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Previsão da Matrix/DNA Confirmada com a descoberta da onda G no núcleo solar

domingo, agosto 6th, 2017

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Quando um povo esta’ meio perdido porque esta’ sendo testado pelas crises em suas crenças existenciais, suas interpretações do mundo natural e/ou espiritual, é o momento de grande oportunidade para a evolução provocar as mutações psíquicas ou mentais, no sentido de corrigir os erros e encaminhar este povo para os acertos. `A primeira vista este método da natureza parece desumano, covarde, pois se um ser vivo esta lutando em desespero pela sobrevivência material deveria-se ajuda-lo nessa luta imediata e não levar-lhe filosofias para o cérebro, pois isto o enfraqueceria na luta física real e poderia aniquila-lo. Mas temos observado nas muitas vezes em que a natureza é cruel com suas criaturas que ela parece entender que a tortura da carne não tem importância, talvez porque isso não fere fisicamente a consciência, que é o que realmente lhe importaria. De qualquer maneira o mecanismo sempre funcionou, desde as mutações cosmológicas em átomos e galaxias: um sistema que esta no topo da evolução se acomoda e interrompe sua evolução, a natureza ataca com a entropia que o leva a degeneração e morte, fragmenta-o em seus bits-informação, conduz estes bits a um novo ambiente, ali se confrontam competitiva e caoticamente, mas de dentro do caos eles vão se levantando como o fluxo da ordem e da harmonia que gera o novo sistema a ocupar o topo. Foi nessa mistura alucinante e sofrida do caos que a natureza inseriu novas informações através do ambiente que produziu as novas mutações necessárias.

Muitas nações estão em maior ou menor grau de crises agora, algumas em crise econômica, outras em crise pela insatisfação com o estado da vida, do trabalho, etc. Particularmente o Brasil esta numa crise de identidade e econômica de grande perturbação. O caos se agita, momento oportuno para a evolução universal, que de alguma forma deve inserir na mentalidade brasileira novas informações que produzira nova interpretação da natureza, da existência, uma nova visão do mundo, da qual surgira um novo estado de ordem passada a tormenta, mais sincronizada com a realidade universal.

Como e de onde vira’ as novas informações, quais serão elas. lembre-se que estas informações nada tem a ver com soluções econômicas ou politicas num primeiro plano. Elas são de ordem cosmovisionária, visando alterar operações e conexões entre neurônios do cérebro. Sao as alterações que depois conduzem o povo, inconscientemente, a solucionar os problemas atuais e se estabilizar num n ovo estado de ordem.

Não seria generoso por parte da natureza, por exemplo, focalizar os jovens da classe media que tem como supremo objetivo agora conseguir se instalar em escolas superiores ao mesmo tempo que tenha garantido um certo conforto financeiro, e lhes enviar um novo Jesus Cristo trazendo novas informações e pregando mensagens para a vida depois da morte. Eles estão precisando de um Barrabás, um novo líder forte que derrube os atuais poderosos e traga progresso econômico para eles. Mas a natureza vai fazer assim como fez com os desesperados judeus naquela época.

O que escrevi aqui até agora são conclusões baseadas em fatos reais observados, porem, este conjunto de fatos nos leva irresistivelmente a elaborar novas conclusões, ao que chamamos de teorias, portanto, o que vou expor agora são produtos da minha teoria. Na verdade ( sugere a minha teoria), a natureza bruta se constitui de uma longa avalancha, uma cadeia de causa e efeitos que avança misturando tudo, fazendo e destruindo e refazendo, sem qualquer rumo previsto por ela. Mas infiltrada no meio desta cadeia existe um principio que vem do alem da natureza universal, do antes do Big Bang e de algo alem deste universo percebido por nos. Este principio já produziu em outros planetas algumas formas de vida com consciência bem mais evoluídas que a humana, as quais descobrem o principio e seu objetivo, e então passam a ajuda-lo a progredir, assumindo-o e dirigindo-o a fazer suas transformações em seres de consciência menos evoluídas, como nos humanos. Mas eles não podem modificar o conjunto das forcas e elementos naturais, englobados no que chamamos de leis naturais, pois o proposito deste principio e’ que as consciências se construam por si próprias para serem depois totalmente livres, e isso implica que sejam mantidos certos livre-arbítrios destas criaturas. Eles devem pegar o principio e leva-lo as redondezas das criaturas, disponibilizando-lhes a ingestão ou não destas novas informações. Eles não podem enviarem Barrabás para modificar as estruturas sociais, e sim Cristos, Budas, para atuar a nível mental.

