Archive for julho, 2017

Alienigenas Conscientes teriam razoes para introduzirem aqui um Jesus Cristo fazendo exatamente o que a lenda diz que fez

segunda-feira, julho 31st, 2017

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Surpreendente! O estudioso da natureza que aplicou o metodo mais cetico, extremamente materialista, em sua pesquisa, sem qualquer desvio mistico, chega a uma cosmovisao, a qual indica que inteligencias extraterrestres mais evoluidas que a humana, teria como melhor metodo para influenciar e acelerar a evolucao da consciencia neste planeta, a introducao de uma especie de software num cerebro humano para fazer exatamente o que as escrituras antigas sugerem que Jesus Cristo e Budha fizeram!

O maior interesse de alienigenas conscientes ao detectarem corpos com principios de auto-consciencia num planeta, e’ que estes fetos de consciencia cosmica facam seu trabalho, cumpram sua missao, da qual os alienigenas dependem quase que mortalmente. Pois cada bolha microscopica e fetal de consciencia que syurja em qualquer lugar deste universo, e’ a manifestacao de um gene semi-consciente que carrega em si uma informacao especifica, unica, intransferivel, sumamente necessaria, para a construcao do corpo do baby auto-consciente que devera nascer deste universo para uma dimensao alem dele. Se apenas um gene nao inserir sua informacao, nao cumprir sua missao cosmica, o baby nascera com um aleijao – um baby dentro do qual estarao fundidos numa so personalidade, todos os genes do universo, inclusive os alienigenas mais evoluidos, conscientes.

As leis naturais universais estao mais ou menos tuneladas para produzirem sistemas estelaress com “ambientes-placentas”, propicios para estes arroubos de genes se manifestarem, criarem as ferramentas adequadas para iniciarem o trabalho, as quais sao os sistemas biologicos, ou seres vivos. mas assim como algumas mulheres se engravidam sem terem as condicoes naturais para desenvolver a placenta ideal, assim sao estes ambientes. Existem forcas e elementos naturais que tem que estarem presente nas origens da vida para servirem num estagio posterior, porem, elas podem prejudicar o ambiente inicial. Um exemplo e’ a propriedade universal presente em todos os lugares e todos os tempos denominada dicotomia universal, a qual sempre que produz um elemento novo o faz dividido em pares opostos entre si. Se trata-se de temperatura, tem que haver o extremo frio e o extremo quente, se trata de reproducao sexual tem que haver a femea e o macho, e assim por diante. na verdade os humanos deram o nome errado de dicotomia pois esta propriedade tem sempre tres alternativas e nao apenas duas: tem a alternativa do meio+evolucao, que ‘e o produto final resultante das interacoes entre os dois opostos. Esta propriedade e’ mnecessaria para criar a infra-esturtura solida do universo, como as galaxias, os astros, porem mais tarde ela vai gerar um grande problema, o qual torna-se a grande dor de cabeca dos alienigenas e a qual justifica a insercao de Jesus Cristos nas infancias da auto-consciencia.

Pois esta proprieda mais tarde vai gerar nos cerebros animais ainda irracionais os tres instintos maleficos relacionados a divisao do poder: os instintos de grande predador, medio predador e de presa. E a humanidade herdou este cerebro de um antepassado que tinha os rtres instintos em si, pois ele era vegetariano como as presas, mas tinha caninos como os predadores, portanto carnivoro tambem. Como na epoca dos hebreus o instinto de grande predador de individuos mais fortes dominava as tribos, se qusisemmos introduzir um elemento que iniciasse o exercisismo da psique humana destes tres instintos, teriamos que falar uma mensagem mais contra o instinto predador e mais complacente com o instinto dominado, de presa. Foi justamente isso que Jesus fez em toda sua vida.

Outro motivo dos alienigenas seria a obediencia `a outra lei natural – a das duas fases evolutivas inevitaveis a toda nova forma do sistema natural universal (o qual e’ o baby cosmico que vem sendo desenvolvido desde o Big Bang), tal como esta nova forma denominada “auto-consciente”. As duas fases se referem ao seguinte processo:

a) Toda nova forma do sistema universal surge apos a degeneracao da forma anterior. Esta degeneracao produz um estado caotico ambiental contendo em seu meio os fragmentos…

(artigo a continuar…)

A Luz Cosmica desaparecendo confirma o processo de reproducao genetica universal? Incrivel!

segunda-feira, julho 31st, 2017

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Os modelos e a formula da Matrix/DNA tem me sugerido uma imagem para explicar a relacao da luz original que banha o Universo como tela de fundo, emitida com o Big Bang e ao se propagar mostra a face da formula para todos os sistemas naturais, inclusive a vida, com o mundo material que vivemos.

Para entender precisamos fazer uma rapida e sagaz operacao mental, usando como analogia o processo sobre a reproducao de corpos humanos, pois como deduzimos de toda essa cosmovisao, neste universe esta ocorrendo um processo natural de reproducao genetica da desconhecida coisa, ou ser, que o produziu. Quando um par dicotomico de humanos ( o casal masculino + feminino) vai se reproduzir, a forma humana se reduz nanotecnologicamente ao tamanho e simplicidade do genoma, e o lanca num outro universo fechado que e’ o ovulo. Neste microspico universe o genoma inicia suas operacoes num trabalho que parece ir no sentido evolutivo, ou seja, do simples para o complex, quando constroi o corpo igual ao da forma que se situa la’ fora num universo maior. Mas esta aparencia de trabalhar para a frente, construindo, so acontece quando o observador continua o tempo e o espaco imediato. No prazo mais longo, outro observador veria o contrario: o genoma era a forma do corpo e ele esta indo de volta, para traz, para voltar a ser a forma do corpo que o espera alem de seu pequeno univers ovular.

Este aspecto do retorno ao inves do avanco e’ muito importante para entender-mos o que esta acontecendo neste nosso universo a nivel macrocosmico. Nossos corpos fisicos sao formas materiais, estamos envolvidos num mundo material, mas nossos corpos sao sistemas naturais, e portanto, sao apenas uma forma provisoria do sistema natural universal que vem se desenvolvendo dentro desta dimensao material desde o Big Bang, o momento da fecundacao universal. A formula unica deste sistema universal e’ a Matrix/DNA, ela esta presente em todas as formas deste Sistema universal assim como o DNA esta aqui presente em todos os sistemas da forma biologica. Esta formula veio com a luz original, como um genoma de outro sistema, outra forma, existente alem do nosso pequeno universo material. Vindo da luz, quando o genoma se fragmenta em seus genes, ou suas particulas-informacao, eles se constituem em fotons, que sao as particulas da luz.

