Archive for março, 2017

Controversia Entre Bíblicos e Ateus e a Cosmovisão da Matrix/DNA

quarta-feira, março 22nd, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=7WaWhkzRE8M

Criacionistas Piram com Cosmos de Neil DeGrasse Tyson – LEGENDADO

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 3/22/2017 (Publicado no Youtube)
Não podemos fazer um universo e criar a vida na frente de um crente na Bíblia e nem trazer o Nada na frente de um ateu para ele não ver nenhuma criacao. E a Ciência é uma constatação de fenômenos naturais e nada mais alem disso. Portanto a Ciência é indiferente as teorias humanas sobre coisas que a Ciência não constatou. Enquanto a Ciência não transformar um macaco real em um humano consciente ela nada sabe sobre humanos vindo de macacos, por maior numero de evidencias que humanos arrolem para sua teoria.  Combater a cosmovisão improvável da Bíblia tendo como base uma ausência de cosmovisão comprovada não é logico nem honesto.
Eu construí uma nova cosmovisão teórica que não tem inicio e não é infinita porque começa por um ponto e retorna ao mesmo ponto, dentro de algo que deve estar dentro de algo e isso pode continuar ao infinito ou não. Porem, todos os passos sequenciais desta cosmovisão são alicerçados em fatos constatados pela Ciência. Nesta cosmovisão todas as teorias ditas “cientificas” estão erradas ou incompletas, principalmente as que dizem respeito as origens do Universo e da vida e a evolução. Portanto a minha teoria tem mais evidencias concretas, factuais que as teorias atuais cientificas. A origem do Universo foi um processo genético semelhante ao que da origem a um corpo humano. Não houve origens da vida dentro deste Universo pois os sistemas biológicos vieram de sistemas igualmente animados. A evolução biológica tratada por Darwin e melhorada na Moderna Síntese não funciona sem os mecanismos que vem da evolução cosmológica. E assim por diante, minha cosmovisão sugere estar tudo errado ou incompleto. Porem, jamais serei louco de acreditar que a minha cosmovisão que não foi ainda comprovada é a real e com isso não posso refutar a teoria não comprovada dita cientifica, ou acadêmica moderna. Então vem o conselho acima: arrolar evidencias a meu favor e mostrar como elas estão contra as teorias acadêmica e a  religiosa. Façam o mesmo se querem exorcizar as religiões da mente humana. Mas estejam avisados que a sua cosmovisão também terá que ser mudada.

A Diferenca nas Transformacoes Mentais Entre Hindus e Matrixianos

segunda-feira, março 20th, 2017

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Interessante e diferente do comum o que se ouve neste vídeo. Nao cabe a mim julgar se o orador realmente conhece algo a mais ou nao, porem, e’ fato que de qualquer maneira ele mostra problemas comuns por angulos que nao tinhamos pensado. Se voce apreciou este video, sugiro que veja outro onde ele narra a historia de sua aprendizagem na India, o quual e’ mais interessante ( link: https://www.youtube.com/watch?v=Umr61UnQvuE – Isso Existe – um filme sobre Sri Prem Baba – Versão em português )

Abaixo vai a analise da Matrix/DNA num comentário publicado no Youtube.

https://www.youtube.com/watch?v=RpARf15IctI

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Mar/03/20/2017

Existem vários caminhos para transformações do estado mental, inclusive os mais impróprios, como o percorrido pelo escravo que foge da senzala para tentar sobreviver solitário no meio da selva bruta. Eu fiz este caminho, então obviamente a minha transformação foi para algo diferente desta ocorrida com Sri Baba. Suspeito que as formas em que somos transformados por diferentes caminhos são fracões de uma forma final, a transformação definitiva para o transcendental. As imperfeições e soluções auferidas na minha transformação são diferentes das de Sri Baba. Mas se eu acreditar que a minha alcançada nova cosmovisão é a correta, e as outras são meros paliativos, as minhas soluções tornam-se impraticáveis e inúteis. Portanto, creio que urge – antes de tentar atuar no mundo externo – uma confrontação entre as novas cosmovisões e suas sugestões.

O que ambos percebemos e nos aflige, é a concordância de que a consciência alojada nos cérebros humanos corre risco de extermínio antes de amadurecer e aflorar livre. E ambos ficamos angustiados pela nossa debilidade em produzir as mudanças necessárias para evitar este terrível destino. Tenho razoes para crer que já existe considerável numero de meio-transformados, e nos mais diversos caminhos, e para suspeitar que o nosso encontro e debate poderia ao menos diminuir esta debilidade de cada um, de cada linhagem transformativa como esta da Índia. O guru deveria se lembrar que nem a milenar linhagem hindu conseguiu algum sucesso de mudança em seu próprio pais, onde a miséria e a superpopulação explodem.

Na selva o buscador pode chegar aos chakras, `a luz pertinente ao hemisfério direito cerebral. Mas percebe-mo-la por outro angulo e sob diferente estado físico/emocional. E’ a soma das observações relativísticas de cada observador no seu ponto do espaço/tempo que pode dar uma compreensão sobre a totalidade do fenômeno. E somente assim teríamos uma chance de descobrir o que realmente aconteceu de errado e continua acontecendo com a bolha de consciência universal e a especie em que ela encarna na Terra.

