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Capitulo no Wattpad: O primeiro orgasmo no Universo, e o primeiro baby

terça-feira, março 5th, 2019

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https://www.wattpad.com/myworks/180367575-a-origem-e-evolu%C3%A7%C3%A3o-do-sexo-do-big-bang-aos

O primeiro orgasmo no Universo, e o primeiro baby

Essa matéria do qual somos formados, ficou muito tempo tentando se manifestar e existir, pipocando na forma de partículas fantasmagóricas e divididas em dois grupos opostos entre entre si. Pareciam bolas ou balões de energia, mas assim que pipocavam do lado de cá do Universo, imediatamente perdiam energia e em 17 bilionésimos de segundo, desapareciam. Outras vezes desapareciam porque surgiam em alta velocidade e quando trombavam contra suas contrarias, e ambas cambaleantes, definhavam, a 13,8 bilhões de anos atras. Até que diminuíram seus entrechoques, conflitos, desfazendo a situação do “caos no principio”, que elas próprias criaram, permitindo o esfriamento do Universo, e num dado momento, duas contrarias se aproximaram cheias de amores uma pela outra, se fundiram e assim tornaram-se um só corpo, uma terceira partícula, transcendendo-se, agora densamente materializada. Como recompensa, e para comemorar, tiveram as energias negativas que as conduziam a seus conflitos, completamente descarregadas. Este momento, esta sensação de descarrego, foi a primeira manifestação de um orgasmo no Universo!

Mas suspeito que isto foi comemorado também alem do Universo, pois alguém lá percebeu que numa de suas tentativas, houve sucesso, ocorrendo uma fecundação, pois sentiram uma especie de Big Bang no infinito . Os criadores do Universo iriam se reproduzirem aqui dentro! Porem, historias do alem do Universo não é o objetivo neste texto, vamos voltar ‘au nossa matéria. Houve então a comemoração da confirmação e conquista da existência pela matéria, ou seu outro nome, Natureza Universal! E aquele primeiro corpo fixado, fundido, fruto do acasalamento, primeiro ser realmente material, foi o primeiro baby do Universo. Mas vamos ver essa historia em mais detalhes, inclusive técnicos, científicos.

Nós conhecemos o sexo biológico, e ignoramos até ontem que ele vem de uma longa história de evolução, na qual o fenômeno da reprodução sexual existia numa forma mecânica como é a forma de interação entre astros na galaxia, descrita pela mecânica newtoniana.  Mas antes existia numa forma ainda mais simples, eletromagnética, como é a interação entre átomos, quando o Universo se resumia a nebulosas de átomos.  Mas antes ainda o processo sexual  surgia numa especie de forma quântica. Na verdade fomos descobrir que o primeiro DNA, ou primeiro genoma neste Universo estava encriptado na onda de luz original que “explodiu” emitida ao longo do espaço sideral com o Big Bang e isto ficara claro quando lhes mostrar-mos a nossa versão do espectro eletromagnético produzindo ondas de luz. Em outro capitulo podemos mostrar aqui como é uma onda de luz tendo em si registradas as informações de um genoma, mas quando mostrar-mos aqui a foto da copula, da gestação e do aborto entre os astros celestes, no minimo você vai sentir como um sopro de luz, e nunca mais será o mesmo(a).

Vamos começar pelo começo. A paisagem deste Universo no momento do Big Bang é tão diferente de tudo que vimos, que para falar dela, temos que recorrer a analogias com o que você pode ver aqui e agora. Assim como seria muito mais fácil explicar a um extraterrestre feito de ferro e plastico como é um corpo humano, usando como analogia uma bactéria ao invés de uma pedra, será mais fácil você entender as criaturas e ocorrências nas origens do Universo recorrendo a analogias com o que existe aqui e agora, pois o que existe aqui e agora são meros produtos evoluídos do que existia nas origens. Então vamos ver como aconteceu a primeira copula no Universo.

