Archive for junho 19th, 2019

Você quer assistir a explosão do Big Bang no Universo aqui e agora? Aqui esta nano tecnologicamente reproduzida

quarta-feira, junho 19th, 2019

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Cientistas descobriram que uma deslumbrante explosão tipo fogos de artifício de zinco ocorre quando o óvulo humano é fecundado pelo esperma. O tamanho dessas “faíscas” é uma medida direta da qualidade do óvulo e sua capacidade de desenvolver em um embrião, de acordo com as novas pesquisas da Northwestern Medicine.

Ha’ 30 anos atras registramos a Teoria da Matrix/DNA, calculando a evolução ao reverso, onde o momento das origens do Universo, pela chamada “explosão do Big Bang” foi re-interpretada `a luz dos meus modelos teóricos, como uma cena com o mesmo significado do momento da fecundação de um ovulo!

Mas eles descobriram isso apenas agora, em 2018!

O que interessa aqui é lembrar o que escrevi naquela época: ” O Universo não é magico, ele não cria novas informações do nada, portanto tudo o que ele criou dentro dele só pode ser com informações que ele recebeu nos instantes das suas origens. Assim como uma mulher não é magica, e todas as informações que ela passa a seus filhos foram as que o casal receberam nos seus nascimentos. Como o objetivo final da criação não era o Universo e sim uma especie de ovulo cósmico dentro do qual iria ser reproduzido/a a coisa ou ser desconhecido por nos, que existia antes, todos os sistemas naturais aqui criados o foram a imagem e semelhança do mesmo processo pelo qual o próprio Universo surgiu. Então… queres ver como o Universo surgiu, olhe para a sua embriogêneses, desde o momento da fecundação do ovulo. As primeiras formas de morula, blástula… foram as formas da nebulosa de átomos, da galaxia… Mas veja bem… A forma humana é uma forma apenas transitória, não é a ultima forma que nascera no dia do Big Birth. Como estamos notando que uma nova forma de sistema esta surgindo aqui e ele parece não material e é muito mais evoluído que a forma humana – a autoconsciência – esta deve ser a forma final. O baby de uma Auto-Consciência Cósmica, eis do que somos os genes e estamos construindo aqui…

E ai esta’… a realidade comprovando uma teoria bem calculada…

https://www.youtube.com/watch?v=b9tmOyrIlYM

Leia o artigo em português aqui:

https://gravidez.mamaeonline.com/descoberta-ira-aumentar-sucesso-em-fertilizacao/

Descoberta irá aumentar sucesso em fertilização

Leia o artigo em inglês aqui:

https://news.northwestern.edu/stories/2016/04/radiant-zinc-fireworks-reveal-quality-of-human-egg

Paper published in Scientific Reports on March 18,  titled “The Zinc Spark is an Inorganic Signature of Human Egg Activation.”

 

 

