Terra. Porque se surpreenderam e ainda não entenderam a causa destes genes ressuscitadores? Porque ainda não conhecessem o significado mais profundo do DNA, da genética, do corpo humano como sistema, etc.

Isto acontece porque as Ciências Modernas estão dominadas por uma visão de mundo separatista que separou a Historia Universal em dois blocos de historias sem nenhum elo evolucionário entre eles, como se o segundo bloco não fosse mera continuação do primeiro. Separaram os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica desde o Big Bang ate momentos antes das origens da vida neste planeta, e os 3,7 bilhões de anos da Evolução Biológica. Para preencher o vácuo entre estes dois blocos só existe o recurso `a imaginação mistica, por isso apregoam a visão de mundo onde a vida teria surgido por sua própria conta e risco, etc. Ja na escola primaria não consegui engolir esta teoria ate que resolvi partir para a virgem selva amazônica onde ainda estariam as testemunhas das origens da vida e perguntar a elas. A Natureza virgem me soprou na inteligencia que não existe tal separação e então ao juntar os dois blocos descobri o elo na formula do ancestral do DNA, a qual denomino Matrix/DNA, porque e’ uma Matrix que chegou neste Universo com o Big Bang na forma de ondas de luz natural e vem operando neste Universo a 13,7 bilhões de anos. E como agora ela explica estes genes tentando imitar Jesus Cristo e achando que todos os corpos são corpos de Lazaro?

Vamos trazer a simples porem universal e super-complexa formula para cá:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, revelando o aspecto Hermafrodita do ancestral astronomico

Esta formula ai se refere ao estado da Matrix ao criar os cromossomas sexuais quando ela ainda estava como formula deste sistema astronomico. Ela também representa uma unidade fundamental de informação do DNA, pois as Funções 1 e 4 se tornam as moléculas desoxirribonucleicas coladas nas hastes do DNA e as outras 5 funções se tornam as bases nitrogenadas. Portanto é também a formula fundamental da genética, dos genes. Desde a fecundação ao nascimento do embrião os eventos se dão em F1. E depois o sinal da morte se da em F6 e se finaliza em F7. Então temos um trecho de genes para os nascimentos e outro trecho para a morte.

Porem, nos recebemos a formula, ou seja, nossa carga genética deste sistema astronomico dentro do qual surgimos e pelo qual estamos rodeados por todos os lados. E este ancestral celeste não era um sistema aberto como são os biológicos, ele é um sistema fechado em si mesmo. De maneira que quando o astro morre em F7 seu material degradado continua em frente e ao se juntar com F5, produz um novo vórtice turbilhonar o qual vai produzir com aquele material do cadáver, um novo baby. Os sistemas fechados se auto-reciclam, com a pretensão de serem eternos.  Quando eles decaem pela entropia e seus bits-informação, na forma de fótons, se desviam do fluxo esférico caindo na superfície de um planeta como a Terra, estes bits-genes tentam reconstruir o sistema celeste, mas como aqui o material e as condições ambientais são totalmente diferentes daqueles onde a galaxia foi formada, ao invés de um sistema fechado, resulta num sistema aberto.

Ora, sistemas abertos não se ressuscitam, não se auto-reciclam, pois o circuito esférico é rompido em algum trecho. Mas a formula genética que recebem é a de um sistema fechado, os genes “pensam” que estão fazendo a replica do corpo de onde vieram. O sinal de que o corpo esta’ morrendo que os pesquisadores dizem que os genes de F1 recebem nada mais seria que os radicais livres decaindo do corpo que desfalece. E ao receber este sinal sua missão é se levantarem e iniciarem a construção do vórtice-ovulo para ressuscitar o corpo.

E’ preciso dizer mais? Mais uma vez a logica impecável desta nova visão do significado da existência deste mundo e da nossa existência nele,… fala por si mesma. Os 500 genes devem se verem atrapalhados, pois quando eles fizeram o embrião, foi num corpo vivo materno, e agora, sem que eles o saibam, estão trabalhando dentro de um corpo morto, talvez velho e ainda, paterno. Nesse instante eles estão tao dessintonizados da verdadeira realidade do Universo em que estão dentro existindo como estão os professores, os alunos e os pesquisadores do mundo acadêmico moderno.

