Archive for outubro, 2016

O Tamanho do Espaço do Universo e o Tamanho de Espaço Cedido a um Humano

segunda-feira, outubro 31st, 2016

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(Post no Facebook em 10 (out)/31/2016)

 Em que estou a pensar?
Em que existem alguns humanos dizendo que um Deus desenhou, projetou, o mundo…!!!
Acabo de ler a reportagem de uma menina de 10 anos que vive como outras milhões na Índia. Ela sai ao amanhecer com uma cesta pesada na cabeça para vender paezitos no cais do porto e volta ao anoitecer, para um caixote de madeira onde estão sua mãe e mais três irmãos… e ela a unica a ganhar para sustentar todos.
Mas eu sei (porque já passei por isto) que milhões, ou bilhões, de humanos vivem em quartinhos de 2 metros quadrados, e só. Então olho para este imenso Universo, com bilhões de galaxias com zilhões de quilômetros quadrados, trilhões de estrelas e planetas, e muito mais ainda espaços vazios… e olho para um humano a quem apenas se concede 2 metros quadrados….
Claro, o mundo esta’ gozando na cara destes humanos. Isto e’ o extremo do masoquismo, da crueldade, e’ um chamado para a guerra, e’ um projeto de porco feito para porcos.
Eu nem quero pensar quem criou ou planejou isto. Não quero suspeitar que foi alguem com um minimo de inteligencia, de consciência, de sentimentos tais como os humanos os conhecem. Pois se fosse algo ou alguem com alguma mentalização, seria o mais terrível inimigo e torturador da nossa especie, dos meus irmãos. Nem tanto em nome da minha vingança, mas no pensar o que esta criatura odiosa fez ou faz com meus irmãos, eu a mataria lentamente, cortando os pedaços pouco a pouco, e ainda seria pouco.
Se existisse um Deus como mente aquele livro repugnante chamado Biblia – escrito por um povo parasita e ladino – ele não seria para ser amado ou temido, mas para ser odiado.
Trilhões de espaços entre galaxias… tudo inútil, desperdiçado,e humanos não tem 2 metros quadrados para viverem…. pois ainda estão ameaçados de serem expulsos senão pagarem o aluguel…
Por isso entrei de corpo e alma na selva virgem procurando a causa maldita da origem da vida aqui. Encontrei. E quando encontrei comecei a segunda etapa, a entrar mentalmente no espaço cósmico, a gora a busca do que causou a origem deste Universo. Acho que encontrei. Agora me resta também entrar de corpo total como astronauta para virar este Universo de pernas pro ar em busca do que penso ser o culpado. Não terei tempo para faze-lo mas deixo conhecimentos que ajudarão as próximas gerações a perseguirem esta meta. E quando o encontrarem, lembrem-se dos bilhões de irmãos que aqui foram torturados e façam a guerra sem piedade! Contra aquilo que não possui sentimentos, nos devemos esconder os nossos tambem.
Por enquanto, toda vez que ouço um humano dizer que ama ou teme um Deus, que existe como onipotente, onipresente, e bla-bla-bla… me da vontade de lhe dar um murro na cara! vai ser burro assim na cochinchina!
 
O mundo vai continuar assim e aquela menina vai continuar a ficar com a coluna torta e os dentes estragados justo porque estes burros tornam-se totalmente inúteis para a energia e persistência que exige a guerra para desenhar para ela um mundo melhor, digno de humanos.

Nos Possuímos Uma Alma?

segunda-feira, outubro 31st, 2016

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Interessante artigo informando varias opinioes inteligentes sobre esse grande misterio e a seguir, minha opiniao registrada no comentario abaixo:

http://climatologiageografica.com.br/nos-possuimos-uma-alma/

Nós possuimos uma alma?

Meu comentario postado no artigo:

Pois a minha investigação pessoal com varias experiencias incomuns me conduziram a uma diferente ideia sobre o que se postula como “alma”. As ondas de luz naturais imitam o ciclo vital do nosso corpo. Portanto, uma onda de luz natural foi a primeira forma “vital”, a primeira forma de sistema natural funcional neste mundo material. A luz e’ composta de partículas, fótons, os quais, trouxeram as informações deste sistema astronomico que produziu as formas biológicas ( vivos) neste planeta. Ao se encontrarem aqui, estes fótons remontam o sistema de onde vieram, numa rede de conexões, dirigindo os átomos a formarem os corpos vivos físicos. Acontece que esta rede e’ igual ao que os orientais antigos desenharam e chamaram de aura. Assim, a substancia da aura ‘e a luz a qual contem o código da vida. Em outras palavras, neste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução da “coisa” que gerou o universo, e o DNA daquela “coisa” e’ uma Matrix/DNA universal, cuja forma atual, na especie humana, e’ a forma da aura. As sinapses dos neurônios se refletem numa nuvem luminosa a qual ainda não podemos perceber, porem esta luz e’ o feto ou embrião de consciência da luz que veio do alem. Claro, isto ainda ‘e uma teoria, estou trabalhando na tentativa de captar esta rede de fótons, provar que átomos e galaxias tiveram suas formas de DNA-aura, etc. No meu website tem as figuras da onda de luz como código da vida, do DNA dos sistemas não-vivos ancestrais, etc. Mas para mim isto faz mais sentido racional que todas explicações acima.  Ao menos, enquanto as opiniões no artigo ainda são jogos de palavras, na Toeira da Matrix/DNA apresentamos as imagens, as figuras e coisas palpáveis que podem serem testadas cientificamente. Nos somos imortais, porem numa dimensão em que ainda somos como embriões, nem abrimos os olhos para vê-la, e’ o que sugere esta visão do mundo. Ela sugere que neste planeta cada ser humano tem uma especie de bolha luminosa contendo um gene de uma super-consciência cósmica, mas por enquanto estas “bolhas” estão separadas formando uma camada aureolar superficial de inconsciente coletivo ao redor da Terra, e quando estas bolhas se fundirem numa so, sera’ a consciência do super-organismo de Gaia, a ser fundida com as demais consciências de outros planetas deste Universo. No fim seremos um como o Um de onde viemos, assim como o baby e’ um vindo do humano que o gerou.

 

Crise no Brasil: A Causa Profunda e Desconhecida – Mensagem da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2016

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Postado no Facebook em 10 (Out)/30/2016

Louis Charles Morelli
Eu penso que…

A atual crise no Brasil ( e eterna no mundo) não seja uma punição de deuses a um povo erradio, nem apenas produto do animalista instinto para predador dos aristocratas do Brasil. Esta crise e’ simplesmente o efeito normal, inevitavel, do eterno fluir da longa cadeia de causas e efeitos naturais que comecou com as origens deste mundo. Vou explicar:

Nesta semana passada estive envolvido na pesquisa de um fenomeno natural alardeado no meio cientifico: a descoberta de algo mais sobre o mecanismo do DNA corrigir seus erros na reproducao para evitar que nascam defeituosos. E como sempre, vi algo mais do que os cientistas neste fenomeno, porque eu tenho a formula da Matrix/DNA e eles nem a conhecem.
Pois a crise no Brasil e’ produzida pelo mesmo mecanismo que o sistema social humano herdou do mecanismo em seu sistema genetico.
Os sistemas naturais – como o atomo,o genetico, o social humano – sao feitos de um circuito esferico que funciona como um canal dentro do qual flui a sua energia carregando seus bits de informacao. Este fluxo passa por todas as partes do sistema. Ora, tambem acontece que estes sistemas possuem uma identidade propria, uma especie de mente em relacao ao nosso corpo, que apesar de ser abstrata, invisivel, ela tem uma forssa (sei do erro, mas meu teclado nao fala portugues) que pode mover e dirigir nosso corpo segundo a vontade dela. Esta identidade e’ formada pela soma de todas as informacoes de todas suas partes, mais as informacoes que surgem das interacoes entre estas partes e – no caso dos sistemas abertos – das relacoes entre estas partes e coisas do mundo externo.

Entao, o fluxo flui dentro de um canal estreito, esferico, para o sistema funcionar bem. Acontece que algumas perturbacoes fazem com que particulas deste fluxo se desviem e tentem sair fora do fluxo. Ora, alem de prejudicar, de causar dores no sistema, se isto continuar o sistema morre. Entao a identidade do sistema e’ como um template, uma forma de fundo, que tenta obrigar a forma do fluxo ser igual a ela. E agora vamos chegar a causa destas crises sociais.

