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Formação da Casta Dominante de Angola: Estudo dos Instintos e Sistemas Sociais

domingo, maio 6th, 2018

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Isabel dos Santos: Segredos do Poder e do Dinheiro

http://multimedia.fnac.pt/multimedia/PT/pdf/9789897412257.pdf

Angola e Formacao da Classe Dominante

Angola apresenta um paradoxo terrível e chocante: uma das maiores concentrações de recursos em África tem sido associada, não ao desenvolvimento e a alguma prosperidade, mas a anos de conflito, declínio económico e miséria humana. Poucos países apresentam um contraste tão acentuado entre o potencial económico e a situação do seu povo. É notável o conjunto de recursos de Angola: petróleo, diamantes, muitos outros minerais, terra em abundância e um clima geralmente favorável, além de enormes recursos hidroelétricos . Angola e o seu sistema político, por mais calamitoso que seja, é um problema dos angolanos, faz parte do drama do seu povo e só a ele diz respeito, ninguém tem o direito de interferir

Matrix/DNA: A chave desta misera condicao esta numa frase do PDF:

” Todos em Angola sabem que os irmãos se desprezam uns aos outros.»16

Esta frase se refere ao que acontece entre os filhos do presidente, mas ela revela o que acontece a nivel do pais, entre todos os irmaos de todas as familias. E’ um assunto deveras importante a ser detalhadamente estudado este elo tao forte entre a psique humana no estado de tribos primitivas ou de classes pobres nos paises modernos, e os instintos herdados do animal. pelo que observo, animais nao tem nocao de irmandade e ate mesmo se competem violentamente, talvez devido ao fato de que nao sabem do elo genetico entre eles e nao existe educacao familiar. pelas informacoes que tenho, os africanos raptavam e vendiam os proprios irmaos aos marinheiros europeus com seus barcos ancorados nas praias africanas oferecendo quinquilharias para trocas. Mantidos ate’ hoje no mesmo habitat dos ancestrais animais, e sabendo-se que a Africa foi o berco da humanidade, parece que nao existe algum mecanismo que os possa levar a dar o salto evolutivo para acessibilidade e exercicio da consciencia. O mecanismo que operou no cerebro humano de outros povos – europeus, asiaticos – e os conduziu a alguma consciente nocao de irmandade foi sua saida daquele habitat em grupos de cacadores, sem possibilidade de retorno, enfrentando novos desafios regionais para sobrevivencia, como o frio, predadores, etc. Assim chegamos a preocupante conclusao de que para o estimulo evolutivo e desenvolvimento da consciencia no povo africano seria necessario retira-los do seu ambiente para uma experienia de vida em outras regioes. Ainda assim continua a incognita do porque a consciencia de irmandade ainda e’ tao fraca entre os pobres nos paises modernos e tao diferente ou menor do que e’ dentre as classes dominantes. Apenas a diferenca entre os instintos para predadores e para presas pode lancar alguma luz nessa questao, levando-nos a concluir que seu instinto para presa deve ser combatido. Por desconfortavel que seja saber da existencia dessa miseria ao lado do desperdicio da riqueza, nao seria com a interferencia de exercitos armados ou dinheiro que resolveria o problema ( como alias provou o fracasso dos exercitos de esquerda ou de direita estrangeiros), pois nao existe mecanismo capaz de exorcizar de uma populacao, pela forssa, estes instintos animalescos. Apenas a suave mensagem oral pode ao longo de muito tempo influenciar contra essa resistencia, como tem provado a lenta e quase inoperante mensagem de Jesus Cristo.

