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Como a Matemática salta entre os diferentes estados da luz

segunda-feira, fevereiro 27th, 2017

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Antes, os fenômenos pertinentes a relatividade geral de Einstein eram vistos separadamente dos fenômenos pertinentes ao electromagnetismo. Então Kaluza teve uma ideia. Experimentou adicionar uma nova dimensão imaginada (falava-se apenas em três dimensões, Einstein sugeriu que o tempo seria uma quarta dimensão. Então se e’, Kaluza adicionou a quinta dimensão pensando que era a quarta e sem ter ideia do que ela significaria), para calcular as equações de Einstein. E para sua surpresa, surgiram espontaneamente as equações de Maxwell, que descreviam o magnetismo (ver historia de Kaluza no link abaixo). Kaluza escreveu para Einstein que incentivou-o a publicar sua teoria, em 1921.

Quando eu calculei num gráfico cartesiano os passos dados pela evolução universal, desde o instante zero do Big Bang até o momento presente e aqui, deu como resultado que a evolução é curva, e não linear. Isto é logico e racional, pois a evolução de um tipo de sistema, partindo de um ponto, encurvando-se ate retornar ao ponto de partida, significa que o sistema evolui até seu máximo e se transformou, transcendendo-se. Então, o sistema universal que começou como uma partícula, se tornou átomo, depois galaxia, depois célula, depois cérebro, depois embrião de super consciência, e esta’ indo para seu fim, significa que todas estas formas materiais do sistema funcionaram como a placenta que se descarta e dela nasce uma transcendente forma: a superconsciência.

Suspeitei também que se a evolução for realmente curva – se os resultados no meu gráfico estiverem corretos – e sabendo-se que a evolução da matemática é linear, então chegaria a um ponto que a matemática sairia fora do caminho da realidade para se perder no reino da imaginação. Assim como a imaginação sai da realidade quando produz as misticas religiosas. Pois enquanto a linha da evolução vai se encurvando, a linha da matemática que começou paralela a essa linha, continua reta e assim, perde o bonde da realidade. De fato – penso eu que não sou matemático – acho que os matemáticos tem produzido toneladas de cálculos e equações que se tornam papeis amassados e jogados no lixo porque não encontram aplicação pratica.

Mas acontece em muitos casos que um calculo e equações que não encontram tradição pratica agora, passado um tempo, despontam acertando com a realidade. exemplos clássicos pode ser a teoria na matemática da curvatura da luz, de Einstein, que depois mais tarde foi comprovada por um experimento, a ideia da antimatéria de Dirac, até a quântica de Plank. Isto significa que a reta linear da matemática que saiu momentaneamente da sintonia com a linha curva da evolução, de alguma maneira, também se encurvou e retornou a se emparelhar com a evolução, re-embarcando no bonde la na frente.

Esquisito! Porque isso acontece? Como? Como encurvar a logica linear da matemática? A resposta esta na… luz!

Nos somos quase cegos, mudos, surdos, insensíveis. Pois o mundo total se expressa na sua inteireza apenas quando e’ observado por uma visão que vê as sete frequências do espectro eletromagnético, cujo conjunto eu digo que é ( mas posso estar errado) uma onda de luz natural. Não luz estelar, que é uma segunda forma mais grosseira da luz, e sim aquela ou aquelas ondas de luz emitidas com o Big Bang. E nesta figura esta a interpretação de uma onda de luz segundo a Matrix/DNA:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

São sete faixas de luz necessárias para se ver qualquer objeto material na sua inteireza, mesmo que seja uma pedra. Porem, nos só vemos uma faixa – a chamada faixa da luz visível – por enquanto. Ajudados por alguns instrumentos tecnológicos que funcionam como extensões da nossa visão biológica, vemos sombras, contornos, de algumas coisas, mostradas pelas duas faixas vizinhas, a da direita e a da esquerda. Mas não percebemos esta alguma coisa apenas em relacao a visão, estes objetos nos estão ajudando a sentir o tato, a ouvir estas coisas também. Estamos percebendo diferentes estados vibratórios dos objetos, ainda ocultos aos nossos cinco sentidos. Então nossa inteligencia se ocupa destas sombras e contornos e elabora teorias. Sobre o que existe nas dimensões das faixas vizinhas.

