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Modelo Teorico do Atomo: Cientistas contestam o atual modelo, assim como a Matrix/DNA esta sugerindo novo modelo

segunda-feira, fevereiro 19th, 2018

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Desde que nossa investigacao nos levou a refazer o modelo teorica astronomico para inserir nele expresses das propri0edades vitais, comecamos a desconfiar que o nosso ancestral, e ancentral direto do sistema astronomico, ou seja, o sistema atomico, deve tamber conter espressos de propriedades vitais, em doses menores que nos sistemas astronomicos tao menores que nao sao reconhecidas em relacao a sistemas biologicos. Mas um modelo teorica de atomos que nao contenha os elementos e efeitos de principios vitais nao pode estar correto, o que nos induz a buscar uma maneira de refazer este modelo. Chego mesmo a suspeitar que estas estranhezas apresentadas nos experimentos da Mecanica quantica sejam efeitos normais, naturais, da presence de processos vitais os quais jamais foram imaginados pelos fisicos por separarem arbitrariamente o mundo da disciplina da Fisica do mundo da disciplina da Biologia.

O breve texto abaixo que vem reforcar nossa sugestao foi encontrado na secao “show more” do  no YouTube intitulado:

Inductive Reasoning: The Case Against The Nuclear Atom – Dewey B. Larson (1978)

” Learn the difference between theory and evidence.

Since the general structure of modern physical theory is to a large extent based on the theory of the atom, the nuclear atom theory must accept a big share of the responsibility for the unsatisfactory state of physical theory in general. It is also apparent that there are major sectors of the field which an adequate atomic theory should cover that are as yet almost completely untouched. For example, a complete theory of the atom must necessarily explain the physical states of matter, yet after nearly fifty years of the nuclear theory Prof. G. Careri found it necessary to open a recent international conference on liquids with the flat statement, “We are still far from having a ‘theory’ of the liquid state….” [43]

But the real testing ground for atomic theory today is what is popularly known as “elementary particle physics.” “… the future of physics,” says George Gamow, “lies in further studies and understanding of elementary particles.”44 Here is a field in which atomic theory should be directly applicable; here is a rapidly expanding field in which the experimental facts are puzzling and confusing, and the help of an adequate theory is urgently needed; and here is a place where the currently accepted nuclear theory, faced with a major test of its capabilities, falls flat on its face.

The term “elementary particle” is in itself a claim to the possession of some knowledge of the structure of the atom, as it is based on the assumption, an integral part of current theory, that the atom is constructed of “parts” and that these parts cannot be further subdivided; thus they are elementary. If the nuclear atomic theory correctly portrays the structure of the atom, then it should be capable of producing the answers to the questions we find it necessary to ask with respect to the elementary particles. This point is commonly recognized, and “elementary particle physics” is classed as a subdivision of “nuclear science.”

How well, then, has modern atomic theory measured up to this, the most significant task now facing it? Let us ask Gamow, whose statement as to the importance of the task has just been quoted. “… for the last few decades,” Gamow replies, “not a single successful step has been made in obtaining these answers.” [44] This very recent evaluation of the situation was already foreshadowed years ago by keen observers who realized that the discovery of so many new “elementary” particles neither anticipated nor explained by the accepted theories raised grave doubts as to the validity of these theories. “Questions like these,” said James B. Conant, “raise doubts as to whether the conceptual scheme of nuclear physics is a ‘real’ account of the structure of the universe,” [45] and Jones, Rotblat and Whitrow asked the very pertinent question, “… is this multiplicity of particles an expression of our total ignorance of the true nature of the ultimate structure of matter?” [46]

In the light of all of the additional information that has been accumulated since these words were written, there remains little doubt but that this question must be answered in the affirmative, and that present-day atomic theory must be judged wholly inadequate for the tasks that confront it.

43. Careri, G., Nuovo Cimento, Supplement to Vol. IX, 1958, page 8.

44. Gamow, George, Biography of Physics, Harper & Bros., New York, 1961, page 323.

45. Conant, James B., Modern Science and Modern Man, Columbia University Press, New York. 1952, page 46.

46. Jones, Rotblat and Whitrow, op. cit., page 49.

47. Condon, E. U., What is Science?, edited by James R. Newman, Simon and Schuster, New York, 1955, page 104.

 

A Matrix/DNA Theory e’ uma informacao inventiva teorica e nao resultado de informacoes inductivas

segunda-feira, fevereiro 19th, 2018

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baseado no video:

Dewey B. Larson on inductive reasoning – Reciprocal System

A mente humana pode imaginar a realidade correta que existe alem das montanhas que cercam seu ambiente imediato, por pelo menos dois metodos: o inductivo e o inventivo.

Por exemplo, a teoria de Ptolomeu sobre o sistema planetario foi inventiva, enquanto o conhecimento atual pelo qual e’ o Sol que esta no centro do sistema e nao a Terra e’ inductivo.