Sem conhecer de fato a causa, nunca atinaremos com sua solução. O guru fala num código divino. Tem ele percebido e entendido de fato este código fluindo nesta Natureza? A minha privada transformação mostrou o código na onda de luz invisível aos olhos humanos ( só veem um sétimo dela, a faixa da onda denominada branca ou “visível”) e nela o código encriptado. E alem disso, nos forneceu elementos para tentar montar sua Historia, desde as origens deste Universo. Nesta Historia se percebe claramente onde e porque se iniciou a distorção que ora nos ameaça, ainda tempos antes das origens da vida neste planeta. A linhagem transformista dos autores da Bíblia perceberam flashes deste evento e interpretaram-nos `a sua forma, na fabula da queda do paraíso. Pela maneira como eles distorceram os eventos tais quais eu os percebo, aprendi que nos é impossível deixar de projetar nossa condição humana e psique nestas interpretações, levando a resultados improdutivos e inclusive debilitando a capacidade de autocura humana.

Eu sei que a Bíblia começa com uma verdade fantasticamente superior `a capacidade de imaginação humana, mas depois deste começo ela erra quase tudo. Porem também sei que não estou exorcizado desta falha de projeção humana em eventos com leis e ambientes que nada tem a ver com existência humana, portanto, sei que minha cosmovisão deve conter erros. Porem, também sei que na do guru existem erros de suas interpretações. Por isso repito que precisamos encontrar um canal para expor na mesa nossas visões e estuda-las com um olhar somado impessoal, senão, não conseguiremos evitar a tragedia. (qualquer curiosidade veja meu trabalho digitando ” A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”.

Sistema Imunológico: Como a Natureza o Inseriu nos Sistemas Biológicos?

sexta-feira, março 17th, 2017

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Vídeo da batalha entre vírus e anticorpos. Mas antes de assistir…

A humanidade esta’ pagando um preço muito caro por ainda não ter entendido a Natureza. Milhões, bilhões de humanos continuam sendo barbaramente torturados por doenças absurdas sem que a nossa Ciência nada consiga fazer para salva-los. Mas a Ciência não tem culpa disso, ela oferece a visão e os instrumentos suficientes para esse entendimento da Natureza. A culpa esta sendo dos humanos, cuja racionalismo esta empacado pela mistica. Soma-se `a esta imaginação infantil criadora de fantasias que impede a humanidade sair de sua infância e entrar na fase adulta, os interesses mesquinhos materiais e a arrogância dos humanos que se apoderaram da Ciência. A Natureza se abre como um livro para o estudante humilde e bem intencionado, mas para entende-la é preciso uma razão muito naturalista e concentrada no esforço de aprender com admiração, pois nas suas profundezas a Natureza universal, que produziu átomos, galaxias, elefantes e humanos, é muito, mas muito complexa…

Um exemplo é a moda cientifica atual de procurar e delegar as doenças a genes, um pequeno amontoado de átomos. genes teriam propósitos, como o de dirigir organismos complexos a se reproduzirem, sendo que genes não possuem o menor resquício sequer de algum principio de sistema nervos, quanto mais inteligência para ter propósitos para o futuro…Assim nunca vão erradicar as doenças mortais que a milênios estão ai’, torturando e matando humanos. Enquanto isso, esta’ visível que os genes pertencem a um sistema – o DNA – e que agem por comandos deste sistema. Mas a inteligencia humana se desviou do foco em sistemas naturais a seculos, e sem conhecer algo de sistemas naturais não se vai nunca descobrir a causa destas doenças.

Temos aqui outro exemplo, um vídeo tecnicamente muito bem feito, porem, revelando um conhecimento superficial que jamais resolvera’ o mal que ele relata.

Não faça como todo mundo, tal como se estivessem assistindo uma batalha mas sem saber quais países estão guerreando, quais armas e meios de comunicação estão sendo aplicados, sem conhecer os generais e presidentes dos países, porque estão guerreando, etc… No final, você viu uma batalha, viu o território onde foi realizada, mas saiu sem saber mais nada. E você ouviu um narrador contando a batalha, sem explicar nada.

Lembre-se que células e vírus nem sistema nervoso possuem, quanto mais um cérebro, o qual seria necessário para explicar as operações complexas nesta batalha. No filme, uma simples célula, sai de um rio de sangue, sobre nas margens, atravessa um longo território, passa por milhares de outras células, e vai diretamente sobre uma célula, adentra-a e la dentro encontra o que saiu a buscar: vírus. Ora, nem macacos com cérebros conseguiriam fazer isso, talvez nem humanos sem aparelhos técnicos. Mas para ela se decidir a sair do rio, recebeu antes a visita de uma outra célula que lhe trouxe uma ordem de comando para fazer aquilo. Ora, células não poderiam se comunicarem desta maneira.

Então qual a causa desta batalha que se torna tao complexa apenas imitada por humanos inteligentes? A resposta é simples, porem desconhecida de todos os envolvidos nestas observações. Acontece que cada célula possui átomos e estes, elétrons. Estes elétrons são invadidos por partículas de luz, chamadas fótons, como estas que vem do sol. Estes fótons vieram de um sistema completo e funcional, muito simples (abaixo mostrarei a face deste sistema). O sistema de onde vieram foi fragmentado em seus bits-informação, registrados nestes fótons, cada fóton é uma informação que continua ativa, e quando se encontram em qualquer outro lugar, tendem a se enfileirarem numa sequencia ordenada que é a mesma sequencia de posições que estavam no sistema desfeito. E assim tentam reconstruir materialmente o hardware, a arquitetura física, do sistema de onde vieram. Se o sistema reconstruído é uma célula, ela vai contem uma rede de network formada por estes fótons dentro dos elétrons de suas organelas e demais substancias. Depois de construírem as células, estes fótons usam-nas para construir organismos, pois buscam repetir a incrível perfeição do sistema de onde vieram.