Um dos métodos de elaborar estas teorias avançadas é justamente a matemática. Existem outros, tal como o que apliquei para elaborar a teoria geral da Matrix/DNA, que é uma tateação cega dos aspectos biológicos invisíveis dos objetos. Se estas teorias não alcançam a evolução do conhecimento humano até chegar onde elas chegaram, la’ na frente, os autores morrem sem saber se são validas ou não. Se algum novo conhecimento prova que os cálculos da teoria estão errados, ela vai para o lixo. Mas se algum experimento ou descoberta nova lembra equações teóricas, a matemática retorna a pauta do dia. Então, de alguma maneira, o autor da equação adicionou algo novo na sua teoria, algo inusitado, fora da linha normal do pensamento escolar, algo que encurvou a matemática. Acho que a ideia maluca do Dirac sobre raiz quadrada negativa, ou do Einstein de que a energia é apenas massa acelerada, deve ser exemplos destas adições encurvadoras, que fazem a matemática dar um salto saindo da realidade aqui e agora, mas entrando no reino abstrato da imaginação humana, para se retornar a realidade anos, ou seculos depois,

Então, a ideia do Kaluza seria mais um exemplo disso. Quando ele publicou suas equações, ninguém lhe prestou muita atenção, principalmente porque na época as cabeças pensantes do ramo estavam interessadas na teoria quântica. As equações de Kazula foram retiradas das prateleiras dos porões empoeirados das bibliotecas quando emergiu a teoria das cordas. Pois aqui Kazula se encaixava na realidade – ao menos na realidade provável sugerida pela teoria das cordas. mas o que acho mais admirável em Kaluza é que ele foi o primeiro humano a pensar – ao menos o primeiro a publicar este pensamento – que o nosso mundo seja composto de mais dimensões do que as três que ordinariamente percebemos. Ora, ele estava prevendo o que agora descubro estar embutido na onda original da luz.

A ideia de Kaluza era arrojada e bizarra na época, mas apenas isso, pois parecia não ter nada a ver com o mundo em volta de nos. Mas esta particular ideia – embora ainda não sabemos se esta certa ou errada – teve um enorme impacto na Física do ultimo seculo e continua a guiar muito da pesquisa de ponta.

Dentro destas sete faixas da luz, existe a divisão em sete micro-faixas, penso eu. Então, a percepção de fenômenos como a gravitação universal, a curvatura da luz, etc., mais atinentes a relatividade geral, seria uma destas microfaixas.  E o electromagnetismo estaria numa outra microfaixa, não vizinha da relatividade. O que Kaluza fez foram as equações pertinentes a microfaixa situada como elo entre as duas. Sensacional. Assim como o meu método me levou a produzir o modelo teórico do elo entre a evolução cosmológica e a biológica.

Nos temos que fazer todos os esforços possíveis para acelerar o desenvolvimento dos nossos cinco sensores naturais e fazer emergir mais alguns. Exemplo clássico é a antena externas dos insetos capaz de detectar algo dos campos magnéticos que no nosso cérebro esta atrofiada no interior do cérebro a ponto de se tornar um mero caroco – a glândula pineal. Temos que continuar a forçar o desenvolvimento tecnológico dos instrumento s de percepção, como Galileo fez ao pegar o instrumento óptico mais potente da época – uma simples luneta – e ficar polindo, engrossando, experimentando, na tentativa de aumentar o poder da lente. A recompensa vem, como veio para ele, ao ser o primeiro homem da historia a ver coisas no céu que seus vizinhos jamais imaginaram. E temos que respeitar e guardar qualquer nova equação, por mais absurda que seja, nunca deita-la ao lixo, pois ela pode estar cem anos a nossa frente, e com ela, podemos reduzir estes cem a cinquenta. As vezes a matemática rígida é tao saltitante como uma cabrita. Mas estes saltos são ótimos para acelerar a evolução da nossa vindoura superconsciência.