Ora, quando a luz emitida se propagou na substancia especial deste universo, ela gerou a energia pela friccao, e gerou a materia, ao decompor em blocos a substancia especial, que pode ser a misteriosa materia escura, formando a mistura de substancia especial+energia+fotons-informacao. Essa mistura ‘e escura e negativa em relacao `a claridade e positividade da luz original. estes blocos, cada qual banhado por uma faixa especifica do espectro da luz, tem uma forma especifica e uma funcao especifica, o que os vao tornar as partes que conectadas formam os sistemas naturais. Este e’ o nosso mundo material. No qual os genes fragmentados do genoma extra-universal estao retornando, estao reconstruindo a forma da especie do ser extra-universal. Estao retornando quando penasamos estar vendo evolucao e uma historia que aparentemente vai do passado na direcao do futuro. Mas assim funciona todo processo de reproducao, quando visto por um observador situado a nivel macrocosmico com sua ampla e astronomica escala de tempo e espaco.

Essa luz teria se expandido no espaco cuja substancia e’ a materia escura. Nessa expansao ela fricciona-se com essa substancia e essa friccao torna-se as formas de energia que conhecemos. Alem de separar porcoes de materia escura em aglomerados imitando cada uma de suas faixas vibratorias e de diferentes frequencias, essa friccao causa a perda de fotons que saem fora da substancia de luz, penetram a materia escura. Juntam-se  a estes “radicais livres fotonicos” a quantidade de fotons que surgem da fragmentacao no final da onda de luz. Todos estes fotons desgarrados tendem a se unirem e recomporem a onda de luz original de-tras-para-frente, ao reverso, cuja meta final seria atingir ou retornar a fonte emissora da luz, provavelmente situada antes e alem do Big Bang. Neste retorno os fotons seriam negativos, a energia por eles gerada nas friccoes seria energia negativa ou negra. Este mundo de fotons negativos, mais energia negativa e mais a materia escura ( que ja foi percebido pelos fisicos e tem avancada teorizacao a respeito), seria o nosso mundo material, pois para compor uma network conforme o codigo da formula da Matrix os fotons negativos penetram os eletrons dentro dos atomos assumindo a maquinaria dos atomos e conduzindo-os a combinacoes que montam os sistemas naturais, pontes necessarias evolutivas para o grande retorno, assim como as formas de morula, blastula, feto e embriao sao as pontes-sistemas necessarias para reproduzir a forma final da especie humana. Desde que, por outro lado, a cosmovisao esta’ sugerindo que neste universo esta ocorrendo um processo de reproducao genetica do elemento desconhecido que deflagrou o Big Bang, juntando-se os dois aspectos da teoria – a dos fotons recompondo a onda de luz e a reproducao genetica – percebemos que estamos no fim descrevendo o mero processo genetico da nossa propria criacao. Ou seja: quando o genoma dos pais e’ emitido pelos pais dentro de um universo ovular, os genes tentam refazer o caminho de volta para retornar a fonte de onde foram emitidos, pois reconstroem o mesmo corpo dos pais. esta e’ a sintese e o significado supremo de qualquer processo de reproducao genetica: Um corpo a ser reproduzido lanca de si sua essencia para o mundo externo, sua essencia trabalha para retornar a ser o corpo emissor. Captastes?

Agora, no artigo com link anexo, os astronomos anunciam que captaram o estranho fenomeno de que a luz do universe esta desaparecendo! Que hoje ela e’ apenas 80% do que era no inicio do universo. Sim, para nos da Matrix/DNA cosmovisao, pode-se dizer que ela esta desaparecendo,mas isto aparentemente, para um observador situado dentro do universo. Pois para um observador situado fora, com um horizonte tempo/especial muito maior, na verdade a luz nao esta desaparecendo, mas sim, se transformando. Tal como o genoma se transforma num ser, o qual, era justamente ele antes de ser emitido fora dele mesmo. Arre!…

Ou vamos colocar isto em outras palavras: Os corpos dos pais que vivem num macrouniverso se projetam na forma de genoma para dentro de um microscopico universo – um ovulo. A medida que o genoma vai construindo o feto, o embriao, na verdade esta havendo um retorno `a forma humana, pois de dentro do microuniverso ressurgira exatamente outro corpo na forma humana. Poderiamos dizer que o genoma desapareceu no microuniverso e dele surgiu um novo corpo? Nao, pois o genoma continua existindo no corpo reproduzido. Assim esta acontecendo com a luz cosmica emitida desde o Big Bang. Ela e’ o genoma. Entao, ao contrario do que os cientistas estao pensando, ela nao esta desaparecendo e sim se transformando em particulas ativas ( como o genoma dos pais se tornam particulas-genes ativos), para no final ressurgir nao apenas como ela penetrou neste universo, mas sim ressurgir na forma do corpo final que a emitiu. Fantastico! E simples demais.

Genial? No caso da reproducao universal, por conter o codigo da vida inclusive para construir auto-consciencia, a luz original e’ a essencia emitida pelo corpo criador. Matamos a grande charada? Obviamente nao, ao menos nao de todo, pois nosso pequenino e limitado cerebro seria incapaz de processar as informacoes da Verdade Ultima. Mas descobertas estranhas como a revelada no artigo abaixo, em que cientistas desconfiam que 80% da luz do universo desapareceu ( o que teria forcosamente de acontecer segundo a teoria da Matrix/DNA, pois a luz positiva branca vai se fragmentando em luz negativa negra a qual vai de volta recriando a luz positiva branca), faz-me ficar de orelha em pe’ e por atencao na busca de mais dados para ir testando tudo isso.

