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Incidência de aberrações nos comportamentos humanos: uma sugestão baseada na formula da Matrix/DNA

sexta-feira, julho 13th, 2018

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Artigo decorrente da noticia no New York Post, no link:

https://nypost.com/2018/07/13/woman-gets-40-years-in-prison-for-trying-to-sell-2-year-old-daughter-for-sex/

Parecer da Matrix/DNA

Uma mulher de 25 anos num pais de primeiro mundo, branca de olhos verdes, oferece a filha de 2 anos de idade na Internet para sexo por 1.200,00 dólares!
Inúmeras aberrações humanas desse tipo ( como o casal no Brasil mantendo duas crianças numa jaula), em pleno seculo XXI, indicam que algo esta acontecendo de errado no cérebro humano. Os sintomas são a total falta de sensibilidade com outros humanos, mesmo sendo parentes próximos. Seria porque depois de três gerações das escolas estarem ensinando que humanos vieram dos macacos e portanto nada mais são que macacos finalmente a teoria se materializa no circuito cerebral formador da psique? Provavelmente esta não é a causa, mas existe uma causa, qual é ela então? Algum tipo de vírus, ou uma mutação genética desastrosa pipocando aqui e acola’? Seria alguma especie alienígena como os reptilianos que teria telefonado para o pacato motorista da Uber pegar uma arma e sair atirando nas pessoas? Seja o que for, a causa existe, um inimigo terrorista da humanidade esta atuando, e porque não vejo ninguém, nenhum governo, formando uma equipe para investigação cientifica destes cérebros? Pois existe possibilidade de da humanidade ativar seu sistema de defesa imunológico contra a causa, seja qual for. Mas não percebem essa possibilidade porque as áreas cientificas, incluindo a neurologia, estão interpretando a natureza, e por consequência os cérebros naturais, de maneira errada. A Ciência não pode ser também mistica crendo que existam demônios sobrenaturais atuando ou que acasos genéticos produzem tais eventos, pois o que se repete não é acaso. Existe algum elemento real, natural, no meio ambiente, atuando ou na formação dos cérebros ou nos cérebros já formados. Mas a academia cientifica aponta erradas convicções sobre algo que a neurologia ainda desconhece ( como se relaciona o cérebro com os pensamentos, a mente?), e mais estatísticas e cálculos da probabilidade, como se isso fosse um fenômeno matemático e não biológico, e com isso engole, sem perceber, a conclusão de que acasos mágicos, sobrenaturais, existam.
Esta insensibilidade com elementos de mesma especie dentro de um sistema como o humano social tem um nome mais esclarecedor: ausência de “empatia”. As origens do que nos humanos e em sua psique se tornou em empatia remonta aos sistemas naturais ancestrais e hoje compondo cérebros ou rodeando-os por todos os lados, antes mesmo das origens da vida. Não é o caso de apontar a força de atracão eletromagnética onde contrários se atraem e iguais se repelem, como o positivo e o negativo. E’ o caso de falha na força onde semelhantes atraem semelhantes, como átomos de carbono atraem outros átomos como nitrogênio, hidrogênio para formarem aminoacidos.
Mas esta segunda força só é detectada quando vemos a matéria formando sistemas, e como sempre, pelo processo do ciclo vital. Um sistema natural apenas repele e se torna insensível a outros sistemas, inclusive aos semelhantes, quando se torna fechado em si mesmo. Nestes, as partes se alinham num circuito que une suas duas pontas e faz a energia com seu fluxo de informações rodopiar sobre si mesma perpetuamente, ate que a entropia o ataque. As partes se conectam numa rede forte e coesa e cedem sua identidade para um emergente controle geral do sistema. Vemos então que existe altruísmo de cada parte para com todas as outras, onde uma procura ceder algo que melhore as próximas, e aqui o fenômeno meramente físico, bruto, começa a adquirir ares de uma propriedade mais evoluída, que e’ a empatia pelo semelhante. Não importa que este altruísmo só exista em relacao aos componentes do mesmo corpo sistêmico e adverso a tudo o mais que exista, o que denota um altruísmo falso que e’ extremamente egoísta porque presta culto a uma entidade de um sistema extremamente egoísta. E’ como cada gangster da mafia ser fiel aos outros gangsteres e ao chefe do grupo, onde ele é altruísta a uma minoria mas egoísta e prejudicial em relacao ao conjunto da humanidade.
O cérebro humano foi montado pela mesma formula que montou estes sistemas nos níveis atômicos e astronômicos. Então o cérebro, a nível de glândulas, apresenta sete glândulas cada qual executando uma função sistêmica, como na formula. Em outra camada, o cérebro é dividido em sete regiões, cada qual com a mesma função. Se hoje temos um aparato tecnológico a ser usado pela Ciência, como o MRI, os eletroencefalogramas, inclusive os registros e atividades das sinapses, aconselha o bom senso que procuremos comparar os dados obtidos com estes instrumentos com a formula template natural para identificar quem é quem no contexto de sistema cerebral. Mas ninguém esta fazendo isto.
A empatia deve ser um produto relacionado ao ciclo vital. Um humano na forma adulta e’ conectado psiquicamente `a ele mesmo quando estava na forma anterior, da adolescência, e tem previsões a ele mesmo na forma futura de idoso. Esta força que modifica as formas de um corpo ao longo de sua existência e chamada de ciclo vital é quem produz as vaias formas das varias partes que vão formar sistemas naturais. Seria logico esperar que um humano se lembre de suas formas infantis anteriores com carinho, empatia, e que deseje o melhor para suas formas futuras, onde novamente aparece sutilmente a empatia ligando formas humanas. Este instinto inconsciente pessoal deve se extrapolar para outros humanos quando criam os sistemas sociais. Mas estas aberrações indicando esta falta de empatia, uma quebra de conexões, parecem nos levar a concluir que tais humanos odeiam suas formas anteriores e negligenciam ou são suicidas em relacao a suas formas futuras. E isto também se reflete, extrapola, para o social.
Isto só deve acontecer em sistemas abertos, como o são todos os sistemas biológicos, como o cérebro. Estou investigando o caso pelo método da anatomia comparada entre a anatomia cerebral e a formula natural para sistemas abertos, mas não vou a lugar nenhum porque não é suficiente ter o mapa geral do cérebro comum, e’ preciso ter os mapas dos cérebros defeituosos. Superpondo estes mapas sobre o mapa da formula, pode se detectar ou os desvios nas conexões ou os pontos de entradas de elementos externos perturbando o normal curso do sistema. Em outras palavras, a Justiça deveria imediatamente autorizar a Ciência a submeter os cérebros defeituosos a mapeamento instrumental. E liberar o nosso acesso a estes mapas, pois somos os únicos a trabalhar com o método da formula natural. E’ uma questão de vontade politica e força de representatividade de um grupo numeroso, o que não esta acontecendo porque o principal grupo que deveria estar interessado -a academia cientifica dominada por uma visão mistica crente em acasos mágicos – não tem a capacidade de descobrir e entender a formula natural dos sistemas, quase nada entende de sistemas naturais e portanto deste sistema que é o cérebro. E por isso a humanidade continuara sendo aterrorizada e obrigada a assistir diuturnamente estas aberrações produzidas em seu próprio meio.