Archive for janeiro, 2017

Um átomo gigante para capturar partículas de universos paralelos?!

quarta-feira, janeiro 11th, 2017

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Humanos são quase cegos e insensíveis. So’ vemos uma das sete faixas reveladas pela luz universal, sentimos apenas os objetos que vemos, o que significa que aqui onde estamos existem mais seis universos, cada qual um mundo próprio igual ao nosso. Dizem que 95% do universo é composto de dark matter e dark energia… mero engano. E’ dark, é escuro, porque nada vemos. Mas não existe dark matter, existem sim, mais seis tipos diferentes de substâncias, digamos materiais, ocupando estes 95%. Mas como no final, depois de percebido que as ultimas partículas do nosso Universo são coisas também vazias, todos estes sete universos no final são vazios… o que restam são forças.

Claro, nos temos que nos esforçar-mos para tentar captar estes outros universos, ao menos por enquanto, os dois vizinhos nossos. Para isso tenos que desenvolver mais os nossos atuais cinco sensores e adquirir sensores novos. E temos que desenvolver estes instrumentos que são extensões dos nossos sentidos.

Mas agora um grupo de cientistas vieram com uma ideia nova, nunca pensada antes: construir um átomo gigante que seja capaz de absorver partículas de outros universos. Trata-se do átomo de Rydberg, chegando a ser 4.000 vezes maior que o átomo comum! Sera’ mesmo? Na cosmovisão deles – em que os 95% estão ocupados por dark matter – estão atras de capturar partículas de dark matter.

Vamos ver a noticia e registra-la aqui para posterior pesquisa:

How Giant Atoms Can Help Unlock Secrets of Dark Matter

http://www.msn.com/en-us/news/technology/how-giant-atoms-can-help-unlock-secrets-of-dark-matter/ar-BBy2Sda?ocid=wispr

Pesquisa:

espectro-eletromagnetico

 

Rydberg atoms –

http://www.phys.uconn.edu/~rcote/Projects/Rydberg/Rydberg.html

Website construcao: Como divulgar o blog e outras coisas a fazer no blog

terça-feira, janeiro 10th, 2017

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Como divulgar um Blog?

  1. Redes Sociais
    Não use as redes sociais apenas como um depósito de links, esperando que as pessoas vejam e cliquem aleatoriamente. Interaja com o público, participe de debates, grupos e publique buscando engajamento e relacionamento com aqueles que gostam dos mesmos assuntos que você aborda no Blog.
    Tenha um perfil completo para você e para seu Blog na maior parte das redes sociais que forem relevantes para seu público, mesmo que sirva apenas para garantir o nome. Se alguém tentar encontrar seu nome ou seu Blog, poderá ver suas referências lá.

Eu: Ainda nao procurei nas redes sociais as pessoas que gostam do assunto do meu blog. fazer isso.

Fóruns de debates

  1. Fóruns de debates
    Existem milhares de fóruns especializados nos mais variados temas e, com certeza, existe algum que trata sobre o assunto principal do seu Blog. Use estes espaços para construir credibilidade entre estas pessoas.
    Uma dica: conheça o Fórum Blogueiro.PRO – http://forum.blogueiro.pro – onde você pode interagir, debater e tirar dúvidas com outros blogueiros sobre a blogosfera e a vida de quem trabalha e desenvolve Blogs.
    1. Técnicas de SEO
      Não pense nas técnicas de otimização para os mecanismos de busca apenas como método para aparecer no Google. Use estes conhecimentos para melhorar a qualidade de seu conteúdo e deixar mais agradável para as pessoas usarem.
      O Google é, sim, um lugar para divulgação do seu Blog e buscar melhorar a posição de seu conteúdo nos resultados orgânicos faz parte da estratégia de divulgação, uma vez que as pessoas mais engajadas e interessadas num assunto, estão fazendo buscas sobre ele.
      Veja este artigo: 5 dicas para aparecer bem posicionado no Google

5 dicas para aparecer bem posicionado no Google

Siga o Ferramentas Blog: Canal no Youtube | Facebook | Twitter | Google+

Todo blogueiro quer receber muitas visitas no Blog e para isso tem que aparecer bem posicionado nos resultados orgânicos do Google. Esta é a principal fonte de tráfego para a maioria dos Blogs e existem coisas importantes para tornar isso possível. O Google leva em consideração diversos fatores, onde boa parte deles você tem controle e pode melhorar na estrutura de seu conteúdo no Blog.

Separei aqui 5 dicas que vão te ajudar a melhorar suas chances de aparecer nos resultados de busca do Google. Com estes passos será mais fácil gerar visitas naturais para o seu Blog, atraindo um público sempre crescente. Assista o vídeo, leia as dicas abaixo e comente com sua opinião.

Video em : http://www.ferramentasblog.com/como-aparecer-bem-posicionado-no-google/

Como aparecer bem posicionado no Google?

Não existe mágica ou truques especiais, secretos, para conseguir bons resultados e ter o blog bem indexado nos buscadores. Todos têm condições de conquistar este espaço se ficar a coisa certa. Então, dá uma olhada nessas dicas para seu Blog.

  1. Conteúdo é a base de tudo
    Você já ouviu isso milhares de vezes e esta é a base para conquistar o Google. Crie conteúdo relevante, útil, original e de qualidade, pois é isso que as pessoas querem encontrar e é isso que o Google vai analisar na hora que chegar em suas páginas.
    São as publicações do Blog que serão indexadas e o Google quer ver texto em suas páginas para poder analisar. Tente ser o mais original e com o máximo de qualidade possível para se destacar na comparação com seus concorrentes.
    Leia também: Como otimizar conteúdo do Blog do jeito certo.
  2. Crie um Sitemap e use o Search Console
    É pelo sitemap que o Google consegue acessar mais rapidamente a estrutura do seu Blog e encontrar tudo o que está publicado lá. Isso dirá aos buscadores quais são os links, a relação do conteúdo com todo o blog e quais os caminhos.
    Além disso, o Search Console é a ferramenta perfeita para você entender como o Google vê seu conteúdo, se existem erros e problemas a serem corrigidos.
  3. Escolha um assunto bem definido
    Não adiante muito ter um blog que aborda dezenas de assuntos e tópicos. Isso dará mais trabalho para produzir conteúdo, atrapalha a análise do Google sobre o contexto de seu Blog e dilui a relevância. Otimize a produção de conteúdo e se especialize em um tópico, aprofundando cada vez mais aquele tema para se destacar como autoridade naquele nicho.
    Isso pode te ajudar: A estrutura do Post para Blogs de Elite.
  4. Mantenha o foco num público alvo
    Pense nas pessoas que você quer atingir com o conteúdo do seu blog e como isso será útil para esse público. Ao publicar coisas novas, tente direcionar sua linguagem, interligue as categorias e resolva os problemas mais comuns de quem gosta daquele tema específico.
  5. Aplique técnicas de SEO
    Com tudo isso bem organizado em seu Blog, agora e possível aplicar as técnicas de otimização para mecanismos de busca (SEO). Dedique tempo para estudar as melhores práticas para deixar seu Blog mais amigável ao Google.

Recomendo que conheça o treinamento “Blogueiro de Elite” – http://blogueiro.pro – para aprender melhor como ser um blogueiro profissional, aplicando as melhores técnicas de SEO, além de descobrir como ganhar dinheiro com seu Blog e produzir conteúdo realmente de qualidade para seu projeto

m milhares de fóruns especializados nos mais variados temas e, com certeza, existe algum que trata sobre o assunto principal do seu Blog. Use estes espaços para construir credibilidade entre estas pessoas.
Uma dica: conheça o Fórum Blogueiro.PRO – http://forum.blogueiro.pro – onde você pode interagir, debater e tirar dúvidas com outros blogueiros sobre a blogosfera e a vida de quem trabalha e desenvolve Blogs.

  1. Guest Post e Artigos Patrocinados
    Interaja com outros blogueiros e busque parceria para troca de conteúdo fazendo Guest Post – escrevendo como convidado em outros Blogs. Este pode ser o método mais eficiente para engajar um novo público que normalmente você não atingiria.
    E se não for possível ter este nível de parceria, pense em estratégias para comprar conteúdo em outros blogs, especialmente aqueles que são grandes referências e tiverem valores viáveis.
    Recomendo que veja: Como fazer Guest Post corretamente e crescer seu Blog?
    1. Guest Post e Artigos Patrocinados
      Interaja com outros blogueiros e busque parceria para troca de conteúdo fazendo Guest Post – escrevendo como convidado em outros Blogs. Este pode ser o método mais eficiente para engajar um novo público que normalmente você não atingiria.
      E se não for possível ter este nível de parceria, pense em estratégias para comprar conteúdo em outros blogs, especialmente aqueles que são grandes referências e tiverem valores viáveis.
      Recomendo que veja: Como fazer Guest Post corretamente e crescer seu Blog?
    2. Vídeos no Youtube, Facebook, Instagram…
      Aprenda a produzir vídeos e ocupe o máximo de espaço que você for capaz com este formato de conteúdo. Os vídeos estão dominando a internet e são o tipo de conteúdo preferindo entre a maioria dos usuários.
      Some seus textos aos vídeos e busque aparecer bem posicionado nos resultados no Youtube. Esta plataforma é grande fonte de tráfego, fidelização e engajamento com o público, levando mais gente até seu Blog.
      Você pode achar interessante: Eu mostro quanto Dinheiro Ganho com Youtube
    3. E-mail Marketing e sistemas de Pushing
      Não sou muito fã do e-mail marketing, mas reconheço sua eficiência em fidelizar o público, se for bem trabalhado e se você tiver conteúdo interessante.
      Somado a isso existem os sistemas de notificação (como este sininho vermelho que você está vendo aqui no canto da página) e que pode ser muito bom para manter seu público em contato com as novidades do Blog.
      Conheça: Como ativar notificações de Conteúdo p/ seu Blog: OneSignal Web Push
    4. Call to Action
      Incentive seu público a divulgar, clicar em seguir, compartilhar e curtir seu conteúdo. As chamadas para ação ajudam a promover o Blog de forma espontânea e natural e é sempre mais eficiente quando o próprio visitante tem vontade de recomendar a página que visitou.
      Engaje seu público para que ele multiplique seu presença.
      Veja este vídeo: O poder do “Call to Action” p/ Blogs

    Claro, existem muitas outras formas de divulgação e tenho certeza de que você já conhece estas. Mas agora tem que colocar em prática, começar a usar e ser o mais frequente e recorrente possível.