A função de Jesus foi tao sutil que talvez ninguém mais a tenha percebido ate’ hoje. E para inserir este Jesus em nosso meio, basta a consciências extraterrestres mais evoluídas, procurarem um embrião em formação que esteja morrendo antes de se formar, inserirem um software programado no seu DNA, e faze-lo reviver sob o domínio deste software.

A maior causa dos sofrimentos e conflitos entre humanos naquela época eram as lendas religiosas deturpando totalmente os objetivos do principio cósmico, então a mensagem teria que estremecer os velhos testamentos e apresentar um novo. Se ainda perduram resquícios na mentalidade humana atual, a dominância dos velhos testamentos foi substituída por outra dominância relativa a visões do mundo, a dita visão materialista cientifica. E qual a origem desta nova visão?

A maior causa de conflitos hoje deve-se `a formação do cérebro no meio do caos selvagem passando pelos animais que transferiram para o homem sapiens suas configurações neuroniais, nas quais a divisão dos indivíduos e do poder se deve aos três instintos básicos: o de grande predador ( que nos sistemas sociais humanos tem produzido as aristocracias dominantes); o de médio predador ( produzindo as classes medias) e a das presas ( produzindo a grande massa dos dominados). O objetivo supremo do principio vital e consciente é exorcizar do cérebro humano estes 3 instintos. Como o mais difícil é purificar o crebro com tendencia a grande predador pois eles se acomodam pela força e privilégios que desfrutam objetando as mudanças, Jesus trouxe informações em mensagens e atuou como exemplo a ser imitado visando amenizar as três tendencias, mas principalmente mensagens que tocassem mais fundo a tendencia a grande predador. Dois mil anos depois – o que e’ quase nada para o tempo cósmico do principio – pouco influenciou, mas pelo menos a barbárie dos chefes inquisidores brutais das religiões foi em algum grau menor, amenizada.

Não existem seres mais práticos, pragmáticos, utilitaristas, na luta pela sobrevivência e busca de conforto, do que os animais irracionais. Herdamos o cérebro deles e com isso nossa moderna e dominante visão do mundo é a cientifica, extremamente utilitarista, pragmática, exclusivamente pratica, sem qualquer poesia, emoções, etc., atributos trazidos pela consciência. Hoje os tais extraterrestres enviariam softwares que fariam seus portadores estremecerem as bases dessa mentalidade, que são as erradias interpretações dos fenômenos naturais com os quais o método cientifico trabalha. reinterpretando, corrigindo a visão de mundo, conduz-se os cérebro a se re-configurarem no caminho certo.

Pois este autor aqui não recebeu nenhum software nem nunca teve nenhuma experiencia alienígena, mas foi la’ passar sete anos nas noites solitárias a conversar com a natureza virgem para tentar consertar sua herdade visão do mundo que ele intuía estar errada. Esta dentro das possibilidades humanas se corrigir sem precisar da interferência externa, pois a natureza também contem em si o principio da autocura. O resultado do coloquio noturno e secreto com a natureza foi uma nova visão do mundo que me obriga a reinterpretar todas as interpretações que os cientistas tem feito sobre cada nova descoberta de fato real que fazem. Não que eu acredite como religioso na minha visão do mundo e nas interpretações que ela sugere, pois sei que meu primitivo cérebro não seria capaz de processar as informações complexas da Verdade. Mas como também não acredito nas interpretações dos cientistas, e as minhas tem ganhado nos últimos 30 anos, continuo insistindo com elas, afinal, elas me conduziram a exorcizar de mim os três instintos, então, deve ser experimentada, pois se elas não são a Verdade, parecem terem avançado mais na sua direcao que a materialista.

