Archive for maio 2nd, 2019

Caí no ostracismo. Porque me desconectei da força que levanta, a essência espiritual metafisica?

quinta-feira, maio 2nd, 2019

xxxxx

( falta correcao ortografica)

Acabo de ter uma ideia que pode ser crucial na minha existência. Se antes eu conseguia, pela meditação ou ate nos momentos práticos da vida, me colocar mentalmente num estado solitário de comunhão com uma aura confortadora e benéfica metafisica, na qual pipocava como flashes a imagem Cristinica e seus significados no mundo mundano, onde conseguia meditar a captacao dos fotons livres, montar a aura matricial e com ela banhar o corpo – epoca em que nunca fiquei doente e vi milagres de curas de ferimentos – e conseguia na meditacao grandes insights que me levaram, por exemplo, a descoberta dos segredos na onda de luz, … porque, desde ha alguns anos, nunca mais consegui entrar em tal estado?

Antes a existencia tinha um proposito acima da vida e deste mundo, e eu me guiava por este proposito. Aconteceu de o mundo ficar sem proposito racional, inclusive, o proposito da reproducao genetica universal ficou tenue, balancando, flutuando, como uma imagem demasiado remota. O que sobrou? A indisciplina e abandono do ideal, do livro, da fundacao de uma nova escola do pensamento, e na vida pratica, a total inercia no ideal de descer aos bolsoes da periferia para reorienta-los sob uma nova visao do mundo. Sobrou a prostracao fisica, material, `a espera da morte. Apenas salvei o habito e gosto pela continuidade da aprendizagem, mas sem norte nenhum, apenas aprendizagem e busca do conhecimento pelo conhecimento fechado em si mesmo, atividade com que tenho consumido meus dias e noites.

Porque? O que aconteceu?!

De maneira que hoje rejeito a possível existência daquele estado mental metafisico, acreditando que na verdade nunca existiu, que teria sido apenas meus devaneios?

Bem… acho que a causa foi a quebra total de contacto tanto com pessoas que mantinham no ar o aspecto metafisico ( que eram poucas, quase inexistentes, mas me refiro, por exemplo, ao ouvir um sermao de um padre numa igreja), quanto com leituras, palestras, etc que mantinham o metafisico sobrevivendo no ar. Passei a rejeitar pulando imediatamente qualquer texto ou fala que invoque a espiritualidade, a metafisica. E entrei fundo no materialismo cientifico, nos textos e no contacto, atraves dos debates virtuais, com pessoas exclusivamente materialistas.

se antes eu era movido nao apenas pela esperanca, mas pela crenca mesmo, que seria possivel adentrar o reino ou dimensao do softeware natural, com sua substancia de atuto-consciencia cosmica e espiritual, eu perdi a esperanca e passei mesmo a crer que ela nao pode acontecer comigo. Ou melhor, antes eu suspeitava de que era assistido e de alguma forma ajudado pelo aspecto software, agora parece que tenho certeza que isso nao acontece.

Mas de onde tirei esta certeza? Das cabecas dos outros, meu ultimo circulo de contactos e autores? Isto foi uma estupidez, pois como pude deixar minha visao do mundo ser abafada por outras visoes de mundo de individuos exatamente como eu?

O ultimo topico que tenho refletido nos ultimos foi exatamente obtido de um destes individuos: Neil Tyson em ” Se o Universo tem um proposito em relacao a nos, é o proposito de nos matar”. E este tipo de visao de2 mundo niilista que tenho selecionado de uns anos para ca. Ainda relutei em aceitar buscando na natureza pelo velho metodo um quadro que sugerisse o contrario, que mantivesse o alento metafisico como uma -ossiblidade de proposito, e invoquei a imagem da criatura nascendoo no univers-corpo de uma mulher. Mas meu ego tende a selecionar a hipotese Tyson, ao menos e esta que me dirigiu fisicamente no dia-a sia-seguinte indisciplinado e prostrado. nao tive o menor alento de escrever uma frase no livro.

