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A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna, versus a Genese segundo a Matrix/DNA Theory

terça-feira, agosto 1st, 2017

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O artigo copiado abaixo e’ a mais recente e bem explicada para os leigos, sintese do que se acredita hoje no nivel dito ‘cientifico”, tenha sido as origens e desenvolvimento do universo, nosso unico mundo palpavel. Deve-se reconhecer nele o gigantesco e heroico esforco de humanos por seculos em busca do conhecimento existencial. Muitos passos desta teoria foram calculados apos observacao do que acontece aqui e agora, nas reacoes quimicas e fisicas dos laboratorios. Entao se aqui a fusao de hidrogenio produz helio, e hidrogenio deve ter sido o primeiro elemento produzido nas origens, entao conclui-se que da nebulosa de hidrogenios veio a nebulosa de helio, e assim por diante.

Eu, particularmente, e ainda na minha infancia, me senti insatisfeito acompanhando o rumo que essa teoria tomava, pensava que os metodos de deducao estavam incorretos. parecem-me demasiado reducionistas. Para um microbio dentro de um ovulo que observasse a fecundacao e os primeiros passos do desenvolvimento fetal de um humano, sua teoria seria igualmente reducionista, analisando os movimentos fisico-quimicos. Porem o responsavel por todos os movimentos seria algo invisivel, o DNA, e entao a teoria do microbio teria saido totalmente fora da razao.

Quantas coisas mais havia nas origens do universo alem das particulas efemeras, do hidrogenio? O problema deste reducionismo e’ que a teoria final induz a pensar-se num universo sem sentido, sem significado existencial, fator que e’ o mais importante para nos quando buscamos qual o significado da nossa existencia. Desconhecendo a existencia do DNA, e do universe muito maior e mais complexo alem do pequeno ovulo, ignorando o produtor de tudo aquilo, que foi uma criatura humana, o microbio veria meros movimentos que julgaria sem conexao e portanto tudo produto do acaso no mero desenrolar de forcas brutas.

O metodo de usar o que acontece aqui e agora para deduzir o que aconteceu la’ e’ logico, racional, o unico racional que temos. Mas como surgem varias ramificacoes religiosas de um unico livro porque cada grupo seleciona algumas mencoes e ignora outras, me pergunto porque a inteligencia moderna esta selecionando apenas as reacoes fisico-quimico e entre apenas o que estamos vendo, para elaborar esta teoria cosmologica do todo. E se havia elementos, principios, biologicos, neurologicos, ou ate’ mesmo mentais, incluidos nos eventos da origem? Onde estava na simplicissima nebulosa de hidrogenio inicial as forcas e elementos naturais que mais tarde produzria a biologia, a neurologia, a consciencia? Sem ver o DNA e o universo la’ fora, o microbio nem sequer pensaria nisso. Fecharia questao em torno de sua grande visao teorica e tudo isso que outros aventassem seria considerado imaginacao ou sonhos de poetas. Mas sabemos o quanto ele estaria errado. Mas nao podemos permitir que mentalidades de microbios facam as cabecas e doutrinem nossos filhos nas escolas, como esta’ infelizmente acontecendo, basta ler o artigo abaixo.

Na visao academica escolar estou vendo um enredo que imita o que acontece na Biblia quando ela se divide em velho e Novo Testamentos. No novo testamento, o Deus do velho feito homem surge e age totalmente diferente do deus no velho, para desespero dos judeus. O Messias nao foi nada do que esperavam, tendo sua visao de mundo baseada no Deus vingativo, cruel, escravagista e selecionador de alguns filhos em detrimento dos demais, todos fatores que lhes convinham. Assim, a moderna cosmovisao dita cientifica dividiu a Historia Universal em dois capitulos, a Evolucao Cosmologica, desde o Big Bang ate’ 10 bilhoes de anos de idade, e a Evolucao Biologica nos ultimos 3 a 4 bilhoes de anos. Uma nada tem a ver com a outra. Assim como os hebreus deturparam totalmente deus no velho testamento, a moderna academia deturpou totalmente o velho testamento da Historia Universal.

