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Cérebro, Memoria: Hipótese da Consolidação dos Sistemas – Mais Uma Previsão Acertada da Matrix/DNA

terça-feira, fevereiro 14th, 2017

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Uma nova experiência laboratorial está exigindo uma mudança no paradigma da Neurologia e gerou a Hipótese da Consolidação dos Sistemas: memorias de curto-prazo envolve o hipocampo, mas memórias de longo prazo é de algum modo desconhecido transferida para outras áreas, como o córtex.

Os cientistas dizem que o mecanismo é desconhecido, mas tendo a formula que montou o cérebro humano, posso ver claramente qual é e como funciona o mecanismo.

A evidência é que numa experiência recente, no laboratorio alguém tentou ativar a memória através de neurônios do córtex um mês mais tarde, e de fato a memoria foi reativada. ( ver a fonte desta notícia no link abaixo e nos próximos dias farei novo artigo sobre os “papers” oficiais publicados)

Isto é importante porque como os cientistas, eu sempre pensei que a memória existisse no hipocampo, ou na região central do cérebro, mas com esta informação ela pode estar em muitas regiões, parecendo que é espalhada.

Mas então apenas agora me lembro que a formula da Matrix/DNA (mostrada na figura abaixo) sugere isso claramente, ou seja, eu já sabia disso, sem saber que sabia, porque nunca raciocinei a formula em relacao a memoria. O cérebro é um sistema em si mesmo, vendo-o separado do resto do corpo. Ele tem núcleo (a região central onde está o hipocampo), tem partes ( as diversas glândulas, regiões cerebrais, etc.), tudo interconectado, funcionando. O cérebro é mais uma cópia da formula da Matrix/DNA, ou seja, esta formula monta todos os sistemas naturais `a sua imagem e semelhança, na medida que permite o ambiente e os materiais do ambiente, o estágio evolutivo, etc. Podes ver que o cérebro tem hemisférios direito e esquerdo como a formula tem suas faces esquerda e direita dividida pelo circuito F5, que no cérebro se torna o corpus callosum. E a formula monta cada sistema a partir de um objeto inicial, um corpo, aplicando nele o ciclo vital que o faz se diferenciar em várias formas/funções e depois conecta estas diferentes formas como suas partes. Assim se formou o cérebro desde os primeiros rompantes de sistema nervoso nos seres primitivos como as bactérias.

Na formula está claro que o sistema-cérebro possui memória em F1, onde começa o circuito do sistema, ou seja, mais um ciclo vital. O circuito nada mais é que o fluxo de informações avançando, ou seja, um corpo crescendo em idade, como o corpo humano faz após nascer. Em F1 ocorre a gestação de novos sistemas, como o corpo humano, onde F1 é representado pela mulher grávida. Ora, um novo ser começa a ser formado com informações memorizadas que vieram de seus genitores. Por isso a memória já está em F1.

Então quando o fluxo sai de F1 e vai para F2, ele está sendo a informação do corpo inteiro, está levando o corpo inteiro, e com isso, claro, vai a memória do corpo. A nossa memória quando estamos na forma de adulto ( que na formula e’ F4), veio da memória na nossa forma como adolescente (F3), com mais alguns acréscimos.

Então quando transportamos a formula para o sistema “cérebro” e vemos F1 representada pelo hipocampo, notamos que o circuito sobe pelo hemisfério esquerdo em direcao ao córtex, e com isso ele está levando a memoria. Quando o circuito perfaz-se totalmente, a memoria está presente em todo lugar que ele passou, e se fixou. Assim conhecemos o mecanismo que transporta a memória pelo cérebro.

Mas estamos aqui pensando na formula quando ela desenvolve e estrutura a forma do cérebro, e se torna o template do cérebro. Outra coisa é mais tarde na evolução biológica chegando ao ser humano quando a formula retorna para criar os pensamentos, igualmente a sua imagem e semelhança.