O Cérebro Como Holograma

quarta-feira, junho 19th, 2019

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ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?
(capítulo 1 do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot)
 Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.
Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.
Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.
Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.
Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.
Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.
O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.
Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.
Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.
Como isso seria possível?!
Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.
Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.
Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.
Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.
Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.
O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.
Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.
Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.
Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.
Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).
A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.
Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.
Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).
Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.
Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.
NOSSA VISÃO É HOLOGRÁFICA
Uma outra descoberta de Lashley foi que os centros visuais do cérebro também eram surpreendentemente resistentes à amputação cirúrgica. Descobriu que os ratos ainda podiam realizar tarefas que exigiam uma complexa habilidade visual, mesmo depois de ter removido aproximadamente 90% do córtex visual (a parte do cérebro que recebe e interpreta o que o olho vê).
Pribam, fazendo a mesma pesquisa com gatos, concluiu que 98% dos nervos ópticos podem ser removidos sem prejuízo de habilidades que exijam tarefas visuais complexas.
Os seus experimentos apresentaram um grande desafio ao padrão de entendimento de como funciona a visão.
De acordo com a principal teoria da época, havia uma correspondência de um para um, entre a imagem que o olho vê e o modo que a imagem é representada no cérebro. Assim, como exemplo, se olhássemos para um quadrado, a atividade elétrica em nosso córtex visual também assumia a forma de um quadrado. Pribam, enquanto permanecia em Yale, passou sete anos fazendo experimentos em cérebros de macacos enquanto os mesmos realizavam variadas tarefas visuais.
A natureza do “todo em cada parte” de um holograma, certamente, parecia explicar como uma parte tão grande do córtex visual podia ser removida sem afetar a habilidade para realizar tarefas visuais.
Então, Pribam pensou: – Se o cérebro processava imagens empregando algum tipo de holograma interno, mesmo um pedaço muito pequeno do holograma ainda podia reconstruir a totalidade do que os olhos estivessem vendo. Isto também explicava a falta de correspondência de um para um entre o mundo externo e a atividade elétrica do cérebro.
A única questão que persistia era: que tipo de fenômeno semelhante à onda o cérebro estaria usando para criar tais hologramas internos?
Assim que Pribam considerou essa questão, pensou numa possível resposta. Sabia-se que as comunicações elétricas que acontecem entre as células nervosas cerebrais, os neurônios, não ocorrem isoladas. Os neurônios possuem ramos, como pequenas árvores e quando uma mensagem elétrica atinge o fim de um desses ramos, ela se propaga como a ondulação numa lagoa. Pelo fato dos neurônios estarem tão densamente agrupados, estas ondulações de eletricidade que se expandem – um fenômeno semelhante à onda – estão constantemente cruzando umas com as outras.
Quando Pribam se lembrou disso, compreendeu seguramente que elas estavam formando um arranjo quase infinito de padrões de interferência e isto, por sua vez, podia ser o que dá ao cérebro suas propriedades holográficas.
“O holograma estava lá o tempo todo, na natureza , em forma de ondas emitidas pela conexão das células cerebrais”, observou Pribam. “Nós simplesmente não tínhamos a perspicácia de compreender isto”.
Pribam publicou seu primeiro artigo sobre a natureza possivelmente holográfica do cérebro em 1966, e continuou a ampliar e aperfeiçoar suas idéias durante vários anos seguintes. Como ele, outros pesquisadores ficaram cientes dessa teoria, e compreendeu-se rapidamente que a natureza espalhada da memória e da visão não é o único enigma neurofisiológico que o modelo holográfico pode explicar.
A holografia também explica:
1. como nosso cérebro pode armazenar tantas lembranças em tão pouco espaço.
2. nossa capacidade de lembrar e esquecer.
3. nossa memória associativa, como por exemplo, sentimos o cheiro de um perfume e imediatamente evocamos a imagem de uma pessoa que usava aquele perfume.
4. nossa capacidade de identificar imagens familiares como, por exemplo, reconhecer alguém que não vemos durante muitos anos.
5. a memória fotográfica, também conhecida como lembrança eidética.
6. a transferência de habilidades adquiridas.
7. a sensação de “membros fantasmas”, que, para Pribam, o que as pessoas vivenciam seja a memória holográfica do membro que já não existe, mas que ainda está registrada nos padrões de interferência do cérebro.