Reinterpretar as interpretações da academia que opera o método cientifico. Isto implica coisas complexas como acrescentar e diminuir detalhes nos atuais modelos teóricos de átomos, galaxias, células, cérebros, código genético, etc. Então vou, para finalizar este longo artigo, apenas citar um exemplo do ocorrido hoje que ilustra como estou fazendo este trabalho. Logo de manha ao buscar as noticias cientificas na Internet me deparei com uma que tem um efeito espetacular no meio acadêmico intelectual e cientifico. O titulo é:

Descoberta dá início a uma nova física solar

no link:

http://hypescience.com/segredo-nucleo-sol/

3948293487 core 1

Resumindo muito e num linguajar popular para leigos como eu, a noticia diz que, apesar de sempre terem acreditado que as esferas concêntricas de diferentes matéria solar tenham suas rotatividades iguais, na mesma velocidade, descobriram que o núcleo do Sol gira 4 vezes mais rápido que a ultima camada da superfície. Com isto descobriu-se que o núcleo solar é conduzido por uma especifica forma de frequência de onda, a denominada onda G, a qual é diferente do tipo de onda que opera na sua superfície, a onda P. Ora, esta descoberta tem muitas implicações, e uma delas significa que vão ter que repensar e refazer muitos conceitos teóricos do seu modelo teórico solar. Inclusive falam na noticia que esta descoberta traz novas informações sobre como foi as origens, a formação do Sol e do sistemas solar.

Pois por inacreditável que possa ser, eu fiz um modelo teórico astronomico na selva a 30 anos atras, muito diferente da teoria acadêmica, que previu exatamente a descoberta deste exato resultado. Não apenas parecera inacreditável para o publico, mas é definitivamente inacreditável para os acadêmicos, pois eles se recusam sequer a dar uma olhada nos meus modelos. Não adiantaria eu gritar que o que vale na Ciência é a teoria com maior capacidade de previsão, a que tem apresentado mais previsões que foram confirmadas, eles não aceitam que alguém fora de seu meio pudesse fazer tal coisa, assim como os acadêmicos e reitores religiosos da Idade Media não aceitaram sequer olhar para a teoria de Copérnico, ela não fazia qualquer sentido face sua visão do mundo.

Os meus modelos interpreta uma galaxia como tendo sido formada numa primeira geração pelo processo da simbiose e depois as outras gerações aprenderam a se replicarem. Sugere que os sete tipos principais de astros conhecidos – desde planetas, estrelas, quasares, pulsares, etc. – são apenas diferentes formas de um único astro inicial – uma estrela gasosa – na qual estava aplicada o mesmo processo vital que faz hoje um corpo humano se modificar em diferentes formas ao longo de sua vida – formas tao diferentes como a morula e’ de um adolescente, ou um embrião é diferente de um adulto. Sugere que o sistema formado pela simbiose destas formulas e’ exatamente igual a uma unidade fundamental de informação do DNA biológico, sugerindo então que existe uma especie de DNA universal para todos os sistemas naturais, animados ou não. E sugere ainda que esta formula é o principio vital universal que se manifestou pela primeira vez na forma da onda de luz completa pelos sete tipos de radiações conhecidas.

Ora, estas sete radiações diferenciadas entre si, apresentam especificas faixas de frequências com suas especificas vibrações. Como seu espectro geral chamamos de onda de luz, notamos que as intensidades e comprimentos destas faixas estão numa sequencia que corresponde exatamente a mesma sequencia de diferenças de intensidades de energia ao longo da vida de um corpo humano. A primeira faixa da onda, a dos raios gama, é a da maior intensidade pois ela acabou de nascer, de ser emitida pela sua fonte. Da mesma forma, as primeiras formas de um novo corpo humano, estão numa faixa em que a energia é a mais inquieta, mais intensa, que suas formas posteriores, como jovens, adultos, etc.

Se o processo de formação dos sistemas astronômicos e seus astros individuais imitam o processo da formação dos corpos humanos e da onda de luz, isto significa que o Sol existe condizido por um espectro invisível destas mesmas ondas, nesta mesma sequencia. Estas ondas concêntricas tem inicio certamente no núcleo solar. E no inicio a energia é mais inquieta, mais intensa. Então qual seria das esferas solares aquela que rodopiaria mais rápido? Certamente não as ultimas da estratosfera solar, nem a da superfície, mas justamente a do núcleo. E não foi justamente isto que confirmaram agora?

Mas qual a importância de um zé ninguém mudo e isolado no mundo estar mostrando para ninguém ver ou ouvir, provas de que ele esta interpretando a natureza com mais acertos que as interpretações da academia que domina a sociedade humana?