    Não adiante saber que um recurso existe se não for usado. Especialmente para divulgar um Blog, o empenho tem que ser diário

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Claudio Moraes asked 13 horas ago

È valido  hospedar fotos em outros sites e  daí  expor  em seu site na intenção de deixar o site mais \”leve\” ?

Marcos Lemos answered 12 horas ago

Claudio,
Sim, com certeza. Especialmente se você usa um serviço de hospedagem e não quer deixar o blog lento, pode usar serviços como o Google Drive para hospedar imagens e outros arquivos, subir seus vídeos no Youtube e em outros sistemas, apenas incorporando em seu Blog.
O que NÃO se deve fazer é usar imagens de outras pessoas e incorporar em seu blog. Senão a outra pessoa fica com o peso do tráfego de dados e do acesso.

Adriano replied 11 horas ago

Concordo com o Marcos e lembre-se: Hospede as fotos em um lugar que você tem controle, pois, se você se aproveitar de fotos de outros sites, essas podem tirar o conteúdo do ar e no seu blog, a imagem ficará quebrada.
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O curso online Blogueiro de Elite custa U$ 157,00 dolares.

Exoplaneta Faz Astrônomos Revelarem que a Formação de Planetas Ainda é um Mistério

terça-feira, janeiro 10th, 2017

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Hubble Detects Signs Of A Young Exoplanet

http://www.msn.com/en-us/news/technology/hubble-detects-signs-of-a-young-exoplanet/ar-BBy4RbS?ocid=wispr

Eu não consigo entender isto. Basta ler qualquer livro pedagógico destinado a educação escolar que se encontra detalhadamente descrito o processo de formação de planetas, estrelas, etc. Nem avisam mais que trata-se de uma teoria, vão direto afirmando que os planetas surgem assim e assim. Mas só os educadores burocráticos que elaboram ou aprovam este curriculum escolar que “sabem” a verdade, pois os cientistas astrônomos não sabem! Vejamos este paragrafo nesta notícia (traduzido a seguir):

Scientists hope that by studying the protoplanetary disk around TW Hydrae, they would be able to understand exactly how planets form — a process whose exact mechanism is still shrouded in mystery. (Os cientistas esperam que estudando o disco protoplanetário em volta de TW Hydrae, eles poderiam ser capazes de entender exatamente como o planetas são formados – um processo cujo exato mecanismo ainda esta’ envolto em mistério.)

Pois bem, estão mentindo para nossos filhos, esta nova geração de cuja visão do mundo vão depender eles e as próximas gerações para sobreviverem ou serem extintos para sempre. Na minha opinião esta mentira tem um motivo: eliminar a idéia de algum sentido sublime para a existência incutindo definitivamente no ideário humano que toda existência é obra do acaso. Pois a teoria sendo ensinada se resume em geração espontânea por acaso, dos planetas. E’ a ideologia dos grandes predadores humanos que assim se justificam no seu comportamento de rapina a seu bel prazer, pois não terão que enfrentar nenhuma justiça sublime alem da humana que eles mesmos elaboram.

Como eu não mantenho nem o instinto animalesco para predador nem o instinto para ovelha – porque vim da desclasse social desideologizada – fui buscar a minha própria visão de mundo e nessa busca elaborei uma teoria do tudo que ha’ neste Universo, portanto, também uma teoria astronômica. E nos meus modelos astronômicos, a formação de sistemas astronômicos obedece não ao acaso nem a uma criacao magica de algum magico sobrenatural, mas sim ao processo conhecido para a formação de sistemas biológicos, descontadas as complexidades adquiridas no intermeio evolutivo entre estas duas formas de sistema. E assim como encontrei um motivo sublime na formação celular, este motivo também foi encontrado na formação astronômica. Mas,… ainda é teoria contra teoria, ninguém conseguiu derrubar a minha e eu não consegui derrubar a deles… que ainda esta envolta em mistérios. O que me deixa indignado é essa pregação no estilo religioso transmitindo o que é teoria como se fosse verdade cientificamente comprovada. E fico indignado ainda porque de tudo que vejo na Internet e no mundo hoje em geral eu sou o único no mundo que esta gritando que isso é teoria, não é verdade cientifica, enquanto os pais, que deveriam ser os mais interessados na salvação da mente de seus filhos, se calam inertes. Como parte da minha militância, aproveito sempre a oportunidade de dar uma cutucada nos autores e comentaristas destas noticias, como fiz aqui e copio a seguir:

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 Louis Charles Morelli · jan-01/10/2017
This is important for several things, but one is fundamental: when you see something that you desire at a long distance, you will find the way to get there. Thanks NASA.
About the planet formation, it is possible that astronomers are forgetting a very important issue. Accordingly to my different method, must have two process for astronomic systems formation, as we had two different process for cellular system formation. One, the first and initial process, was by symbioses. Then, the system learned how to reproduce itself, by self-recycling the resulting dust of a died system. I have all details about the bodies formation at the first process, but I did not get yet the second process. If this is a young system, it must be formed by the second, like our own solar system. We need to search the differences between the symbiontic cellular formation and the automatized cellular reproduction for inferring how our ancestrals astronomic systems do it.
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Chris Hood ·- Works at Reformou-se
This is not important in our lives. NASA has spent Trillions on worthless endeavors. Stop bleeding us dry. Oh, the military complex is running the show. I guess we need the military in space.
Louis Charles Morelli · to – Chris Hood
Oh, yes… and your opinion is that humanity deal only with the terrestrial issues, till the day that this planet and star – which are under transformations – does not support life here anymore. Thanks to NASA, we will be able to destroy a meteorite before it destroy us, and we will be able to leave at other young planet escaping from extinction here. If we listen you, we will be caught like the dinosaurs.
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People do not have a clue as to the expanse of the UNIVERSE. Our CREATOR has infinite things going on throughout eternity that mankind has no way of even starting to comphrehend. “The Start (of) Your Life, Your Future” is a book that should be read by everyone on Earth. If you believe what it says it will change your life for the better forever.

Louis Charles Morelli · to – Carol Harmon

“Our CREATOR has infinite things going on throughout eternity that mankind has no way of even starting to comphrehend.”
And because the Universe is so big and complex you has no way of even start to comprehend the Universe, then you prefer the theorists of magical thinking that imagined they know the thru inventing a ghost magical creator and believing that eternity is a proved fact. The unique thing that can be eternal os transformation, evolution, because everything we know are transformed, nothing went to be eternal.

Motor perpetuo: O desejo Humano Inconsciente Que Vem desta Ancestral Via Lactea mas Proibido Pelo Universo

segunda-feira, janeiro 9th, 2017

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Inspirado no artigo:

10 tentativas fascinantes de criar movimento perpétuo

http://misteriosdomundo.org/10-tentativas-fascinantes-de-criar-movimento-perpetuo/

10 tentativas fascinantes de criar movimento perpétuo

E’ o sonho inconsciente de muitos humanos existir num estado de movimento perpetuo, alias, este era o estado eterno na fábula do paraíso de Adão e Eva. Esta tendência humana vem do instinto herdado dos animais grandes predadores ( o paraíso do leão seria um inalterável grande território com as ovelhas pacíficas, em ordem eterna). Mas não foram os animais que inventaram esta tendência, ela vem de muito antes das origens da vida. Está na essência da matéria (massa mais energia) buscar ao infinito um estado de equilíbrio perpetuo eterno, cujo outro nome seria ” sistema fechado em si mesmo”.
E a matéria quase conseguiu isso quando se formaram os sistemas astronômicos. Pode-se ver na formula natural para todos os sistemas naturais e ciclos vitais ( acho que tem apenas no meu website) como funciona um sistema fechado, um motor quase perpetuo, pois funciona no mínimo 10 bilhões de anos, e e’ justamente o building block das galáxias. Ocorre que o Universo ( ou seja la quem o tenha criado) não admite nenhum sistema fechado eterno, então acima das galaxias veio a Lei de Clausius, a termodinâmica da entropia, pela qual partículas se desviam do circuito sistêmico deteriorando o sistema.
O segredo daquele motor perpetuo montado pela Natureza esta em que o fluxo de energia que carrega o movimento de repente se divide em dois sendo que sua energia-metade retorna a fonte do movimento para se encontrar com a massa degradada e reiniciar o ciclo. Alias o corpo humano faz isso quando em sua meia-idade destina uma cópia de si para recria-lo, perpetuando a especie.
Esta formula devera ser a base para instalar-mos um sistema de produção automático, perpetuo, livrando-nos do trabalho rotineiro escravo. Sua fonte será retroalimentada pela energia solar mais a reciclagem do lixo resultante da produção. Então implantaremos na Terra o paraíso do Éden que na verdade foi o estado de existência desta nossa ancestral que e’ a Via Láctea. Este sistema produtivo robotizado foi profetizado por Huxley no ” Admirável Mundo Novo” e Orwell com seu ” O Grande Irmão”. O problema, o risco que corremos, e’ não nos acomodar-mos como quer a matéria do nosso corpo e do corpo desta galáxia, em termos mentais, pois assim seríamos apenas mais uma peça robotizada do sistema com pretensão de gozar a vida eternamente nesta forma precária e incompleta que nos encontramos.