Eu não vou gritar aqui que e’ um erro enterrar os mortos antes dos 4 dias. Suponho que os genes não conseguiriam ressuscitar um corpo, pelos motivos expostos acima. Mas para qualquer certeza aqui seria necessário um estudo muito concentrado analisando muitos detalhes. Porem o simples pensar que uma pessoa possa repentinamente se ver viva enterrada dentro de um caixão, morrendo agora de fato sufocada pela falta de ar, seria algo extremamente terrível que não desejaria ao meu maior inimigo. Quanto mais correr este risco com um familiar, um conhecido querido… Poderia causar alguns transtornos, mas a coisa seria mudada de maneira que se faria o ritual funeral por 12 horas como fazemos hoje, quando o corpo seria levado para uma urna apropriada num estabelecimento apropriado, e o enterro seria dai a 4 dias.

Mas, como no caso dos acadêmicos cabeçudos, eu não consigo fazer nem meu cachorro mudar sua opinião de que eu sou um idiota porque ando forçando apenas dois membros… quando o certo e logico para os cachorros e’ andar usando os 4 membros.

E para reforçar o nosso argumento em mais este caso, trazemos outra figura da formula que mostra como um cadáver morto ( ai!) se torna um lindo baby.

Ciclos Vitais de Humanos e Astros

Ciclos Vitais de Humanos e Astros

 

A seguir um resumo oficial do ” paper” com mais informações e depois a pesquisa da Matrix/DNA:

Mistério de genes do desenvolvimento ativados após a morte intriga cientistas

Por definição, a morte ocorre quando os órgãos de qualquer ser vivo param de funcionar. O cérebro deixa de enviar sinais e os sistemas cardíaco e respiratório colapsam.

Mas o que acontece se uma parte do corpo não apenas continua viva, mas fica inclusive mais ativa?

Cientistas americanos identificaram mais de mil genes que funcionam até quatro dias após a morte em peixes e camundongos.

Em dois estudos publicados no site bioRxiv, pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, descobriram como estes genes são ativados momentos antes da morte.

Na maior parte dos casos, a ativação faz sentido: os genes estão relacionados a funções como estimular a inflamação, ativar o sistema imunológico e combater o estresse.

Porém, outros casos deixaram os pesquisadores intrigados, pois até onde se sabia, só eram ativados em embriões para ajudar no desenvolvimento do feto.

“É de cair o queixo que os genes do desenvolvimento se ativem após a morte”, disse à revista Science o microbiólogo e coordenador do estudo, Peter Noble.

Para ele, uma explicação possível é que as condições celulares em um corpo que acaba de morrer são parecidas com as de um feto em estágio embrionário.

Outra descoberta que chamou atenção dos especialistas foi observar como os genes que promovem o desenvolvimento de vários tipos de câncer se tornam mais ativos no momento da morte.

Isto pode explicar por que alguns receptores de órgãos transplantados de pessoas falecidas há pouco tempo desenvolvem um risco maior de câncer, explica Noble.

“É importante entender o que acontece com os órgãos após a morte de uma pessoa, especialmente se eles vão ser transplantados”, disse à Science o farmacólogo molecular Ashim Malhortra, da Universidade do Pacífico, em Oregon.

Decifrando a vida
Outro resultado da pesquisa pode ser ajudar no desenvolvimento de técnicas para determinar com mais exatidão a hora da morte – crucial, por exemplo, em investigações criminais.

O estudo americano levou em conta as conclusões de estudos feitos na Universidade de Granada, na Espanha, que identificaram uma série de genes ativos em cadáveres humanos mais de 12 horas após a morte.

A equipe americana observou sistematicamente quase 37 mil genes de pequenos peixes de água doce de nome científico Danio rerio (popularmente conhecidos como paulistinha) e mais de 37 mil genes de camundongos.

Destes, mais de 500 continuaram ativados – em cada um dos animais – até quatro dias após a morte.

Para Peter Noble, entender o comportamento dos genes no momento da morte “pode nos dar muita informação sobre a vida”

xxxxxxxxxxxxxxx

Pesquisa da Matrix/DNA e posts na Internet:

( Abstract do Paper  e o Paper em PDF – Obs: Estes papers da biorxiv.org permitem comentarios, portanto, posso voltar neles e fazer perguntas/sugestões aos autores )

Accurate Predictions of Postmortem Interval Using Linear Regression Analyses of Gene Meter Expression Data

