Archive for maio, 2017

A Maravilhosa Estranheza do Mundo Quantico

segunda-feira, maio 22nd, 2017

xxxxx

https://www.youtube.com/watch?v=IxRfDtaot5U

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – 5/22/2017

The quantum world is genuine reality, weird is our human world (the galactic world). The universal laws rules that any natural system be opened system – opened to its own evolution and to the external world – but, when matter became astronomical systems it choose the eternal thermodynamic equilibrium as close system, making its body as a paradise for itself. The weird reality inside astronomic closed systems created these natural laws that rules our world and life. But, like atoms, galaxies are our ancestrals ( as natural systems, like we are), so, it was “we” that made the mistake, the big sin. The universal force of entropy attacked these ancestors, they became biological systems, so, here we are, under the laws of chaos, living this absurd life, with wrong neuronal connections which are the “weirds”, going to fix the mistake and going back to the real reality. That’ what is suggesting a new interesting and logic theory, The Matrix/DNA.

I will give a sample: the Heisenberg uncertainty becomes intelligible and rational when we see that any particle behavior under the force of vital cycles ( this force, or law, was existing before the formation of galaxies) and the entanglement phenomena is explained by the obligatory duality of all forces and elements ( which also is a universal law, and not a galactic creation).

Relações “mente x cérebro” e “software x hardware”

sábado, maio 20th, 2017

xxxx

O texto abaixo é de um comentário postado na Internet. Alguns pontos estão relacionados com a sugestão da Matrix/DNA, como por exemplo, a sugestão de que existe um processo de feed-back evolucionário entre software e hardware. O autor relata que a mente ( o software), pode mudar a estrutura do cérebro ( o hardware), mesmo enquanto um cérebro existe… o que não foi sugerido pela Matrix/DNA. Vejamos o comentário e uma interessante resposta a ele:

” No computador, a programação está representada em estados elétricos, na mente, a memória é representada de forma simbólica, e está armazenada nas sinapses, as conexões entre os neurônios.

Só que, diferente de um computador, no cérebro a programação (que é em parte introduzida via interação social, parte já vem “pronta”, como os instintos de sobrevivência) altera a própria estrutura do cérebro. Experiências traumáticas deixam marcas indeléveis no cérebro, marcas que se traduzem em traumas e fobias.

No momento que a pessoa morre, a sua consciência se desfaz, à medida que as sinapses vão se desfazendo e os neurônios vão morrendo. Por isto um acidente que resulte em asfixia pode causar traumas tão sérios no cérebro. Também aneurismas costumam comprometer regiões do cérebro resultando em perda de memórias e perda de habilidades, que tem que ser reaprendidas (a pessoa passa a treinar outras regiões do cérebros para fazer aquela atividade que era responsabilidade da região perdida).

Não tem computador no mundo que funcione desta forma. Você pode, por exemplo, copiar a memória de um computador em outro computador, e os dois terem a partir daquele momento exatamente o mesmo conteúdo, mas como é que você vai copiar a matriz de sinapses de um cérebro em outro? Por isto também não tem como fazer a transferência de mente de um corpo para outro sem que se faça a transferência de todo o sistema neurológico (tronco cerebral completo).”

Resposta de outro comentador:

” O computador realmente não tem memória, mas assim como o cérebro, retém cargas elétricas armazenadas para indicar uma atividade. Essas cargas em forma de ponto dependem extremamente do sistema e sem este nada é.
Por favor, qualquer um que entenda informática sabe que o pc reproduz imagem e video mas não os vê, reproduz música, mas não a escuta. Da mesma forma armazena dados como se tivesse memória própria, mas não lembra de nada!”