Videos e-Aula USP

domingo, janeiro 8th, 2017

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Aulas academicas em vídeo grátis (ciências,etc.)

Videos e-Aula da USP

http://eaulas.usp.br/portal/home.action

13,8 bilhões de anos lutando, trabalhando, evoluindo, para agora ir para o lixo e morrer?!

domingo, janeiro 8th, 2017

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Eu desafio qualquer ser humano a encontrar um erro qualquer na logica deste raciocínio que conclui sem outra alternativa, que nossa auto-consciência é imortal. Se encontrares por favor, me avise, pois eu quero a Verdade e não fantasias. Então, vamos la’…

O DNA já existe na Terra a 3,5 bilhões de anos, mas ele avança dividido em enxames, não como um, individual. Ele não vem como uma arvore da vida, em que o tronco cresce e emite galhos a sua volta. Ou existiria uma família secreta oriunda diretamente do cepo primitivo original (ou Adão e Eva?) que continua até hoje carregando o exemplar essência, enquanto todas as outras famílias seriam meros suportes? Não creio.

Este enxame vem se afunilando ao mesmo tempo que se alargando. No bico do funil estão as copias de DNA carregadas pela especie humana, as quais vem aumentando, se alargando, enquanto as copias que vem nas demais especies estão diminuindo,… assim parece. Neste enxame das copias humanas, muitos exemplares não se reproduzem, e assim terminam a historia de sua existência, de 3,5 bilhões de anos, lutando uma luta apenas comparada `a incrível e tortuosa saga dos espermatozoides para alcançarem o ovulo antes de morrerem. A maratona locupleta de obstáculos mortais do espermatozoide demora algumas horas, enquanto a destas copias humanas que estão indo para o lixo, levaram 3,5 bilhões de anos!

Mas… isto não é nada! O DNA que surgiu na Terra veio de outro enxame, constituídos por seus tijolinhos básicos: fótons-genes vindos dos corpos astronômicos. Se denominamos aqui o conjunto de todas estas copias com o nome de “DNA”, devemos denominar o conjunto de todas aquelas copias que vieram dos astros com o nome de Matriz/DNA. Porque o que existe mesmo é a matriz universal, sendo o nosso DNA apenas uma das diferentes formas que essa matriz tem assumido, a forma “biológica”.

( Um aviso: alguém pode argumentar que aqui sai do raciocínio logico. Um grupo dirá que o DNA foi criado por magica por um Deus, e outro grupo vai dizer que o DNA foi criado pelo acaso absoluto, por acidente. Os dois grupos saíram da linha evolucionaria natural que produz sua razão pura, bruta, natural, fria e calculista. Ambos apelam para imaginações e fantasias, pois eu nunca vi sobrenaturais, nunca vi magicas, e nunca vi acidente algum construindo algo complexo. Todos os acidentes que vi destruíram algo complexo reduzindo-os a partes mais simples. Por outros lado, a evolução não foi criada pela matéria estupida e deste planeta, ela veio da historia cosmológica, onde a evolução existe e com os mesmos mecanismos nas suas formas evolucionarias mais simples. Os astros como as estrelas emitem luz, cujas partículas são fótons. Os astros escuros como os planetas possuem estes fotos na matéria incandescente de seus núcleos. estes fótons carregam as informações de onde vieram. Nosso modelo teórico astronomico não deixa duvidas quanto a isso. os dois grupos com amente povoada de fantasias deveriam tomar um banho se de selva bruta, a natureza pura, virgem real, como eu tomei por sete anos. E’ um banho mental muito saudável pois limpa as sujeiras desta cultura milenar que impregna e entorpece nosso raciocínios naturais).

E da mesma forma que todos os DNA’s habitando a superfície do planeta Terra vieram de um único individuo que se formou primeiro aqui como síntese daquele enxame de fótons-genes, assim também todos os DNA’s astronômicos habitando todos os sistemas astronômicos vieram de um cepo primitivo comum, dentro da primeira estrela que se se formou no Universo. E vamos calcular que este cepo primitivo astronomico existiu a 10 ou 12 bilhões de anos atras! Mas a Historia da Matriz/DNA não começou nem ai…

Ela veio dos átomos, ou mais exatamente, do sistema atômico. O Universo era apenas uma nuvem de átomos leves, gasosos, o que significa que os fótons-genes constituíam também um enxame de copias, que se afunilaram gerando a primeira estrela. Então este enxame de DNA’s na forma eletromagnética vieram também de um cepo primitivo comum, o primeiro átomo de hidrogênio que foi formado a partir de partículas simples. Podemos calcular que este cepo do ancestral do nosso DNA moderno existiu a 13 bilhões de anos atras!

Mas… a historia do nosso DNA moderno também não pode ter começado dentro de partículas. Se a unidade fundamental de informação, o verdadeiro tijolinho básico de todas estas formas de DNA, é um bits-informação gravado num fóton, e fótons são partículas de ondas de luz, o cepo primitivo comum na origem do Universo deve ter sido uma onda de luz,… emitida pelo Big Bang, ou mesmo o próprio Big Bang em si. Não é por coincidência que os poucos fatos reais que a Ciência tem para conjecturar que houve um Big Bang, tem seus processos exatamente imitados, ou reproduzidos, no ato da fecundação de um ser humano. Cada corpo humano nasce de um mini big-bang que ocorre no centro de um ovulo quando “explode” a membrana que envolve um espermatozoide e libera a cavalaria montada pelos genes. Ai tem um momento de caos, começam a se formar as bolotas de morula de células que imitam a forma de nebulosas de átomos, depois as maiores chamadas de blástulas, que imitam as formas de galaxias… tudo igual aqui como la’ em cima a 13,8 bilhões de anos!

Mas dessa que pode ser chamada de a mais incrível historia do mundo, o que realmente me deixa indignado e’ saber que algumas copias destas entidades que vem lutando pela vida e pela sua evolução a 13,8 bilhões de anos, de repente interrompem tudo e morrem para sempre! E aqui na Terra, e neste curto lapso de tempo da historia biológica! Realmente, não faz sentido.

O que produziu o big-bang que produziu o seu corpo foi um casal de humanos, a especie humana. E dentro de seu minusculo universo de 9 meses, surgiu este fenômeno denominado “auto-consciência”. Mas não foi seu cérebro embrionário que inventou a auto-consciência pela primeira vez no outro  maior universo que envolvia seu pequeno mundinho. Não pois ela já existia la fora. O fato é que ela existia no DNA que veio daquele casal, de forma inerte, oculta, dormindo, e atravessou suas fases de morula, blastula, feto, dormindo, para só acordar quando um cérebro formado a acordou.

Ora, já vimos que nossa embriogênese imita tudinho o que aconteceu na origem do nosso grande universo. Então, aquela onda de luz composta de fótons-genes presente no momento do Big Bang só pode ter vindo de quem a emitiu, tenha sido esse “quem”, um par-casal ou um sistema hermafrodita. E se no seu minusculo universo embrionário de 9 meses, a auto-consciência que veio de seus pais despertou por volta dos 7 ou 8 meses, no universo grande, cuja escala de tempo é astronômica e não humana, estes 7 meses significam 13,8 bilhões de anos. Não importa, a medida de tempo é relativa a cada tipo de observador: o tempo de um observador microscópico como o humano é muito menor que o tempo de um observador do tamanho deste universo. Então, para o casal – ou hermafrodita – de “nem-posso-imaginar-que forma-e-feito”, que emitiu aquela Matriz/DNA constituída de luz, e que existe antes e alem deste grande universo, estas bolhas de auto-consciência que cada humano traz dentro de suas cabeças nada mais são que embriões de uma ninhada… ou genes para auto-consciência. Que estão se desenvolvendo dentro do tempo normal, para quem é maior e mais velho do que o grande universo.

Mas uma coisa esta’ pegando ai, nessa historia toda… Da mesma forma que a sua auto-consciência surgiu dentro de seu minusculo universo embrionário apenas porque ela já existia antes e fora dele, a auto-consciência só foi expressada pela Matriz/DNA e surgiu dentro do grande Universo, porque existia antes e fora dele. Claro! E’ tudo igual, assim como é embaixo, é em cima. Se não fosse assim, estas incríveis coisas que existem embaixo, aqui e agora, perante nossos olhos, teriam sido criados por magica por este grande Universo, e magicas não existem. Então, seja o casal, ou seja um hermafrodita, o emissor do genoma denominado Matriz/DNA tinha que ter, obrigatoriamente, auto-consciência!