Abstract

In criminal and civil investigations, postmortem interval is used as evidence to help sort out circumstances at the time of human death. Many biological, chemical, and physical indicators can be used to determine the postmortem interval, but most are not accurate. Here, we sought to validate an experimental design to accurately predict the time of death by analyzing the expression of hundreds of upregulated genes in two model organisms, the zebrafish and mouse. In a previous study, the death of healthy adults was conducted under strictly controlled conditions to minimize the effects of confounding factors such as lifestyle and temperature. A total of 74,179 microarray probes were calibrated using the Gene Meter approach and the transcriptional profiles of 1,063 significantly upregulated genes were assembled into a time series spanning from life to 48 or 96 h postmortem. In this study, the experimental design involved splitting the gene profiles into training and testing datasets, randomly selecting groups of profiles, determining the modeling parameters of the genes to postmortem time using over- and/or perfectly- defined linear regression analyses, and calculating the fit (R2) and slope of predicted versus actual postmortem times. This design was repeated several thousand to million times to find the top predictive groups of gene transcription profiles. A group of eleven zebrafish genes yielded R2 of 1 and a slope of 0.99, while a group of seven mouse liver genes yielded a R2 of 0.98 and a slope of 0.97, and seven mouse brain genes yielded a R2 of 0.93 and a slope of 0.85. In all cases, groups of gene transcripts yielded better postmortem time predictions than individual gene transcripts. The significance of this study is two-fold: selected groups of upregulated genes provide accurate prediction of postmortem time, and the successfully validated experimental design can now be used to accurately predict postmortem time in cadavers.

Download o paper em:

http://biorxiv.org/content/biorxiv/early/2016/06/12/058370.full.pdf

xxxxx

Pesquisas:

Para procurar mais artigos publicados desta materia:

Digite no Google: Ashim Malhotra, Pacífic University, Oregon

Digite no Google: Peter Noble

xxxx

Ver:

Genes in tissues of mice and zebrafish found alive even after death

Ver:

http://www.sciencemag.org/news/2016/06/undead-genes-come-alive-days-after-life-ends

E o famoso professor e editor do Pharyngula, PZ Myers, entrou no debate trazendo mais uma serie de informações, links para papers, etc.:

Gene activity in the dead

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/07/08/gene-activity-in-the-dead/

Thanatotranscriptome: genes actively expressed after organismal death

http://biorxiv.org/content/early/2016/06/11/058305

Abstract

A continuing enigma in the study of biological systems is what happens to highly ordered structures, far from equilibrium, when their regulatory systems suddenly become disabled. In life, genetic and epigenetic networks precisely coordinate the expression of genes — but in death, it is not known if gene expression diminishes gradually or abruptly stops or if specific genes are involved. We investigated the unwinding of the clock by identifying upregulated genes, assessing their functions, and comparing their transcriptional profiles through postmortem time in two species, mouse and zebrafish. We found transcriptional abundance profiles of 1,063 genes were significantly changed after death of healthy adult animals in a time series spanning from life to 48 or 96 h postmortem. Ordination plots revealed non-random patterns in profiles by time. While most thanatotranscriptome (thanatos-, Greek defn. death) transcript levels increased within 0.5 h postmortem, some increased only at 24 and 48 h. Functional characterization of the most abundant transcripts revealed the following categories: stress, immunity, inflammation, apoptosis, transport, development, epigenetic regulation, and cancer. The increase of transcript abundance was presumably due to thermodynamic and kinetic controls encountered such as the activation of epigenetic modification genes responsible for unraveling the nucleosomes, which enabled transcription of previously silenced genes (e.g., development genes). The fact that new molecules were synthesized at 48 to 96 h postmortem suggests sufficient energy and resources to maintain self-organizing processes. A step-wise shutdown occurs in organismal death that is manifested by the apparent upregulation of genes with various abundance maxima and durations. The results are of significance to transplantology and molecular biology.

xxxxxxxx

Comentario publicado no Pharyngula em 13 de Julho, 2016

….” and their activities in such a literally pathological state as death are not going to reflect how they were shaped in their formation.”

This is from a reductionist perspective. From a systemic perspective, they were shaped just in a non-living environment and they are merely performing its systemic function. The information and function for creating biological systems (aka life) from non-living matter are not in the genes, but in a lateral base-pair of nucleotides. And it cames from the first aminoacids at life’s origins, when life was developed inside a “dead” planet.

The universal formula Matrix/DNA for all natural systems makes that the mass coming from an environment without biological organization ( a non living body) receipts an input of systemic energy produced by the object performing Function 4 ( at cells systemic level, this is mitochondria and the input is ATP), so, information in that mass and energy begins a process (Function 1) that creates biological systems. It happened at life’s origins, at an individual human body origins, till the Universe origins.