E outro comentario:

Para melhor explicar o que penso, vou fazer uma analogia.
Vamos tomar como exemplo um PC e vamos considerar que o cérebro do PC é o processador. O processador é responsável por todas as atividades do computador e tem uma memória responsável para efetuar tarefas repetitivas. Porém não tem inteligência para escrever um texto, desenhar uma figura ou efetuar cálculos necessários para a construção de um prédio por exemplo. Todavia, o dono do computador, que está fora dele, e que consideraremos como a Consciência, resolve instalar um programa chamado Office para escrever textos e que pode ser considerado como um atributo inteligente. Assim, essa Consciência, mesmo estando fora do computador e do processador interfere nele integralmente. Depois de alguns textos escritos, o processador já saberá como se comportar e vai repetir automáticamente as tarefas de abrir o editor, escrever o texto e salvar o arquivo, mas não terá a menor noção da importância do conteúdo do texto. Quem vai ter essa noção é o dono do computador que está fora dele, ou seja, a Consciência do computador. O processador do computador poderá com o tempo apresentar defeitos o que impossibilitará a Consciência (o dono) de utilizar o computador. Da mesma forma, o nosso cérebro desempenha funções meramente automáticas e repetitivas, absorve atributos inteligentes e utiliza-os repetindo as mesmas funções automáticamente. Só a Consciência que está fora do corpo e do cérebro é capaz de fazer uso inteligente desses conteúdos. Se nosso cérebro apresentar defeitos quer por desgaste quer por uso de drogas, a Consciência não poderá mais interagir com ele.

Evolucao do Cerebro e Despertar da Consciência nos Sistemas Biologicos

sábado, maio 20th, 2017

xxxx

Isto esta’ baseado na perspectiva da evolução neo-darwinista:

1-Cérebros de peixes a pequenos anfíbios
Economia de energia (sossego, paz) e Reação rápida (susto).

2-Cérebros de répteis a pequenos pássaros
Reconhecimento mútuo (aconchego) e mais os dois anteriores.

3-Cérebros de pequenos e grandes predadores homeotérmicos:
Territorialismo (bravura, egoísmo) e mais os três anteriores.

4-Cérebros de grandes herbívoros e mamíferos graciosos:
Expressão vocal (conversas) e mais os quatro anteriores.

5-Cérebros de grandes predadores gregários:
Estratégia (matemática básica) e mais os cinco anteriores.

Embora estes seis grupos zoológicos possam incluir quase todo cérebro, inclusive e de muitos dos que se dizem deuses, é preciso lembrar que falamos de consciência.

6-Cérebros de humanos:
Consciência (capacidade de reflexão) e mais os seis anteriores.

?-Cérebros de grandes humanos:
Transcendência (capacidade de saber-se) e mais os sete anteriores.

Consciência: Teoria “Espaço do Trabalho Global”

sábado, maio 20th, 2017

xxxx

A Ciência Moderna tem duas teorias eleitas sobre a consciência. Uma e’ a Teoria da Informação Integrada sobre a qual escrevi outro artigo aqui. neste artigo vamos pesquisar a outra teoria, espaço do Trabalho Global. Meu primeiro conhecimento desta teoria foi no link:

http://hypescience.com/cientistas-se-aproximam-da-teoria-da-consciencia/

Cientistas se aproximam da Teoria da Consciência

Texto sobre a teoria:

Espaço de trabalho global

Esta teoria promissora sugere que a consciência funciona um pouco como a memória do computador, que pode lembrar e manter uma experiência mesmo depois dela ter passado. Bernard Baars, neurocientista do Instituto de Neurociências de La Jolla, Califórnia (EUA), desenvolveu esta teoria, que é conhecida como a teoria do espaço de trabalho global. Tal ideia é baseada em um conceito antigo de inteligência artificial chamado de quadro negro, um banco de memória que diferentes programas de computador poderiam acessar.

Qualquer coisa, desde a aparência do rosto de uma pessoa a uma memória de infância pode ser reproduzida na lousa do cérebro, onde a informação pode ser enviada para outras áreas do cérebro que irão processá-la. De acordo com a teoria de Baars, o ato de transmissão de informações no cérebro a partir deste banco de memória é o que representa a consciência.