Cientistas dizem que 80% da luz do universo está desaparecida

 http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/07/cientistas-dizem-que-80-da-luz-do.html

De acordo com observações feitas pelo Telescópio Espacial Hubble, 80% da luz do universo está desaparecida. Os astrônomos estão completamente perplexos. “Nós ainda não sabemos ao certo o que isso significa, mas pelo menos uma coisa que pensávamos que sabíamos sobre o universo não é verdade”, diz um dos autores do novo estudo, David Weinberg, da Universidade Estadual de Ohio (EUA). O telescópio mostrou que os fios de hidrogênio que formam pontes entre as galáxias estão se iluminando muito, mas não podemos ver nem essa luz, nem a fontes de onde ela provém. Quando estes átomos de hidrogênio são atingidos por luz ultravioleta altamente energética, são transformados de eletricamente neutros em carregados com íons. Os astrônomos ficaram surpresos quando descobriram muito mais íons de hidrogênio do que poderia ser explicado pela luz ultravioleta conhecida no universo, que vem principalmente de quasares. A diferença é de deslumbrantes 400%. Os astrofísicos não sabem o que é responsável pelos efeitos observados. Eles só sabem que isso não corresponde a nossa compreensão do hidrogênio no universo, muito menos se encaixa com nossas simulações atuais. O mistério fica ainda mais estranho quando comparamos esses resultados no universo próximo e distante: esse descompasso só aparece nas partes do espaço mais perto de nós, o chamado universo próximo, relativamente bem estudado. Quando telescópios se concentram em galáxias a bilhões de anos-luz de distância (o que mostra aos astrônomos o que estava acontecendo quando o universo era jovem), a conta parece se equilibrar. O fato de que a contabilidade de luz necessária para ionizar o hidrogênio era correta no início do universo, mas cai muito no “presente”, intriga os cientistas. “Se contarmos as fontes conhecidas de fótons ionizantes, temos até cinco vezes menos do que precisamos. Faltam 80% dos fótons ionizantes”, diz outro coautor do estudo, da Universidade de Colorado (EUA), Benjamin Oppenheimer. A questão é: onde eles estão? De onde estão vindo, que não os estamos encontrando? “A possibilidade mais fascinante é que uma nova fonte exótica, que não quasares ou galáxias, é responsável pelos fótons que faltam”, sugere. Esta matéria exótica pode inclusive ser a misteriosa matéria escura, substância que mantém as galáxias juntas, mas que nunca foi vista diretamente. A luz faltando pode ser um produto desta matéria escura deteriorando ao longo do tempo.

Desmentida a “Expansao do Universo”?

segunda-feira, julho 31st, 2017

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Pensei que a alardeada “expansao do Universo” fosse um fato comprovado, porem o artigo abaixo indica que nao e’ fato, mas sim uma teoria com evidencias a favor e outras fortes consideradas evidencias contra, o que parece revelar acirrada controversia entre os astrofisicos. Para nosso estudo, se o universo esta em expansao ou nao e’ um fator importante porque nos ajuda a calcular o estagio dentro do ciclo vital em que esta’ a evolucao da consciencia universal. Para nos o Universo e’ uma especie de ovo, o seu conteudo como as galaxias formam a placenta, e nela ocorre um processo genetico de reproducao do que gerou o universo. Entao, a expansao ou nao do universo nos lembra o crescimento ou nao da barriga de uma mulher gestante, o qual indica a idade do embriao sendo gestado. Portanto esta e’ uma pessima noticia, pois ficamos sem evidencias para esse calculo.

Universo não está se expandido, afirmam astrofísicos

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/08/universo-nao-esta-se-expandido-afirmam.html

Uma equipe de astrofísicos liderada por Eric Lerner, do centro de pesquisa Lawrenceville Plasma Physics (EUA), diz ter encontrado novas evidências, com base em medidas detalhadas do tamanho e brilho de centenas de galáxias, de que o universo não está em expansão como se pensava anteriormente. O Prêmio Nobel de Física de 2011 foi atribuído conjuntamente a três cientistas que descobriram que a expansão do universo está acontecendo de maneira acelerada. Os físicos Saul Perlmutter, Brian Schmidt e Adam Riess chegaram a essa conclusão estudando as supernovas do tipo Ia – as violentas explosões resultantes da morte de estrelas anãs brancas. Eles mediram a maneira como a luz de supernovas Ia se distorciam para ver a rapidez com que as galáxias estão se afastando umas das outras, ou seja, o quão rápido o universo está se expandindo. A partir da análise, foi concluído que todas as estrelas, galáxias e aglomerados de galáxias estão se movendo cada vez mais rápido. Outras medidas de galáxias brilhantes e distantes, como as feitas por cientistas da Universidade de Tóquio, no Japão, através de lentes gravitacionais, também indicaram que o universo estava “crescendo” como um balão gigante. Também surgiram teorias um pouco diferentes que diziam o universo não estava expandindo, mas sim ganhando massa. Agora, um novo estudo entra na contramão de todas essas hipóteses dizendo que a expansão do universo simplesmente não existe. Os cientistas testaram uma das previsões marcantes da teoria do Big Bang, de que a geometria comum não funciona em grandes distâncias. Segundo a geometria comum, no espaço que nos rodeia (na Terra, no sistema solar e na Via Láctea), conforme objetos semelhantes estão mais longes, parecem mais fracos e menores. O seu brilho de superfície, que é o brilho por unidade de área, mantém-se constante. Em contraste, a teoria do Big Bang nos diz que, em um universo em expansão, objetos mais distantes devem parecer mais fracos, só que maiores. Nesta teoria, o brilho da superfície diminui com a distância. Além disso, a luz é esticada conforme o universo é expandido, o que diminui ainda mais o brilho. Assim, em um universo em expansão, galáxias mais distantes devem ser centenas de vezes mais fracas do que o brilho da superfície de galáxias próximas semelhantes, o que as tornaria indetectáveis com os telescópios atuais. No novo estudo, os pesquisadores cuidadosamente compararam o tamanho e o brilho de cerca de mil galáxias próximas e muito distantes. Eles escolheram as galáxias espirais mais luminosas para as comparações, combinando a luminosidade média das amostras próximas e distantes. Ao contrário do que a previsão dita, eles descobriram que o brilho da superfície das galáxias próximas e distantes são idênticos. Estes resultados são consistentes com o que seria esperado da geometria normal se o universo não estivesse se expandindo. Ou seja, os resultados estão em contradição com o escurecimento drástico do brilho superficial previsto pela hipótese universo em expansão. “Claro, você pode supor que as galáxias distantes eram muito menores e, portanto, tinham centenas de vezes mais brilho de superfície intrínseco no passado, e que, apenas por coincidência, o escurecimento do Big Bang cancela exatamente esse maior brilho em todas as distâncias para produzir a ilusão de um brilho constante, mas isso seria uma grande coincidência”, explica Lerner. Esse não foi o único resultado surpreendente da pesquisa. Para aplicar o teste de brilho de superfície, proposto pela primeira vez em 1930 pelo físico Richard C. Tolman, a equipe teve que determinar a luminosidade real das galáxias, de modo a corresponder galáxias próximas e distantes. Para isso, os astrofísicos vincularam a distância das galáxias ao seu redshift (desvio para o vermelho, que corresponde a uma alteração na forma como a frequência das ondas de luz é observada no espectroscópio em função da velocidade relativa entre a fonte emissora e o receptor observador). Eles participaram do pressuposto de que a distância é proporcional ao desvio para o vermelho em todas as distâncias, tal como foi verificado no universo próximo. Em seguida, os pesquisadores checaram essa relação entre redshift e distância com os dados do brilho de supernovas que foram usados para medir a hipótese da expansão acelerada do universo. “É surpreendente que as previsões desta fórmula simples são tão boas quanto as previsões da teoria do universo em expansão, que incluem correções complexas para a matéria escura e a energia escura hipotéticas”, disse um dos coautores do estudo, Dr. Renato Falomo, do Observatório Astronômico de Padova, na Itália. O Dr. Riccardo Scarpa do Instituto de Astrofísica de Canarias, na Espanha, outro coautor do estudo, acrescentou: “Mais uma vez você pode pensar nisso como mera coincidência, mas seria uma segunda grande coincidência”. Se o universo não está se expandindo, o desvio para o vermelho da luz com o aumento da distância deve ser causado por algum outro fenômeno – algo que acontece com a própria luz que viaja através do espaço. “No momento, não estamos especulando sobre o que poderia causar esse desvio”, afirma Lerner. “No entanto, tal desvio para o vermelho, o qual não está associada com a expansão, pode ser observado com a sonda adequada dentro do nosso sistema solar no futuro”. O novo estudo foi publicado na revista International Journal of Modern Physics D