Assim como nem Jesus Cristo deveria ter interferido mais do que apenas trazer uma mensagem fraca e humilde e espalha-la ao vento como uma semente para ver se brota e floresce, assim deve entender todo intelectual idealista a respeito dos povos pobres e de suas castas dominantes, ao menos aqueles que continuam  a habitarem solos ricos em recursos naturaisSeres humanos sao corpos animais selvagens, irracionais, com um cerebro-computacional que tem timido acesso `a network universal do software da auto-consciencia extra-universal. Dotado de livre-arbitrio no nivel ordeiro do software abstrato, porem fixo e predeterminado no nivel de hardware biologico e caotico animal, depende da resistencia desse hardware, o grau do dominio do hardare sobre o software, e sua disposicao `a acessibilidade do software, a sua conquista da forma transcendental onde software domina e se liberta do hardware. O software consciencioso nao tem como impor-se numa maquina rudimentar, a nao ser que ele se veja inserido de alguma maneira nos corpos de alguns individuos que se predisporam a essa acessibilidade, e use a energia destes corpos para tentar amolecer a resistencia animal nos outros corpos. Mesmo assim, sua atividade sera resumida apenas a amolecer a resistencia, pois como seria um erro improdutivo dar um diploma a quem nao frequentou sequer a escola, e seria motivo de pertubacao e desordem na dimensao em que seria admitido para exercer seu profissionalismo, assim nao se pode exorcizar `a forssa o corpo animal dos seus instintos animalescos. A demolicao da resistencia levaria ao desejo intimo de se auto-exorcizar, o unico caminho possivel `a transcendencia.

O foco na adolescência, fundamental para erradicação da miséria e evolução de um povo

No discurso e crenças dos predadores existem enormes distorções intencionais da realidade, assim existe no discurso e crença de Isabel dos Santos. Ela se acha justificada moralmente em se ter tornado proprietaria individual dos bens da coletividade angolana, ao mesmo tempo que acredita estar realizando uma funcao benefica ao povo ao “abrir novas oportunidades de empregos para o povo”, ainda crendo que ” em Angola quem hoje estiver disposto a trabalhar duro tera sucesso financeiro”. Sao tres mentiras, falseadoras da realidade, inventadas na psique do predador para auto-justificar-se em consciencia a sua existencia como tal. Mas justo as tres realidades que se opoem a estas teres mentiras lanca luz sobre a continuidade da pobreza dos pobres e como esse ciclo da miseria teria e pode ser cortado quando os adolescentes atingem os 14 anos, ou antes disso. Depois nao tem mais jeito, salvo raras excessoes. vejamos isso mais detalhadamente:

Como Isabel dos Santos disse ao Financial Times, «há muitas pessoas com ligações familiares, mas que hoje não são ninguém. Quem for trabalhador e determinado vai ter sucesso, e isso é o principal. Não acredito em caminhos fáceis»10.

Ela deve estar se referindo ao que assisti no Brasil. Numa cidade pequena do interior surgiu algumas centenas de grandes proprietários de fazendas, e 40 anos depois, a maioria de seus filhos estavam na pobreza, e o pior, viciados em drogas, muitos sendo pivots de acidentes no transito que perderam a vida cedo ou ficaram paralíticos. Ora, varias foram as causas principais: 1) a existencia de enorme contingente de deserdados das terras vendendo seu trabalho como mão de obra barata semi-escravos. Assim os pais não precisaram por e ensinar os filhos a trabalharem; 2) os pais ocupados em exercer e desfrutar de sua riqueza inesperada não tinham tempo para educar os filhos nem se informarem do que faziam seus filhos na rua; 3) Os inesperados movimentos da Natureza criando intempéries ou tempestades que arruinaram as plantações: 4) A aparição dessa riqueza aos olhos dos abutres capitalistas nacionais e internacionais com suas técnicas sofisticadas de extorsão desconhecidas pelos ruralistas e seus filhos desinformados na administração de seu capital, das tendências científicas e tecnológicas a curto prazo; 5) A crenca ruralista de que o envio dos filhos a universidades para serem doutores será apenas questão de seu dinheiro e de certeza em que outros humanos irao criar empregos ou situações favoráveis de mercado para seus doutores. 6) A crenca dos filhos de que nasceram e existem privilegiados apenas para gozarem os privilégios da vida.