https://en.wikipedia.org/wiki/Theodor_Kaluza

 

 

Software Computacional: Importante Informacao

segunda-feira, fevereiro 27th, 2017

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Entendendo a relacao entre software e hardware. Como e’ e como funciona. Como se transportam pensamentos humanos transformados em processadores e memorias, para dentro da materia da maquina.

Portugues:

Um chip (modular… ?) feito de três camadas, como um sanduíche: a camada de cima, reusavel, e’ feita de partículas condutoras de eletricidade diretamente imprimidas sobre uma folha de polietileno. A camada de baixo, e’ uma usável câmara de silicone desenhada para segurar e manter fluidos biológicos. Uma fina e isolante barreira separa a eletrônica de cima da câmara de baixo.

Ingles:

The new chip, dubbed FINP chip, is a modular, three-layered sandwich: the top reusable layer is made of commercially available conductive particles directly printed onto a flexible polyethylene sheet. The bottom layer is a disposable silicone chamber designed to hold biological fluids. A thin insulating barrier separates the top electronics from the chamber.

Obtido em ( este artigo esta bem escrito e informativo para se entender melhor como e’ a tecnologia atual compitacional e por isso vai copiado abaixo para traduzir e rememorar):

https://singularityhub.com/2017/02/19/one-cent-lab-on-a-chip-can-detect-cancer-and-infections/?utm_content=buffere7983&utm_medium=social&utm_source=facebook-hub&utm_campaign=buffer

This One-Cent Lab-on-a-Chip Can Diagnose Cancer and Infections

Medical diagnostics often feels like magic to me. With just a few drops of blood, doctors can quickly decipher a patient’s general health status—are biomarker levels in range? Are there telltale signs of infection? Are the patient’s cells healthy, or have some quietly mutated into cancerous time bombs?

Diagnósticos médicos frequentemente parecem mágicos, para mim. Com justas poucas gotas de sangue, doutores podem rapidamente decifrarem rapidamente o estado de saúde de um paciente – estão marcar biológicas `a vista? Existem indicações de infecção? Estão as células do paciente saudáveis, ou algumas mutaram para bombas cancerosas?

(continuar tradução)

Behind that magical facade, however, diagnostics lives and breathes technology. Most lab tests rely heavily on specialized machinery and teams of technicians to ensure they’re done safely and correctly. It’s a pricey endeavor: even the most basic equipment—a centrifuge that separates different components of the blood, for example—can cost several thousands of dollars, a price tag far beyond what developing countries can afford.

Without access to cheaper options, many countries stricken by HIV or malaria are severely handicapped in their battles against insurgent epidemics. For them, modern diagnostics might as well be magic.

Now, a team of Stanford engineers has figured out a cheaper alternative. A study published in Proceedings of the National Academy of Sciences describes a small, reusable microchip that can diagnose multiple diseases.

Here’s the kicker: each chip is made by standard inkjet printing, requires just 20 minutes to assemble, and the cost? A single penny.

“To the best of our knowledge, such a platform with similar functionalities, cost and advantages has not yet been reported,” the team, led by Dr. Ronald Davis, concluded in their paper.

“[This] is really a breakthrough,” says Dr. Eric Topol at the Scripps Translational Science Institute (not involved in the study). “And I don’t use that word too liberally.”

Diagnostics: from physical labs to lab-on-a-chip

When a disease like HIV or malaria strikes, not every cell in the body is infected. In order to get an accurate readout, scientists often first try to isolate the culprit cells.