A teoria inventiva surge quando o homem tenta adivinhar o que existe alem de seus atuais limites visiveis mas faltam-lhe informacoes essenciais, pecas do quadro alem das montanhas que lhe sao desconhecidas. Quando todas as informacoes essenciais sao conhecidas nao ha necessidade e nem se cria teorias, nos podemos desenhar o quadro invisivel e ter certeza que ele vai bater com a realidade. As informacoes essenciais que faltavam aos gregos por exemplo, e’ a de que  terra gira em torno do Sol e a informacao de que existe a forssa da gravidade.

Mas existe uma maneira da teoria inventive bater com a realidade invisivel, e acho que foi que descobri. A seculos um exercito de pesquisadores estao procurando como explicar as origens da vida neste planeta. Os pesquisadores modernos acreditam que conhecem todas as informacoes necessarias, enatao eles nem sequer aceitam a suposicao de que abiogenesis – a qual e’ o quadro final invisivel indicada racionalmente pelas informacoes que possuem – seja apenas uma teoria, e nao a verdade confirmada. Ora, eles conhecem todos os elementos e forssas existentes neste planeta e em outras planetas que nao existe vida, com isso podem confiar no resultado de seus calculos de como era o estado ambiental atmosferico, oceanico, rochoso, nos tempos da origem da vida; eles julgam conhecer todos os ingredients que podiam conter a sopa primitive e julgam conhecer como a quimica funciona nestes elementos. Entao eles acreditam que tem todas as informacoes que funcionam indutivamente na elaboracao do quadro correto para aqueles eventos invisiveis de 3 ou 4 bilhoes de anos atras. Este quadro chama-se abiogenesis. Porem, apos decadas da formulacao da abiogenesis, o exercito de pesquisadores nao conseguiram explicar de forma racional as origens da vida. Isto lanca a suspeita de que abiogenesis nao e’ o quadro final correto. mas se nao for o quadro correto, isto significa que esta faltando informacoes essenciais, seja no estado reduzido do ambiente, seja naquela sopa primitiva.

Entao, quem deixou de continuar com a mesma abordagem na busca de entender as origens da vida, procurou outro tipo de abordagem, um que o levasse ao encontro das informacoes essenciais que estao faltando. E um metodo nessa busca e’ a comparacao anatomica e functional entre o ultimo mais evoluido sistema existente um minute antes da origem da vida e o primeiro ser vivo, o qual e’ outro sistema tambem. Este exercicio de anatomia comparada entre duas coisas tao dispares, tao distantes entre si, sendo uma em escala macro e a outra em escala micro produz duas listas paralelas de fenomenos e eventos naturais: uma com as diferencas, e aoutra com as semelhancas entre os dois sistemas. Mas este exercicio apenas revela informacoes ja conhecidas, como por exemplo, dentre as emelhancas, que ambos os sistemas sao constituidos de atomos, e como cruciais diferencas e’ que um sistema e’ inanimado e o outro animado, etc. para saber isto nao era necessario tanto trabalho de anatomia comparada. Mas toda iniciativa em busca de solucionar um problema sempre resulta em alguma coisa util, e neste caso, foram varias ideias que surgiram as quais nunca se havia pensado antes. Por exemplo, que ambos os sistemas possuem um unico e cerca de seis ou sete partes cada um na sua periferia. Vemos nesta simples e quase aleatoria informacao que de alguma forma a vida reproduziu a nao-vida.

Mas como pode a minuscula, microscopica vida reproduzir algo macrocosmico?! Meses ou anos pensando nestas questoes intrigantes enquanto a gente continua a vida e com isso aprendendo cada dia mais informacoes  sobre o nosso mundo imediato, faz com que as vezes uma nova informacao apreendida, ou entao uma velha informacao `a qual nao se tinha dado o real valor, nos remete diretamente as questoes mais profundas sobre a origem da vida que povoam nossa mente. Uma destas antigas informacoes que de repente lembraram as questoes foi que um corpo humano com volume de 100 quilos, um comprimento de dois metros, e uma idade de 20 anos naturalmente se encolhe nanotecnologicamente ate caber dentro de um invisivel corpo de tao microspico que e’ – o cromossoma. E nesse encolhimento ele leva todas as informacoes essenciais do macro-corpo. Ora, se a Natureza esta mostrando que e’ capaz de fazer isso aqui perante nossos olhos, entao porque ela nao teria sido capaz de encolher um sistema astronomico dentro de um sistema celular? Indutivamente podemos dizer que ela faz isso. E faz isso quando esta aplicando o processo de reproducao de sistemas.

Entao esta velha conhecida informacao revista novamente nos leva correndo de volta `a mesa onde estao os dois desenhos das duas coisas sendo comparadas e `as duas listas de diferencas e semelhancas, e sobre aqueles material nos mantemos debrucados, raciocinando por logo tempo. Uma nova informacao que surgiu agora e’ “reproducao”, a qual muda nossa focalizacao da lista maior de diferencas para a lista menor de semelhancas, procurando nos minimos detalhes mais semelhancas, pois reproducoes projetam semelhancas e nao diferencas.