Eu coloquei em cheque a teoria academica e experimentei usar outros fenomenos naturais reais do aqui e agora, aplicando-os para deduzir o que aconteceu la’. Pois na evolucao biologica houve na verdade desde suas origens, a transformacao de uma especie de celula inicial em novas especies com mais complexidade e essa linhagem perdurou ate’ chegar no humano. Muitas especies paralelas surgidas e que nao levavam ao humano foram descartadas. Entao intui que tambem a nivel universal, desde um tipo inicial de sistema natural evoluiram outras formas deste sistema, cada vez mais complexas, ate chegar a celula viva inicial, e depois ao homem. E porque nao? Porque a evolucao universal teria aplicado uma regra para a cosmologica e outra diferente para a biologica?!

Mas se foi assim os atomos, as galaxias sao tao nossos ancestrais quanto o sao as bacterias e os ditos primos do macaco. E se foi assim, dentro daqueles atomos e galaxias havia uma especie de DNA dirigindo tudo como existiu sempre nos ultimos 4 bilhoes de anos.

Este foi um dentre outros motivos que me fez arregacar as mangas, ir la na natureza virgem da selva intocada ainda testemhunha dos primeiros eventos nas origens da vida, buscar esquematizar este Sistema e esmiucar tudo em busca do ancestral cosmologico do DNA. E como resultado encontrei a formula da Matrix/DNA, a qual muda muita coisa na descricao historica do artigo academic abaixo mas o mais importante, aponta na direcao de um estupendamente racional significado da existencia deste mundo e de nos mesmos dentro dele.

Vamos a ver como esta a ultima forma mais atualizada da cosmovisao escolar academica: 

A Genese, segundo a crenca academica escolar moderna

 

Trezentos mil anos após o Big-Bang a luz surgiu, em meio a uma mistura negra de gases primordiais e imersa em um oceano de matéria invisível. Centenas de milhares de anos depois, o Universo foi lentamente mergulhando em trevas, uma fase desconhecida da formação do Universo conhecida como “Idade das Trevas” que durou quase meio bilhão de anos. Então em meio às camadas de gás (hidrogênio, hélio e pequena quantidade de lítio) houve um acúmulo desses gases em nuvens difusas até que, à medida que se esfriavam, passaram a se concentrar no centro de cada nuvem em aglomerados do tamanho do nosso Sol. Atraindo cada vez mais gás circundante, cada aglomerado transformou-se em um gigante astro, cerca de 100 vezes maior que o nosso Sol, e a intensa compressão de seus núcleos desencadeou as reações de fusão nuclear do hidrogênio que deram origem às primeiras estrelas do Universo.

Com uma vida breve de cerca de alguns milhões de anos, elas se extinguiram em explosões (supernovas), lançando no Universo elementos mais pesados, como o oxigênio e o carbono, sementes de futuras estrelas e planetas. Dessa forma, 2 bilhões de anos depois do Big-Bang já tínhamos as primeiras galáxias, com seus buracos negros e quasares, e, 4 bilhões de anos depois, as estrelas em seus vários tipos: supernovas, gigantes vermelhas, gigantes azuis e anãs marrons. Estima-se que em aproximadamente 100 trilhões de anos cintilará a última estrela formada de maneira convencional e uma nova era terá início.

Existem duas maneiras possíveis para a formação dos astros. Na primeira, a nuvem de gás e pó interestelares inicia a sua contração quando o campo magnético que a percorre começa a se reduzir, em virtude de sua difusão para fora dos limites da mesma. A força magnética, assim reduzida, pode chegar a um ponto em que se torna demasiadamente débil para conseguir se opor à força da gravidade da nuvem, a qual, ao contrário, cresce com o aumento da densidade durante o colapso. A este tipo de formação estelar dá-se o nome de espontânea, em oposição ao nascimento de estrelas “induzido” por acontecimentos exteriores como, por exemplo, os ventos solares, a pressão da radiação, ou ainda, as ondas de choque.

Em resumo, o nosso Sistema Solar pode ter nascido de um disco protoplanetário, devido à ação do vento estelar ou da explosão de uma estrela maciça próxima. Ou pode ser que a herança preservada no interior dos meteoritos primitivos nos tenha sido legada por uma família inteira de estrelas maciças que terminaram a sua vida numa espécie de fogos de artifício cósmicos de supernovas. Em tais condições, não existe nenhum rastro que nos permita identificar de onde, nem como, terá surgido o Sistema Solar.