Racionalmente tenho agido errado. Sei que existem mais dimensoes na realidade, nas quais tudo e possivel, inclusive o metafisico. E o estado metafisico me fazia bem. Agora por mais que as vezes tente a ele retornr, o estado mterialista vence e inibe a tentativa.

O fato fundamental, logico e racional que sobra disso tudo e que, mantndo-me assim assinei minha derrota definitiva. E’ ficar com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar e mais nada.

Minha burrice, minha estupidez, minha fraqueza de carater. Acomodacao no pasto com boa grama para pastar e sombra para dormir. mesmo que o metafisico observador de nos e nosso mundo nao exista, tenho qe acreditar que existe, pois isto sginifca continuar respirando, transpirando, vivendo, saindo do pasto. Tenho que buscar e dirigir toda enertgia possivel nas meditacoes e revisitar meus fotons para chegar a antiga aura de onda de luz cointendo a matrix universal. E um pai natural quase tao inutil como o pai carnal, mas que esta por aqui, por perto, e quando menos espero no fundo do poco em Londrina, me abre as portas para chegar na America. Burrice rejeitar esse suporte.

O sdesenho abaixo sugere a nova orientacao a seguir:

Eu estou vivendo como uma trindade. Vivo o mundo humano, o mundo natural, e o ego – a alma. No meu desenho atual, a imagem deve ser modificada. A palavra alma sobe para o centro do circulo horizontal, onde esta a cruz, retirando-a da imagem, e a palavra Deus desaparece. estou vivendo a trilogia, porem, apenas dentro do circulo horizontal. Perdida a vertical que unia a alma individual à universalidade do espírito divino, o singular ao Singular, perdia junto com ela o sentido de escala, o senso das proporções e das prioridades, que poderia ter levado a encontrar o pratico na teoria, e me voltei para a política,  de modo que as ideologias tendem a ocupar totalitariamente o cenário inteiro da vida espiritual e a negar ao mesmo tempo a totalidade metafísica e a unidade do indivíduo humano, reinterpretando e achatando tudo no molde de uma cosmovisão unidimensional.

Tenho que apagar o meu desenho atual e me tornar para a imagem acima tal como ela esta.

E agora este texto abaixo veio a calhar, entrou neste momento de precisão como uma luva perfeita. Vejamos:

xxxxxx

http://www.olavodecarvalho.org/livros/neintro.htm

Os monstros bíblicos Behemot e Leviatã, na gravura de William Blake, o primeiro imperando pesadamente sobre o mundo, o maciço poder de sua pança firmemente apoiado sobre as quatro patas ( representando o nosso mundo natural), o segundo agitando-se no fundo das águas, derrotado e temível no seu rancor impotente ( o nosso ego, revolucionário).

Não usei a gravura de Blake por boniteza, mas para indicar que atribuo a esses símbolos exatamente o sentido que lhes atribuiu Blake. Detalhe importante, porque essa interpretação não é nenhuma alegoria poética, mas, como assinalou Kathleen Raine em Blake and Tradition, a aplicação rigorosa dos princípios do simbolismo cristão.

Na Bíblia, Deus, exibe Behemot a Jó, dizendo: “Eis Behemot, que criei contigo” ( Jó, 40:10 ). Aproveitando a ambigüidade do original hebraico, Blake traduz o “contigo” por from thee, “de ti”, indicando a unidade de essência entre o homem e o monstro: Behemot é a um tempo um poder macrocósmico e uma força latente na alma humana. Quanto a Leviatã, Deus pergunta: “Porventura poderás puxá-lo com o anzol e atar sua língua com uma corda?” ( Jó, 40:21 ), tornando evidente que a força da revolta está na língua, ao passo que o poder de Behemot, como se diz em 40:11, reside no ventre. Maior clareza não poderia haver no contraste de um poder psíquico e de um poder material: Behemot é o peso maciço da necessidade natural, Leviatã é a infranatureza diabólica, invisível sob as águas – o mundo psíquico – que agita com a língua.