Mas antes preciso dar um aviso. Neste momento um leitor racional estará se perguntando quem é esse escritor tão prepotente que acredita saber isso?! Nenhum humano poderia saber sobre o que não viu. Acontece que a primeira copula no Universo foi descoberta e maravilhosamente descrita por um cientista, físico, que ganhou o Premio Nobel, Hideki Yukawa. Ele descobriu como funciona a “cola nuclear” que mantem fundidos como num só corpo, em pares, os prótons e nêutrons. Mas os físicos pararam ai, eles não são biólogos e não são filósofos naturalistas. Por não o serem, chegam a um momento nas suas pesquisas em que se desviam da realidade natural, e se conduzem através da mistica, exagerando numa especie de masturbação matemática, criando o tal “materialismo cientifico” e com estas crenças, se perdem ate chegarem na conclusão de que “Tudo veio do Nada”! Pois é…  Um filosofo naturalista atua diferente. Ele tem uma psique modelada por uma mutação genética ( ou mais exatamente, uma des-mutação) que bloqueia a sua imaginação e o impede de sair da esfera em que ele próprio é a Natureza, em sua totalidade, aqui e agora. Isto me levou, ainda jovem, a ir solitariamente tomar  um banho de Natureza pura e virgem na selva amazônica, por sete anos, porque não suportava mais acompanhar religiões e ciências que sempre recorriam ‘as misticas desnaturalizantes nas conclusões de suas descobertas e seus textos.

A principio a selva tenta te expulsar como sendo um invasor indesejado. Você nota isso porque um exercito de predadores e venenos e espinhos e intempéries climáticas são lançados contra ti, tentando te  afugentar ou até te destruir. Mas com essa tortura a selva me deu uma lavagem cerebral de tudo que aprendi dessa cultura humana de 15 ou 20 mil anos, até limpar meu cérebro de todos as lembranças da mistica imaginaria que me impuseram desde a escola primaria. E neste cérebro vazio, em branco, a Natureza o preencheu com suas características, suas logicas, suas razoes, resultando num cérebro com uma pura e simples razão natural. Na minha conclusão do que ocorreu, fui reduzido a um estado de semi-símio, com seus diferentes níveis evolutivos de sensores e networks neuroniais, captando e percebendo detalhes naturais advindos inclusive de campos magnéticos terrestres  e daquelas  interações captadas pelos radares dos morcegos. Apenas esta hipótese explica o que aconteceu depois. Quando retornei ‘a civilização e re-memorizei toda a cultura humana, eu tinha os conhecimentos para re-interpretar todos os fenômenos naturais e obter conclusões das descobertas e os textos religiosos e científicos `au minha nova maneira.

Eu sei que a Natureza joga dados e troça de suas criaturas num ambiente onde reina Sua face no estado de caos, como é caótica a biosfera amazônica, porque foi erigida pelo caos decorrente da degeneração gradual dos astros que nos criaram, como o Sol, e de cuja selva vem as origens do corpo humano ( e não da consciência no humano). Somos todos filhos do caos. Mas também sabemos que de todo caos se levanta o fluxo da ordem, que é a outra metade da Natureza, a qual você intui quando levanta os olhos e observa a calma e harmonias celestes, mas desta meia-face quase nada sabemos ainda. Quando você conhece inteiramente estas duas meias-faces da Natureza, você se torna a Natureza porem como se ela de repente transcendesse em forma, adquirindo Sua consciência de Sua própria existência. Assim você se torna um corpo natural dotado da terceira forma transcendente, a qual denomino de “sabedoria”. Sabedoria: a filha do acasalamento entre o bem e o mal, da ordem e o caos, a que resta apos esta fusão extinguir o atrapalhado e conflitante casal genitor.

Então… se no meio do estado caótico, na selva, a Natureza sente uma força que chega humildemente se ajoelhando, e de joelhos beija seu solo, fazendo juras de amor, uma força que balança o forte caráter do estado de caos pela sua novidade e estranheza, uma força que  a todas agressões dos elementos da selva responde com carinhos, então a Natureza não impede que a conjuntura e as forças do seu estado de ordem envolva a criatura estranha – de aparência débil mas querendo ser forte e oferecendo-se apenas para ajudar – e Ela deixa de jogar dados com essa criatura, como se nela tivesse despertado o amor maternal.