Cada pensamento nasce vive e morre pela mesma configuração da formula, porém, os pensamentos são muitos, ocorrem em sequências, nunca dois ao mesmo tempo, e tem duração de vida brevíssima, muito menor que a do cérebro. Além disso, pensamentos não se fixam nem se auto-reciclam idênticos. Pensamentos são micro-ciclos abstratos ( softwares) de e dentro de um macrociclo concreto (o hardware) que é o cérebro. Isto significa que em relacao a pensamento, a memória está sempre em movimento, pulando de região para região, é impossível fixá-la em algum ponto, e depois que ela passa por uma região, desaparece daquela região. E as partes da memória carregadas por cada pensamento morrem com os pensamentos, ou, quando o pensamento for importante, quando ele foi contaminado por informação nova que não existia antes, ele chega ao córtex e perfaz a trajetória de F5, retornando diretamente do córtex (F4) para o hipocampo e registrando-se ali definitivamente como mais um acréscimo da memória estrutural.

Então existe a memória estrutural e a memória abstrata mental, ou memória dos pensamentos, segundo a Teoria da Matrix/DNA.

Muito simples entender isto quando se tem a formula, concorda? Porém, o maior absurdo disto e’ que os cientistas não conhecem e nem entenderiam a formula. para explicar de onde ela veio eu teria que montar um curso universitário de alguns anos e isso me e’ impossível. Então, infelizmente, vão continuar gastando bilhões e dólares para descobrir coisas por acaso quando uma teoria dirigindo as experiências ficaria muito barato e com melhores resultados.

Vamos trazer a formula para ver isso melhor:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

 

Fonte da informação sobre a experiencia cientifica:

Think you’ve got a terrible memory? You don’t know the half of it

http://ideas.ted.com/think-youve-got-a-terrible-memory-you-dont-know-the-half-of-it/?utm_campaign=social&utm_medium=referral&utm_source=facebook.com&utm_content=ideas-blog&utm_term=social-science

Observe no artigo que o entrevistador pergunta aos neurologistas porque a memória é tão maleável?

Eu vou ter que procurar porque eles pensam que a memória é maleável, ou seja, maleável em que sentido, em relacao a que? A formula está sugerindo claramente que a memória é tão maleável como um corpo humano, mudando ou desenvolvendo-se em diferentes formas, etc. Mas as respostas dos cientistas foram muito nebulosas e acho que não responderam a pergunta. Um deles citou o fato de que tendemos a esquecer um evento de extrema agonia e para explicar isso ele diz que nosso cérebro faz isso para nos poupar de dolorosas recordações inúteis, etc. Ora, o cérebro por si só não tem propósitos, não pode saber que mentalmente sofremos ao recordar, ele não faz nada disso, e como “o cérebro é eu” e “eu sou o cérebro”, ele estaria apagando, extraindo uma parte de si mesmo, o que penso ser impossível. Combatem o dualismo de Descartes em corpo e alma porém criam o dualismo cérebro e o eu como se fossem duas coisas distintas? O que acontece – segundo a minha cosmovisão – em relacao aos “pânicos esquecidos, apagados da memória” é o mesmo que acontece quando nosso corpo é ferido ou uma perna quebrada. A ferida se cura, cicatriza e desaparece, a perna volta ao normal, etc. Falta de entender que a memoria em si é um sistema, um sub-sistema do cérebro, e como tal deve ser vista como um organismo, com mesmas propriedades. A  seguir copia do trecho desta pergunta:

Entrevistador: “A question for the group: Why is human memory so malleable?”

Elizabeth Loftus: Whatever your theory is, why would Darwin or God or whoever have made us with memories that are so malleable? That must serve some sort of function, and one of the functions that malleable memories can serve is to be able to correct errors that creep in. You can update your memory with accurate information, and that is certainly a benefit. ( obs.: sim, porém neste caso, quem “update” ou corrige erradas informações na memória são nossas experiências afrontando a realidade do mundo externo, o qual atua como um medico, e as corretas informações inseridas são como os remédios ou cirurgias ministrados pelo medico-realidade).