Filamentos Cosmicos produzidos por gases do Big Bang

segunda-feira, julho 31st, 2017

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Em algum post recente aqui mencionamos a teoria academica de que o estranho sincronismo entre eixos de rotacao dos quasares distantes entre si talvez deva-se aos filamentos cosmicos, que seriam extensas vias de gas remanescente do Big Bang e que pairam entre as galaxias. Mas naquele post nao se descrevia de onde e como surgiu a teoria ou descoberta dos filamentos. O presente post com o artigo a seguir preenche aquela falha. Devo considerar este detalhe para pesquisar como ele se encaixa ou afeta o modelo astronomico da Matrix/DNA.

Filamentos cósmicos intergalácticos são revelados pela primeira vez

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/08/filamentos-cosmicos-intergalacticos-sao.html

 

Vendo a Network Cosmica de Filamentos nos Espacos Entre Galaxias

No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, os astrofísicos suspeitavam que o gás primordial,  aquele que foi originado logo após o Big Bang, não estava distribuído de forma homogênea no universo, mas sim em canais que fluíam entre as galáxias, uma rede cósmica de filamentos finos e grossos que se cruzavam na vastidão do espaço. Christopher Martin, professor de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, EUA), conta que desde os tempos em que era aluno de graduação ele estava pensando no meio intergaláctico, que contém a maior parte da matéria normal do universo, e que também é o meio em que as galáxias se formam e crescem. Para recordar a contabilidade do universo, 96% do que o compõe são a matéria e energia escuras, e dos 4% restantes, apenas a quarta parte está na forma de estrelas e galáxias. Os outros 3% são o meio intergaláctico, ou IGM. Uma das características do IGM é que ele é difícil de ver. Antigamente, ele era observado indiretamente, pela absorção de luz que ocorre entre um objeto distante, como um quasar, e o observador, na Terra. Assim, o astrônomo percebia que havia algum gás intergaláctico na frente do quasar, provavelmente distribuído em filamentos a várias distâncias, mas não tinha como saber a distribuição destes filamentos. Pensando no problema de visualização, Martin concebeu e desenvolveu o Cosmic Web Imager (CWI, ou “Visualizador da Teia Cósmica”). O CWI é um espectrógrafo capaz de fazer imagens usando vários comprimentos de ondas diferentes, simultaneamente. A partir destas imagens, um modelo 3D da estrutura dos filamentos pode ser feita, revelando sua estrutura. A primeira observação do CWI foi feita nas vizinhanças de dois objetos brilhantes, um quasar chamado QSO 1549+19 e uma bolha Lyman alfa em um aglomerado de galáxias conhecido como SSA22. Estes objetos foram escolhidos para a primeira observação do CWI porque são bastante brilhantes e iluminam o IGM próximo, reforçando o seu sinal. Examinando aquela região, foi encontrado um filamento estreito, com um milhão de anos-luz de comprimento, fluindo do quasar, possivelmente alimentando o crescimento da galáxia que contém o quasar. Além deste, outros três filamentos foram observados circundando a bolha Lyman alfa, com uma rotação que mostra que estes filamentos estão fluindo para dentro da bolha e afetando sua dinâmica. Estes filamentos encontram-se a uma distância que corresponde a um período de rápida formação de galáxias, cerca de 2 bilhões de anos após o Big Bang. Martin acredita que, no caso da bolha Lyman alfa, o que foi observado é uma protogaláxia, uma galáxia em formação com 300.000 anos-luz de diâmetro, três vezes o tamanho da nossa Via Láctea. O CWI permite aos astrônomos não só visualizar os filamentos e sua estrutura, mas também medir sua composição, massa e velocidade. A instalação atual foi feita no Observatório Palomar, e uma nova versão, mais sensível, está sendo preparada para instalação no Observatório W. M. Keck, no topo do Mauna Kea, no Havaí. A intenção é observar filamentos com brilho médio, e não só os que estão sendo iluminados por quasares. Além disso, Martin tem planos para observar o IGM usando telescópios em um balão e em um satélite. Colocando seus instrumentos acima da atmosfera, ele será capaz de ver o IGM mais próximo, de épocas mais recentes na história do universe.