O fenômeno do amor maternal também não foi criado pela matéria burra da Terra inicial, pois o vemos existindo a bilhões de anos antes, como parte intrínseca da Natureza Universal. Ao invés das horríveis fornalhas nucleares tal como pintadas pelos físicos e ensinadas nos currículos escolares, as estrelas são, no céu, como mães preocupadas e atarefadas em manter seus rebentos planetas alimentando-os com seu néctar energético, e mantendo-os protegidos e aquecidos debaixo do manto formado por suas longas asas gravitacionais. Quando na selva ‘a noite olhava aquele céu estrelado límpido e lindo sem igual, me concentrava nas estrelas e via essa cena, e me lembrava da civilização lá fora, quando tinha me enternecido ao ver uma galinha chocando os pintinhos. A nossa estrela caminha na galaxia, mas onde ela vai, os pintinhos planetinhas correm atras. Pois até as netas das estrelas, as Luas, correm junto!

Mas assim vamos reinterpretando tudo e fui descobrindo que a verdadeira Natureza é muito diferente daquilo que me ensinaram nas escolas dos humanos.

Que o estado de ordem baixou sobre mim na selva posso provar com um detalhe: eu era um humano normal e como tal sujeito a doenças, na juventude tive varias, fui submetido a cirurgias, e quando entrei na selva peguei duas malarias, a mais leve, Vivax, e a mortal Falciparum. Mas desde que comecei a captar mecanismos e processos naturais  até então desconhecidos na civilização, mecanismos que vem com o estado de ordem, elaborei certas praticas de conduções energéticas internas pela psique, onde as forças da ordem impõem as formulas para sistemas funcionais perfeitos desde a órgãos, células e até átomos. E assim estas forças tem vencido, pois 40 anos depois observo que nunca mais precisei tomar um comprimido sequer, apesar de levar uma vida totalmente indisciplinada e acidentes que já teriam matado outro corpo sem a prevalência destas forças. O que quero transmitir com este aviso é  que existe sim, humanos que foram onde você nunca foi, e lá podem terem visto coisas cujos relatos podem ajudar na sua evolução, desde que não acredite nem desacredite nos relatos, mas mantenha-os suspensos na memoria procurando mais dados, mais informações, mais evidencias, como eu próprio estou fazendo até o fim da minha vida, investigando se o que  penso ter aprendido é verdade ou não. Sabedoria, para se manifestar, depende crucialmente de nunca afirmares uma crença, uma ideologia, e sim manter sua mente aberta para aprenderes a sentir os sinais do mundo que te levam ‘a ampliação dos seus horizontes, tanto no tempo como no espaço, e quicá, a outras dimensões que ainda não captamos.

Retornemos a nossa Historia Natural da origem e evolução do fenômeno sexual. Mas para isso é preciso que faças agora um exercício com suas mãos. Você vai aprender um simples mas dos mais importantes princípios deste Universo, a partir do qual você vai compreender muita coisa ocorrendo agora.

Por favor, ponha suas duas mãos na frente de seus olhos, abertas, com as palmas de frente uma com a outra. Agora, por favor, enquanto manténs a mão esquerda na mesma posição, feche a mão direita, de maneira que ela se parece uma “bola”. Em seguida, enquanto lentamente você vai abrindo a mão direita, vá também fechando a mão esquerda. Assim agora você tem a cena contraria, a esquerda como uma “bola”, enquanto a direita como uma linha reta. Por favor, volte a repetir estes movimentos. Estás imaginariamente observando as origens da matéria no Universo. A mão fechada, representa quando partículas como pontos de luz fantasmagóricos surgiam na forma de pequeninos pontos e começavam a se desfiarem como um novelo, porem onde a linha se conformava como espirais, rodamoinhos girantes sobre si mesmos.  E a mão aberta representa quando estas bolhas espiraladas começavam a colapsarem sobre si mesmas, diminuindo até desaparecerem como um ponto. Assim nenhum dos dois grupos opostos em tudo entre si conseguia se firmar como existentes.