A teoria do espaço de trabalho global e a teoria da informação integrada não são mutuamente excludentes, diz Koch. As primeira tenta explicar em termos práticos se algo é consciente ou não, enquanto a segunda procura explicar como a consciência funciona de forma mais ampla. “Neste momento, ambas podem ser verdade”, conclui.

Pesquisas:

Na busca por Deus

sexta-feira, maio 19th, 2017

xxxx

Como um embrião que ainda se encontra no ambiente intrauterino começa a pensar, se não sabe nenhuma linguagem, nenhum idioma? Pois pensar e’ falar com o cérebro, só conhecemos pensamentos que se compõem de palavras. Tente pensar evitando palavras… eu tentei e não consegui. Tambem tem as imagens. Pensar depende de imagens que estão na memoria porque foram vistas antes. E um embrião nunca abriu seus olhos, nunca viu nenhuma imagem.

Então, como devem ser os primeiros momentos, dias, nas origens dos pensamentos em um novo cérebro?

Aos 6 ou 8 meses da embriogênese a auto-consciência começa a existir. Usamos esta palavra, este nome “auto-consciência” para um fenômeno que não vemos e quase nada sabemos, assim como usamos o nome ” força gravitacional”, ou “energia”, para coisas que não temos a menor ideia do que sejam na realidade. Mas nos sabemos que ela existe porque a sentimos e vemo-la movendo a matéria, ao menos a matéria do nosso corpo, então vemos os efeitos nas redondezas da auto-consciência, mas a fonte destes efeitos, não temos a menor ideia do que seja.

Mas nos podemos apostar que sabemos qual a causa da existência da nossa auto-consciência, individual, como e porque foi suas origens, apesar de que nada sabermos da causa e das origens da auto-consciência coletiva. A nossa auto-consciência individual não tem como causa a invenção dela pelo nosso cérebro individual, e sim porque ela já existia no mundo e foi inserida no genoma do embrião pelos genitores. Ela ficou escondida, hibernando, como potencial latente, durante 6 ou 8 meses e apenas despertou, apenas começou a engatinhar, quando o cérebro sendo formado alcançou um certo nível de complexidade.

Se sabemos que nosso cérebro individual não “criou” nossa auto-consciência, sera’ um desvio da Razão a crença daqueles renomados cientistas na vanguarda hoje da pesquisa neurobiológica de que o cérebro coletivo “criou” a auto-consciência. O que temos de fato conhecido aqui e agora é que nenhum dos cérebros existentes criou auto-consciência. Perante o fato que temos aqui e agora, consciência é transmitida e não criada. Então crer que cérebros antepassados e mais primitivos criaram consciência, é deixar a realidade conhecida da Natureza e dar ares `a imaginação.

Mesmo assim os materialistas vão insistir sempre repetindo uma palavra: evolução. mas vão proceder assim porque foram condicionados a pensar redutivamente, pelo meto reducionista. São incapazes de abrir a mente para o amplo horizonte. Evolução não começou na Terra e nem com sistemas biológicos, ditos “vivos”. Evolução começou com o Big Bang. E quando inserimos o fato também conhecido da evolução cosmológica no conceito geral de evolução, visualizamos rapidamente que ela deve ter sido transmitida.