Planetas Solitarios: Evidencia prevista no modelo da Matrix/DNA

segunda-feira, julho 31st, 2017

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O nosso modelo teorico astronomico indica que – ao menos no primeiro metodo de formacao dos astros – eles sejam forjados apenas como nucleos dentro de vortices nucleares em meio a poeira cosmica e emitidos ao espaco livre onde sofrerao as mudancas de formas tal como corpos humanos passam por mudancas de formas ao longo de seu ciclo vital. Entao a 30 anos atras quando registramos o copyright da Matrix/DNA, fomos o primeiro a sugerir que tal estranheza exista, ou seja, planetas solitarios vagando no cosmos sem estarem atrelados a nenhum sistema estelar. Claro, na epoca isto parecia uma aberracao ilusoria aos astronomos, pois era impossivel de acordo com a teoria academica. mas recentemente ocorreu a surpreendente descoberta de um planeta em tais condicoes e depois outros mais foram descobertos. O artigo a seguir fornece informacoes sob a perspectiva da teoria academica.

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/08/planetas-andarilhos-os-planetas.html

Planetas andarilhos, os planetas solitários que vagam pelo universo

Planetas solitarios ou andarilhos

Um planeta andarilho (ou planeta de livre flutuação) é, geralmente, um corpo do tamanho de Júpiter que habita o espaço entre as estrelas, sem estar ligado pela gravidade a qualquer uma delas (como a Terra está ligada ao Sol, por exemplo). Isso significa que é um planeta sem uma estrela-mãe. Os cientistas creem que estes planetas são formados diretamente a partir do colapso de nuvens de gás interestelares (como estrelas) sem massa para inflamar (como uma anã marrom), ou que são formados em um sistema planetário e de alguma forma “superam” a gravidade de sua estrela e ficam livres dela (na verdade, são expulsos do sistema). Essa segunda opção ocorre quando um planeta, que normalmente é de grande massa, migra em direção à sua estrela-mãe. No processo, passa através dos materiais que sobraram da formação daquele sistema. Naturalmente, todos os planetas entre o planeta migrante e a estrela-mãe serão afetados. Alguns mudarão sua órbita (movendo-se para mais perto ou mais longe da sua estrela hospedeira), outros podem entrar em uma rota de colisão com um objeto diferente (uma lua ou outro planeta) e serem destruídos, e ainda outros podem ser ejetados do sistema, e se tornarem “andarilhos”. Vamos dizer que o planeta que se dirige a sua estrela-mãe tem cinco vezes a massa de Júpiter. Ele pode gravitacionalmente ejetar um planeta menor, mesmo que este tenha a massa de Júpiter (o que é muito grande). Isto implica que pode haver vários planetas andarilhos que foram ejetados de todos os sistemas que tem um “Super Júpiter” (planetas grandes e quentes) orbitando de maneira muito próxima sua estrela-mãe. Na verdade, esse cenário é bem provável. Pesquisadores descobriram recentemente que estes planetas livres são muito comuns. Pode haver quase o dobro deles em comparação com o número de estrelas. Só que, infelizmente, eles são muito difíceis de observar, uma vez que a maneira mais simples de encontrar um planeta é estudando o efeito que ele tem em sua estrela-mãe – quando um planeta passa na frente de sua estrela, obscurece sua luz por um momento. Para acompanhar esses planetas andarilhos, os cientistas monitoram o céu, observando o efeito que eles têm nas estrelas que estão muito, muito mais distantes do que os próprios planetas. Eles entortam essa luz das estrelas de fundo, fazendo com que se amplie e brilhe mais forte. Porém, essa técnica faz com que seja quase impossível observar planetas andarilhos menores, com a nossa tecnologia atual. E, mesmo se encontrarmos um, vai ser extremamente difícil de rastreá-lo. O que é um pouco triste, visto que tecnicamente devem ser mais numerosos do que os corpos do tamanho de Júpiter. Quanto à habitabilidade desses planetas solitários, eles são extremamente frios, mas talvez não tão frios quanto seria de se esperar, visto que frequentem o abismo que é o espaço interestelar. Certos gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, emitem mais energia do que recebem do Sol. Além do calor gerado durante a contração do núcleo do planeta, o decaimento radioativo é uma fonte de calor que captura uma quantidade considerável de calor gerado durante a criação do planeta. Então, qualquer um destes planetas nômades pode permanecer gasoso, apesar do frio intenso. Também é possível (mas improvável) que alguns desses planetas mantenha a sua lua (ou luas) após a expulsão do sistema. O aquecimento provocado pelas marés do satélite seria uma outra fonte de calor para o planeta. No entanto, seria mais óbvio dizer que eles são, em geral, frios demais para abrigar a vida como a conhecemos.

Os dois metodos de formacao de sistemas astronomicos: informacoes para calcular

segunda-feira, julho 31st, 2017

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Muito importante dentro da Matrix/DNA ‘e sua sugestao de que os sistemas astronomicos tiveram dois metodos diferentes de formacao ( como a celula viva teve o primeiro metodo, por simbiose, e o segundo, por auto-reproducao), pois isso valida a formula e modelo da Matrix ao mesmo tempo que pode ajudar a corrigir falhas na teoria academica de formacao das ultimas geracoes.

Descoberto fóssil estelar que mostra como eram as primeiras estrelas

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/10/descoberto-fossil-estelar-que-mostra.html

Estrela Original do Primeiro Processo de Formacao Estelar?