8. como criamos a sensação de um “mundo exterior” – assim como as imagens que vemos num espelho, como se elas estivessem dentro do espelho, criamos a ilusão de profundidade, também percebemos o mundo exterior fora de nós, sendo que as imagens estão na nossa retina.
“Criar a ilusão de que as coisas estão localizadas onde não estão é a requintada característica de um holograma”.
Base experimental para a comprovação do cérebro holográfico 
O pesquisador que forneceu esta prova foi Paul Pietsch, um biólogo da Universidade de Indiana.
De maneira intrigante, Pietsch começou como um veemente cético da teoria de Pribam. Ele era descrente principalmente quanto à alegação de Pribam de que as lembranças não têm nenhuma localização especifica no cérebro.
Para provar que Pribam estava errado, Pietsch realizou uma série de experimentos usando salamandras como cobaias.
Pietsch pensou que, se o comportamento alimentar da salamandra não estivesse restrito a uma localização específica no cérebro, então não importaria qual o posicionamento do cérebro na cabeça. Se importasse, a teoria de Pribam seria refutada.
Então ele foi, passo a passo, alterando as posições das partes do cérebro, tirando e recolocando nas salamandras e verificando o comportamento alimentar das mesmas. Quando o cérebro era retirado elas permaneciam em estado letárgico, e quando era recolocado, as atividades voltavam a ser normais. Cada vez mais intrigado, Pietsch decidiu recorrer a medidas mais drásticas. Numa série de aproximadamente setecentas operações, cortou em fatias, virou, embaralhou, tirou e até picou em pedacinhos o cérebro das cobaias, mas sempre quando recolocava o que tinha tirado do cérebro delas, o comportamento das salamandras voltava ao normal.
Estas e outras descobertas fizeram Pietsch mudar de idéia e atraíram tanta atenção que sua pesquisa se tornou objeto de uma parte do show de televisão “60 minutos”. Em seu revelador livro Shufflebrain (cérebro embaralhado), ele escreve sobre essa experiência, incluindo um relatório detalhado de seus experimentos.
Com esse trabalho Pietsch teve que “tirar o chapéu” para Pribam.
A LINGUAGEM MATEMÁTICA DO HOLOGRAMA
Embora as teorias que possibilitaram o desenvolvimento do holograma tenham sido formuladas pela primeira vez em 1947, por Dennis Gabor (que mais tarde ganhou um Prêmio Nobel por seus esforços), foi nos fins dos anos 60 e começo dos 70 que a teoria de Pribam recebeu apoio experimental ainda mais decisivo.
Quando Gabor concebeu pela primeira vez a ideia da holografia, não estava pensando em lasers. Seu objetivo era aperfeiçoar o microscópio eletrônico, na época um aparelho imperfeito e primitivo. Sua abordagem era matemática, e a matemática que ele usou era um tipo de calculo inventado por um francês do século XVIII chamado Jean B. J. Fourier.
O que Fourier desenvolveu foi uma fórmula matemática para converter qualquer padrão, não importa quão complexo seja, numa linguagem de ondas simples. Ele também mostrou como essas formas de onda podiam ser reconvertidas ao padrão original. As equações que ele desenvolveu para converter imagens em formas de onda e vice-versa, são conhecidas como “conversões de Fourier”.
As conversões de Fourier possibilitaram a Gabor converter a fotografia de um objeto no borrão de padrões de interferência de um pedaço de filme holográfico. Elas também possibilitaram a ele inventar um modo de reconverter aqueles padrões de interferência em uma imagem do objeto original.
Na verdade, a especificidade do todo em cada parte de um holograma é um dos subprodutos decorrentes de quando uma imagem ou padrão é traduzido para a linguagem de formas de ondas de Fourier.
Logo a seguir, vários pesquisadores entraram em contato com Pribam, informando-o de que tinham descoberto provas de que o sistema visual operava como um tipo de “analisador de frequência”. Como a frequência é a medida do número de oscilações que uma onda sofre por segundo, isto sugeria de maneira gritante que o cérebro podia funcionar como um holograma.
Mas foi somente em 1979 que os neurofisiologistas Russel e Karen De Valois, de Berkeley, fizeram a descoberta que decidiu a questão.
Os De Valois usaram as equações de Fourier para converter padrões de tabuleiro de dama, e de xadrez, em formas de onda simples. Então fizeram testes para verificar como as células cerebrais no córtex visual respondiam a estas novas imagens em forma de onda.
O que eles descobriram foi que as células cerebrais respondiam, não aos padrões originais, mas às traduções dos padrões de Fourier. Só se podia tirar uma única conclusão: o cérebro estava usando o cálculo de Fourier – o mesmo cálculo aplicado à holografia – para converter as imagens visuais na linguagem de Fourier de formas de onda.
A descoberta de Fourier foi posteriormente confirmada por numerosos laboratórios de pesquisa de todo o mundo, e isso fornecia prova suficiente para convencer Pribam de que sua teoria estava correta. Estimulado pela idéia de que o córtex visual estava respondendo não aos padrões mas às freqüências de várias formas de onda, ele começou a reavaliar o papel que a frequência tem nos outros órgãos sensoriais.
O fisiologista e físico alemão Hermann von Helmhltz mostrou que o ouvido é um analisador de frequência.
Uma pesquisa mais recente revelou que nosso sentido do olfato parece estar baseado no que é denominado de freqüências ósmicas.
O trabalho de Bekesy demonstrou claramente que nossa pele é sensível a freqüências de vibração e esse cientista até apresentou provas de que o paladar pode envolver análise de frequência.
Bekesy descobriu que as equações matemáticas que lhe possibilitaram fazer tais descobertas, eram todas do tipo Fourier.

Website construction: analise da Accessify.com – irregularidades

quarta-feira, junho 19th, 2019

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https://www.accessify.com/t/theuniversalmatrix.com

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The Extended Mind Thesis – e a teoria da auto-projeção da Matrix desde o unicelular para formar o multicelular

quarta-feira, junho 19th, 2019

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https://www.oxfordbibliographies.com/view/document/obo-9780195396577/obo-9780195396577-0099.xml

“… they paint mind itself (or better, the physical machinery that realizes some of our cognitive processes and mental states) as, under humanly attainable conditions, extending beyond the bounds of skin and skull…)

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tem um longo PDF para ler onde o autor começou defendendo a ideia do active externalism, no link:

http://www.alice.id.tue.nl/references/clark-chalmers-1998.pdf

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Obs: postei um longo comentario no artigo com link abaixo que sumiu, nao foi publicado. Voltar a clicar o link para ver se foi publicado. 

https://theconversation.com/google-at-20-how-a-search-engine-became-a-literal-extension-of-our-mind-102510

 

Refletindo na existência ou não dos genes semi-vivos. Debate para o livro.

quarta-feira, junho 19th, 2019

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Esta reflexão veio da leitura do seguinte artigo:

https://medium.com/@mackgrenfell/believing-in-other-possible-worlds-isnt-as-crazy-as-you-think-c02dd93aa964

Believing in Other Possible Worlds Isn’t as Crazy as You Think

Vamos imaginar que estou na nave numa conversa com o sósia do Dawkins. Ele diz:

-” Não tem como se interessar em estudar sua visão do mundo. Assim como não me interesso em reler estudando detidamente a Bíblia ou o I Ching para entender as visões de mundo dos judeus e cristãos e chineses, pois o principio destes livros e destas visões de mundo não tem nenhuma base no mundo real. Você por exemplo acredita na existência de genes semi-vivos, os quais seriam os ancestrais dos nossos genes biológicos. Isso não tem o menor sentido real, pois tal coisa não pode existir, nunca nada nas experiências humanas, e muito menos nos laboratórios científicos, sequer sugeriu a existência disso.”

” Ok. Na sua visão do mundo os genes biológicos vieram de uma sopa composta por água, rocha, seus minerais e gases e tudo isso sob o bombardeio da eletricidade. Quando ou onde uma experiencia humana ou mesmo nos laboratórios científicos sugeriu a existência dessa capacidade daqueles elementos na sopa?”

“Capacidade? Ora, os  genes são compostos dos mesmos átomos que compõem a sopa, esta sopa produz aminoácidos que são os pacotes de átomos formando os mesmos genes… tudo indicando que os genes vieram da sopa…”

” Você não respondeu a minha pergunta. Onde está naquela sopa a capacidade para ela se tornar ou formar genes? E eu me refiro as forças e elementos naturais que estariam espalhados neste Cosmos, como eles viram exatamente convergir todos pra um mesmo e minusculo ponto no espaço tempo, quais eram estas forças e elementos que no Cosmos, e nos seus átomos, atuam de maneira que os resultados de suas atuações compõem o conjunto desta ação super-complexa que eu estou resumindo na palavra “capacidade”? Me fale o que sabes de tudo isso, dessa capacidade… Veja que aqui está a maior diferença entre nossas visões de mundo. A minha foi baseada nas buscas destas forças e elementos, e quando as calculei surgiu a minha visão do mundo. Mas para isso tive que recalcular os vossos modelos teóricos de átomos e galaxias, tive que construir modelos onde estas forças e elementos estão presentes nos átomos e nas galaxias. Ambos concordamos que aqui tem genes, mas enquanto eu tenho os ancestrais que os produziram, você tem uma crença que eles não precisam de ancestrais. Mas uma crença que não acredita em ancestrais tem que criar fantasias magicas no seu lugar, como esse tal acaso magico. Uma crença apenas que exista o acaso magico. Se tudo na sopa, todos os ingredientes, no final se resumiam a átomos, então todas estas forças e elementos tem que estarem nos átomos. Ou tem mais alguma coisa nessa sopa? A eletricidade que caiu em cima deles? Onde estão os elementos na eletricidade? Os átomos, pelo que eu saiba, tem três forças. A nucelar fraca, a forte, a eletromagnética. Certo ou errado? Se estão certas, resta saber se são apenas estas. A sua Física diz que sim, são as descobertas ate agora. Ok, onde e quando estas forças, fraca, forte e eletromagnética foram flagradas produzindo coisas como moléculas auto-replicantes, proteínas, RNA, etc? ”