Você vai assistir uma batalha dentro de um organismo, entre células e vírus. Os vírus também não sabem o que fazem, eles jamais teriam a capacidade para sair de um meio formado de células para entrarem num rio de sangue e irem pescar diretamente apenas um tipo único exclusivo de peixe, chamado de célula CD4.

Tanto células como vírus estão aqui movendo-se sob o comando de uma entidade de um sistema, na forma de uma maquina quase perfeita. Cada tipo de célula ou vírus representa uma peça dessa maquina, e peças funcionam sem intenções, percepções, inteligencia. Elas não se movem por si mesmas, são movidas pela engrenagem, e determinadas a fazerem um tipo de movimento. Depois do vídeo vou apresentar o sistema de onde vieram as informações que compõem o quadro onde se realiza a batalha. Você vera que neste sistema, e a bilhões de anos atras, muito antes das origens de células e vírus, a peça representada pelos vírus são movidas de uma posição e dirigidas para um único local exato. Então a célula alvo dos vírus, representa naquele sistema, a peça que esta naquele local naquele momento.

Apenas conhecendo-se a formula dos sistemas naturais, a formação de sua identidade e capacidade de controle do todo interno, mais seu aspecto hardware/software, realmente se entende e conhece este processo complexo. A unica outra alternativa racional seria a de uma montagem inteligente, porem, tendo-se conhecimento da formula não se necessita desta alternativa… a não ser que a formula – que surgiu no meio desta Natureza impressa em ondas de luz desde o Big Bang – tenha sido criada com inteligencia alem deste Universo.

Bem, aqui esta a “alma” do sistema que criou vírus, células e organismos.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Já foi detectado que os vírus são os representantes biológicos da função 5, ou F5. Produzidos em F4, se dirigem a F1. Então a célula alvo na corrente sanguínea esta’ representando F1. Os vários tipos de células que formam o sistema de defesa são peças formadas na sequencia desta formula pelo processo do ciclo vital. Então temos que identificar qual é F2, F3, e assim por diante. Quando o vídeo diz que a célula tal se dirige a outra célula tal e lhe passa uma informação é preciso entender que são representantes de duas funções vizinhas no circuito da formula. Uma célula, digamos, F2, se dirige apenas a F3, sem possibilidades de errar, pelo mesmo motivo que o ciclo vital faz com que a forma criança de um humano se dirija a forma de adolescente e esta a forma de adulto, pois não teria como um adolescente errar e ir para outra forma senão a de adulto.

Uma questão ainda não respondida pela Matrix/DNA. O nosso ancestral sistema astronomico, na sua forma de sistema fechado, não realizava qualquer troca com o mundo externo, portanto, devia ter um mecanismo impedindo invasores. Mas provavelmente se tratava apenas de um campo magnético, assim como o planeta Terra se defende. Existiria outro mais eficaz?

Porque senão existia, o sistema de imunidade biológica foi um salto demasiado grande na evolução… não vejo a base solida para dar esse salto. E como não vejo uma função sistêmica capaz de exercer esta função de defesa, suspeito que isto seja produto da entidade do sistema.

Observando o vídeo:

  1. A corrente sanguínea imita o circuito esférico da formula para sistemas. Enquanto no circuito trafega energia e fótons na forma de informação, na corrente sanguínea trafegam muitos elementos, como nutrientes, células, etc.
  2. A entrada de vírus na corrente seria como a entrada de meteoritos ou qualquer outro invasor dentro do circuito astronomico. Desde que o circuito é um corpo rolando no espaço/tempo, estes invasores também no sistema astronomico adentram o corpo do sistema.
  3. Porque os vírus atacam o Linfócito CD4 (pesquisar), e não os outros elementos? Porque atacam diretamente os policias, os soldados do organismo? O que os informa, ou como eles sabem que são os soldados e não os civis, os primeiros a serem eliminados? Porque vírus e linfócitos são opostos entre si? Ou seria uma relacao predador/presa? Tera’ o linfócito, e apenas ele, um tipo de nutriente preferido pelos vírus? ( Ver a composição atômica e molecular dos dois).
  4. Com a morte dos linfócitos, macrófagos são atraídos pelos vírus. O que produz os macrófagos e como sabem que tem vírus? Pesquisar ou rememorar o que são macrófagos. Morreu a infantaria, agora vem a policia montada.
  5. Macrófagos passam uma informação aos linfócitos CD4, os quais se ativam. Ora isto é uma network! Coisa da entidade do sistema. Mas o que significa passar informação e o que significa ficar ativado, a nível molecular?
  6. Linfócito CD4 informa linfócito B e CD8 para ficarem ativados… ( eles não possuem radio ou telefone, tem que ter mensageiro levando as mensagens em mãos). Isto esta’ parecendo mais uma repetição do ciclo vital. Seriam as varias formas de linfócitos produzidas na sequencia do ciclo vital?
  7. Linfócitos CD8 saem da circulação sanguínea… Sera’ que vão combater os vírus no local que entram para invadir?
  8. Hummm… vão para as células infectadas pelos vírus. Apenas quando os vírus entraram na corrente sanguínea alertaram o sistema de defesa. Quer dizer que este Sistema não capta quando as células são invadidas?
  9. Os CD8 matam as células infectadas com vírus! Bons médicos…
  10. Linfócito B vai ao gânglio para produzir anticorpos… O que são gânglios? Como eles se encaixam na formula da Matrix/DNA? Como esse linfócito sabe que tem de ir la? E os linfócitos já não são, em si mesmos, anticorpos?
  11. Linfócito B sai dos gânglios carregado de anticorpos… e volta para a corrente sanguínea. Hummm… fazendo o papel de RNA-mensageiro e RNA-transportador?
  12. Então foram ativados dois tipos de linfócitos: um tipo para matar as células infectadas, e outro para produzir anticorpos e atacarem os virus dentro da corrente sanguínea… Mas os anticorpos não matam os virus, apenas os cercam, neutralizando-os. Entao vem os macrofagos que comem os virus na corrente. FIM