Sabe aquele mito que envolve estrelas do rock que fazem um sucesso tremendo e morrem muito jovens (geralmente com 27 anos)? O termo “estrelas” dessa história pode estar mais certo do que nunca. As primeiras delas podem ter sido, assim como seus parceiros figurativos, astros que saíram de cena muito rápido e em seus momentos de glória. Um fóssil estelar revelou novas informações sobre uma espécie há muito tempo extinta de estrelas primordiais. Este grupo, às vezes chamado de estrelas de população III, foi o primeiro a se formar no início do universo. Eles forjaram os primeiros elementos mais pesados ​​que o hidrogênio e o hélio, formados no Big Bang. Em seguida, as estrelas explodiram como supernovas, expelindo estes elementos em seu entorno, para serem incorporados à próxima geração de estrelas. Mas os detalhes dependem das massas dessas primeiras estrelas. Modelos de computador sugerem que elas poderiam ter 100 vezes a massa do nosso Sol, o que significa que morreram cedo demais para construir qualquer coisa mais pesada do que ferro. Mas também poderiam ser tão leves quanto 10 vezes a massa do Sol e viver mais tempo. Sem estarem por aí hoje em dia, é difícil saber como as estrelas da população III eram. Mas agora nós temos algumas pistas, vindas de uma estrela chamada SDSS J0018-0939 que parece ter sido criada a partir da poeira deixada para trás da explosão de uma estrela primordial. Uma equipe liderada por Wako Aoki, do Observatório Astronômico Nacional (NAO) do Japão, analisou os diferentes elementos na casca exterior da estrela, que dão pistas sobre como a misteriosa população III viveu e morreu. “É um pouco como uma impressão digital de DNA”, diz Volker Bromm, da Universidade do Texas, nos EUA. “Este estudo responde à questão geral de como a idade das trevas cósmicas terminou”. A estrela fóssil, que foi descoberta através do telescópio Subaru da NAO no Havaí, parece conter uma boa quantidade de ferro, mas pouca quantidade de metais mais pesados, como estrôncio e bário. Ela também tem muito mais elementos pares do que ímpares. Ambas as características indicam que as estrelas da população III tiveram curta duração, pois a construção de elementos mais pesados ​​e ímpares é um processo mais lento. Isso significa que elas eram, provavelmente, ainda maiores do que pensávamos – centenas de vezes mais massivas do que o Sol. O “pai” da estrela SDSS J0018-0939 tinha cerca de 140 vezes a massa do Sol. O enorme tamanho significa que a estrela provavelmente teve uma explosão termonuclear 10 a 100 vezes mais poderosa do que as supernovas típicas que vemos hoje. Bromm imagina que esta explosão pode ter sido brilhante o suficiente para que suas cinzas sejam vistas pelo Telescópio Espacial James Webb, que deve ser lançado em 2018. Mas não é uma certeza absoluta que a estrela fóssil tenha sido formada a partir dos restos de uma única supernova, diz John Wise, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, nos EUA. Ao invés disso, ela poderia conter a poeira de algumas supernovas. “É interessante porque é diferente de qualquer uma das outras estrelas pobres em metais que temos descoberto na Via Láctea”, exalta.

Forma real e Feia do Planeta Terra: Mais um Chute no Nosso Ego

domingo, julho 30th, 2017

 

A forma solida real da Terra

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Que monstrengo e’ esse na figura? Pois e’ o nosso planeta real, solido, sem a cobertura da agua, a qual da’ a aparencia ilusoria de esfera quase perfeita. Asssim a cada novo conhecimento cientifico o ego humano vai sendo bombardeado e desfeito. Ja fomos expulsos do centro da Criacao, nosso planeta retirado do centro do Sistema solar e do Universo, depois Darwin nos reduziu a macacos, inclusive Freud derrubou o mito do anjo ao reveler em nos a besta fera.mas o que sugere a minha cosmovisao da Matrix/DNA, sobre tudo isso? Deixa-me consultar o mapa, as formulas, e tentar interpretar o mais certo possivel o que vejo. Deixemos a matrix falar:

Matrix/DNA: ” Ao nascer, todos cantam a beleza do baby humano. Porem, nos meses anteriores, quando estava na forma de uma bolota irregular chamada “morula”, ou depois na forma fetal parecendo um sapinho, o nascido baby nao era nada belo. O mesmo se pode dizer das flores e das estrelas. Planetas carregam em si, como seu nucleo, o germe de uma estrela, que um dia florescera como uma bela supernova. Tambem a consciencia universal passa por estas fases iniciais destituidas de beleza. Quando ainda fetal ou embrionaria, tal como se encontra hoje na fase humana, a consciencia ainda e’ dominada pelo cerebro fisico e suas herancas animalescas, seus instintos forjados no caos  e sua carnificina. mas um dia essa consciencia estara pronta para nascer, quando abrira seus proprios olhos para conhecer a substancia e forma de seu corpo. Todos os exemplos anteriores sao evidencias indicando que o baby ser’a muito mais belo.

Assinado: Matrix/DNA

… bem…, a Matrix esta sempre nos surpreendendo com uma perspectiva que nunca haviamos pensado antes. Quem a conhece pode mandar aos diabos as fantasias misticas que nos venderam falsas ilusoes sem respaldo na realidade e as evidencias que de fato podemos ver. Assim, o ser humilhado, pecador, rebaixado na vida pratica em nome de uma ilustracao fantasiosa de poder e beleza como destinados a serem o centro de tudo, mas somente podendo recolher as recompensas em outro mundo e apos a morte, a Matrix nos recupera um amor proprio jamais experimentado antes e nos proporciona uma indescritivel afirmacao de bem estar aqui e agora, fundamentando seus argumentos nao em fantasias magicas e sobrenaturais, mas em fatos cientificos e provados que podemos ver e conhecer aqui e agora. Nos somos pecadores sim, somos imperfeitos e moralmente feios, porem… ainda nao somos o que viemos para ser, e ja sabemos a beleza do que seremos quando finalmente vier o nosso real nascer.

De acordo com o modelo astronomico sugerido pela Matrix/DNA, a forma dos planetas deveriam mesmo serem irregulars, pois seus nucleos sao forjados na caldeira incandescente do vortices nuclear, e depois que ejetados, abortados, atravessam a zona do horizonte de eventos composta de poeira e rochas estelares, as quais sao agregadas aleatoriamente sobre a esfera nuclear, por isso a acertada previsao de formas futuras irregulares. E’ certo que o longo periodo de orbitas em torno de uma estrela pode lapidar as formas irregulars aproximando-as da forma esferica, porem isto em nada altera a mecanica celeste. Planetas ainda sao estagios embrionarios da estrela a nascer.

Halleluya! Mais um brinde `a Matrix – a carga genetica do nosso criador!