E focalizado em reproducoes de repente lembramos que nas reproduces biologicas quase sempre o novo sistema traz algum detalhe mais aprimorado, mais complexo que o velho sistema, detalhe ao qual denominamos de evolucao. Se houve reproducao entre um sistema astronomico e a primeiro celula viva, entao o anterior era mais simples, mas isso nao e’ novidade, basta olhar os dois quadros para ver isso imediatamente. Porem, esta nova e simples observacao trouxe mais uma informacao essencial: evolucao. E isto nos obriga novamente a retornar ao exercicio de anatomia comparada, porem, de uma maneira mais complexa do que fizemos na primeiro vez. Se antes analizamos dois sistemas desenhados estaticamente sobre a mesa, totalmente separados entre si, agora vamos ter que refazer o exercicio fazendo a comparacao porem botando entre os dois desenhos uma seta com a palavra “evolucao”, e tudo aquilo que ela representa atraves dos seus efeitos sobre os sistemas.

Finalmente, apos varias outras novidades e abordagens que se somaram nos anos gastos nestes exercicios que nao vamos mencionar aqui, elaboramos um desenho do que teria sido o elo evolucionario entre os dois sistemas comparados. Este desenho poderia ser visto como uma nova informacao essencial, porem, inventiva, teorica. mesmo que ela seja deduzida de outras informacoes reais conhecidas, ela nao pode ser tratada como real, e sim, apenas teorica.

Mas qual sua utilidade? Qual foi, por exemplo, a utilidade da informacao teorica contida na teoria da luz, do encurvamento do espaco/tempo de Eisntein? Acho que a utilidade deveras importante foi que apenas esta informacao teroica pode motivar cientistas a observarem o comportamento da luz das estrelas num dia de eclipse, para averiguar se a teoria estava certa ou errada. A utilidade foi que aquela informacao inventada, teorica, nos levou a um grande avanco cientifico e tecnologico.

A utilidade da informacao inventiva teorica contida no desenho do elo perdido entre o mundo antes da vida e o mundo apos a vida ja se revela numa pequena dose quando ela nos motivou a retornar a busca das origens da vida por uma diferente abordagem daquela que todos estao aplicando. Pois ela insinuava um tipo de informacao teorica que deveria ser uma informacao real que estaria existindo naquela sopa primitive, e com esta informacao se explicaria completamente como a vida surgiu, qual sua causa, de onde veio e como veio.

Entao pode ser um caso de sorte ou azar quando alguem precisa urgentemente saber o que existe invisivel alem das montanhas e poe a mente a busca-lo. Sorte ou azar porque vai depender de um equilibrio e exatidao de raciocinio sobre as informacoes corretas existentes, mais os niveis de essencialidade destas informacoes. Pois pode ocorrer que uma informacao existente seja determinante, dominante em relacao as outras e se nao vemos isso, nosso quadro final sera errado. Einstein teve sorte ao conectar as informacoes existentes nos seus niveis corretos de essencialidade. Ja muitos outros fizeram grandes teorias do quase-tudo sob uma perspective nunca pensada por outros humanos, mas estas teorias continuam em busca de mais evidencias e comprovacoes quase esquecidas ou totalmente ignoradas inclusive nos meios intelectuais, e esta demora na sua consagracao nao se sabe ainda se ‘e devido estarem erradas ou porque estao muito acima da quantidade de informacoes reais conhecidas. Como e’ o caso da Matrix/DNA Theory: ela continua sendo uma pesquisa teorica e nao uma realidade comprovada nem descomprovada.

As teorias inventivas na Fisica, como a do sistema geocentrico de Ptolomeu sao feitas com o proposito de validar a matematica existente. de fato ela se baseou e em nada contradisse a matematica existente. Hoje prodemos aprender que apesar de uma teoria se encaixar com a matematica existente, ela pode gerar conceitos e interpretacoes equivocadas do mundo real. En tao fica mais um aviso e uma contastacao de como alguem pode ter azar em sua teoria.

 

 

The Reciprocal System of Physical Theory

segunda-feira, fevereiro 19th, 2018

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reciprocalsystem.org/

Dewey B. Larson

The Reciprocal System of physical theory (“RS” theory) was created by chemical engineer Dewey B. Larson during the 1940s to 1950s, after noticing that properties of the elements in the Periodic Table could be easily determined if one were to assume that time had three dimensions, instead of one. Larson realized that these three, temporal dimensions had the same properties as our three, conventional spatial dimensions, which led him to the conclusion that there were actually three dimensions of space/time, each dimension of space pairing up with a dimension of time as a ratio. The inverse relation of space to time is what is commonly called speed (miles per hour, meters per second, etc), or in a more general sense, motion. By assuming that motion rather than matter was the actual building block of Nature, he was able to deduce the structure of our physical universe through natural consequences, from the smallest particle to the largest galaxy.

(continua)

A Matrix/DNA e’ uma pesquisa teorica em desenvolvimento, uma nova maneira de ver as velhas ideias

segunda-feira, fevereiro 19th, 2018

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We do not expect it to ever be accepted as a mainstream “theory of everything” and do not even promote it as anything but theoretical research, which is exactly what it is: a new way of looking at old ideas—something we need a lot more of in this world, but is now rarely attempted due to “peer pressure” to conform to existing scientific dogma.