Mas nossa auto-consciência ainda esta na fase embrionaria, ou talvez seja uma recém-nascida, ainda nos últimos minutos do tempo universal. Prova disso é que nossa auto-consciência nem abriu seus olhos próprios de ver as coisas de sua dimensão, de seu mundo, pois nem viu ainda a substancia que constitui seu corpo e a forma de seu próprio corpo. Assim, não temos como imaginar o que realmente é o poder dessa auto-consciência desenvolvida dentro do grande Universo. Deve ser algo muito, mas muito grande, poderoso, deve saber tudo de tudo. E se sabe tudo de tudo, o casal ou o hermafrodita que a possui tem que saber que esta gravido, que carrega em si um ovo fecundado, este nosso Universo. E por isto teria que estar tomando todo cuidado para que seu bebe, que vai nascer na forma de auto-consciência – sem essa matéria pegajosa e incomoda – se desenvolva de forma perfeita.

Ora, como é isso se tem genes deste baby morrendo e indo para o lixo?! Se estes genes dentro do embrião estão sujeitos a todos tipos de tragedias, de predadores, etc.? Decididamente algo ai não faz sentido,… a não ser que o tal casal viva continuamente embriagado, largando tudo ao deus dará…  Mas ainda assim tem um porem…

Sabemos que na evolução biológica, houve uma fase dos ovos botados fora e a prole abandonada a própria sorte, sujeita a todo tipo de tragedias e predadores. Foi no período desde o cepo primitivo biológico ate os repteis. Depois desta fase se seguiu uma fase em que a prole é mantida dentro, a prole nutrida e protegida até sua maturidade. E’ a fase que começou com a forma de mamíferos e vem até os dias atuais. Mas este processo não foi inventado na Terra. O nosso modelo astronomico mostra claramente que no cepo primitivo comum astronomico aconteceram as duas fases. Um “vórtice/panela de cozinhar” dentro do núcleo emite seus ovos de astros para o espaço, onde enfrentam os diabos, como a possibilidade de se congelarem no espaço frio interestelar. Mas depois de muito rodar, cada ovo encontra sua estrela quentinha e nutridora de energia onde se encosta até obter sua maioridade. Então isso deve ter acontecido ainda antes também, quando o cepo primitivo era apenas ovos de átomos. Então isto é uma lei geral, natural, universal, e o tal casal deve saber dela, e a respeita.

Mas ainda assim isto não me satisfaz. Se sou um pai ou uma mãe toda poderosa, ao diabo as leis da matéria, aos passos necessários para obter meus babies, se estas leis torturam e ameaça a perfeição de meus babies, eu as mudaria imediatamente, com uma medicina avançada. Porem,…

Algo interessante que se observa no caso astronomico, é que a fase dos ovos botados fora, na realidade não existe. Os ovos são botados fora pelo núcleo do sistema, mas nunca fora do total sistema. Deste, os ovos nunca saíram, sempre estiveram nutridos e protegidos dentro dele, portanto, o sistema determina que destes ovos surja apenas a perfeição.

Agora estou tentando projetar este processo sobre a evolução biológica, mas esta’ difícil de resolver o caso. Pois vejo indivíduos morrendo sob tragedias, etc., e não vejo estes corpos continuarem existindo sãos e salvos.

Ah…!!! Ah…., espera ai! Eu estava mentindo! Pois já disse la’ atras que meu ovo-cabeça carrega e desenvolve o embrião de um ser denominado “auto-consciência”, o qual ainda não abriu seu “terceiro-olho”, ou melhor, seu olho próprio, para ver seu próprio corpo. Então como posso dizer que estou vendo estes corpos sendo esmagados por tragedia, ou morrendo e indo para o lixo?! Se a lei universal mostra que ela determina que eles se desenvolvam e alcancem sua forma madura? Se vemos que do nosso minusculo universo, o genoma material de “carne e osso,.. iac” doado pelos nossos pais aflora para fora de nosso mundinho para encarar o grande Universo, então aquele genoma de onda de luz que foi esta especie de alma do mundo denominada Matriz/DNA também terá que aflorar para fora do grande Universo e encarar seja la’ que tipo de reino exista la’ fora! Claro! …. O que aflora fora do nosso universo embrionário não é a forma do genoma inicial, nem as formas do passado de blastula, peixinho, sapinho, feto,… o que aflora é a forma terminada igual `a da espécie que emitiu o genoma. E no caso do grande Universo esta ultima forma é a forma da auto-consciência! Nunca nenhum humano viu o corpo desta forma, portanto ninguém a viu morrendo, indo para o lixo…  As vezes cometo cada erro infantil que fico com vergonha de mim mesmo, raios!

 

Colesterol: Excelentes Vídeos

domingo, janeiro 8th, 2017

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Colesterol tornou-se um assunto de nosso interesse quando por acaso vimos uma figura do ciclo do colesterol no organismo e esta figura e’ uma copia exata da formula da Matrix/DNA. O tema foi para nossa pagina HOME onde tem a figura e depois nossas conclusões sobre a patologia do mau colesterol. Agora vemos excelentes vídeos sobre colesterol, que deve ficar aqui registrado para continuar nossas pesquisas:

https://www.youtube.com/watch?v=I8yoP-2wBXk

Published on Mar 6, 2012

PROF. MARCUS ELUCIDANDO AS POSSÍVEIS DÚVIDAS SOBRE BOM E MAU COLESTEROL.

Outros videos:

Curso de Bioquímica: Metabolismo do colesterol

https://www.youtube.com/watch?v=6ig4FNApfaU

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Me Salva! LIP08 – Transporte do Colesterol e Lipoproteínas

https://www.youtube.com/watch?v=ceIlr7QEo14

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Evidencia de Influencia de Universos Paralelos Sobre Nosso Universo

sábado, janeiro 7th, 2017

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Humanos são quase cegos e insensíveis. Qualquer objeto natural neste nosso mundo – seja uma pedra, a lua, um corpo humano – contem em si as substancias de sete universos paralelos, porem nos apenas captamos nestes objetos uma dimensão, um universo. Para entender isso sera’ melhor observar a figura do espectro eletromagnético abaixo.

Nos vemos apenas o que uma faixa de onda da radiação cósmica (a qual denominamos de luz e produz sete tipos diferentes de energia) nos revela, e sentimos apenas esta faixa dos objetos quando os pegamos com nossas mãos. Não é difícil entender isto se lembrar-mos que a Física descobriu que no minimo 95% do nosso sistema solar é vazio, apenas 5% e’ matéria tal como a captamos. Estes 95% de espaço vazio esta’ sendo suspeito de conter massa e energia escura ( segundo nossa perspectiva de quase cegos). Mas o sistema solar é uma especie de edifício que tem como tijolinhos fundamentais os átomos. Novamente quando se observa um átomo, ele aparece no minimo 95% vazio, sendo apenas cinco por cento constituído de matéria na forma de partículas. Acontece que quando vemos mais a fundo estas partículas (prótons, elétrons, neutrons) novamente volta o nosso pesadelo: elas são apenas 5% constituídas de partículas menores, os quarks, fermions, léptons. E quando vamos ver estas…

Enfim, o nosso mundo se resume, se reduz ao vazio. Parece que a matéria que percebemos de fato não existe, ela seria criacao da nossa visão e nossos outros sentidos sensoriais. Isto porque nossa visão e nossos sentidos são feitos com esse mesmo tipo de matéria. Então também nossa visão e nossos sentidos não existiria, … sobrando então apenas a mente, ou alma, como queiram chamar isso. Todas estas sete dimensões, ou universos, seriam construídos pelos fótons que resultam no final da propagação de uma onda (observe na figura abaixo a faixa F7, na extrema margem `a esquerda, quando o espectro da onda se decompõem em fótons), cujos fótons caem dispersos na substancia espacial e tentam desesperadamente retornarem a se comporem como uma unica onda e assim fazem o caminho reverso da onda, começando por construir o universo de F6, depois o de F5, etc, até chegar a fonte, que deve ser extra-universal, antes e alem do nosso Big Bang. Nesta situação estes fótons seriam escuros e negativos, contrastando com os luminosos e positivos que vinham na onda. Voltando a fonte significa que o filho prodigo perdido e vivendo no chiqueiro faz o caminho de retorno `a casa de seus pais… metaforicamente falando.

Eu descobri esta analogia com o mito cristão ( e as religiões orientais dizem mais ou menos a mesma coisa) quando botei os dois baloes de Yukawa nas origens do nosso Universo a rolarem num gráfico cartesiano ao sabor do tempo e do espaço mas dirigidos pelo mecanismo da evolução cosmológica. Os baloes se tornaram átomos, depois galaxias, etc., ate chegarem a forma de autoconsciência, mas neste ponto, o final da historia chega ao mesmo ponto de sua partida, mostrando que foi uma historia vazia, como e’ o nosso universo ( o gráfico chama-se ” Do Big bang ao Big Birth” foi feito na selva a 30 anos atras e não me lembro se o trouxe para este website ou se ainda esta no fundo de alguma gaveta esquecido. Ou se foi perdido na selva naquela vez que estava atravessando um igarapé quando notamos que tinha aqueles jacarés gigantes na água – o jacaré-acanga – e tive que jogar longe na água a pesada mochila para poder correr e me salvar. Perdi muitos desenhos e cálculos para conhecer o mundo em nome de salvar minha vida, uai! … Eu nunca concordei com a ideia de ter vindo ao mundo para ser apenas um almoço de jacaré).