Essa propriedade de dois grupos opostos entre si foi o principio que gerou toda esta dualidade, esta dicotomia universal. Não sabemos porque, mas as partículas iniciais trouxeram do outro lado do mundo esta dualidade, esta dualidade que está presente em tudo hoje em dia. Se existe o extremo frio tem que existir o extremo quente; se existe o curto, tem que existir o grosso; se existe o masculino, tem que existir o feminino. Trata-se de dois indivíduos de mesma espécie sempre. Por exemplo, tento o frio como o quente são da especie “temperatura”, assim como o homem e a mulher são da especie humana. O grande segredo do Universo é que em todas as origens de todas a s novas formas de sistemas naturais estas duas oposições vem com muita força. Ambas as partes são carateres fortes, intransigíveis, e não abrem. Se nos clubes de luxo as pessoas vem com mãos abertas para aperta-las, nas favelas vem com o punho cerrado para dares um leve toque também com o punho cerrado. Uma mão aberta, a outra fechada, é sempre assim em todo inicio. Isto calou profundamente no nosso ser na nossa genética: a forma, a aparência externa igual de especie igual da especie, se torna, no DNA, o fenótipo, nas duas hastes iguais, e a tendencia oposta, nos mesmos indivíduos, se tornou o genótipo, dentre as bases. Mas existe ai um grande segredo, uma excepcional lição moral. Quando no inicio possuem caracteres intransigentes, se conflitam entre si, aquecem o meio-ambiente, o caos se estabelece. Não tem acordos, apenas guerras. Mas o caos é ruim para os dois, acabam derrubando-os um ao lado do outro, e apenas quando caídos, sem forças para lutarem mais, é que um presta atenção no outro, e começa a empatia, ou seja, cada qual começa a se perguntar porque o outro age assim, quais suas necessidades, etc. Isto começa a levar a uma compreensão, e até a uma atracão, uma vontade de colaborar, de cooperar ao invés de competir. A seguir é como se de um dialogo se apertassem as mãos e decidissem que de agora para frente cada um vai ceder em 50% de suas reivindicações e aceitar 50% das reivindicações do outro. Neste momento o Universo celebra estabelecendo mais uma Lei Natural, a qual denomino de “O principio da Solidariedade”. Pelo qual uma especie transcende sua forma mantendo-se no tronco da arvore da evolução; sem chegar a ele, a especie se torna um galho da arvore, um beco sem saída, e tem como único destino, a sua extinção. E viva esta vida tao cheia de tantas lições maravilhosas.

Mas pare exatamente no momento que você vê suas duas mãos exatamente iguais, ambas meio-abertas e meio-fechadas. Agora aproxime uma mão da outra, encaixe os dedos de maneira que as palmas se toquem e as duas mãos fiquem fortemente unidas como um corpo só. Pois bem, você está vendo duas partículas fantasmagóricas elementares fugazes nas origens do Universo fazendo o primeiro sexo neste mundo. Similar seria outra cena, a do “macho” próton atado a uma fêmea “nêutron”pela força de uma partícula “píon” que se torna a cola nuclear do grande e genial físico, Hideki Yukawa. Ele percebeu que se num momento a partícula próton emite de si um píon, imediatamente se transforma num nêutron, e quando o nêutron recebe o píon, imediatamente se torna num próton. Em seguida o próton de agora que era um nêutron retorna o píon voltando a ser nêutron… e esta dança destes ciclos estão ocorrendo aos trilhões no seu corpo justo agora o que, por todas as felicidades do mundo te mantem vivo(viva) e nos leva a comemorar com imensa alegria o fato de manteres sua existência e continuares aqui entre nos. Para entender e ver isso melhor…

Imagine suas duas mãos agora separadas e fechadas, como sendo duas “bolhas” num espaço vazio, como devia ser nas origens do Universo. Com a diferença de que uma das mãos e uma bolha maior e a outra, uma bolha bem menor. Curioso, ou curiosa, você aponta um microscópio para ver o que tem dentro das bolhas. na bolha menor veras um pequenino ponto de luz; na bolha maior veras um vórtice rotativo, girando sobre si mesmo, grande, ocupando todo o espaço interno da bolha. Mas de onde vem estas bolhas, como surgiam nos primeiros instantes do Universo? Antes de descrever isso, vamos recorrer a outra analogia que existe aqui e agora, para todo humano conhecer.