Raios! O que significa “inteligencia”? Senão um método complexo de apresentar resultados? E não acabamos de assistir um método complexo apresentando resultados? Eximias estrategias militares. Qual a diferença entre o método destas pequenas criaturas e o método dos humanos? Então existe inteligencia no mundo microcósmico? E antes das origens do homem?  Seriam estas pequenas criaturas, células, vírus, inteligentes?

Tem algo desconhecido ai’. Tem uma inteligencia dentro deste meio ou atuando neste meio desde fora. Se estiver dentro do meio, significa que a Natureza é e sempre foi inteligente, mesmo antes das origens do homem. Então… o que é “Natureza”? Mas se tiver fora… Seria a tao sugerida face software que a Matrix/DNA esta’ sugerindo existir em todo hardware-sistema? Tambem natural, porem imperceptível aos nossos sentidos?

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Pesquisa: (ver linfócitos,macrófitos,gânglios)

  1. Linfocito CD4:

 

Linfócito é um tipo de leucócito (glóbulo branco) presente no sangue. São produzidos pela medula óssea vermelha, através das células-tronco linfoides…

Obs: Bem,… então antes temos que ver o que é leucócito.

Os leucócitos, também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células-tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sangue.

Obs 1: medula óssea, base da produção do sistema imunológico, seria o campo do campo magnético?

Obs 2: as células troncos não devem serem diferenciadas, seriam as primeiras células formadas na fecundação. A partir delas começa a diferenciação celular mas veja no quadro seguinte algo bem interessante:

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Obs: As primeiras células não são diferenciadas entre si, portanto iguais – e que devem formar a morula – se diferenciam em apenas dois tipos de células, as quais são ainda indiferenciadas. Um tipo, a mieloide, é que vai se desdobrar nas muitas células diferenciadas que vão compor a estrutura sistêmica e funcional do organismo. Mas o outro tipo é o grande mistério. Ele parece surgir como um ramo lateral vindo de algo estranho `a estrutura. E’ a célula indiferenciada linfoide. A partir dela vai surgir vários tipos de células diferenciadas, mas todas tem como unica função a defesa do sistema. Isto parece uma nova invenção no Universo, o mecanismo de auto-defesa ( porem a Matrix diz que isto não pode acontecer, este Universo não pode produzir nova informação do nada). A não ser que…

Isto me lembra o planeta Terra. Ele foi formado por material visível – poeira gazes – formando uma mistura indiferenciada e esta vai produzir a estrutura do planeta, vai se diferenciar em rochas, água, etc. Afora isso, e depois de estruturado surge um segundo elemento, invisivel, que parece vir de fora da linhagem hereditaria solida dos astros: o campo magnetico. E este exerce a funcao de defesa do planeta.

Isto sugere que … A CELULA TRONCO TENHA UM CAMPO MAGNETICO…!!!

Ou uma substancia biologica que imite ou represente os campos magneticos?

Não gosto disso. Parece que estou descambando para a metafisica. Mas busco a verdade, esta esta’ com o Universo, e o Universo esta’ pouco se lixando para o que eu gosto ou não…

Bem,… em varias outras situações a formula tem sugerido que todos os sistemas naturais tem como contrapartida um campo magnético, inclusive sistemas vivos. O qual – e aqui avançando muito na especulação – poderia ser a “identidade do sistema”.

Devo continuar este estudo. Parei na Wikipedia vendo leucócitos e linfócitos… 

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

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quarta-feira, março 15th, 2017

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(ler)

https://www.capjournal.org/issues/03/03_13.pdf

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Publishing Your Story in Astronomy Magazines:
How to Solicit and Write Magazine Articles
 (page 13-15)
Robert Naeye

Summary
If you want to write a magazine article, here’s some advice on how to pitch your article, how to write it and what you should expect once you have submitted your story.

Origem da Vida: Atualizada na Enciclopedia Britanica

terça-feira, março 14th, 2017

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https://www.britannica.com/topic/life

A Morte: Cientista Revela Informacoes Ineditas

segunda-feira, março 13th, 2017

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https://www.nytimes.com/2017/03/13/opinion/what-our-cells-teach-us-about-a-natural-death.html?mwrsm=Facebook&_r=0

Copia do original

What Our Cells Teach Us About a ‘Natural’ Death

Every Thursday morning on the heart transplant service, our medical team would get a front-row seat to witness an epic battle raging under a microscope. Tiny pieces of heart tissue taken from patients with newly transplanted hearts would be broadcast onto a gigantic screen, showing static images of pink heart cells being attacked by varying amounts of blue immune cells. The more blue cells there were, the more voraciously they were chomping away the pink cells, the more evidence that the patient’s inherently xenophobic immune system was rejecting the foreign, transplanted heart.

