Super-Organismo de Gaia: Inconsciente Coletivo da Humanidade como Teia de Aranha Capturando Sombras de Sinapses

Fótons são partículas de ondas de luz natural, fragmentadas. Eles adentram os elétrons dentro dos átomos. Mas teem a tendência de se perceberem uns aos outros a grandes distancias e se conectarem por fios de radiação magnética. Assim formam redes desta nova substancia muito sutil nunca captada por nossos sentidos e instrumentos científicos.

Pensamentos são como raios e relâmpagos nas nuvens, so’ que, no cérebro. São descargas elétricas, liberando fótons que estão aprisionados nos elétrons dentro de neurônios. Quando estes fótons dos pensamentos acontecem na nuvem cerebral de cada ser humano, logo desaparecem para subirem e caírem numa rede mais ampla, que veio se ampliando desde quando a humanidade começou a pensar. Assim se formou uma aureola sutil de pensamentos de todos os humanos, que circundam a superfície da Terra, com mais proeminência sobre os continentes e qualquer ilha isolada onde existam humanos pensando. Esta e’ a camada de inconsciente coletivo da humanidade –  já intuída por Teilhard du Chardin, ideia apreciada por Jung.

Esta teoria nos leva a formar um quadro mental imaginário tentando visualizar como isto sera’ na realidade física. Quando assim fazemos, um outro quadro teórico muito antigo elaborado pelos orientais, nos vem a mente: a descrição da aura, formada por chacras e kundalines. Percebemos que a forma como os antigos orientais desenharam esta aura, e’ muito semelhante `a forma do DNA, onde as duas kundalines entrelaçadas em espiral seriam as hastes na forma de escada em caracol e  os chacras seriam as bases moleculares no meio das das hastes. Se realmente existir a aura, formada de uma substancia sutil não perceptível aos nossos sensores cerebrais, o nosso corpo seria constituído de bilhões de minúsculos DNAs envolvendo e prestando culto a um enorme DNA que iria dos quadris ao topo da cabeça, numa dimensão paralela, ou uma especie de holograma.

Mas… tratam-se ainda de meros quadros imaginários feitos por cálculos não confiáveis, baseados em visões de estados alterados do cérebro. Então porque buscar, testando esta possível existência destes quadros intuitivos? Porque coisas ainda misteriosas que afetam nossas vidas reais, como o cancer e outras doenças milenares que continuam com suas causas primeiras desconhecidas, podem ser produto primeiro da disfunção nesse gigantesco DNA. Amarguras, traumas de infância, estressses, impediriam este corpo energético de funcionar direito, e estes entrocamentos em suas redes se manifestariam na carne como doenças. E basta esta possibilidade para nos manter agarrados nos calcanhares desta teoria.

Esta sutil nova forma ou estado da matéria/luz apresenta tambem propriedades quânticas. Como o split experiment, usando uma partícula pode estar em dois diferentes lugares ao mesmo tempo. Toda mente humana tem sua metade contraparte afixada nesta camada mental. Existe um processo de feed-back entre cada mente humana e a totalidade desta camada mental, onde intuições são trocadas. Assim, quando os vários cérebros em diferente regiões atingem mais um grau evolutivo conduzindo-os a perceber uma nova descoberta de um fenômeno sutil na natureza, e’ devido ao retorno de sombras de alguns pensamentos registrados na camada terrestre retornando sobre cada cérebro neste estágio evolutivo. São as grandes intuições coletivas.