Esta bem. Eu sei da atual teoria evolucionista de que não são indivíduos que fazem a evolução e transformação de uma especie em outra mas sim um grupo deles, a população. Então estes cientistas me responderiam (penso eu), que uma população de cérebros – o coletivo – pode criar auto-consciência, como uma nova novidade evolucionaria. Mas ainda assim me sinto inconfortável com essa possibilidade, pois não vejo como a matéria poderia dar este universal salto de ser uma mistura de rocha+água+gazes, antes, e hoje e essa simples mistura ter-se transformado em algo que tem consciência da própria existência. Vem a meu favor o fato de que ninguém provou que auto-consciência e’ composta de algum ou todos os estados da matéria conhecidos – solida, liquida, gasosa – ou ainda de um novo estado teórico – plasma. Eu posso entender que peixes acabem transformando barbatanas em asas e virando pássaros, pois o esforço de sobrevivência e adaptação poderia fazer isso. Mas não vejo nenhum motivo do porque o cérebro de macacos se esforçaram para inventar a auto-consciência. Por outro lado, sei que formas anteriores do cérebro humano de um baby eu de uma população de “beibies” não criaram a auto-consciência, apesar dela já estar previamente desenhada dentro deles, ela já existia em algum lugar fora deles. Então por isso vou apostar por enquanto que a auto-consciência não existia no sistema nervoso das bactérias e nem no cérebro do macaco – as formas anteriores do cérebro humano – mas já existia em algum lugar fora deles e estava escondida, existindo como potencial latente, dentro da genética das bactérias e dos macacos. Ela só não aflorou `a superfície porque o cérebro deles não tinha os equipamentos necessários para isso acontecer.

Então essa “teoria” inédita sobre auto-consciência, me poe a campo em busca dela. Ela deve estar permeando toda a matéria do Universo, como oceano em volta de uma ilha, `as vezes com suas águas invadindo a ilha. A teoria diz que ela existia antes do universo e existe ao menos alem dele. Se eu a encontrar, terei encontrado o que os religiosos procuram sob o nome de Deus, apesar que não posso usar este nome porque penso que vou encontrar um ser natural, apesar de supernatural pela sua grandeza.

Mas para chegar ao Supremo, tenho antes que ir resolvendo estas questões que apenas surgem na minha cabeça porque esta teoria me faz pensar diferente. Questões como a que surgiu aqui agora: como os embriões começam a pensar, se não tem linguagem nem imagens?! E também devido apenas eu fazer estes tipos de perguntas, apenas eu penso em fazer certas experiencias cientificas. Como a tentar inserir um celular na bolsa onde esta’ um embrião para ver se ele atende o telefone e me conta esse segredo…

E se Deus ler isto aqui, nessa hora Ele poe as mãos na cabeça e exclama: ” E eu vou deixar um louco destes me encontrar? Nunca!”

Existe Vida Depois da Morte? O melhor video com o melhor debate entre crentes e ceticos

quinta-feira, maio 18th, 2017

xxxx

https://www.youtube.com/watch?v=h0YtL5eiBYw

E meu comentario com a opiniao da Matrix/DNA postado no Video:

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/18/2017

My 2 cents:

1) The word “life” is the culprit of so much confusion. Change it for ” biological systems”, differing from atom systems, galactic systems and there is no such separation between “living systems” and “no-living systems”. At Matrix/DNA Theory we are discovering that all biological properties has its counterparts as mechanistic properties at astronomic systems and electromagnetic properties at atomic systems. There is a unique natural universal system that began with the Big Bang in shape of “wave light system”, which got the shape of atoms, galaxies, humans, consciousness, and still is alive for 13,8 years old. Consciousness and natural world is like software and hardware. Consciousness could not work at the ancient systems like Bill Gates could not making working the windows inside the ancient calculators machines.

2) A human brain gets consciousness at 6 or 8 months old. It is not each brain that creates consciousness, it already was existing before and surrounding the embryo’s little universe. The universal natural system gets consciousness at 13,8 billion years, wherever there is a system with the necessary complexity. Each is not that human species creates consciousness, neither that all other conscious aliens created consciousness: it was existing before and surrounding our universe;

3) At Matrix/DNA Theory we discovered that the entropy attacking an astronomic system produces its defragmentation into bits-information, carried on by photons. These photons works like genes, building the new shape of the universal system, which are biological shapes. Since photons were also composing the first universal shape of system – waves of light – emitted by something existing before and beyond our universe, we conclude that  this original light is linked directly to consciousness. So, if we want to see and touch the substance of consciousness we need go beyond electrochemical signals, synapses and we will see darkness. Cleaning this darkness we will see a astonishing network of photons located inside the electrons of the atoms that composes neurons and brains. But it is merely the matrix/dna of consciousness.