Como eu disse no inicio, quer queiram ou não, a natureza aproveita as fases de crises para estremecer nossas estruturas físicas o que pode nos levar a mutações mentais. Assim, através de cirurgias dolorosas, ela vai, inconscientemente, tentando ajustar todos seus elementos, suas criaturas, na avalancha de causas e efeitos. Quando isso acontece a tragedia abate a muitos, que caem para não se levantarem mais ou como moribundos. Mas ao mesmo tempo existem nossas consciências irmãs mais evoluídas que tentam atuar antes que estas tragedias aconteçam, enviando-nos softwares que tentam nos levar a mudança por nos mesmos, o que seria muito menos sofrível. Porem, ainda existe em nos a capacidade de produzir-mos estes softwares nos mesmos, no caso do nossos irmãos não aturarem a tempo, ou não funcionarem tao rápido. Quando estou informando estas acertadas previsões, se alguém estivesse lendo-as, automaticamente sua visão de mundo estaria sendo mutada, sem precisar passar por cirurgias dolorosas. Nisto veja importância no que faco e por isso vou continuar insistindo… a toda vez que sair mais uma descoberta cientifica. Raios, eu já sabia da frequência G no núcleo solar a 30 anos…

 

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(Artigo da ScienceAlert ja’ traduzido pelo Hypescience)

A região mais interna do Sol está obviamente escondida de nós, e parece que isso permitiu que o núcleo de nossa estrela escondesse um enorme segredo. Pela primeira vez, os cientistas conseguiram medir com precisão a rotação do núcleo solar, revelando que ele não gira à mesma velocidade que a superfície – mas quase quatro vezes mais rápido.

Os pesquisadores consideravam a possibilidade de que a rotação do núcleo do Sol não pudesse acompanhar a sua parte externa, mas até agora não havia como saber com certeza – e muitos assumiram que todo o Sol se movia da mesma forma, em um movimento integrado.

Mas os dados mais recentes, obtidos pela Agência Espacial Europeia (ESA) e o Observatório Solar e Heliosférico da NASA (SOHO), fornecem a primeira evidência de um tipo de onda de gravidade de baixa frequência (onda g, não o mesmo que ondas gravitacionais) que reverberam através do Sol, o que acabou se tornando a chave para capturar a rotação do núcleo da estrela.

“Estivemos procurando essas ondas há mais de 40 anos e, embora as tentativas anteriores tenham insinuado as detecções, nenhuma foi definitiva”, diz o astrônomo Eric Fossat, do Observatório da Côte d’Azur, na França. “Finalmente, descobrimos como extrair inequivocamente sua assinatura”.

Até agora, os cientistas haviam conseguido medir ondas de alta frequência, chamadas ondas de pressão ou primárias (ondas p), que passam pelas camadas superiores da estrela e são facilmente detectadas na superfície solar.

Em contrapartida, as ondas g oscilam profundamente no interior solar e, embora possam nos falar sobre o comportamento do núcleo, elas não possuem assinatura clara na superfície.

“As oscilações solares estudadas até agora são todas ondas sonoras, mas também deve haver ondas de gravidade no Sol”, explica Fossat, “com movimentos ascendentes e descendentes, bem como horizontais, como ondas no mar”.

Usando alguns dados de observação de 16 anos do SOHO, os pesquisadores conseguiram isolar uma espécie de onda g chamada modo g, analisando quanto tempo leva para uma onda sonora viajar através do Sol e chegar de volta à superfície novamente: uma viagem de 4 horas e 7 minutos.

Combinando as leituras, eles descobriram uma série de modulações – como um movimento de ondas subaquáticas – que mostrava como as ondas g estavam chacoalhando o núcleo do Sol.

Os resultados sugerem que o núcleo do Sol gira em torno de uma vez por semana, que é quase quatro vezes mais rápido que a superfície solar e as camadas intermediárias, que variam, girando em 25 dias no equador e 35 dias nos pólos.

“Este é certamente o maior resultado da SOHO na última década, e uma das melhores descobertas de todos os tempos da SOHO”, diz Bernhard Fleck, cientista do projeto SOHO e do Goddard Space Flight Center da NASA.

Volta ao início

Quanto à forma como essa discrepância rotacional surgiu, o melhor palpite dos pesquisadores é que é uma espécie de volta aos primórdios do Sol. Eles acreditam que, de alguma forma, a radiação e o vento solar projetados a partir do Sol são, de fato, capazes de diminuir a velocidade de rotação das regiões externas, (NÃO) , mas é um fenômeno apenas superficial, que deixa a rotação do núcleo intacta.