Os humanos brasileiros se comportam sempre saindo fora do fluxo. Isto porque a meta suprema da nossa existencia imposta pela Natureza imediata e’ ser parte de um ser que reproduza nosso ancestral e criador – o sistema astronomico que nos envolve e dentro do qual, a forma de sistema biologico, ou seja, a vida,  emergiu –  assim como nossos pais sao nossos ancestrais e criadores. Entao somos objetos de reproducao de algo que não e’ humano, e sim algo que vai abranger a totalidade desta biosfera terrestre. Somos meras partes, pessas.

Ora, a identidade de sistemas precisa que todas suas partes se conectem sob as regras deste processo de reproducao. E os brasileiros – diferente dos Americanos, por exemplo – sao rebeldes a essa conexao. Essa interatividade entre partes, individuos, se realiza pela associacao dos individuos, formando grupos maiores, que serao partes maiores do sistema. Mas os brasileiros se recusam a associarem-se ate dentro da propria familia, muito menos com os vizinhos do seu bairro, menos ainda com os confrades cidadaos de suas cidades. E quanto pior em termos de pais, de nacao. Enquanto nos USA – e a maioria dos paises ricos – existem associacoes para tudo ( associacao dos com bigodes, dos sem bigodes, dos veteranos de guerra, dos motoristas da Uber, das maes e esposas da cidade, etc.), a maioria dos brasileiros nao pertencem, nao formam, associacao alguma. Isto revela o grau de egoismo individualista de um povo.

Entao, a formula da Matrix, a identidade do sistema social brasileiro, que e’ uma criacao natural, atua como o mecanismo de auto-cura do DNA. Ele se agita, estrebucha, se sacode todo, tentando montar e controlar o fluxo das particulas individuais correndo em suas veias, e seus efeitos sao sentidos pelos humanos nas bases dos processos que mais os afetam, como a economia, que se relata aos bens materiais que sao necessarios as suas sobrevivencias.

Os 5.000 aristocratas do Brasil se associam numa mafia para prejuizo da nacao, pois funcionam como um buraco negro da economia, retirando os produtos economicos do pais para levar as suas posses na Europa. A classe media se associa apenas quando seus privilegios ( principalmente como maioria de funcionarios no setor publico) diminuem e ai derrubam os PTs da vida, mas nunca enfrentam os grandes predadores aristocratas. E o povao… estes nao tem a minima consciencia de sociedade, e’ cada um para si e salve-se quem puder. Mas a Natureza flui e de qualquer maneira impoe suas regras, e estas exigem a associacao entre as partes dentro do fluxo geral. O ser ancestral que esta sendo reproduzido aqui era – e ainda e’ – a maquina mais perfeita que a Natureza conseguiu montar, tanto que esta maquina funciona em sincronia com os relogios, uma sincronia eterna. E esta maquina, para ter um baby que a reproduza, apenas o tem quando suas partes estiverem perfeitamente associadas como uma maquina.

Nao devemos permitir que nos tornemos partes de uma maquina, principalmente quando conhecemos o destino desta maquina, que e’ a degeneracao e morte. A “Queda”, da qual somos os atuais resultados. Temos que trilhar um destino a revelia do que quer nosso criador. Mas isto tem que ser feito com inteligencia. Nos precisamos da biosfera terrestre funcionando perfeitamente como uma maquina. Nos libertar do trabalho escravo rotineiro, dos instintos herdados dos animais, dos seres que causam nossa doencas mortais, etc. Nos temos que ir na direcao do ” Admiravel Novo Mundo” previsto por Huxley. Mas nisso entra nossa inteligencia: nossos corpos continam sendo levados pelas regras do erradio criador, mas nossas mentes, nao! Se quisermos, o criador jamais pora’ suas patas sobre nossas mentes. Pois ele nao tem mente, consciencia, nao sabe o poder destas coisas. Estas coisas estao vindo de algo alem do criador imediato, e temos que nos abrir-mos para sua acessibilidade, e manter-nos firmes para continuar sobre seu controle.

Entao os brasileiros tem que associarem como individuos, prinicpalmente nas atividades de suas necessidades basicas, que e’ sua economia. Os Americanos fazem isto quando cada cidadao, depois de conseguirem sua poupanca basica, investem cada dolar comprando acoes de suas corporacoes. Assim se associam economicamente. Mas eles criaram estas corporacoes  e entre eles, se repartem os lucros destas corporacoes. A partir de iniciativas individuais ou de vizinhos de bairro. Enquanto os brasileiros continuarem resistindo a montarem a rede de conexoes que estruturam os sistemas naturais, como o social humano, os individuos sao particulas desviadas do fluxo natural, e como faz o DNA dentro de nossos sistemas celulares, ele se estrebucha, se contorce, distorce, mas acaba expulsando ou se impondo sobre as particulas desviadas e retorna a ser a formula que o construiu. Nesta reacao da identidade do sistema, as particulas as sentem como crises.

Procurem seus familiares e procurem como se associarem nas atividades do trabalho economico. Depois procurem as familias vizinhas e expandam-se como grupo. Depois procurem os cidadaos de sua cidade, de seu estado, de seu pais e estejam prontos para fazerem parte da grande e sagrada familia universal, aquela sonhada por aquele pobre carpinteiro mas que com essa ideia se revelou o mais sabio profeta e genio dos homens: Jesus Cristo!

Website: Mecanismos de Rank

domingo, outubro 30th, 2016

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http://www.folowsite.com/www.theuniversalmatrix.com

About theuniversalmatrix.com

Site Title: The Universal Matrix

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Ver resto. Notar que ultima atualizacao feita em 2013

theuniversalmatrix.com Whois Time Line

www.theuniversalmatrix.com for the first time taken on 1/9/2008. Last domain update time is 12/5/2013. Also expiry date is 1/9/2019. If you don’t renewal on 01/09/2019 somebody can take it.

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Ver o que e este link:

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Limpeza doas Janelas abertas – 10/29/2016

sábado, outubro 29th, 2016

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Jack Szostak: Reconstructing the First Cells

https://www.youtube.com/watch?v=jmMU0b20FSg&list=PLrkvqYtQI86BdmETUlItRNyW0GDocutuw&index=2

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Google search

Daniel G. Gibson, et al. 2010. Creation of a Bacterial Cell Controlled by a Chemically Synthesized Genome. Science 329:52–56

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The proteomic complexity and rise of the primordial ancestor of diversified life

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3123224/

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Google search

CREATION OF A BACTERIAL CELL CONTROLLED BY A CHEMICALLY SYNTHESIZED GENOME

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1st Cell with Synthetic Genome

http://www.the-scientist.com/?articles.view/articleNo/29039/title/1st-cell-with-synthetic-genome/

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O link para o pdf abaixo veio de:

http://www.nature.com/nature/journal/v465/n7297/pdf/465422a.pdf

Life after the synthetic cell (pdf)

http://www.nature.com/articles/465422a.epdf?referrer_access_token=Sg8m2YG3KRENKu1YALNNbNRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0PQ4M7lEKZ1QECIyVPCzvJxKAQvsc2dNPyWEgOe8RiMKSWd6bPR5cUibBHsygPOjELADAxdE3ELd6sO7iz_6mrkQYevMTaolSx0vIQEWxc38AjybPCJxcc6-LebqUiTBra1bGQ5SgCTmKgzKAt4AxjPU0Na_SwSaX3MOv0eTL8eAs5sL677lEniquDLqL1uZDPvavgBehOuhZ9PDUOnJNOazs_cBEAbVhJs5EyEiriEgw%3D%3D&tracking_referrer=www.the-scientist.com

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Origem do Primordial Ancestral (LUCA) da Vida Diversificada e a Complexidade do Proteoma

sábado, outubro 29th, 2016

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The proteomic complexity and rise of the primordial ancestor of diversified life

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3123224/

Published online 2011 May 25. doi:  10.1186/1471-2148-11-140

( Ler o artigo, depois traduzi-lo)

Background

The last universal common ancestor represents the primordial cellular organism from which diversified life was derived.

O ultimo universal comum ancestral representa o organismo celular primordial a partir do qual a diversificação da vida foi derivada.