4) We are still almost blind. We see only one and half part of a light that has seven parts. We only touch a world made by two and half parts of vibrations which has seven kinds of vibrations, to say, seven dimensions. Our brain is still primitive, our sensors are evolving yet and we will get more complex sensors. Then, Mr. Physicist will perceive that Physics reveal merely the skeleton of the universe, any natural systems and human bodies. it can not grasp anything about the soft meat, the neurology… and they pretends that know something about consciousness… My Go… oh, I mean, My Almighty Lord Pink Unicorn…

Website Construção – Plugins

terça-feira, maio 16th, 2017

xxxx

Ver em WordPress.Org e WordPress.com que tem muitos plugins para ser instalados, tanto no blog-pr quanto no blog-en

Intelligent Designer: Bio-Complexity, Peer-Review Of Articles

terça-feira, maio 16th, 2017

xxxx

Eu sempre desejei que os cientistas do ID fizessem experimentos buscando desmentir muitas das asserções do neo-darwinismo, pois isto iria me ajudar. Eles fariam isso buscando provar que houve inteligente designer, quando então eu poderia pegar a oportunidade para argumentar que houve “prévio” design, mas não inteligente e pela Matrix/DNA.

Uma entrevista dada por Ann Gauger (cientista pro-ID) me informou que o ID esta executando experiencias cientificas para provar sua crença. Os papers referentes a estas pesquisas não são aceitos por jornais oficiais de ciências para peer-review, então criaram um jornal com uma equipe de peer-review onde estes papers são listados e livres para leitura. Abro este capitulo para uma pesquisa no assunto. O jornal chama-se Bio-Complexity, no link:

http://bio-complexity.org/ojs/index.php/main/index

Purpose

BIO-Complexity is a peer-reviewed scientific journal with a unique goal. It aims to be the leading forum for testing the scientific merit of the claim that intelligent design (ID) is a credible explanation for life. Because questions having to do with the role and origin of information in living systems are at the heart of the scientific controversy over ID, these topics—viewed from all angles and perspectives—are central to the journal’s scope. (cont. a ler)

xxxx

Entrevista de Ann Gauger:

Integrity in Science — A Facebook Dialogue

Os Fotons Escuros Luminosos: E a Dadiva do Poder do Mais Elevado Conhecimento

sexta-feira, maio 12th, 2017

xxxxx

A posição humana em relação `a busca do conhecimento sera’ melhor entendida se imaginar-mo-nos agora situados no centro da Terra. O conhecimento nos espera nos quatro quadrantes a partir do centro: a sudeste e sudoeste, a noroeste e nordeste. Para o sul vamos  cada vez mais descendo no microscópico e para o norte vamos subindo no macrocosmos.

No momento que pensei nesta analogia, descobri algo muito curioso: o cérebro humano esta’ construído exatamente nesta configuração dos quadrantes, como se fosse previamente desenhado para conquistar e armazenar todo o conhecimento universal.

Senao, vejamos: se nos situar-mos no centro do cérebro, mais próximo ao hipocampo, vemos a nossa esquerda o hemisfério esquerdo, que corresponde ao lado geográfico compreendido por sudoeste e noroeste; e vemos a nossa direita o hemisfério direito, que corresponde ao lado geográfico compreendido por sudeste e nordeste. Acima da nossa posição geográfica esta’ o Polo Norte, abaixo o Polo Sul. Tambem no cérebro, na parte baixa esta’ o cerebelo, a morada dos eus inferiores que herdamos dos instintos animais; enquanto na parte alta do cérebro esta’ o córtex, a região de onde emana a auto-consciência e se constrói o nosso eu superior.