No final o gráfico mostrou que a forma do nosso universo é a forma do DNA. Então percebi que meus neurônios – que foram realmente quem estava fazendo a experiencia – se auto-projetaram na pesquisa e assim, antropomorficamente, viram o universo a sua imagem e semelhança. Guiado por outra cosmovisão, Einstein morreu acreditando que o universo teria a forma cilíndrica. Bem, cilíndrico é a aparência de um filamento do DNA visto a distancia, então, de alguma forma, Einstein também não conseguiu evitar o danado do antropomorfismo, projetando a realidade humana, o próprio umbigo, como sendo a fonte de onde se projetaria a realidade do mundo. Dando prosseguimento ao vicio dos autores da Bíblia que se viram na face de seu criador. Então cheguei a conclusão que o Universo é relativo, ou seja, ele pode ter mil faces diferentes, cada uma para satisfazer o gosto de um observador. Ele se veste de acordo com o sabor do fregues que o observa. No gráfico vemos sete possibilidades de sete formas diferentes e isso veio mais tarde bater quando aprendi sobre o espectro eletromagnético com suas sete faixas visionarias. No fim, todas estas faces relativísticas que são reais nos seus pontos do tempo e espaço, formam um oitava face final… a face do nosso real criador, ou da fonte primeira destes sete universos.

Na minha cosmovisão da Matrix/DNA, este nosso mundo nada mais é que as coisas fabricadas por fótons misturados `a substancia do espaço – que pode ser essa dark matter e energia – fótons estes que escapam (devido a entropia da luz) das ondas de luz ( ou radiação cósmica), natural, e escapam do trecho da onda que chamamos de luz visível. Então nosso universo exprime ou expressa esta faixa com sua especifica frequência/vibração. Não temos ideia de onde vem essa separação por frequências/vibrações e porque é assim, pois isso vem de antes do Big Bang, do alem do nosso universo.

Mas cada uma das outras seis faixas da luz cria um universo especifico. E seus tijolinhos fundamentais não devem ser átomos como os nossos, são coisas que não conseguimos imaginar. Assim se levantam edifícios ate mesmo ocupando o mesmo espaço onde estamos, sem que tenhamos a menor percepção de sua existência. Eles devem serem constituídos também de apenas 5% de sua substancia fundamental e no fim devem serem vazios também. Mas não são os 5% que ocupamos e sim outros 5%. Então quando pegamos uma pedra, ela pode ter uma aureola de “matéria” deste outro universo, a qual atravessa nossas mãos, ou nossas mãos a atravessa, sem que a percebemos e sem que a vemos.

Mas não creio que estamos fadados eternamente a essa cegueira e insensibilidade. Na figura do espectro vemos que não existe faixa isolada, cada uma depende de todas as outras para existir, e elas se interagem, se conectam. Creio que com a evolução vamos desenvolver mais estes sensores limitados que temos no cérebro e inclusive desenvolver novos tipos de sensores que ainda nem conseguimos imaginar o que sejam. E esta evolução continuara’ a ser movida pelo feed-back entre luz e dark matter, melhorando nossos hardwares os quais por sua vez vão facilitando o retorno de nossos fótons que compõem nosso software/consciência. Com melhores hardwares nos impulsionamos o desenvolvimento da nossa consciência a qual parece ser a substancia fonte da luz natural. A nossa consciência ainda esta’ no estado embrionário ou de baby recém-nascido, pois ela nem sequer abriu os seus próprios olhos, para ver a forma de seu corpo e a substancia de que é feita. Tendo em vista nossa teoria, vamos agora ao artigo que como sempre, são as descobertas e avanços científicos e tecnológicos que estão nos proporcionando elementos para cada vez mais desenvolver-mos nossa cosmovisão. E este artigo apresenta novidades as quais já estariam previstas pelas bases da nossa cosmovisão, portanto, seria mais uma previsão acertada previamente, ou no minimo, mais uma evidencia arrolada para reforçar nossa cosmovisão. ( Não se desanime pelo artigo em inglês não ter sido ainda traduzido mas observe que no meio do inglês tem as nossas analises em português):

https://www.newscientist.com/article/2112537-smallest-sliver-of-time-yet-measured-sees-electrons-fleeing-atom/

Smallest sliver of time yet measured sees electrons fleeing atom

(traduzir)

It’s like catching light in action.

Matrix/DNA: Comecou bem. O que faz diferentes universos são as sete diferentes frequências/vibrações da onda de luz.

For the first time, physicists have measured changes in an atom to the level of zeptoseconds, or trillionths of a billionth of a second – the smallest division of time yet observed.

Matrix/DNA: Hummm… isto quase elimina o tempo do nosso Universo, ou seja, a linha que conecta varias formas diferentes de um único ciclo vital – em outras palavras, isto e’ isolamento e separação dos eventos, ou movimentos. Isto tornaria mais fácil para forças de um universo paralelo entrar no nosso universo através das brechas criadas por esta separação. Mais explicitamente dizendo, seria fótons escapados de uma frequência vizinha invadindo nosso espaço e ao penetrar nossos elétrons, ajuda-os a escaparem também.

In this case, the speed demon was an electron escaping the bonds of its parent atom. When light strikes electrons, they get excited and can break free from their atoms. The photon’s energy is either entirely consumed by one electron or divided among several. This electron ejection is known as the photoelectric effect, and was described by Albert Einstein in 1905.

Previous experiments studying this effect could only measure what happened after the electron was kicked out of an atom, says Martin Schultze at the Max Planck Institute of Quantum Optics in Garching, Germany.

 Now, he and his colleagues have seen the other end of the process. They measured the entire ejection of electrons from a helium atom from start to finish with zeptosecond precision (10-21 seconds), marking the smallest time slot ever measured.

Quick getaway

In a series of experiments, the team fired an unspeakably brief, extremely ultraviolet laser pulse at a helium atom to start exciting its pair of electrons. This pulse lasted just 100 to 200 attoseconds, or 10-18 seconds. But by making many readings and calculating their statistical spread, they were able to measure events at a rate of 850 zeptoseconds.

They also fired a near-infrared laser pulse, lasting just four femtoseconds (1 femtosecond is 10-15 seconds). This pulse was able to detect an escaping electron as soon as it was freed from the helium atom. Depending on the electromagnetic field of the laser pulse, the electron either accelerated or decelerated.

Matrix/DNA: Ok, então eles teriam feito dois universos paralelos (um formado por infravermelho e outro por ultravioleta) emitirem seus fótons e invadirem nosso universo. Cabe-nos agora puxar para cá o espectro e analisar a posição destes universos em relacao ao nosso.

 

Light - The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Systems and Vital Cycles

Light – The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Systems and Vital Cycles

Matrix/DNA: EXATAMENTE! Este tipo de satisfação nos propicia quando nossa visão de mundo acerta nossas previsões com os fatos reais! Temos o infravermelho como nosso primeiro vizinho universo paralelo `a nossa esquerda, e o ultravioleta como nosso primeiro vizinho `a direita. Pelo que deduzo da figura, o ultravioleta (onda mais curta, tempo mais acelerado) tende a acelerar o elétron, enquanto o infravermelho tende a desacelera-lo, e tornaria nosso mundo mais lento. 

“Using this information, we can measure the time it takes the electron to change its quantum state from the very constricted, bound state around the atom to the free state,” says Marcus Ossiander at the Max Planck Institute.

Matrix/DNA: Quando alcançamos o quantum state estamos atingindo o limite microscópico do nosso universo, o que significa que estamos nas fronteiras entre nosso universo e nossos dois vizinhos, `a esquerda ou `a direita. E’ compreensível que nesta fronteira, os fótons aprisionados em nossos elétrons tentem escapar para o lado de la da fronteira e montar o tipo de matéria que existe la’ ( que não deve ser uma matéria baseada em átomos como seus tijolinhos fundamentais).

The ejections took between 7 and 20 attoseconds, according to Schultze, depending on how the electron interacted with the nucleus and the other electron.

“We only need to know the time centre of the pulses very precisely, and our technique allows us to measure this to very high precision,” Ossiander says. “An even shorter pulse would give better time resolution, but the resolution can far exceed the pulse duration. We can confirm this by doing statistics for a lot of measurements and calculate the statistical standard error of the mean, which in our case is 850 zeptoseconds.”

The researchers were also able to measure how the electrons divided up the laser’s energy, taking an even or uneven share. In some cases, one of the two electrons grabbed all of the energy. Several factors influenced this energy split, from the quantum correlation between the electrons to the electromagnetic state of the laser field, Schultze says.

Two’s company

One reason for choosing helium is because it has just two electrons, allowing direct measurement of their quantum mechanical behaviour. For an atom with more electrons, some assumptions would be needed about how the energy was divided and the time taken for ejection.

The results are an important window into the quantum behaviour of atoms, especially how their electrons work, Schultze says. Understanding that could lead to insights into phenomena like superconductivity or quantum computing.