“A explicação mais provável é que essa rotação do núcleo é um resquício do período em que o Sol se formou, há cerca de 4,6 bilhões de anos”, diz o astrônomo Roger Ulrich, da UCLA. “É uma surpresa, e emocionante pensar, que podemos ter descoberto uma relíquia do que o Sol era quando se formou pela primeira vez”.

Em suma, é uma descoberta maciça para os astrônomos, e agora que finalmente confirmamos a presença de ondas g no Sol depois de persegui-las por tanto tempo, os pesquisadores dizem que estão apenas começando. “É muito especial ver o núcleo do nosso próprio Sol para obter uma primeira medida indireta de sua velocidade de rotação”, diz Fossat. “Mas, mesmo que essa busca de décadas tenha terminado, uma nova janela da física solar começa agora”. 

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Noticia no Science Alert ( no comments)

Scientists Just Revealed a Hidden Secret About The Sun’s Inner Core

http://www.sciencealert.com/scientists-just-revealed-a-surprising-secret-about-the-sun-s-hidden-core

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O paper publicado no Journal “Astronomy&Astrophysics”

O PDF  de 17 paginas e’ free para leitura

Asymptotic g modes: Evidence for a rapid rotation of the solar core

https://www.aanda.org/articles/aa/abs/2017/08/aa30460-17/aa30460-17.html

Abstract ( e minha pesquisa)

Context. Over the past 40 years, helioseismology

(ver helioseismology)

has been enormously successful in the study of the solar interior. A shortcoming has been the lack of a convincing detection of the solar g modes,

( ver solar g modes )

which are oscillations driven by gravity

(ver oscillations driven by gravity)

and are hidden in the deepest part of the solar body – its hydrogen-burning core. The detection of g modes is expected to dramatically improve our ability to model this core, the rotational characteristics of which have, until now, remained unknown.

Aims. We present the identification of very low frequency g modes in the asymptotic regime

(ver isso)

and two important parameters that have long been waited for: the core rotation rate, and the asymptotic equidistant period

(ver)

spacing of these g modes.

Methods. The GOLF instrument on board the SOHO space observatory has provided two decades of full-disk helioseismic data. The search for g modes in GOLF measurements has been extremely difficult because of solar and instrumental noise. In the present study, the pmodes of the GOLF signal are analyzed differently: we search for possible collective frequency modulations that are produced by periodic changes in the deep solar structure. Such modulations provide access to only very low frequency g modes, thus allowing statistical methods to take advantage of their asymptotic properties.

Results. For oscillatory periods in the range between 9 and nearly 48 h, almost 100 g modes of spherical harmonic degree 1 and more than 100 g modes of degree 2 are predicted. They are not observed individually, but when combined, they unambiguously provide their asymptotic period equidistance and rotational splittings, in excellent agreement with the requirements of the asymptotic approximations. When the period equidistance has been measured, all of the individual frequencies of each mode can be determined. Previously, p-mode helioseismology allowed the g-mode period equidistance parameter P0 to be bracketed inside a narrow range, between approximately 34 and 35 min. Here, P0 is measured to be 34 min 01 s, with a 1 s uncertainty. The previously unknown g-mode splittings have now been measured from a non-synodic reference with very high accuracy, and they imply a mean weighted rotation of 1277 ± 10 nHz (9-day period) of their kernels, resulting in a rapid rotation frequency of 1644 ± 23 nHz (period of one week) of the solar core itself, which is a factor 3.8 ± 0.1 faster than the rotation of the radiative envelope.

Conclusions. The g modes are known to be the keys to a better understanding of the structure and dynamics of the solar core. Their detection with these precise parameters will certainly stimulate a new era of research in this field.

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Preciso agora ( depois de uma pesquisa sobre frequência G, etc.) ver quais as novas implicações para esta nova interpretação de uma estrela como o Sol. Por exemplo,

  1. esta sugerido que o núcleo imita F1, o estado embrionário no circuito sistêmico. Quais serão os outros seis estados do Sol? Seria as faixas das orbitas dos planetas outros estados, inclusive vibratórios, da mesma onda?
  2. os astrônomos sugerem que esta descoberta lança nova luz sobre a formação do sol. Para a Matrix/DNA, devo pensar se ela pode ajudar a calcular a segunda fase das formações dos sistemas astronômicos, ou como eles evoluíram da formação por simbiose para a formação por auto-replicação.