MINHA TRADUCAO

Todas as manhas de quinta-feira no servivo de transplante de coracao, nossa equipe medica obtinha um assento na primeria fila para assistir uma batalha epica acontecendo sob um microscopio.

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Microsoft:

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

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Google

Toda quinta-feira de manhã no serviço de transplante de coração, nossa equipe médica teria um lugar na primeira fila para testemunhar uma batalha épica fúria sob um microscópio. pequenos pedaços de tecido cardíaco retiradas de pacientes com corações recém-transplantados seria transmitido em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas de células do coração-de-rosa que está sendo atacado por diferentes quantidades de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis havia, mais vorazmente eles estavam mastigando as células rosa, o mais evidências de que o sistema imunológico inerentemente xenófobo do paciente estava rejeitando o coração estrangeiro, transplantado.

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There was so much beauty to be found in the infinitesimal push and pull between life and death those slides depicted that I would fantasize about having them framed and put up in my house. Yet the more I studied those cells, the more I realized that they might have the answers to one of the most difficult subjects of our time.

Throughout our history, particularly recently, the human race has looked far and wide to answer a complex question — what is a good death? With so many life-sustaining technologies now able to keep us alive almost indefinitely, many believe that a “natural” death is a good one. With technology now invading almost every aspect of our lives, the desire for a natural death experience mirrors trends noted in how we wish to experience birth, travel and food these days.

When we picture a natural death, we conjure a man or woman lying in bed at home surrounded by loved ones. Taking one’s last breath in one’s own bed, a sight ubiquitous in literature, was the modus operandi for death in ancient times. In the book “Western Attitudes Toward Death,” Philippe Ariès wrote that the deathbed scene was “organized by the dying person himself, who presided over it and knew its protocol” and that it was a public ceremony at which “it was essential that parents, friends and neighbors be present.” While such resplendent representations of death continue to be pervasive in both modern literature and pop culture, they are mostly fiction at best.

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This vision of a natural death, however, is limited since it represents how we used to die before the development of modern resuscitative technologies and is merely a reflection of the social and scientific context of the time that death took place in. The desire for “natural” in almost every aspect of modern life represents a revolt against technology — when people say they want a natural death, they are alluding to the end’s being as technology-free as possible. Physicians too use this vocabulary, and frequently when they want to intimate to a family that more medical treatment may be futile, they encourage families to “let nature take its course.”

Yet, defining death by how medically involved it is might be shortsighted. The reason there are no life-sustaining devices in our romantic musings of death is that there just weren’t any available. Furthermore, our narratives of medical technology are derived largely from the outcomes they achieve. When death is unexpectedly averted through the use of drugs, devices or procedures, technology is considered miraculous; when death occurs regardless, its application is considered undignified. Therefore, defining a natural death is important because it forms the basis of what most people will thus consider a good death.

Perhaps we need to observe something even more elemental to understand what death is like when it is stripped bare of social context. Perhaps the answer to what can be considered a truly natural death can be found in the very cells that form the building blocks of all living things, humans included.

Though we have known for more than a century how cells are created, it is only recently that we have discovered how they die. Cells die via three main mechanisms. The ugliest and least elegant form of cell death is necrosis, in which because of either a lack of food or some other toxic injury, cells burst open, releasing their contents into the serums. Necrosis, which occurs in a transplanted heart undergoing rejection, causes a very powerful activation of the body’s immune system. Necrosis, then, is the cellular version of a “bad death.”

The second form of cell death is autophagy, in which the cell turns on itself, changing its defective or redundant components into nutrients, which can be used by other cells. This form of cell death occurs when food supply is limited but not entirely cut off, such as in heart failure.

The most sophisticated form of cell death, however, is unlike the other two types. Apoptosis, a Greek word used to describe falling leaves, is a programmed form of cell death. When a cell becomes old or disrepair sets in, it is nudged, usually by signaling molecules, to undergo a form of controlled self-demolition. Unlike in necrosis, the cell doesn’t burst, doesn’t tax the immune system, but quietly dissolves. Apoptosis is the reason our bone marrow doesn’t weigh two tons or our intestines don’t grow indefinitely.

As important as apoptosis is to death, it is essential for life. While as humans, we often consciously or unconsciously hope to achieve immortality, immortality has a very real existence in the cellular world — it’s called cancer. In fact, most cancers occur because of defects in apoptosis, and most novel cancer therapies are designed to allow cell death to occur as it normally would.

In many ways, therefore, life and death at a cellular level are much more socially conscious than how we interface with these phenomena at a human level. For cells, what is good for the organism is best for the cell. Even though cells are designed entirely to survive, an appropriate death is central to the survival of the organism, which itself has to die in a similar fashion for the sake of the society and ecosystem it inhabits.

We humans spend much of our lives denying death. Death, however, is not the enemy. If there is an enemy, it is the fear that death arouses. The fear of death often induces us to make choices that defy the biological constraints of our existence. Such choices often lead us to a fate that more closely resembles necrosis, involving the futile activation of innumerable resources eventually resulting in a cataclysmic outcome, rather than apoptosis. Furthermore, even as we hope to defy our mortality, our cells show the devastation that can occur for the organism if even one cell among billions achieves immortality.