Evolução do Proteoma e Origem Metabólica da Transcrição e da Vida Celular

sábado, outubro 29th, 2016

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(Este artigo não tenho acesso. Copiado aqui o endereço e abstrato para traduzir)

Proteome Evolution and the Metabolic Origins of Translation and Cellular Life

http://link.springer.com/article/10.1007/s00239-010-9400-9

Article:

Abstract

The origin of life has puzzled molecular scientists for over half a century. Yet fundamental questions remain unanswered, including which came first, the metabolic machinery or the encoding nucleic acids. In this study we take a protein-centric view and explore the ancestral origins of proteins. Protein domain structures in proteomes are highly conserved and embody molecular functions and interactions that are needed for cellular and organismal processes. Here we use domain structure to study the evolution of molecular function in the protein world. Timelines describing the age and function of protein domains at fold, fold superfamily, and fold family levels of structural complexity were derived from a structural phylogenomic census in hundreds of fully sequenced genomes. These timelines unfold congruent hourglass patterns in rates of appearance of domain structures and functions, functional diversity, and hierarchical complexity, and revealed a gradual build up of protein repertoires associated with metabolism, translation and DNA, in that order. The most ancient domain architectures were hydrolase enzymes and the first translation domains had catalytic functions for the aminoacylation and the molecular switch-driven transport of RNA. Remarkably, the most ancient domains had metabolic roles, did not interact with RNA, and preceded the gradual build-up of translation. In fact, the first translation domains had also a metabolic origin and were only later followed by specialized translation machinery. Our results explain how the generation of structure in the protein world and the concurrent crystallization of translation and diversified cellular life created further opportunities for proteomic diversification.

 

 

Bomba! Criaram vida em laboratorio a partir de matéria não-viva! Mas sera’ mesmo?

sexta-feira, outubro 28th, 2016

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Scientific paper:

CREATION OF A BACTERIAL CELL CONTROLLED BY A CHEMICALLY SYNTHESIZED GENOME

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK84435/

Esta experiencia cientifica esta sendo amplamente alardeada e interpretada como a primeira criacao real da vida em laboratorio. Os ateus comemoram afirmando que isto prova que a vida veio da matéria sem vida. Realmente foi um extraordinário e louvável trabalho, e dirigido pela visão de mundo acadêmica atual. Se ela estiver correta, não destruirá a minha teoria da Matrix/DNA, pois esta tambem prevê isso. Porem sera’ um baque `a minha teoria porque eu teria maior dificuldade em provar que a Matrix esta’ inserida de alguma maneira no organismo fabricado.

Eu não entendo todo o escopo contido na célula viva que eles sintetizaram, nem assisti os métodos e processos para ter certeza que foi tudo natural, ou seja, sem usar nada de células vivas para montar esta artificialmente sintetizada. Mas, mesmo sendo leigo, suspeito que um detalhe do método teria sido um erro crasso inutilizando a proposta de criar a vida artificialmente, e o detalhe esta’ no paragrafo do “paper”:

Assembly of 10-kb synthetic intermediates

In the first stage, cassettes and a vector were recombined in yeast and transferred to Escherichia coli.50 Plasmid DNAwas then isolated from individual E. coli clones and digested to screen for cells containing a vector with an assembled 10-kb insert.

Primeiro estagio entendo que foi a fase de montagem do genoma sintético, sua inserção num micro-organismo e sua transferência para outro.

Recombinado em yeast (bacteria do fermento) e transferido para E. Coli…?! Ora isto não é produção artificial de vida, de forma alguma. Aqui estão produzindo sim, uma forma de vida, porem, dentro de um ser vivo! Qualquer ser vivo faz isto sozinho e chama-se reprodução. Para se criar vida totalmente artificial, que imite e prove como a vida foi criada na Terra primitiva, tem-se que antes de tudo, reproduzir as condições ambientais da Terra primitiva e somente neste ambiente, copiar, digitalizar e sintetizar o genoma, e outros aparatos iniciais do microorganismo, ate finalmente completa-lo e acompanhar se apos isto a nova montagem vive, se reproduz, etc., por si so.

A Teoria da Matrix/DNA sugere que bits-informação na forma de fótons vindos do Sol e do nucleo terrestre trabalham como genes do sistema astronomico, infiltrando-se nos elétrons dos atomos e dirigindo estes as combinações orgânicas ate a formação de uma célula viva completa. Talvez os cientistas tenham usados átomos contaminados por estes fotons, e com isso, a direcao que deram aos processos funcionou em paralelo as instruções dos fótons nestes átomos. Mas de uma coisa a teoria sugere com mais certeza: todo material de qualquer ser vivo contem os fótons. Portanto, entrar dentro de um corpo vivo e se acercar destes fótons por todos os lados e seras penetrados por eles. E o que fizeram? Inseriram um genoma artificial feitos com átomos, moléculas, iguaizinhos ao genoma natural dentro de um organismo vivo. Se eu entendi direito o paper, esta vida não foi criada em laboratorio mas sim foi reproduzida dentro de um ser vivo.

Hummm… mais abaixo ( na Discussao) o paper diz:

We refer to such a cell controlled by a genome assembled from chemically synthesized pieces of DNA as a “synthetic cell,” even though the cytoplasm of the recipient cell is not synthetic. Phenotypic effects of the recipient cytoplasm are diluted with protein turnover and as cells carrying only the transplanted genome replicate. Following transplantation and replication on a plate to form a colony (>30 divisions or >109-fold dilution), progeny will not contain any protein molecules that were present in the original recipient cell (Lartigue et al., 2007).53 This was previously demonstrated when we first described genome transplantation (Lartigue et al., 2007). The properties of the cells controlled by the assembled genome are expected to be the same as if the whole cell had been produced synthetically (the DNA software builds its own hardware).

Ok. De fato, o DNA foi montado pelo homem. E foi inserido no citoplasma de uma célula viva, da qual foi extraído seu original DNA. A célula aceitou o DNA artificial e continuou sua vida normalmente, inclusive reproduzindo-se. Nas seguintes gerações não havia mais o citoplasma ou qualquer outro material do ser vivo. Tudo na nova geração era sintético.

Ok. Tambem a 4 bilhões de anos atras, a matéria dispersa e inorgânica deste planeta produziu moléculas organicas que nunca existiram aqui antes. Assim, o planeta foi como a célula que recebeu o DNA sintético, nunca existido nela antes. Para o planeta, as moléculas organicas seriam tambem “sintéticas”.

Mas no planeta isto aconteceu porque as informações para sistema natural e biológico estavam no ar e se infiltrando nos átomos terrestres. Estas informações seriam algo alienígena, sintético, nao natural. Mas mesmo assim, o planeta aceitou estas moléculas, elas foram desenvolvidas por aquelas informações alienígenas e formaram os seres vivos, que levam suas vidas normais, se reproduzem, etc.

Se a vida ja era sintetica em relacao a este planeta, e eles continuam no mesmo planeta, eles fizeram o que de sintetico?!

Para terminar o paper diz:

… the DNA software builds its own hardware.

Mas eu pensava que apenas eu tinha escrito e publicado esta frase a 30 anos atras, quando registrei os copyrights do manuscrito da Teoria da Matrix/DNA… E mesmo aqui neste website posso provar que antecipei este conceito. Este website foi publicado em 2008 com sua pagina HOME tal como esta até hoje, não foi mudada nem uma virgula ( mesmo porque para mudar uma virgula ali é preciso entender de linguagem HTML, dreamwiver, etc., coisas que não entendo, por isso não posso mexer ali). E o que foi registrado em 2008 na HOME?

4) A Matriz nos conduz a re-interpretar a Evolução Cosmológica e a Evolução Biológica erigindo uma nova versão da História Natural Universal. Também sugere que – assim como o homem é corpo e mente, o DNA é matéria e um comando desconhecido de instruções, e o computador é software mais hardware – o processo da evolução universal se compõe de hardware e software que interagem retroativamente entre si;

Mas este paper foi publicado 3 anos depois, em 2011, como se ve aqui:

Institute of Medicine (US) Forum on Microbial Threats.
Washington (DC): National Academies Press (US); 2011. (Clique Show Details, no paper)
Logo que descobri a formula, a 30 anos atras, ela sugeriu que existe este negocio de software e hardware na natureza e apenas isto explicava a evolução a contento. O DNA é uma especie de software que constrói seu hardware ( a célula). Esta vive sua fase de vida quando apende novas informações e as passa ao DNA quando ele se reproduz. Assim tambem o hardware vai desenvolvendo o DNA que já existe a milhões ou bilhões de anos. Porem existe uma outra dimensão mais sutil do fenômeno que os cientistas não consideraram. O DNA ‘e um punhado de átomos combinados de uma maneira nunca existida antes na Terra. Porem átomos, estejam em que combinação estiverem, por si so, não podem ser um comando de instruções, como o que controla a genética. Este comando de instruções mais sutil ‘e em si um software e assim, o DNA formado de matéria atômica já é um hardware. O comando de instruções que dirige a genética e o corpo material do DNA é uma rede, uma network de fotons formando um sistema natural, fundamentado na formula da Matrix/DNA. Estes fotons estavam no ar da Terra nas origens da vida natural e estão no ambiente interno celular, no citoplasma, da célula da E. Coli na qual os cientistas usaram como cultura para o DNA sintético… que assim deixou de ser sintético. Mas vão continuar crendo que criaram vida da matéria não-viva…
Devido sua enorme importancia para o maior mistério de todos os tempos – como surgiu a vida? – vou copiar o paper inteiro aqui para traduzi-lo e analisa-lo sob a perspectiva da Matrix/DNA:

We report the design, synthesis, and assembly of the 1.08–mega–base pair Mycoplasma mycoides JCVI-syn1.0 genome starting from digitized genome sequence information and its transplantation into a M. capricolumrecipient cell to create new M. mycoides cells that are controlled only by the synthetic chromosome. The onlyDNA in the cells is the designed synthetic DNA sequence, including “watermark” sequences and other designed gene deletions and polymorphisms, and mutations acquired during the building process. The new cells have expected phenotypic properties and are capable of continuous self-replication.

 

In 1977, Sanger and colleagues determined the complete genetic sequence of phage ϕX174 (Sanger et al., 1977), the first DNA genome to be completely sequenced. Eighteen years later, in 1995, our team was able to read the first complete genetic sequence of a self-replicating bacterium, Haemophilus influenzae (Fleischmann et al., 1995). Reading the genetic sequence of a wide range of species has increased exponentially from these early studies. The ability to rapidly digitize genomic information has increased by more than eight orders of magnitude over the past 25 years (Venter, 2010). Efforts to understand all this new genomic information have spawned numerous new computational and experimental paradigms, yet our genomic knowledge remains very limited. No single cellular system has all of its genes understood in terms of their biological roles. Even in simple bacterial cells, do the chromosomes contain the entire genetic repertoire? If so, can a complete genetic system be reproduced by chemical synthesis starting with only the digitized DNA sequence contained in a computer?

Our interest in synthesis of large DNA molecules and chromosomes grew out of our efforts over the past 15 years to build a minimal cell that contains only essential genes. This work was inaugurated in 1995 when we sequenced the genome of Mycoplasma genitalium, a bacterium with the smallest complement of genes of any known organism capable of independent growth in the laboratory. More than 100 of the 485 protein-coding genes of M. genitalium are dispensable when disrupted one at a time (Hutchison et al., 1999; Glass et al., 2006; Smith et al., 2008). We developed a strategy for assembling viral-sized pieces to produce large DNA molecules that enabled us to assemble a synthetic M. genitalium genome in four stages from chemically synthesized DNA cassettes averaging about 6 kb in size. This was

accomplished through a combination of in vitro enzymatic methods and in vivo recombination in Saccharomyces cerevisiae. The whole synthetic genome [582,970 base pairs (bp)] was stably grown as a yeast centromeric plasmid (YCp) (Gibson et al., 2008b).

Several hurdles were overcome in transplanting and expressing a chemically synthesized chromosome in a recipient cell. We needed to improve methods for extracting intact chromosomes from yeast. We also needed to learn how to transplant these genomes into a recipient bacterial cell to establish a cell controlled only by a synthetic genome. Because M. genitalium has an extremely slow growth rate, we turned to two faster-growing mycoplasma species, M. mycoidessubspecies capri (GM12) as donor, and M. capricolum subspecies capricolum (CK) as recipient.

To establish conditions and procedures for transplanting the synthetic genome out of yeast, we developed methods for cloning entire bacterial chromosomes as centromeric plasmids in yeast, including a native M. mycoides genome (Lartigue et al., 2009; Benders et al., 2010). However, initial attempts to extract the M. mycoides genome from yeast and transplant it into M. capricolum failed. We discovered that the donor and recipient mycoplasmas share a common restriction system. The donor genome was methylated in the native M. mycoides cells and was therefore protected against restriction during the transplantation from a native donor cell (Lartigue et al., 2007). However, the bacterial genomes grown in yeast are unmethylated and so are not protected from the single restriction system of the recipient cell. We overcame this restriction barrier by methylating the donor DNA with purified methylases or crude M. mycoidesor M. capricolum extracts, or by simply disrupting the recipient cell’s restriction system (Lartigue et al., 2009).

We now have combined all of our previously established procedures and report the synthesis, assembly, cloning, and successful transplantation of the 1.08-Mbp M. mycoides JCVI-syn1.0 genome, to create a new cell controlled by this synthetic genome.

Synthetic Genome Design

Design of the M. mycoides JCVI-syn1.0 genome was based on the highly accurate finished genome sequences of two laboratory strains of M. mycoides subspecies capri GM12 (Lartigue et al., 2009; Benders et al., 2010).49 One was the genome donor used by Lartigue et al. [GenBank accession CP001621] (2007). The other was a strain created by transplantation of a genome that had been cloned and engineered in yeast, YCpMmyc1.1-ΔtypeIIIres [GenBank accession CP001668] (Lartigue et al., 2009). This project was critically dependent on the accuracy of these sequences. Although we believe that both finished M. mycoides genome sequences are reliable, there are 95 sites at which they differ. We began to design the synthetic genome before both sequences were finished. Consequently, most of the cassettes were designed and synthesized based on the CP001621 sequence.49 When it was finished, we chose the sequence of the genome successfully transplanted from yeast (CP001668) as our design reference (except that we kept the intact typeIIIres gene). All differences that appeared biologically significant between CP001668 and previously synthesized cassettes were corrected to match it exactly.49 Sequence differences between our synthetic cassettes andCP001668 that occurred at 19 sites appeared harmless and so were not corrected. These provide 19 polymorphic differences between our synthetic genome (JCVI-syn1.0) and the natural (nonsynthetic) genome (YCpMmyc1.1) that we have cloned in yeast and use as a standard for genome transplantation from yeast (Lartigue et al., 2009). To further differentiate between the syntheticgenome and the natural one, we designed four watermark sequences (fig. S1) to replace one or more cassettes in regions experimentally demonstrated [watermarks 1 (1246 bp) and 2 (1081 bp)] or predicted [watermarks 3 (1109 bp) and 4 (1222 bp)] to not interfere with cell viability. These watermark sequences encode unique identifiers while limiting their translation into peptides. Table S1 lists the differences between the synthetic genome and this natural standard. Figure S2 shows a map of the M. mycoides JCVI-syn1.0 genome. Cassette and assembly intermediate boundaries, watermarks, deletions, insertions, and genes of the M. mycoides JCVI syn1.0 are shown in fig. S2, and the sequence of the transplanted mycoplasma clone sMmYCp235-1 has been submitted to GenBank (accession CP002027).

Synthetic Genome Assembly Strategy

The designed cassettes were generally 1080 bp with 80-bp overlaps to adjacent cassettes.50 They were all produced by assembly of chemically synthesized oligonucleotides by Blue Heron (Bothell, Washington). Each cassette was individually synthesized and sequence-verified by the manufacturer. To aid in the building process, DNA cassettes and assembly intermediates were designed to contain Not I restriction sites at their termini and recombined in the presence of vector elements to allow for growth and selection in yeast (Gibson et al., 2008b).50 A hierarchical strategy was designed to assemble the genome in three stages by transformation and homologous recombination in yeast from 1078 1-kb cassettes (Fig. A8-1) (Gibson, 2009; Gibson et al., 2008a)

The assembly of a synthetic M. mycoides genome in yeast

FIGURE A8-1The assembly of a synthetic M. mycoides genome in yeast A synthetic M. mycoides genome was assembled from 1078 overlapping DNA cassettes in three steps. In the first step, 1080-bp cassettes (orange arrows), produced from overlapping synthetic oligonucleotides, were recombined in sets of 10 to produce 109 ~10-kb assemblies (blue arrows). These were then recombined in sets of 10 to produce 11 ~100-kb assemblies (green arrows). In the final stage of assembly, these 11 fragments were recombined into the complete genome (red circle). With the exception of two constructs that were enzymatically pieced together in vitro (Gibson et al., 2009) (white arrows), assemblies were carried out by in vivo homologous recombination in yeast. Major variations from the natural genome are shown as yellow circles. These include four watermarked regions (WM1 to WM4), a 4-kb region that was intentionally deleted (94D), and elements for growth in yeast and genome transplantation. In addition, there are 20 locations with nucleotide polymorphisms (asterisks). Coordinates of the genome are relative to the first nucleotide of the natural M. mycoides sequence. The designed sequence is 1,077,947 bp. The locations of the Asc I and BssH II restriction sites are shown. Cassettes 1 and 800–810 were unnecessary and removed from the assembly strategy. (Supporting material is available on Science Online.) Cassette 2 overlaps cassette 1104, and cassette 799 overlaps cassette 811.

Assembly of 10-kb synthetic intermediates

In the first stage, cassettes and a vector were recombined in yeast and transferred to Escherichia coli.50 Plasmid DNAwas then isolated from individual E. coli clones and digested to screen for cells containing a vector with an assembled 10-kb insert. One successful 10-kb assembly is represented (Fig. A8-2A). In general, at least one 10-kb assembled fragment could be obtained by screening 10 yeast clones. However, the rate of success varied from 10 to 100%. All of the first-stage intermediates were sequenced. Nineteen out of 111 assemblies contained errors. Alternate clones were selected, sequence-verified, and moved on to the next assembly stage.

An analysis of the assembly intermediates

FIGURE A8-2Analysis of the assembly intermediates (A) Not I and Sbf I double restriction digestion analysis of assembly 341–350 purified from E. coli. These restriction enzymes release the vector fragments (5.5 and 3.4 kb) from the 10-kb insert. Insert DNA was separated from the vector DNA on a 0.8% E-gel (Invitrogen). M indicates the 1-kb DNA ladder (New England Biolabs; NEB). (B) Analysis of assembly 501–600 purified from yeast. The 105-kb circles (100-kb insert plus 5-kb vector) were separated from the linear yeast chromosomal DNA on a 1% agarose gel by applying 4.5 V/cm for 3 hours. S indicates the BAC-Tracker supercoiled DNA ladder (Epicentre). (C) Not I restriction digestion analysis of the 11 ~100-kb assemblies purified from yeast. These DNA fragments were analyzed by FIGE on a 1% agarose gel. The expected insert size for each assembly is indicated. λ indicates the lambda ladder (NEB). (D) Analysis of the 11 pooled assemblies shown in (C) following topological trapping of the circular DNA and Not I digestion. One-fortieth of the DNA used to transform yeast is represented.

Assembly of 100-kb synthetic intermediates

The pooled 10-kb assemblies and their respective cloning vectors were transformed into yeast as above to produce 100-kb assembly intermediates.50 Our results indicated that these products cannot be stably maintained in E. coli, so recombined DNA had to be extracted from yeast. Multiplex polymerase chain reaction (PCR) was performed on selected yeast clones (fig. S3 and table S2). Because every 10-kb assembly intermediate was represented by a primer pair in this analysis, the presence of all amplicons would suggest an assembled 100-kb intermediate. In general, 25% or more of the clones screened contained all of the amplicons expected for a complete assembly. One of these clones was selected for further screening. Circular plasmid DNA was extracted and sized on an agarose gel alongside a supercoiled marker. Successful second-stage assemblies with the vector sequence are ~105 kb in length (Fig. A8-2B). When all amplicons were produced following multiplex PCR, a second-stage assembly intermediate of the correct size was usually produced. In some cases, however, small deletions occurred. In other instances, multiple 10-kb fragments were assembled, which produced a larger second-stage assembly intermediate. Fortunately, these differences could easily be detected on an agarose gel before complete genome assembly.

Complete genome assembly

In preparation for the final stage of assembly, it was necessary to isolate microgram quantities of each of the 11 second-stage assemblies.51 As reported (Devenish and Newlon, 1982), circular plasmids the size of our second-stage assemblies could be isolated from yeast spheroplasts after an alkaline-lysis procedure. To further purify the 11 assembly intermediates, they were treated with exonuclease and passed through an anion-exchange column. A small fraction of the total plasmid DNA (1/100) was digested with Not I and analyzed by field-inversion gel electrophoresis (FIGE) (Fig. A8-2C). This method produced ~1 mg of each assembly per 400 ml of yeast culture (~1011 cells).

The method above does not completely remove all of the linear yeast chromosomal DNA, which we found could substantially decrease the yeast transformation and assembly efficiency. To further enrich for the 11 circular assembly intermediates, ~200 ng samples of each assembly were pooled and mixed with molten agarose. As the agarose solidifies, the fibers thread through and topologically “trap” circular DNA (Dean et al., 1973). Untrapped linear DNA can then be separated out of the agarose plug by electrophoresis, thus enriching for the trapped circular molecules. The 11 circular assembly intermediates were digested with Not I so that the inserts could be released. Subsequently, the fragments were extracted from the agarose plug, analyzed by FIGE (Fig. A8-2D), and transformed into yeast spheroplasts.51 In this third and final stage of assembly, an additional vector sequence was not required because the yeast cloning elements were already present in assembly 811–900.

To screen for a complete genome, multiplex PCR was carried out with 11 primer pairs, designed to span each of the 11 100-kb assembly junctions (table S3). Of 48 colonies screened, DNA extracted from one clone (sMmYCp235) produced all 11 amplicons. PCR of the wild-type positive control (YCpMmyc1.1) produced an indistinguishable set of 11 amplicons (Fig. A8-3A). To further demonstrate the complete assembly of a synthetic M. mycoides genome, intact DNA was isolated from yeast in agarose plugs and subjected to two restriction analyses: Asc I and BssH II.52 Because these restriction sites are present in three of the four watermark sequences, this choice of digestion produces restriction patterns that are distinct from that of the natural M. mycoides genome (Figs. A8-1 and A8-3B). The sMmYCp235 clone produced the restriction pattern expected for a completely assembled synthetic genome (Fig. A8-3C).

A characterization of the synthetic genome isolated from yeast

FIGURE A8-3Characterization of the synthetic genome isolated from yeast (A) Yeast clones containing a completely assembled synthetic genome were screened by multiplex PCR with a primer set that produces 11 amplicons; one at each of the 11 assembly junctions. Yeast clone sMmYCp235 (235) produced the 11 PCR products expected for a complete genome assembly. For comparison, the natural genome extracted from yeast (WT, wild type) was also analyzed. PCR products were separated on a 2% E-gel (Invitrogen). L indicates the 100-bp ladder (NEB). (B) The sizes of the expected Asc I and BssH II restriction fragments for natural (WT) and synthetic (Syn235) M. mycoides genomes. (C) Natural (WT) and synthetic (235) M. mycoides genomes were isolated from yeast in agarose plugs. In addition, DNA was purified from the host strain alone (H). Agarose plugs were digested with Asc I or BssH II, and fragments were separated by clamped homogeneous electrical field (CHEF) gel electrophoresis. Restriction fragments corresponding to the correct sizes are indicated by the fragment numbers shown in (B)

Synthetic Genome Transplantation

Additional agarose plugs used in the gel analysis above (Fig. A8-3C) were also used in genome transplantation experiments.52 Intact synthetic M. mycoides genomes from the sMmYCp235 yeast clone were transplanted into restriction-minus M. capricolum recipient cells, as described (Lartigue et al., 2009). Results were scored by selecting for growth of blue colonies on SP4 medium containing tetracycline and X-gal at 37°C. Genomes isolated from this yeast clone produced 5 to 15 tetracycline-resistant blue colonies per agarose plug, a number comparable to that produced by the YCpMmyc1.1 control. Recovery of colonies in all transplantation experiments was dependent on the presence of both M. capricolum recipient cells and an M. mycoides genome.

Semisynthetic Genome Assembly and Transplantation

To aid in testing the functionality of each 100-kb synthetic segment, semi-synthetic genomes were constructed and transplanted. By mixing natural pieces with synthetic ones, the successful construction of each synthetic 100-kb assembly could be verified without having to sequence these intermediates. We cloned 11 overlapping natural 100-kb assemblies in yeast by using a previously described method (Leem et al., 2003). In 11 parallel reactions, yeast cells were cotransformed with fragmented M. mycoides genomic DNA (YCpMmyc1.1) that averaged ~100 kb in length and aPCR-amplified vector designed to overlap the ends of the 100-kb inserts. To maintain the appropriate overlaps so that natural and synthetic fragments could be recombined, the PCR-amplified vectors were produced via primers with the same 40-bp overlaps used to clone the 100-kb synthetic assemblies. The semisynthetic genomes that were constructed contained between 2 and 10 of the 11 100-kb synthetic subassemblies (Table A8-1). The production of viable colonies produced after transplantation confirmed that the synthetic fraction of each genome contained no lethal mutations. Only one of the 100-kb subassemblies, 811–900, was not viable.

TABLE A8-1. Genomes that have been assembled from 11 pieces and successfully transplanted.

TABLE A8-1 Genomes that have been assembled from 11 pieces and successfully transplanted. Assembly 2–100, 1; assembly 101–200, 2; assembly 201–300, 3; assembly 301–400, 4; assembly 401–500, 5; assembly 501–600, 6;

Initially, an error-containing 811–820 clone was used to produce a synthetic genome that did not transplant. This was expected because the error was a single– base pair deletion that creates a frameshift in dnaA, an essential gene for chromosomal replication. We were previously unaware of this mutation. By using a semisynthetic genome construction strategy, we pinpointed 811–900 as the source for failed synthetic transplantation experiments. Thus, we began to reassemble an error-free 811–900 assembly, which was used to produce the sMmYCp235 yeast strain. The dnaA-mutated genome differs by only one nucleotide from the synthetic genome in sMmYCp235. This genome served as a negative control in our transplantation experiments. The dnaA mutation was also repaired at the 811–900 level by genome engineering in yeast (Noskov et al., 2010). A repaired 811–900 assembly was used in a final-stage assembly to produce a yeast clone with a repaired genome. This yeast clone is named sMmYCP142 and could be transplanted. A complete list of genomes that have been assembled from 11 pieces and successfully transplanted is provided in Table A8-1.

Characterization of the Synthetic Transplants

To rapidly distinguish the synthetic transplants from M. capricolum or natural M. mycoides, two analyses were performed. First, four primer pairs that are specific to each of the four watermarks were designed such that they produce four amplicons in a single multiplex PCR reaction (table S4). All four amplicons were produced by transplants generated from sMmYCp235, but not YCpMmyc1.1 (Fig. A8-4A). Second, the gel analysis with Asc I and BssH II, described above (Fig. A8-3C), was performed. The restriction pattern obtained was consistent with a transplant produced from a synthetic M. mycoides genome (Fig. A8-4B).

A characterization of the transplants

FIGURE A8-4Characterization of the transplants (A) Transplants containing a synthetic genome were screened by multiplex PCR with a primer set that produces four amplicons, one internal to each of the four watermarks. One transplant (syn1.0) originating from yeast clone sMmYCp235 was analyzed alongside a natural, nonsynthetic genome (WT) transplanted out of yeast. The transplant containing the synthetic genome produced the four PCR products, whereas the WT genome did not produce any. PCR products were separated on a 2% E-gel (Invitrogen). (B) Natural (WT) and synthetic (syn1.0) M. mycoides genomes were isolated from M. mycoides transplants in agarose plugs. Agarose plugs were digested with Asc I or BssH II and fragments were separated by CHEF gel electrophoresis. Restriction fragments corresponding to the correct sizes are indicated by the fragment numbers shown in Fig. A8-3B.

A single transplant originating from the sMmYCp235 synthetic genome was sequenced. We refer to this strain as M. mycoides JCVIsyn1.0. The sequence matched the intended design with the exception of the known polymorphisms, eight new single-nucleotide polymorphisms, an E. coli transposon insertion, and an 85-bp duplication (table S1). The transposon insertion exactly matches the size and sequence of IS1, a transposon in E. coli. It is likely that IS1 infected the 10-kb subassembly following its transfer to E. coli. The IS1 insert is flanked by direct repeats of M. mycoidessequence, suggesting that it was inserted by a transposition mechanism. The 85-bp duplication is a result of a nonhomologous end joining event, which was not detected in our sequence analysis at the 10-kb stage. These two insertions disrupt two genes that are evidently nonessential. We did not find any sequences in the synthetic genome that could be identified as belonging to M. capricolum. This indicates that there was a complete replacement of the M. capricolum genome by our synthetic genome during the trans-plant process. The cells with only the synthetic genome are self-replicating and capable of logarithmic growth. Scanning and transmission electron micrographs (EMs) of M. mycoides JCVI-syn1.0 cells show small, ovoid cells surrounded by cytoplasmic membranes (Fig. A8-5, C to F). Proteomic analysis of M. mycoides JCVI-syn1.0 and the wild-type control (YCpMmyc1.1) by two-dimensional gel electrophoresis revealed almost identical patterns of protein spots (fig. S4) that differed from those previously reported for M. capricolum (Lartigue et al., 2007). Fourteen genes are deleted or disrupted in the M. mycoides JCVI-syn1.0 genome; however, the rate of appearance of colonies on agar plates and the colony morphology are similar (compareFig. A8-5, A and B). We did observe slight differences in the growth rates in a color-changing unit assay, with the JCVI-syn1.0 transplants growing slightly faster than the MmcyYCp1.1 control strain (fig. S6)

Images of M. mycoides JCVI-syn1.0 and WT M. mycoides

FIGURE A8-5Images of M. mycoides JCVI-syn1.0 and WT M. mycoides To compare the phenotype of the JCVI-syn1.0 and non-YCp WT strains, we examined colony morphology by plating cells on SP4 agar plates containing X-gal. Three days after plating, the JCVI-syn1.0 colonies are blue because the cells contain the lacZ gene and express β-lactosidase, which converts the X-gal to a blue compound (A). The WT cells do not contain lacZ and remain white (B). Both cell types have the fried egg colony morphology characteristic of most mycoplasmas. EMs were made of the JCVI-syn1.0 isolate using two methods. (C) For scanning EM, samples were postfixed in osmium tetroxide, dehydrated and critical point dried with CO2, and visualized with a Hitachi SU6600 SEM at 2.0 keV. (D) Negatively stained transmission EMs of dividing cells with 1% uranyl acetate on pure carbon substrate visualized using JEOL 1200EX CTEM at 80 keV. To examine cell morphology, we compared uranyl acetate–stained EMs of M. mycoides JCVI-syn1.0 cells (E) with EMs of WT cells made in 2006 that were stained with ammonium molybdate (F). Both cell types show the same ovoid morphology and general appearance. EMs were provided by T. Deerinck and M. Ellisman of the National Center for Microscopy and Imaging Research at the University of California at San Diego.

Discussion

In 1995, the quality standard for sequencing was considered to be one error in 10,000 bp, and the sequencing of a microbial genome required months. Today, the accuracy is substantially higher. Genome coverage of 30 to 50× is not unusual, and sequencing only requires a few days. However, obtaining an error-free genome that could be transplanted into a recipient cell to create a new cell controlled only by the synthetic genome was complicated and required many quality-control steps. Our success was thwarted for many weeks by a single–base pair deletion in the essential genednaA. One wrong base out of more than 1 million in an essential gene rendered the genome inactive, whereas major genome insertions and deletions in nonessential parts of the genome had no observable effect on viability. The demonstration that our synthetic genome gives rise to transplants with the characteristics of M. mycoides cells implies that the DNA sequence on which it is based is accurate enough to specify a living cell with the appropriate properties.

Our synthetic genomic approach stands in sharp contrast to various other approaches to genome engineering that modify natural genomes by introducing multiple insertions, substitutions, or deletions (Itaya et al., 2005; Itaya, 1995; Mizoguchi et al., 2007; Chun et al., 2007; Wang et al., 2009). This work provides a proof of principle for producing cells based on computer-designed genome sequences. DNA sequencing of a cellular genome allows storage of the genetic instructions for life as a digital file.

The synthetic genome described here has only limited modifications from the naturally occurring M. mycoides genome. However, the approach we have developed should be applicable to the synthesis and transplantation of more novel genomes as genome design progresses (Khalil and Collins, 2010). We refer to such a cell controlled by a genome assembled from chemically synthesized pieces of DNA as a “synthetic cell,” even though the cytoplasm of the recipient cell is not synthetic. Phenotypic effects of the recipient cytoplasm are diluted with protein turnover and as cells carrying only the transplanted genome replicate. Following transplantation and replication on a plate to form a colony (>30 divisions or >109-fold dilution), progeny will not contain any protein molecules that were present in the original recipient cell (Lartigue et al., 2007).53 This was previously demonstrated when we first described genome transplantation (Lartigue et al., 2007). The properties of the cells controlled by the assembled genome are expected to be the same as if the whole cell had been produced synthetically (the DNA software builds its own hardware).

The ability to produce synthetic cells renders it essential for researchers making synthetic DNA constructs and cells to clearly watermark their work to distinguish it from naturally occurring DNA and cells. We have watermarked the synthetic chromosome in this and our previous study (Gibson, et al., 2008b).

If the methods described here can be generalized, design, synthesis, assembly, and transplantation of synthetic chromosomes will no longer be a barrier to the progress of synthetic biology. We expect that the cost of DNA synthesiswill follow what has happened with DNA sequencing and continue to exponentially decrease. Lower synthesis costs combined with automation will enable broad applications for synthetic genomics.

We have been driving the ethical discussion concerning synthetic life from the earliest stages of this work (Cho et al., 1999; Garfinkel et al., 2007). As synthetic genomic applications expand, we anticipate that this work will continue to raise philosophical issues that have broad societal and ethical implications. We encourage the continued discourse

Ver References no artigo.

Origin of Life and Molecular Evolution

quinta-feira, outubro 27th, 2016

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Trata-se de um pacote de videos/aulas intitulado “Origin of Life and Molecular Evolution”. Sendo uma abordagem academica atualizada, ela difere da abordagem e interpretacoes da minha Matrix/DNA Theory. Vou aqui ver os principais videos (comecando pelo segundo, do Jack Szostak) e registrar os pontos em conflito, analizando-os.

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Primeiro video visto:

Jack Szostak: Reconstructing the First Cells

https://www.youtube.com/watch?v=jmMU0b20FSg&list=PLrkvqYtQI86BdmETUlItRNyW0GDocutuw&index=2

Jack esta aqui pregando uma teoria da origem da vida. Se essa teoria estiver errada, ou muito incompleta, ainda não sera esta geração de jovens e estudantes que irão eliminar as grandes doenças mortais, tradicionais, pois a geração de Jack que acreditou e obedeceu a esta teoria, não o fez. E isto e’ tao grave que algum querido seu, ou ate’ mesmo você, venha também a ser torturado ate a morte… por causa de uma teoria errada.

Primeiro estou copiando aqui meus comentários postado no debate no Youtube. A seguir, estou analisando os principais pontos focados no video.

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Meus comentários postado no Youtube:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Out(10)/25/2016

Instead abiogenesis, it should be called “astronomical embryogenesis with mutations and natural nanotechnology”. At Matrix/DNA Theory we got the model of the building block of astronomical systems, which is just the same building block of biological systems. Academic science did not get this rational and logical evolutionary pathway due the academic astronomical model is wrong, not complete. Our model is just the evolutionary link between cosmological and biological evolution, which is unknown to academic science, that’s why the origins of life seems to be by chance to atheists and by intelligent design to deists. Both would be supernatural and magical creators of life and there was no such thing, everything occurred naturally. How was the process for transformation of that astronomical system into biological system? A simple precursor of genetics performed by entropy attacking a closed astronomic system, fragmenting it into bits-informations which are spreaded into the space and time. Any place where these bits meets again, they reproduces the system that they belong, but, since the new environment is so different, and at planets’ surfaces there is a new state of matter – the liquid state – there are several mutations. The key here is that our astronomical model shows that biological processes already was occurring in astronomical systems in a mechanistic and electromagnetic shape.
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… and one more question to Jack, It is regarding DNA repair: How the cell knew, that the DNA is unstable and there will be DNA copy-errors after each DNA division? How the cell knew there will be a lot of errors? Where the DNA repair mechanism came from?
I am not Jack and I am sure his answer would be different. From Matrix/DNA Theory the answer is: The building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides) are reproductions of a unique system ( the system is LUCA, as you can see its face at our website). Like among 8 billions humans there is no one exactly equal like other, these building blocks are different because the sum of them composes the system in a larger size (which is the complete DNA). It is like small fractals composing a big fractal. So, the copy of building block that had some error will be corrected by the circuity of the larger system.
The problem is that only Matrix/DNA got the real complete and working natural system Academic science does not know it. Then, the academic science does not know to think systems. They are confusing system with parts of systems and processes between parts. Like Dr. Jack here says that membrane is a system. It is not, it is a part of a system, the system is the cell. Every natural system has its own identity ( a kind of mind of the system) which is composed by the sum of information of all parts, plus the information that arises inside the system due interactions among parts. If it is an opened system, there are the information with the external world also. This identity performs the energetic/informational circuity of the system, which is its identity. Like te brain produces the mind. And this happens with all natural systems, from atoms, to galaxies, to cells.
We can think with an example: We have a social system called USA. The social system is composed by individuals, which are systems themselves. If are born criminals that prejudices the social system, the criminal is expelled or corrected in the jail. Where humans’ social systems learned doing this? Humans social systems are big fractals coming from smaller fractals which already was doing it, like the DNA.
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HA! Atheists are the  delusional desperate ones, abiogenesis has failed for decades now! If lifeless molecules could self assemble all on there own,  abiogenesis would be a fact! There would be no debate on weather it could happen
Louis Charles Morelli – Out(10)/27/2016
But,… where did you get the proof that there was abiogenesis and that lifeless molecules could assemble on there own?! And can you proof any other hypothesis for life’s origins? My theory (The Matrix/DNA Theory) is that was no life’s origins. If there was “origins” of something that never had before in this Universe, it would be by magics. This is what creationists and atheists believe. That a supernatural ghost god or an absolute chance process made the origins by magics. In Matrix/DNA world view, the world here and now is totally explained only by this Nature that we know. But it change the interpretations of natural facts and events. If you says that an animal is a living system, you must say that a galactic system is alive also, because all properties of the animals’ body are existing in galaxies also. You are using the word “life” in a wrong way.
+Louis Charles Morelli I’ll just put you right on one small point, “atheist’s” do not, “believe life arose by chance or by magic”.  That is nonsense.  Atheist’s simply have no believe in a god or gods.  I am an atheist, I don’t know how life arose on Earth but is was possibly not by chance and definitely not by magic. If however, life arrived here on an asteroid for example, you might consider that to be “chance?
Good Jim, then, please, help us to keep rationality driving this investigation about life’s origins. There are lots of atheists advocating absolute chance and it is a mystical belief. Others are seriously advocating that life came from non-life, and there is no scientific proved fact. We must have no prior judgement. For example, Dr. Szostack is suspect for doing this investigation. He begins believing and applying the Darwinian version or theory of evolution. My theory is suggesting that this theory is far away from being complete. Darwin pointed out only 3 variables, we are finding at least seven variables for a complete theory of evolution. If Darwinian theory was applied at the process of life’s origins, it must came from cosmological evolution, because the state of the world at that time was modeled by cosmological evolution. And Darwin did not work cosmological evolution. So, Dr. Szostack is doing the great work of reproducing technologically a modern living cell, but this has nothing to do with creating life from non-living matter. Life distributed to other planets by asteroids is possible and in relation to the host planet it can be an event by chance or not. But this life came from somewhere and not had origins by chance, if my theory is a little bit more correct. Biological systems (aka, “life”) are merely evolution of prior existing non-biological systems, like the theoretical model we have.
To 5tonyvvvv – They did it from scractch.   2010 it was done   Daniel G. Gibson, et al. 2010. Creation of a Bacterial Cell Controlled by a Chemically Synthesized Genome. Science 329:52–56 right there: synthesized genome! from scratch. You are either too fucking dumb to understand the word genome, or too fucking stupid and delirious to even try to grasp the facts
Nope, Tico. They did not created a bacterial cell from scratch. They build a synthetic genome and inserted it into the cytoplasm of a living cell, which made the following steps. creating life from scratch would be necessary creating the primitive state of the planet and beginning with the RNA-world, not the DNA-world. 5tonyvvvv must be wrong believing in intelligent design, but, nobody knows how it happens naturally. Only Matrix/DNA Theory has the best – the most rational – hypothesis
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Analise dos Principais Pontos do Video:
Momento do video 00:42
Jack diz que o melhor metodo para entender as origens da vida e’ extendendo a abordagem da sintetica quimica organica e justamente construindo estruturas que se comportem como celulas simples ou que ao menos com nossa limitada imaginacao pensamos como as celulas simples se pareciam. A isto se chama de experimental abordagem.
Matrix/DNA: Esta abordagem pode conduzir a erros, tal como já o provou Luis Pasteur na famosa discussão da cerveja com o químico positivista Linnus Pauling (?). Por exemplo, a seguir jack mostra a figura de um conjunto de átomos chamados de ácidos e imediatamente pula para a mostragem de uma membrana – que em laboratorio, se viu transformar  o acido. Para nos da Matrix/DNA a membrana biológica e’ mera evolução da região do horizonte de eventos nuclear da galaxia, pois ambos ocupam a posição 2 da formula da Matrix/DNA. Se assim for, naquele grupo de átomos formando ácidos existia fotons-bits decaídos do sistema astronomico, e eles dirigiram os átomos terrestres a formarem aquele grupo com aquela combinação de átomos. Então, para testar a proposta de Jack nos exigiríamos que fosse recolhidas varias amostras destes ácidos das mais diferentes regiões ou ambientes, para ver se todas produzem o mesmo efeito. E possível que uma amostra vindo de um ambiente não alcançado pela luz solar, pelo material nuclear terrestre, ou por partículas da radiação cósmica, não produza o efeito. Porque não teria os bits-informação. Em outras palavras estamos repetindo a experiencia de Pasteur, ou seja, produzindo um vácuo no tubo do ensaio onde esta o acido e fechando o tubo de maneira que nada externo entre nele. Pasteur provou que quando se impedia o ar de entrar na garrafa, o composto não formava vida, e portanto, o que aparecia como vida eram micróbios já vivos trazidos pelo ar.
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Momento 1:54
Uma evidente contradicao estaria revelando uma subjetiva ideologia envolvida na teoria da abiogenesis?
Os varios e diferentes ambientes, as extremas opostas condicoes ambientais, onde se encontrou vida indica apenas a capacidade da vida se adaptar, nao diz nada sobre a origem da vida, diz Jack. Mas logo a seguir ele diz: “… no inico da vida a transicao entre quimica da Terra primitiva para a mais simples e primeira biologia.”
Ora, a meu ver, existe uma contradicao patente aqui. Se os varios ambientes e circunstancias nada dizem da origem da vida, como ele deduziu que o inicio da vida foi pelo processo da transformacao da quimica inorganica da Terra em principios biologicos da vida?! A premissa – condições diferentes – nada diz sobre como foi a origem da vida, portanto essa premissa nao serve para nenhuma conclusao. de onde ele tirou a afirmacao de que ele sabe como foi a origem da vida entao?
Para se concluir que da quimica inorganica vieram os principios vitais, e’ preciso mostrar onde e como na quimica inorganica daquele tempo estavam os precursores – as forcas e os elementos naturais – que evoluiram ou se transformaram naqueles principios vitais. E pelo que sei ate hoje nao o fizeram. Apenas a Matrix/DNA Theory sugere onde estavam e como eram todos os precursores.
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Momento 2:20
Jack completa sua afirmação acima dizendo que para ele – formado com um background em biologia – a chave do segredo para a transformação da quimica orgânica nos principios biológicos foi a Teoria Darwiniana da Evolução.
Ok, A Matrix/DNA concorda que a chave do segredo foi o processo da evolução natural, apesar de que não concorda que a evolução natural seja explicada pela teoria Darwiniana. mas deixando este conflito de lado, retorna o problema fundamental citado acima. Para provar que a evolução atuou nas forças e elementos da quimica organica, e dessa atuação resultaram os processos biologicos, e’ preciso pegar cada força e elemento, traze-lo para a mesa do laboratorio, aplicar o mecanismo da evolução darwiniana e obter processos biológicos. E eu exigiria que isso fosse feito em ambiente esterilizado sem contacto com o ar natural, como exigiu Pasteur. Nem Jack nem ninguem nunca apresentou uma prova desta maneira. E a Matrix/DNA sugere que o que fez a quimica inorgânica produzir resultados biológicos foi um elemento vindo de fora da quimica inorganica que se infiltrou nos elétrons dos átomos terrestres envolvidos naquela química. Porem, tambem ainda não provei isso. Mas sera muito mais fácil para mim provar que o modelo astronomico da minha teoria existe e assim ficaria evidente a existência daquele elemento externo, do que Jack colher, isolar, cada elemento da Terra a 4 bilhões de anos atras, e provar que teriam se transformados em principios biológicos. Apenas o tempo – que trara’ novas descobertas – poderá resolver este conflito, e eu, particularmente, sinto que o tempo estará a meu favor. Porem eu sou suspeito em dar opinião aqui, e sei disso. Parece que Jack não percebe que tambem e’ suspeito. Porque eu fui para a selva sem ter sido doutrinado por crença ou ideologia nenhuma e apenas colhi o que a selva tem de real para montar uma teoria, e Jack foi educado por profissionais de biologia que já tinham uma teoria não so’ preferida, mas sim eleita como incontestável.  Como prova que assim acreditam, lembro o enorme salto no escuro que Jack deu momentos atras ao pular das diferentes condições da vida para a afirmação que a vida veio da quimica orgânica   Uma ideologia.
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Momento 2;55
A seguir Jack aforma que a real questão e’ como conseguir sistemas químicos que apresentem evolução darwiniana ou se comportando biologicamente. Ok, mas não vale aqui apresentar sistemas químicos orgânicos já com vida ou processos biológicos iniciados. E’ preciso apresentar sistemas químicos inorgânicos. E que existiam na Terra naquela época. Mas claro, ele não vai apresentar isso e vai novamente dar outro salto no escuro.
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Momento 4:41
Jack diz que a questão principal e’ saber se essa transição da química para a biologia e’ um processo fácil – apenas uma serie de simples passos que nos ainda não entendemos por inteiro, ou se existe algum ” bottleneck” ( algum gargalo, pescoço de garrafa, bico de funil ), alguma coisa que faz a transição incrivelmente difícil e portanto rara, e o que ele pensa que devemos fazer e’ simplesmente ir no laboratorio e fazer simples experimentos tentando trabalhar varias possibilidades e ver se assim nos conseguimos conclusões sobre como a vida começou.
Matrix/DNA: Novamente ele esta’ sendo contraditório pois ele ja obteve sua conclusão de como a vida começou: transição com transformação da quimica inorgânica para processos biológicos pela teoria darwiniana da evolução.
Ora, existem muitas outras possibilidades para explicar como a vida começou. Não se discute que substancias da quimica organica tenham sido ingredientes da vida. O que se discute e’ se todos os ingredientes da vida primordial estavam naquela quimica inorganica da Terra e se foram meramente passos ao acaso que dirigiram esta transformação. Pode ter ocorrido por exemplo, a presença de alguma civilização inteligente fazendo experiencias cientificas, ou ela mesmo espalhando esta vida. Nessa hipotese perfeitamente possivel, o ingrediente que nao estaria na quimica inorganica da Terra seria a força aplicada pela inteligencia alienígena. Pois ao menos a nossa teoria, sugere outra possibilidade. A de que os ingredientes da quimica inorganica foram antes modelados para se tornarem sistemas não inorganicos por um elemento vindo de fora da quimica inorganica da Terra. Então esse elemento estava tambem na quimica inorganica, mas apenas desde que começou a transição e não antes.
E esse elemento passou para os primeiros sistemas organicos. Alem disso, o processo aplicado para dirigir essa transição não foram passos ao acaso, mas sim um principio inorganico rudimentar da genética – tal como e’ explicado na Matrix/DNA Theory. Não existe um gargalo apenas, mas sim um tunelamento, um principio universal produzindo e dirigindo a vida onde as condições ambientais sejam boas searas.
Parecem diferenças pequenas mas o fato e’ que estas diferenças mudam totalmente o conceito, o significado e o sentido da existência deste mundo e da vida. Sao duas diferentes visões de mundo, cada uma construiria um sistema social e uma civilização humana bem diferente da outra. Portanto, e’ uma diferença fundamental, uma questão de vida ou morte para a Humanidade, pois uma visão de mundo pode levar ao sucesso da humanidade e outra pode levar a sua extinção. E eu particularmente conclui que a visão de mundo da academia atual levara a humanidade a sua extinção, enquanto a minha levaria ao sucesso. Mas como sempre, sou suspeito em dar essa opinião.
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Mecanismo de Reparação de Erros do DNA: Explicação pela Matrix/DNA Theory