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Questao postada no sub-reddit, topic Science > Asttrophysics

 

The spetacular discovey is that the sun’s nucleous rotates 4 times fast than its surface and has a “frequency G”. It happens that the Matrix/DNA Theory has an astronomic model which 30 years ago predict these discoveries. The model suggests that the sun’s nucleous performs the function F1 of a universal formula for systems. But, the F1 at galaxies suggests the existence of a rotative vortex replacing the theoretical existence of black holes. Now we have the problem: is the sun’s nucleous the origins of a “dust’s star formation” or the origins of a black hole? You can see the news at ScienceAlert:https://www.sciencealert.com/scientists-just-revealed-a-surprising-secret-about-the-sun-s-hidden-core

Mensagem da Matrix/DNA

domingo, agosto 6th, 2017

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Mas um grande dia de comemoração pela turma de um só’ da Matrix/DNA… Ha’ 30 anos registrei os copyrights dizendo que o sistema solar tem ondas concêntricas com faixas esféricas de diferentes frequências e vibrações na mesma sequencia de uma onda de luz. E que portanto o núcleo solar devia ter a primeira faixa, da conhecida onda G, que e’ a de mais intensa energia. Pois apenas nesta semana a comunidade acadêmica cientifica, contra tudo o que diziam suas teorias e contra tudo o que negaram quando eu dizia isso nos debates interneticos, descobriram e confirmaram não apenas que as ondas G estão no núcleo solar, como também descobriram seu obvio efeito: que o núcleo solar gira mais rápido que a superfície. Quatro vezes mais rápido!
O futuro sempre desmentiu as mentiras, sempre clareou os fatos. Naquela época os donos das universidades não queriam admitir, mas o futuro desenterrou os papeis empoeirados de Copérnico, um zé’ ninguém, foi o primeiro a descobrir que o Sol não gira a nossa volta, como desenterrou dos porões da biblioteca os papeis de Mendell, outro que morreu desconhecido, para mostrar que ele foi o primeiro a descobrir a genética…Ora, de alguma maneira o futuro desenterrara meus copyrights no Rio e em Washington e mostrara que fui o primeiro a ver as ondas G no núcleo solar, o primeiro a dizer que nunca houve origens da vida aqui, o primeiro a dizer que o DNA vem desde o Big Bang, que não existe código genético, o primeiro a unir a evolução cosmológica `a evolução biológica com um elo evolucionário que ainda desconhecem. o primeiro a elaborar um modelo teórico do átomo e da galaxia mais próximo da verdade… E o primeiro a descobrir que neste universo esta ocorrendo um processo de reprodução genética de um sistema natural consciente que deflagou o Big Bang como num ato de fecundação, e que nos, humanos, somos partes dos genes meio-conscientes que esta construindo este embrião… Que fui o primeiro a descobrir no céu, os astros possuem ciclo vital igual a nos, que formam famílias, namoram, se casam, se reproduzem como nos e as estrelas, como mães atarefadas a manterem seus rebentos planetas protegidos debaixo de suas asas gravitacionais enquanto os nutre com seu néctar energético… O futuro talvez descobrira que fiz algumas teorias erradas também, mas as corretas suplantam, portanto, estou no meu direito quando tomo no presente uma cerveja para antecipar uma comemoração que por certo acontecera quando não mais estiver por aqui… Um brinde `a onda G!
Para um cidadão comum parece não ter nenhuma vantagem em saber estas coisas distantes do macro e microcosmo mas na verdade existe uma grande vantagem – fundamental – se sua visão do mundo aponta para um significado sublime para nossa existência, e as previsões de sua visão vão sendo todas confirmadas – pois isto confirma o significado da existência e este me indica que passaremos por todas as mortes e o nosso futuro sera grande…
Para quem quiser ver a noticia desta descoberta:

Existe evidencias de vida apos a morte? Melhor lista de evidencias

domingo, agosto 6th, 2017

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Is There Evidence of Life After Death?

https://disqus.com/home/discussion/channel-disqusunderground/is_there_evidence_of_life_after_death/

To listen to skeptics, only the gullible masses believe in an afterlife, desperate to be reunited with loved ones.

As we have shown, however, skeptics are so convinced of their intellectual superiority that they are incapable of examining evidence objectively that contradicts their strongly-held viewpoints.

Unlike the cases for ESP and UFOs, however, the evidence for survival after death is by its nature less measurable and more subtle and complicated.

Militant skeptics would have everyone believe that this is merely anecdotal and easily explained away by the biochemistry of the dying brain, pumped up by morphine and stress, with the particular hallucinations the result of a combination of wishful thinking and religious preconception. But as we shall see, this view ignores some inconvenient facts.