“There is always more than one electron. They always interact. They will always feel each other, even at great distances,” he says. “Many things are rooted in the interactions of individual electrons, but we handle them as a collective thing. If you really want to develop a microscopic understanding of atoms, on the most basic level, you need to understand how electrons deal with each other.”

Matrix/DNA: Porque um humano interage com outro humano? Não por causa de seus corpos brutos, materiais, os quais são insensíveis e cegos perante a presença de outros corpos. Nós interagimos devido ao software que temos em nossos corpos, aos quais chamamos de mente. Este software, seja no seu estado primitivo totalmente inconsciente ou no estado mais evoluído com um embrião de consciência como e’ o caso humano, e’ constituído de luz e o que interage são as suas diferentes frequências, de preferência na sequência de seu ciclo vital, como esta demonstrado na figura. Elétrons são os corpos-objetos cegos e insensíveis, não são eles que se interagem, mas sim os fótons de luz que estão dentro deles.

Visualisation of electron leaving atom

An electron makes its escape Schultze/Ossiander

Pesquisa:

extremely ultraviolet laser pulse

Vide: Cheap lasers could capture electrons in motion

https://www.newscientist.com/article/dn19255-cheap-lasers-could-capture-electrons-in-motion/

 

O que e’ Vida? A Morte e’ Real?

sexta-feira, janeiro 6th, 2017

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What Is Life? Is Death Real?

https://www.youtube.com/watch?v=QOCaacO8wus

E meu comentario postado no Youtube.

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Jan-01/06/2016

Matrix/DNA Theory has solved this problem 30 years ago, and the key here is “SYSTEMS”. All natural systems are composed by hardware and software. The words “life”, “living” are wrong concepts that makes no sense, it was created by ancient people that didn’t know systems and softwares. Thoday, those that does not know the universal formula that Nature has applied for crating systems (from atoms to galaxies to human bodies) also does not understand what is a natural system. The formula called Matrix/DNA creates matter picking up an initial non-animated object (let’s say, a star, a proton, an amino acid, etc) and makes that a wave of cosmic radiation (resulting from all seven kinds of electromagnetic radiations, from radio to gamma-ray,etc., aka, wave of light, which will perform the role as software) pass through it and be absorbed. Since that this wave has seven different frequencies/vibrations which are eternally in motion, the object is splitted and transformed into seven different shapes. It happens that the dynamics of that wave is just what we call ” the process of life’s cycles”. It is like picking up a human fetus and applying this wave, the fetus will develop into seven principal different shapes (embryo, baby, kid, teenager,etc.). So, the initial star will be a supernova, a red giant, star dust, black hole inside a quasar, a planet, a pulsar, a comet). Like the shape of kid is connected with the shapes of babies and teenagers by the life’s cycle, this astronomic bodies self-conected among them in the same sequence of the life’s cycle. Now we have a real complete system with the seven universal systemic functions. The cell system was made through symbiosis by six organelles plus nucleus by same process, so the atom with seven electronic orbitals. A system creates an identity that is the sum of informations of all its parts plus the informations from the exchanges of these parts. The identity is bigger than the system, controls everything inside the system, in a vital performance. The identity of yours brain is yours mind. It is the software, everything else is the hardware. So, life is the software made of waves of light emitted at the Big Bang. If you say that a human is alive, so, you must say that an atomic system, a galaxy system are alive too and that’s why Matrix/DNA discovered that the building block of galaxies has a cover of phenomena that all life properties that our body performs. And that the building blocks of galaxies has as template a formula that is the same formula/template of the building block of DNA… and atoms. The difference between our dynamic body (aka “life”) now and our stopped body under decomposition (there is no death for us)? The difference is that the hardware does not works but the working software will emigrate for a new and better hardware. This software was sleeping at atoms, dreaming at galaxies, began waken up at plants and animals, but, at human beings, it is still a embryo of consciousness, which have not opened its own eyes for to see its substance and shape of its body. This ex-machine embryo is the real “you”. Yours existence began at the Big Bang ( the fecundation) and you are going to your birth at the day of The Big Birth. More details in Matrix/DNA world view.

O que faz voce,voce?

quinta-feira, janeiro 5th, 2017

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( Copiar e traduzir este artigo. E’  muito importante sobre o conhecimento e teorias atuais da mente)

What Makes You You?

http://waitbutwhy.com/2014/12/what-makes-you-you.html

What Makes You You?

Ensaio do meu comentário a ser postado:

Congratulations, a collection of theories about the issue. There is another theory suggesting a new idea – the Matrix/DNA Theory. This theory introduces his theoretical model of the link between cosmological and biological evolution. It is the building block of galaxies (showed at my avatar above) which happens to be the same building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides). The difference is

Bons Comentarios:

Corneliu Coman ·

Hey Tim! I’ve asked myself the same question over and over again, since i’ve put a lot of effort into finding “who I am”. My conclusion was close to the “continuity” (I am who I decide to be-or become).

But there goes another dillema: does any of your neurons think “I’m Tim?” or “I am Tim’s Neuron?” or “I am Neuron #1.002.125 of Tim’s Body”? Probably no (how can we know)?

So imagine Earth (or countries or whatever bigger instance) as “the bigger organism” and YOU as the neuron from the example above. Would your previous arguments still stand? probably yes. cell have atoms, molecules, dna and organelles.

So, would you realize your identity is a part of something, and you are not a stand-alone organism? Or you are stand-alone, but you cannot live isolated, so you are completely dependant to other cells (people).

So, finally, my greatest dillema: why do I see the world through my eyes (my body’s eyes) and not through yours. Or his. Or hers? It doesn’t make sense that I should be confined to myself.
Can it because all of us together are the greatest organism and I am just a cell?
Or are we simpy unable (or unconscious) of our ability to perceive everybody else’s brains?

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Copia para ser traduzida:

When you say the word “me,” you probably feel pretty clear about what that means. It’s one of the things you’re clearest on in the whole world—something you’ve understood since you were a year old. You might be working on the question, “Who am I?” but what you’re figuring out is the who am part of the question—the part is obvious. It’s just you. Easy.

But when you stop and actually think about it for a minute—about what “me” really boils down to at its core—things start to get pretty weird. Let’s give it a try.

The Body Theory

We’ll start with the first thing most people equate with what a person is—the physical body itself. The Body Theory says that that’s what makes you you. And that would make sense. It doesn’t matter what’s happening in your life—if your body stops working, you die. If Mark goes through something traumatic and his family says, “It really changed him—he’s just not the same person anymore,” they don’t literally mean Mark isn’t the same person—he’s changed, but he’s still Mark, because Mark’s body is Mark, no matter what he’s acting like. Humans believe they’re so much more than a hunk of flesh and bone, but in the end, a physical ant is the ant, a squirrel’s body is the squirrel, and a human is its body. This is the Body Theory—let’s test it:

So what happens when you cut your fingernails? You’re changing your body, severing some of its atoms from the whole. Does that mean you’re not you anymore? Definitely not—you’re still you.

How about if you get a liver transplant? Bigger deal, but definitely still you, right?

What if you get a terrible disease and need to replace your liver, kidney, heart, lungs, blood, and facial tissue with synthetic parts, but after all the surgery, you’re fine and can live your life normally. Would your family say that you had died, because most of your physical body was gone? No, they wouldn’t. You’d still be you. None of that is needed for you to be you.

Well maybe it’s your DNA? Maybe that’s the core thing that makes you you, and none of these organ transplants matter because your remaining cells all still contain your DNA, and they’re what maintains “you.” One major problem—identical twins have identical DNA, and they’re not the same person. You are you, and your identical twin is most certainly not you. DNA isn’t the answer.

So far, the Body Theory isn’t looking too good. We keep changing major parts of the body, and you keep being you.

But how about your brain?

The Brain Theory

Let’s say a mad scientist captures both you and Bill Clinton and locks the two of you up in a room.

CH

The scientist then performs an operation on both of you, whereby he safely removes each of your brains and switches them into the other’s head. Then he seals up your skulls and wakes you both up. You look down and you’re in a totally different body—Bill Clinton’s body. And across the room, you see your body—with Bill Clinton’s personality.

CFO

Now, are you still you? Well, my intuition says that you’re you—you still have your exact personality and all your memories—you’re just in Bill Clinton’s body now. You’d go find your family to explain what happened:

CF1

CF2

So unlike your other organs, which could be transplanted without changing your identity, when you swapped brains, it wasn’t a brain transplant—it was a body transplant. You’d still feel like you, just with a different body. Meanwhile, your old body would not be you—it would be Bill Clinton. So what makes you you must be your brain. The Brain Theory says that wherever the brain goes, you go—even if it goes into someone else’s skull.

The Data Theory

Consider this—

What if the mad scientist, after capturing you and Bill Clinton, instead of swapping your physical brains, just hooks up a computer to each of your brains, copies every single bit of data in each one, then wipes both of your brains completely clean, and then copies each of your brain data onto the other person’s physical brain? So you both wake up, both with your own physical brains in your head, but you’re not in your body—you’re in Bill Clinton’s body. After all, Bill Clinton’s brain now has all of your thoughts, memories, fears, hopes, dreams, emotions, and personality. The body and brain of Bill Clinton would still run out and go freak out about this to your family. And again, after a significant amount of convincing, they would indeed accept that you were alive, just in Bill Clinton’s body.