The forces acting at this “resuscitation” came from thermodynamics and for understanding this entire phenomena we need knowing Physics and not be reductionist to the point that mistakenly separates cosmological from biological evolution. See the formula, the F7, representing the cadaver, follow its fragments, see how F5 (ATP) arrives and what are the hidden signals for these genes waking up at the wrong time. You can say what you want but you can not denying the fact that I predicted this process 30 years ago, as proved by my copyrights.

 

 

 

 

 

 

DuckDuckGo e Iminent – Duas Novas Ferramentas de Busca no Brasil?

segunda-feira, julho 4th, 2016

xxxx

Pesquisar a busca em relacao a este website

https://duckduckgo.com/

http://start.iminent.com/pt-BR/search/#

E pesquisar isto tambem que esta confuso:

http://www.icerocket.com/

Campo Magnético e o Sexto Sentido Humano?

segunda-feira, julho 4th, 2016

xxxx

Baseado no texto-introdução ( copiado para traduzir e pesquisar):

The Radical Search for a Magnetic ‘Sixth Sense’ in Humans

http://singularityhub.com/2016/07/03/the-radical-search-for-a-magnetic-sixth-sense-in-humans/?utm_source=StoryGrid&utm_medium=link&utm_campaign=content%20access

Shelly Xuelai Fan is a neuroscientist at the University of California, San Francisco, where she studies ways to make old brains young again. In addition to research, she’s also an avid science writer with an insatiable obsession with biotech, AI and all things neuro. She spends her spare time kayaking, bike camping and getting lost in the woods.

“Magnetic pull.”

We often use the phrase to describe attraction, but only in a figurative way. After all, unlike homing pigeons, humans don’t have the power to perceive magnetic fields.

Or do we?

magnetic-sixth-sense-in-humans-61

According to a small group of maverick scientists, the possibility of finding working compasses within our bodies ranges from “not surprising” to “overwhelming.”  The idea that humans can sense magnetism has been floating around in fringe academic circles for decades, mostly relegated to an unsavory pool of research topics that includes telepathy and mind control.

Study results from early pioneers only added to the contention. Some reported positive results with their human subjects; others dismissed the data when they couldn’t be replicated. No one had a clue how such a sense could work mechanistically or why humans  — who aren’t obligatory migratory animals — should have the ability.

Yet the evidence kept piling up. One group discovered proteins that respond to changes in magnetic fields in the human retina. Another found trace amounts of a highly magnetic mineral scattered all over the human brain.

And magnetic sense doesn’t just serve migratory animals. Among biologists, it’s now widely accepted that many species are attuned to the Earth’s magnetic field. Among these are surprising candidates such as bacteria, lobsters, and mammals including wood mice and dogs.

“It’s part of our evolutionary history. Magnetoreception may be the primal sense,” says Dr. Joe Kirschvink, a geophysicist at the California Institute of Technology.

It’s a ripe time for a re-investigation. A strong proponent of human magnetoception, Kirschvink is spearheading a new $900,000 project, funded by the Human Frontier Science Program, to finally figure it all out.

Push and Pull

The debate over whether humans can sense and extract spatial information based on the Earth’s magnetic field kicked off 30 years ago, when Dr. Robin Baker at the University of Manchester published a bizarre result in the esteemed academic journal Science.

In a series of experiments, Baker took hundreds of blindfolded university students on a bus trip that followed a tortuous road for up to 32 miles. At the final destination, he asked the students to point to the compass direction of the university.

Uncannily, most students could pick out the correct quadrant. When Baker added a bar magnet into their blindfolds to block the presumed magnetic sense, however, they lost their ability.

The subjects didn’t know why they pointed the way they did. They weren’t following a mental map, and most were surprised when their guess was so near the correct direction, Baker wrote in his paper.

Baker’s results seemed conclusive, but there was one big caveat. When asked to repeat his tests in the US, his efforts failed. Kirschvink was among his critics. Intrigued by the potential of human magnetoreception, the geophysicist tried to replicate several of Baker’s findings, but ultimately failed.

Amid all the controversy, research in the field dwindled.

Magnetite and Cryptochrome

Ironically, it was Kirschvink who picked up the torch.

A big breakthrough came in the 1990s, when his team discovered a highly magnetic mineral called magnetite in human brain cells.

The crystals are present at a minimum of 5 million per gram of brain tissue, they reported in the paper. That’s a lot.