Para quem quiser mais informacoes sobre a figura:

Geóide: o inacreditável formato do planeta Terra

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/10/geoide-o-inacreditavel-formato-do.html

 

“Buracos Negros nao existem!”, diz… Stephen Hawking. Existem Buracos Cinzas

domingo, julho 30th, 2017

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Raios!, Ha’ tempos tenho trombado com academicos quando digo que buracos negros tal como teorizado pela Fisica, nao existem, e eles simplesmente acham que estou fora da realidade. Mesmo que eu descreva o modelo racional sugerindo que no nucleo das galaxias existe outro tipo de elemento. Agora aparece alguem do meio academico concordando comigo. Mas quem? Justo o criador da teoria dos buracos negros!

Stephen Hawking

Stephen Hawking diz que buracos negros não existem, mas sim os buracos cinzas

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/01/stephen-hawking-diz-que-buracos-negros.html

Na semana passada, o físico Stephen Hawking publicou um pequeno artigo que tem causado polêmica no meio científico. Hawking sugeriu que os buracos negros não existem – não da maneira como conhecemos. (Minha observacao: “Como conhecemos”?! Ora, nunca ninguem viu um buraco negro, entao, como alguem os poderia conhecer?). Ao invés disso, existem buracos cinzas. Apesar do artigo ter sido veiculado através de uma plataforma online e não ter sido publicado em nenhuma revista científica, nem trazer cálculos ou descrições complexas, as idéias sugeridas por Hawking tem grande peso. Principalmente porque ele próprio foi um dos criadores da teoria moderna sobre buracos negros. A existência e a compreensão dos buracos negros sempre dividiram opiniões dos cientistas por ser um assunto com muitos paradoxos. A principal contribuição de Hawking para a astronomia foi tentar explicá-los.

O físico percebeu que a teoria da relatividade não se harmonizava com a física quântica para explicar os buracos negros. De acordo com a teoria quântica, a energia e a informação deveriam escapar de um buraco negro. Sob a ótica da relatividade – a teoria clássica – não. Hawking começou então a pensar em uma “Teoria de Tudo”, que desse conta da física quântica e da relatividade e mostrasse que as leis conflitantes podem ter coexistido em algum momento. Hawking propôs que mini buracos negros, do tamanho de fótons e com um bilhão de toneladas de matéria – que poderiam ter dado origem ao big bang criando o tempo e o espaço – poderiam obedecer às leis da gravidade por conta de sua enorme massa, mas estariam sujeitos às leis da mecânica quântica devido a sua ínfima dimensão. Em seu novo artigo, Hawking contesta a existência de um “horizonte de eventos” no buraco negro, uma região próxima de um buraco negro em que a gravidade seria tão forte que nada poderia escapar, nem mesmo a luz. Essa impossibilidade de fuga é prevista pela teoria clássica. E se não existe um “horizonte de eventos”, não há buracos negros, se considerarmos que eles funcionam como locais dos quais a luz não pode escapar para o infinito, de acordo com o físico. Isso não quer dizer que Hawking deixou de acreditar na existência de buracos negros perdidos pelo espaço. Em seu novo artigo, ele defende que ao invés de um “horizonte de eventos”, existe um “horizonte aparente”, um fenômeno consistente com a teoria clássica e a quântica. Para Hawking, esse fenômeno poderia reter a matéria temporariamente, podendo a liberar posteriormente, porém de maneira distorcida. Dessa maneira, não haveria perda de informação dentro de um buraco negro – as informações apenas se transformariam. Esses sistemas que liberam energia não seriam exatamente negros… mas cinzas. Sim, Hawking acredita que podem existir buracos cinzas, mas que ainda há muito a entender sobre eles. Embora a teoria seja plausível, alguns pesquisadores acreditam que a idéia de que qualquer matéria poderia sair de um buraco negro radical. No entanto, até poucas décadas atrás, a idéia da existência de buracos negros parecia absurda para a maioria da comunidade científica.

A perfeicao mecanica celeste produzindo e protegendo a vida!

domingo, julho 30th, 2017

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… mas isto nao prova a teoria religiosa de que um deus teria vindo aqui e planejado cada detalhe num desenho inteligente. Mas serve como mais uma evidencia de que realmente existe a formula perfeita da Matrix/DNA construindo estes sistemas. Agora… quem fez a formula e porque?… a resposta jaz alem deste universo.

Mais uma descoberta cientifica espetacular indica a certidao da minha teoria (veja link para o artigo abaixo):

“Segundo nota emitida pela NASA sobre a descoberta, a explicação mais provável para a constituição do “escudo invisível” são outras “partículas espaciais” ainda desconhecidas ou não detectadas.” – diz o artigo

Na Matrix/DNA, observando sua formula, a tempos venho desconfiando que o motivo das orbitas dos planetas em volta do Sol pode ser que o nucleo solar gere sete faixas de ondas concentricas, como os atomos. Cada faixa teria sua frequencia e vibracao especifica como acontece nas ondas de luz e cada planeta teria uma vibracao unica que o alinharia `a faixa solar de mesma vibracao. Agora estamos descobrindo que a Terra tem outra faixa de radiacao alem da conhecida por Cinturoes van Allen. Para mim faz sentido que tambem os nucleos de planetas emitam as sete faixas de ondas, como se fossem atomos, pois, na minha teoria, os nucleos de planetas sao germes de estrelas incubadas, portanto, o mesmo nucleo do sol.

http://imagensdouniverso.blogspot.com/

Terra tem “escudo invisível” contra radiação cósmica

Alinhamento da rotacao de quasares separados por bilhoes de anos-luz! Mais uma evidencia a favor da Matrix/DNA

domingo, julho 30th, 2017

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Para os academicos esta informacao foi assustadora ( veja o titulo do artigo: Alinhamento Assustador de Quasares em Distâncias de Bilhões de Anos-Luz), mas para nos da Matrix/DNA foi mais um dia de comemoracao a ser somado a centenas de outras comemoracoes, pois nosso modelo previa a informacao.