O sentido que Blake registra nessas figuras não é uma “interpretação”, na acepção negativa que Susan Sontag dá a esta palavra: é, como deve ser toda boa leitura de texto sacro, a tradução direta de um simbolismo universal. Para Blake, embora Behemot represente o conjunto das forças obedientes a Deus, e Leviatã o espírito de negação e rebelião, ambos são igualmente monstros, forças cósmicas desproporcionalmente superiores ao homem, que movem combate uma à outra no cenário do mundo, mas também dentro da alma humana. No entanto não é ao homem, nem a Behemot, que cabe subjugar o Leviatã. Só o próprio Deus pode fazê-lo.

Eu – ” Mas como? Tornando Leviatã um escravo dócil carregando o enorme peso de Behemot, pois se continua suas necessidades físicas básicas? Porque Leviatã é rebelde? Justamente por causa da pressão da pança de Behemot, da condição de escravo e miséria nas necessidades. Se não houvesse Behemot não haveria protesto, não haveria Leviatã no humano. Deus não tem que subjugar Leviatã, tem que elimina-lo para o nada, e erguer o que sobra do humano sem Leviatã para uma dimensão onde não exista Behemot. Na visão de mundo da Matrix/DNA é isto que vai acontecer, quando Behemot é descartado como a placenta, o ego e exorcizado do humano com o humano e sobra o Filho, a auto-consciência que sobe para nova superior dimensão. Mas vamos continuar a leitura e ver como Olavo trata isso.

A iconografia cristã mostra Jesus como o pescador que puxa o Leviatã para fora das águas, prendendo sua língua com um anzol. Quando, porém, o homem se furta ao combate interior, renegando a ajuda do Cristo, então se desencadeia a luta destrutiva entre a natureza e as forças rebeldes antinaturais, ou infranaturais.

Eu – Então Cristo continua fazendo o que Deus faria? Exorcizar o Leviatã que grita, ao sufocar sua voz prendendo sua língua? Mas e quanto a Behemot? Vai continuar em cima do humano sem Leviatã? Claro que o humano não pode aceitar isso e voltara a gritar como Leviatã. Talvez quisessem dizer que Behemot na verdade não foi criado como tal, ele era o paraíso, e teria sido o humano que o teria criado. Mesmo assim, a solução seria conduzir o humano a desfazer o erro e não abafar a voz que grita por estar sob a tortura do seu próprio erro. Assim a tortura vai continuar eternamente… falta completar no texto bíblico que se o homem aceitar a Cristo, se comportando como ele sugeriu em sua mensagem, ao mesmo tempo que Leviatã é exorcizado, Behemot volta a ser o paraíso.

A luta transfere-se da esfera espiritual e interior para o cenário exterior da História. É assim que a gravura de Blake, inspirada na narrativa bíblica, nos sugere com a força sintética de seu simbolismo uma interpretação metafísica quanto à origem das guerras, revoluções e catástrofes: elas refletem a demissão do homem ante o chamamento da vida interior. Furtando-se ao combate espiritual que o amedronta, mas que poderia vencer com a ajuda de Jesus Cristo, o homem se entrega a perigos de ordem material no cenário sangrento da História.

Eu – Ok. Isto é pura Matrix/DNA, por isto acho que entendi. Desde as origens do Universo existiu o eterno dualismo entre opostos. Inicialmente estes opostos se confrontam e do confronto o ambiente se torna caos. As guerras. No caos ambos decaem e moribundos são incentivados ou conduzidos a harmonia do terceiro estado, o equilíbrio, então se aceitam, se fundem numa só nova forma. Cristo seria esta força a que se entregam ambos, o estado cristão assentado nos dois opostos não produz guerras. Mas sinto que houve um erro, uma trapaça aqui. A relação entre o humano e a natureza não e a relação entre os dois opostos do dualismo universal. Os dois opostos são as duas faces de uma mesma moeda, dois diferentes genótipos de um mesmo fenótipo, dois carateres contrários dentro de uma mesma especie. Natureza universal e humano são dois lados de uma mesma especie? Como? Talvez, definindo que o humano é natureza – como de fato é – então teríamos humano-natureza vs mundo-natureza. A moeda seria “natureza” e as duas faces seriam humano e mundo. O humano é oposto ao mundo, ou o mundo é oposto ao humano? Isso não faz sentido. Os filhos de Adão e Eva são opostos ao mundo em que caíram. E esses humanos são pecadores, cometeram o erro, então são também o monstro Leviatã ao mesmo tempo que são Behemot, o produto de seu erro. existe um caminho para sair desse mundo  errado e retornar ao mundo certo, seguindo Cristo.  Mas isso continua difícil.