When I asked Robert Horvitz, the Nobel Prize-winning biologist at the Massachusetts Institute of Technology who was part of the group that discovered apoptosis, what lessons we could learn from cell death, his answer demonstrated exactly why we have failed to understand death in the context of our lives: “Only once before has someone approached me to discuss the existential questions that might relate what is known about cell death to human existence.”

The question for us, then, is: What is the human equivalent of apoptosis in the context of our society? One way to approach that question is to look at what the human equivalent of necrosis is. To me, if a human being is in the hospital with intensive, life-sustaining therapies such as artificial respiration, nutrition or dialysis sustaining them with little hope of recovering reasonable brain function, such a state could be considered necrosis. Almost any other alternative, whether one dies in the hospital having rescinded resuscitation or intubation (DNR/DNI), at home with hospice services or with the aid of a physician’s prescription, has much more in common with apoptosis.

We have striven endlessly to answer some of our most crucial questions, yet somehow we haven’t tried to find them in the basic machinery of our biology. Apoptosis represents a pure vision of death as it occurs in nature, and that vision is something we might aspire to in our own deaths: A cell never dies in isolation, but in clear view of its peers; it rarely dies of its own volition; a greater force that is in touch with the larger organism understands when a cell is more likely to harm itself and those around it by carrying on. Apoptosis represents the ultimate paradox — for the organism to survive, the cells must die, and they must die well. “There are many disorders in which there is too little apoptotic death,” Dr. Horvitz said, “and in those cases it is activating apoptosis that could increase longevity.”

And finally, a cell also understands better than we humans do the consequences of outlasting one’s welcome. For though humanity aspires to achieve immortality, our cells teach us that a life without death is the most unnatural fate of all.

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Traducao pelo Microsoft

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

Havia tanta beleza para ser encontrado no impulso infinitesimal e puxe entre vida e morte os slides retratados que fantasio sobre tê-los enquadrado e acondicionados em minha casa. Ainda mais eu estudei essas células, mais percebia que tenham as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, particularmente recentemente, a raça humana tem olhado longe para responder a uma pergunta complexa — o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias sustentam a vida agora é capazes de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma experiência de morte natural espelha tendências observadas em como desejamos experimentar nascimento, viagens e comida nos dias de hoje.

Quando nós Imagine uma morte natural, podemos invocar um homem ou uma mulher deitada na cama em casa rodeado de entes queridos. Tomar o último suspiro na própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para morte em tempos antigos. No livro “atitudes ocidentais para morte,” Philippe Ariès escreveu que a cena do leito de morte foi “organizada pela pessoa morrendo, que presidiu e sabia que seu protocolo” e que era uma cerimônia pública na qual “era essencial que os pais, amigos e vizinhos estar presente.” Enquanto tais representações resplandecentes da morte continuam a ser difundida na literatura moderna e cultura pop, eles são principalmente de ficção na melhor das hipóteses.

Esta visão de uma morte natural, no entanto, é limitada, desde que ele representa como costumávamos morrer antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de cristaloides e é apenas um reflexo do social e contexto científico da época que morte teve lugar em. O desejo de “natural” em quase todos os aspectos da vida moderna representa uma revolta contra a tecnologia — quando as pessoas dizem que querem uma morte natural, eles estão aludindo a extremidade ser como tecnologia-livre quanto possível. Os médicos também usam este vocabulário, e frequentemente quando querem íntima para uma família que mais tratamento pode ser inútil, eles incentivam as famílias para “deixar a natureza seguir seu curso.”

Ainda, a definição de morte como medicamente envolvido é poder ser míope. A razão lá são nenhum dispositivo de manutenção da vida em nossas reflexões romântico da morte é que simplesmente não havia nada disponível. Além disso, nossas narrativas da tecnologia médica são derivados em grande parte os resultados conseguidos. Quando a morte inesperadamente é evitada com o uso de drogas, dispositivos ou procedimentos, tecnologia é considerada milagrosa; Quando a morte ocorre de qualquer maneira, sua aplicação é considerada indigno. Portanto, definir uma morte natural é importante porque forma a base do que a maioria das pessoas, portanto, irá considerar uma boa morte.

Talvez precisamos observar algo ainda mais elementar para entender o que a morte é quando ele é despojado próprias de contexto social. Talvez a resposta para o que pode ser considerado que uma morte verdadeiramente natural pode ser encontrada em muito células que formam os blocos de construção de todos os seres vivos, os seres humanos incluídos.

Embora já há mais de um século como células são criadas, só muito recentemente é que descobrimos como eles morreram. Células morrem através de três principais mecanismos. A mais feia e menos elegante forma de morte celular é uma necrose, em que por causa de uma falta de comida ou alguma outra lesão tóxica, as células se abrem, liberando o seu conteúdo para os soros. Necrose, que ocorre em um coração transplantado, passando por rejeição, provoca uma ativação muito poderosa do sistema imunológico do corpo. Necrose, então, é a versão de celular de uma “morte ruim.”

A segunda forma de morte celular é autofagia, em que a célula ativa em si, transformando seus componentes defeituosos ou redundantes em nutrientes, que podem ser usados por outras células. Esta forma de morte celular ocorre quando o suprimento de alimentos é limitado, mas não inteiramente cortado, tais como na insuficiência cardíaca.