Imagine que dentro de um ovulo não-fecundado exista uma colonia de seres minúsculos como partículas, mas que surpreendentemente estes seres tem olhos e uma certa inteligencia. Por serem muito microscópicos, também será microscópico seus tempos de existência, cerca de 17 milionésimos de nossos segundos, entre nascimento e morte no meio daquele oceano de liquido amniótico. Assim em um minuto dos nossos, a colonia se reveza em gerações e mais gerações de “serzinhos”. O mundo interno ao ovulo é seu Universo, e tudo o que conhecem da existência. Assim como o mundo interno a este Universo e tudo o que os humanos conhecem da existência. Num belo dia acontece um evento fantástico! Vindo de cima e pairando no centro do seu oceano, os “serzinhos” veem algo como uma nave extraterrestre. Estupefatos e temerosos, ficam imoveis a observar a nave. O que será, quem estará dentro dela, o que vão fazer conosco?

De repente acontece uma grande explosão na nave. Todo o oceano estremece. Em relação ao tamanho microscópico de seu Universo, os serzinhos escreveram nos seus livros sagrados que viram acontecer um grande “Big Bang”.

Mas por felicidade os serzinhos sobrevivem sem serem molestados, e depois das nuvens de bolhas liquidas se desfazerem, observam que a nave esta destroçada, seus pedaços espalhados por todo lugar. Mas no local onde estava a nave, agora se vê uma grande população de seres alienígenas. Para maior surpresa dos serzinhos, aquela população sai a nadar como um enxame, e desaparece de suas vistas. Nunca mais foram vistos! O Gênesis das sagradas escrituras dos serzinhos para por ai, e o próximo capitulo começa a descrever as ocorrências num tempo posterior. Ele descreve como de dentro e do meio do oceano surgiu uma pequena bolha, como uma bolota, e depois essa bolha-bolota se multiplicou em duas iguais, e depois as duas se multiplicaram em quatro,… e descrevem toda a historia posterior, como viram a bolota agora grande se tornar uma especie de girino, depois uma especie de peixinho, e finalmente um embrião de um ser fantástico, o qual saiu do Universo e não sabem para onde foi. Os coitados nunca vão saber que não era nava extraterrestre coisa nenhuma e sim um simples espermatozoide, que os alienígenas eram genes e o que explodiu foi a membrana espermática. Quando eles saíram a nadar na verdade entraram num club provado onde as genes femininas os aguardavam, cada qual correu a identificar seu par e dai cada casal começou a brigar para saber quem seria dominante na geração de uma característica que iria aparecer num novo ser humano, sempre repetindo as escaramuças dos opostos desde o principio do Universo…

Interessante notar que os serzinhos deram um nome a toda a historia assistida: o nome de “evolução”. Mas fora e alem de seu pequenino universo, ovular, existem observadores numa forma mais evoluída, a forma humana, assistindo a mesma historia e rindo a valer das crenças dos serzinhos, gritando de fora para eles escutarem: “Ei, vocês ai’, isso não é evolução, é um mero processo de reprodução, sexual”. Pois foi isso que a Natureza na selva bruta sussurrou nos meus ouvidos através de sinais sei lá se magnéticos ou gravitacionais, mas de proporções universais quando eu ajoelhava na beira dos pântanos apontando meu microscópio para a lama procurando as origens da vida e como foi a evolução. “Evolução é uma ilusão de óptica de quem está dentro, pois na verdade quem é maior, a Natureza Universal, que vê  o conjunto todo, sabemos essa sua “evolução” nada mais é que a soma de pequenos passos de um processo muito maior, o de uma reprodução a nível universal”.

E o que tem essa analogia a ver com a origem e “evolução” do fenômeno sexual? Isto é historia para o próximo capitulo…

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terça-feira, março 5th, 2019

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