Será que novamente deixaremos ao acaso o motivo de toda essa ordenação obtida após o tumult? Não será possível que haja uma Consciência Cósmica diretora desses fatos? A palavra ordenação implica a existência de “ordem”. Ordem faz pressupor a existência de Algo ou Alguém que ordene. Algo ou Alguém ordena e a criação se faz.

Durante os seus primeiros 100 milhões de anos, o gás e a poeira que giravam no disco protoplanetário ao redor do Sol foram se aglomerando, até que há cerca de 4,6 bilhões de anos começou a história de nosso planeta. Em geral, planetas como a Terra são formados durante dezenas de milhões de anos, mas recentemente pesquisadores da Espanha, Alemanha e EUA fotografaram pela primeira vez 18 corpos celestes na constelação de Órion que parecem ser planetas “flutuantes”, pois não orbitam nenhuma estrela. Esses astros detectados teriam sido formados num curto espaço de tempo (a constelação tem “apenas” 5 milhões de anos), graças ao colapso gravitacional de partes de uma nuvem molecular, também composta por gases e poeira. Atualmente eles são bolas gigantes de gás, com massa entre 8 e 15 vezes maior que a de Júpiter. Contudo, esses “aglomerados” não ficaram grandes o suficiente para iniciarem as reações de fusão nuclear típicas de estrelas (queima de hidrogênio) ou de anãs marrons (estrelas pequenas que queimam deutério, um dos isótopos mais frágeis do hidrogênio).

Por definição, um planeta tem até 13 Mj (Massa de Júpiter), e uma anã marrom, entre 13 e 75 Mj. Acima de 75 Mj, há energia suficiente para o início da fusão nuclear, a fornalha que alimenta as estrelas e as faz emitir uma luz mais intensa. No núcleo dessas estrelas, os prótons colidem entre si e um deles se transforma em nêutron convertendo o átomo de hidrogênio em hélio e liberando um fóton. Na migração para a superfície o fóton de luz vai colidindo com os átomos de hidrogênio e hélio, gerando calor, e empurrando-os para fora contra a força gravitacional da estrela que os puxa para o centro. Estima-se que cada fóton, produzido no nosso Sol, demore 1 milhão de anos para sair dele.

 

Meu comentario postado no artigo:

Excelente artigo. Este artigo favorece a minha teoria astronomica e desfavorece a teoria astronomica academica official. Pois o artigo inteiro descreve interpretacoes teoricas, o unico fato real mencionado e’ a observacao dos 18 planetas de Orion, e a conseguente especulacao sobre suas origens. Mas este unico fato justamente se encaixa perfeitamente no meu modelo geral. Uma grande surpresa aguarda a cosmovisao academica: essas bolas de aparente gaz que formam estes que eles chamam de planetas na verdade sao os gemes de novos astros. Foram emitidos por um vortices nuclear nesta nebulosi, serao contraidos ao atravessarem espaco frio, tornando-se os nucleos ou germes de estrelas incubadas. Depois a estas bolas efervencentes contraidas serao agregadas massa entropica do espaco, quando se tornam planetas. mas continuara seu desenvolvimento, tornar-se-ao pulsares e apenas entao florescerao como estrelas supernovas. Este e’ o principio ancestral astronomico do ciclo vital, que hoje produz sistemas biologicos seguindo a mesma sequencia de formas e desenvolvimento. Qualquer curiosidade veja a teoria no meu website. Mas claro, nao sou o dono da verdade, e toerias sao teorias sujeitas a serem “debunkadas” ou consertadas e promovidas a fato real.

Teoria Fisica da Origem da Vida como resultado da Termodinamica,

terça-feira, agosto 1st, 2017

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O biofísico Jeremy England fez algum estardalhaço em 2013 com uma nova teoria que projeta a ideia de origem da vida como um resultado inevitável da termodinâmica….

Cientista apresenta pela primeira vez uma teoria física para o surgimento da vida

(registrado artigo para voltar a ler e pesquisar)