Since diseased cells are usually a much smaller population than healthy cells, scientists often need to tag them with a special marker in order for the machines to reliably pick them out—kind of like sticking a reflective sticker on a night-time cyclist for more visibility. This step is long and tough: not all target cells get tagged with the marker, and sometimes the marker itself can change the properties of a cell, which disrupts subsequent readouts.

About 15 years ago, scientists began exploring the possibility of simplifying—and miniaturizing—the whole process. Most cells and biomolecules have distinctive properties—size, shape, density and electronic charges, to name a few. Exploiting these properties, scientists made dozens of specialized sensors that only capture bioparticles with a particular property.

When combined with microfluidics, a technology that deals with small amounts of liquid, the sensors were about to isolate blood cells, sequester bacteria, or grab onto various proteins and DNA molecules from droplets of blood and other biological samples—and the first lab-on-a-chip devices were born.

Almost immediately, global health advocates realized the potential of these portable diagnostic wonders for helping poor, developing countries. But they were tough to make.

“[These] platforms often require access to a clean room, sophisticated equipment, and highly trained personnel to perform…manufacturing procedures,” says study author Dr. Rahim Esfandyarpour to Singularity Hub. “This entire procedure can take several days or weeks.”

The flexible inkjet-nanoparticle-printed biochip

To circumvent these problems, Davis’s team turned to a surprising manufacturing device: an ink-jet printer, similar to the one you probably have at your workplace.

The new chip, dubbed FINP chip, is a modular, three-layered sandwich: the top reusable layer is made of commercially available conductive particles directly printed onto a flexible polyethylene sheet. The bottom layer is a disposable silicone chamber designed to hold biological fluids. A thin insulating barrier separates the top electronics from the chamber.

Making the chip is an easy two-step process.

First, users can use any vector-drawing software—for example, Adobe Illustrator—to draw a customized electronic configuration. Because different configurations can be used for different diagnostic purposes, this step tailors the chip to a user’s exact needs.

Next, using any inkjet printer, the drawn electronic pattern is printed onto a cheap, plastic-like sheet, and plopped onto single-use chambers that can be supplied to the user in bulk.

Just like 3D printing, these designs may eventually be downloadable, allowing anyone with a printer to produce their own biochips when needed.

“Production only takes 20 minutes,” says Esfandyarpour.

Similar to previous microchips, the FINP chip isolates cells and biomolecules based on their intrinsic electrical properties. As proof-of-concept, the team designed a chip with two types of chambers: one that isolates cells, and one that analyzes them. They then ran the device through a series of experiments to validate the chip.

In one test, the team showed that the device could efficiently capture breast cancer cells from a fluid sample. Similar to most biomolecules like proteins and DNA, cancer cells have a unique surface charge. By manipulating the electronic field, researchers were able to steer the cancer cells toward a specific chamber on the chip and trap them there, away from all the other cell types.

Since the ability to pick out rare circulating tumor cells can increase our understanding of cancer metastasis, the device could help us detect early spread and potentially save lives, especially in developing countries, the authors explain.

In another experiment, the team wanted to see if the chip could be used to accurately count the number of cells in a given sample. Immune cell counts are often used to diagnose infectious diseases like tuberculosis and malaria, and traditionally done with a technique called flow cytometry that can cost $100,000 for the equipment alone. The penny chip performed just as well.

Democratizing diagnostics

The FNIP chip is the latest win for frugal science—a field that’s bringing cheap, portable and reliable tools to doctors anywhere in the world.

You’ve probably heard of some previous designs: a foldable microscope that costs just 50 cents, or a paper centrifuge that doesn’t require electricity.

Davis and his team are now working hard to get their chip ready for commercialization.

“Any platform for diagnostics or other biomedical applications must go through several testing, validation and optimization paths before commercialization, and we’ll take and follow it very seriously,” says Esfandyarpour.

But the team is optimistic that their device can make a difference.

“[We believe] this work will enable greater individual access to… diagnostic applications in resource-poor and developing countries,” says Davis.