Philosopher John Locke’s memory theory of personal identity suggests that what makes you you is your memory of your experiences. Under Locke’s definition of you, the new Bill Clinton in this latest example is you, despite not containing any part of your physical body, not even your brain. 

This suggests a new theory we’ll call The Data Theory, which says that you’re not your physical body at all. Maybe what makes you you is your brain’s data—your memories and your personality.

We seem to be honing in on something, but the best way to get to concrete answers is by testing these theories in hypothetical scenarios. Here’s an interesting one, conceived by British philosopher Bernard Williams:

The Torture Test

Situation 1: The mad scientist kidnaps you and Clinton, switches your brain data with Clinton’s, as in the latest example, wakes you both up, and then walks over to the body of Clinton, where you supposedly reside, and says, “I’m now going to horribly torture one of you—which one should I torture?”

What’s your instinct? Mine is to point at my old body, where I no longer reside, and say, “Him.” And if I believe in the Data Theory, then I’ve made a good choice. My brain data is in Clinton’s body, so I’m now in Clinton’s body, so who cares about my body anymore? Sure, it sucks for anyone to be tortured, but if it’s between me and Bill Clinton, I’m choosing him.

Situation 2: The mad scientist captures you and Clinton, except he doesn’t do anything to your brains yet. He comes over to you—normal you with your normal brain and body—and asks you a series of questions. Here’s how I think it would play out:

Mad Scientist: Okay so here’s what’s happening. I’m gonna torture one of you. Who should I torture?

You: [pointing at Clinton] Him.

MS: Okay but there’s something else—before I torture whoever I torture, I’m going to wipe both of your brains of all memories, so when the torture is happening, neither of you will remember who you were before this. Does that change your choice?

You: Nope. Torture him.

MS: One more thing—before the torture happens, not only am I going to wipe your brains clean, I’m going to build new circuitry into your brain that will convince you that you’re Bill Clinton. By the time I’m done, you’ll think you’re Bill Clinton and you’ll have all of his memories and his full personality and anything else that he thinks or feels or knows. I’ll do the same thing to him, convincing him he’s you. Does that change your choice?

You: Um, no. Regardless of any delusion I’m going through and no matter who I think I am, I don’t want to go through the horrible pain of being tortured. Insane people still feel pain. Torture him.

So in the first situation, I think you’d choose to have your own body tortured. But in the second, I think you’d choose Bill Clinton’s body—at least I would. But the thing is—they’re the exact same example. In both cases, before any torture happens, Clinton’s brain ends up with all of your data and your brain has his—the difference is just at which point in the process you were asked to decide. In both cases, your goal is for you to not be tortured, but in the first situation, you felt that after the brain data swap, you were in Clinton’s body, with all of your personality and memories there with you—while in the second situation, if you’re like me, you didn’t care what was going to happen with the two brains’ data, you believed that you would remain with your physical brain, and body, either way.

Choosing your body to be the one tortured in the first situation is an argument for the Data Theory—you believe that where your data goes, you go. Choosing Clinton’s body to be tortured in the second situation is an argument for the Brain Theory, because you believe that regardless of what he does with your brain’s data, you will continue to be in your own body, because that’s where your physical brain is. Some might even take it a step further, and if the mad scientist told you he was even going to switch your physical brains, you’d still choose Clinton’s body, with your brain in it, to be tortured. Those that would torture a body with their own brain in it over torturing their own body believe in the Body Theory.

Not sure about you, but I’m finishing this experiment still divided. Let’s try another. Here’s my version of modern philosopher Derek Parfit’s teletransporter thought experiment, which he first described in his book Reasons and Persons

The Teletransporter Thought Experiment

It’s the year 2700. The human race has invented all kinds of technology unimaginable in  today’s world. One of these technologies is teleportation—the ability to transport yourself to distant places at the speed of light. Here’s how it works—

You go into a Departure Chamber—a little room the size of a small cubicle.

cube stand

You set your location—let’s say you’re in Boston and your destination is London—and when you’re ready to go, you press the button on the wall. The chamber walls then scan your entire body, uploading the exact molecular makeup of your body—every atom that makes up every part of you and its precise location—and as it scans, it destroys, so every cell in your body is destroyed by the scanner as it goes.

cube beam

When it’s finished (the Departure Chamber is now empty after destroying all of your cells), it beams your body’s information to an Arrival Chamber in London, which has all the necessary atoms waiting there ready to go. The Arrival Chamber uses the data to re-form your entire body with its storage of atoms, and when it’s finished you walk out of the chamber in London looking and feeling exactly how you did back in Boston—you’re in the same mood, you’re hungry just like you were before, you even have the same paper cut on your thumb you got that morning.

The whole process, from the time you hit the button in the Departure Chamber to when you walk out of the Arrival Chamber in London, takes five minutes—but to you it feels instantaneous. You hit the button, things go black for a blink, and now you’re standing in London. Cool, right?

In 2700, this is common technology. Everyone you know travels by teleportation. In addition to the convenience of speed, it’s incredibly safe—no one has ever gotten hurt doing it.

But then one day, you head into the Departure Chamber in Boston for your normal morning commute to your job in London, you press the big button on the wall, and you hear the scanner turn on, but it doesn’t work.

cubicle broken

The normal split-second blackout never happens, and when you walk out of the chamber, sure enough, you’re still in Boston. You head to the check-in counter and tell the woman working there that the Departure Chamber is broken, and you ask her if there’s another one you can use, since you have an early meeting and don’t want to be late.

She looks down at her records and says, “Hm—it looks like the scanner worked and collected its data just fine, but the cell destroyer that usually works in conjunction with the scanner has malfunctioned.”

“No,” you explain, “it couldn’t have worked, because I’m still here. And I’m late for this meeting—can you please set me up with a new Departure Chamber?”

She pulls up a video screen and says, “No, it did work—see? There you are in London—it looks like you’re gonna be right on time for your meeting.” She shows you the screen, and you see yourself walking on the street in London.

“But that can’t be me,” you say, “because I’m still here.”

At that point, her supervisor comes into the room and explains that she’s correct—the scanner worked as normal and you’re in London as planned. The only thing that didn’t work was the cell destroyer in the Departure Chamber here in Boston. “It’s not a problem, though,” he tells you, “we can just set you up in another chamber and activate its cell destroyer and finish the job.”

And even though this isn’t anything that wasn’t going to happen before—in fact, you have your cells destroyed twice every day—suddenly, you’re horrified at the prospect.

“Wait—no—I don’t want to do that—I’ll die.”

The supervisor explains, “You won’t die sir. You just saw yourself in London—you’re alive and well.”

“But that’s not me. That’s a replica of me—an imposterI’m the real me—you can’t destroy my cells!”

The supervisor and the woman glance awkwardly at each other. “I’m really sorry sir—but we’re obligated by law to destroy your cells. We’re not allowed to form the body of a person in an Arrival Chamber without destroying the body’s cells in a Departure Chamber.”

You stare at them in disbelief and then run for the door. Two security guards come out and grab you. They drag you toward a chamber that will destroy your cells, as you kick and scream…

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If you’re like me, in the first part of that story, you were pretty into the idea of teletransportation, and by the end, you were not.

The question the story poses is, “Is teletransportation, as described in this experiment, a form of traveling? Or a form of dying?

This question might have been ambiguous when I first described it—it might have even felt like a perfectly safe way of traveling—but by the end, it felt much more like a form of dying. Which means that every day when you commute to work from Boston to London, you’re killed by the cell destroyer, and a replica of you is created.1 To the people who know you, you survive teletransportation just fine, the same way your wife seems just fine when she arrives home to you after her own teletransportation, talking about her day and discussing plans for next week. But is it possible that your wife was actually killed that day, and the person you’re kissing now was just created a few minutes ago?

Well again, it depends on what you are. Someone who believes in the Data Theory would posit that London you is you as much as Boston you, and that teletransportation is perfectly survivable. But we all related to Boston you’s terror at the end there—could anyone really believe that he should be fine with being obliterated just because his data is safe and alive over in London? Further, if the teletransporter could beam your data to London for reassembly, couldn’t it also beam it to 50 other cities and create 50 new versions of you? You’d be hard-pressed to argue that those were all you. To me, the teletransporter experiment is a big strike against the Data Theory.

Similarly, if there were an Ego Theory that suggests that you are simply your ego, the teletransporter does away nicely with that. Thinking about London Tim, I realize that “Tim Urban” surviving means nothing to me. The fact that my replica in London will stay friends with my friends, keep Wait But Why going with his Tuesday-ish posts, and live out the whole life I was planning for myself—the fact that no one will miss me or even realize that I’m dead, the same way in the story you never felt like you lost your wife—does almost nothing for me. I don’t care about Tim Urban surviving. I care about me surviving.

All of this seems like very good news for Body Theory and Brain Theory. But let’s not judge things yet. Here’s another experiment:

The Split Brain Experiment

A cool fact about the human brain is that the left and right hemispheres function as their own little worlds, each with their own things to worry about, but if you remove one half of someone’s brain, they can sometimes not only survive, but their remaining brain half can learn to do many of the other half’s previous jobs, allowing the person to live a normal life. That’s right—you could lose half of your brain and potentially function normally.