quinta-feira, outubro 27th, 2016
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Esta explicacao me ocorreu agora ao ler um debate num video, cujo link e’:
( Titulo: Jack Szostak: Reconstructing the First Cells)
and one more question to Jack, It is regarding DNA repair: How the cell knew, that the DNA is unstable and there will be DNA copy-errors after each DNA division? How the cell knew there will be a lot of errors? Where the DNA repair mechanism came from?
Louis Charles Morelli – Out (10)/27/2016
I am not Jack and I am sure his answer would be different. From Matrix/DNA Theory the answer is: The building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides) are reproductions of a unique system ( the system is LUCA, as you can see its face at our website). Like among 8 billions humans there is no one exactly equal like other, these building blocks are different because the sum of them composes the system in a larger size (which is the complete DNA). It is like small fractals composing a big fractal. So, the copy of building block that had some error will be corrected by the circuity of the larger system.
The problem is that only Matrix/DNA got the real complete and working natural system Academic science does not know it. Then, the academic science does not know to think systems. They are confusing system with parts of systems and processes between parts. Like Dr. Jack here says that membrane is a system. It is not, it is a part of a system, the system is the cell. Every natural system has its own identity ( a kind of mind of the system) which is composed by the sum of information of all parts, plus the information that arises inside the system due interactions among parts. If it is an opened system, there are the information with the external world also. This identity performs the energetic/informational circuity of the system, which is its identity. Like te brain produces the mind. And this happens with all natural systems, from atoms, to galaxies, to cells.
We can think with an example: We have a social system called USA. The social system is composed by individuals, which are systems themselves. If are born criminals that prejudices the social system, the criminal is expelled or corrected in the jail. Where humans’ social systems learned doing this? Humans social systems are big fractals coming from smaller fractals which already was doing it, like the DNA.