Júpiter e seu Importante Campo Magnetico

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Esta nova informação captada sobre Júpiter é mais uma evidencia reforçando o nosso modelo teórico astronomico, a Matrix/DNA. Em português e depois do texto abaixo resumo uma explicação da Matrix/DNA.

Júpiter e seu Campo Magnetico

Ler mais: Juno mission page, NASA article on Juno’s magnetometer.
The post Jupiter’s Magnetosphere Will Blow Your Mind While it Kills Your Spacecraft primeiro apareceu em  Universe Today.

Jupiter is a huge planet, but its magnetosphere is mind-blowingly massive. It extends out to nearly over 5 million kilometers (3 million miles) wide on average, 150 times wider than Jupiter itself and almost 15 times wider than the Sun, making it one of the largest structures in the Solar System.
“If you were to look up into the night sky and if we could see the outline of Jupiter’s magnetosphere, it would be about the size of the Moon in our sky,” said Jack Connerney, deputy principal investigator and head of the Juno mission magnetometer team. “It’s a very large feature in our Solar System, and it’s a pity we can’t see it.”
But the Juno spacecraft is about to change our understanding of Jupiter’s magnetosphere and allow scientists to “see” for the first time Jupiter’s magnetic field.
And today, NASA announced that Juno has entered Jupiter’s magnetic field. Listen to the video below as the spacecraft gathered data as it crossed the bow shock:

A magnetosphere is the area of space around a planet that is controlled by the planet’s magnetic field. The stronger the magnetic field, the larger the magnetosphere. It is estimated that Jupiter’s magnetic field is about 20,000 times stronger than Earth’s.
Magnetic fields are produced by what are known as dynamos – an electric current created from the convection motion of a planet’s interior. Earth’s magnetic field is generated by its circulating core of molten iron and nickel. But what creates Jupiter’s dynamo? Is it like Earth’s or could it be very different? Jupiter consists predominantly of hydrogen and helium, and it is currently unknown if there is a rocky core at the center of the planet.
“With Jupiter, we don’t know what material is producing the planet’s magnetic field,” said Jared Espley, Juno program scientist for NASA Headquarters, “What material is present and how deep down it lies is one of the questions Juno is designed to answer.”
Juno has a pair of magnetometers to basically look inside the planet. The magnetometers will allow scientists to map Jupiter’s magnetic field with high accuracy and observe variations in the field over time. The instruments will be able to show how the magnetic field is generated by dynamo action deep in the planet’s interior, providing the first look at what the magnetic field looks like from the surface of the dynamo where it is generated.
“The best way to think of a magnetometer is like a compass,” said Connerney. “Compasses record the direction of a magnetic field. But magnetometers expand on that capability and record both the direction and magnitude of the magnetic field.”
But Jupiter presents a lot of problems as far as being nice to instruments. Trapped within the magnetosphere are charged particles from the Sun that form intense radiation belts around the planet. These belts are similar to the Earth’s Van Allen belts, but are many millions of times stronger.
To help protect the spacecraft and instrument electronics, Juno has a radiation vault about the size of a car trunk made of titanium that limits the radiation exposure to Juno’s command and data handling box (the spacecraft’s brain), power and data distribution unit (its heart) and about 20 other electronic assemblies. But the instruments themselves need to be outside of the vault in order to make their observations.
The magnetometer sensors are on a boom attached to one of the solar arrays, placing them about 40 feet (12 meters) from the body of the spacecraft. This helps ensure that the rest of the spacecraft does not interfere with the magnetometer.
But there are other ways to help limit the amount of radiation exposure, at least in the first part of the mission.
Scientists designed a path that takes Juno around Jupiter’s poles so that the spacecraft spends the least amount of time possible in those blistering radiation belts around Jupiter’s equator. Engineers also used designs for electronics already approved for the Martian radiation environment, which is harsher than Earth’s, though not as harsh as Jupiter’s.
That elliptical orbit — between radiation belt and the planet — also puts the spacecraft very close to Jupiter, about 5,000 km above the cloud tops, enabling a close-up look at this amazing planet.
“This is our first opportunity to do very precise, high-accuracy mapping of the magnetic field of another planet,” Connerney said. “We are going to be able to explore the entire three-dimensional space around Jupiter, wrapping Jupiter in a dense net of magnetic field observations completely covering the sphere.”
By studying Jupiter’s magnetosphere, scientists will gain a better understanding about how Jupiter’s magnetic field is generated. They also hope to measure how fast Jupiter is spinning, determine whether the planet has a solid core, and learn more about Jupiter’s formation.
“It’s always incredible to be the first person in the world to see anything,” Connerney said, “and we stand to be the first to look down upon the dynamo and see it clearly for the first time.”

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Explicação da Teoria da Matrix/DNA

 O campo magnético – ou magnetosfera – de Júpiter é surpreendente, pois é massivamente fora do normal. Ela se estende por cerca de 5 milhões de quilômetros em volta do planeta, uma área 150 vezes maior que Júpiter como planeta e quase 15 vezes mais larga do que a magnetosfera do Sol, tornando-a uma das maiores estruturas do Sistema Solar.