” Dado um amplo e vasto período de tempo, digamos em bilhões de anos, e trilhões de compostos resultantes dos movimentos e mexidas destes átomos resultaram em aminoácidos, dos quais, aqueles que tiveram a sorte de estarem numa solução ou ambiente que tinha elementos catalizadores para darem o período de vida necessário para um grupo de aminoácido amadurecer sem se desmanchar,  formaram proteínas que por sua vez formaram RNA que por sua vez apresentou o fenômeno da auto-replicação…”

” Em qual situação humana popular isto foi visto ou quando em qual experiencia laboratorial os aminoácidos brutos resultante daquela sopa conseguiram formar uma proteína? Como formaram uma proteína se para isso tem que ter RNA e não tinha RNA? Ou se o RNA se formou separado como ele formou a proteína para se fazer a si mesmo com ela?… Sabe de uma coisa? Estamos debatendo no vazio, nossas duas visões do mundo, e ambas estão baseadas em metafisica, em nossas imaginações produzindo as imagens abstratas de possíveis outros mundos alem do que vivemos e conhecemos. A diferença entre nos é que eu lido com as experiencias, os testes, sobre as sugestões da minha metafisica apenas como curiosidade, não tendo a certeza de que algo será confirmado, mas também não descrendo, enquanto vocês estão gastando bilhões de dólares, empegando um exercito de pesquisadores, vasculhando o planeta inteiro ate nas profundidades dos ventos oceânicos, a mais de um seculo, buscando  o mistério da sopa. Mas estão quase desistindo, uma grande parte desistiu e agora estão mudando o foco, estão indo para o espaço sideral porque estão agora acreditando que o mistério veio do espaço, aqui na Terra, vocês tem certeza agora, ele não está. Ótimo, a ignorância humana assim vai sendo vencida em alguma coisa, o conhecimento de detalhes vão se acumulando, muito descobrimos e aprendemos da Terra nessa busca apesar de concluir que o que buscamos não esta’ aqui. mas a vantagem do vosso procedimento apenas fica nisso, na acumulação de mais detalhes conhecidos, mas como vocês estão na pista errada, o funil vai se fechando em torno dos limites destes destalhes, e como isso aconteceu na Terra, vocês vão para outro funil sem fim no Cosmos. Agora vamos apender e descobrir muitos detalhes do espaço sideral… e ninguém sabe se o mistério está lá. Ora ele está lá e está aqui, a Terra é parte do Cosmos, ela tem o que ele tem. Resumindo eu estou imaginado um outro possível mundo convivendo aqui com o nosso onde existam softwares e e nestes existem fótons que atuam na camada mais simples como genes, enquanto coce está imaginado outro possível mundo convivendo com o nosso onde acidentes ao acaso como tornados mexem as coisas mais simples, destas mexidas acontecem coisas como peças e da mexida destas peças surjam carros e aviões… quando todos os acidentes que eu vi até agora fizeram o contrario, reduziram as coisas complexas existentes em montes de lixos de coisas simples. Sabe? Tem um autor que aborda um tema parecido… deixa-me mostrar-te um texto dele… esta aqui… leia, por favor:”

  •  ” The idea of other worlds is highly contrary to common sense, so much so that it might seem like a reason to reject them outright. But this is the point of philosophy after all, to challenge common sense intuitions. We need to come up with a better argument against possible worlds.

    One potential argument is that believing in other possible worlds has high cost. We’re forced to admit an entirely new type of object, a possible world, and to believe in its existence. This seems as bad as inventing a new, ad hoc particle every time we stumble upon a result in physics that we cannot explain. In science we try instead to see how we can refine our understanding of existing particles to accommodate the new results….”