While looking at several types of relevant experiences, I will only focus on the issue of immediate survival after death, not theological assertions about what happens beyond that, such as whether there is a heaven or hell or reincarnation. Nor will we try to resolve here exactly what it is that may survive death.

One way to think about the larger picture of reality that the so-called supernatural presents is like the difference between the world of ordinary objects we interact with daily and the invisible quantum world that underlies everything. It is difficult for our minds to get around the fact that what seems like solid reality is mostly empty space. Skeptics are invited to imagine that the paranormal world is something like the theorized other dimensions of the “multiverse.”

Death-Bed Visions

Let us begin with something that should be a perfect test for the skeptical case about hallucinations of the dying: death-bed visions. It is not uncommon for people who are about to die to imagine that the heavens open up and relatives appear to welcome them to the other side.

In What They Saw at the House of Death: A New Look at Evidence for Life After Death by Karlis Osis, a noted physics professor, and Erlendur Haraldsson, a clinical psychologist. Between them, they had carefully examined 5,000 cases of death-bed visions for nearly two decades starting in 1959. These were culled from observations by 17,000 physicians and nurses. Most were medical personnel in the U.S., but some came in from a separate study about patients in India, to check to what extent cultural and religious beliefs influenced the experiences.

Investigative journalist Michael Schmicker, in Best Evidence, summarized the remarkable conclusions:

Biological-Pharmaceutical Factors

*Patients who were given painkilling drugs were not more likely to have such visions than those who were not.

*Brain malfunctions were more likely to reduce such visions.

*A history of using psychoactive drugs did not increase the likelihood of these visions.

*There was no evidence that a lack of oxygen induced the visions.

Psychological Factors

*Stress played no role in predicting which patients would see “the dead.”

*Whether the patient believed in an afterlife did not matter.

*In some cases, the death-bed visions came to people who did not know they were dying.

Cultural Factors

*The visions often did not fit with the religious preconceptions of the individuals. Christians saw no evidence of hell; Hindus had no visions that confirmed they would be reborn.

*There were 11 aspects to these visions that were shared by both American and Indian cases, so they are likely common to many cultures.

Schmicker cited a compelling example. In 1919, Horace Traubel, a friend and biographer of the poet Walt Whitman, was dying in Bon Echo, Ontario, Canada. With him was Lt. Col. L. Moore Cosgrave. Cosgrave reported that at 3 a.m., Traubel stared at a point in the room three feet above the bed.

“A light haze eventually resolved itself into the form of Whitman…wearing an old tweed jacket, an old felt hat, and had his right hand in his pocket,” which Cosgrave could see. The apparition nodded twice to Traubel, who said, “There is Walt.” As the ghost brushed by him, Cosgrave felt a slight electric shock.

Near-death Experiences

“Near-death experiences” (NDEs) was the term coined by Dr. Raymond Moody, a physician who wrote the first popular book on the phenomenon, Life After Life, in 1975. He studied cases of patients who were pronounced clinically dead, but claimed they could see and hear things that seemed impossible, according to the materialist understanding of reality.

A 1982 Gallup poll revealed that one out of seven Americans had at least once been close to dying and 35% of these reported having the NDE. These experiences would seem fairly common, but were not generally reported by physicians, which is explained by the fact that only 32% of doctors at the time believed in an afterlife vs. 67% of the public.

While the specific details of the experience would be interpreted by the person who was supposedly dead, based on his or her cultural and religious background, the most common stages occurred in this order:

*A sense of dying as a release from cares and pain.

*The patient feels he or she is rising from the body and able to look down on it and the attending medical personnel.

*This self or spirit is compelled to pass through a dark tunnel with light at the end.

*Beings of light greet the spirit at the end of the tunnel—often these are deceased family or friends and sometimes a person understood as a founder or leader of their religious tradition (atheists reported an abstract figure of light).

*As many as 29% recalled having their life’s events flash through their memories, as if reviewing them before judgment.

*Many wanted to stay in this disembodied state, but were told they needed to return.

*Consciousness returns to the body, startling medical personnel, who had pronounced the patient dead.

Moody’s initial report has been confirmed in thousands of cases investigated by others. The International Association for Near-Death Studies www.iands.org was founded in 1978 to encourage the serious study of the phenomenon.