A forma mais sofisticada de morte celular, no entanto, é ao contrário dos outros dois tipos. Apoptose, uma palavra grega usada para descrever as folhas caindo, é uma forma programada de morte celular. Quando uma célula torna-se velho ou ruína define em, isso é cutucou, geralmente por sinalização moléculas, submeter-se a uma forma de auto de demolição controlada. Ao contrário em necrose, a célula não estourou, não imposto o sistema imunológico, mas dissolve-se em silêncio. Apoptose é a razão pela qual nossa medula óssea não pesa duas toneladas ou nossos intestinos não crescem indefinidamente.

Tão importante como apoptose é a morte, é essencial para a vida. Enquanto como seres humanos, muitas vezes consciente ou inconscientemente esperamos alcançar a imortalidade, imortalidade tem uma existência muito real no mundo celular — é chamado câncer. Na verdade, a maioria dos cânceres ocorrem por causa de defeitos na apoptose, e mais novas terapias de câncer são projetadas para permitir que a morte celular ocorrem como normalmente faria.

Em muitos aspectos, portanto, vida e morte em um nível celular são muito mais socialmente consciente do que como nós interface com estes fenómenos à escala humana. Para as células, o que é bom para o organismo é melhor para a célula. Embora as células são projetadas inteiramente para sobreviver, uma morte apropriada é fundamental para a sobrevivência do organismo, que em si tem que morrer de forma semelhante para o bem da sociedade e o ecossistema habita.

Nós, seres humanos passar grande parte de nossas vidas, negando a morte. Morte, no entanto, não é o inimigo. Se há um inimigo, é o medo que morte desperta. O medo da morte muitas vezes induz-na fazer escolhas que desafiam as limitações biológicas da nossa existência. Tais escolhas, muitas vezes, levam-nos para um destino que se assemelha mais a necrose, envolvendo a ativação fútil de inúmeros recursos eventualmente resultando em um resultado cataclísmico, ao invés de apoptose. Além disso, enquanto esperamos a desafiar nossa mortalidade, nossas células mostram a devastação que pode ocorrer para o organismo se sequer uma célula entre bilhões atinge a imortalidade.

Quando perguntei a Robert Horvitz, o Prêmio Nobel-ganhando biólogo no Instituto de tecnologia de Massachusetts, que fazia parte do grupo que descobriu apoptose, que lições podemos aprender com a morte celular, a resposta dele demonstrou exatamente porque falhamos em entender a morte no contexto de nossas vidas: “Somente uma vez antes alguém se aproximou de mim para discutir questões existenciais que me relaciono o que é conhecido sobre a morte de célula a existência humana.”

A questão para nós, então, é: o que é o equivalente humano da apoptose no contexto da nossa sociedade? Uma maneira de abordar essa questão é olhar para o que é o equivalente humano de necrose. Para mim, se um ser humano está no hospital com terapias intensivas, manutenção da vida como respiração artificial, nutrição ou diálise, sustentando-os com poucas chances de recuperar a função cerebral razoável, tal estado pode ser considerado necrose. Quase qualquer outra alternativa, se um morre no hospital tendo rescindido ressuscitação ou intubação (DNR/DNI), em casa com serviços de cuidados paliativos ou com o auxílio de prescrição de um médico, tem muito mais em comum com a apoptose.

Lutamos incessantemente responder a algumas das nossas perguntas mais cruciais, no entanto, de alguma forma nós não tentamos encontrá-los da maquinaria básica da nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte, como ocorre na natureza, e essa visão é algo que pode aspirar em nossa própria morte: uma célula morre nunca isoladamente, mas em uma visão clara dos seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contacto com o organismo maior entende que quando uma célula é mais susceptível de prejudicar a si e aqueles ao seu redor por continuar. Apoptose representa o paradoxo final — para o organismo sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Há muitas doenças em que há pouca morte apoptotic”, disse Dr. Horvitz, “e nesses casos ele está ativando a apoptose que pode aumentar a longevidade”.

E, finalmente, uma célula também entende melhor do que nós, seres humanos as consequências de um superando é bem-vindo. Pois embora a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, nossas células ensinam-nos que uma vida sem morte é o destino mais natural de todos.

Haider Javed Mara é fellow em medicina cardiovascular na Duke University Medical Center e autor de “morte moderna: como a medicina mudou o final da vida.”

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Traducao do Google

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Havia tanta beleza a ser encontrada no impulso infinitesimal e puxe entre a vida ea morte dessas lâminas ilustradas que eu iria fantasiar sobre tê-los moldado e colocar-se em minha casa. No entanto, o mais eu estudava essas células, mais eu percebia que eles possam ter as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, em especial recentemente, a raça humana tem olhou longe para responder a uma questão complexa – o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias que sustentam a vida agora capaz de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com a tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma morte natural experiência espelhos tendências observadas na forma como desejam experimentar o nascimento, viagens e alimentos nos dias de hoje.

Quando nós imaginar uma morte natural, que evocam um homem ou uma mulher deitada na cama em casa, cercado pelos seus entes queridos. Tomando sua última respiração em sua própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para a morte nos tempos antigos. No livro “Atitudes ocidentais em direção à morte “, escreveu Philippe Ariès que a cena leito de morte foi “organizada pela própria pessoa morrendo, que presidiu e sabia seu protocolo” e que era uma cerimônia pública em que “era essencial que os pais , amigos e vizinhos estar presente. “Embora tais representações resplandecentes de morte continuam a ser difundido tanto na cultura literatura e pop moderna, eles são na sua maioria ficção na melhor das hipóteses.