Isto vai contra o senso comum baseado no conhecimento oficial e teórico acadêmico. Primeiro porque contradiz nossas ideias sobre o que são campos magnéticos.

Segundo a corrente teoria, campos magnéticos astronômicos são produzidos pelo que se conhece como dínamos – uma corrente elétrica criada de um movimento de convecção no interior do planeta. O campo magnético da Terra é gerado pela circulação de seu núcleo composto de ferro incandescente e níquel. Mas o que gera o dínamo de Júpiter, se pela atual teoria Júpiter consiste predominantemente de gazes apenas, hidrogênio e hélio, e não se sabe se ele tem um núcleo denso…

Com este novo dado, o logico sera rever este modelo teorico de Jupiter, pois seu campo magnetico esta indicando que seu nucleo e’ ainda mais denso e talvez mais incandescente que o da Terra.

Mas com essa informacao, o nosso modelo teorico astronomico se sentiu mais uma vez confortavelmente instalado em bases solidas. para explicar permita-me trazer para ca duas figuras desse modelo

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

Segundo a teoria oficial acadêmica, todos os tipos de astros se formam espontaneamente por sua própria conta e risco pelo circular de uma nuvem de gaz e poeira inicial. Segundo a nossa teoria, os sete tipos de astros conhecidos são formados por um comando de instruções pre-existente nestas nebulosas ( tal como o comando de instruções dos genes no DNA), e são formas variadas de um único astro ao longo de sua existência. Em outras palavras estou sugerindo que os efeito da força do ciclo vital – aquele que faz um único corpo humano apresentar sete principais diferentes formas ao longo de sua vida, desde a forma de morula, blástula, feto, embrião, criança…, ate a de cadáver, não foi inventado ou criado pela vida neste planeta, pois os próprios astros como este planeta já estariam sob essa força. Por isso, a figura acima mostrando a sequencia de metamorfoses de fomas de um único astro vem comparada na primeira figura com a sequencia das metamorfoses do corpo humano.

Quem esta certo, quem esta errado:… Eu sou torcendo para que eu esteja errado, pois seria muito fácil consertar a cabeça de uma unica pessoa que a cabeça de todos os professores e estudantes que aprenderam o modelo acadêmico. Porem, ate agora ninguém me trouxe um fato sequer, real e comprovado cientificamente, que nossa teoria estaria errada.

Seja como for, segundo a nossa teoria, e em termos de galaxias, novos astros são formados a partir do núcleo galáctico com massiva e solida incandescente massa em tamanhos menores que planetas, pois estas ejeções do núcleo serão as sementes de um novo astro. Com o passar do tempo esta semente vai se afastando do núcleo, entrando em áreas mais frias, quando são formados as coberturas de poeira estelar congelada. Afastando-se mais do núcleo o astro de cobertura congelada e núcleo efervescente quase se congelando também pode cair na orbita de uma estrela. E como acontece com as sementes vegetais biológicas, a energia da estrela penetra o astro ativando seu núcleo enquanto degela a superfície formando os oceanos. Neste estado, o de planeta, o astro deve ter uma mais fraca magnetosfera. Porem ao continuar de afastando agora da estrela também ( porque o núcleo comendo de dentro para fora a crosta rochosa vai tornando o astro mais leve, enfraquecendo a atracão gravitacional da estrela), o núcleo vai crescendo, o planeta se tornando mais gasoso pelo cozimento da rocha e água, e seu campo magnético deve se tornar bem mais forte, alem de expandir-se.

Justo o estado de Júpiter descoberto agora. Mas ainda esta semelhança com nossos modelos não é motivo para que eu acredite em meus modelos, os dados totais colhidos até agora ainda não me satisfazem. E tem outro problema que esta me fazendo ficar sempre com um pé atras quando preciso defender ou divulgar os meus modelos e tenho que falar do sistema solar.

Acontece que esta teoria também sugere outra novidade: assim como a primeira as primeiras células vivas tiveram dois processos diferentes de formação, assim também foram a galaxias. Primeiro a forma de simbiose, unindo organelas esparsas num único sistema… depois e a partir dai a células aprenderam a se formarem por si próprias, reproduzindo-se. Quanto as galaxias, também o foram pela simbiose e depois pela auto-reciclagem da poeira estelar de sistemas mortos, deixando porem nestes restos mortais o tal comando de instruções – partículas, elementos, repetindo comportamentos do velho sistema o que as tornam como memorias que ativam a formação de novos sistemas. E ainda não identifiquei de qual geração é esta nossa Via Láctea. Se da primeira, ou da segunda.`Porque assim como o processo da auto-reprodução das células mudou inclusive  os arranjos atômicos e conexões dentro das células, assim também os sistemas estelares de segunda geração devem ter mudado algumas coisas tais que fazem diferenciar as origens de seus astros. A origem de um ribossomo numa célula moderna é diferente da origem do primeiro micro-organismo tornando ribossomo na célula original. E sem saber qual a geração desta galaxia, não posso festejar mais esta aparente vitoria da nossa teoria. Mas… pela logica me parece que as mudanças de origens não foram tao significantes, pois Júpiter esta perfeitamente se encaixando no modelo.

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