Depois de dar a volta por todo Universo e chegar a suas ultimas fronteiras desvendando os segredos do mundo físico material, a cosmovisão da Matrix/DNA esta’ agora parada nas duas regiões fronteiriças, a de cima, e a de baixo. A microscópica e a macrocósmica. Na macrocósmica paramos no oceano escuro de matéria negra e na onda de luz original que banha este oceano, a radiação cósmica de fundo. Nas regiões microscópicas estamos parados nas partículas ultimas desta onda de luz, os fótons.

Porque já sabemos que a onda universal carrega em si as sete funções de todo sistema natural completo e funcional, e como ela gera o atrito ao passar pela matéria negra criando as energias, e dividindo tudo nestas sete funções para gerar todos os sistemas naturais. Enquanto não desenvolver-mos os nossos atuais sensores naturais e tecnológicos sera’ difícil avançar no conhecimento desta quase abstrata entidade cósmica. Nossos olhos então estão mais voltados para as regiões microscópicas, as partículas fótons.

Partindo do nosso campo visual normal, fomos avançando pelas ondas na hierarquia das dimensões escalares, descendo pelo nível das minusculas células, dos átomos, e depois de suas partículas, chegamos `a dimensão quântica. Mas nessa dimensão a realidade novamente se dobra e escurece as regiões abaixo onde estão os fótons. Podemos imaginar o mundo físico boiando sobre um oceano de pontinhos escuros moventes, e só’. A unica coisa que podemos inferir e’ que estes corpúsculos escuros são fótons, de intensa luminosidade, tao intensa que seu brilho nos cega e vemos a escuridão. Mas ai esta’ o segredo mais poderoso para a especie humana hoje, pois se conseguíssemos adentrar o mundo dos fótons, dominaríamos todos os aspectos da matéria, da energia, do mundo físico.

Sabemos que cada fóton e’ a copia completa da onda de luz universal. Portanto eles são sistemas em si, e funcionais. Em si mesmos são ondas comprimidas no microcosmos, portanto constituídos de sete faixas de frequências/vibrações diferenciadas entre si. E o mais importante: sabemos que eles se conectam em redes, networks, que eles adentram os elétrons dos átomos e assim – como os vírus fazem com as células – eles assumem a maquinaria e administração dos átomos, conduzindo-os a se combinarem para formarem sistemas, sempre modelados pela formula da Matrix/DNA, que e’ a forma da onda de luz universal.

Precisamos de alguma maneira limpar o negrume que esconde estes fótons, precisamos ver como estão formando o tórax humano, o sistema galáctico, o cérebro, cada célula, cada molécula, etc. e etc. Assim podemos ajuda-los a vencer os obstáculos que causam os defeitos nestes sistemas. As doenças nos humanos. As intempéries nos planetas e sistemas astronômicos…

Quando dois fótons se conectam devem criar uma ponte entre eles. De que sera’ feita esta ponte? Da mesma substancia deles? Serão extensões deles? Nas moléculas orgânicas os átomos se conectam através das pontes do semi-átomo, o primeiro a se formar como protótipo de átomo, o mais primitivo, o hidrogênio. Existira’ um tipo de fóton mais simples, mais primitivo, disponível no meio da material, que e’ capturado entre dois fótons superiores para formar seus elos de conexões?

As boas teorias sempre vão na frente das grandes descobertas. Elas tem guiado os humanos para as descobertas. Porque uma teoria gera uma vontade incansável na mente humana de buscar sua confirmação, de encontrar o objeto teorizado. Quando Lemaitre iniciou a teoria do Big Bang, tanto ele como a mente de muitos sentiram o desejo enorme de encontrar algo que fosse evidencia, e este desejo oculto na mente de dois radiotécnicos fê-los perceber que o ruido nos seus aparelhos estariam relacionados com o Big Bang. Quando Einstein elaborou suas teorias fantásticas mencionando espaços curvos encurvando a luz ele guiou mentes sedentas de encontrar evidencias a mentalizar uma experiencia e aproveitar a oportunidade unica de uma eclipse, para verem o objeto dos sonhos, a luz se encurvando.