So say you have an identical twin sibling named Bob who developes a fatal brain defect. You decide to save him by giving him half of your brain. Doctors operate on both of you, discarding his brain and replacing it with half of yours. When you wake up, you feel normal and like yourself. Your twin (who already has your identical DNA because you’re twins) wakes up with your exact personality and memories.

twins

When you realize this, you panic for a minute that your twin now knows all of your innermost thoughts and feelings on absolutely everything, and you’re about to make him promise not to tell anyone, when it hits you that you of course don’t have to tell him. He’s not your twin—he’s you. He’s just as intent on your privacy as you are, because it’s his privacy too.

As you look over at the guy who used to be Bob and watch him freak out that he’s in Bob’s body now instead of his own, you wonder, “Why did I stay in my body and not wake up in Bob’s? Both brain halves are me, so why am I distinctly in my body and not seeing and thinking in dual split-screen right now, from both of our points of view? And whatever part of me is in Bob’s head, why did I lose touch with it? Who is the me in Bob’s head, and how did he end up over there while I stayed here?”

Brain Theory is shitting his pants right now—it makes no sense. If people are supposed to go wherever their brains go, what happens when a brain is in two places at once? Data Theory, who was badly embarrassed by the teletransporter experiment, is doing no better in this one.

But Body Theory—who was shot down at the very beginning of the post—is suddenly all smug and thrilled with himself. Body Theory says “Of course you woke up in your own body—your body is what makes you you. Your brain is just the tool your body uses to think. Bob isn’t you—he’s Bob. He’s just now a Bob who has your thoughts and personality. There’s nothing Bob’s body can ever do to not be Bob.” This would help explain why you stayed in your body.

So a nice boost for Body Theory, but let’s take a look at a couple more things—

What we learned in the teletransporter experiment is that if your brain data is transferred to someone else’s brain, even if that person is molecularly identical to you, all it does is create a replica of you—a total stranger who happens to be just like you. There’s something distinct about Boston you that was important. When you were recreated out of different atoms in London, something critical was lost—something that made you you.

Body Theory (and Brain Theory) would point out that the only difference between Boston you and London you was that London you was made out of different atoms. London you’s body was like your body, but it was still made of different material. So is that it? Could Body Theory explain this too?

Let’s put it through two tests:

The Cell Replacement Test

Imagine I replace a cell in your arm with an identical, but foreign, replica cell. Are you not you anymore? Of course you are. But how about if, one at a time, I replace 1% of your cells with replicas? How about 10%? 30%? 60%? The London you was composed of 100% replacement cells, and we decided that that was not you—so when does the “crossover” happen? How many of your cells do we need to swap out for replicas before you “die” and what’s remaining becomes your replica?

Something feels off with this, right? Considering that the cells we’re replacing are molecularly identical to those we’re removing, and someone watching this all happen wouldn’t even notice anything change about you, it seem implausible that you’d ever die during this process, even if we eventually replaced 100% of your cells with replicas. But if your cells are eventually all replicas, how are you any different from London you?

The Body Scattering Test 

Imagine going into an Atom Scattering Chamber that completely disassembles your body’s atoms so that all that’s left in the room is a light gas of floating atoms—and then a few minutes later, it perfectly reassembles the atoms into you, and you walk out feeling totally normal.

disassemble

Is that still you? Or did you die when you were disassembled and what has been reassembled is a replica of you? It doesn’t really make sense that this reassembled you would be the real you and London you would be a replica, when the only difference between the two cases is that the scattering room preserves your exact atoms and the London chamber assembles you out of different atoms. At their most basic level, atoms are identical—a hydrogen atom from your body is identical in every way to a hydrogen atom in London. Given that, I’d say that if we’re deciding London you is not you, then reassembled you is probably not you either.

The first thing these two tests illustrate is that the key distinction between Boston you and London you isn’t about the presence or absence of your actual, physical cells. The Cell Replacement Test suggests that you can gradually replace much or all of your body with replica material and still be you, and the Body Scattering Test suggests that you can go through a scatter and a reassembly, even with all of your original physical material, and be no more you than the you in London. Not looking great for Body Theory anymore.

The second thing these tests reveal is that the difference between Boston and London you might not be the nature of the particular atoms or cells involved, but about continuity. The Cell Replacement Test might have left you intact because it changed you gradually, one cell at a time. And if the Body Scattering Test were the end of you, maybe it’s because it happened all at the same time, breaking the continuity of you. This could also explain why the teletransporter might be a murder machine—London you has no continuity with your previous life.

So could it be that we’ve been off the whole time pitting the brain, the body, and the personality and memories against each other? Could it be that anytime you relocate your brain, or disassemble your atoms all at once, transfer your brain data onto a new brain, etc., you lose you because maybe, you’re not defined by any of these things on their own, but rather by a long and unbroken string of continuous existence?

Continuity

A few years ago, my late grandfather, in his 90s and suffering from dementia, pointed at a picture on the wall of himself as a six-year-old. “That’s me!” he explained.

He was right. But come on. It seems ridiculous that the six-year-old in the picture and the extremely old man standing next to me could be the same person. Those two people had nothing in common. Physically, they were vastly different—almost every cell in the six-year-old’s body died decades ago. As far as their personalities—we can agree that they wouldn’t have been friends. And they shared almost no common brain data at all. Any 90-year-old man on the street is much more similar to my grandfather than that six-year-old.

But remember—maybe it’s not about similarity, but about continuity. If similarity were enough to define you, Boston you and London you, who are identical, would be the same person. The thing that my grandfather shared with the six-year-old in the picture is something he shared with no one else on Earth—they were connected to each other by a long, unbroken string of continuous existence. As an old man, he may not know anything about that six-year-old boy, but he knows something about himself as an 89-year-old, and that 89-year-old might know a bunch about himself as an 85-year-old. As a 50-year-old, he knew a ton about him as a 43-year-old, and when he was seven, he was a pro on himself as a 6-year-old. It’s a long chain of overlapping memories, personality traits, and physical characteristics.

It’s like having an old wooden boat. You may have repaired it hundreds of times over the years, replacing wood chip after wood chip, until one day, you realize that not one piece of material from the original boat is still part of it. So is that still your boat? If you named your boat Polly the day you bought it, would you change the name now? It would still be Polly, right?

In this way, what you are is not really a thing as much as a story, or a progression, or one particular theme of person. You’re a bit like a room with a bunch of things in it—some old, some new, some you’re aware of, some you aren’t—but the room is always changing, never exactly the same from week to week.

Likewise, you’re not a set of brain data, you’re a particular database whose contents are constantly changing, growing, and being updated. And you’re not a physical body of atoms, you’re a set of instructions on how to deal with and organize the atoms that bump into you.

People always say the word soul and I never really know what they’re talking about. To me, the word soul has always seemed like a poetic euphemism for a part of the brain that feels very inner to us; or an attempt to give humans more dignity than just being primal biological organisms; or a way to declare that we’re eternal. But maybe when people say the word soul what they’re talking about is whatever it is that connects my 90-year-old grandfather to the boy in the picture. As his cells and memories come and go, as every wood chip in his canoe changes again and again, maybe the single common thread that ties it all together is his soul. After examining a human from every physical and mental angle throughout the post, maybe the answer this whole time has been the much less tangible Soul Theory.

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It would have been pleasant to end the post there, but I just can’t do it, because I can’t quite believe in souls.

The way I actually feel right now is completely off-balance. Spending a week thinking about clones of yourself, imagining sharing your brain or merging yours with someone else’s, and wondering whether you secretly die every time you sleep and wake up as a replica will do that to you. If you’re looking for a satisfying conclusion, I’ll direct you to the sources below since I don’t even know who I am right now.

The only thing I’ll say is that I told someone about the topic I was posting on for this week, and their question was, “That’s cool, but what’s the point of trying to figure this out?” While researching, I came across this quote by Parfit: “The early Buddhist view is that much or most of the misery of human life resulted from the false view of self.” I think that’s probably very true, and that’s the point of thinking about this topic.

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Related Wait But Why Posts
– Here’s how I’m working on this false view of self thing.
– And things could get even more confusing soon when we have to figure out if Artificial Superintelligence is conscious or not.

Sources
Very few of the ideas or thought experiments in this post are my original thinking. I read and listened to a bunch of personal identity philosophy this week and gathered my favorite parts together for the post. The two sources I drew from the most were philosopher Derek Parfit’s book Reasons and Persons and Yale professor Shelly Kagan’s fascinating philosophy course on death—the lectures are all watchable online for free.

Other Sources:
David Hume: Hume on Identity Over Time and Persons
Derek Parfit: We Are Not Human Beings
Peter Van Inwagen: Materialism and the Psychological-Continuity Account of Personal Identity
Bernard Williams: The Self and the Future
John Locke: An Essay Concerning Human Understanding (Chapter: Of Identity and Diversity)
Douglas Hofstadter: Gödel, Escher, Bach
Patrick Bailey: Concerning Theories of Personal Identity

And a fascinating and related video
For a while now, my favorite YouTube channel has been Kurzgesagt. They make one amazing five-minute animated video a month on the exact kinds of topics I love to write about. I highly recommend subscribing. Anyway, I’ve spoken to them and we liked the idea of tag-teaming a similar topic at the same time, and since this one was on both of our lists, we did that this week. I focused on what the self is, they explored what life itself is. Check it out: