Archive for maio 13th, 2019

Ao invés de jogar comida no lixo, transforme-a em energia elétrica!

segunda-feira, maio 13th, 2019

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A cidade de Orlando, na Florida, esta colhendo alimentos destinados ao lixo, como cascas de banana, etc., e levando para usinas de reciclagem, onde produzem energia elétrica, alimentando até duas mil casas. No Brasil com este grave problema de energia elétrica a preço muito caro, não seria viável instalar o sistema, ao menos nas cidades maiores? Qual o custo para adquirir uma usina desta? E não existe um meio de miniaturizar esta usina ate para ser usado a nível de bairro, ou residencial na zona rural?

https://www.wftv.com/news/local/city-of-orlando-seeks-to-convert-food-waste-into-energy/947700458

Mudar o atual e importado idioma brasileiro: a solução para exorcizar os maus memes

segunda-feira, maio 13th, 2019

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Em que estou pensando dentro do trem do metro? Uma ideia que tive agora. A maior solução para tirar o Brasil do terceiro mundo e eleva-lo a primeiro mundo seria a criação de um idioma novo, genuinamente brasileiro.

Você sabe que o que faz a diferença entre um pais rico ou pobre não é tanto a geografia e recursos naturais, mas sim o caráter dominante no povo que o habita. Basta se lembrar do desértico mas rico Israel e do abundante mas pobre Brasil. E o caráter brasileiro esta fundamentado nos “memes” (ideias que se tornam os mandamentos nas relações individuais de um sistema social) instalados pelos colonizadores europeus, os quais tinham em mente o mesmo que os garimpeiros ainda tem na Amazônia: saem da metrópole para enfrentar o inferno no mato apenas para buscar ouro e voltar para gasta-lo na metrópole. Assim nunca houve nas ideias inculcadas no inconsciente nacional a preocupação de construir aqui o seu pais. O escravagismo era a tônica, cujos memes ainda ditam o valor escravagista do salario minimo ate hoje.

E como exorcizar estes memes do inconsciente coletivo? Memes se propagam pela linguagem, as palavras que são passadas de geração a geração inclusive pela educação dos pais para os filhos. E` preciso arrancar estas palavras do cérebro e substitui-las por outras, como por exemplo, as palavras de ordem que os quackers levaram para os Estados Unidos quando tinham realmente a intenção de construir um pais e viver ali, e que incentivam as pessoas a se associarem para tudo, no consumo, na produção, na ideologia, etc. Nos USA tem associações para tudo, associação dos carecas, dos com bigode, dos veteranos, das donas de casa, as quais são tao sabias e unidas que tiveram até a iniciativa de montar um supermercado delas e para elas, que se tornou a Sears. Não os memes que incentivam o egoismo individualista que conduz um pais onde o povo não tem sequer a capacidade de se unir fortemente em associações de bairros.

Sei que seria muito difícil mudar um idioma secular de uma nação inteira por outro desconhecido, mas… senão fizer esse grande trabalho sacrificante, não vai ter jeito. Para criar uma nova língua e fácil. Basta por os objetos na mesa onde os linguistas olham para o objeto, se perguntam que palavra ideal se casa com o objeto. Por exemplo, por um gato na mesa e perguntar ao gato como ele quer ser chamado, puxando-lhe o rabo para que responda. Ele vai dizer “miau”. Esta ai, um nome internacional genuíno que todo mundo rapidamente aprenderia representando realmente o objeto. Miau !

-” A partir de hoje ninguém mais fala a palavra gato! Quando olharem para o bichano digam miau! Assim ele vai deixar de ser anti-social e vai se integrar na sociedade como todo bom cidadão!”

Quem inventou esse nome de “gato”? O que tem a ver aquele animal com a palavra “gato”? De onde saiu isso? Os gatos são sisudos, silenciosos, sempre arredios porque são revoltados com esse nome que os humanos os chamam. Queriam outro nome, tal como… leão, tigre, jaguar,… ou miau. Um idioma genuíno teria nomes como miau, au-au, piu-piu para pintinhos e cocorico para galinhas, rinnch, roink-roink, meee, etc.
Bebes, por exemplo ( aqui os meus pequerruchos nao tem o chapeu circunflexo no nome porque bateu um vento forte no meu teclado e levou o chapeu para longe), seriam chamados de bah-bah. O que tem a ver os pequerrucghos com “beber, bebida”? Que nome mais sem sentido! E as babas (também o acento daqui sumiu no teclado inglês) seriam chamadas de bimami. Ou seja, a segunda mãe. Muito mais apropriado. Por que esta maldade de dizer que as nobres trabalhadoras vivem babando? Isso foi mais um meme criado pelos escravagistas para se referirem a suas escravas domesticas.

– ” Bimamiiii… eu quero… eu quero…” – diria o bah-bah esperneando como sempre fazem quando querem algo na marra…

Se um novato não soubesse o nome quando lhe diz – ” vá buscar um rinch lá no pasto”. Bastaria a ele chegar e puxar o rabo de uma galinha para ouvir cocorico, e saber que não era aquilo. Puxaria o rabo de uma vaca e ouviria moooo, também não é aquilo, Mas ao puxar o rabo de um cavalo ouviria rinchhh, e pronto, esse é o bicho que o patrão quer. Assim como para melhorar a humanidade globalmente se tentou algo como o esperanto, mas que devido a imposição de alguns falantes de idiomas de países mais poderosos, não pode ser assimilado por outros povos.