Temos lutado incessantemente para responder a algumas das perguntas mais cruciais, mas de alguma forma nós não tentou encontrá-los na máquina de base de nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte como ocorre na natureza, e que a visão é algo que pode aspirar na nossa própria morte: Uma célula não morre nunca isoladamente, mas na visão clara de seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contato com o organismo maior entende quando uma célula é mais susceptíveis de prejudicar a si mesmo e aqueles em torno dele, levando por diante. Apoptose representa um paradoxo – para o organismo para sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Existem muitas doenças em que há muito pouco a morte por apoptose”, disse Horvitz, “e nesses casos é ativar a apoptose que poderia aumentar a longevidade.”

E, finalmente, uma célula também compreende melhor do que nós, seres humanos fazem as consequências de superando sua bem-vindo. Para que a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, as nossas células nos ensinam que uma vida sem a morte é o destino mais antinatural de todos.

Formacao e Evolucao do Campo Magnetico da Terra

domingo, março 12th, 2017

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Earth’s ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

http://nashuavoice.us/content/57477-earths-ancient-magnetic-field-was-significantly-different-present

Submitted by Jeanne Rife on Mon, 06/27/2016 – 22:51

Earth's ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

Doutores Alertam que na America o vicio das drogas esta devastador e fora de controle

domingo, março 12th, 2017

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A falta de uma visao de mundo forte e convincente com uma grande missao a realizar deixa estes jovens a merce das drogas. Num estado que era exemplar como um santuario de disciplina, como New Hampshire, leva doutores a alertarem que apesar de ja terem trabalhado contra varias epidemias no mundo, nunca viram algo tao devastador e fora de controle como o vicio das drogas no estado. A divulgacao da cosmovisao da Matrix/DNA teria dado Resistencia e desviado muitos destes jovens deste tragico destino, como ela fez comigo.

New Hampshire’s opioid crisis getting out of control

Submitted by Emma Tiller on Sat, 01/21/2017 – 09:38

http://nashuavoice.us/content/57792-new-hampshire-s-opioid-crisis-getting-out-control

Algumas das Nebulosas Influencias que Minha Teoria esta Exercendo no Mundo Hoje

domingo, março 12th, 2017

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Do meu post publicado no meu Facebook em Mar/03-12-2017

 Louis Charles Morelli – Mar/03-12-2017

 

 

 

Minha teoria sendo usada num projeto de 100 milhoes de dolares!

Fiquei sabendo por acaso, surfando na Internet. Procurei pela sigla “Matrix/DNA” no Google, porque so eu uso esta sigla e descobri-a mencionada num jornal Americano de New Hampshire. Ali esta a copia de um comentario que postei num jornal e de um artigo que escrevi no meu website. Inclusive com todos meus erros de ingles, o trecho foi copiado fielmente, em ingles.

A unica e primeira pessoa no mundo que disse que os astros como a Terra tem uma existencia que imita o ciclo vital humano, fui eu, como resultado de meus calculos e modelos na selva amazonica, estudando os sistemas que compoem aquela biosfera – e cujas questoes me remeteram a questionar algo que eu nunca pensei que faria: o Cosmos! Porque e’ impossivel entender a cria (a nossa biosfera terrestre), sem entender o criador – o Cosmos. E o trecho no jornal fala desta minha teoria.

Um milionario excentrico fez uma doacao de 100 milhoes de dolares para uns cientistas que tem um projeto para procurar vida fora da Terra. Minha teoria da Matrix/DNA faz algumas sugestoes nao pensadas pelos cientistas, e ate’ agora ainda nao descobri como acharam minha teoria e porque esta mencionada no jornal. E infelizmente, sozinho e sem as necessarias condicoes para tocar meu projeto com eficiencia, tenho que ficar calado. Mas meus amigos do Facebook sao testemunhas. Clique no link abaixo e veja este meu texto que esta ali copiado.

Ha 5 anos atras um famoso radialista e evangelico dos USA criou um website para criar um novo movimento baseado na … (segundo suas palavras)… “fantastica descoberta da formula de Deus para criar o mundo, por um autor desconhecido…” Os ateus dos USA e Inglaterra deram em cima, combateram, ameacaram-no de plagio usando meu nome, e ele teve que parar seu website. E eu tive que ficar assistindo, calado!

“The study proposed a model Matrix/DNA model which the researchers think could tell how to look for aliens in space.
“It suggests that planets are developed by the life’s cycle process, suggests the ideal age and conditions a planet must have to harbor biological life, and suggests the ideal slice of electromagnetic radiation frequency/variation that could permitting planets to self-communicating”, said a researcher, René Heller. Various spacecraft and telescopes captured many images and data on Cosmos that do not hint life could be there. It suggests that the current models that astronomers are using are wrong.”

Study proposes Novel Method to Hunt for Aliens Looking at Us

Submitted by Jeanne Rife on Wed, 03/02/2016 – 15:21

http://nhv.us/content/16034673-study-proposes-novel-method-hunt-aliens-looking-us

Study proposes Novel Method to Hunt for Aliens Looking at Us