Mas existem as teorias erradas, e nao sabemos se esta e’ uma boa teoria ou uma errada. Mas mesmo assim, quando se trata da evolução do conhecimento humano, melhor uma teoria errada do que teoria nenhuma. Os índios não formulavam estas teorias, e vemos no que deram. Quando uma teoria esta’ errada ela serviu de grande beneficio para nossa evolução, pois nosso conhecimento tem evoluído na base da tentativa e erro. Cada erro sofrido vai sendo eliminado das possibilidades e assim vamos cada vez mais nos aproximando do acerto.

Portanto, temos uma teoria, e temos agora uma vontade incansável de alcançar o reino fantástico dos fótons, um reino que revela os calcanhares da onda de luz original que veio junto ou deflagrou o Big Bang. Que extrapola as fronteiras do nosso universo perceptível e nos leva aos limiares da Criação… e talvez aos calcanhares do Criador. Estamos procurando agora uma maneira de mergulhar-mos nas trevas que antecede o reino dos fótons, isto nos ocupara’ a mente dia e noite, premissa necessária e suficiente de que vamos chegar la’.

 

Integrated Information Theory (IIT): Moderna Teoria Sobre Auto-Consciencia

sexta-feira, maio 12th, 2017

xxxx

A Ciencia Moderna tem duas eleitas teorias sobre a consciência. Uma chama-se Espaco de Trabalho Global, desenvolvida pelo neurocientista Bernard Baars, do Instituto de Neurociências de La Jolla, Califórnia (EUA), sobre a qual escrevo outro artigo. A qui vamos tratar da outra teoria, a Teoria da Informação Integrada.

Phi, the symbol for integrated information.

Primeiro conhecimento da Teoria obtida no debate com vídeo  e participação do autor da teoria, Giulio Tononi, em:

Consciousness: Explored and Explained

http://www.worldsciencefestival.com/videos/consciousness-explored-and-explained/#volume

 

Consciousness: Explored and Explained

My 2 comments posted at the video/YouTube:

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/17/2017

Sir Giulio Tononi will advance his research if he learns about the universal formula discovered by matrix/DNA Theory for all natural systems, from atoms to galaxies to brains and probable, consciousness ( it must be a system also, and it must have a configuration that is the projection of the brain’s system). It is very hard dealing with systems without knowing what really is a system, why they exists and why they works the way they does. Nature has applied a formula for doing them and the formula explains everything. Integrated information, reducible mechanisms, everything are there, in the formula. How each part of a system is built by the same life’s cycle process, which are the specific universal function of each part, their locations and shapes, etc. For example, the identity of systems becomes very clear looking to the formula. But, just identity of systems is a good evidence that consciousness is an entity under evolution from systems to systems since the beginnings of time, before life’s origins.
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/17/2017
Matter is able to become conscious of itself, alone? Every scientific work done about consciousness is like Integrated Information Theory. See the paper: it is hard work collecting natural phenomena related to what we think consciousness does, surrounding the phenomenon, but, as black holes, never reaching or touching or seeing it. No problem, this is the normal procedures in Science, it is the secret by which we had known invisible things. But, there is a belief driving the scientific investigation. That brains produces consciousness. Which means: matter can become conscious of itself. My question is: ” What if the belief is wrong? How much time, money, effort, we will loose? Which evidence or other natural parameter without the human brain we have for believing in this way? What if the knowledge of consciousness is only possible by a different scientific approach? At Matrix/DNA Theory, our theoretical models are suggesting that consciousness has nothing to do with the event of the Big Bang, but it was there, beyond and before the event. Like a human brain gets consciousness at 6 or 8 months at embryonary state but is no the brain creating consciousness first time in the world, it was existing before and beyond the little embryogenetic universe of the embryo, it was existing at potential state inside the genetics of the embryo, waiting the brain reaching the right level of complexity. So, it is we an our universe. Consciousness can flourish at any place where a natural system reaches such complexity, but, consciousness never will be explained while we are inside this universe. Which means that we must continuing these scientific efforts trying to know the effects of consciousness, not its explanation, origins, formation.