Entao a afirmacao de que ” se quiserem trabalhar arduamente terao sucesso” e’ muito discutivel. Primeiro que existe um tipo de experiencia de vida desde o berco que jamais vai desenvolver capacidade fisica e estimulo mental que deflagre o “desejo de trabalhar arduamente”. Vejo estes “filhos”, a quem Isabel se refere como ” com facilidades familiares que se tornaram nunguem porque nao quiseram trabalhar”, mais como vitimas, traidos pelo sistema familiar e social onde nasceram, do que culpados a serem punidos. Ao inves de impor um sistema social como ela esta impondo pelo seu poder politico e financeiro, mantendo estes “ze’ ninguem” em situacao de miseria ate sua morte, ela deveria buscar e apoiar um sistema que tentasse reeducar estas pessoas. Claro, ela teve sucesso unicamente devido a suas ligacoes familiares, porem teve educacao de uma mae russa com outra visao de mundo e de um pai com a genetica portuguesa predatoria de aventuras no ataque para expoliar terras e recursos dos mais fracos nativos, cujos valores recebidos desde a genetica e o berco dirigiram seu comportamento por toda a vida. Entao sua primeira declaracao ‘e mentirosa.

( a continuar daqui)            

Por estratégia pessoal ou porque acredita mesmo no que diz, Isabel dos Santos invoca, como exemplo inspirador, a avó, Jacinta José Paulino: «O 14 FILIPE S. FERNANDES meu referencial seria alguém como a minha avó, uma mulher africana que vendia no mercado. Ela acordava extremamente cedo de manhã, garantia que os seus filhos estavam alimentados e que iam para a escola e só depois ia para o mercado vender fruta e vegetais para garantir que havia dinheiro para pagar os custos da sua casa. Como ela temos milhares, milhões delas em todo o continente. São uma força fantástica. São elas que realmente intervêm na nossa economia.»

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«Isabel dos Santos é a mulher de negócios com mais sucesso em Angola (devido em larga medida ao apoio do pai)», reza um telegrama da embaixada dos Estados Unidos em 2009. Para Rafael Marques, «os grandes negócios de Isabel dos Santos são forjados de duas formas: participando de uma empresa estrangeira que precisa de licenças para abrir caminho em Angola ou por meio de uma concessionária, criada pelo decreto real de seu pai»12. Este jornalista e ativista dos direitos humanos em Angola diz ainda que «foram vários os decretos presidenciais que permitiram o enriquecimento ilícito de Isabel dos Santos» e «em Angola sabemos que Isabel dos Santos é uma testa de ferro do seu pai, José Eduardo dos Santos»

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Por outro lado, numa «economia rendeira» como a angolana não é fácil a «transformação da mentalidade de renda numa cultura de lucro, de salário (como contrapartida de trabalho produtivo e útil) e de produtividade». Além disso, «a repartição política da renda petrolífera é que determina a participação dos agentes no processo produtivo e não os valores de trabalho, de empreendedorismo e de inovação. O acesso a essa renda não é democrático e os critérios são essencialmente políticos»

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de um capitalismo de compadrio (crony capitalism), como

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justa) do rendimento nacional? A resposta era pessimista: «Certamente desfavoráveis em termos presentes: pobreza e fome, democracia limitada (apesar das liberdades garantidas pela Constituição da República), elevado desemprego (na vizinhança de 25% a respetiva taxa), regime internacionalmente considerado autoritário, elevados níveis de corrupção e de falta de transparência, do que resultam diferenças significativas no acesso às oportunidades (de estudar, de direito à habitação condigna, de criar riqueza, de inovar, de empreender) e na escala social entre quem tudo tem (várias vivendas e apartamentos, várias viaturas, várias contas bancárias) e que

ificativas no acesso às oportunidades (de estudar, de direito à habitação condigna, de criar riqueza, de inovar, de empre

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