Plano para conduzir pobres as associacoes: primeiro, maes e filhos. E o estado da atual desconfianca mutua

segunda-feira, maio 13th, 2019

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Dois individuos tem entre si absoluta confiança mutua quando ambos sabem que “o outro sabe que para ele lhe é mais vantajoso me respeitando e sendo honesto comigo”. No seu ambiente comum ambos acreditam que ” ambos sabemos que ambos sabemos”. Pois a um individuo sera preciso saber, ter certeza que o outro tambem sabe disso. No terreno comum da sociedade brasileira a coisa funciona ao contrario. Pelo menos é o que revela a evidente autodesconfiança mutua quando se propõe que se unam como socios.

“Como vou confiar nele? Ele pode pegar toda a grana e sumir. Ou ele vai jogar todo o trabalho nas minhas costas.”

E’ quando alguem tem uma ideia que precisa ser feita entre socios e se sente inibido e nem tente convidar outros por causa deste problema.

“Ele vai logo ficar desconfiado que estou tentando arrumar uma maneira de tomar o dinheiro dele”

Entao aqui funciona o: ” ambos sabemos que ambos sabemos… que o outro pode ser um traidor”

Por causa disso tenho procurado saber qual o limite de socios por lei para se abrir uma conta bancaria, como todos os socios podem assinar todos os cheques, etc. Muitos casos de levantamento de fundos ou consórcios tem acontecido onde a conta bancaria foi aberta no nome de um individuo e ele sumiu com a grana. Aqui entra o artificio do capitalismo, que são as “sociedades anônimas” pelas quais um documento a parte afirma que muitos são os proprietários. Mas este documento a parte, não sei se é possivel para pequenos comércios, associacoes, propriedades, etc., portanto um caso a averiguar com advogados ou contadores.

Nao é entre radicais de uma mesma ideologia, entre irmaos, e nem mesmo entre pais e filhos que se apresenta o mais forte índice de confiança entre dois humanos. temos visto casos de guerras entre pais e filhos, violência, etc. Mas entre mães e filhos dificilmente vemos – a não ser no caso de doentes mentais.

Para iniciar as associacoes sugeridas pela Matrix/DNA, seja no consumo ou na unidade de trabalho, devemos entao pensar em algo factível com mães e filhos. Apenas depois de firmar um bloco de varias mães e seus filhos numa associação, pode-se experimentar incluir outros individuos esparsos.

Qual tipo de unidade de producao funciona bem estando trabalhando mulheres-mães e filhos, tanto homens como mulheres? Caso a pensar.

Precisa-se lembrar tambem que outro grupo onde surge forte sentimento de auto-confiança: é o caso dos soldados de um mesmo exercito. Mas ali este sentimento e alimentado e duradouro enquanto existir guerra ou derrota como dominados, ou ótimo estado financeiro do exercito no tempo de paz. Existe algum tipo de associação no consumo ou trabalho entre soldados?

Ao mesmo tempo notamos aqui uma das causas da atual mentalidade anti-associativa no Brasil. A mais forte confiança mutua entre dois humanos acontece quando dois individuos percebem e acreditam que em dois se conseguira melhor um objetivo do que estando sozinho. Mas ainda não sera suficiente se um desconfiar do outro. Se a desconfiança mutua antecede o momento da descoberta da – a uniao seria melhor – a desconfiança inicial vence e não havera uniao forte, mesmo porque, enquanto a energia maxima dos dois é necessária para o objetivo, ambos gastarão energia e tempo vigiando o outro ou pensando em preparar rotas de fuga caso o outro se torne traidor.

E isto é o que se observa nos brasileiros, e povos em geral. Onde esta a causa? No inicio das formações humanas, quando ainda vinham do ambiente selvagemente competitivo dos animais irracionais, deveria ser comum o estado de desconfiança mutua. Entao isso explica a causa da desconfiança mutual entre humanos vindos de sistemas sociais que foram implantados com os valores da mutua competição.

Temos entao que procurar na cultura brasileira implantada pelos colonizadores (e na Biblia, que incentiva humanos a separarem-se entre si para cada qual buscar sua uniao com Deus primeiro), estes slogans incentivando a mutua competição para fragmenta-los e desconstrui-los perante a luz de fatos naturais. E não se esquecer tambem que a existencia de frações do grande erro no próximo causa entre dois individuos uma certa rejeição, mas isto parece dificil de se consertar. Esta providencia deve vir mesmo antes da tentativa de se iniciar as associacoes.

Esta ideia nasceu lendo o seguinte trecho num artigo:

” The characteristics that shaped our genus and eventually our species were developed while those ancestors were living in little groups of about 15 to 25 individuals (na Africa, no principio do homo sapiens).  Success under these conditions became closely tied to functioning well in small groups, including for example, having a reputation for being trustworthy…

Over tens of thousands of generations being good at understanding each other in a sympathetic fashion provided a distinct advantage and the genetic makeup of our lineage changed accordingly: Gene-forms that made them better and better cooperators were favored.  Duke University psychologist, Michael Tomasello proposes that within these little communities a novel human-specific phenomenon which he calls joint intentionality emerged.  Here’s how he summarizes it:

A joint agent is created when two individuals each intend that “we” act together jointly toward a single end, and they both know together in common ground (they both know that they both know) that this is what they both intend

Link: On Peaceful Science.org – Darrel Falk

Junk DNA: Mais funcoes descobertas

segunda-feira, maio 13th, 2019

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By studying the genetic profile of a 66-year-old woman who lived a lifetime with pain-free injuries, a research team from the UK recently discovered a novel genetic mutation that causes hypoalgesia.1 The mutation responsible for this patient’s hypoalgesia occurred in a pseudogene, a region of the genome considered nonfunctional “junk DNA.

This discovery adds to the mounting evidence that shows junk DNA is functional. At this point, molecular geneticists have demonstrated that virtually every class of junk DNA has function.

Visto em:

Pseudogene Discovery Pains Evolutionary Paradigm

By Fazale Rana – May 8, 2019