A outra propriedade quântica e’ o emaranhamento destas mentes dentro de cabeças humanas com suas respectivas regiões na camada mental terrestre. Pelo fato de que em determinado  primitivo estagio evolutivo a humanidade exercita e usa apenas a parte do hemisfério esquerdo do cérebro, o qual em termos quânticos, gira para a esquerda, a sua contraparte na camada mental gira para a direita. Se mudássemos para o uso do direito aqui, mudaria para a esquerda na camada mental, e haveria um abrupto retorno ao automatismo intuitivo e animalesco reptiliano. Quando ocorre a morte de um corpo físico humano, a sua nuvem de fótons e’ desintegrada em suas unitárias partículas, mas nunca se rompe seu elo magnético com sua contraparte particula na camada mental, onde a fragmentação nunca ocorre. As partículas soltas impregnadas da substancia consciente de cada morto retornam ao fundo de luz que permeia a dark matter do espaço sideral, mas continuam os fragmentos conectados de maneira que  a contraparte na camada mental vai reuni-los de alguma forma e quando reunidos e flutuando na superfície da Terra, voltam a se alojarem numa nuvem fraca e nascente que não pode resistir a ela. Assim se da’ a re-encarnação com perda da memoria das vidas passadas, pois a memoria anterior foi totalmente fragmentada a nivel de individuo, apesar de permanecer integra na camada mental.

Surge-nos a ideia de que esta seja a função dos planetas no contexto da evolução universal. A incrível distancia entre planetas  estrelas impedem para sempre qualquer tecnologia que pudesse conduzir corpos biológicos materiais a velocidades superior a da luz para realizarem viagens interplanetarias. Porem, em dado momento as camadas mentais formadas em cada planeta atingem um ponto de ” nascimento” quando então abandona o planeta ( cujo corpo físico também sempre acaba ” morrendo”), para nascer num novo tipo de astro sutil adaptado as suas condições de substancia. Por isso, apesar do Universo estar povoado de formas de vida mais inteligentes que a humana, não temos e não teremos contacto com estas mentes de super-organismos. Esta camada mental reúne todos os pensamentos, todas as memorias, de todos os humanos que viveram na Terra,  e ao nascer terá todas estas personalidades tornadas uma so’, onde cada individualidade continuara’ a existir como um todo.

Para aqueles que apreciam e acreditam as versões cristãs e budistas de um possível existente Deus sobrenatural, esta teoria de super-organismos vira’ bem a calhar. Super-organismos nada mais seriam que genes mais desenvolvidos construindo neste Universo tipo ovo cósmico o filho do Ser que aguarda este nascimento alem das fronteiras deste Universo. Quanto a mim, particularmente, que tenho o cérebro configurado nas agruras selvagens e naturalistas da selva, não posso acreditar nesta versão, porem mantenho-a como possibilidade logica e inclusive inconscientemente estou torcendo para que ela seja a verdade ultima. Por enquanto, nada sei de concreto a respeito disso…

Estando ainda na forma embrionaria, esta camada mental pode ter as propriedades dos embriões humanos que e’ manifestada na absorção dos eventos e condições que circundam o seu pequeno universo de saco embrionário dentro do corpo da mãe. O embrião se esforça por ampliar sua capacidade de percepção e assim começa a pressentir o exterior alem do seu universo intra-embrionario. Isto significa que de alguma maneira a mente em formação do embrião esta’ extrapolando as fronteiras do saco embrionário, mesmo que seja apenas através de receptores precários. Esta capacidade dos embriões, quando projetada a nível da camada mental da Terra, nos faz calcular como sera suas extensões perceptivas do mundo externo. Como estará se formando esta segunda camada externa como projeção da estrutura mental embrionaria. E então nos deparamos com a Internet. Qual a causa, como e porque, corpos materiais brutos se conduziram a captar e conectar as propriedades do mundo eletro-magnético em redes de conexões correndo dentro de computadores de maneira que o resultado final seja a conexão `a distancia de mentes individuais? Não tem como responder esta pergunta pelas leis conhecidas da física e da biologia, seria um salto evolutivo magico. A não ser que incluamos a teoria do super-organismo nas areas da física e da biologia, pois seria logico que de ela teria vindo o estimulo da causa, e logico porque isto acontece aqui perante nossos olhos em relacao a embriões humanos. Existem respeitados pesquisadores procurando justo agora os efeitos e causas da Internet, suspeitando de que este fenômeno esta’ mudando em alguma coisa as mentes individuais e conduzindo-as a uma estrutura a nível planetário, e estamos atentos acompanhando estas pesquisas, pois são sinais, evidencias mesmo que ainda distantes, da teoria da camada mental do inconsciente coletivo. A Internet seria uma nuvem de raios e relâmpagos contínuos criados como auto-projeção mecânica do embrião do super-organismo

O nosso grande problema atual e’ que estamos na fase das dores de formação da camada mental, a qual esta’ ainda no estagio de feto ou embrionário, formando um inconsciente, começando a se conscientizar de sua existência, porem sem acesso ao mundo externo, porque não tem sensores captando o mundo externo, como olhos próprios, ouvidos próprio, etc. E no aspecto individual, tais como genes trabalhando na construção de um embrião na fase da embriogênese, estamos conscientes da nossa existência e do nosso trabalho. Porem tambem como indivíduos não temos noção de qual nossa missão que e’ construir e compor a camada mental na forma de baby de super-organismo. Então vivemos apenas como metade de nos mesmos, sem termos ainda despertado a nossa outra metade na camada mental. Temos que descobrir técnicas, tecnologias, que nos ajudem a acelerar este processo, de captar mais indícios de que tal coisa existe e s torne o guia moral de nossos valores e comportamentos, antes, por exemplo, que façamos alguma gigantesca besteira aqui e desintegramos todas as individualidades humanas em alguma catástrofe atômica ou climática.

Para quem conhece a formula da MatrixLight/DNA e suspeita que esta formula e’ o template sobre o qual esta’ montado nosso cérebro e, por consequência, o corpo substancial da nossa mente, torna-se fácil ver e entender como e porque um sistema qualquer pode existir expressando apenas uma de suas metades, enquanto coloca em completo estado de hibernação sua outra metade. Na formula, quando o fluxo de energia/informações chega no topo superior, que e’ a F4, se divide em dois, e’ possível manter o circuito funcionando sem que o fluxo passe para a parte direita e retorne imediatamente `a fonte do circuito (F1). Parece-me que assim estão funcionando nossos pensamentos, apenas pela metade, considerando apenas a metade percebida do mundo externo. Em teoria, e em estado meditativo, poderíamos forcar  fluxo a ultrapassar o corpo caloso e se dirigir a part direita, e enquanto ele estivesse nesta parte veríamos o mundo externo apenas como luz, sendo o Nirvana dos orientais e o mundo externo formado de conexões elétricas vistas pela Dra. Jill Bolte sob derrame cerebral no lado esquerdo. Em teoria… porque eu mesmo nunca consegui esta façanha, talvez porque seja um extremado e incorrigível naturalista/materialista.

Mas esta técnica tem que ser a nível cientifico, não adiantam apenas as técnicas de forca meditativa para alcançar o estado d nirvana, que e’ se tornar apenas a outra metade da camada mental. Quando assim conseguimos estes estados mentais alterados, não existe fed-back interativo entre o coletivo e o individual, porque o coletivo não tem pensamento continuo ainda, não tem consciência da própria existência, embrião que ainda e’. Ele pode ver seus arredores dentro de sua bolsa intra-uterina, que e’ apenas um mundo de luz realimentado pelos fótons da energia solar, mas apenas isto e quando retorna ao estado individual, nada trouxe de util a ser aplicado na melhoria da vida individual. E a busca desta tecnologia cientifica e’ um dos muito importantes projetos sendo desenvolvidos e  buscados pelos que se simpatizam com a teoria da cosmovisão da MatrixLight/DNA justo agora. Não empregamos todo o tempo apenas nesta importante pesquisa, nem investimos pesado nela, porque não somos crentes, mas antes de tudo, desconfiados e céticos, inclusive suspeitando destas próprias construções mentais feitas quando conectamos os dados realmente conhecidos  comprovados com as fortes evidencias obtendo novos quadros teóricos. E a possibilidade de existência desta rede ou network de fótons, de super-organismos planetários, etc., ainda e’ meramente uma teoria, que pode estar toda errada desde seu principio quando pensamos sobre a luz, seus fótons e suas propriedades. Isto não e’ para se acreditar, e’ para manter como possibilidade no ar para se estar atento  captar os sinais de sua possível existência e testar buscar métodos para testar a teoria com experimentos pelo método cientifico.

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