Wikipedia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Integrated_information_theory#Central_Identity

Integrated information theory (IIT) attempts to explain what consciousness is and why it might be associated with certain physical systems. Given any such system, the theory predicts whether that system is conscious, to what degree it is conscious, and what particular experience it is having (see Central Identity). According to IIT, a system’s consciousness is determined by its causal properties and is therefore an intrinsic, fundamental property of any physical system.[1]

IIT was proposed by neuroscientist Giulio Tononi in 2004, and has been continuously developed over the past decade. The latest version of the theory, labeled IIT 3.0, was published in 2014 ( cont.)

  • ver lista de referencias de papers relacionados na Wikipedia

xxxx

Primeiro Paper do autor da teoria, Giulio Tononi, publicado em 2014, na PubMed, livre para leitura:

From the phenomenology to the mechanisms of consciousness: Integrated Information Theory 3.0. 

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24811198?dopt=Abstract&holding=npg

( Observar Funding Statement: This work was supported by a Paul G. Allen Family Foundation grant, by the McDonnell Foundation, and by the Templeton World Charities Foundation (Grant #TWCF 0067/AB41). )

xxxx

Artigo na Nature ( somente abstrato livre):

Integrated information theory: from consciousness to its physical substrate

http://www.nature.com/nrn/journal/v17/n7/full/nrn.2016.44.html

Ver lista de referencias na Nature sobre papers publicados e relacionados a IIT

xxxx

Copia de uma analise em português desta teoria:

http://hypescience.com/cientistas-se-aproximam-da-teoria-da-consciencia/

Informação Integrada

O neurocientista Giulio Tononi, da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), desenvolveu uma das teorias mais promissoras para a consciência, conhecida como teoria da informação integrada, na qual Koch também trabalhou, em parceria com Tononi.

Entender como o cérebro produz o material de experiências subjetivas, tais como a cor verde ou o som das ondas do mar, é o que o filósofo australiano David Chalmers chama de “problema difícil” da consciência. Tradicionalmente, os cientistas têm tentado resolver este problema com uma abordagem que vai de baixo para cima, um tipo de processamento de informação baseado em dados vindos do meio ao qual o sistema pertence para formar uma percepção. “Você pega um pedaço do cérebro e tentar espremer o suco de consciência [dali]”, explica o diretor científico do Instituto Allen. “Mas isso é quase impossível”.

Em contraste, a teoria de informação integrada começa com a própria consciência e tenta trabalhar de marcha ré para entender os processos físicos que dão origem a este fenômeno. A ideia básica é que a experiência consciente representa a integração de uma grande variedade de informações e que esta experiência é irredutível. Isto significa que quando você abrir os olhos (supondo que você tenha uma visão normal), você não pode simplesmente optar por ver tudo em preto e branco, ou ver apenas o lado esquerdo de seu campo de visão.

Em vez disso, seu cérebro tece perfeitamente em conjunto uma rede complexa de informações dos sistemas sensoriais e processos cognitivos. Vários estudos têm mostrado que é possível medir o grau de integração utilizando técnicas de estimulação cerebral e de gravação.

A teoria da informação integrada atribui um valor numérico, “phi”, ao grau de irredutibilidade. Se o phi é zero, o sistema é redutível a suas partes individuais, mas se o phi é alto, o sistema é mais do que apenas a soma de suas partes. Este sistema explica como a consciência pode existir em diferentes graus nos seres humanos e em outros animais. A teoria incorpora alguns elementos do pampsiquismo, a filosofia de que a mente não está presente apenas em humanos, mas em todas as coisas.

Um corolário interessante da teoria da informação integrada é que nenhuma simulação de computador, não importa o quão fielmente replica uma mente humana, jamais poderia tornar-se consciente. Koch colocar desta forma: “Você pode simular o tempo em um computador, mas ele nunca vai ficar ‘molhado’”.