Assim como os moradores humildes inventaram a lenda do monstro do Lago Ness devido ilusao de otica ao verem um animal menor, os astronomos modernos inventaram a lenda dos buracos negros por erro de interpretacao sobre o que existe de fato e invisivel no nucleo das galaxias. Os modelos da Matrix/DNA se desenvolveram pela logica naturalista e quando chegaram ao ponto onde estrelas de uma galaxia se dissolvem por velhice, indicaram que sua materia degradada na forma de poeira estelar forma uma gigantesca nuvem que devido ao movimento rotacional do universo, comeca a girar ate formar um centro como um ralo, um mero vortice turbolhonar, de onde nascem novas estrelas por um processo explicado no modelo. Entao, ao inves do famigerado fantasma engolidor de mundos que chamam de “buraco negro”, temos apenas um turbilhao seguindo praticamente as mesmas leis que formam os rodamoinhos aqui no solo terrestre.

Agora os astronomos descobrem algo com que nao contavam: os buracos negros, separados entre si por bilhoes de anos luz, estao sincronizados em termos do sentido de rotacao e paralelismo de seus eixos de rotacao! Ora, pelo modelo academico isto nao faz o menor sentido e como diz o astronomo da equipe que descobriu o fenomeno, as chances disto acontecer seria de menos de um por cento. Eu diria que sao zero por cento. Como que um buraco negro formado aqui devido o colapso gravitacional de uma estrela alcancando a singularidade absoluta ( outra impossibilidade racional) iria saber qual o sentido de rotacao e a posicao do eixo de outros buracos negros que ja existem a bilhoes de anos luz alem? Impossivel.

Entao e apenas agora, os astronomos matam a charada:” Isto so seria possivel se todos os buracos negros obedecem uma estrutura unica universal”- disseram no artigo. E foi isto que disse a Teoria da Matrix/DNA a 30 anos atras. Todas as nebulosas estaveis giram num mesmo sentido porque o universo impoe este mesmo movimento a todas elas.

Bem,… um ralo formado pela agua que se escoa numa pia pode ser visto por um humano como um buraco negro.

Uma vaca rodopiando no alto de um furacao se olhar para o centro do olho do furacao pode crer estar vendo um buraco negro.

Mas a minha sabia iletrada avo’ sorria nos chamando para ver o que ela chamava de rodamoinho. A masturbacao matematica levada ao exagero comeca a produzir visoes de fantasmas como qualquer outra supersticao produzida por cerebros perdidos no controle de suas faculdades mentais.

Bem vamos ler o artigo e guarda-lo aqui como mais uma evidencia de predicao certeira da Matrix/DNA.

Pela importancia dos dados e desconfiado que o site do artigo pode sumir do ar, copiamos aqui o artigo ressaltando os topicos importantes relacionados ao nosso modelo:

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/11/dados-do-vlt-mostram-alinhamento.html

Dados do VLT Mostram Alinhamento Assustador de Quasares em Distâncias de Bilhões de Anos-Luz

Novas observações feitas com o Very Large Telescope do ESO no Chile tem revelado alinhamentos sobre as maiores estruturas já descobertas no universo. Uma equipe de pesquisadores europeus encontrou que os eixos de rotação dos buracos negros supermassivos centrais em uma amostra de quasares são paralelos entre sim em distâncias de bilhões de anos-luz. A equipe também descobriu que os eixos de rotação desses quasares tendem a se alinhar com estruturas vastas na teia cósmica onde eles residem.

Os quasares são galáxias com buracos negros supermassivos muito ativos em seus centros. Esses buracos negros são circundados por discos de rotação de material extremamente quente que é frequentemente expelido em longos jatos ao longo dos eixos de rotação. Os quasares podem brilhar mais intensamente do que todas as estrelas no resto de suas galáxias hospedeiras somadas. Uma equipe liderada por Damien Hutsemékers da Universidade de Liège na Bélgica usou o instrumento FORS no VLT para estudar 93 quasares que são conhecidos por formarem grandes grupos espalhados por bilhões de anos-luz, vistos num tempo em que o universo tinha cerca de um terço da sua idade atual. “A primeira coisa estranha que nós notamos foi que alguns dos eixos de rotação dos quasares estavam alinhados entre si – apesar do fato desses quasares estarem separados por bilhões de anos-luz”, disse Hutsemékers.

A equipe então foi mais a fundo e procurou se os eixos de rotação estavam linkados, não somente entre si, mas também com a estrutura do Universo em grande escala no mesmo tempo. Quando os astrônomos observaram a distribuição das galáxias em escalas de bilhões de anos-luz eles descobriram que eles não estavam distribuídos de maneira aleatória. Eles formavam uma teia cósmica de filamentos e aglomerados ao redor de imensos vazios onde as galáxias eram escarças. Esse alinhamento estranho e belo de material é conhecido como estrutura de grande escala. Os novos resultados do VLT indicam que os eixos de rotação dos quasares tendem a ser paralelos nas estruturas de grande escala onde eles próprios são encontrados. Assim, se os quasares estão num longo filamento então a rotação dos buracos negros centrais apontará ao longo do filamento. Os pesquisadores estimam que a probabilidade desses filamentos serem simplesmente o resultado de coincidência é de menos de 1%. “Uma correlação entre a orientação dos quasares e a estrutura que eles pertencem é uma importante previsão dos modelos numéricos da evolução do nosso universe ( observe que esta previsao academica se refere a alinhamentos internos de uma galaxia, o que e’ um fato obvio pois a galaxia obriga todos os astros internos a se conformarem aos seus movimentos. Mas o que descobriram agora nao estava previsto, ou seja, que o fenomeno se aplica entre galaxias separadas). Nossos dados fornecem a primeira confirmação observacional desse efeito, em escalas muito maiores do que tem sido observado em dados de galáxias ditas normais”, adiciona Sominique Sluse do Argelander-Institut für Astronomie em Bonn, Alemanha e Universidade de Liège.

Essa equipe poderia não ter visto os eixos de rotação ou os jatos dos quasares diretamente. Ao invés disso eles poderiam medir a polarização da luz de cada quasar e, para 19 deles, encontrar um sinal significantemente polarizado. A direção dessa polarização, combinada com outras informações, poderiam ser usada para deduzir o ângulo do disco de acreção e então a direção do eixo de rotação do quasar. Os alinhamentos nos novos dados, em escalas maiores do que as previstas atualmente pelas simulações, podem ser uma aposta de que existe um ingrediente faltante nos nossos modelos do cosmos”, concluiu Dominique Sluse.