Skeptics are quick to argue that all of these things can be explained by incorrect judgments about clinical death and by the combined effects of a sick brain and the drugs administered at the time.

Among the most notable books to take a more systematic scientific approach to anecdotal evidence were by medical doctors Kenneth Ring, in Life at Death, and Michael Sabom, in Recollections of Death: A Medical Investigation.

Sabom in particular was skeptical. He accepted the critics’ theory that NDEs were hallucinations due to heightened brain activity and was surprised to realize that they occurred most commonly in patients who had been unconscious for at least 30 minutes, when neuroactivity was reduced.

He believed that claims that these “dead” patients had accurately described what was happening around them were easily explained by hearing medical personnel discussing them or that they were educated guesses.

Sabom set up a control group of cardiac patients who had not reported having NDEs. He found the NDEers’ accounts very accurate, while the guesses of cardiac patients were way off, and he was able to rule out the possibility in many cases of the “dead” picking up the information by hearing it.

Doctors at Southampton General Hospital studied 3,500 patients and concluded that cases of NDEs being reported involved “well-structured, lucid thought processes with reasoning and memory formation at a time when their brains were shown not to function,” contradicting the materialistic view of how the brain works.

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Dr. Eben Alexander’s NDE

The most famous of modern NDEs was recounted in the 2012 bestseller by Dr. Eben Alexander, a neurosurgeon, in Heaven is Real: A Doctor’s Experience with the Afterlife (a good example if skeptics’ inability to state the facts in their rebuttals can be found in a response to an article in Esquire: http://iands.org/news/news/…. He went into a seven-day coma after suffering from microbial meningitis in 2008 and had an experience that ran counter to his expectations. He recalled:

I did not believe in the phenomenon of near-death experiences…I sympathized deeply with those who wanted to believe that there was a God and I envied such people the security that those beliefs no doubt provided. But as a scientist, I simply knew better.

When I entered the emergency room, my chances of survival in anything beyond a vegetative state were already low, but they soon sank to near nonexistent. For seven days I lay in a deep coma, my body was unresponsive, my higher-order brain functions totally offline.

All the chief arguments against near-death experiences suggest that these are the results of minimal, transient, or partial malfunctioning of the cortex. But mine took place not while my cortex was malfunctioning, but while it was simply off. This is clear from the global cortical involvement documented by CT scans and neurological examinations. According to current medical understanding of the brain and mind, there is absolutely no way that I could have experienced even a dim and limited consciousness during my time in the coma, much less the hyper-vivid and completely coherent odyssey I underwent.

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A 2001 study reported in the British medical journal The Lancet reported that the NDEs could not be explained by reactions to medications, a lack of oxygen to the brain, or fear of death.

Perhaps most convincing is that patients are able to report events outside the room where their bodies were. For example, some claimed that their spirits went into the waiting room and heard conversations between family members, which they recalled accurately. Given the skeptics’ position on ESP, this should be impossible.

In 1990, Seattle pediatrician Melvin Morse’s Closer to the Light examined the cases of 120 children who had NDEs. In most cases, they would have been too young to have absorbed a well-grounded religious expectation of what might happen. He made a point-by-point refutation of the skeptics’ arguments about the biochemistry of death and hallucination, compelling enough to have persuaded some skeptics to take a more open-minded position.

In Beyond: On Life After Death, Fred Frohock attempted to weigh the evidence objectively and concluded:

The problem with the materialist explanation that NDEs are a purely neurological reaction to the stress of death is that we would have to stretch the powers of the brain to new and unproven levels of achievement. The weight of the likelihood, of possibilities, seems to be in favor of transcendent experiences, although NDEs could be both transcendent and part of the physical world.

The brain may be the instrument that guides the self into a realm of existence as real and empirical as the dimension we currently occupy. All we have to do is move the perimeters of physical reality out to more comprehensive dimensions. Death is as ordinary as birth, and may be the same kind of portal to another empirical stage of life. Physicists tell us there must be more dimensions to reality to explain the reality we sense and know.

In Dr. Andrew Newberg’s Teaching Co. course The Spiritual Brain, he cites the impact these experiences have on those who go through them: “People come away from a near-death experience with a radically altered set of beliefs about themselves, the meaning of life, relationships—everything. They no longer fear death and are more spiritual and less religious. Many say things like, ‘I don’t think there is a God; I know there is a God.’ One said that the experience was ‘bigger’ than religion, which was not sufficient to help encapsulate the NDE.”