  • ” nao concordo – interrompeu Austriak. ” Afinal, o que foi a teoria da particle do Higgs senao a invencao teorica de uma nova particula para manter o Standard Model?…”

Dawkins apenas olhou Austriak de soslaio, nao rspondeu e continuou. ” The counter-argument to this starts by drawing a line between what things we believe in, and what types of things we believe in. If we invent new, ad hoc particles to accommodate new results in physics, we’re forced to believe in a new type of thing. Believing in new types of things is something we shouldn’t do unless necessary, as it bloats our view of what exists…

-” Justamente aqui – interrompeu novamente Austriak – entra a teoria dos genes semi-vivos. Genes semi-vivos seriam outro tipo de genes. E considero perfeitamente necessário supor a existência de algo como os genes semi-vivos para explicar o que existe…”

  • “Possible worlds though, the argument goes, are not new types of things. They are the same type of thing as the world we inhabit. They are just as real and concrete as the actual world; we just don’t happen to live in them. If we take this view, then believing in possible worlds doesn’t force us to believe in any new types of things, it just requires us to believe in many more worlds — things we already believe in, provided we think this world exists.
  • ” Outros mundos só seriam possíveis fora deste Universo… – murmurou Dawkins. Por isso vasculhamos esta realidade aqui dentro em busca das explicações das coisas que existem aqui…”
  • – ” Não, vocês não estão atuando dessa maneira, racionalmente. Como os criacionistas partem da ideia de que Deus fez tudo e a partir dessa crença, desse norte-guia, buscam os fatos que se encaixam nessa crença, vocês materialistas partem da ideia desta matéria cega e atrapalhada como a unica criadora e apenas buscam os fatos que se encaixem nesta crença, ficam apenas fuçando o hardware sem tentarem ver as partículas-informações do software que tem de estar neste hardware, os fótons, os genes semi-vivos. Eu estudo também como vocês o hardware, e nos aspectos mais difíceis, como a selva amazônica, mas não  ignoro produtos como as propriedades da vida, os elementos abstratos como sentimentos, emoções, mente e auto-consciência, estes elementos que afloram nas telas dos computadores, por isso não tiro o olho da tela do computador observando os produtos finais que vem deste hardware natural, sabendo que esses produtos só são possíveis com a existência de um software e assim tento decifrar os códigos, os movimentos, as forças deste software. Como deve ser um software que exige e construiu este hardware para ele poder funcionar. Se não fossem justamente os que ousam pensar fora da visão acadêmica, como o Paul Dirac vindo com a ideia absurda da raiz quadrada de números negativos que resultou na descoberta da anti-matéria, ou Plank crendo numa matriz universal e conduzindo-nos a descobrir um outro novo, inédito, jamais imaginado possível mundo, como está se revelando a dimensão da quântica, nos nunca teríamos descoberto a quântica. Respeitar as minhas pesquisas fora da caixa acadêmica não é apenas bom senso tendo por base a experiencia histórica mas também deveria ser altamente desejada, ninguém sabe se vamos descobrir algo novo como a quântica…”

Meu comentario postado no forum debatendo este artigo:

Believing in Other Possible Worlds Isn’t as Crazy as You Think from philosophy

https://www.reddit.com/r/philosophy/comments/c1ymk9/believing_in_other_possible_worlds_isnt_as_crazy/

MatrixDNA 1 point· 6/19/19

” on a form of light spectrum”

I am surprised that the Bible says anything about “light spectrum”! Is it real? Could you give me the page?

My private investigation is suggesting that ” the electromagnetic spectrum when composes a wave of light has as internal moving force the same force that makes your body showing the cycle of life. This process – the life’s cycle – produces the transformations of bodies shapes and the transformations of light’s spectrums. So, any wave of natural light emitted with the Big Bang had encrypted into it the code for life. There are seven different spectrums, each one wit different vibration/frequency/length, etc. and since there are variations of expressions among these spectruns, each one produces a possible world, with specific matter, energy, etc.

So, if my results has something true on it ( I am trying to test them), we have a question: “Possible worlds are as predicted by modal realism – isolated one from others – or they are as predicted by MWI of quantum physics, where they bear casual relationship to reach other? The answer is here: your body shapes as adult is isolated or has casual relationship with your body shape as teenager? In a total universe where all these seven shapes exists at same time and space, rgw answer must be: yes… but that are long empty spaces like membranes ( composed by quantum foam?), between two different worlds.