Previous work had already shown that magnetite functions as a magnetic sensor in certain types of bacteria, allowing them to navigate based on the Earth’s magnetic field.

How the mineral activates neural pathways is still debatable. One idea is this: magnetite is an integral part of proteins called magnetoreceptors that sit on a neuron’s surface. Changes in the magnetic field tugs magnetoreceptors open, which lets ions rush into the cell. This creates a current, which is then passed down to the next neuron.

It’s a plausible theory, but the mere presence of magnetite in the brain doesn’t mean it’s functional. At the time of his discovery, Kirschvink speculated that magnetite might be behind some of the health issues associated with electromagnetic fields, only adding in passing that a better than average magnetic sense (presumably due to higher levels or more sensitive magnetite) might be why some people have a better sense of direction.

Two decades later, another finding pushed human magnetoreception back into the limelight. While studying monarch butterfly migration, Dr. Steven Reppert at the University of Massachusetts homed in on an ancient protein called cryptochrome.

Cryptochrome is an integral part of the body’s clock system — it belongs to a family of proteins found in all kingdoms of life. The protein changes its chemical behavior at the quantum level based on changes in magnetic fields. This is thought to create light and dark patches across an animal’s vision, allowing it to sense the field through its vision.

In 2010, Reppert found that fruit flies lacking cryptochrome lost their innate ability to detect magnetic fields. Surprisingly, when his team introduced the human version of the protein into cryptochrome-deficient flies, they regained their magnetic sense.

The conclusion? Since the protein is situated on our retina, humans may also be able to “see” magnetic fields. Why we can’t consciously perceive the fields like we do color, however, is an open mystery.

Although healthy skepticism is in order, the findings “suggest that a reassessment of human magnetosensivitiy may be in order,” wrote Reppert and colleagues.

Cagey Experiments

A reassessment, using all the tools modern science has to offer, is exactly what Kirschvink and colleagues set out to do.

The plan is this: volunteers, wearing an EEG cap, are placed into a human-sized dark metal box lined with aluminum. Known as a Faraday cage, the device efficiently blocks out ambient electromagnetic noise from cell phones, computers and other confounding instruments.

During a test, wire coils along the Faraday cage generate a rotating magnetic field similar in strength to the Earth’s. If humans have a magnetic sense, the scientists reason, this should trigger the brain to respond, which can be measured through EEG readings.

Earlier this year, at the Royal Institute of Navigationconference Kisrchivink presented his preliminary findings using two dozen subjects.

When the magnetic field rotated counterclockwise, EEG showed a sharp drop in alpha waves after a few hundred millisecond delay. Usually this happens when neurons fire up, suggesting the brain is actively responding to the change.

Intriguingly, the effect vanished when magnetic fields were rotated clockwise. It seems that the human compass has polarity, says Kirschvink.

Although Kirschvink hasn’t yet published his results, he’s completely behind them.

“Nailed it,” he wrote in an email to Science, “Humans have functioning magnetoreceptors.”

Rethinking Direction

Contrary to Kirschvink’s statement, the quest is far from over.

The results first need to be replicated before they gain wider acceptance. Then comes the harder questions: if humans have magnetoreception, where are the receptors, how do they work and can we actually use them to navigate?

Conclusive answers are a ways off, but scientists have some ideas.

Cryptochromes, which sit in the eyes, likely measure changes in the field’s intensity and inclination — that is, how sharply the magnetic field’s angle strikes the Earth’s surface — rather than the state of the field directly. The even more mysterious magnetite may be present in other organs related to navigation, such as the inner ear. Both systems could work together to provide a spherical coordinate system used for spatial orientation.

Part of the reason human magnetoreception is so hard to study is that it’s so muted compared to our other senses. If it exists, it’s likely processed subconsciously.

Why would such a useful sense dwindle in humans?

Perhaps humans learned to rely on other means for navigation, such as place cells and grid cells in the hippocampus of the brain. Without use, the magnetic sense withered away.

Or perhaps we still have our full ability to detect and use magnetic fields, but “our electromagnetic world is interfering with our ability to do this kind of stuff,” says Dr. John Phillips at Virginia Tech.

Since we can’t (or won’t) shut down our electronics, could we perhaps one day boost our innate magnetoreception system? After all, optogenetics — using light to activate neurons — is steadily marching towards clinical trials. Is finding a magnetic tool to activate magnetite-containing receptors impossible?

It’s a moonshot, but it’s fun to speculate. As Phillips put it, “this is the fun stage where we are not constrained by many facts.”