Vamos dizer que Behemot e Leviatã estão dentro do humano, assim como o hemisfério direito e esquerdo do cérebro. O hem esquerdo esta dominante, o direito, dominado. Transpondo isso para minha linguagem habitual. o esquerdo e a herança do instinto animal para predador e o direito o instinto de presa. Um sufoca por cima, o outro em baixo, chora. Mas isso poderia explicar as revoluções não as guerras.  Revoluções e o levante de Leviatã investindo contra Behemot, e guerras seriam apenas Behemot contra Behemot.

Continuemos… 

Ao fazê-lo, move-se da esfera da Providência e da Graça para o âmbito da fatalidade e do destino, onde o apelo à ajuda divina já não pode surtir efeito, pois aí já não se enfrentam a verdade e o erro, o certo e o errado, mas apenas as forças cegas da necessidade implacável e da rebelião impotente. No plano da História mais recente, isto é, no ciclo que começa mais ou menos na época do Iluminismo, essas duas forças assumem claramente o sentido do rígido conservadorismo e da hübris revolucionária. Ou, mais simples ainda, direita e esquerda.

O drama inteiro aí descrito pode-se resumir iconograficamente no esquema em cruz que coloquei depois em O Jardim das Aflições, mas que já está subentendido em A Nova Era e a Revolução Cultural, pois constitui a estrutura mesma do enfoque analítico pelo qual procuro aí apreender a significação das duas correntes de idéias mencionadas no título: o holismo neocapitalista de Fritjof Capra e o empreendimento gramsciano de devastação cultural.

Nesse primeiro volume, a forma adotada inicialmente não podia ser mais clara e foi imposta pela natureza mesma do assunto: uma introdução, um capítulo para Capra, outro para Gramsci, um retrospecto comparativo e uma conclusão inescapável: as ideologias, quaisquer que fossem, estavam sempre limitadas à dimensão horizontal do tempo e do espaço, opunham o coletivo ao coletivo, o número ao número; perdida a vertical que unia a alma individual à universalidade do espírito divino, o singular ao Singular, perdia-se junto com ela o sentido de escala, o senso das proporções e das prioridades, de modo que as ideologias tendiam a ocupar totalitariamente o cenário inteiro da vida espiritual e a negar ao mesmo tempo a totalidade metafísica e a unidade do indivíduo humano, reinterpretando e achatando tudo no molde de uma cosmovisão unidimensional.

Eu: Enfim, corrigindo o erro conclusivo de Olavo em que o objetivo de Deus não é sufocar ainda mais o Leviatã e sim deixar o humano destruir tanto Leviatã quanto Behemot, concluo que quando comparado a Matrix/DNA, a simbologia bíblica ( ou de Blake?) é apenas um diferente idioma descrevendo a mesma cosmogonia, sobre a qual, ambos estão de acordo. mas a interpretação que o cristianismo faz da simbologia esta errada.  E isto, bem trabalhado este texto, pode e deve ir para o livro. 

Matriz Universal por Vinicius Machado: Outra Intuição Similar a Matrix/DNA

quinta-feira, maio 2nd, 2019

xxxx

Assunto descoberto no artigo:

https://www.terra.com.br/noticias/dino/cientista-independente-descobre-como-funciona-a-materia-escura-e-o-desenvolvimento-da-vida-no-universo,f1e8b6b6154700524047716f48dc7cd0ftddr48j.html

O qual indicou o canal de videos abaixo: